BOCEJO
.
Em
1986, o psicólogo americano Robert Provine considerou que o bocejo no
ser humano era o melhor exemplo do que se conhece cientificamente como
um ato motor estereotipado, que pode iniciar-se por uma variedade de
estímulos, em particular vendo outra pessoa bocejando.
Na
atualidade, seu estudo se centra em um melhor conhecimento de algumas
funções do sistema nervoso central, que neste caso atua de uma forma
autônoma ao receber informação de cansaço ou aborrecimento, algo
assim como um mecanismo natural de aviso.
De
fato o cientista A. Argiolas acredita que se deve a um vestígio
evolutivo, cujo significado original foi o de:
despertar
a PESSOA quando perdia a atenção em situações de perigo