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regras de branding
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sala
das marcas
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Em nossa sociedade atual, calcula-se que recebemos vários milhares de impactos publicitários ao dia. Isso deixa muito pouco espaço livre para cada marca dentro da saturada capacidade de atendimento do
consumidor...
Há quem diz que não mais de três segundos; em tão breve lapso, têm que ser capazes de destacar, convencer e recordar-se mais tarde.
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Como conseguir que o público retenha o nome de nosso produto entre os milhares de impactos publicitários aos que nos expomos diariamente?
Por suposto, todos temos em mente os nomes das marcas mais conhecidas, gravadas a fogo em nosso subconsciente depois de anos de exposição a seus produtos e publicidade.
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Mas, que fazer para chamar a atenção com uma nova marca?:
Para começar, devemos ter em conta um decálogo de conselhos básicos. Não os seguir pode sair muito caro. Qualquer companhia que viole alguma destas dez regras precisará gastar mais do necessário para posicionar bem seu produto.
01. Fixar um nome conforme com os objetivos de mercado:
Esta primeira
regra do branding é com freqüência ignorada por algumas empresas. O nome tem que trabalhar a favor dos objetivos de mercado e com freqüência se nomeiam marcas que dão à empresa uma dimensão demasiado localista.
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02. Não copiar a outra marca:
O nome de uma marca nunca deve ser parecido ou aproximado ao de outra empresa, por muito que nos agrade ou nos pareça certo, e inclusive se pertence a um setor que não tem nada que ver com o nosso. Violando esta regra se espanta aos clientes, porque estes podem captar uma imagem algo turva da empresa.
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03. A marca deve estar em harmonia com o domínio de Internet:
Uma marca deve ser idêntica a seu correspondente domínio. Por exemplo, uma marca de notícias e serviços para proteger contra vulnerabilidades
de software deve expressar-se como SoftwareVulnerabilities.com, não Software-Vulnerabilities.com ou iSoftwareVulnerabilities.com.
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04. Não usar prefixos bobos:
A não ser que uma companhia tenha uma experiência a mais de
5 anos, introduzir os prefixos "i"
ou
"e" pode resultar perigoso. Algumas companhias, como
eBay, construíram-se uma grande imagem de marca, mas é uma exceção.
Há muitas outras que fracassaram ao utilizar estas minúsculas antes de seu nome.
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05. Escapar do ruído de fundo:
Há que evitar termos
sobre-utilizados, como "global", "tech", "soft"
ou
"soluções".
Uma empresa que procure distinguir-se do resto de competidores não pode destacar com termos tão
utilizados.
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06. Obedecer as regras da gramática:
É aconselhável não violar as regras da gramática, incluído o uso das maiúsculas e minúsculas. Quando sua empresa seja maior que eBay, então poderá pular as normas que queira...
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07. Evitar conotações negativas:
As marcas não devem criar confusão ou conotações negativas aos clientes, e há que ter especial cuidado com os temas sexuais ou religiosos.
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08. Criar nomes de marca fáceis de recordar e de pronunciar:
As marcas devem ser facilmente recordáveis e simples
em sua pronunciação. É relativamente simples que nossos clientes potenciais visitem nosso
web site, sobretudo quando gastamos dinheiro em publicidade. O difícil é conseguir que voltem, e depois, um nome que não se retém de primeira não ajuda
em nada.
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09. Conseguir que nossa marca se entenda e se aceite internamente:
O nome exato da companhia e de suas marcas têm que ficar perfeitamente assumidos no seio da organização. E ainda que pareça surpreendente, há algumas empresas nas
quais inclusive os mais altos diretores têm dúvidas sobre o nome exato de alguma de suas marcas ou produtos.
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10.
testar primeiro:
É importante
testar vários possíveis nomes entre os clientes potenciais antes de eleger um. Com todos estes conselhos em mente, só resta por fazer o mas importante:
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que se nos ocorra um bom nome.
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