1.
Eliminar a carreira de obstáculos: Para evitar que, aos
saltos pelo organograma em procura de seu contato, o cliente caia no Triângulo das Bermudas da insatisfação, nada melhor do que desenhar uma folha de rota simples, que lhe permita interagir fluidamente e ordenar suas expectativas.
.
2. Ser
donos de nossos clientes: O primeiro que fala com o cliente deve converter-se em seu
dono. Não há sinal mais claro de falta de respeito que assegurar a quem está ao outro lado da linha, que seu telefonema vai ser
transferido a outra pessoa que pode ajudar-lhe melhor.
.
3.
Oferecer alternativas: Não serve amarrar o cliente à opção fictícia de que
pode sair quando queira do envio de mensagens (OPT
IN). Ainda que nesse caso, a lista de contatos vai ser bem mais extensa, é preferível que decida livremente se quer receber e-mails, ofertas, mensagens da empresa, ou não.
.
4. Eliminar os “silos” da página web: Com freqüência, as web corporativas refletem a galeria de estilos dos responsáveis das diferentes áreas da empresa. Erro. O correto é consolidar a mensagem e a informação que se procura obter dos clientes, e desenhar em conjunto uma experiência de marca, intencional e não casualmente,
mas única
(Artigo: Focus
on the Customer - Enfoque-se no cliente).
.
5. Consolidar os números telefônicos:
Nada mais desalentador do que um labirinto de números telefônicos. O ideal é que todos os que têm contato com os clientes se reúnam e depurem a lista. Simples e claramente, trabalho em equipe.
.
6.
Resolver os 10 problemas mais comuns: Obstinadas em treinar o músculo do feedback do cliente, as empresas repetem com religiosa freqüência a pergunta:
Como podemos melhorar? Os clientes assinalam os problemas. Não tem
problema voltar a relevá-los, senão resolvê-los.
.
7.
Ajudar à primeira linha a escutar: Treinados para atingir objetivos de venda,
aqueles que estão em contato com os clientes costumam inclinar a balança a favor da empresa. Se não atuam como robôs, e conversam com eles, podem fazê-los mais rentáveis.
.
8. Cumprir com o que se promete:
O produto prometido nunca chega; o instalador não leva
as repostas necessários; a garantia excepcional depende de um processo interminável, incerto e complexo. A falta de cor corporativa
incomoda o cliente, que briga, cansa-se, e conta o incidente às pessoa que conhece.
.
9.
Se comete um erro, terá que o corrigir: Não há
nada mais frustrante do que uma empresa que, depois de cometer um erro, ignora-o ou nega tê-lo
cometido
(Artigo: PÓS
VENDA: A ARTE DE AMARGURAR-SE A VIDA (e aos demais)).
.
10. Acreditar
nos clientes: Pouco respeito resta, quando além de fazer passar o cliente pela infeliz experiência de encontrar falhas num produto ou serviço, a empresa não lhe crê e se afeiçoa à fria letra da lei ou a garantia. Suspender o juízo cínico, eliminar
"mas" e condições, pode fazer maravilhas.
.
PROFª.
JEANNE BLISS
guru
do atendimento a clientes, fundadora das oficinas do cliente em Microsoft
e Mazda.
autora
dos livros: Chief customer officer e i love you more than my dog.