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TESTE SUAS HABILIDADES NESTA NEGOCIAÇÃO ESTRATÉGICA.
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Dar
um tijolo para ganhar uma casa equivale a Dar um passo
depois
de ceder um centímetro
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presidente
da república Luis Inácio lula da silva.
governo@brasil.gov.br
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Atrair
o concorrente com algo de pouco valor para obter um benefício maior.
O exemplo mais claro é o cavalo de Tróia. Uma variante no mundo das
negociações é começar com uma pequena petição, para obter uma
predisposição favorável a petições mais amplas.
E
mais atual ainda é a negociação que será realizada nesta semana
entre o: "GOVERNO
BRASILeiro, MINISTÉRIO DA DEFESA e EMBRAER versus UM
CONCORRENTE!
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VAMOS
TESTAR SUA CAPACIDADE DE NEGOCIAÇÃO E de ESTRATEGISTA
COM
O "ACORDO COMERCIAL" A SEGUIR?
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Trata-se
de um negócio que aparentemente é uma compra, mas depois que você
ler todo o artigo, saberá que envolve muito mais que isso... -
Analise o artigo a seguir que justamente ocorrerá nesta semana entre
o "BRASIL
E UM OUTRO PAÍS"
no segmento da aviação. Quem decidirá serão os "Estrategistas
do Governo".
O resultado será conhecido nesta semana. Uma compra de 800 milhões
de dólares por 12 supersônicos, equivale a bilhões no futuro...
Nos
próximos dias, o presidente
Luiz Inácio Lula da Silva
deverá reunir o Conselho
de Segurança Nacional
e, em seguida, anunciar qual o avião escolhido para suceder os
superados caças Mirage
IIIEBR na
necessária missão de defender o espaço
aéreo brasileiro.
Não
se trata de aviões com fins de guerra, apenas analisando-se estes 3
dados a abaixo:
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um
supersônico tem Velocidade Máxima em Altitude 2.300 Km/h e
Velocidade Máxima (Nível do Mar) 1.400 Km/h.
-
A
VELOCIDADE MÉDIA DOS MÍSSEIS É DE 9.000 KMS HORÁRIOS.
-
o
BRASIL, NÃO TEM SATÉLITE PRÓPRIO e os mísseis já são
produzidos para serem TELE-guiados por satélite via laser, contra
alvos fixos ou em movimento, sugerindo uma velocidade de 9 vezes
mais rápido ao de um supersônico.
entende-se
porque a compra dos supersônicos não estão sendo cogitados para uma
guerra?
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Por
trás da decisão
presidencial
está muito mais que um gasto de aproximadamente US$ 800 milhões para
a compra de 12 modernos caças supersônicos. É comum que os
contratos internacionais estejam rodeados de contrapartidas comerciais
e até de transferências tecnológicas. Mas, muitas vezes, as
propostas apresentadas escondem algumas armadilhas. No caso da disputa
dos caças para a Força
Aérea Brasileira
(FAB),
uma dessas armadilhas está na proposta apresentada pela russa "Rosoboronexport".
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Em parceria com a Avibrás,
os russos oferecem o "supersônico
Sukkhoi Su-35".
O avião, por enquanto um protótipo bi-reator, é o xodó dos pilotos
da FAB
e tratado, por assessores do ministro
da Defesa, José Viegas,
como um dos favoritos para a substituição de nossos velhos Mirage.
Para convencer o governo brasileiro a optar pelo seu caça, os russos
se comprometem a comprar até "US$
3 bilhões em produtos brasileiros"
e prometem transferir tecnologia em várias áreas, inclusive na
espacial, o que agrada sobremaneira aos entusiastas do Sukkhoi.
O problema, no entanto, está exatamente naquilo que não está
escrito na proposta.
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Enquanto briga para tentar vender seus caças no mercado
externo, na Rússia a Sukkhoi
trabalha no projeto de construção de um jato comercial regional, o Russian
Regional Jet (RRJ).
O plano está bem adiantado. A previsão é produzir, nos próximos
dez anos, 640 unidades desses jatos, com capacidade de 60 a 95
assentos, segundo revelou a revista americana Aviation
International News,
na última semana de fevereiro. A intenção dos russos é vender o
jato regional para o mercado da Ásia, principalmente Malásia, Índia,
Vietnã e Indonésia, que já compram aviões militares da Sukkhoi.
Para tanto, os russos estão garantindo apoio para produção e
manutenção dessas aeronaves para indústrias dos países que se
comprometerem a comprar o RRJ.
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O
maior problema dos russos
é dinheiro. Para tirar o RRJ
do papel, há um investimento de cerca de US$ 670 milhões apenas em
projetos de pesquisa e desenvolvimento. Atualmente, a Sukkhoi está
preocupada porque a procura pelos seus caças vem decrescendo na Ásia.
Ainda de acordo com a revista americana, caso a Sukkhoi não consiga
vender seus caças, será difícil encontrar trabalho para os 20 mil
trabalhadores da KnAAPO
(Komsomolsk-on-Amur
Aircraft Industrial Organization, a empresa russa que comercializa os
aviões)
sem entrar no mercado de aviação civil.
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Os planos da Sukkhoi expostos pela Aviation
International News
mostram que, se o governo brasileiro vier a optar pelo caça russo na
concorrência da FAB,
estará, a médio prazo, fazendo um gol contra. A eventual compra do Sukkhoi
Su-35
pelo Brasil contribuirá diretamente para o desenvolvimento do jato
russo, que irá disputar um seleto mercado com a brasileira Embraer.
4ª
maior fabricante de aviões do planeta,
a Embraer
emprega diretamente "13
mil pessoas e indiretamente mais de 150 mil".
Nos últimos 9 anos, a empresa exportou US$ 14 bilhões e fez
investimentos de US$ 1,7 bilhão. Se perder mercado, a empresa terá
que reduzir suas atividades.
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Assim
como os russos, a "brasileira
Embraer"
também aposta na concorrência da FAB
para continuar a crescer. A empresa se associou à francesa Dassault
e disputa a venda dos caças com o Mirage 2000-5Br. Nas últimas
semanas, assessores do Ministério da Defesa e do comando da Aeronáutica
espalharam boatos de que a Embraer seria contemplada, qualquer que
fosse a escolha do presidente. Em reunião com Lula, porém, Botelho
esclareceu que apenas a parceria com os franceses lhe garante a total
transferência tecnológica, o que lhe assegurará mercado e geração
de empregos.
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Dassault-Embraer
(França-Brasil)
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Sukkhoi-Avibrás
(Rússia-Brasil)
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Saab/BAe
System (Suécia-Reino Unido)
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Lockheed
Martin (EUA)
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Mikoyan-Gurevich
(Rússia)
BOA
SORTE NA SUA ANALISE E ESPEREMOS QUE SUA DECISÃO SEJA A MELHOR PARA O
PAÍS!.
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