Símbolos gráficos: - Nesta categoria se incluem os logotipos, símbolos e os sinais de pontuação. Um símbolo de marca forte, reconhecível e positivo para o grupo objetivo funciona como um âncora.
O símbolo R$, $ ou € de uma moeda funciona plasticamente de forma diferente de como funciona a escritura (real, dólar, euro…) Um ponto ao final de um título permite ao leitor deixar de ler, em vez de conduzir-lhe ao texto.
Símbolos numéricos: - Ainda que a diferença entre 50 e 49,95 é de tão só 0,05, a percepção plástica é bem diferente. As cifras pequenas se percebem automaticamente como uma imagem em vez de ser lidas de forma lógica.
Por isso, as manchetes que incluem números, tipo: "5 passos para conseguir…" funcionam melhor. As cifras em cursiva se recordam melhor do que as cifras em bloco (tipo romana).
Símbolos verbais: - As pesquisas em torno do olhar mostram que as palavras escritas com tipos de grande tamanho não se percebem como uma sucessão de letras, senão como elementos gráficos. Estas palavras podem ler-se ainda que se escrevam com letras tortas ou deformadas, pois o olho só considera a sucessão de letras. Outras palavras, escritas junto a um quadrado de seleção (por exemplo "Se"), converteram-se numa imagem por si mesmas.
O que não se deve esquecer: o símbolo verbal com mais força para o marketing direto é o nome do destinatário da promoção. Por isso funcionam tão bem as promoções personalizadas.
Símbolos pessoais: - São elementos gráficos que só são importantes para o grupo objetivo, por exemplo, símbolos para jogadores de golfe, aficionados à pesca, amantes de um estilo
musical.
Utilizando estes truques com um pouco de habilidade pode-se aumentar a atenção e animar à resposta.
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