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O
QUE É QUALIDADE DE VIDA
IMAGEM
DE CARLOMAGNO
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Fiz uma pesquisa informal sobre isso, distribuindo um questionário a 2 mil pessoas, durante algumas palestras que realizei para empresas em várias regiões do País. Solicitei às pessoas que numerassem, em ordem de importância, uma lista de 29 itens.
Percebi então, a partir dos resultados dessa enquete, que a idéia de qualidade de vida é relativa. Varia muito, conforme o sexo, idade, estado civil e posição social. É claro que alguns itens são quase unânimes: ter boa saúde, por exemplo. Tanto é que muita gente diz: "mais vale ser pobre com saúde do que rico e doente" – embora eu discorde disso, pois acho que "mais vale ser rico e com saúde do que pobre e doente".
O que pude apurar é que o que faz alguém sentir-se feliz não é um motivo igual para todos. Depende do contexto, do momento, da idade, do lugar, das circunstâncias...
Mas há uma regra geral: sentir-se bem não é algo que está fora de você. Está em seu próprio sentimento, em seu próprio coração. Ou seja, qualidade de vida é, antes de tudo, um estado de espírito.
Melhorar esse estado de espírito é um grande desafio das empresas, que passam a considerar o fator humano como seu principal componente estratégico. As pessoas não podem ser vistas somente como um "fator de produção" a ser otimizado, minimizado ou eliminado, mas sim como uma fonte inesgotável de valores. Pois uma pessoa adequadamente selecionada, bem treinada, corretamente apoiada e, acima de tudo, comprometida, terá muito mais capacidade de contribuir para as metas de uma organização.
Falar em qualidade, desempenho, produtividade e outras palavras como essas pode não levar a nada se, na base disso tudo, não estiver a qualidade de vida. Não só no que diz respeito às condições de vida das pessoas que trabalham na empresa e de suas famílias, mas também na qualidade do ambiente de trabalho.
Passamos boa parte de nossa vida no trabalho. Se o ambiente profissional fizer com que as pessoas desejem que o fim-de-semana chegue logo para se sentirem melhor, ou se elas vivem com as mãos no trabalho e a cabeça nas férias passadas ou futuras, é porque alguma coisa está errada. Se isso acontece, todos saem perdendo: as pessoas e a empresa.
A tecnologia está aí, as técnicas de marketing são fundamentais, mas a qualidade de vida também se impõe como um fator competitivo de primeira grandeza.
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Qualidade de vida na empresa significa:
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um ambiente ágil, focado, flexível, saudável, entusiástico e divertido.
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Agilidade – Os técnicos de futebol de alguns anos atrás costumavam usar uma regra de ouro em suas equipes: "Temos que chegar juntos!" Os técnicos da nova geração pensam diferente e dizem: "Temos que chegar antes e sair jogando." Como costumo afirmar: não é o grande que come o pequeno, e sim o rápido que come o lento. Mas a agilidade contém uma armadilha: se não for bem dosada, tem vida curta, esgota-se, provoca estresse. Tão importante quanto a agilidade é estar sempre em condições de ser ágil quando necessário.
FOCO – A realidade atual nos oferece tantos estímulos, tantas informações e opções novas a cada minuto, que vivemos correndo o risco de nos dispersar em relação aos nossos objetivos principais. Quanto maior amplo é o alvo, maior deve ser a pontaria para atingirmos o ponto desejado.
FLEXIBILIDADE – Já houve tempo em que a pessoa aprendia um ofício e ficava fazendo aquilo durante anos a fio. Hoje, a empresa e os profissionais precisam ter bastante flexibilidade para trabalhar de várias formas diferentes, de acordo com as circunstâncias, porque a realidade muda com muita rapidez e adquire contornos inesperados. Flexibilidade inclui polivalência. No jogo de xadrez, a dama é polivalente: movimenta-se em todas as direções; quem a perde, praticamente perde o jogo.
SAÚDE – A responsabilidade da empresa com a saúde dos seus integrantes não se limita à garantia de atendimento médico. Essa responsabilidade adquire hoje uma dimensão muito mais complexa, com novas doenças que surgem ou antigos males que se agravam em função das condições de trabalho. É o caso da L.E.R. (lesão pelo esforço repetitivo), que tem sido considerada a doença que mais cresce no mundo e, só nos Estados Unidos, tem custado em torno de 20 milhões de dólares por ano em indenizações que as empresas são obrigadas a pagar aos seus empregados. O estresse é o mais marcante dos males que afetam a qualidade de vida nas empresas em nossos dias. Já existe na maioria das empresas uma razoável consciência quanto aos prejuízos provocados pelo estresse, mas ainda é muito pouco o que se faz para evitá-lo. Importante frisar que esse problema atinge não apenas executivos, mas também afeta pessoas de todas as idades e classes sociais.
ENTUSIASMO – É a fonte de energia mais poderosa para o trabalho. E depende essencialmente da qualidade de vida, pois as condições insatisfatórias de saúde e motivação, por exemplo, debilitam ou mesmo anulam a base para que o entusiasmo se manifeste em cada um e na equipe. Na forte concorrência do mundo de hoje, é importante que o entusiasmo se irradie por todo o ambiente de trabalho para que a empresa seja realmente competitiva e atinja plenamente seus objetivos.
BOM HUMOR – Implantar na empresa um ambiente divertido é um novo desafio para as lideranças. O humor é indispensável, não somente para a carreira individual, mas para todo o ambiente de trabalho. Aumenta a criatividade e neutraliza a resistência à mudança. Não pense, porém, que basta decorar algumas piadas e contar para sua equipe. Não é desse tipo de humor que estamos falando. Você não precisa necessariamente ser engraçado, mas precisa ver as coisas de um modo mais leve, deixar vir à tona seu senso de humor inclusive nas situações difíceis.
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PROF.
GRETZ
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Viabilização
de Talentos Humanos
Rua Rui Barbosa 670 sala 701 - 88025-301 Florianópolis - SC
Tel.: 048-228-0668 / 048-228-0808 Fax: 048-228-6207
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WAGNER
RANGEL - BARCELOS DISTRIBUIDOR
Se possivel for eu quero receber as dicas da semana e jornal no meu
e-mail
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PAULISEG
ELIZABETE
REIS - olá, eu
adoraria ser assinante do sdr, pois adorei o que recebi de amigos é
maravilhoso
GRACIELE
DE OLIVEIRA - Bom
dia a toda a equipe, li o jornal, achei muito bom, gostei muito, e por
isso gostaria de me cadastrar e receber toda semana, tenho algumas
sugestões e a estarei enviando assim que possivel. Obrigada!
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DA CUNHA - ARTEX
Conheci o Jornal através de uma amiga e gostei muito.
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GOSTEI MUITO DO JORNAL DA SEMANA, E DAS DICAS, POIS TEM MUITA MENSAGENS
MOTIVACIONAIS QUE PRECISAMOS NO DIA, A DIA.
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ALBERTO MOREIRA BRAGA
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Muito interessante a matéria comparando produtos e serviços. Valeu!!!
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FABIANE
LORANDI - SACCARO
CADASTRAR.
- Ainda não posso enviar comentários porque não conheço o jornal
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ROBERT
AIRES - POLIVENDAS
Recebi um exemplar de seu jornal e achei muito bom, estou assinando e
vou colocá-lo no meu mural para que todos os meus funcionários leiam
também
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MARGARIDA
MARIA DO PRADO LEITE
As dicas são interessantes, em alguns casos importantíssimas...
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DINER
JOSÉ MENDES - UNIPLAC
excelente
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FÁBULA
DE ESOPO
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Um
dia um ancião, depois de cortar a lenha, a carregou em suas costas.
Longo era o caminho que lhe restava.
Fatigado pela caminhada, soltou a carga e chamou a Morte. Esta se
apresentou e lhe perguntou porque a chamava;
O velho lhe respondeu: - Para que me ajudes a carregar a lenha.
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MORAL:
- "Em geral, o impulso pela vida é mais forte que sua própria
dor!"
..
COM
MUITO CARINHO DA EQUIPE DO SDR 2003
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PROF. TOM
COELHO
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.COMEÇANDO
PELO QUINTAL
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Não basta saber, é preciso também aplicar
Não
basta querer, é preciso também agir.
Goethe
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Pobreza,
miséria, exclusão econômica. Desemprego, analfabetismo funcional,
exclusão
social. Violência.
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Somos
especialistas em diagnóstico. Temos a capacidade singular de
identificar os males que afligem este país. Mapeá-los. Catalogá-los.
Fazer estatísticas e promover palestras, seminários, simpósios,
dissertações, teses e livros.
Após mais de duas décadas de abertura política continuamos
reféns do Estado. Depositamos no Governo todas as esperanças de uma
nação mais justa e equilibrada. O Estado assume este papel etéreo
de grande juiz e regulador responsável pela busca do equilíbrio.
E então passamos a viver uma dicotomia. Ora assumimos que o
Estado quebrou, mesmo batendo recordes de arrecadação, ainda assim
insuficientes para equilibrar as contas públicas. Enquanto o déficit
de transações correntes não for equacionado, enquanto não
reduzirmos nossa dependência do capital estrangeiro, enquanto a inflação
não estiver sob controle, não poderemos implementar políticas públicas
de âmbito social para reduzir as disparidades, as desigualdades, a
distribuição de renda.
E então passamos a assumir uma nova retórica: a do Terceiro
Setor. Tornamo-nos todos assistencialistas. Do sofá de nossa casa
assistimos na TV de 29 polegadas à grande festa dos artistas em favor
do Teleton, da Criança Esperança. Pegamos o telefone, discamos
alguns números, fazemos uma doação pecuniária que será debitada
oportunamente de nossa conta telefônica e, com isso, amainamos nosso
sentimento de culpa. Praticamos esta catarse e voltamos ao nosso copo
de whisky. Sentimo-nos cidadãos no exercício da cidadania.
Praticamos nossa indulgência moral.
Outros acastelam-se em escritórios. Reúnem-se em grupos e
resolvem constituir uma entidade sem fins lucrativos que há uma década
batizaram de ONG - Organização Não-Governamental. A reboque da
inspiração romântica de um Greenpeace, fundam estas entidades e
começam numa busca caça-níqueis incessante em defesa de um grupo ou
um interesse específico.
Muitas têm caráter relevante. Outras simplesmente não têm
caráter. Algumas têm estatuto, princípios, objetivos e metas.
Outras se denigrem ao término da primeira ação porque aquela coleta
de algumas centenas de quilos de alimentos não perecíveis será
suficiente para justificar o mea culpa por longos e longos meses.
Vários entusiastas assumem papéis típicos dos grandes mártires.
São gênios e utópicos e acreditam-se capazes de mobilizar e mudar o
mundo. Bradam contra a globalização, contra o imperialismo
norte-americano, contra o capital especulativo internacional, como se
fosse possível ignorar tais fatos, negá-los.
E brigam entre si, numa autofagia presunçosa, como se
faltassem miseráveis para serem assistidos. Acham absurdo o Reino
Unido apoiar os americanos em seu ataque ao Iraque mas não conseguem
convergir seus interesses tão comuns porque estão muito preocupados
em saber quem será homenageado na entrega do "Prêmio Blá-Blá-Blá".
Enquanto isso há os que executam uma revolução silenciosa.
Aqueles com a nobreza de visão de enxergar em escala reduzida.
Pessoas que antes de reclamarem da sujeira exposta nas ruas resolvem
varrer calçada e meio-fio em frente à própria residência. Pais que
orientam os filhos sobre o perigo e a insanidade das drogas antes de
clamarem por ações incisivas por parte da segurança pública.
Profissionais que doam uma hora semanal de suas vidas para colocar um
nariz de palhaço e fazer uma criança com leucemia sorrir, que
palestram para jovens numa escola pública para levar-lhes a esperança.
Empreendedores que capacitam seus próprios empregados, que visitam
suas residências e avaliam as condições em que moram.
É claro que estamos diante de uma situação que margeia o
risco de rompimento do tecido social. É claro que esperamos do gestor
público maior eficiência e transparência na aplicação de nossos
recursos. É claro que continuamos a olhar para os dois lados da rua
para atravessá-la, e para a frente e atrás para avaliar quem de nós
se aproxima.
Mas podemos - e devemos - de posse de nosso patrimônio não
material, mas cultural, semear a prática da solidariedade, como uma
atividade de nosso cotidiano, inserida em nossas agendas, como conteúdo
programático. Não necessitamos esperar a chegada do próximo Natal
para nos preocuparmos com a questão da fome. Não precisamos aguardar
o advento do inverno para nos sensibilizarmos com o problema do frio.
Atitudes admiráveis, honrosas, estão ao nosso alcance agora. Basta
cultivarmos e disseminarmos certos comportamentos como profissão de fé.
Ao contrário do que se apregoa, não vivemos num mundo de
escassez, mas de abundância. O que existe é suficiente para todos nós
e o ganho de uma pessoa não precisa ser a perda de outra. Por isso,
livre-se dos excessos. Doe o que não lhe apresenta mais utilidade -
roupas, calçados, livros, brinquedos. E doe seu tempo, apenas uma fração
dele, em favor de sua comunidade, no uso de seus melhores atributos,
de seu ofício. Leia para um idoso, brinque com uma criança, converse
com um enfermo. Pinte uma parede de escola, conserte um portão de um
posto de saúde. E acima de tudo, compartilhe seu conhecimento.
E não precisa ir longe. Comece pelo seu bairro, pela sua rua,
pelo seu condomínio. Ou mesmo pelo seu quintal. Começar já é
metade de toda a ação. Difundir a prática, poderá ser a outra
metade.
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SR.
PROF. TOM COELHO
Tom Coelho, com graduação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela
ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP, é empresário,
consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting,
Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE-Fiesp. Contatos através
do e-mail tom.coelho@uol.com.br
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SR. PROF. MAURÍCIO GOIS
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Você
quer mesmo ser um superprofissional? Pensar como um campeão, agir
como um vencedor, ser disputado no mercado e ganhar como um astro? Então
é bom pensar em instalar entre suas duas orelhas um cérebro
imaginador. Mas, antes, medite no seguinte:
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Ter
mente inovadora não é você pensar:
"Sou
criativo, por isso primeiro coloco o sapato e, só depois, a meia";
- "Gosto sempre de
inovar, por isso trato todos os clientes contando piadas ou gritando
com eles, afinal ser criativo é ser diferente dos outros"; -
"Meu lema é diferenciar
para vencer, por isso dirijo meu carro sempre na contramão, afinal
ser criativo é estar na contramão da vulgaridade".
Alex Osborn já dizia há décadas: muitas vezes, deixar como
estar é uma opção criativa. Exemplo: tente mudar aquele amarelão
da embalagem da Maizena para ver como as vendas cairão. Mas, enquanto
um lado de seu cérebro pensa em não reinventar a roda, o outro lado
pensa em procurar receitas inéditas.
Hoje, na Era da Inovação
Radical e
da Imaginação
ContínUA,
é bom você começar a sacudir sua mente com exercícios mentais e
perguntas do tipo:
Como
faço para recriar a General Motors, reinventar a Coca-Cola ou para
ser a pessoa que vai descobrir a tinta para pintar o vento?
Ou para ser o dono do projeto que fará os carros voar?
Ou para construir prédios à prova de terroristas?
Para
se destacar num mundo de mediocridade, você precisa ter mente
criativa. Inovação, hoje, é uma questão de sobrevivência. Tudo
que você vê é o retrato da imaginação. Ou está na espera para
ser. O homem deixou de ser descobridor de conhecimentos e passou a ser
inventor de conhecimentos.
Viu a importância da mente inovadora? Talvez você pense que
reinventar a roda ou inovar sua carreira é abobrinha ou conversa
fiada, mas a verdade é que tudo é possível se você tiver
Pensamento Inovador. Para isso, você acha que é preciso seguir
regras convencionais? Claro que sim. Mas apenas para você adquirir o
direito de violá-las. Mas como despertar esta força capaz de
transformá-lo numa pessoa de imaginação vencedora?
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Conheça
os 4 segredos essenciais que podem transformá-lo
num
campeão do pensamento criador:
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Imaginação
criadora é buscar uma segunda, uma terceira, uma quarta ou uma milésima
resposta certa.Aqui está o primeiro segredo do sucesso. É preciso
ter mente
antenada para captar a inovação.
Mas por que esta antena está quebrada? Bem, segundo Roger Von Oech,
desde que era criança você foi condicionado a buscar uma única
resposta certa. Sempre foi assim.
É claro que, na maioria das vezes, há sempre uma resposta
certa. Nenhum homem equilibrado vai dizer: Quando pela primeira vez eu
estiver diante da mulher de meus sonhos, vou logo direto ao assunto
falando de sexo e só depois falarei de amor. É evidente que, muitas
vezes, na vida, a primeira resposta ou a primeira verdade é a certa.
Mas não estou falando disso. Estou dizendo que fomos programados a
sempre procurar a primeira resposta como certa e isso bloqueou nossa
maneira de pensar.
Na escola, a professora lhe disse que há sempre uma resposta
certa. Ela lhe ensinou que dois mais dois são quatro (pode ser cinco
ou mil se você criar sinergia ou poder de equipe, etc.). Na empresa,
quando você quis dar uma opinião, seu chefe lhe berrou: - A resposta
certa está no manual e nas normas, sem esquecer as diretrizes, é
claro!
Ou, então, seu chefe lhe disse: - Aqui nesta empresa há
sempre 3 respostas: a
certa, a errada e a minha.
Ou como Henri Ford que, mansamente, disse a seus engenheiros: Podem
escolher qualquer cor para nosso carro, desde que seja o preto.
A criança quer pintar um elefante de vermelho e com asas e a
professora comenta, ironizando: - Elefante de vermelho não existe nem
na Rússia, sua burra, e haja asas para levantar um peso deste!
Pronto. Quando cresce, a criança pensa: - Não
posso fugir aos padrões da sociedade.
A resposta certa está nas convenções e não nas imaginações.
O indivíduo perde a identidade criadora e o seu talento vai
pelos esgotos da mesmice ou do conformismo. Quer mente criativa? Então,
a partir de agora, procure sempre a segunda ou a quinta ou a milésima
resposta.
Ser criativo
é deixar de ser frases feitas e passar a ser pontos de interrogação.
Jamais diga: - Qual o resultado? Pergunte: - Quais os resultados? É o
caminho do Sucesso. Mude sua maneira de pensar, começando pela
atualização de seus paradigmas, chavões, provérbios e velhos
conceitos, mesmo porque a gênese da imaginação criadora não é ter
idéias novas, é escapar das antigas, como dizia Emerson.
Paradigmas são normas ou conceitos ou padrões que aceitamos
como verdade. São eles os policiais negativos guardando as fronteiras
da criatividade e não permitindo que entre qualquer pensamento
diferente. Quais são seus paradigmas?
Alguns deles se transformam em frases de efeito ou no poder das
afirmações negativas na área empresarial, do tipo:
"Empregado,
se você der a mão, ele quer o pé".
"Chefe
só quer usar a gente".
"Panela
velha é que faz comida boa".
"Manda
quem pode, obedece quem tem juízo".
"Santo
de casa não faz milagres".
"Cachorro
velho não aprende truque novo".
"Gerente
não deve ir à festa com subordinados porque eles acabam sempre ..confundido
amizade com intimidade".
"Em
casa de ferreiro, espeto é de pau".
Paradigmas
precisam ser atualizados, reciclados ou abandonados. Quando faz
revisão contínua de seus paradigmas, você está fabricando em seu cérebro
a imaginação vencedora.
Alguém
perguntou: - O que é um banco? Quando atualizaram o paradigma de que
banco não é um lugar, é um conceito, nasceu o banco 24 horas. O que
é um telefone? É uma invenção feita para falar? Quando atualizaram
o paradigma de que telefone não é só para falar, criaram os serviços
telefônicos (disque piada, ouvir as horas, etc.).
Escreva 3
maneiras diferentes para se atravessar um rio. É fácil: por e-mail,
pela Varig e pelo Correio. Você mudou o paradigma de
"atravessar" e encontrou respostas inesperadas.
E você? Vai atualizar seus paradigmas? O resultado disso é
você ser disputado no mercado. Faça seu cérebro interpretar o
inesperado Para jogar fora todo seu potencial imaginador, você
precisa dar um choque de inesperado em seu cérebro.
Exemplos:
faça algo diferente do que você usualmente faz. De preferência,
aprenda alguma coisa oposta às suas atividades ou profissão. Se você
é um arquiteto, aprenda literatura; se é um músico, aprenda
arqueologia; se é um jornalista, aprenda a cantar. Se você gosta de
ler só as colunas esportivas nos jornais, passe a ler o caderno de
economia e vice-versa. Se você gosta de música de carnaval, ouça música
evangélica.
Passe a observar as coisas sob outros e novos ângulos.
Perturbe a rotina do cérebro. Anote todas as idéias que lhe pousam
no cérebro, até mesmo as mais esquisitas.
Quando lhe disserem uma resposta certa, cumprimente, reforce e
diga: - Ótimo, gostei. Agora diga-me a segunda resposta certa para
esse problema. Perceba o que ninguém percebeu ainda.
Não tenha medo de ousar. Brinque com as idéias. Se você tem
um problema, abra o dicionário ao acaso, aponte uma palavra qualquer
e pense: - Como esta palavra pode ajudar a resolver meu problema?
Pegue uma coisa já pronta e continue, pois criatividade é você
continuar onde os outros pararam. Exemplo: - Por que não criar um
segundo pênalti no futebol? Pergunte: POR QUE NÃO? Exemplo: Por que
não acrescentar ou diminuir ou inverter ou adaptar algo em meu
trabalho? Pergunte: O
QUE NÃO ACONTECERIA SE...
Exemplo:
- O que não aconteceria se meu setor não existisse? Pergunte E
SE... E SE eu pegasse os óculos das pessoas e enfiasse dentro dos
olhos delas?
O
cara que fez essa pergunta idiótica inventou as lentes de contato.
Voe com suas duas asas que são seus dois hemisférios
cerebrais. Ter pensamento inovador, trabalhar, fazer amizades, ser um
vencedor é você voar com duas asas. Uma é a asa do seu hemisfério
cerebral esquerdo e, a outra, seu hemisfério direito.
O esquerdo é metódico, seqüencial, detalhista, organizado,
objetivo, preciso, ordenado, lógico, etc. E o direito é visionário,
criativo, sentimental, inovador, analógico, intuitivo, metafórico,
explorador, etc. Destes dois, qual o mais importante? Ora, os dois. Já
imaginou um pássaro que voa só com uma asa? Vai dar voltas em círculos
em torno de si mesmo e não chegar a lugar nenhum, concorda?
Já imaginou o inferno que vai virar uma empresa que tem dois sócios
e os dois são hemisfério esquerdo? Todo mundo vai ser freio. E já
imaginou também se os dois fossem hemisférios direito? Em que todo
mundo só sabe imaginar?
Seria uma criatividade sem disciplina ou lógica que iria dar
em nada, não é? É preciso que, numa empresa, um seja acelerador e o
outro freio. Para ter uma criatividade prática, objetiva e funcional,
é necessário que você use seus dois hemisférios cerebrais: direito
e esquerdo.
Van Gogh era só imaginação. Pintou quadros magníficos. Ele
tinha um hemisfério direito coloridíssimo, mas um hemisfério
esquerdo totalmente preto e branco. Pintou 1.600 quadros, só
conseguiu vender um, o resto trocava por sanduíches. Use mais seu
hemisfério direito, não despreze o esquerdo e você despertará em
você o gênio que espera ser acordado.
Há
muito mais recursos para você ter uma mente criativa, porém esses 4
são essenciais. Com eles, você chega além do topo mais rápido.
Imaginação é a nova arma do jogo. Não saia de casa sem ela.
SR.
PROF. MAURICIO GOIS
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Consultor
filiado ao IBCO - Instituto Brasileiro de Consultores de Organização
desde 1985.Para contatá-lo ligue para ( 19 ) 3865 1597 - Site: www.mauriciogois.com.br
- mailto:contato@mauriciogois.com.br
.
Ficou conhecido nacionalmente como autor da obra "Chefia e
Liderança" da IOB-INFORMAÇÕES OBJETIVAS, um best seller na área
por quase uma década. É também consagrado colunista e articulista
em importantes revistas formadoras de opinião nacional. - Góis vem
trabalhando com sucesso nos últimos anos em programas e projetos de
desenvolvimento de Vendas, Motivação, Marketing, Atendimento,
Negociação, Criatividade, Telemarketing, Teamwork, Competência
Emocional e Fidelização de Clientes.
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Graduado pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro. Pós-graduado
em Marketing, fez cursos de especialização na American Management
Association de New York, EUA e no Canadian Management Center de
Toronto, Canadá. - Lecionou na PUCC - Pontifícia Universidade Católica
de Campinas, na FBM - Fundação Brasileira de Marketing e na ADVB -
Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil.
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É um profissional de vivência internacional tendo feito trabalhos
para o Consulado Brasileiro de Nova York e para o Brazilian Government
Trade Bureau, entre outros. Foi professor convidado pela Brown
University de Rhode Island, EUA.
.
Em Portugal atuou na APPCE -Associação Portuguesa dos Profissionais
de Comércio Externo. Em Lisboa foi titular do PROGRAMA EUROPEU DE
FORMAÇÃO DE FORMADORES DE MARKETING pela CNS e foi conferencista no
curso de Pós-Graduação de Gestão Empresarial no ISE - Instituto
Superior Empresarial, na cidade do Porto, Portugal. - Góis tem
participado de entrevistas para órgãos de imprensa em todo o Brasil
em jornais e televisões, sendo entrevistado em jornais eletrônicos
como Bom Dia Manaus, Bom Dia Pará, Bom Dia Maranhão da Globo e em
outras televisões como SBT, Bandeirantes, CNT etc.
.
Como empresário ocupou cargos de direção em várias empresas, entre
elas, o de presidente da Qualimax - produtos químicos em Portugal. -
Entre as diversas conferências que já realizou com MENÇÃO DE
DESTAQUE figuram o II Congresso Brasileiro de Organização, Sistemas
e Métodos, realizado pelo Cenadem no Palácio das Convenções do
Anhembi e no XXXII Congresso Nacional de Hotelaria, no Centro de
Convenções de Salvador, junto com Joelmir Beting.
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Sonhe
com aquilo que você quiser, vá para onde você queira ir, seja o que
você quer ser, porque você apenas possui uma vida e nela só temos uma
chance de fazer aquilo que queremos.
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DICAS
PARA ESCOLHER PARCEIROS
Escolha
alguém do seu tamanho.
Antes de escolher, converse com parceiros dos seus parceiros potenciais.
Um relacionamento pessoal facilitará a parceria.
Busque pessoas menos individualistas, com orientação grupal ("nós"
e não "eu").
Identifique pessoas com objetivos comuns e prioridades idênticas às
suas.
Não tenha pressa, "namore" antes de casar.
Coloque por escrito as expectativas e o que for acertado e acordado
entre as partes.
Estabeleça momentos/datas para acompanhamento do progresso da relação.]
L
A COSTACURTA JUNQUEIRA
VICE
PRESIDENTE DO INSTITUTO MVC – M. VIANNA COSTACURTA ESTRATÉGIA E
HUMANISMO
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HISTÓRIA
DAS CONSERVAS
,
A
necessidade de sobrevivência do homem primitivo o obrigou a criar as
primeiras embalagens da humanidade. Conchas marinhas, cascas de
castanhas ou de coco devem ter sido as primeiras embalagens utilizadas
para beber e estocar. Usados em estado natural, sem qualquer
beneficiamento, os primeiros recipientes passaram, com o tempo, a ser
fabricados a partir da habilidade manual do homem. Assim, surgiram as
tigelas de madeira, bolsas de pele e cestas de fibras naturais.
,
A
primeira matéria-prima usada em escala industrial e de transformação
para a produção de embalagens foi o vidro, por volta do ano 500 d.C.
Metais como o ferro, cobre e estanho eram utilizados há muito tempo,
surgindo praticamente junto com a cerâmica. Mas somente nos tempos
modernos passaram a figurar com destaque na produção de embalagens. A
Marinha Inglesa adotou no início do século XIX as embalagens de
estanho para conservar os alimentos da tripulação em alto mar. Assim,
os alimentos enlatados chegaram aos supermercados por volta de 1830.
AS
PANELAS DE PRESSÃO
A primeira versão foi criada em 1680 por Denis Papin, que teve alguns
probleminhas, dado a que não conseguia controlar a temperatura e nem o
vapor, nas medidas certas, pelos que houveram algumas - digamos - explosões.
Mas conseguia já 15% de redução no tempo de cozimento.
Cento
e vinte anos mais tarde, os detalhes da guerra conduziram a Napoleão a
oferecer doze mil francos, a quem desenvolvesse uma maneira de
preservar o alimento, já que logística e estrategicamente era
humanamente impossível realizar campanhas de guerra longe e por muito
tempo, sem ter a certeza de que as tropas iriam ser bem alimentadas,
devido que, naquela época não haviam meios de conservar os alimentos,
a não ser defumados, salgados ou ao natural.
OS
PRIMEIROS VIDROS COM SELADORES
Em
1809 o prêmio foi dado ao Francês Nicholas Appert, que usou uma
versão melhorada da panela de pressão a vácuo de alimentos, sem selo
e em vidros limpos, conduzindo ao desenvolvimento eventual da indústria
de conservas em vidro e lata. Este método utilizava um lacre de cimento
acima dos alimentos envasados, mas era muito rudimentar além de que os
primeiros vidros, não tinham sido desenvolvidos para poder perfurar o
selo de cimento, que depois se alterou para cera.
Raymond
Chevallier-Appert melhorou em cima do projeto inventando (e patenteou)
um Esterilizador que forneceu resultados mais consistentes.
AS
PRIMEIRAS LATAS
A
2ª Guerra Mundial impulsionou a indústria de latas de aço e estanho.
O preço da folha de flandres foi elevado com o crescimento da demanda,
obrigando os produtores a encontrar no alumínio a substituição da matéria-prima.
A Adolph Coors Company começou a vender cervejas em latas de alumínio
a partir de 1959. Depois da 2ª Guerra Mundial surgiram os supermercados
e inúmeras inovações na produção de embalagens, entre elas, o plástico.
As latas de aço produzidas com chapas metálicas, conhecidas como
folhas de flandres, são compostas por ferro e uma pequena parte de
estanho (0,20%) ou cromo (0,007%), materiais que as protegem contra a
oxidação (ferrugem).
Para a obtenção das chapas de aço é necessário extrair da natureza
o minério de ferro, denominado hematita, e a partir de sua redução
com carvão vegetal, produz-se uma chapa com alto grau de pureza.
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CURIOSIDADES
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Uma
latinha de alumínio vazia pesa apenas 14,5 g.
70 latinhas vazias correspondem a 1 kg.
Com uma chapa de alumínio de 1 metro de comprimento por 1,72 m de
largura podem ser produzidas aproximadamente 99 latinhas.
O Brasil tem uma das três maiores reservas de bauxita (matéria prima
do alumínio) do mundo. Cada 1 ton. de alumínio reciclado significam 5
ton. de minério bruto (bauxita) poupados.
Para reciclar o alumínio são gastos apenas 5% da energia que seria
utilizada para produzir o alumínio primário, ou seja, uma economia de
95%
No Brasil aproximadamente 17% das bebidas são embaladas em latas de
alumínio.
A reciclagem do alumínio no Brasil em sua cadeia - reciclagem, recuperação
e transporte - envolve mais de 6.000 empresas e proporciona uma fonte de
renda alternativa para milhares de famílias.
O ciclo da lata de alumínio, entre a produção e o retorno aos centros
de reciclagem, leva em média 35 dias, reduzindo o impacto sobre o meio
ambiente.
O ciclo da lata de alumínio, a partir da matéria-prima até a
reciclagem, passando pela coleta de latas, envolve mais de 150.000
pessoas no Brasil, a grande maioria vivendo hoje exclusivamente da
coleta de latas de alumínio.
Em 2001, o Brasil reciclou 85% das 11 bilhões de latas de alumínio
produzidas.
Os Estados Unidos produzem cerca de 100 bilhões de latas de alumínio
por ano e conseguem reciclar aproximadamente 55% desse total.
Hoje, mais de 43% das cervejas e refrigerantes produzidos em USA são
envasados em latas de alumínio.
No Brasil, são consumidas 50 latas de alumínio/ habitante/ ano,
enquanto em USA o consumo chega a 375 latas/ habitantes/ano
O volume de lata mais comum no Brasil é de 355 ml
O Brasil tem, atualmente, quatro fabricantes de lata de alumínio: Crown
Cork, Latapack-Ball, Latasa e REXAM,?
..
ANEL
DA LATINHA
..
Há um boato de que uma determinada quantidade de anéis de alumínio
pode ser trocada por diversos equipamentos como cadeiras de roda ou sessões
de hemodiálise, entre outras coisas. Isso não passa de um mito, pois
até hoje não houve nenhuma comprovação da campanha, instituição ou
movimento em todo o Brasil que promova tal troca. - Mas nem só de mitos
vivem os anéis da latinha de alumínio. É verdade, por exemplo, que
eles são recicláveis, no entanto, não podem ser reciclados
separadamente das latinhas. Por isso, recicle a lata inteira, não
somente o anel.
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Todas
as pessoas do mundo sorriem no mesmo idioma.
(Morris Mandel)
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Jim
McCann - CEO da Flowers.com
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Provérbio
favorito: "Não é um provérbio, é um conselho. Quando você
cometer um erro - todos nós cometemos erros -, o importante é se
recuperar rápido. Quanto mais rápido você se recuperar, melhor."
A qualidade mais importante que um Líder deve ter: "Primeiro é
preciso entender que não é possível fazer tudo. Admitir isso irá
fazer você se cercar das melhores e mais talentosas pessoas que existe.
A partir daí será apenas uma questão de passar a bola para eles e
deixá-los correr. A segunda qualidade mais importante, é a habilidade
de criar uma cultura e atmosfera de trabalho que permita todas as
pessoas fazerem o seu melhor."
O melhor treinamento que um Líder pode ter: "Ter experiência no
varejo, onde é possível aprender a interagir com clientes, uma
habilidade raramente usada pelos CEOs quando eles atingem o topo de uma
empresa."
Qual é a pior característica que um líder pode ter? "Acreditar
que pode fazer tudo, e assim não contratar e não delegar os negócios
às melhores pessoas possíveis."
Como um CEO deveria investir o seu tempo livre ? "Visitando
clientes, a comunidade financeira, a mídia, e caminhando por toda a
empresa para conversar com o maior número possível de funcionários."
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CAMARÃO
QUE NÃO NADA, A LEVA O CORRENTE...
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SR.
PROF. PAULO DÉCIO RIBEIRO
...
CONSULTOR
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Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
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A logística decidiu a guerra no Golfo! Dito desta forma para
um leigo, isto pode parecer estranho. Porém nos meios militares esta
afirmativa tem total coerência. Você já imaginou a coordenação
logística fazendo com que nada faltasse na hora necessária, o favor
preponderante a favor das forças americanas.
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Na
guerra da competitividade a logística vai representar
vantagem
competitiva entre empresas concorrentes.
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Quando se fala em logística a idéia predominante é com relação
à distribuição física de produtos acabados, onde pôr sinal já
existem processos bem desenvolvidos. Entretanto a abordagem pelo lado
do fornecimento de matérias –primas e componentes, os sistemas
convencionais em uso, estão totalmente ultrapassados.
O maior demonstrativo desta afirmação é o ambiente nos
setores de Planejamento e Controle da Produção ou de Logística, que
mais parecem um pregão de Bolsa de Valores, com os Programadores a
beira de um ataque de nervos.
As solicitações freqüentes de troca da programação de
entrega, para suprir necessidades da falta de determinados
componentes, geram tumulto no fornecimento e custos elevados. O
sistema "just – in –time" – JIT, passa a operar de
modo inverso, e na base do "Jesus – is – time ".
A logística de abastecimento de materiais tem como princípio
entregar o material certo, na hora certa, na quantidade e qualidade
especificadas, evitando interrupções dos setores de montagem.
Estudos realizados demonstram que, apesar dos níveis de
estoques elevados, as paralisações por falta de componentes chegam a
atingir 40%
das perturbações responsáveis pelas paradas das linhas de montagem.
Multiplique-se o tempo de parada pelo número de funcionários
envolvidos, e este custo por si só, já justificará ações
corretivas imediatas. Por este motivo o conceito tradicional de que
estoques representam um colchão, eliminando as ineficiências com
faltas de material, ou falhas com matérias – primas, mão – de
–obra, manutenção, qualidade e tantas outras.
O sistema logístico de materiais integrando fornecedor
- consumidor
dentro do principio de parceria possibilita eliminar estes problemas e
operar máximos inferiores há 10 dias. No entanto a operacionalização
deste sistema requer metodologia e procedimentos inovadores em relação
ao tradicional.
A estruturação do sistema logístico passa a ser linha de produto,
em contraposição a organização convencional por fornecedor. Deste
modo quando a linha de montagem para por falta de um componente até
que se elimine a causa geradora do problema. É o consumo, que
priorizando as necessidades de produção, controla os níveis
adequados de estoques.
Por outro lado o sistema "MRP"
(Material Requirement Planing)
que alcança ótimo desempenho no planejamento de necessidades, se
mostra lento e ineficaz para acompanhar as mudanças rápidas que
ocorrem no dia a dia dos setores de produção. Neste particular o
software "SIK"
– Sistema Integrado KANBAN,
permite operar as funções da logística, segundo a metodologia KANBAN
simplificando o processo, trazendo tranqüilidade operacional para o
setor.
A estabilização da economia e a redução gradual das alíquotas de
importação estão obrigando as empresas a rever os conceitos de
competitividade. Entretanto sem um sistema logístico que elimine a
desordem existente no abastecimento de materiais elas dificilmente
conseguirão adquirir um patamar competitivo diferenciado em relação
aos concorrentes.
Com
esforço redobrado, podem até alcançar algum resultado. Entretanto a
falta de consciência e de continuidade, se encarregará de jogar por
terra, em curto prazo, os resultados alcançados.
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SR.
PROF. PAULO DÉCIO RIBEIRO
.
CONSULTOR
.
Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
...
Consultor
do MVC- Instituto M. Viana Costacurta Estratégia e Humanismo para o
Programa Antidesperdício. Responsável pela implantação de inúmeros
projetos de melhoria da produtividade, eliminação de desperdícios,
logística de materiais e metodologia "just-in-time" em
empresas no Brasil e no México. Um dos primeiros da implantação do
KANBAN e de Sistemas Logísticos Integrados no Brasil. Mais de 100
projetos aplicados a linhas de produção seriadas, não seriadas e indústrias
de processos contínuos. Engenheiro industrial mecânico formado pela
PUC-RJ, com especialização em Engenharia de Valor dos Estoques no
Westinghouse Productivity and Quality Center nos Estados Unidos. Autor
do livro KANBAN – Resultados de uma implantação bem sucedida e de vários
artigos publicados sobre produtividade e desperdício. (BASE RIO)
.
Telefones:
11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br
(Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br
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A
LENDA DO CEIBO DOS ÍNDIOS GUARANIS
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Esta
lenda fala de uma Índia feinha de rasgos toscos, de nome Anahí.
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Nas
tardes quentes de verão, Anahí cultivava a atenção de sua tribo, com canções
inspiradas em seus Deuses e no amor à terra.
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Quando
chegaram os conquistadores, Anahí foi capturada pelos soldados e levada a ao
acampamento montado e vigiada pelos sentinelas.
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Numa
noite em que o sono venceu o sentinela, Anahí escapou e foi perseguida por
soldados, e quando foi alcançada, travou uma luta com seu opressor, momento em
que conseguiu ferir o mesmo mortalmente, com a adaga do próprio soldado. O
grito deste soldado trouxe mais e mais soldados, que a perseguiram até alcançá-la.
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Em
represália a sua vontade de recuperar a liberdade novamente e continuar a morar
livremente na Terra que os Deuses tinham lhe dado, os conquistadores impuseram
um castigo espetacular a ela, que serviria como exemplo para todos os demais da
Tribo.
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Ela
foi amarrada a uma árvore e rodeada de lenha, a qual atearam fogo. Ela inclinou
a cabeça para o lado, e começou a sofrer, em profundo silêncio, a sentença
imposta pelos conquistadores. Mas parecia que o fogo não queria tocá-la, como
que recebendo ordens dos Deuses, e a árvore entendendo a mensagem, foi tomando
Anahí e fundindo seu corpo ao tronco num abraço identificador.
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No
dia seguinte, os soldados se viram ante uma árvore de verdes folhas e flores
aveludadas de cor vermelho carmim, que mostrava o desejo dos Índios de serem
livres junto à terra e sua ecologia.
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Esta lenda, percorre os países latinos e os Paraguaios fizeram dela uma música,
complementando ainda mais a vontade de Anahí de estar sempre na sua
terra, viva e sendo exemplo de liberdade...
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ANAHÍ
CANCIÓN
LATINA
Anahí...
As
arpas lastimosas hoje choram arpejos que são para ti
recordam o
caso de tua imensa bravura reina guaraní.
Anahí
Indiazinha
feia da voz tão doce como o Aguaí.
Anahí,
Anahí,
tu raça não morreu, perduram tuas forças na flor rubí.
Defendendo
altiva tua indômita tribo foste prisioneira
na
fogueira enquanto as chamas
iam te queimando,
em
vermelha corola foi se transformando...
Condenada à morte, já estava teu corpo envolvido na fogueira
e
enquanto as chamas o estavam queimando,
em
vermelha corola foi se transformando...
A noite piedosa cobriu tua dor e Alba assombrada
viu
teu martírio feito ceibo em flor.
Anahí, as arpas lastimosas hoje choram arpejos que são para ti
recordam o
caso de tua imensa bravura reina guaraní,
Anahi,
Anahí, tua raça não morreu, perduram suas forças na flor rubí.
indiazinha feia da voz tão doce como o aguaí.
Anahí, Anahí,
.
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BIOGRAFIA
DA ÁRVORE E DA FLOR DO CEIBO
O
Ceibo, seíbo ou BUCARÉ (em Guarani), é uma árvore originária da América do
Sul, pertencente à família das leguminosas, não sendo muito alta, e suas
semente estão guardadas em vagens curvas. Suas flores, de um vermelho carmim,
crescem nas ribeiras dos Rios, mas pode ser achada também, nos Pampas e outras
regiões úmidas.
A
madeira do Ceibo é muito leve e porosa, e aproveitada para construção de
balsas, canoas, colméias, brinquedos de aeromodelismo, entre outros.
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"
A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS "
.
SR. PROF. HAMILTON BUENO
.
DIRETOR
HAMILTON
BUENO E ASSOCIADOS
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Feedback
é um processo de
ajuda para mudança de comportamento: é comunicação a uma pessoa,
ou grupo, no sentido de fornecer-lhe informações sobre como sua atuação
está afetando outras pessoas e os resultados do seu trabalho.
Feedback eficaz ajuda o indivíduo (ou grupo) a melhorar seu
desempenho e assim alcançar seus objetivos.
Para tornar-se realmente um processo útil, o feedback precisa
ser, tanto quanto possível:
descritivo
em vez de avaliativo
- quando não há julgamento, apenas o relato de um evento, reduz-se a
necessidade de reagir defensivamente e assim o indivíduo pode ouvir e
sentir-se à vontade para utilizar aquele dado como julgar conveniente
;
específico
em vez de geral
- quando se diz a alguém que ele é “dominador” , isto tem
significado menor do que indicar seu comportamento numa determinada
ocasião: “nesta reunião você fez o que costuma fazer outras
vezes, você não ouviu a opinião dos demais e fomos forçados a
aceitar sua decisão para não receber sua críticas exaltadas”;
compatível
com as necessidades (motivações) de ambos, emissor e receptor -
pode ser altamente destrutivo quando satisfaz somente às necessidades
do emissor;
dirigido
para comportamentos
que o receptor possa modificar, caso contrário, a frustração
aumentará, se o receptor perceber que não tem capacidade de mudar o
assunto objetivo de feedback;
solicitado
em vez de imposto
- será mais útil quando o receptor tiver formulado perguntas e
demonstrado interesse em receber feedback. Checar receptividade e
criar um clima positivo para a sessão de feedback é um dos
principais desafios do emissor;
oportuno
- em geral, o feedback é mais útil se for próximo à ocorrência do
comportamento em questão;
esclarecido
para assegurar comunicação precisa
- um modo de proceder é fazer com que o receptor repita o feedback
recebido para ver se corresponde ao que o emissor quer dizer.
.
Os insucessos freqüentes na comunicação interpessoal têm
indicado, entretanto, que estes requisitos embora compreendidos e
aceitos intelectualmente, não são fáceis de serem seguidos, tanto
no processo de dar feedback quanto no de receber feedback.
.
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Por
que é difícil receber feedback?
É difícil aceitar nossas ineficiências e ainda mais admiti-las para
os outros, publicamente. A questão de confiança na outra pessoa é
crítica, especialmente em situações de trabalho ou outras que podem
afetar nosso status ou imagem. Podemos também recear o que a outra
pensa a nosso respeito. Podemos sentir que nossa independência esteja
sendo violada ou que o apoio que esperávamos nos esteja sendo negado.
Quando percebemos que estamos contribuindo para manter o
problema e que precisaremos mudar para resolvê-lo, podemos reagir
defensivamente: paramos de ouvir (desligamos), negamos a validade do
feedback, agredimos o emissor, apontando-lhe também seus erros, etc.
Às vezes, a resolução de um problema pode significar descobrir e
reconhecer algumas facetas de nossa personalidade que temos evitado ou
desejado evitar até de pensar.
.
.
Por
que é difícil dar feedback?
Gostamos de dar conselhos e com isso sentimo-nos competentes e
importantes. Daí o perigo de pensar no feedback como forma de
demonstrar nossa inteligência e habilidade em vez de pensar na sua
utilidade para o receptor e seus objetivos. Podemos reagir somente a
um aspecto do que vemos no comportamento do outro dependendo de nossas
próprias motivações e com isso tornamo-nos parciais e avaliativos,
servindo o processo de feedback como desabafo nosso (alívio de tensão)
ou agressão, velada ou manifestada.
Podemos temer as reações do outro - sua mágoa, sua agressão,
etc... isto é, que o feedback seja mal interpretado, pois em nossa
cultura feedback ainda é percebido como crítica e tem implicações
emocionais (afetivas) e sociais muito fortes, em termos de amizade (ou
sua negação), status, competência e reconhecimento social.
Se o receptor se torna defensivo, podemos tentar argumentar mais para
convencê-lo ou pressioná-lo. Assim, reagimos à resistência com
mais pressão e com isso aumentamos a resistência (defensividade e
rigidez), o que acontece tipicamente em polêmicas que se radicalizam.
Muitas vezes, a pessoa não está preparada psicologicamente para
receber feedback ou não deseja nem sente sua necessidade. É preciso
atentar para estes aspectos de nula ou fraca prontidão perceptiva,
que constituem verdadeiros bloqueios à comunicação interpessoal. Se
insistimos no feedback, a pessoa poderá duvidar dos nossos motivos
para tal, negar a validade dos dados, racionalizar procurando
justificar-se etc.
Como
superar dificuldades:
I.
Estabelecendo uma relação de confiança recíproca para diminuir
as barreiras entre emissor e receptor;
II.
Reconhecendo que o feedback é um processo de exame conjunto;
III.
Aprendendo a ouvir, a receber feedback sem reações emocionais
(defensivas) intensas;
IV.
Aprendendo a dar feedback de forma habilidosa, sem conotações
emocionais intensas, criando um clima propício e atendo-se aos
fatos, de maneira não avaliativa.
Todos
nós precisamos de feedback, tanto do positivo quanto do negativo.
Necessitamos saber o que estamos fazendo inadequadamente como também
o que conseguimos fazer com adequação, de modo a podermos corrigir
as ineficiências e mantermos os acertos.
Os dados subjetivos referentes a sentimentos e emoções também
são importantes no processo do feedback . Por exemplo: “Quando você
fez aquilo, senti-me numa situação muito desagradável” . Isto não
tem por objetivo invalidar os motivos da outra pessoa, apenas indicar
como a sua ação repercutiu em nós. Não sabemos por que agiu assim,
sabemos, porém, como o seu comportamento nos fez sentir.
Quando recebemos feedback de uma pessoa precisamos confrontá-lo
com reações de outras pessoas para verificar se precisamos mudar
nosso comportamento de maneira geral ou somente em relação àquela
pessoa.
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Feedback
de grupo
O grupo também tem necessidade de receber informações sobre o seu
desempenho. Os integrantes do grupo precisam saber se a atmosfera é
defensiva, se há muita rigidez nos procedimentos, se está havendo
sub utilização de pessoas e de recursos, qual o grau de confiança
no líder e outras informações sobre seu nível de maturidade como
grupo.
Os mesmos problemas envolvidos do feedback individual estão
presentes no de grupo, em maior ou menor grau. Assim, o grupo pode
receber feedback de:
A
membros atuando como participantes - observadores;
B
membros selecionados para desempenhar uma função específica de
observador para o grupo;
C
consultores externos ou especialistas que vêm para fazer observações,
valendo-se de perspectivas mais objetivas;
D
formulários, questionários, folhas de reação, entrevistas.
A
medida que os membros amadurecem e desenvolvem suas habilidades em dar
e receber feedback individual tornam-se, também, hábeis em dar
feedback ao grupo como um todo, sempre que necessário e oportuno.
Fonte:
Fela Moscovici - Adaptação: Hamilton Bueno
DIRETOR
HAMILTON BUENO E ASSOCIADOS
Especialista
em gestão por resultados (Who-Is-Who International), diretor no
Brasil, da ILC - Internacional Leader Center, empresa classe mundial
com metodologia exclusiva para melhoria da produtividade pessoal e
organizacional
Especializado em Psicodrama, Advogado, Administrador e MBA em
Administração pela USP, com cursos de extensão no exterior (New
York University)
Professor universitário de pós-graduação da FAAP e FACESP
Palestrante em congressos, convenções e em eventos nacionais e
internacionais
Expert em formação de equipes de alta performance, credenciado pela
Richard Chang Associates, dos Estados Unidos
Eleito Profissional do Ano 1997, pela Who-Is-Who International
Autor de inúmeros artigos para jornais e revistas de circulação
nacional ü Quatro livros publicados; todos estão na 2a ou 3a edição,
somando mais de 45 mil exemplares vendidos.
Autor do Programa de Marketing e Vendas, focado em Estratégia e
Atitudes: “Gestor de Negócios e Relações Empresariais” (2
livros, Plano de Ação, Plano de Metas e 4 CDs).
Facilitador dos programas de formação de líderes empresariais –
Sebrae Ideal.
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PIADAS
DE COR AZUL = LINDINHAS
PIADAS
DE COR ROXA = PICANTES
PIADAS
DE COR VERMELHO = PAHH
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A
família estava jantando em um restaurante. Findo o jantar, o pai pede
ao garçom:
-
Embrulhe os restos que sobraram, que vamos levar para nosso cachorro!
Imediatamente os filhos felizes gritaram: - Oba!!!! O papai vai comprar
um cachorro para a gente!!!
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Um
argentino pede a um taxista que o leve ao mirante de uma estrada nas
proximidades de Buenos Aires, onde fica prostrado por mais de duas horas
observando a cidade sem dizer uma palavra.
A certa altura, o motorista perde a paciência e interrompe o seu
passageiro:
-
Mas que tanto mirás boludo ?
- Estoy contemplando como está triste y vazia la ciudad sin mi!
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Cebolinha
está no cinema com dois pirulitos na mão.
-
Que filme vai assistir ?
-
Lambo dois...
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O
moço, altamente capacitado, tinha grandes problemas para arrumar
emprego, devido a um cacoete que lhe fazia piscar o olho esquerdo.
Numa entrevista, o Diretor de RH de uma multinacional o atendeu e lhe
disse:
-
Você tem ótimas condições para ocupar o cargo, mas, infelizmente, o
seu cacoete no olho esquerdo...
Um momento, por favor! - disse o moço. - Posso resolver tomando apenas
duas aspirinas!
E imediatamente o jovem enfiou a mão no bolso, puxou uma dúzia de
camisinhas, colocou-as sobre a mesa e, do meio delas, retirou as
aspirinas. Tomou-as e no mesmo momento parou de piscar.
- Sinto muito, - disse o executivo. - realmente pliqui-pliqui parou, mas
não podemos admitir alguém com um comportamento sexual tão liberal,
para não dizer tarado... essas camisinhas.
- Não é nada disso! - respondeu o moço. - O senhor não sabe o que é
pedir aspirina numa farmácia piscando um olho!
|
|
Entra
um homem desesperado na farmácia e grita: - Rápido, me dêem alguma
coisa para diarréia.
O atendente da farmácia que era novo, fica nervoso e vacila, passando
para o cliente um calmante em vez de um anti-chuva. O senhor com tanta
pressa toma e vai.
Momentos depois o dono da farmácia se dá conta de que por erro e
inexperiência tem lhe dado ao cliente, calmantes. Horas depois
chega o cliente a farmácia e o dono se antecipa, pedindo-lhe mil
desculpas, se explicando que era novo no ramo... Lhe pergunta; -
Como está sentindo ?
O cliente lhe responde: - Todo cagado... - mas bem tranqüilo!!!
|
|
-
Eu sou uma infeliz!
-
Por que?
-
A família dele não aceita o nosso amor. São todos contra... o pai, a
mãe, os irmãos, os sobrinhos... Todos mesmo!
E
a amiga: - Como é que pode ter gente tão má assim?
-
É... e a pior de todas é a esposa dele!
|
|
Uma
mulher esta na estação ferroviária esperando o trem, quando sentiu
vontade de ir ao banheiro.
Quando
voltou, o trem já havia partido, e ela começou a chorar.
Nesse
momento, chegou um caipira que perguntou: - Már, de que a senhora tá
chorando?
-
É que eu fui fazer xixi e o trem partiu.
-
Ó, dona! Mas a sinhora já num nasceu com o trem partido?!
|
|
Mônica
e o Cebolinha conversando: - Cebolinha, você come acelga?
-Sim Mônica, eu como a celga, a mulda, e até a palapléugica.
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Uma
bicha chega no cabeleireiro e diz: - Ai seu boff, eu quero um corte bem
sexual
E o cabeleireiro retruca: - Desculpe, mas eu não sei como é isso!
E a bicha explica: - Corta na frente e pica atrás.
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SR.
PROF. SÉRGIO DUARTE VELASCO
...
VICE -
PRESIDENTE
.Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
|
Na
escola, a professora solicita a seus alunos, com idade inferior a dez
anos, que desenhem um jardim. Ao observar o trabalho feito por um
deles, nota que as folhas são roxas.
A professora repreende o aluno, cobrando o absurdo da cor das
folhas, pois deveriam ser verdes e não roxas. O aluno retruca,
afirmando que é inverno, e as folhas são roxas porque estão com
frio. A professora não aceita a justificativa. - Este
fato é real.
Qual tem sido a nossa reação diante das propostas, à
primeira vista, inusitadas com as quais nos deparamos nas diferentes
experiências vividas?
Temos sido capazes de, antes de elaborarmos uma crítica à
posição sugerida, refletir sobre as razões pelas quais nosso
interlocutor manifestou-se da forma explicitada?
A capacidade criativa em geral é inversamente proporcional ao
não-reforço ou a punição provocados pela sua manifestação.
A criatividade é decorrente de um esforço significativo em
que os nossos sensores estão voltados para sinais que possam, de
alguma forma, levar ao encaminhamento ou solução de um problema ou
situação que demande uma decisão.
Conceitualmente afirma-se ser a criatividade decorrente de 95%
de transpiração e 5% de inspiração.
Indivíduos são criativos quando olham para onde provavelmente
todos olham, mas conseguem perceber algo diferente.
Uma história
atribuída ao jurista Ruy Barbosa (o Águia de Haia, conforme nossos
ufanísticos autores da história brasileira) dizia que um dia ele foi
procurado por um vizinho. Este veio a Ruy para consultá-lo sobre um
assunto: se o animal doméstico de um morador destruísse a horta de
um vizinho, quem seria responsável pelo prejuízo? Respondeu Ruy que
seria o dono do animal, com o que, retrucou o vizinho, seria ele, Ruy,
o devedor, já que o animal (se não me falha a memória, uma cabra)
lhe pertencia. Ato contínuo o respeitável jurista revidou, com elegância,
lembrando ao vizinho queixoso que o mesmo se dirigira a ele para fazer
uma consulta. Segundo o mesmo Ruy, a consulta tinha um valor superior
ao prejuízo causado na horta. Com isso, ele, vizinho, passava a
devedor e não o jurista.
A sensibilidade em perceber os caminhos disponíveis para as
situações em que nos encontramos e com ela gerarmos condições que,
a princípio desfavoráveis, tenham seu quadro revertido é um sinal
claro e indiscutível de manifestação criativa.
Os modelos contemporâneos envolvem autonomia, empowerment,
delegação, um conjunto de instrumentos cujo objetivo maior é a
otimização do potencial das equipes para que os resultados mais
eficazes sejam obtidos.
Qual a visão que nos leva a resultados colocados aquém da
nossa expectativa quando se trata de obter a cooperação e o
comprometimento de equipes ditas produtivas?
Sem que aportemos o nosso foco para justificativas que naveguem por
teorias comportamentais, optaremos pela existência de algumas situações
encontradas, mais concretamente no terreno da realidade:
O
temor do subordinado, por razões históricas ou de atitude, de ser
malvisto, ao explicitar livremente sua posição ou pensamento
O clima e a cultura reinantes no ambiente no qual a liberdade de
expressão e a ousadia em criar alternativas não são percebidas
como qualidade
A inexistência de um espírito de equipe em que a retração de
alguns componentes é substituída pela assertividade e disposição
de participar de outros
A existência de uma definição prévia, formal, sobre a
possibilidade e a aceitabilidade de contribuições originadas na
equipe sem o impacto de reprimendas ou punições
A consciência do comprometimento como forma de ação, capaz de
levar a resultados efetivos (eficientes e eficazes)
Relações de confiança não estruturadas em que a liderança tenta
escapar da contribuição da equipe e esta se torna tomada pela
frustração e ausência de motivação para a explicitação de
quaisquer opiniões, emoções e sentimentos
Definição das responsabilidades individuais não clarificadas,
objetivos e metas não negociados, mecanismos de aferição do
desempenho não conhecidos, cenário este que leva a processos
mal-elaborados, recursos mal distribuídos
Fontes de informação e conhecimento acionadas incipientemente,
gerando dados incapazes de agregar, após sua decodificação,
valores consistentes ao resultado esperado.
Predisposição dos membros da equipe em permanecerem atentos à
realidade que os cerca, com espírito crítico e senso de realidade
acionados, de forma que ocorra uma constante análise das variáveis
capazes de impactar a iniciativa
A falta de hábito entre os membros da equipe e a não-institucionalização
da prática do feedback. Com relação a este aspecto vale lembrar a
afirmativa de Gifford & Elizabeth Pinchot de que as empresas
competitivas e contemporâneas têm a conduta de seus efetivos
produtivos estabelecida por feedback e não por comandos. (Poder das
Pessoas, Campus, RJ, 1996.)
Ao
se instalar uma cultura onde folhas roxas não serão necessariamente
aberrações, entende-se que cabe à liderança desenvolver a sua
competência com padrões de efetividade: eficiência e eficácia em
relação a alguns fenômenos de natureza atitudinal:
A
valorização e a capacidade de escutar ativa e eficazmente o que
está sendo transmitido pelos membros da equipe, perceber o seu
sentido (a lógica da mensagem, sua contribuição para o
resultado), contestando-o (questionando e não julgando), quando
perceber incoerência e inconsistência;
Verificar a existência de mensagens subjetivas, não explicitadas
pela equipe (pelas razões já mencionadas neste texto) ao receber
sugestões e comentários feitos;
Exercitar sua capacidade de tolerância, flexibilidade e abertura a
terceiros, sem registrar barreiras ou obstáculos à contribuição
dos demais, sem que suas idéias tenham sido clara e completamente
elaboradas;
Preparar-se previamente para a discussão de temas que, não sendo
de sua especialidade, possam ser alvo de abordagens. A preparação
deve ser encarada, de antemão, como um instrumento para favorecer a
liberdade criativa dos outros;
Estar atento ao nível de capacidade de contribuição, como grupo e
mesmo individualmente dos membros da equipe, extraindo deles, na
freqüência e no volume de necessidades percebidas, variáveis
facilitadoras ou mesmo aperfeiçoadoras da consecução dos
resultados.
Charles
Handy, em seu texto Como administrar se não se enxergam as pessoas,
deixa claro que existe a necessidade de que sejam bem conhecidas as
pessoas com quem estamos envolvidos em contextos produtivos. (O líder
do Futuro, Campus, RJ, 1996.) - Ao conhecermos as pessoas, somos ou
nos tornamos capazes de identificar:
Atitudes
das pessoas diante de problemas ou de situações que requeiram uma
decisão
Valores que são ressaltados pelas pessoas, capazes de impactar sua
percepção, suas atitudes e seus comportamentos
Os sentimentos manifestados ou não das pessoas
As interações informais que regem as relações não
institucionais entre as pessoas (no caso os membros da equipe)
Como o contexto produtivo no qual o líder e suas equipes estão
envolvidos é percebido por cada um dos componentes
Enxergando
as pessoas, e sendo capaz de conhecer estas variáveis que influem no
seu comportamento, os líderes poderão tornar-se aptos a gerenciar a
capacidade e o potencial criativo em suas organizações.
As equipes produtivas nas suas relações produtivas
manifestaram um conjunto de necessidades, cabendo às lideranças
desenvolverem suas habilidades em atender e em que nível de qualidade
se propõem:
A
atender às necessidades espontaneamente, com freqüência;
A atender às necessidades quando percebem o interesse da equipe;
A atender às necessidades quando seu interesse ou vontade assim o
exigem;
A atender às necessidades quando a equipe cobra da liderança;
A atender às necessidades rara ou eventualmente, nas emergências
ou situações de risco;
A não atender às necessidades da equipe.
Essas
necessidades, em contrapartida, são claras e serão responsáveis, na
essência, pelo potencial criativo e pela competência em gerar
resultados da equipe, a saber:
Liderar
o início das discussões sobre assuntos de relevância para a
equipe
Dar opiniões e fundamentar suas informações às questões
formuladas pela equipe
Dirigir, orientar ou apoiar a equipe no sentido de permitir que
chegue a conclusões efetivas
Tirar a equipe da inércia, provocada por dúvidas, desinteresse ou
impasse
Incentivar a equipe, superando o desempenho nos erros, reforçando
os acertos
Entender os sentimentos manifestados pelas pessoas, explicitando os
seus próprios sentimentos em relação à equipe
Manutenção dos canais de comunicação e diálogo abertos entre
liderança e equipes.
As
relações produtivas de trabalho, portanto, para que se caracterizem
como eficazes na abertura às pessoas na equipe, no sentido de
exercitarem sua competência e potencial criativo, indicam que as
lideranças se proponham a pautar suas ações com base em:
Processos
negociais internos
Planejamento cuidadoso de suas ações
Conhecimento dos produtos de seu trabalho e de sua equipe
Discernir problemas, identificando-os e periodizando-os
Tolerar ambigüidades que devem ser percebidas como fruto da
imprevisibilidade humana
Assumir riscos compatíveis com as suas responsabilidades e as da
equipe
Isentar-se de preconceito
Auto-conhecer-se
Edward
Lawler afirma que as pessoas devem ser acompanhadas no sentido de que
as organizações percebam o impacto que as ações delas provocam em
seus desempenhos e na qualidade de seus resultados. (FROM THE GROUND
UP, Jossey Bass Publishers, SF, 1996.)
.
Criatividade
é uma qualificação que, como vimos, é fruto de uma disciplina e de
um esforço pessoal. Pelos seus resultados aproxima-se do conceito de
arte. Exercitemos, pois!
.
SR.
PROF. SÉRGIO DUARTE VELASCO
.
VICE -
PRESIDENTE
.
Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
...
Sérgio
Duarte Velasco - Vice - Presidente do Instituto MVC Consultor na Área
de Estratégia, Planejamento e Finanças, acumulando a Coordenação
Geral e a Vice-Presidência da Área de Pesquisas e Publicações do
Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo. Graduado
em Telecomunicações pela PUC-RJ, com MBA em Business Administration
pela UCLA - Univ. Califórnia. Atuou como Analista de Sistemas da IBM
por 2 anos e por 13 anos no Mercado Financeiro, como Sócio-Diretor de
Distribuidora de Valores Mobiliários. Autor de artigos publicados no
Estado de São Paulo. Autor do livro Futuro: Prepare-se! e do mais
recente lançamento Nas Ondas do Futuro. Editor do Site Ameaças e
Oportunidades e do e-mail do Triunfo.
.
Telefones:
11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br
(Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br
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.
.SR.
PROF. Marco Aurélio Ferreira Vianna
PRESIDENTE DO Instituto MVC
M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
.
.
Como
vai ser a empresa do século XXI?
A
ciência da administração do século XX vai ser inteiramente revista
nos seus fundamentos, o que, na realidade, é um grande paradoxo. A
empresa, as organizações são, de certa maneira, responsáveis pelas
grandes evoluções, pela inovação tecnológica do mundo e pelo avanço
da expectativa de vida das pessoas, mas são, em si, das instituições
mais retrógradas que existem hoje
Por
quê?
Porque a organização da empresa se baseia em conceitos do início do século.
O
organograma é baseado na experiência e na tecnologia do exército da
Prússia, de 1720.
Quando a estrada de ferro americana, em 1850, contava com 10 mil funcionários
e precisava se organizar, os dirigentes perguntaram: "Recorro a
quem ? " Recorre ao exército da Prússia de apenas 130 anos atrás,
que se baseava na Igreja Católica Apostólica e que se baseava nos
centuriões romanos. - É esta organização que prevalece até hoje. E
ainda tem uma coisa interessante: é que nas duas guerras, devido ao
sucesso dos países vencedores, principalmente na 2ª Guerra Mundial, as
empresas foram um receptáculo muito grande dos oficiais bem-sucedidos
na guerra e que reforçaram o aspecto hierárquico, militarizado,
estratificado, voltado para o controle. Essa foi a grande característica,
o paradigma da burocracia, que constituiu a empresa do século XX.
A
motivação básica, evidentemente, é a necessidade de adaptação aos
novos tempos. Mas, especificamente, quais são as tendências dessa
necessidade?
Eu acho que existem algumas modificações - estrategic issues -
que, realmente, vão ter grande impacto sobre as organizações.
Primeiro ponto: a entrada e o fortalecimento gradativo e geométrico,
mas muito profundo, do que chamamos de economia intangível. Que pode
receber os nomes de capital intelectual, de área do conhecimento, mas
que significa a perda da relação direta entre as coisas tangíveis e o
valor das empresas, e o significado das empresas. A maior indústria de
tênis do mundo, a Nike, não tem fábrica; a maior livraria do mundo, a
Amazon, não tem metro quadrado de loja. Por outro lado, um produto
melhor, hoje, fica cada vez mais barato. Você passa a ter a gratuidade,
isso é uma coisa importante. Inclusive em casos extremos e até
paradoxos: uma Encyclopaedia Britânica, que custa R$2 mil, tem como
concorrente direto uma empresa que oferece o mesmo produto por preço
zero. Então o capital intelectual passa a ser mais importante que o
ativo tangível. E aí vem um gap grande, entre realidade e necessidade,
porque pouca gente está se preocupando. São raríssimas as empresas
que se preocupam em mensurar, desenvolver, avaliar o seu capital
intelectual e a administração do conhecimento. O que acontece é que
hoje, cada vez mais, o preço de uma empresa vale pelo seu intangível e
não pelo seu valor tangível.
E
a cabeça das pessoas, nesse contexto, como fica?
Eu acho que as pessoas vão se habituar. Porque tem um ponto ai
importante que é: a essência continua. A revolução foi lá dentro do
cérebro. E aí é que acho que há uma discussão importante que é o
item da essência. As pessoas não podem ficar como avestruzes, dizendo
"não, não está acontecendo nada e isso é uma coisa normal; já
tivemos a Revolução Industrial, já tivemos as grandes navegações, e
esta é mais uma mudança no mundo...". Só que esta não é uma
revolução qualquer. Não há dúvida de que vivemos a mudança mais séria
que o mundo já teve; talvez só comparável ao Renascimento, que surgiu
após as grandes navegações e o descobrimento da imprensa.
Empresas
especializadas...
Mais do que isso: empresas regionais. O Carrefour vai levar muito tempo
para ter tamanho suficiente para entrar no interior de Pernambuco ou da
Amazônia, ou estar em todos os subúrbios de uma determinada região.
Esse século, ele vai ter posições extremamente complexas, porque são
paradoxais. Você vai ter extremos. Da mesma maneira que você vai ser
pago muito mais pela criação de valor, em alguns casos o seu produto
vai ter de ser, também, gratuito. Da mesma maneira que você pode
globalizar, você vai ter as especialidades regionais. Da mesma maneira
que você pode transnacionalizar, você pode ter movimentos étnicos.
Tudo isso porque vivemos numa época caótica. Pode até ser que venha a
mudar, daqui a 20, 30 anos; ou não! O Prahalad coloca isso bem:
"as empresas têm que se habituar a trabalhar com o futuro que elas
não conhecem. O Peter Bernstein afirma no "Desafio dos
Deuses": "Eu sei que eu não vou acertar o futuro. Aliás eu
sei que eu vou errar sobre o futuro, mas eu não quero ser eliminado
pelo futuro". Então, cada vez mais você quer olhar tendências
estratégicas de alto impacto e baixa probabilidade.
Então
a empresa evoluirá sob o forte impacto dessas tendências...
Eu acho que tem uma outra coisa que devemos destacar, também, que é a
importância do ambiente humano e do capital intelectual, que sempre foi
relegado a um plano inferior. Porque, no fundo, a administração de
empresas é uma ciência muito nova e ela nasceu em uma relação patrão-empregado
muito próxima ao senhor-escravo. No momento atual, ocorrem dois
movimentos importantes: de um lado, a revolução da natureza humana, em
que as pessoas estão buscando um significado de vida maior, inclusive
no trabalho. Está se esvaindo, esgarçando, aquele sentimento de que
trabalhar é feio. De outro lado, se o verdadeiro fator crítico de
sucesso das empresas é o intangível, é o capital intelectual, as
pessoas têm que estar motivadas, têm que se sentir que o ambiente é
positivo.
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OS
SUPERMERCADOS ESTÃO INOVANDO EM TECNOLOGIA DE CONHECIMENTO
Já
tem carrinho de supermercado com pequenos computadorzinhos acoplados ao
guidão. Este carrinho passa a ser um veículo com conhecimento, já que
pode analisar os hábitos de compra, pode-lhe mostrar quais são os
produtos mais em preço dentro dos que você habitua comprar e
lembra-lhe dos itens preferidos (isso
tudo porque foi guardado na memória central o último pagamento e a
discriminação dos itens comprados).
SAFEWAY
a 3ª
rede de Supermercados em USA, tem realizado uma série de testes com os
carrinhos de compras (MAGELLAN)
para adaptar suas performances ao meio de uso e para que os clientes
possam usufruir-lo em sua plenitude e aproveitar ambos o máximo da
inovação (a intenção
é ajudar o cliente a COMPRAR e não tanto a vender.)
Estes
testes estão sendo realizados nas filiais da Safeway na Califórnia e
Cameron Park - localidade rural, onde a população tem renda alta e
consumo apropriado para a inovação.
Neste
carrinho de compras adaptado com computadorzinho conectado a memória
central, pode-se passar o cartão de crédito "Safeway", onde
se acumulá as despesas realizadas pelo cliente e em questão os
produtos, formando assim um banco de dados, que irá deduzir por consumo
e regularidade de compra, as possíveis e futuras compras do cliente.
Consumo
de Internet residencial
49.95% Estados Unidos
45.47% Canadá
11.5% Peru
5.28% Venezuela
4.66% Brasil
3.62% México
COMPUTADOR
62.25% Estados Unidos
16.82% Espanha
8.39% Chile
6.29% Brasil
4.79% Peru
2.33% Equador
2.05% Bolívia
.
37%
das pessoas que entram no supermercado compram mais itens do haviam
planejado e gastam, em média, 18,71% a mais do que o previsto.
As
mulheres gastam, em média, 19,8% além do planejado;
Os
homens vêm logo atrás, desembolsando 17,2% a mais.
O
levantamento revela que, dentro do supermercado, o consumidor gasta R$ 2
por minuto.
.
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OS
10 MANDAMENTOS
do revolucionário
.Gary
Hamel para a "Harvard Business Review"
1
- O planejamento estratégico não é estratégia.
Planejamento e formulação estratégica são coisas muito diferentes.
Estratégia é descobrir e inventar.
2
- Fazer estratégia tem de ser subversivo.
"Subversão", em gestão, significa quebrar as regras
estabelecidas.
3
- O estrangulamento está, regra geral, no topo.
Não no meio ou em baixo. O objetivo do revolucionário é libertar o
processo da tirania da experiência. Os guardiões desta estão no topo,
como se sabe.
4
- Há sempre um eleitorado para a mudança na empresa.
Ele está, regra geral, disperso e fragmentado. O papel do revolucionário
é descobri-lo e organizá-lo no quadro da formulação estratégica.
5
- A mudança não é o problema.
O envolvimento é que é. A idéia corrente é que os do
"meio" e os de "baixo" não querem mudanças. O
revolucionário quer envolver todos os escalões.
6
- O processo deve ser democrático.
Todas as sensibilidades da empresa devem ser mobilizadas para a formulação
estratégica. Nomeadamente as que, em regra, são esquecidas ou
abafadas: a gente jovem, os mais afastados da sede, os mais recente na
empresa e os incômodos.
7
- Qualquer um pode se um ativista da estratégia.
Não há lugares cativos, nem é preciso um diploma especial. Muito
menos é correta a idéia de que os gestores intermédios são o
quartel-general a abater.
8
- Revolucionar uma indústria pressupõe olhá-la com outros olhos ou
lentes.
Exige-se uma mudança de visão das coisas.
9
- Estratégia de cúpula "versus" estratégia base não são
reais alternativas.
A
formulação estratégica é um processo diagonal à empresa.
10
- Não se pode querer ver o fim logo no princípio.
A formulação estratégica é um processo de descoberta e de inventiva.
Não é "vender" aos do "meio" e aos de
"baixo" algo já pré-definido pelos de "cima" ou de
"fora" (os consultores externos).
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REDE
WAL-MART - A COQUELUCHE DOS EXECUTIVOS
.
..
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De
acordo com a revista Fortune, a empresa mais admirada e com maior
faturamento em USA, é a rede Wal-Mart, fundada a 41 anos atrás, no
estado Arkansas.
As lojas Wal-Mart, representam 36% de toda a comida de cachorros que
vende em USA, o 32% das fraldas e o 32% dos filmes fotográficos.
Cabe
destacar que em um único dia Wal-Smart chegou a vender 1 bilhão e 420
milhões de dólares, cifra que supera o PIB de 36 países.
Bordeando seu CD central em Bentonville, surgiu Vendorville, uma cidade
formada por centros especialmente dedicados a manejar as vendas a este
titã.
A estratégia da rede Wal-Mart é muito simples: - Conseguir os preços
mais baixos dos fabricantes e logo, trasladar o desconto aos
consumidores.
|
|
Norte-americanos
usam site de buscas Google para "levantar a ficha" de outras
pessoas
Os
norte-americanos estão usando o site de buscas Google para obter
informações sobre outras pessoas, a ponto de já existir um novo
neologismo em inglês: o verbo "googlar".
Entre as 150 milhões de perguntas que o Google responde diariamente,
uma parcela considerável é de pessoas que pesquisam outras com fins,
geralmente, particulares.
"Quando eu procurava alguém para dividir meu apartamento, "googlei"
todos os candidatos", diz Isabelle, uma jovem jornalista francesa
que vive em Manhattan e pediu para seu sobrenome não ser divulgado.
"A pessoa diz que trabalha na empresa tal e é só você "googlar"
para confirmar se está dizendo a verdade; e, de uma só vez, você pode
até verificar que cargo exatamente ela ocupa".
A Internet já invadiu todos os setores da sociedade norte-americana, a
tal ponto que dados biográficos, trabalhos de pesquisa e artigos
oferecem livre acesso a qualquer um.
"Descobri, por exemplo, que o candidato que escolhi para dividir
meu apartamento tinha sido multado por excesso de velocidade em
Connecticut", comentou Isabelle, sorrindo.
A publicação on-line de documentos por todos os setores da vida social
norte-americana, inclusive pela Justiça, em alguns estados, somada à
eficácia do Google, torna cada vez mais fácil conhecer o currículo,
as preferências, as atividades e as partes obscuras da vida de um
desconhecido.
A imprensa norte-americana divulga diariamente histórias de pessoas em
busca de emprego que já perceberam que suas condenações em anos
anteriores irão lhes prejudicar durante muito tempo.
Outros, arrependem-se de ter publicado na Internet, achando que iriam
apenas divertir os amigos, fotos comprometedoras, informações eróticas
ou piadas obscenas.
Sophie, de 32 anos e que também pediu para seu sobrenome não ser
divulgado, disse "googlar" todos os pretendentes que conhece
através de um site de encontros antes de sair com eles.
"Todo mundo faz isso", disse Sophie. "Quando percebo que
um cara é atraente, em vez de enchê-lo de perguntas, vasculho a
Internet: se for um fã de beisebol ou republicano, paro por aí",
brincou.
FONTE
- CNN
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Você
interrompe quem está falando Ou escuta o que a pessoa
está
a dizer até o final, antes de responder?
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Atrapalhar
o discurso de quem fala com observações inadequadas é sinal de que não
está interessado. Mas se interromper não ajuda, ficar como uma múmia
ajuda menos ainda. O bom ouvinte não é um receptor passivo da informação.
Ele interage sem prejudicar a exposição do seu interlocutor, até com
um leve assentimento da cabeça ká ajuda e muito a outra pessoa a
desenvolver a fala e se mostrar.
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Solução. "Para ouvir bem tem de utilizar a percepção", diz
o consultor Izidoro Blikstein, da Fundação Getúlio Vargas, em SP. - A
percepção é o conhecimento que temos de uma dada situação.
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Os sentidos mais utilizados nessa tarefa são a visão
e a audição.
Quem percebe o que o outro está a tentar expressar, interpretando os
seus gestos, por exemplo, saberá qual é a altura mais apropriada para
fazer perguntas. Perguntar denota atenção ao conteúdo que está a ser
transmitido. Ao mesmo tempo, você aproveita a oportunidade e dirige o
discurso para o que é realmente importante.
.
O silêncio também é estratégico. As pausas permitem que você
organize os pensamentos e encorajam a outra pessoa a expandir as suas idéias,
reações e sentimentos. Utilize o silêncio para depois de fazer e
ouvir as perguntas, após ter mencionado pontos importantes, para manter
o controle das emoções e ordenar as idéias ao receber muita informação.
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