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”Nós
não podemos fazer grandes coisas.
Mas
nós podemos fazer pequenas coisas com muito amor”.
Autor
desconhecido
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Seis
anos atrás eu fui contratado por uma multinacional americana que abria
as suas portas no Brasil. Gigante e corporativa, com US$ 20 bilhões de
dólares em vendas, a empresa havia começado do zero há alguns meses e
ainda estava no zero. O meu chefe, um americano que nunca havia saído
dos Estados Unidos e nunca havia liderado pessoas, decidiu por me
contratar.
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Logo no primeiro dia de trabalho, ao estranhar o fato do meu
chefe não ter me apresentado aos outros funcionários, eu decidi por
enviar um e-mail de apresentação a todos os outros (quinze) colegas
que havia na empresa. Cheia de energia e vibração, a mensagem escrita
com as letras no tamanho quatorze, era um Tratado a Inovação, a
Energia, ao Trabalho, e a vontade de fazer a diferença para toda a
comunidade ao redor da empresa. Na assinatura do e-mail... QUEBRA
TUDO! Foi para
isso que eu vim! E vocês? (com as letras em tamanho trinta e seis).
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Entretanto, não demorou mais do que cinco minutos para o meu
chefe americano me chamar à sua sala isolada e corporativa para me
perguntar: “ – Ricardo, o que você escreveu nessa mensagem?” (ele
não entendia mais do que dez palavras em português).
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Tão logo eu terminei de traduzir, ele disse: “Ricardo, essa
empresa é uma corporação. Em empresas como a nossa, não é permitido
escrever mensagens com esse tipo de linguagem. Nós não podemos nos
expressar com tanta energia. A partir de agora, antes de você enviar as
suas mensagens para os nossos funcionários, você deve enviá-las
primeiro para eu ler. Se a mensagem estiver de acordo, você poderá
enviá-la para os outros”. Eu ouvi, e voltei para o meu cubículo no
escritório.
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Qual
seria a sua atitude?
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Duas
horas depois, eu encontrei uma informação - sobre a própria corporação
- que eu entendia como de extrema utilidade para todos os funcionários
da empresa. Eu abri o meu software de correio eletrônico, e comecei a
escrever uma nova mensagem apontando as oportunidades que o mercado
oferecia, as forças que já tínhamos, e chamava a todos para alcançar
o destino que iríamos atingir. Na assinatura do e-mail...QUEBRA
TUDO! Foi para
isso que eu vim! E vocês? (Mas dessa vez em fonte tamanho quarenta e
oito!).
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O
que aconteceu comigo?
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Quatro
anos depois eu me tornei Diretor de Marketing dessa empresa. O meu chefe
americano – que se tornou um grande amigo - foi mandado embora da
empresa no ano anterior. A empresa, se tornou uma subsidiária americana
de milhões e milhões de dólares, ganhou reconhecimento nacional e
mundial pelos resultados das inovações e paradigmas quebrados, e acima
de tudo, transformou para melhor a vida de centenas de pessoas.
-
O
que você acha que eu estou tentando dizer?
-
Quebrem
as regras? Desrespeitem os manuais?
-
Virem
as costas para o seu chefe?
Não!
Não exatamente.
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Deve
haver uma razão porque a Bíblia nunca menciona as intenções, os
sonhos ou as idéias dos Apóstolos. Entretanto, o livro inteiro é
chamado de “Os
Atos dos Apóstolos”. ATO = AÇÃO!
Foi a performance dessas dedicadas pessoas, suas incríveis conquistas,
e a força de suas AÇÕES
que ficou escrita para sempre, e não o blá,blá,blá de teorias.
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QUEBRA TUDO
é uma revolução pacifista, e a única maneira de se fazer isso é
através da Coragem, Paixão e Amor por VALORES
que você realmente acredita, vive e coloca em prática.
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Nós vivemos em um país onde uma grande parte da sociedade, “...deixa
a vida me levar, vida leva eu...”,
está entorpecida pelo hábito de deixar as grandes decisões para as mãos
e cérebros do chefe, do síndico, do governo, dos concorrentes, dos
clientes e da empresa.
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O futuro, acredite ou não, pertence aqueles indivíduos que
tiverem um interesse sincero em reformar todos os aspectos da sociedade
que sejam injustos e imorais. E isso começa pelo SEU trabalho, e pela
maneira que VOCÊ
encara essa oportunidade única que VOCÊ
tem nesse momento de mudar a vida dos outros e da sua empresa.
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Essa
é a sua Responsabilidade e disso você não pode fugir.
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Vá
contra a empresa se preciso for! Vá contra a empresa se algo injusto e
imoral estiver acontecendo com os seus clientes, com os seus colegas ou
com os seus fornecedores.
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Vá contra a empresa se preciso for! Mesmo que o seu chefe diga
que você está errado. Tenha certeza que o chefe do chefe do seu chefe
quer que você assuma a Responsabilidade de CORRIGIR, o Profissionalismo
de AGIR, a Criatividade de INOVAR e a Paixão de REALIZAR.
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A melhor empresa para se trabalhar não é aquela que está
listada nas revistas famosas é faz propaganda na novela das oito. A
melhor empresa para se trabalhar é aquela que você conhece e encontra
o chefe, do chefe do seu chefe no corredor do seu escritório.
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Vá contra a empresa se preciso for! E não se importe quantas
pessoas digam que não pode ser feito, ou quantas pessoas digam que várias
pessoas já tentaram fazer. O importante é você entender que essa é a
sua primeira tentativa.
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Vá
contra a empresa se preciso for!
Você
deve isso a seus filhos, netos e bisnetos.
Nada
menos que isso interessa. quebra tudo!!!
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PROF.
RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
.PRESIDENTE,
FUNDADOR E SEU AMIGO
BIZREVOLUTION
CONSULTORIA DE MARKETING
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Ricardo
Jordão Magalhães, 34 anos, executivo, palestrante e escritor formado
em administração de marketing pela ESPM com extensão em marketing
pela Kellogg University nos EUA, possui mais de 12 anos de experiência
na indústria de tecnologia em empresas líderes de mercado como
Brasoftware e Tech Data Brasil sempre a frente de projetos de
marketing inovadores como o Catálogo Brasoftware e as Lojas
Brasoftware, além de ser o autor do primeiro web site de comércio
eletrônico do Brasil (web site da Brasoftware) em 1996.
A
frente do marketing da Tech Data é responsável por iniciativas
pioneiras como o web site B2B da Tech Data lançado em 1997 - web site
vencedor de mais de 15 prêmios nacionais e internacionais -, além de
programas de relacionamento, motivação e CRM. Fundador do web site
BizRevolution desde 2001 onde procura "Promover idéias que
possam ajudar a transformar o país em que vivemos, e de todos aqueles
que de alguma forma influenciam a vida de outras pessoas."
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JOSE
AUGUSTO PINHEIRO
Toda informação e sabedoria conquistada é pilar de sustentação da
maior virtude do representante... ele próprio.
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PAULA
- PJ COMERCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA.
Este jornal é de grande valia para mim que sou representante, tanto
que não consigo ficar sem ler e coloco em prática no dia a dia o que
aprendo aqui. Muito obrigada!
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SONIA
Em especial a edição desta semana está excelente.
Parabéns a equipe toda.
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ILDA
ALVES DE CAMARGO - FUGIWARA EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA LTDA
Aguardo todas as dicas sobre vendas, e gostaria de receber também
dicas sobre Atendimento ao Cliente/Call Center/Comunicação.
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MARIA
CECÍLIA GERALDO - FUGIWARA EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA LTDA
Gostaria de cadastrar, pois recebi recomendações muitas ótimas a
respeito do jornal alegando ter sempre dicas interessantes sobre
vendas e de fácil leitura.
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DIEGO
ORTIZ DA SILVA
As dicas do jornal são demais, obrigado por nos proporcionar
semanalmente esta evolução do saber.
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ELIANA
FERNANDES
Passeando pela internet encontrei esta mensagem tão apropriada.
Como
nada é por acaso...
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ELIANE
GUIMARAES GUIDES
Tive oportunidade de conhecer este jornal através de um amigo e muito
me interessei por ele.
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BRANDINA
REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA
Gostaríamos de receber em nosso e-mail as dicas da semana, reflexões,
pensamentos ,etc....
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MARIA
GORETTI M MENDES
Quero receber informações da transformação acelerada do mundo de
hoje.
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MARCO
ANTONIO CAMPOS
Sou amiga do Marco e estou enviando este presente pra ele.
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IVAN
JOSE DE CARVALHO GALVÃO
Fineza mandar semanalmente as crônicas.
Grato!
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HUDSON
SOARES
SOLICITO MEU CADASTRO,
PARA RECEBER SEMANALMENTE AS DICAS DA SEMANA.
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"APRENDA
A VENDER COM GIBRAN KHALIL GIBRAN".
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"Vós
conversais quando deixais de estar em paz com vossos pensamentos. E
quando não podeis mais viver na solidão de vosso coração,
procurais viver nos vossos lábios, e encontrais então uma diversão
e um passatempo nas vibrações emitidas. Em grande parte de vossas
conversações, o pensamento é meio assassinado. Pois, o pensamento
é uma ave do espaço que, numa gaiola de palavras, pode abrir as
asas, mas não pode voar.
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Há entre vós, aqueles que procuram os faladores por medo da
solidão. A quietude da solidão revela-lhes seu eu-desnudo, e eles
preferem escapar-lhe.
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E
há aqueles que falam e, sem o saber ou prever, traem uma verdade que
eles próprios não compreendem.
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E
há aqueles que possuem a verdade dentro de si, mas não a expressam
em palavras. No íntimo de tais pessoas, o espírito habita num silêncio
rítmico.
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Quando encontrardes vosso amigo na rua ou no mercado público,
deixai que o espírito que esta em vós ponha em movimento vossos lábios
e dirija vossa língua. E que a voz escondida na vossa voz fale ao
ouvido de seu ouvido; pois sua alma guardara a verdade de vosso coração,
como é lembrado o sabor do vinho.
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Mesmo
depois que a sua cor houver sido esquecida, e a taça que o continha não
mais existir."
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Gibran
Khalil Gibran
Trecho do livro "O Profeta"
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UM
ABRAÇO SILENCIOSO DA EQUIPE DA COMUNIDADE DO SDR
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Conhecido
como o imortal sábio de sua era, nasceu Gibran em 1883 na cidade de
Besharre a qual se orgulha de ser a guardiã dos cedros sagrados do Líbano,
de onde o rei Salomão teria retirado a madeira para construir o
Templo de Jerusalém. Besharre, uma pequena aldeia nas montanhas do Líbano,
a curta distância da velha cidade de Baalbeck, tão antiga que as
lendas dizem ter sido ela construída por Caim como fortaleza contra
Deus, e próxima a Caná, onde Jesus realizou seu milagre mais humano,
transformando a água em vinho.
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Foi neste cenário que Gibran passou sua infância. Em 1894,
aos 11 anos de idade, imigrou para os EUA e estabeleceu-se em Boston.
Quatro anos mais tarde voltou ao Líbano a fim de completar os estudos
do árabe e, em Beirute, freqüentou o Colégio da Sabedoria, dos
padres maronitas. Aos 19 anos retornou a Boston, tendo publicado em
1905 sua primeira obra "A Música" que ele chamou de a
linguagem da alma e do coração. Seu estilo novo, cheio de música e
símbolos, atraiu a atenção do mundo árabe.
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Numa
arte mística que lhe era própria, desenhava e pintava, e este seu
talento levou-o a Paris, em 1908, onde freqüentou a Academie Julien e
a Academia de Belas Artes. Uma de suas telas foi escolhida para a
Exposição de Belas Ates de 1910, em Paris. Ilustrou com seus
desenhos todos os livros que escreveu na língua inglesa, com a intenção
de dar expressão a suas idéias metafísicas.
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Retornando
a Nova York em 1910, ali fixou residência e viveu até a sua morte em
1931, aos 48 anos de idade.
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AO MUNDO DAS APLICAÇÕES
ASSASSINAS
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LARRY
DOWNES E CHUNKA MUI
UMA
APLICAÇÃO ASSASSINA, É UM PRODUTO OU UM SERVIÇO QUE É TÃO DIFERENTE É ÚNICO,
QUE OU CRIA UMA NOVA CATEGORIA E PRODUTO OU SERVIÇO OU ARRASA COM A EXISTENTE.
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Desde
tempos imemoráveis que o homem utiliza as invenções, como a roda ou os
computadores pessoais, para melhorar a sua vida. A estas invenções chama-se
"aplicações
assassinas",
pois aniquilam as formas tradicionais de trabalho e de organização. Saiba as
estratégias para as usar no mundo digital...
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Uma onda de aplicações assassinas está a arrebatar as empresas. Para
quem está preparado, esta pode ser uma oportunidade única. Para os outros, uma
verdadeira ameaça de falência.
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E
o que são as aplicações assassinas?
As aplicações assassinas (no original killer apps) são invenções, bens ou
serviços que mudam o mundo como o conhecemos de uma forma dramática e, regra
geral, rapidamente. Por exemplo, a máquina de descascar o algodão e o modelo T
de Henry Ford são dois killer apps.
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Atualmente, as aplicações assassinas são os computadores pessoais, as
transferências eletrônicas de fundos ou o primeiro programa de processamento
de texto. Muitas outras estão no horizonte, criadas por forças tecnológicas e
econômicas e que prometem novas oportunidades e, também, perigos.
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Mais especificamente, é a nossa capacidade de transformarmos a informação
em forma digital para ser manipulada por computadores e transmitida por redes. A
Internet é, sem dúvida, o resultado desta recente capacidade.
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A ESTRATÉGIA DIGITAL
Deite para o lixo o seu velho plano estratégico, pois já não se pode prever o
futuro a partir do presente: a tecnologia está a alterar muito rapidamente a
forma de fazer negócios. Atualmente é necessária uma estratégia digital.
Esta estratégia difere da tradicional forma de planear em muitos aspectos. Por
exemplo, é comum, no tempo de estratégia habitual, uma equipa de gestores de
topo criarem um plano que guie a organização para os próximos 3 ou 5 anos.
Estes planos tratam as tecnologias como uma ferramenta para alcançar alguns
objetivos.
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No mundo da estratégia digital é a própria tecnologia que provoca a
mudança, ao criar alterações e oportunidades para as empresas. A estratégia
digital é dinâmica e exige constantemente que todas as pessoas da empresa
pensem de uma forma rápida. Neste tipo de estratégia não existe tempo para
uma análise demorada. Deve-se aprender a depender mais da intuição e das idéias.
São 10 os princípios para construir uma estratégia digital que se pode
transformar num código de construção que deve ser utilizado para desenvolver
os seus próprios killer apps. Anote-os, pela sua saúde.
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OS CLIENTES E O
OUT-SOURCING
Claro que a sua empresa já pode estar a fazer outsourcing com certas funções
ou departamentos, como os de compras, contabilidade e processamento de dados.
Mandar fazer fora é mais eficiente, permite que se focalize melhor naquilo que
sabe fazer bem, e até pode sair mais barato.
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Mas a tecnologia digital leva o outsourcing para um próximo passo: os
seus clientes. A sua empresa pode ter um site onde eles entrem e façam as suas
próprias encomendas, giram as suas compras e até que desenvolva produtos.
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O sistema de empacotamento da Federal Express é um bom exemplo. O
sistema informático permite que os clientes utilizem os seus próprios
computadores para seguir as viagens das suas encomendas. Ao reconhecer o
potencial de aplicação assassina no seu sistema, a FEDEX acrescentou outras
características como a assinatura digitalizada e software que permite ao
cliente imprimir as contas no seu equipamento.
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Também é importante deixar que os consumidores desenvolvam os produtos.
Quem melhor do que eles pode desenvolver os produtos? Faça tudo o que for possível
para que seja fácil os consumidores ajudarem a sua empresa e recompense-os na
medida do possível com, por exemplo, produtos feitos à sua medida.
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CANIBALIZAR OS SEU
MERCADOS
Você poderá sentir-se relutante em lançar novos produtos ou serviços que
compitam com as ofertas que já tem no mercado. Mas nesta era digital, você
deve-se transformar no seu próprio competidor. Embora isto queira dizer que
pode perder alguma quota do mercado existente, pode sempre usar killer apps para
abrir novos mercados.
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A Marvel Entertainment Group lançou a primeira edição de um novo livro
cômico na Web muito antes de o fazer em papel. Esta edição digital foi tão
popular que quando a edição em papel saiu esgotou rapidamente. Desde essa
altura a Marvel desenvolveu um site ciber-cômico só acessível on-line.
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A corretora de seguros Charles Schwab repartiu as suas comissões pelos
seus clientes via Internet. Porquê? Porque um dos seus competidores, E-Trade,
estava a oferecer preços mais baixos na Internet. Schwab e outras empresas
desse negócio perceberam que poderiam perder uma grossa fatia de mercado se não
entrassem na Internet rapidamente. É que não são apenas os competidores que já
lá estão, são também os clientes. Essencialmente os clientes.
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Canibalizar os negócios é algo especialmente importante para os
fornecedores de informação: jornais, revistas, etc. A informação na Internet
navega de uma forma completamente livre e pode ser reproduzida e distribuída
por qualquer pessoa. A chave é reconhecer que os media digitais não são
meras extensões dos anteriores conceitos. As novas formas digitais requerem que
se tenha uma atitude diferente e novas regras.
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Por exemplo, o The Wall Street Journal criou um site completamente
diferente da sua edição em papel. O site tem muitas ligações (links) para
mais informações sobre temas já em arquivo, bem como fóruns de discussão, e
ainda oferece dados atuais sobre o mercado de ações, temas financeiros, etc. A
edição on-line do jornal tem mais de 600 000 assinantes no período em que não
se paga. Embora não seja revelado o número exato, alguns desses assinantes grátis
transformam-se em assinantes pagantes, o que revela um novo negócio para o The
Wall Street Journal.
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DESENVOLVER BENS ÚNICOS
As novas tecnologias fazem com que seja fácil e barato o desenho de produtos e
serviços à medida de cada cliente. O autor Stan Davis chama a isto "mass
customization".
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O screen saver da Poincast é um bom exemplo do que se disse atrás: as
informações que aparecem no ecrã são aquelas que o utilizador escolheu
previamente, seja desporto, finanças ou notícias generalistas. Estes produtos
são populares porque os seus clientes gostam de produtos personalizados,
especialmente se forem eles a personalizá-los.
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A vantagem para a sua empresa é que os clientes aparecem investidos no
seu sistema, dando-lhe mais informações sobre os seus gostos do que de uma
forma normal.
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CRIAR COMUNIDADES DE
VALOR
O verdadeiro poder da tecnologia digital é que transforma a comunicação entre
as pessoas. Aumente este poder criando comunidades de valor para os clientes.
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O serviço ESPN’s SportsZone oferece aos seus assinantes informações
sobre desportos e fóruns de discussão. Gera, também, campeonatos-fantasma que
permitem aos usuários/jogadores criarem equipes e jogar com outros jogadores,
baseando as suas jogadas nos verdadeiros campeonatos. Pode-se oferecer mais
valor ao abordar assuntos sobre os quais as pessoas se sentem especialmente atraídas.
Neste capítulo, os jogos e os esportes gozam de franca popularidade.
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A Mobil Oil construiu um site para os entusiastas de corridas de carros
que seguem o envolvimento da empresa na Fórmula 1. O site encaminha os
visitantes para assuntos importantes na perspectiva da empresa e posteriormente
convida-os a enviarem os seus comentários via e-mail. Desta forma, a Mobil está
a criar um valor para si própria e também para os fãs de corridas automobilísticas.
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As comunidades de valor podem acrescentar ou retirar força a uma marca.
Pode-se utilizar estas comunidades para promover as marcas para imensas pessoas,
a um custo relativamente pequeno. Contudo, há o reverso da medalha. Os clientes
insatisfeitos podem, da mesma forma e com um custo reduzido, criar as suas próprias
comunidades para falarem mal da sua marca.
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A comunidade cibernética da United Airlines percebeu isso mesmo e criou
um site que se auto-proclama como "O site que oferece aos passageiros
frustrados da companhia a possibilidade de falarem e dizerem de sua justiça".
E eles não regateiam a oferta e fazem-no. - Assim, a melhor idéia é criar um
fórum oficial que permita aos seus clientes a possibilidade de se expressarem
negativamente sobre os bens e serviços da sua empresa.
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O
essencial é retirar a valiosa informação que esses fóruns têm. Mantenha uma
relação com os clientes, colocando-lhes questões e dando-lhes respostas. No
fundo, agindo sem ignorar o seu potencial. E, no fim, sempre pode utilizar os
seus exemplos e a sua boa vontade para promover ainda melhor a sua marca e a sua
atitude.
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Muitas empresas estão, atualmente, a criar comunidades de compradores e
fornecedores. Este tipo de business-to-business cria valor e reduz os custos.
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AS NOVAS PARCERIAS
No futuro, as empresas deixarão de ter os departamentos clássicos e preferirão
uma rede de parceiros para se manterem competitivas. Estas parcerias terão uma
vida curta, baseada em pequenas transações e não em alianças de longo termo.
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Na verdade, algumas empresas virtuais começaram já a fazê-lo. O
cervejeiro Andrew Klein, por exemplo, deixou para trás o investimento burocrático
e financiou a sua micro-cervejeira vendendo ações da sua empresa via Internet.
Posteriormente Klein lançou outro serviço, a Wit Capital, para ajudar outros
investidores a fazerem o mesmo que ele fez.
Para se desenhar qualquer killer app deve-se sempre identificar os
potenciais parceiros e convencê-los a criarem uma parceria. Deve-se decidir,
também, que tipo de intimidade existirá entre os parceiros, que definirá os
projetos a lançar.
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A Microsoft tem vários parceiros. Em 1996 comprou ou investiu em 20 empresas
para aceder com celeridade a todas as tecnologias que essas empresas estavam a
desenvolver.
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MUDAR SEM QUE O CLIENTE
SOFRA
Os benefícios que os seus clientes têm com o comércio eletrônico podem
criar-lhe problemas a si. Poderá, eventualmente, ter que alterar as suas lojas
para show-rooms ou centros de demonstração e melhorar a sua produção, bem
como os sistemas de distribuição, para satisfazer expectativas individuais.
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Ou seja, como cada cliente é um mercado, as empresas devem adaptar-se
constantemente. Independentemente deste processo ser muito doloroso para si, o
cliente não pode sentir nada. O cliente não quer saber (nem
tem que saber) dos
seus problemas.
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Alguns tipos de comércio eletrônico estão a construir negócios que
apenas minimizam a disrupção dos clientes.
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A Cybercash, por exemplo, foi lançada para transformar o pagamento na
Internet simples, eficaz e seguro. Para retirar as preocupações dos clientes
em dar os números dos cartões de crédito, a Cybercash oferecia um serviço de
verificação.
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Similarmente, a Web TV foi desenvolvida para fornecer acesso à Internet
àquelas pessoas que se sentem mais confortáveis com o aparelho de televisão
do que com um computador. Este killer app adapta-se ao consumidor, em vez de o
obrigar a fazer as coisas como os fabricantes de computadores pensaram.
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É
fundamental ter-se a certeza de que os killer apps que desenvolve são fáceis
de usar pelos utilizadores.
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OFERECER INFORMAÇÃO
No início dos anos 80 a IBM cometeu um pecado mortal ao vender equipamento que
só era compatível com o software da própria IBM. Esta estratégia de sistema
fechado não funciona nos tempos atuais, isto é, partindo do pressuposto que
alguma vez funcionou.
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Atualmente, para se ser bem sucedido, deve-se partilhar informação e
nunca encurralá-la. Assim, deve-se desenvolver killer apps que sejam o mais
aberto possível. Quanto mais pessoas a utilizarem mais valor tem.
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Foi assim que a Netscape conseguiu capturar mais de 80% do mercado de
browsers alguns meses após o seu aparecimento, em 1995. A empresa deu cópias
do seu software mas vendeu publicidade no seu site, bem como outras ferramentas
que ajudassem os seus visitantes a compor páginas Web ou intranets. O resultado
foi muito bom. Em 1997 os resultados da empresa ultrapassaram os 500 milhões de
dólares.
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Se a sua empresa vende, essencialmente, informação, considere a hipótese
de oferecê-la e vender apenas aquilo em que pode ser especialista.
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USAR AS INTERFACES ELETRÔNICAS
Todos os contactos diretos com os clientes são uma oportunidade para melhorar a
sua relação com eles e aprender mais sobre as suas idéias e exigências. No
entanto, muitas empresas não tiram vantagem disto. A tecnologia digital pode
ajudar.
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De
uma forma superficial pode parecer menos pessoal que o contacto direto, mas
será que é mesmo ?
-
Ou
melhor: será que existem reais vantagens para o consumidor em ter o
contacto direto ?
-
Podemos
pensar nas nossas mais recentes experiências: foram boas ?
-
O
simples fato de estar presente trouxe algumas vantagens para o futuro,
enquanto cliente ?
Por
exemplo, um banco criou uma política em que garantia que cada cliente que
ligasse falaria com uma voz humana e não com uma máquina. Contudo, essa política,
só por si, não era sinal de eficiência. Pelo contrário, quando as pessoas
estavam a falar ao telefone a chamada voltava constantemente para trás e a
recepcionista pouco mais fazia do que receber uma mensagem. Contudo, o pior era
que após o fecho do banco não seria possível deixar mensagens com ninguém.
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A tecnologia baseada em interfaces pode parecer "fria"
e inflexível, mas é de confiança. E já existem sistemas que fazem uma série
de trabalhos fenomenais. Mas há um dado de irrefutável valor: a tecnologia
digital nunca (ou
quase nunca) é
rude.
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OS ATIVOS DA INFORMAÇÃO
À medida que o comércio se muda do mercado tradicional para o mercado "espacial"
os seus fundos físicos passam a ter mais responsabilidade. Na Internet não são
necessários caminhões, fábricas e licenças, mas sim ativos de informação.
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Isto inclui experts, marcas, inteligência de mercado e processos para
transformar a cultura e a identidade num coletivo. Identifique os ativos de
informação na sua própria empresa. Eles podem transformar-se nos bens e serviços
que venha a vender no futuro.
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Deve saber tirar partido dos seus próprios ativos. Identifique quais estão
em risco. A melhor forma de fazer isto é imaginar como os competidores podem
usar a tecnologia digital para competir consigo na procura desses ativos.
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APRENDER COM AS CRIANÇAS
Se já tem mais de 30 anos, mesmo que tenha uma relação muito próxima com a
Internet e as novas tecnologias, você é considerado um "imigrante"
para a maioria dos utilizadores.
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Ao contrário, as crianças crescem rodeadas de novas tecnologias, tanto
na escola como em casa. Elas nunca experimentaram o mundo sem estas tecnologias,
nomeadamente a Internet. Quem quiser ter sucesso na estratégia digital deve
aprender com elas.
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Contratar (legalmente)
crianças ou tentar incluí-las no processo de desenvolvimento é,
provavelmente, a parte mais fácil. O que é mais difícil é aprender a ver o
mundo através dos seus olhos. Mas essa é a única forma de desenvolver um
processo que o ajudará a descobrir, formar e libertar as aplicações
assassinas.
Condensado
de Unleashing the Killer App — Digital Strategies for Market Dominance, de
Larry Downes e Chunka Mui. © 1999 by Harvard Business School Press. - Adaptado
por Pedro Costa Coelho.
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PESQUISA,
DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR
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"DICAS
E CURIOSIDADES" Nº208 DO WWW.SDR.COM.BR
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seja
profissional
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Você provavelmente já percebeu o quanto é difícil conseguir
novos clientes...
Fazer propaganda que simplesmente descreve os seus produtos e
serviços geralmente trazem resultados pequenos e não conseguem
atrair muitos clientes. Isso acontece porque você precisa fazer mais
do apenas atrair clientes, você precisa roubá-los da sua concorrência
que atualmente já os atende.
Na sua próxima campanha de propaganda, experimente oferecer
benefícios especiais para a "primeira compra" de novos
clientes. Frete grátis, preços especiais, "compre 2 e leve
1" etc são algumas das alternativas.
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AVISO
DA SOUZA MENDES REPRESENTAÇÕES LTDA.
aviso
gratuito dE colegas para colegas
(MANDE
O SEU)
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Gostaríamos
de propor negociações com referencia a representadas,
nos estamos necessitando de enxovais ou seja, toalhas de banho,
cobertores (urgência), cama, mesa e banho em geral. Em retribuição,
indicaremos nossas representadas já com nosso aval que não operam em
vossa região.
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Atuamos nas regiões de Minas Gerais como triangulo mineiro,
oeste, noroeste, norte, vale do Jequitinhonha, e vale do aço.
Para contato: e-m@il: souzamcr@uai.com.br
- tel.:
(38) 3215-2333 / 3222-3830 - cel.: (38) 9952-3222 ( Julio )
.
BATISTELA SULAMITA BORDADOS MAISON ROUGE - www.batistela.com.br
16 285 1200 16 242 3321 16 242 6895
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Atenciosamente
Julio Sergio
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(Para
que não reparou esse colega é de minas mesmo. Olhem o provedor (uai)
- risos)
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CADA
POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE
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Costuma-se
dizer essa frase quando se quer falar mal do governo, atribuindo os
problemas ao povo que o escolheu.
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O autor, o filósofo francês Joseph De Maistre (1753-1821),
foi um crítico da Revolução Francesa, inimigo das repúblicas e
defensor das monarquias e do papa durante anos.
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No fundo, a expressão não critica os maus governos, mas sim
aos responsáveis pela eleição de seus representantes. Por isso,
cabe com perfeição aos regimes escolhidos por voto popular.
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Medindo
a Satisfação dos seus Clientes
.
Não
importa qual o tipo de negócio que você possui, se você não quiser
ter nenhuma surpresa em um futuro próximo, você precisa medir pró
ativamente a satisfação dos seus clientes.
.
Você
acredita que a sua empresa está preocupada com a satisfação dos
seus clientes? Responda então as seguintes perguntas:
1.
Você possui algum tipo de monitoramento da satisfação dos seus
clientes?
2.
Você sabe claramente quais são os segmentos de clientes que você
possui?
3.
Os seus clientes consideram fácil fazer negócios com a sua
empresa?
4.
Você possui um processo de constante melhoria dos produtos e serviços
que a sua empresa oferece?
5.
Você faz um monitoramento da satisfação dos seus funcionários?
6.
Você reconhece o trabalho de pessoas ou equipes que ultrapassam
suas metas e objetivos?
7.
A cultura da sua empresa está alinhada com os seus valores?
8.
Os líderes da sua empresa estão preocupados com os seus clientes?
9.
A sua empresa está preparada para responder rapidamente a mudanças
de mercado?
10.
Os seus funcionários respondem positivamente frente a propostas de
mudanças?
Monitore
a satisfação dos seus Clientes. Ao fazê-lo, você tem a chance de
entender porquê a sua empresa está crescendo ou não no mercado.
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PROTEJA
OS ENDEREÇOS DE SEUS CONHECIDOS DAS COBRAS
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É
importante manter ocultos os endereços para onde mandamos mais de uma
mensagem, pois não podemos expor nossos clientes, amigos ou leitores,
aos apetites vorazes de quem negocia com a venda de milhões de
correios eletrônicos dia.
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Preservar é preciso e para isso nada melhor que usar o Cco
do Outlook. Abra uma mensagem e clique em "EXIBIR"
depois em "TODOS
OS CABEÇALHOS".
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Em De:
deverá estar um de seus endereços (suporte@sdr.com.br )
Em Para:
o outro endereço (analise@sdr.com.br)
- (caso seja para um único destinatário).
Em Cc:
nada, deixe vazia
Em Assunto:
Lembre de colocar um assunto curto e claro.
.
Clique
em: Ferramentas
Clique em: Selecionar destinatários
Clique no endereço que deseja enviar e depois em Cco,
verá que ele irá num instante para lá.
Clique em OK
e o procedimento já estará encerrado, basta enviar normalmente seu
e-mail e ninguém terá sua privacidade devassada.
Se quiser enviar a mensagem a mais de um endereço, mas não todos de
seu catálogo:
Depois que selecionar o primeiro, mantendo o CTRL
pressionado vá clicando no seguinte , no seguinte, no seguinte...
assim que tiver escolhido todos, clique em Cco
e verá que os danadinhos se transportam para lá direitinho.
.
Clique em OK
e o procedimento já estará encerrado, basta enviar normalmente seu
e-mail e ninguém terá sua privacidade devassada.
.
Se quiser enviar a mensagem a todos os endereços de seu catálogo:
Depois que selecionar o primeiro, mantendo o SHIFT
pressionado, clique na barrinha da caixa indo até último endereço.
Com SHIFT
ainda pressionado, clique no último endereço e verá que selecionou
tudo de vez.
Clique em Cco
Clique em OK
Clique em enviar mensagem.
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Relaxe...
sua mensagem já foi enviada de forma a manter ocultos os endereços.
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EQUIPE
DO SDR
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O
merengue
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A
mistura perfeita entre claras, açúcar e ar não é outra coisa que
um delicioso merengue desfazendo-se na boca. Esta conjunção sutil
tomou forma da mão de um pasteleiro suíço com inconfundíveis genes
itálicos de nome Gasparini, lá por 1720, segundo alguns, e
rondando os 1600 segundo outros, na pequena cidade de Mehrinyghen,
pelo que se pode supor sem temor de equivocar-se que dali proveria o
seu nome.
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Como
corresponde a toda delicadeza gastronômica que se aprecie, o copo açucarado
devia ser aceitado em sociedade antes de sair a cena. O rei
Stanislaus o comeu pela primeira vez em Nancy e passou a receita a
Maria Leczinska e dali em diante dedicaram-se a desfrutar juntos a
doce confeitura.
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Outra
que também morria por ele era Maria Antonieta. Uma vez que a
monarquia lhe deu o visto, se converteu em uma que não podia faltar
de ornar mesas faustosas.
Naquele tempo não existia artefatos para moldar o merengue que era
feito com colheres até começo do século XIX, as variedades
que surgiram não se fizeram esperar, o chaja uruhuaio é o melhor,
mas tem outros como o vacherin, o Imperial Russo, o Falcão, os
merengues recheados de doce de leite, os bolos cobertos com merengue,
o próprio merengue assado, enfim toda a gama imaginável de combinações.
Sua popularidade vai e vem, mas sempre tem um lugar privilegiado na
hora da sobremesa.
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Venda
Soluções e não Produtos.
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"Vender
Soluções"
não deve ser encarada como apenas uma adaptação das conhecidas técnicas
de "Vender
Produtos".
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A
venda de Soluções requer uma nova abordagem que talvez nem devesse
ser chamada de "venda".
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Não pense que vender soluções significa "vender
algo para o cliente".
Pense que vender soluções significa "ajudar
clientes a encontrar as soluções que irão ajudá-los a atingir os
seus objetivos".
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Esqueça as suas metas, objetivos e cotas de vendas, e adote o
conceito de que você é o Consultor Interno do seu cliente. A sua função
é encontrar entre os produtos e serviços que a sua empresa oferece,
aquele que melhor o atende.
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Se
a sua empresa não pensar assim, você nunca conseguirá vender soluções.
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"O
êxito de um negócio não o determina a empresa, mas sim os seus
Clientes"
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Peter Drucker
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REFLEXÃO
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SR.
PROF. GUSTAVO BOOG
Diretor
e Fundador da Boog & Associados, desde 1983
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www.boog.com.br
- info@boog.com.br
- www.ecotraining.com.br
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Cada
vez mais se confirma em tese e na prática que a dimensão humana é “a
bola da vez”,
o mais importante diferencial competitivo das organizações.
Encontramos na Revista VEJA de 7/5/2003, a matéria “O Fator
Humano”, referindo-se ao Consultor Fred Kofman, que colocou em
palavras o que os funcionários sentem na pele e os empresários
percebem no bolso:
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"As
fontes de ineficiência e resultados medíocres são ambientes
empresariais em que gerentes se sentem donos da verdade e não dão
ouvidos aos clientes, fornecedores e tampouco aos seus comandados no
trabalho. Desencorajados pelos superiores, os funcionários tendem a
deixar seus valores éticos na porta da empresa e assumem lá dentro uma
posição passiva de quem tem pouco ou nada a contribuir”.
.
Cada vez mais fatores financeiros, tecnológicos, materiais,
equipamentos ou localização podem ser copiados ou obtidos com relativa
facilidade. Não que estes fatores não sejam importantes, mas
falta-lhes o movimento e energia que só as pessoas podem dar.
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O diferencial passa a ser a dimensão humana, a nova fronteira a
ser superada. “Até meados dos anos 80, a grande preocupação das
empresas era manter-se atualizadas do ponto de vista tecnológico. Novas
máquinas e processos proporcionavam saltos de produtividade. A partir
do fim dos anos 80, percebeu-se que a maior parte das companhias estava
se equiparando no que diz respeito ao acesso aos avanços tecnológicos.
.
O
foco competitivo voltou a se concentrar na questão humana. Nos anos 90
os programas de melhoria da gestão tornaram-se uma obsessão, geraram
inegáveis ganhos para as empresas, mas ainda deixaram muito campo para
ser desenvolvido”.
.
Este campo a ser desenvolvido diz respeito à contribuição única
que cada pessoa pode e deve dar. Aí é que entram os indivíduos que
fazem a diferença. Para fazer a diferença existem centenas de tratados
e abordagens, muitas possíveis, a maioria irrealizável, mas, em
resumo, pessoas felizes são pessoas mais engajadas com os objetivos e
metas da organização, mais dispostas a darem sua contribuição (e a
receberem a contrapartida correspondente).
.
As
pessoas não querem ser felizes apenas fora do ambiente e do horário de
trabalho: querem e exigem qualidade de vida integral, dentro e fora do
trabalho.
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Isto acaba com o velho e superado paradigma de que trabalho é
lugar de sofrimento. Não pode e não deve ser mais assim. As pessoas
querem ser felizes agora, sem adiamentos. Acho ótimo que empresas
proporcionem academias de ginástica, ginástica laboral e sala
antiestresse, mas isto não é mais suficiente: - Eu quero ser feliz no
relacionamento com o meu líder e com meus colegas de equipe. Não quero
mais um chefe carrasco para ter que depois relaxar na bicicleta ergométrica!
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As melhorias na qualidade de vida estão firmemente alojadas nas
expectativas das pessoas. É sabedoria gerencial atender a estas
expectativas. E o melhor, é que isto gera resultados de negócios.
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.SR.
PROF. GUSTAVO BOOG
Diretor
e Fundador da Boog & Associados, desde 1983
...
Consultor
e Terapeuta Organizacional, conduz Palestras e Workshops em temas
motivacionais e gerenciais, no Brasil e Exterior, bem como projetos de
competência organizacional, gerencial e individual. Engenheiro de Produção
(Politécnica/ USP) e Mestre em Administração de Empresas (EAESP/
FGV). Foi executivo do CNEC, do Grupo Villares e da SABESP.
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Professor no MBA/RH da USP. Foi Professor na FGV/SP, no ISAD/PUC/
Paraná e outras Escolas de renome.
É autor do livro “Faça a Diferença!”, bem como de diversos livros
e artigos de management e terapias avançadas.
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É
Coordenador de Série de livros sobre Espiritualidade no Trabalho, Novos
Paradigmas Empresariais, dos 4 Manuais de Treinamento e Desenvolvimento
da ABTD e do Manual de Gestão de Pessoas e Equipes.
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R.
Andréa Paulinetti, 274 - São Paulo (SP) Brasil - CEP:04707-051 - Tel:
(11) 5183 5187 - Fax: (11) 5183 5096
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www.boog.com.br
- info@boog.com.br
- www.ecotraining.com.br
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SR.
PROF. MARIO PERSONA
escritor,
palestrante, professor e consultor
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www.mariopersona.com.br
- contato@mariopersona.com.br
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Há alguns anos, descobri que era surdo. Hein? Não, nem tanto.
Foi num exame médico para ser admitido numa empresa. Daqueles em que
você fica numa cabine à prova de som e aperta um botãozinho sempre
que escuta um apito nos fones de ouvidos.
O que? Ah, sim, a perda é em ambos os ouvidos, mas muito
pequena. Nada sério. Só não consigo perceber as freqüências muito
altas. Maitê Proença? Ah, entendi. Não, não é de nascença. Deve
ter sido de tanto amaciar motores de aeromodelos na adolescência,
fechado numa garagem.
Esta pequena deficiência tem suas vantagens, como ouvir a música
do rádio com menos chiado ou continuar achando bom aquele LP que as
crianças gostavam de tocar.
Em
meus treinamentos de comunicação e marketing em negociação e vendas
costumo frisar a importância de se ouvir o cliente. É aí que a venda
começa, não na oferta do produto ou serviço. Parece algo simples, mas
não é. Nem todo profissional de vendas está preparado para isso. Você
ouviu o que eu disse? Então procure se lembrar de sua última venda. Quem
falou mais?
Neil Rackham foi um dos criadores da estratégia SPIN, iniciais
de Situation, Problem, Implication e Pay-Off. Resumindo, trata-se de uma
estratégia de vendas em que você procura identificar a situação e os
problemas de seu cliente, descobrir as implicações que eles trazem, e
o benefício esperado.
Para criar sua estratégia, Neil Rackham usou os dados obtidos
numa pesquisa patrocinada pela IBM e Xerox, a qual revelou que, num
universo de trinta e cinco mil contatos de vendas, na maioria dos que
foram bem-sucedidos quem falou mais foi o cliente. Psiu! Desculpe, eu
sei que você tem algo a dizer a respeito, mas espere até eu terminar.
Temos séculos de condicionamento que nos fazem acreditar que
vender é falar. Não é. Vender é saber administrar uma comunicação
de duas vias. Bilateral. De mão dupla. É convidar para dançar e abrir
mão dos dois pra lá, dois pra cá. É um pra lá e dois pra cá.
Isso porque temos dois ouvidos e uma boca, o que equivale dizer
que apenas um terço da comunicação deve ser iniciativa nossa. A menos
que você fale também pelos cotovelos, o que amplia isso para três
quintos.
Aí sugiro que esteja sempre de mangas compridas ou cotoveleiras
durante uma venda. Deve ser por isso que um amigo, vendedor, dizia que
vender é colocar os cotovelos na mesa. Não sei se a técnica pode ser
usada também para a boca.
Mas na hora de usar o 1/3 de seu direito de se comunicar numa
venda, você fala o quê? Oras, fale o que for relevante, desde que
termine sempre com um ponto de interrogação. Exatamente, aquele que é
parecido com um gancho. Em meu teclado fica ao lado da tecla "Shift".
Pare um pouco e olhe para ele.
Viu? Então você já entendeu. O gancho! É assim que se vende,
perguntando. Deixando o cliente pegar o gancho. Já tentou pescar com
anzol reto? O ponto de interrogação é o anzol que irá fisgar seu
cliente numa conversação e induzi-lo a falar. Enquanto você fica
quietinho para não espantar o peixe.
Se os anzóis interrogativos forem adornados com perguntas-isca
bem elaboradas, seus clientes ficarão boquiabertos com sua
profundidade. Mantenha-os boquiabertos enquanto você extrai mais
informações para formar um quadro completo das necessidades. Nada de
tentar arrastá-lo com argumentos para comprar uma característica de
seu produto que ele não quer. Como você sabe se ela não está fora da
freqüência de seu interesse? Até você sabe como ficar surdo a esse
tipo de ruído de vendedor.
A oferta dos benefícios de seu produto ou serviço deve
acontecer naturalmente, como uma reação à súplica de seu cliente.
Nesse ponto é ele quem passa a usar o ponto de interrogação. Se for
um cliente espanhol, vai usar dois pontos de interrogação, um deles de
cabeça para baixo. Mas isso não significa que comprará em dobro.
É claro que as perguntas que sua boca irá fazer não devem
partir da garganta, mas do cérebro. Podem ser perguntas fechadas ou
abertas. As primeiras costumam gerar respostas pontuais como sim, não,
hoje, amanhã, frio, quente etc. As outras criam oportunidades para o
cliente se abrir, falar mais, revelar o que está pensando ou
sentindo. Coloque-se no lugar do médico que tenta descobrir onde dói
na hora de perguntar.
Definitivamente, saber vender não é saber falar. É saber
perguntar. As grandes descobertas só foram possíveis porque existiram
pessoas que fizeram grandes perguntas. E tiveram a paciência de esperar
pela resposta..
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SR.
PROF. MARIO PERSONA
escritor,
palestrante, professor e consultor
.
Mario
Persona é escritor, palestrante, professor e consultor em comunicação
e marketing, com ênfase em estratégias de comunicação, marketing,
gestão de mudanças e desenvolvimento pessoal. Seus artigos, idéias e
temas de suas palestras podem ser encontrados em seu site:
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www.mariopersona.com.br
- contato@mariopersona.com.br
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PIADAS
DE COR AZUL = LINDINHAS
PIADAS
DE COR ROXA = PICANTES
PIADAS
DE COR VERMELHO = PAHH
PIADAS
DE COR VERDE = ENJÔO!
PIADAS
DE COR PRETO = FEIA
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Era
um cozinheiro tão feio, mas tão feio, que fazia chorar as cebolas.
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Um
menino diz para o seu pai: - Na escola um menino disse que eu era gay.
E
o que fizeste?
Bati
nele com a minha bolsinha!
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Um
senhor meio abestalhado vai de férias para casa de um parente e este
tinha um louro muito falador, o mesmo se fascinou com o louro,
então o amigo decidiu lhe dar um de presente, o bestanga volta para
casa e o amigo ao não encontrar nenhum louro semelhante, lhe manda
uma coruja.
Depois
de um mês o amigo escreve agradecendo o presente e lhe diz:
"pois é, o louro tá lindo, mas por mais que eu o ensino, nada
dele falar, mas que é atento isso ele é!!!
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Cinco
cirurgiões discutem sobre quem são os melhores pacientes na mesa de
operação.
O
primeiro cirurgião diz: - Eu gosto de operar contadores porque quando
os abres tudo dentro está localizado por números.
O
segundo responde: - Sim, mas os eletricistas são os melhores por que
todos os órgãos estão codificados por cores.
O
terceiro diz: - Não, na realidade os que eu gosto são os bibliotecários,
por que tudo dentro deles está colocado em ordem alfabética.
O
quarto diz: - Deixe-me lhes dizer, eu gosto dos trabalhadores da
construção, eles entendem que às vezes sobram partes e que às
vezes o trabalho leva mais tempo de o que se pensava.
O
quinto cirurgião diz: - Estão todos equivocados. Os políticos são
os melhores pacientes do mundo para operar porque: - Não tem
coração, não tem testículos, e o cérebro e a bunda são
totalmente intercambiáveis.
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Certa
ocasião uma pessoa encontrou um espelho e disse quando se olha: - A
este cara "Eu o conheço".
E
o guardou no bolso e quando chega em casa pega novamente o espelho e
volta a pensar o mesmo.
A
esposa pergunta o que tinha nas mãos e o cara responde que nada, mas
a esposa fica curiosa e com dúvidas e decide na madrugada procurar
nos bolsos o que o seu esposo tinha guardado, e que surpresa quando se
olha no espelho: - Ah, era uma amante e com cara de puta a
desgraçada!!!
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Um
cara vai cortar o cabelo e assim que entra na salão encontra o
cabeleireiro ocupado, pelo qual resolve esperar um pouco. Um tempo
depois se dá conta que um cachorro está olhando fixamente para o
cara que estava cortando o cabelo, então ele diz: - Senhor, o seu
cachorro está fascinado com o tipo de corte que está fazendo em seu
cliente.
Ao
que o cabeleireiro responde: - Não é isso amigo, é que de vez em
quando o cachorro recebe um pedaço de orelha.
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Em
uma praia resgatam uma pessoa que tinha se afogado. Chega rapidamente
um salvavidaS, que se agacha e começa fazer respiração boca a boca.
Em
cada chupão tira um pouco de água, assim passa um tempo e segue
tirando água.
Uma
pessoa que estava do lado vendo o que se passava, lhe diz: - Tire a
bunda dele dágua que se não vai secar o mar...
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SR.
PROF. TOM COELHO
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Diretor
Infinity
Consulting
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"A
fórmula da minha felicidade: um sim, um não, uma linha reta, um
objetivo."
Friedrich Nietzsche
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Você
decide ir ao cinema. Sai de casa e quando percebe, imerso em seus
pensamentos, está fazendo o caminho convencional para ir ao trabalho
e que coincidentemente é diametralmente oposto. Depois de enfrentar
um belo trânsito, acerta o passo e chega ao shopping. Vasculha os três
pisos para obter uma vaga no estacionamento. Logo mais, encontra uma
agradável fila para comprar os ingressos. Na boca do caixa descobre
que a sessão está esgotada. Outra, só duas horas e quinze minutos
depois.
Impossível? Improvável? Com você não? Pense bem antes de
responder. Se você ainda não passou pelo ciclo completo descrito
acima, uma boa parte dele já lhe visitou num final de semana destes.
O mal é o mesmo que afeta profissionais e empresas no mundo
corporativo: a ausência de metas definidas.
Cinco
Passos para uma Meta
Vamos partir de um pressuposto. Você sabe o que quer, para onde
deseja ir. Se está em uma empresa que não lhe agrada, buscará
outra. Se está disponível, sabe qual o perfil da vaga que lhe
interessa. Se está satisfeito em sua posição atual, almeja alcançar
um cargo mais elevado.
Uma meta, qualquer que seja ela, só pode ser assim conceituada
quando traçada segundo cinco variáveis. A primeira delas é a
especificidade. Seu objetivo deve ser muito bem definido. Assim, não
adianta declamar aos quatro cantos do mundo "Quero trabalhar na
multinacional ABC Ltda.". Desculpe-me a franqueza, mas acho que
você não será contratado a menos que pense "Vou trabalhar como
Gerente Comercial, na Divisão Alfa, da companhia ABC Ltda., atuando
na coordenação e desenvolvimento de equipes de vendas para a Região
Sul". Quanto mais específica for a definição de seu propósito,
mais direcionado estará seu caminho.
A segunda variável é a mensurabilidade. Sua meta deve ser
quantificável, tornando-se objetiva, palpável. Em nosso exemplo
anterior, você teria que definir, por exemplo, a faixa de remuneração
desejada. Uma outra situação bem ilustrativa desta variável é a
aquisição de bens materiais. "Pretendo comprar um carro",
é um desejo. "Vou comprar um veículo da marca XYZ, modelo Beta,
com motor 2.0, dotado dos seguintes opcionais (relacioná-los) com
valor estimado em R$30.000,00", é uma quase-meta.
A próxima variável é a exeqüibilidade. Uma meta tem que ser
alcançável, possível, viável. Voltando ao exemplo inicial, o
objetivo de integrar o quadro da ABC Ltda. como Gerente Comercial não
será alcançável se você tiver uma formação acadêmica
deficiente, experiência profissional incompatível com o perfil do
cargo e dificuldades de relacionamento interpessoal.
Chegamos à relevância. A meta tem que ser importante,
significativa, desafiadora. Você decide como meta anual elevar o
faturamento de seu departamento em 5% acima da inflação. Porém, seu
mercado de atuação está aquecido e este foi o índice definido - e
atingido - nos últimos dois anos. Logo, é preciso ousadia, coragem,
para determinar um percentual superior a este, capaz de motivar a
equipe em busca do resultado. Lembre-se de que o bom não é bom onde
o ótimo é esperado.
Finalmente, o aspecto mais negligenciado: o tempo. Muitas metas
são bem definidas, mensuráveis, possíveis e importantes, mas não
estão definidas num horizonte de tempo. Aquela oportunidade de negócio
tem que ser concretizada até uma data limite. Aquela reunião tem que
ocorrer entre 14h00 e 16h00. Aquele filme no cinema tem início às
21h30 e sairá de cartaz na sexta-feira próxima. Procrastinar, nome
feio dado à mania de adiar compromissos, cabe como uma luva aqui e
confere um golpe mortal a qualquer meta proposta.
Metas,
Realização e Resultados
No mundo das corporações as coisas nem sempre funcionam assim.
Observamos o reinado do "auto-engano". Metas são
estabelecidas para justificar investimentos, agradar acionistas. São
fixados objetivos com base em expectativas irreais, prevendo
crescimento da ordem de dois dígitos independentemente de incertezas
políticas e econômicas. Poderiam até ser alcançáveis dentro de um
espaço de tempo adequadamente delimitado. Mas como não se pretende
mexer nas variáveis tempo e exeqüibilidade, alteram-se as variáveis
mensurabilidade (daí os balanços maquiados, ou melhor, a
"contabilidade criativa") e relevância (daí qualquer meio
ser justificável, inclusive rasgar a Carta de Valores, praticar
downsizing a qualquer custo, desviar o foco do negócio, promover fusões
e joint ventures desprovidas de fundamentação).
As pessoas buscam realização. Mais do que um ato, um estado
de espírito. Mais importante do que o fato concretizado, a satisfação
de tê-lo feito.
As empresas, por sua vez, buscam resultados. Mais do que a
conclusão, o fim de algo em si mesmo. Estes resultados podem ser
representados por mais lucro, mais espaço no mercado, mais clientes.
Ou seja, invariavelmente deve significar "mais", embora não
raro acabe por tornar-se "menos".
Decorre deste estado de coisas que acabamos por ter um grande
teatro onde planejamentos são criados, estratégias inventadas,
profissionais desmotivados, valores corrompidos. A verdade é
mascarada, a integridade é volatilizada.
Há, infelizmente, uma distância quase incompatível entre
metas corporativas e metas pessoais. Salvo exceções, conciliá-las
pode não passar de retórica barata. O executivo pretende vigiar sua
saúde, assistir à sua família e obter realizações palpáveis em
seu ambiente de trabalho. A empresa diz que o apóia, mas exige-lhe
pesada carga de trabalho, impõe-lhe a necessidade de resultados
expressivos, cultiva-lhe o stress e a insegurança.
A
Meta deve ser Você
Particularmente, não compactuo desta ditadura. Resultados não são
tudo, assim como não é o cliente quem manda na empresa. Resultados
devem ser buscados com persistência, assim como clientes devem sem
atendidos com maestria. Mas o fim de tudo deve ser o sentimento de
realização, a satisfação de dever cumprido. Ainda que a
contabilidade diga que você trocou seis por meia dúzia...
Por isso, estabeleça e mantenha o foco. Parafraseando os Irmãos
Pedro Lopes, "várias flechas não garantem o acerto do alvo, e vários
alvos confundem o arqueiro". Esteja preparado para os tombos - um
obstáculo é apenas uma das etapas do seu plano. Use a vaidade e o
dinheiro como bons estímulos, mas jamais como objetivos. Redija suas
metas de forma nítida, cuidando para que elas sejam específicas,
mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Dê-lhes todo seu
esforço e imaginação.
E, finalmente, lembrando Richard Carlson, "pense no que
você tem, em vez do que gostaria de ter. A felicidade não pode ser
atingida quando estamos o tempo todo desejando novas metas. Quando você
focaliza não o que se deseja, mas o que tem, termina obtendo mais do
que gostaria".
Tom Coelho
Tom Coelho, com graduação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela
ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP, é empresário,
consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting,
Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE-Fiesp. Contatos através
do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite www.tomcoelho.com.br.
.
Tom
Coelho, com graduação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela
ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP, é empresário,
consultor, escritor e palestrante, Diretor da Infinity Consulting,
Diretor do Simb/Abrinq e Membro Executivo do NJE/Fiesp.
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JORNAL
DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº208...
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O
Vendedor nOSSO meLHor cliente...
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Creio
que como gerentes e empresários deveríamos refletir sobre a figura do
vendedor porque é uma peça muito importante da economia de um país.
É a engrenagem que consegue fechar o ciclo de venda.
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Todos somos conscientes que nossa maior fonte de ingressos provêm
das vendas (cobradas por suposto), mas nos custa entender que a maioria
destas tem sido realizadas por uma pessoa de Vendas.
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Esta
profissão esta desprestigiada na sociedade:
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Que
mães ou pais desejariam que o seu filho se dedicasse à venda?,
Que
criança tem sonhado ou dito para o seu pai: "Papai quando for
grande quero ser vendedor".
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Que
futuro nos espera se somos capazes de re-valorizar esta figura, de
fomentar o interesse por esta carreira profissional, de projetar uma boa
imagem da mesma, de implicarmos nos processos de formação e
reciclagem, etc...?
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Se
cada dia é mais difícil encontrar bons clientes clientes internos
(vendedores), nos ficará difícil encontrar bons clientes externos...
sempre nos fica a solução de vender nossos mesmos produtos ou serviços.
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.Francesc
J. Gómez - vendedorgeneral@clubdelvendedor.com
BARCELONA
- ESPANHA
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ALGUMAS
MANEIRAS DE AUMENTAR SUAS VENDAS
PROF.
MÁRCIO MIRANDA
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Construa
bons relacionamentos.
Não é somente quem você conhece que determina o valor de suas relações;
é se aquelas pessoas que o conhecem o consideram como uma fonte de negócios
valiosa. Defina quem você precisa conhecer hoje, na próxima semana e
no mês que vem. Comece agora a cultivar os relacionamentos e a reputação
que irão expandir suas possibilidades.
Aprenda
a administrar pontos de vista.
Metade de seu trabalho é manter você e outras pessoas dentro do mesmo
estado de espírito. Cultive sua habilidade de se manter focado nas
coisas mais importantes. Torne-se um conciliador e você será
respeitado por todos.
Administre
a tensão ao longo do processo de vendas.
À medida que a tensão aumenta, a confiança diminui. Esteja consciente
do fluxo e refluxo de tensão que surge ao longo de uma negociação de
vendas. Aprenda a reduzir essa tensão quando ela aparece e aproveite
para aumentá-la momentaneamente para adicionar urgência aos momentos
decisivos, como o fechamento.
Apresente-se
sempre com uma boa notícia para seus clientes.
O modo como você é notado por seus clientes determina o quanto de
resistência você irá encontrar à medida que realiza suas vendas.
Aprenda a projetar um sentimento positivo junto àquelas pessoas com as
quais você se comunica. Torne-se um parceiro na resolução de
problemas, não um mero vendedor de produtos.
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PROF.
MÁRCIO MIRANDA
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PRESIDENTE DA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES
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.Workshop
Consultoria e Treinamento
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http://www.workshop.com.br
- julia@workshop.com.br
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"És
UM FRACASSO SOMENTE SE NÃO APRENDES NADA DELE"
"Thomas
Edison dIZIA QUE CONHECIA 999 FORMAS EM QUE UMA LÂMPADA NÃO
FUNCIONAVA,
E
NO ENTANTO HOJE TEMOS LUZ.
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5
dicas para você gerenciar o seu tempo.
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Tempo
é dinheiro. Veja quais são as 5 dicas sobre Gerenciamento de Tempo,
que Barry Farber - autor e consultor de sucesso - traz para nós.
1.
Divida o seu tempo entre os seus interesses de Trabalho, Família e
Pessoal ao fazer uma lista das principais coisas que você quer fazer
nos próximos 12 meses.
2.
Faça um acompanhamento diário das atividades. A cada hora, pergunte a
você mesmo como você está gastando o seu tempo. E então pergunte a
você mesmo: “Essa é a forma mais produtiva de investir o meu
tempo?”. Se sim, continue a fazer o que você está fazendo. Se não
for, faça as mudanças necessárias.
3.
Não faça coisas por fazer. Coloque o seu coração, cabeça e alma em
todos os pequenos detalhes. Esse é o segredo do sucesso. Fique alerta e
faça com que todos os momentos sejam importantes. Seja cuidadoso sobre
como você gasta o seu tempo.
4.
Você está convencido que você está gerenciando bem o seu tempo da
forma que sempre foi feito ? Pense se você está tomando apenas o
caminho mais simples. Às vezes não é necessário fazer grandes mudanças
para ser mais eficiente, simplesmente mudando um único aspecto do seu
trabalho – talvez apenas a ordem que as coisas são feitas -, já seja
o suficiente para fazer uma grande diferença.
5.
Qual o tipo de ferramenta de gerenciamento de tempo que você utiliza ?
Agendas, Softwares ? Existe hoje uma série de ferramentas de
gerenciamento de tempo disponíveis no mercado que podem ajudar você.
Procure e encontre uma ferramenta que melhor se adapta a sua maneira de
ser. Mas não deixe de utilizar uma.
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PROF.
RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO
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UM
microchip contra seqüestros nO México - www.cnn.com
O
microchip, que começou a ser vendido nos Estados Unidos no ano passado,
poderia estar disponível a partir de 2004. A partir do ano 2004,
alguns mexicanos poderiam implantar-se um microchip para ser localizados
pela policia em caso de ser seqüestrados, uma paranóia comum em um país
com uma taxa elevada de seqüestros, somente superado pela Colômbia no
continente.
Entre 1992 e 2002, México registrou ao menos 15.000 seqüestros, que o
convertem no segundo país do mundo em quantidade de plágios, depois da
Colômbia, segundo Organizações Empresariais do país e o Banco
Interamericano de Desenvolvimento.
O chamado dispositivo de localização pessoal (PLD por suas siglas em
inglês) medirá entre 6 e 7 milímetros de diâmetro e estará equipado
com uma antena, um modem e uma bateria que permitirão ver a localização
exata da pessoa implantada graças a ajuda de satélites de
posicionamento global (GPS).
O PLD é uma tecnologia desenhada por VeriChip Corporation, subsidiária
da estadunidense Applied Digital Solutions Inc., e por ora é um protótipo
que mede 6,25 centímetros, similar a um marcapasso para o coração,
mas espera-se que em finais do 2003 esteja pronta a versão em
miniatura.
Não se tem determinado ainda um preço para o dispositivo PLD, mas
Antonio Aceves considerou que será menor há média de entre 10.000
e 20.000 dólares que
recentemente espalhou a imprensa internacional.
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Ingresso
de cinema via web ganha força e muda hábitos do público
- www.valoronline.com.br
Em vez de lazer e entretenimento, ir ao cinema no fim de semana em
cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro pode significar momentos de
pura irritação. As filas enormes e salas lotadas que fazem muitos cinéfilos
perder o bom humor, no entanto, estão trazendo um novo hábito aos
moradores das grandes cidades: comprar ingressos pela internet.
Os números registrados pelo site Ingresso.com.br, responsável
pela informatização de redes multiplex como Cinemark, UCI, Severiano
Ribeiro, Hoyts, CineBox e Arteplex, apontam para uma freqüência cada
vez maior desse costume entre os brasileiros. Em 2000, foram vendidos
seis mil ingressos pela internet no país. Apenas dois anos depois, o
volume alcançou 340 mil unidades. Para 2003, a previsão é de vender
700 mil e, no ano que vem, alcançar 1,4 milhão de ingressos on-line.
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Venda
de eletroeletrônicos cai 13,2% no semestre
As vendas de eletroeletrônicos tiveram queda de 13,2% no primeiro
semestre do ano em comparação ao mesmo período de 2002, informou hoje
a Eletros, associação dos fabricantes do setor. De acordo com a
associação, as empresas estão revendo as projeções de vendas para
2003. Elas pretendiam recuperar este ano a queda de cerca de 2%
verificada em 2002. Agora, mesmo havendo melhora no segundo semestre, a
previsão é de novo resultado negativo.
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Seria
o 3º ano consecutivo de queda no faturamento. As vendas de eletroeletrônicos
são afetadas pelas altas taxas de juros dos Bancos e financeiras, além
da venda massiva de CELULARES
e pela queda no poder de compra do que resta da população viva, depois
dos monstruosos aumentos pré-eleição. O segmento mais atingido na
primeira metade do ano foi o de linha branca (geladeiras, fogões etc.),
que recuou 17,71%. Na linha de imagem e som, a queda foi de 12,88% e na
de portáteis, de 9,84 %. A famosa lei de produzir menos, ganhando
mais...
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PRECAUÇÃO!!!
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Estará
recebendo de vez em quando, e-mails onde pedem para você atualizar
seus dados.
- Podem ser Bancos / Financeiras / Órgãos Federais / Agências de
trabalho / e outras pelo estilo.
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Jamais
entre pelo endereço ou link que eles oferecem ou informam, mas sim pelo
endereço que você conhece deles, porque a coisa mais simples é copiar
uma página de entrada de um site e coloca-la a disposição dos
incautos ou desprevenidos, e assim conseguir que cada um digite os dados
para que os ladrões pilhem de você informações valiosíssimas.
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Acontece
todos os dias de pessoas de péssima índole, estarem enviando e-mails
para que se cadastre dizendo até que são enviados de São Pedro e que
estão fazendo a listagem dos que querem, ir ao céu. E tem gente que se
cadastra, claro quer esses sabem que estão condenados!
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Lembre:
- JAMAIS
se cadastre pelo e-mail que lhe enviem e sim pelo endereço que você
conhece...
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EQUIPE
DO SDR.
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