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estudos,
PESQUISAS E LIVROS RECOMENDADOS:
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PROF.
JOÃO BAPTISTA VILHENA - VENDER PARA POBRE?
Você sabe qual a rede de hotéis que vem alcançando as maiores taxas de crescimento no Brasil? A Ibis.
Você sabe qual a companhia aérea que mais vem crescendo no país? A Gol.
Você sabe qual a maior cadeia de lojas de eletrodomésticos do país? As Casas Bahia.
Você sabe para onde vai a maior parte da produção do maior fabricante brasileiro de balas ("Soft" Balas Santa Rita, de Oliveira, Minas Gerais)? Para a África.
Você sabe para onde vai a maior parte da exportação brasileira de fraldas descartáveis? Também para a África.
Fico pensando nisso toda a vez que alguém me pergunta se vender produtos baratos é um bom negócio. Em um livro que escrevi junto com outros professores da Fundação Getúlio Vargas "Gestão de Marketing", editora FGV mostramos que há diferentes maneiras de posicionar uma oferta no mercado:
- 1. Oferecendo mais por mais, 2. Oferecendo mais pelo mesmo,
3. Oferecendo o mesmo por menos, 4. Oferecendo menos por muito menos,
5. Oferecendo mais por menos
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prof.
c. k. prahalad - vender aos pobres compensa?
Para os gerentes de marketing mais experimentados das maiores empresas multinacionais do mundo, não há dúvida sobre quem são seus clientes: - as populações dos países desenvolvidos e as classes médias e altas dos países em desenvolvimento. O raciocínio é simples: - são esses clientes os responsáveis pela demanda de produtos e serviços caros, porque podem pagar por eles; como são receptivos aos avanços tecnológicos, estimulam intelectualmente os executivos ansiosos por conquistar sua atenção.
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Mas, e quanto aos pobres do mundo? Deles podem muito bem cuidar os governos e as organizações sem fins lucrativos. Não vale a pena o desgaste de tentar vender o que quer que seja para essa gente. Ou será que vale? C. K.
Prahalad, vê a questão de uma perspectiva totalmente distinta.
ELE sustenta que as empresas não apenas podem ganhar dinheiro vendendo às populações mais pobres do mundo, como também devem se esforçar para isso, como forma de diminuir o fosso cada vez maior entre países ricos e pobres.
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PROF. chris lowney - liderança ao estilo jesuíta
Nesta época de escândalos corporativos midiáticos, é sempre bom rever os valores que servem de suporte ao exercício da liderança nos negócios. Existem atualmente inúmeros exemplos de pessoas que construíram grandes empresas, porém pouco se estudou o processo de formação do líder. Uma contribuição interessante que talvez possa preencher essa lacuna é a história da mais antiga e maior "empresa" do mundo: - a ordem da Companhia de Jesus.
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Em seu livro, Liderança ao estilo jesuíta, chris lowney, ex-sacerdote jesuíta e ex-executivo de vasta experiência do banco de investimentos JP Morgan, apresenta um relato com inúmeros exemplos de princípios que nortearam a liderança jesuíta em suas diversas atividades ao longo de mais de 450 anos. Lowney abandonou a companhia de Jesus em uma sexta-feira de 1983, e começou uma nova carreira no JP Morgan na segunda-feira seguinte. Trabalhou ali durante 17 anos como diretor administrativo e membro dos conselhos de Nova York, Tóquio, Cingapura e Londres.