desinteligências
e desastres nos estoques...
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sala
de gerenciamento
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Produzir a quantidade certa para vender ao preço desejado é uma das vias para a eficiência. No entanto, as
desinteligências internas das empresas podem colocar tudo a perder... De todas as decisões que devem tomar-se cotidianamente na vida corporativa, talvez poucas sejam tão importantes como a quantidade a produzir e o preço de
venda. Acertar neste aspecto é um dos segredos para maximizar a eficiência
(excelente
matéria).
Depois, o objetivo consiste em produzir a quantidade correta para vendê-la ao preço desejado sem que sobre nem falte nada. Produzir em excesso implica uma custosa acumulação de inventários. Ficar curto, pelo contrário, gera uma perda de rendimentos potenciais.
Efetivamente, há que ter em conta que os preços são uma variável relativamente rígida no curto prazo. Os contratos com fornecedores e clientes fazem que, ante uma escassez de produção, não possam aumentar-se imediatamente os preços para equilibrar quantidades oferecidas e demandadas. Então, a empresa se verá forçada a vender, a um preço já estabelecido, uma quantidade menor à que teria maximizado seus benefícios.
Portanto, ante a importância de produzir a quantidade correta, os experientes em marketing e operações desenvolveram uma
bateria de modelos para predizer a demanda.
Aí entram em jogo os especialistas em estatística com suas distribuições de probabilidade, médias de vendas e desvios regulares.
Depois, quanto mais precisa seja a predição da demanda futura, mais informada será a decisão sobre as quantidades de produção e mais eficiente uso fará a empresa de seus recursos.
Não obstante, assinala um
estudo da
GSB
- Stanford Graduate School of
Business, as simplificações teóricas dos modelos estatísticos costumam passar por alto as inumeráveis fricções que afetam cotidianamente às decisões de produção das empresas. Em muitos casos, as decisões sobre preços e quantidades são tomadas por separado.
Os preços costumam ser fixados pelo departamento de marketing. As quantidades a produzir, pelo contrário, costumam cair sob as responsabilidades do gerente de operações. E as falhas de coordenação entre estes dois departamentos podem originar custosas ineficiências.
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Imaginemos, por exemplo, que o gerente de marketing decide reduzir o preço de um artigo com o objetivo de reposiciona-lo num segmento de menor poder aquisitivo. Não obstante, alegam os pesquisadores de Stanford, não é estranho que este dado fique perdido nas redes burocráticas da corporação e não chegue a tempo ao departamento de operações.
Então, as fábricas mantêm seu ritmo prévio de produção. O resultado:
uns meses mais tarde, o produto começa a escassear no mercado e a companhia
perde suculentos rendimentos potenciais.
Em definitiva, asseguram os experientes de Stanford, os modelos estatísticos de predição da demanda são uma parte fundamental das decisões de
pricing
(MATÉRIA
IMPERDÍVEL). No entanto, para que estas técnicas sejam realmente efetivas, é necessário assegurar-se também de que a organização esteja alinhada ao redor da estratégia.
As falhas de coordenação, em última instância, farão fracassar até ao modelo melhor desenhado.
Federico
Ast - publisher
comunidade
materiabiz
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comunidade
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