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LEIA NESTA EDIÇÃO
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DICA
DA SEMANA DA EQUIPE DO SISTEMA SDR
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BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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"
O MEDO E A MARCA "
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SR.
PROF. DR. LUIZ MARINS - Ph.D
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DIRETOR
DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING
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anthropos@anthropos.com.br
- http://www.anthropos.com.br
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Como diz, com rara sabedoria, o consultor francês Chetoniche,
o grande capital das empresas no século XXI
será a "marca".
"Marca",
como o próprio nome diz é a imagem "impressa",
"marcada"
na cabeça de um consumidor sobre tal e qual produto ou serviço.
Hoje a grande discussão é: - "quanto
vale uma marca?"
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O valor de uma marca é medido pelo quanto essa marca é
capaz de sustentar o preço de um produto ou serviço frente a
uma marca concorrente. Ou seja, quanto o consumidor está
disposto a pagar "a
mais"
para adquirir aquela "marca".
Estudos nesse sentido são feitos comparando-se marcas
diferentes em produtos similares. Por exemplo:
Tomamos
um refrigerante, por exemplo. Coca-Cola vs. Tubaína. Quando o
preço dos dois é R$1,00 por exemplo, quase 100% dos
pesquisados preferem Coca-Cola. Colocando-se a Coca-Cola a
R$1,00 e a Tubaína a R$0,80, vemos que quase 75% ainda
prefere Coca-Cola. Colocando a Tubaína a R$0,50 e a Coca-Cola
a R$1,00 vemos que a migração para a Tubaína passa a ser de
mais de 60%. Assim, a "marca" Coca-Cola
"sustenta" um preço até esse patamar. É o quanto
vale a marca, nesse exemplo..
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Por
que isso ocorre? Por que uma pessoa opta por uma marca e não
por outra?
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A resposta é "Medo!"
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Você
compra uma marca de televisor e não outra porque você tem "medo"
que a outra não tenha a qualidade da primeira, ou não ofereça
a assistência técnica ou que seja mais frágil, ou qualquer
outro "medo".
Você compra um iogurte de uma marca e não de outra porque você
tem "medo"
que a outra não tenha a qualidade higiênica da primeira ou
qualquer outro "medo".
Você compra uma marca de aspirador de pó e não outra porque
tem "medo"
que a outra marca seja mais frágil, não tenha uma rede disponível
de assistência técnica, etc. Você vai num restaurante e não
em outro porque tem "medo"
que a refeição do outro seja de pior qualidade, mais cara, ou
qualquer outro "medo".
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E aqui vale até o "status".
Você usa uma griffe de roupa e não outra porque tem "medo"
que achem você "pobre"
ou "cafona"
se usar tal roupa sem griffe, etc. Da mesma forma um relógio.
Você usa um relógio de tal marca porque tem "medo"
que pensem que você é um desatualizado ou fora de moda por não
usar marcas famosas no pulso.
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Sempre
há um "medo" por trás da decisão por uma marca!
-
O
que isso quer nos dizer?
-
O
que isso quer dizer à empresa, aos departamentos de
marketing, vendas, propaganda, promoção?
A
primeira coisa que uma empresa tem que fazer é uma análise
profunda e séria dos possíveis "medos"
que seus clientes
ou "prospects"
podem ter com relação à sua marca ou à sua empresa.
Esse
exercício é fundamental e deve ser baseado em alguma pesquisa
qualitativa, mesmo que seja a mais informal possível. De posse
desses possíveis "medos"
a pergunta é:
-
O
que podemos fazer para tirar esses "medos" da cabeça
de nossos clientes ou "prospects"?
-
Que
ações concretas deveremos desenvolver para tirar esses
"medos"?
-
Quais
estratégias globais usaremos?
-
Como
envolveremos desde o marketing até recursos humanos nessa
estratégia?
O
estudo e a análise dos "medos"
com relação à nossa marca é dos mais produtivos para uma
empresa. E esse estudo poderá trazer muitas luzes para que
compreendamos a nossa empresa e a visão que o mercado tem dela
e de seus produtos ou serviços.
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Muitos hotéis estão vazios porque seus prováveis
clientes têm um conjunto injustificável de "medos"
com relação a ele:
O
mesmo ocorre com restaurantes, bares, hospitais, clínicas,
clubes, cuja "fama"
pode construir um conjunto de medos que não condizem com a
realidade dos fatos, preços, etc.
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Numa pesquisa que fizemos sobre marcas de automóvel,
constatamos os mais incríveis "medos"
entre possíveis clientes.
-
"Esse
carro quebra muito!"
-
"A
assistência técnica é um roubo".
-
"As
peças são as mais caras que existem!".
-
"A
pintura enferruja no primeiro ano."
E
todas as constatações de "medo"
que verificamos quando foram "checadas"
com a realidade, com especialistas no setor, comprovaram ser
falsas. Algumas afirmações de "medo"
foram tidas até como "absurdas"
por especialistas porque a realidade era exatamente a oposta ao "medo"
revelado na pesquisa. Muitas vezes algum fato isolado no passado
pode "marcar
uma marca"
para toda a vida infundindo na cabeça do cliente um "medo"
quase impossível de ser retirado.
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Daí a importância da comunicação correta e dirigida
para os "medos".
Fico imaginando como é possível fazer-se uma campanha publicitária
ou comunicação qualquer com o mercado sem um sério estudo dos
"medos"
em relação à nossa marca e à nossa empresa. Parece-me jogar
dinheiro fora!
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E uma das formas de combater o "medo"
é justamente reforçar o "não-medo"
numa
marca ou produto ou seja reforçar o oposto do medo no sentido
positivo. Assim, mostrar que meu produto é robusto e forte pode
ser usado para combater o "medo"
da fragilidade ou de uma assistência técnica precária que eu
possa realmente ter.
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As minorias estão hoje sendo um componente importante do
mercado. Essas minorias são as maiores vítimas de "medos"
que as tornam "excluídas"
e que re-alimentam o medo. Assim, negros têm "medo"
de ir a um restaurante mais fino e serem discriminados.
Homossexuais têm "medo"
de ir a um bar e igualmente serem discriminados. O mesmo ocorre
em hotéis, etc.
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Vejo o mesmo ocorrer com casais que têm filhos pequenos.
Têm "medo"
de ir a determinados lugares porque crêem que seus filhos não
serão aceitos. Isso ocorre muito em alguns hotéis que até
possuem esquemas ótimos para receber crianças mas passam a
imagem e o "medo"
de que crianças não são bem-vindas.
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Numa pesquisa que fizemos sobre hotéis, verificamos que
muitas famílias têm "medo"
de alguns hotéis porque dizem que eles "vivem
cheios de convenção de vendedores."
Quando consultamos esses hotéis verificamos que a realidade não
é bem essa. Quando voltamos aos nossos pesquisados vimos que
essas pessoas tiveram uma experiência negativa com convenções
alguma vez no passado ou "ouviram
dizer"
que tal ou qual hotel é "só
para convenções".
Enquanto isso o hotel está desesperado para atrair famílias
nos finais de semana....
O
mesmo ocorre com supermercados, por exemplo. Numa pesquisa que
fizemos verificamos que as pessoas escolhem um determinado
supermercado porque acreditam que ele seja realmente mais barato
ou que tenha maior variedade. Quando colocamos outros
supermercados para opção, nossos pesquisados demonstraram "medos"
não comprovados com relação aos demais, como por exemplo:
Quase
todos os "medos" quando checados com a realidade se
mostraram inconsistentes. Da mesma forma é a escolha da escola
particular para os filhos. Analisem os "medos"
que formam a escolha de uma escola em detrimento de outra e
ficarão absolutamente surpresos! Cada "marca"
de
escola traz um "medo"
embutido.
Disse
uma mãe que pesquisamos sobre determinada escola. Quando
verificamos a realidade, nos últimos três anos, nenhum pedido
adicional à mensalidade havia sido feito por aquela escola aos
pais. Achamos que era uma opinião isolada.
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Pesquisamos
mais de 50 mães e todas confirmaram "medos"
semelhantes sobre a mesma escola! Da mesma forma verificamos o "medo"
explicitado pela frase:
E
assim, os medos se repetem e se multiplicam. Como tirar esses "medos"
da cabeça de nossos clientes ou prospects? Eis aí um bom
desafio para as empresas que quiserem sobreviver e vencer no Século
XXI.
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Nesta
semana, pense nisso. Boa Semana. Sucesso!
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SR.
PROF. LUIZ MARINS Ph.D..
DIRETOR
DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING
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representação,
negociação, marketing, vendas
"CARTAS
RECEBIDAS DAS AMIGAS/OS DO JORNAL SDR N°258"
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SEJAM
MUITO BEM VINDOS.
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A
INVEJA É MÁ CONSELHEIRA
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Zeus
fez um touro, Prometeo um homem, Atenas uma casa, Momo, invejando as
obras, começou a dizer que Zeus havia cometido um erro em não
colocar os olhos do touro em seus cornos, afim de que pudesse ver
aonde feria.
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Prometeo
outro ao não suspender o coração do homem fora de seu peito, para
que a maldade não estivesse escondida e que todos pudessem ver o que
há no espírito.
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E quanto a Atena, que devia ter colocado a sua casa sobre
rodas, com o objetivo que se um malvado se instalasse em sua vizinhança,
seus moradores pudessem mudar-se facilmente.
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Zeus indignado por sua inveja, expulsou Momo do Olimpo.
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MORAL:
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"Qualquer
obra que se faça, por mais perfeita que pareça, sempre alguém
encontrará uma razão para criticar!"
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BIOGRAFIA
DE ESOPO
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VIVEU
ENTRE O ANO DE 640 AO DE 560 ANTES DA ERA CRISTÃ
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Obrigado
a todos por escreverem. Este é seu espaço, para publicar as
primeiras vinte cartas, que representam todas as que recebemos na
semana e agradecemos a todos pelos elogios e carinho que nos
oferecem, o que nos incentiva para continuar e melhorar o jornal
desta excelente comunidade.
..EQUIPE
DO SDR
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LÍDIA
MARIA SANTOS ARAÚJO - NEOCLÁSSICA SOCIEDADE DE PORCELANAS, LtDA. -
AVEIRO - PORTUGAL
tIVE CONHECIMENTO DESTE SITE ATRAVÉS DE UMA AMIGA. ACHEI UMA ÓPTIMA
IDÉIA A COMPILAÇÃO DE TANTOS TEMAS DISCUTIDOS E APRESENTADOS PELOS
MELHORES PROFESSORES E PROFISSIONAIS NAS DIFERENTES ÁREAS DE ACTUAÇÃO.
A FORMAÇÃO NESTAS ÁREAS NUNCA SERÁ DEMAIS.
POR OUTRO LADO TENHO EM MIM UMA SEDE INSACIÁVEL DE APRENDER CADA VEZ
MAIS, POSSO ATÉ DIZER QUE SOU APAIXONADA PELO CONHECIMENTO. BEM HAJAM
PELO VOSSO MAGNÍFICO TRABALHO
UM FORTE ABRAÇO,
LÍDIA ARAÚJO.
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MARCOS
DE MECÊ - MARKETSHARE MARKETING FARMACÊUTICO LTDA - CAMPINAS (SP)
PREZADOS SENHORES,
SOU
RESPONSÁVEL POR UMA EQUIPE DE REPRESENTAÇÃO DE MEDICAMENTOS NA REGIÃO
DE CAMPINAS, OS TEMAS ABORDADOS EM SEU JORNAL VEM JUSTAMENTE O QUE EU
ESTAVA PROCURANDO, COM ISSO EU POSSO REPASSAR PARA OS REPRESENTANTES E
MANTÊ-LOS SEMPRE ATUALIZADOS.
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ANTONIO
CARLOS FERREIRA DA ROCHA - WS PEREIRA REPRES. LTDA. - SÃO LUÍS (MA)
CONHECI O SDR ATRAVÉS DE PESQUISAS EM BUSCA DE REPRESENTAÇÃO
COMERCIAL. SOLICITO A ASSINATURA DO JORNAL DO SDR, GRATO.
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GUSTAVO
EMILIANO CUNHA E SILVA - YÁZIGI PONTA GROSSA - PR
RECEBI UM E-MAIL DA MINHA ESPOSA, NÃO SEI ONDE ELA CONHECEU O SITE DE
VOCÊS. ESPERO TROCAR IDÉIAS E EXPERIÊNCIAS COM TODOS VOCÊS.
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DÉBORA
CECILIA DA SILVA - MICROLINS - TRÊS LAGOAS
UM
CONTEÚDO QUE NOS FAZ INTERAGIR E AJUDA-NOS A ADQUIRIR MAIS
CONHECIMENTO, NO CASO ÁREA DE VENDA DO QUAL ESTOU INTERESSADA POR
TRABALHAR COM ESTA PROFISSÃO. E CONHECI POR NECESSIDADE, POIS ESTOU
PASSANDO POR DIFICULDADE NAS VENDAS BUSQUEI EM BUSCA PELO TERRA
E A EDITORAÇÃO DESPERTOU MINHA ATENÇÃO E QUE É MELHOR AJUDOU-ME
MUITO.
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OSMAR
VALENTE - ALMEIDA VALENTE S/C LTDA - SÃO PAULO - SP
O SDR ESTÁ DE PARABÉNS PELA QUALIDADE DAS MATÉRIAS E MATERIAIS
APRESENTADOS. TRATA-SE, SEM DÚVIDA ALGUMA DE UMA RICA FONTE PARA O
NOSSO ENGRANDECIMENTO CULTURAL, PROFISSIONAL E, PRINCIPALMENTE,
ESPIRITUAL.
FICAREMOS HONRADOS EM RECEBER ESSES MATERIAIS EM NOSSO E-MAIL
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ANDRESSA
CONCEIÇÃO ROCHA - SERRA ES
CONHECI ATRAVÉS DA INTERNET, POR FAZER FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO
ACHO QUE O JORNAL DE VCS VAI CONTRIBUIR MUITO PARA MINHA FORMAÇÃO
ACADÊMICA. OBRIGADA.
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Rodrigo
Melo - FREEWAY - Franca -SP BRasil
DESEJO ASSINAR O JORNAL DO SDR.
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GUSTAVO
DUARTE DE VASCONCELOS - REAL MOTO PEÇAS LTDA - RECIFE/PE
GOSTEI MUITO DE SABER QUE ESTE JORNAL EXISTE E DE SER GRATUITO. PARABÉNS
A TODOS DA EQUIPE SDR.
EXEMPLO
DE UM BRASIL CIDADÃO.
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Odelcina
Lemes - FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DO TRIANGULO MINEIRO -
UBERABA/MG
GOSTARIA DE OBTER INFORMAÇÕES, DICAS, SUGESTÕES, TEXTOS SOBRE O
SDR. QUEM ME INDICOU FOI UMA EMPRESA DE REPRESENTAÇÕES DE
EQUIPAMENTOS LABORATÓRIOS E HOSPITALES ALFA MARE.
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vanice
lorandi - hidro filtros - Caxias do Sul
DESEJO ASSINAR O JORNAL SDR, oBRIGADA!
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CARLOS
SABARA REPRESENTAÇÕES LTDA - BELO HORIZONTE
GOSTARIA ASSINAR O JORNAL SDR, oBRIGADO!
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MARIA
EVA MARQUES MONTEIRO - RIO DE JANEIRO/RJ
GOSTEI MUITO DO JORNAL. TOMEI CONHECIMENTO ATRAVÉS DE UM GRUPO QUE
ASSINO.
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ADEVALCIR
DOS SANTOS - -NOVO SOM CRIAÇÃO E PRODUÇÃO - SILVA JARDIM - RJ
NA PESQUISA NA INTERNET ME APARECEU ESTA QUE FOI DE GRANDE VALIA PARA
A MINHA EMPRESA.
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ANGELO
MELLER - CRICIUMA -SC
PARA NÓS QUE ESTAMO NO COMERCIAL, PRINCIPALMENTE NA ÁREA ALIMENTAR
É PRECISO ESTAR ATENTO EM CRIAR TODO DIA UMA NOVA ESTRATÉGIA PARA
QUE O CLIENTE NÃO FIQUE NA INÉRCIA. E PRECISAMOS INOVAR TODOS OS
DIAS. FIQUEI SABENDO, PORQUE ESTAVA PROCURANDO UM SITE DE
REVENDEDOR DA PEPSI PRÓXIMA À MINHA CIDADE OU ESTADO, PARA QUE ME
DESSEM DISPOSITIVOS DE MARKETING PARA PODER VENDER A LINHA PEPSI NO
MEU ESTABELECIMENTO COMERCIAL QUE SITUA-SE DEFRONTE À UNIVERSIDADE DO
EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC, ONDE O CONTINGENTE DE ALUNOS VARIA EM
TORNO DE 10000 ALUNOS. POIS ALÉM DO CURSO SUPERIOR, EXISTEM TRÊS COLÉGIOS
DE ENSINO MÉDIO AO LADO DO CAMPUS.
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SILVIO
SAVIO MOLINA - PROTESIL PROTEÇÃO INDUSTRIAL LTDA - SÃO PAULO
BOM DIA, CONHECI VOCÊS ATRAVÉS DE E-MAIL RECEBIDO DE UM AMIGO, ESTOU
CONHECENDO SEU SITE AGORA, ESTOU GOSTANDO MUITO!!!
ABRAÇOS
SILVIO SÁVIO MOLINA
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Carlos
Alberto de A. Junior - Café Serra Grande - São Luis
CONHECI O SDR, NAVEGANDO PELA INTERNET E
ACHEI O SITE MUITO INTERESSANTE. DESEJO ASSINAR O JORNAL DO SDR,
GRATO.
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ANTONIO
CARLOS PARISI - BRAGALAR ESTOFADOS E COLCHÕES - VOTUPORANGA - SP
BOM DIA!
SERÁ DE GRANDE UTILIDADE A LEITURA DESTE JORNAL NESTA NOVA ETAPA
PROFISSIONAL QUE INICIO.
ATENCIOSAMENTE
ANTONIO CARLOS PARISI
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CINCO
ESTRELAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA - Luiz ANTONIO DE JESUS - S/P
DESEJO ASSINAR O JORNAL SDR, oBRIGADO.
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DANIELA
VIVACQUA - FALMEC -RIO/RJ
UMA
PESSOA ME ENVIOU O JORNAL. DESEJO ASSINAR O JORNAL SDR, oBRIGADO.
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SAMUEL
JOSE BALEMBERG - BALEMBERG REP. COM. LTDA - CURITIBA - PR
CONHECO
O SDR ATRAVÉS DE PESQUISA. DESEJO
ASSINAR O JORNAL SDR, oBRIGADO.
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JOSÉ
MARIA ZATARIN - PITCH-Z COMERCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA - SERRA - ES
UM AMIGO ME ENCAMINHOU UMA MATÉRIA SOBRE DESCONTOS, QUE FOI PUBLICADA
POR VOCÊS.
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representação,
negociação, marketing, vendas
"JORNAL
DO SDR" Nº259 DO WWW.SDR.COM.BR
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PARA
ACESSAR AS BIBLIOTECAS DO PORTAL SDR - CLIQUE NOS LINKS
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"PRINCIPAIS
NOTÍCIAS DA SEMANA EM tecnologia e web"
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AUMENTA
O ROUBO DE DADOS NA INTERNET
Segundo informações da consultoria Gartner,
durante o ano passado e somente nos EUA o "phishing"
provocou perdas de 1.200 bilhões de dólares. Por volta de 57 milhões
de estadunidenses receberam e-mails fraudulentos, e aproximadamente 1
de cada 5 deles o abriu. E o que é mais relevante, 3%, ou, 1,78 milhões
de estadunidenses, tem confiado seus dados pessoais ou financeiros aos
delinqüentes. Por tudo isto, Gartner
exige às empresas de serviços financeiros e aos provedores de
Internet que planejam uma estratégia o quanto antes possível para
conter estes métodos de fraude.
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OS
BANNERS SONOROS São mais EFETIVOS:
Os banners na Internet com som ou voz mostram um efeito publicitário
maior que os tradicionais, segundo um estudo da Media-Analyzer
Software & Research.
Como tem revelado uma pesquisa realizada com 250 pessoas, a
publicidade em banners que mencionam o nome da marca a recordam a mais
da metade dos indivíduos, enquanto que a que não tem som somente uns
6% a lembram.
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iG
é líder em acesso doméstico -
www.consumidormoderno.com.br
A 16ª Pesquisa Ibope POP, divulgada no mês de abril, traz novamente
o iG como líder no provimento de acesso doméstico do País. De
acordo com o estudo semestral, na categoria primeira opção de
resposta, o iG alcançou 25% da preferência dos entrevistados,
resultado maior que a soma dos próximos seis colocados, 24%. A
pesquisa foi realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte,
Distrito Federal, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza.
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iTunes
bate 85 milhões de músicas vendidas
- Jim
Dalrymple - MacCentral.com
O iTunes, loja virtual de músicas digitais da Apple, chegou na
segunda-feira (07/06) à marca de 85 milhões de músicas vendidas, 39
dias após ter comemorado os 70 milhões de downloads em um ano de lançamento,
no dia 28 de abril de 2003. O aparelho tocador de músicas digitais
iPod e a loja virtual iTunes se tornaram líderes de vendas entre os
produtos oferecidos pela Apple, levando a empresa à criação de uma
divisão específica para o iPod em maio deste ano.
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Detectado
o primeiro vírus para telefones móveis
- IDG
Now!
O Kaspersky Labs, desenvolvedor de soluções de segurança, detectou
nesta semana o Cabir, o primeiro vírus que se propaga via redes móveis.
A praga infecta aparelhos que executam o sistema operacional Symbian,
mas até o momento parece não ter causado estragos. Segundo a
empresa, o autor do Cabir tem o apelido de "Vallez", pseudônimo
utilizado também pelo grupo internacional de criadores de vírus 29a.
O grupo é especialista em criar vírus-conceito. Análises
preliminares do Kaspersky indicam que o Cabir é transmitido em um
arquivo SIS (do sistema operacional Symbian), mascarado como um
arquivo de segurança Caribe Security Manager. Quando afetados, os
aparelhos exibem no visor a palavra "Caribe". O vírus
penetra no sistema e será ativado todas as vezes que o aparelho for
iniciado. O Cabir procura todos os números da memória do telefone
utilizando tecnologia Bluetooth e envia uma cópia de si mesmo para
aqueles encontrados. Atualmente, o sistema operacional Symbian é
utilizado por diversos fabricantes de telefones móveis com a
tecnologia GSM (Global Systems for Mobile Communications) como BenQ,
Motorola, Nokia, Panasonic, Samsung, Siemens e Sony Ericsson.
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Yahoo
amplia capacidade do e-mail para 100 MB
- IDG
Now!
O Yahoo anunciou nesta terça-feira (15/06) que está ampliando a
capacidade de armazenamento de seu serviço de e-mail gratuito de 4
Megabytes (MB) para 100 MB. A capacidade dos serviços pagos subirá
para 2 Gigabytes (GB), segundo o provedor. Além disso, o Yahoo está
padronizando suas tarifas nos países em que oferece acesso pago. A
assinatura anual do correio eletrônico, que variava entre US$ 29,99
até US$ 59,99 passa a custar US$ 19,99. Entre as novidades anunciadas
nesta terça-feira também estão a ampliação do tamanho permitido
de mensagens (de 3 MB para 10 MB), interface redesenhada para ambos
serviços (pago e gratuito), armazenamento de 50 milhões de nomes ou
endereços e remoção dos anúncios publicitários existentes na
interface do serviço pago. As propagandas, porém, continuarão
existindo no serviço gratuito. O aumento na capacidade do e-mail
acontecerá nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Irlanda, França,
Alemanha, Espanha, Itália, Argentina, México, Hong Kong, Cingapura,
Austrália Nova Zelândia e Coréia do Sul. O anúncio oficial dos
novos serviços do Yahoo no Brasil acontecerá na quarta-feira
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prancha permite surfar na internet e nas ondas do mar - www.bbc.com.br
Na última década, surfar esteve mais associado a buscar sites na
internet do que a pegar ondas do mar com uma prancha. Mas uma prancha
foi desenvolvida para permitir que surfistas naveguem na internet até
quando estiverem na água. O protótipo foi criado pelo shaper Jools
Matthews, de Devon, na Inglaterra. Ela vem com um laptop, painel solar
e câmera de vídeo, e está sendo lançada nesta sexta-feira na Intel
GoldCoast Oceanfest, um festival musical e esportivo realizado no
condado de Devon. A primeira prancha do mundo que permite o acesso à
internet sem fio usa um ponto de conexão de alta velocidade
posicionado na praia. A fabricante de chips de computador Intel
encomendou a prancha como parte do festival de Devon para mostrar como
a tecnologia pode ser levada para a beira do mar.
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.SUA
LOJA VIRTUAL TEM VISITANTES?
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Imagine
que você tenha se preparado muito bem para montar seu negócio
na Internet:
montou
um bom plano de negócios; escolheu um bom nicho de mercado
e os produtos adequados ao perfil do público alvo; colocou
no ar uma loja virtual bem montada, eficaz na transformação
de visitantes em clientes...
Está
tudo perfeito, só falta algo fundamental: - "os
visitantes da loja"!!
Existem inúmeras estratégias de marketing off-line (canais
tradicionais)
e on-line (via
internet)
também conhecido como web-marketing.
Vamos ver quatro formas de geração de tráfego muito
utilizadas pelo web-marketing.
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Inserção
nos sites de busca: -
Cerca de um terço das visitas de sua loja virão de sites de
busca como Google,
Yahoo, Msn,
TERRA..
entre outros. Existem duas grandes vantagens na utilização
dessas ferramentas. A primeira é que o visitante
vindo dos sites de busca é potencialmente interessado em seus
produtos tendo em vista que para chegar até sua loja, ele
teve que digitar alguma palavra-chave associada ao seu negócio.
Dessa forma, a chance desse visitante
vir a tornar-se um cliente é muito boa. Outro aspecto
positivo da utilização dos sites de buscas é o baixo custo
da inserção que em algumas situações é próximo de zero.
É importante ressaltar que existe uma forte tendência a
cobrança dos anúncios, principalmente no sistema em que cada
palavra utilizada terá um preço em função de sua demanda,
mas mesmo assim, os sites de busca serão sempre uma fonte
imprescindível de visitantes.
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Email-marketing:
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O e-mail é uma ferramenta poderosíssima na geração de
visitas e fortalecimento de marca. Note que não se trata do
envio massivo de e-mails não autorizados, o chato “Spam”,
que causa terríveis danos ao Comércio
Eletrônico
e que não deve ser utilizado por empresas sérias. (ALÉM
DE QUE PODE PERDER SEU DOMÍNIO POR ESSA PRÁTICA).
A grande força do e-mail é sua agilidade como canal de
comunicação por meio de promoções e newsletter, com o usuário
que autorizou a abertura desse canal (opt-in).
Sabe-se que o recebimento e envio de e-mails é a atividade
mais realizada pelos internautas, seguida de longe pela
leitura de notícias e diversão. Isso indica que não dá
para imaginar um site bem sucedido que não utilize de forma
eficiente esse canal de comunicação com os usuários.
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Anúncios
por meio de Banners: -
O mercado de propaganda on-line tem passado por uma certa
turbulência com índices de retorno insatisfatórios, mas o
lado positivo é que isso talvez leve a uma redução no custo
das inserções, o que atrairia para esse mercado os pequenos
anunciantes, além de melhorar o retorno. O importante para
quem anuncia é não perder de vista a relação
custo/beneficio, ou seja, volume de vendas efetivamente
realizadas com a campanha em relação ao seu custo. Note, no
entanto, que existe um benefício adicional à geração de tráfego
que é a divulgação da marca; os banners tem esse efeito na
medida em que, para cada pessoa que clicou, provavelmente
outras 99 pessoas viram o anúncio e a marca de sua empresa.
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Programas
de afiliados: - O
conceito é bem simples: - "o
site que enviar um visitante que realize uma compra, receberá
uma comissão sobre o valor da venda".
Os programas de parcerias são incipientes no Brasil e exceto
por algumas grandes lojas que pagam percentuais irrisórios,
ainda são pouco utilizados. Provavelmente isso se deve a
necessidade de um software mais sofisticado que faça o
controle e o gerenciamento de cada compra, quem indicou o
visitante, o valor de comissão a ser pago, entre outras funções.
Com um maior acesso a essa tecnologia por parte de empresas
menores e a melhora nas comissões pagas, esse meio de geração
de tráfego tende a florescer e ser tornar uma das principais
ferramentas de geração de tráfego nos sites de e-commerce.
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Como
ressalvado no início do artigo, existem incontáveis maneiras
de trazer visitantes para o seu site. As citadas acima são
extremamente importantes e quase que certamente serão
utilizadas em sua loja virtual em algum momento.
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SR.
PROF. Dailton Felipini
Consultor
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BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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"QUALIDADE
NO ATENDIMENTO"
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SR.
PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA
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..DIRETOR
Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
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Coordenador
do MBA em Gestão Comercial da "FGV" - FUNDAÇÃO GETULIO
VARGAS.
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Ninguém
questiona a importância da qualidade no atendimento aos clientes.
Contudo, nem sempre as empresas são bem-sucedidas neste quesito.
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Discutir
alguns destes aspectos é o objetivo deste artigo. Comecemos pela
importância do bom atendimento. Ou melhor, pelas conseqüências do
mau atendimento. Há uma estória que nos foi contada pelo Prof.
Dimitri Rocha e que costumamos usar como ilustração em nossas aulas
e palestras. O texto conta o seguinte:
Sou
um cliente amável. Todos me conhecem. Sou aquele que nunca reclama,
não importando o atendimento que receba. Vou a um restaurante e
aguardo, pacientemente, enquanto os garçons e garçonetes ficam
mexericando sem se incomodarem em perguntar se alguém já anotou o
meu pedido. Algumas vezes, alguém que chegou depois de mim é
atendido primeiro. Mas eu reclamo? Não, apenas espero. E quando vou
a uma loja comprar algo não tento me impor. Procura levar em
consideração a outra pessoa. Se um vendedor metido se aborrece
porque desejo olhar vários itens antes de me decidir, mantenho-me tão
polido quanto possível. Não acredito que responder à altura seja
correto. Outro dia parei em um posto de gasolina e esperei quase
cinco minutos até que um frentista me desse atenção. E quando o
fez, derramou gasolina e limpou meu para-brisa com um trapo
engordurado. Mas eu reclamei do atendimento? É claro que não!!!
Nunca faço objeções, nem clamo, nem critico. E nem sonharia em
fazer uma cena, como já vi outras pessoas fazerem em locais públicos.
Creio que isso é desnecessário. Não, eu não sou o cliente amável.
E vou lhes contar o que mais eu sou...
.
Sou
o cliente que nunca mais volta!
Você
pode estar pensando o seguinte:- "se
todos temos consciência da importância do atendimento, por que
cometemos tantos equívocos ao lidar com os clientes?
.
Em primeiro lugar, porque muitas vezes definimos qualidade
no atendimento
pelo nosso ponto de vista. Mas quem verifica se temos ou não
qualidade é
o cliente;
qualidade no atendimento deve ser definida, então, pelos olhos do cliente.
Assim, ouça o cliente,
pergunte a ele se o atendimento foi adequado, se ele tem alguma sugestão
para melhorarmos, coloque-o no centro das decisões sobre qualidade no
atendimento (aqui
vale lembrar o exemplo das lojas Renner, com o seu encantômetro).
.
Em segundo lugar, a qualidade
no atendimento
é uma relação entre a expectativa que o cliente
desenvolve e a realidade que ele experimenta.
-
Se
a realidade ficar abaixo da expectativa, o cliente considerará o
atendimento ruim.
-
Se
forem equivalentes, considerará o atendimento adequado.
-
Se
superar, o cliente ficará encantado.
Devemos
nos preocupar em responder a seguinte pergunta: estamos prometendo
mais (via, principalmente, nossa comunicação) do que podemos
realizar? Caso haja discrepância, temos duas soluções: a) melhorar
em muito o atendimento de forma a torna-lo equiparável com o
prometido; ou b) diminuir nossas promessas de forma a torná-las exeqüíveis
de acordo com nossa capacidade.
.
No primeiro caso opção mais difícil, mas mais vantajosa, é
preciso voltar a atenção para os processos de gestão de pessoas,
recrutar e selecionar adequadamente os funcionários que manterão
contato com o público, oferecer treinamento e programas de
desenvolvimento, investir em endomarketing,
criar sistemas de remuneração e avaliação do desempenho adequados
aos objetivos de atendimento da empresa, entre outras atividades. Na
opção pela diminuição das promessas mais fácil, porém mais
perigosa devemos nos lembrar que, ao diminuirmos nossas promessas de
atendimento, podemos tornar o produto/serviço tão pouco atrativo que
nenhum cliente
se disponha a experimentá-lo.
.
O terceiro problema a ser enfrentado na busca da qualidade
no atendimento
diz respeito ao equilíbrio no tratamento a clientes
novos e antigos.
Tradicionalmente, as empresas dispensam maiores esforços à conquista
de novos
clientes
do que à manutenção
dos antigos.
Sempre que for implementar uma nova campanha de captação de novos
clientes,
pense em como os antigos vão se sentir.
.
É
justo que um cliente que "apostou" em sua empresa
anteriormente
veja
os novatos pagando menos para receber os mesmos serviços?
.
Por
outro lado, o quarto desafio diz respeito aos próprios clientes.
Muitas vezes, um atendimento não é bom por culpa do próprio cliente,
e não do funcionário. É preciso, então, treinar
o cliente,
estimulando-o a agir da maneira adequada a garantia da qualidade do
serviço. Neste caso, você precisa descrever todo o processo de
atendimento e identificar as etapas onde a participação
do cliente é fator crítico
para
o sucesso.
Após isso, é preciso identificar os conhecimentos, habilidades e
atitudes que os clientes
precisam ter e formular ações que precisam ser desenvolvidas para
estimular e capacitar o cliente
a agir de forma adequada nas etapas listadas anteriormente.
.
Nas datas especiais, quando as lojas enchem e o atendimento é
crucial para o sucesso
nas vendas,
podemos fazer duas sugestões aos varejistas. A primeira relaciona-se
à avaliação da qualidade no atendimento. Para tanto, pense na
possibilidade de usar a metodologia do "cliente oculto", ou
seja, peça a alguém devidamente capacitado para visitar sua loja e
testar o atendimento prestado. Peça que ele faça um relatório do
que viu e percebeu e aborde os temas levantados com sua equipe,
destacando pontos fortes e pontos a melhorar. Lembre-se de usar a
metodologia visando a melhoria da equipe, e não a punição dos
funcionários.
.
A segunda sugestão refere-se a dez regras que podem melhorar o
atendimento em seu negócio:
1)
Apresente-se em primeiro lugar
2) Procure demonstrar boa vontade
3) Procure demonstrar interesse pelo outro
4) Não seja emocional. Seja racional.
5) Seja objetivo
6) Não prometa em vão. É melhor saber dizer não
7) Não faça brincadeiras em demasia
8) Tenha sempre lápis e papel à mão
9) Não faça outra coisa ao mesmo tempo
10) Faça quem está sendo atendido se sentir importante
SR.
PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA
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VICE -
PRESIDENTE
Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
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representação,
negociação, marketing, vendas
"JORNAL
DO SDR" Nº259 DO WWW.SDR.COM.BR
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PARA
ACESSAR AS BIBLIOTECAS DO PORTAL
SDR - CLIQUE
NOS LINKS
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Pela
rua do já vou,
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chega-se
à casa do nunca
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Miguel DE
Cervantes SAAVEDRA
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AUTOR
DO "DOM QUIXOTE" E CONHECIDO COMO O "MANCO DE LEPANTO"
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Como
você faz o acompanhamento dos seus negócios?
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Quatro
meses atrás um amigo meu estava à procura de um carro para comprar.
Para tomar uma melhor decisão, ele visitou três concessionárias de
veículos da mesma montadora. Passadas algumas semanas, ele acabou por
comprar o veículo na terceira concessionária visitada.
.
Dois meses depois, o vendedor da primeira loja entrou em
contato com o meu amigo para perguntar se ele já havia tomado uma
decisão sobre a compra do carro.
.
O
meu amigo, que já estava sentado no carro novo, agradeceu a atenção
do vendedor e o informou que ele já havia comprado o veiculo na loja
X.
.
Quando o meu amigo pensou que a ligação iria terminar ali, o
vendedor perguntou com toda a educação do mundo: - "“O
Senhor poderia me dizer qual foi a razão que o levou a comprar o
carro na loja X?",
o meu amigo respondeu: - "A
disponibilidade do veículo em estoque"
como a principal razão para ter escolhido a loja X.
.
Se não bastasse isso, na mesma semana, o meu amigo recebeu um
cartão de agradecimento do vendedor da primeira loja por tê-lo
ajudado a melhorar a sua empresa. O meu amigo nunca recebeu nenhuma
ligação do vendedor da segunda concessionária. Seja você um
vendedor, gerente ou empresário, responda a uma pergunta:
.
Como
você faz o acompanhamento dos negócios que ainda não foram
fechados?
.
Ao
iniciar um programa de acompanhamento dos negócios, talvez você
descubra que já perdeu os negócios para uma empresa concorrente, mas
ao contatar o cliente, você tem a oportunidade de descobrir o
verdadeiro motivo pela qual você perdeu o negócio. Veja algumas
perguntas que você pode fazer ao cliente que consultou você, mas
ainda não fechou com você.
-
Você
já se decidiu por fechar a compra?
-
Quais
são os nossos concorrentes?
-
Eu
posso saber qual foi o verdadeiro motivo pelo qual o negócio foi
fechado com a empresa X?
-
Você
poderia nos fazer a gentileza de dizer o que nós deveríamos ter
feito para ganhar o negócio?
-
Qual
foi o valor do investimento pago pela sua empresa?
-
O
que estava incluso no preço?
VOCÊ
NÃO É CENTRAL DE INFORMAÇões!!!
O
seu trabalho tem valor!!!
Se você chegou a investir o seu precioso tempo para formatar uma
proposta e enviar para um cliente em potencial, vá até o fim!
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Se
ganhar, comemore!
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Se
perder, descubra porque você perdeu para que isso não aconteça
novamente.
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QUEBRA
TUDO! Foi para isso que eu vim e vocês?
.PROF.
RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE,
FUNDADOR E SEU AMIGO
BIZREVOLUTION
CONSULTORIA DE MARKETING
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..BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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Seis
honrados servidores me ensinaram quanto sei...
Seus
nomes são:
-
como
-
quando
-
onde
-
que
-
quem
-
porque
Rudyard
Kipling
. (1865-1936)
escritor inglês de origem indiana
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ALGUMAS
MANEIRAS DE AUMENTAR SUAS VENDAS
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Construa
bons relacionamentos.
Não é somente quem você conhece que determina o valor de suas relações;
é se aquelas pessoas que o conhecem o consideram como uma fonte de
negócios valiosa. Defina quem você precisa conhecer hoje, na próxima
semana e no mês que vem. Comece agora a cultivar os relacionamentos e
a reputação que irão expandir suas possibilidades.
Aprenda
a administrar pontos de vista.
Metade de seu trabalho é manter você e outras pessoas dentro do
mesmo estado de espírito. Cultive sua habilidade de se manter focado
nas coisas mais importantes. Torne-se um conciliador e você será
respeitado por todos.
Administre
a tensão ao longo do processo de vendas.
À medida que a tensão aumenta, a confiança diminui. Esteja
consciente do fluxo e refluxo de tensão que surge ao longo de uma
negociação de vendas. Aprenda a reduzir essa tensão quando ela
aparece e aproveite para aumentá-la momentaneamente para adicionar
urgência aos momentos decisivos, como o fechamento.
Apresente-se
sempre com uma boa notícia para seus clientes.
O modo como você é notado por seus clientes determina o quanto de
resistência você irá encontrar à medida que realiza suas vendas.
Aprenda a projetar um sentimento positivo junto àquelas pessoas com
as quais você se comunica. Torne-se um parceiro na resolução de
problemas, não um mero vendedor de produtos.
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PROF.
MÁRCIO MIRANDA
.
PRESIDENTE DA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES
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.BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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A prática é um professor excepcional
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Plínio -
escritor romano.
FILHO
adotivo de Plínio O VeLHo, Plínio O JoveM participoU ativamente na
política de sEu tempo, escrEVendo uMa sÉrie de cartas aO imperador
Trajano, de granDE valor para os estudiosos.
.
Se
rodeOU dos membros mAIs destacados da cultura como Marcial, Tácito,
Suetonio oU Quintiliano, recoLHendo em sEus escritos a época que
lHe tocOU viver..
.
A
figura do lado é a escultura de Artemisa, produzida
nO século I antes da era cristã, de autor desconhecido e onde se
mostram a perfeição dos artistas da época, que adquiriam sua
excelência baseados mais na prática do que nos ensinamentos, que
eRam muito vagos na época da Grécia antiga.
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Reúna
um grupo de representantes em SUa sala
.
Descobrirá
profissionais de todos os tamanhos, formas, temperamentos e estilos de
trabalho. Alguns são mais agressivos, outros consultam mais. Haverá
aqueles que tem um nível acadêmico mais alto.
.
Como
saber quais são os LÍDERes?
.
São
aqueles que consistentemente criam negócios, conservam o território
e os clientes. Independente do estilo, com toda segurança, todos
compartilham as seguintes características:
1.
Atitude: - A
atitude marca a diferença. Uma situação pode derrotar um LÍDER
de vendas, mas este não permitirá que o tirem do jogo. Se a equipe
não pode convencer um prospect difícil hoje, elaborarão um plano
a longo prazo e seguem adiante. Tratarão de comunicar-se com ele
durante os próximos seis ou 12 meses. Se um bom trato lhe cai bem,
estudam o que falou e melhorarão seu enfoque para a próxima vez.
Se não podem mudar uma situação, mudam sua atitude com respeito a
ela. Não permitem que o mundo os derrote.
.
2.
Urgência: -
Os LÍDERES
tem grande habilidade para estabelecer suas prioridades, apesar de
ter pela frente uma longa tarefa . Não só dizem: - "Tenho
que fazer algumas ligações hoje, MAS AS FAZEM".
Seu maior desejo é manter as coisas em movimento e finalizar cada
dia com uma sensação de conquista. Geram muita atividade e obtém
resultados. A urgência alimenta sua atividade. Se algo requer urgência,
deve-se agir. Nas vendas, deve-se fazer as coisas acontecerem, e os
melhores REPRESENTANTES
sempre anseiam ver o começo de um novo dia.
.
3.
Tenacidade: -
Quando os REPRESENTANTES
sabem que tem algo de valor para um prospect ou cliente, não se
rendem. Se no começo não conseguem o êxito, tentam uma e outra
vez. Aprendem com a situação, do cliente potencial, da companhia
do prospect. Voltam com novas idéias e não se deixam derrotar
facilmente. Só esta característica garante o êxito, sempre e
quando se aprende e se torna mais inteligente cada vez que regressa.
Quando os prospects observam sua tenacidade (quanto
cada um valoriza sua visão e seu desejo em ajuda-los a alcançar as
suas metas)
eles também se entusiasmarão pelo que você oferece.
.
4.
Compreensão: -
Os REPRESENTANTES
compreendem seu entorno, a seus clientes, a indústria representada
e a concorrência. Fazem seu trabalho de pesquisa. Conformam a visão
geral que os faz adotar uma ação inteligente e calculada. Se ficam
em um estado interrogatório, isto é depois de cada ação, se
perguntam: - "Quem
me disse isto? Que devo fazer de diferente?
Compreendem que algumas vezes,a mudança é necessária. Sem
importar quantas vezes bata contra a porta, não cairá. No entanto
pode-se passar por uma janela próxima. Os astros
da comercialização estão perdendo o tempo e o momento em que é
necessário seguir adiante, para a tática seguinte, ou até, para a
venda seguinte.
.
5.
Seguimento até o final: -
Não há
nada pior para um cliente que uma promessa que não se cumpre. Os éticos
não fazem promessas que não podem cumprir. São realistas. Não
tratam de ser tudo para todos. Mas uma vez que dão a sua palavra,
se comprometem e a cumprem.
Um
profissional de vendas tem todas estas características ao mesmo
tempo?
.
Claro
que não. São seres humanos, com alguns defeitos e fracassos, como
todos. Mas sabem que no final, quanto mais duro trabalhem para que
estas entre características, estas aptidões funcionarão melhor.
.
Barry
Farber
.
www.barryfarber.com
barry
Farber é o presidente da "farber training systems e da diamond
group. barry farber já escreveu mais de 8 livros especializados em
treinamento de vendas pra representantes comerciais e vendedores,
alguns deles traduzidos em mais de 18 línguas.
.
tem
treinado mais de 250.000 representantes, vendedores e executivos nas
áreas comerciais e marketing, com suas técnicas de vendas.
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Descobre-se.
Antecipa-se. Aproveita-se. Lidera-se.
..
Administrar
é fazer corretamente as coisas.
..
Liderança
é fazer as coisas corretas.
.
.
Peter
Ferdinand Drucker
.
Peter
Ferdinand Drucker, nascido em 1909, na Áustria, principal pensador
empresarial e da Administração. Escreveu praticamente sobre tudo que
os executivos fazem, pensam e enfrentam. o professor que cunhou o
termo "management".
.
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V.
I. P
.
VIP
(very
important person)
em inglês e traduzido para o português significa pessoa muito
importante e em vendas, cliente muito importante. Muitos usam
programas e sistemas que ajudam a identificar e melhorar a relação
com os clientes, como o chamado CRM (customer
relationship management)
ou gerenciamento das relações com o cliente. São programas caros,
de alta manutenção e que exige pessoas capacitadas e não robôs
como tenho notado ao usar um serviço de atendimento ao cliente e seus
similares.
.
É importante ter um CRM na empresa, como também é imprescindível
ter-se clientes VIP e isto amigo, custa pouco, quase nada ou melhor,
é de graça, bastando haver um melhor relacionamento empresa
/ departamento de vendas / vendedores / clientes / pós-venda.
é
simples ter-se clientes vip.
.
Um
amigo, o Felipe,
vendedor por natureza,
amante do que faz, tem uma região residencial, com todos os tipos de
clientes, do A
ao D,
mas atende-os com certos detalhes de dar inveja na concorrência, a
qual tem o assediado todos os dias.
.
Ele trata cada um de seus clientes
como se ele fosse o único. Entra na loja e abre os pulmões: - "bom
dia meu cliente VIP"
e o resultado está estampado no seu relatório de vendas, cujo
crescimento é de acordo com a própria capacidade da empresa. Não o
é mais devido a certos fatores, que agora não cabe comentar.
.
Em janeiro visitamos um cliente pequeno, mas pequeno mesmo, o
qual já está na nossa carteira há mais de 15 anos. Não cresceu e
permanece no mesmo lugar; infelizmente, vai se arrastando, mas compra
e paga em dia, tornando-se um cliente muito especial para o Felipe.
Se um novo vendedor
passa-se na frente dele, certamente não entraria para vender.
.
Antes de visitá-lo, traçamos o nosso roteiro e definimos um
valor para este pequeno e importante cliente. Ao finalizarmos, após o
Felipe
ter tomado um café que fora feito pela mãe do cliente (fui
convidado também),
que não mede esforços e simpatia para o Felipe,
espichei o olho e vi que o valor do pedido fora ultrapassado em 4
vezes, mudando a designação de cliente
pequeno para médio.
.
Sabe
o Motivo?
Entramos na loja saudando o cliente e na frente dos seus clientes
dizemos: bom dia cliente VIP, você é o melhor cliente que temos na
nossa empresa.
.
E
você, além de reclamar dos erros que sua empresa tem,
faz
o quê para melhor se relacionar com os seus clientes?
.
O
nome deste cliente fica escondido, pois você já sabe como tratamos
ele e poderá entrar na sua loja e também nomeá-lo seu cliente VIP,
roubando-nos a comissão, mas pode usar o exemplo no seu dia a dia e
verá, se tiver o apoio necessário do seu departamento de vendas
e marketing,
da sua diretoria ou do dono do negócio, que todos os seus clientes
serão VIPs
e no final do mês, o seu bolso dirá para a camisa que o patrão (você)
está muito VIP, pois está (o
bolso)
cheio de reais.
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Oscar
Marques Schild
.ESCRITOR
- CONSULTOR
. REPRESENTANTE
COMERCIAL
.

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.BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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..NEGOCIAÇÃO:
COMO
EVITAR ERROS...
...
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SR.
PROF. JOSÉ AUGUSTO WANDERLEY
..
CONSULTOR
..Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo.
.
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Autor
do livro Negociação Total (7ª edição) – Encontrando Soluções,
Vencendo Resistências, Obtendo Resultados. Colaborador dos livros
Negociação: Tecnologia e Comportamento (27ª edição), Co-autor do
livro Gerente Total - (6ª edição). (BASE RIO).
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Estamos
em tempo de negociação. Aliás, sempre estivemos. Negociação é
como o processo de comunicação. Algo que fizemos, fazemos e faremos
milhares de vezes. E, talvez, por ser tão ligada ao nosso dia-a-dia,
não nos apercebemos de todas as dificuldades envolvidas. Ou melhor,
ficamos na sensação. Na sensação de que alguma coisa não vai tão
bem quanto gostaríamos e que, com certeza, poderia ser melhorada. Mas
vamos tocando o barco assim mesmo.
.
Alto
lá! Às
vezes é tempo de dar uma parada e verificar como têm sido as nossas
negociações. Quais os resultados obtidos, onde estão acertos e
erros. E, justamente, para facilitar esta reflexão, apresentamos uma
série de dificuldades/equívocos cometidos por muitos negociadores.
Pense nas negociações que tem feito e tire suas conclusões. Vamos lá:
.
Não
preparar e não efetuar simulação das negociações, sobretudo
aquelas de maior vulto. O tempo da improvisação está acabando;
.
Negociar como
se estivesse dialogando com o próprio espelho, ou seja, dificuldade
de ver a situação com os olhos do outro negociador. Procure sempre
ver a negociação sob todas as óticas possíveis;
.
Acreditar que
se está sempre na pior situação, seja em termos de poder, tempo e
informação. Não procurar testar estas premissas, de forma a fazer
com que haja congruência entre nossas suposições e a realidade.
Identifique e teste seus pressupostos;
.
Confundir a
versão com os fatos. É preciso muito cuidado para não cair na
armadilha de "O que importa é a versão e não os fatos".
Certifique-se e teste suas informações;
.
Falta de consciência
do possível, manifestada pelo estabelecimento de objetivos
estratosféricos ou muito aquém dos efetivamente alcançáveis e
dos tipos de riscos assumidos. Risco total ou segurança absoluta;
.
Não dispor de
procedimentos para tratar com a tensão e o estresse, elementos
sempre presentes em qualquer negociação, sobretudo aquelas de
maior vulto;
.
Confundir a
pessoa do outro negociador com suas posições ou idéias. Assim, o
foco de negociação acaba se deslocando dos aspectos que lhe são
próprios para conflitos de personalidades. Separe as pessoas dos
problemas;
.
Deixar-se
envolver por táticas sujas aquelas aplicadas com a intenção de
ferir o outro negociador, psicológica ou mesmo fisicamente, ou
iludi-lo. As táticas sujas devem ser identificadas e neutralizadas;
.
Planejar e
efetuar uma negociação sem buscar identificar os objetivos mínimos
(necessários) do outro negociador. O outro sempre tem objetivos
desejáveis e os minimamente aceitáveis;
.
Utilizar de
forma inadequada os recursos disponíveis. O negociador hábil tem
pelo menos duas características. Não faz acordos que venha a se
arrepender e utiliza, da melhor maneira possível, os recursos que
dispõe, sejam eles referentes a poder, tempo, ou informação;
.
Não
identificar quais são as expectativas e os interesses comuns,
complementares e opostos, o que acaba criando polarização e
conflitos entre as partes. Comece a negociação pelos interesses
comuns;
.
Descuidar-se de
formular alternativas de ganho comum. Para poder formulá-las é
necessário criatividade e uma boa dosagem entre pensamento
convergente e divergente;
.
Não verificar
quais os possíveis temores do outro negociador. Existe sempre uma série
de temores subjacentes em grande parte das negociações, tais como
ter o ego diminuído ou o status prejudicado, sobretudo perante o próprio
eleitorado. É sempre bom ressaltar que todo negociador tem seu
eleitorado e que, muitas vezes, suas ações são mais em função
deste eleitorado do que de qualquer outra coisa. Deixe sempre uma saída
honrosa para o outro;
.
Não
identificar as intenções do outro. As posições numa mesa de
negociação são decorrentes de atitudes mentais e de valores. É
preciso, portanto, identificar se estamos diante de uma situação
de colaboração, em que a premissa subjacente é a de que o bom negócio
é bom para ambas as partes, ou seja, o ganha/ganha, ou se estamos
diante de alguém que quer levar vantagem em tudo, ou seja, o
ganha/perde;
.
Não atentar
para o estilo e interesses do outro. Como decorrência apresentar
argumentação sem nenhuma força persuasiva, distante do
entendimento, da lógica, da emoção, das soluções e benefícios
para o outro negociador. As pessoas estão interessadas, sobretudo,
em soluções e benefícios;
.
Desconhecer os
sinais verbais e não verbais ou processá-los de forma inadequada.
Em todas as negociações são lançadas muitas deixas que só podem
ser interpretadas corretamente por quem estiver atento à figura do
outro negociador, isto é, vendo e ouvindo efetivamente. O
negociador pró-ativo vê antes;
.
Não levar em
conta o tempo de aceitação do outro. Todos nós diante de idéias
diferentes temos um tempo para processá-las e aceitá-las. A
compreensão deste tempo diferencia o bom do mau negociador. É
preciso ter paciência, saber esperar ou fazer a hora e a vez;
.
Descuidar-se do
clima da negociação. O clima de uma negociação pode ser de apoio
ou defensivo e pode significar a diferença entre um desfecho bom
para ambas as partes ou um impasse. Ajuda muito se você colocar
primeiro os fatos, depois as opiniões;
.
Formular
inadequadamente seus objetivos máximos (desejáveis) e mínimos
(necessários). Isto ocorre, muitas vezes, porque na formulação
destes objetivos não se leva em conta a nossa Madi, ou seja, a
Melhor Alternativa Disponível no caso de um impasse na negociação.
.
Como conseqüência,
às vezes, cedemos mais do que devíamos. Outras vezes, ficamos
intransigentes, para depois verificarmos que perdemos uma boa
oportunidade;
.
Esquecer-se de que quem concede mal concede o dobro. A arte da
concessão está em descobrir e valorizar o que é importante para o
outro negociador e pouco importante para você e identificar a seqüência
correta. Sempre leve em consideração que aquilo é importante para
você pode não ter a menor importância para o outro negociador;
.
Não
diagnosticar corretamente as causas dos impasses e, com isto,
acirrar os impasses ou fazer concessões inadequadas. Lembre-se de
que os impasses têm cargas emocionais acentuadas. Trate delas com
muito cuidado e preveja saídas estratégicas para possíveis
impasses;
.
Repetir
constantemente as mesmas táticas, por falta de repertório. É
sempre conveniente atentar que táticas percebidas a tempo podem ser
neutralizadas e revertidas e, muitas vezes, irritam o outro
negociador. Procure desenvolver um bom repertório de táticas de
informação, tempo e poder;
.
Fazer a
apresentação da proposta sem antes ter percorrido uma adequada
fase de exploração ou sondagem. O bom negociador pergunta o dobro
e compreende antes de se fazer compreender;
.
Negociar em
equipe sem definir, previamente, papéis e códigos de comunicação.
Defina também procedimentos para retiradas estratégicas;
.
Esquecer que a
negociação só termina quando o acordo foi cumprido e não quando
o acordo foi firmado. Tenha formas de avaliar e controlar o que foi
acordado;
.
Não procurar
aprender alguma coisa de cada negociação efetuada. A prática só
é boa mestra para quem sabe aprender com ela. Quem não sabe comete
sempre os mesmos erros e cada vez mais.
.
Estas são algumas das dificuldades e fraquezas de muitos
negociadores. Convém refletir sobre elas e, se por acaso você se
perceber em alguma destas situações, não seria nada mau, buscar
formas de superá-las. Com toda certeza, esta reflexão será mais
rica caso você a faça com alguém com quem negocia freqüentemente.
Só assim terá oportunidade de validar suas percepções.
.
Ah! Mas estou supondo uma coisa. Que o negociador tenha
conhecimento do seu negócio. Caso contrário, é como andar de táxi
numa cidade desconhecida. Você até pode chegar ao seu destino. O
problema é que o caminho que vai percorrer pode se transformar numa
longa história.
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Material
retirado do programa de Negociação Gerencial: Foco Em Resultados
.
SR.
PROF. JOSÉ AUGUSTO WANDERLEY
..
CONSULTOR
.
Instituto
MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo
.....
BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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representação,
negociação, marketing, vendas
"JORNAL
DO SDR" Nº259 DO WWW.SDR.COM.BR
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sites
consultados PARA COMPILAR AS notícias.
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FAÇA
SEU PRÓPRIOs PARCEIROs!!! UMA LIÇÃO....
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Brasil
deveria comprar de países pobres, diz Lula
.
O
Brasil tem de aumentar suas importações dos países mais pobres, nem
que pague um pouco mais caro por isso, para ajudar essas economias,
defendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em debate com
representantes de organizações não-governamentais. "É
o caso do arroz do Uruguai",
exemplificou o presidente, afirmando que o Brasil poderia comprar mais
barato, em países como o Canadá, produtos hoje adquiridos em
vizinhos da América do Sul.
"Vamos
ter de comprar mais do Paraguai, da Bolívia; se queremos ajudar a
Bolívia temos de ajudá-la a produzir coisas que irão vender
depois a nós mesmos", disse Lula. "Tem que fazer concessão:
todos querem vender; alguém tem de comprar", receitou Lula.
"O Brasil quer vender e comprar, tem de ajudar os países mais
pobres, e comprar coisas deles, facilitar para que possam vender, às
vezes até um pouco mais caro."
A
receita de Lula é vista com horror por especialistas em comércio
internacional, que defendem o comércio baseado em vantagens
comparativas dos países, pelo qual são comercializadas as
mercadorias que os países podem produzir mais barato, usando as
vantagens de cada estrutura de produção. O comércio entre os países
em desenvolvimento deve ser baseado em uma "relação
de complementaridade",
defendeu, ainda, o presidente. "O que nós produzimos e a África
do Sul, não produz, e o que eles produzem e nós não; o que a Índia
produz o Brasil não produz... e assim sucessivamente",
exemplificou.
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Do
Valor Econômico .
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MERCADO
INTERNO.
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BC
já prevê que superávit externo chegará a US$ 4 bi
- Claudia
Safatle Do Valor
O superávit na conta corrente do balanço de pagamentos deve chegar,
este ano, à casa dos US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões. Vai repetir,
portanto, o desempenho de 2003, quando o balanço em transações
correntes - resultado da balança comercial, de serviços e transferências
unilaterais - acumulou superávit de US$ 4,06 bilhões. O Banco
Central, que até agora trabalha oficialmente com um saldo de apenas
US$ 200 milhões, vai refazer suas projeções ainda neste mês,
quando da divulgação do Relatório de Inflação. Embora a última
pesquisa do BC aponte para um superávit de US$ 26,1 bilhão na balança
comercial deste ano, economistas de bancos já revisam o número para
US$ 28 bilhões. A previsão do BC ainda é de US$ 24 bilhões, mas
também será revista até o fim do mês.
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Brasil
é gigante que começa a se 'mexer', diz 'Economist'
- www.bbc.com.br
A política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva está
fazendo o Brasil mudar sua imagem de um "gigante
gentil e introvertido"
no cenário internacional, de acordo com a revista britânica The
Economist.
Em uma reportagem intitulada "Um
gigante se mexe",
a revista afirma que o Brasil está "fazendo
um lance pelo status de grande potência",
mas pergunta: - "Que
tipo de potência ele quer ser?". "É uma força (militar)
pequena, mas de enorme significado simbólico", diz a Economist,
referindo-se ao envio de 1,2 mil soldados brasileiros ao Haiti,
apresentado como um exemplo da nova postura ativa do Brasil na política
internacional.
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Vendas
aumentam 3,6% na última semana
- www.consumidormoderno.com.br
O Indicador Serasa do Nível de Atividade do Comércio apurou, em todo
o território nacional, que as vendas totais (à vista e a prazo) na
semana do Dia dos Namorados (6 a 12 de junho), em relação ao mesmo
período de 2003, registraram aumento de 3,6%. As vendas à vista e
com cheques pré-datados evoluíram 3,7% entre os períodos comparados
2004/2003 e as a prazo caíram 15,3%. O crescimento registrado nas
vendas à vista incide sobre uma base fraca de 2003, o que mostra que
o consumidor está cauteloso, mesmo diante da melhora nos indicadores
setoriais da economia e os de renda e de emprego.
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Cheques
devolvidos diminuem
- www.consumidormoderno.com.br
A devolução de cheques por falta de fundos caiu 4,5% em maio de 2004
comparada a abril, de acordo com estudos da Associação Brasileira
das Empresas de Informação, Verificação e Garantia de Cheques (Abracheque).
Em abril foram 15,4 cheques devolvidos para cada mil compensados,
enquanto que em maio foram 14,7 devoluções para cada mil compensações.
Em relação a maio de 2003 a queda de devolvidos por falta de fundos
chega a 11,5%, já que no ano passado foram 16,7 devolvidos para cada
mil compensados e neste ano, em maio, o número foi de 14,7. Esse índice
de devolução pode cair ainda mais se considerarmos que, nos
primeiros 30 dias, há uma recuperação de pelo menos 50% dos cheques
por parte do consumidor, afirma Carlos Pastor, presidente da
Abracheque.
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Alemanha
volta a investir fortemente no Brasil
De janeiro a abril deste ano, os alemães investiram 498 milhões de dólares
na economia brasileira em capital produtivo. Nos 12 meses de 2003,
foram 498 milhões. EXAME A Alemanha voltou ao topo do ranking dos países
que mais investem capital produtivo no Brasil. Segundo o Banco
Central, as empresas alemãs investiram, nos quatro primeiros meses
deste ano, quase o mesmo valor que destinaram à economia brasileira
em todo o ano passado. De janeiro a abril, aplicaram 498 milhões de dólares.
Nos 12 meses de 2003, foram 498 milhões. Desse total, 91,5% foi para
indústria automotiva, cerca de 4%, para o setor de bens de capital (máquinas
e equipamentos) e 3% para a indústria química. Com isso, volta a
ocupar a posição em que tradicionalmente esteve no ranking dos países
que mais investem no Brasil: o segundo lugar, perdendo só para os
Estados Unidos. Entre 2001 e 2003, a Alemanha esteve na sexta posição.
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Vendas
sobem quase 10%, puxadas por móveis e eletrodomésticos - WWW.TERRA.COM.BR
As vendas do comércio varejista brasileiro aumentaram 9,89% e a
receita nominal subiu 9,17% em abril sobre igual mês de 2003. O setor
de Móveis e eletrodomésticos, com avanço das vendas de 32,79%, teve
novamente o maior impacto positivo na taxa total, acrescentou o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta
quarta-feira. As vendas de Hipermercados, supermercados, produtos
alimentícios, bebidas e fumo também tiveram alta expressiva, de
6,72% contra abril de 2003, enquanto as de Combustíveis e
lubrificantes aumentaram 9,05%.
O setor de Tecidos, vestuário e calçados foi o único a registrar
recuo das vendas no mês, de 2,2%. No primeiro quadrimestre deste ano,
as vendas acumulam alta de 8,01% e nos últimos 12 meses, de 0,42%, o
primeiro resultado positivo nessa leitura desde dezembro de 2001. A
receita acumula no ano crescimento de 9,61% e nos 12 meses, de 11,59%.
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Indústria
de SP volta a contratar em maio
-
WWW.TERRA.COM.BR
A indústria de São Paulo voltou a contratar em maio após as demissões
temporárias realizadas em abril, informou a Federação das Indústrias
do Estado de São Paulo (Fiesp) nesta quarta-feira. O índice de
emprego industrial subiu 0,38% no mês passado sobre abril, o
equivalente à abertura de 5.810 vagas.Este é o segundo melhor
resultado do ano. De janeiro a maio, o emprego acumula alta de 1,18%,
com a criação de 17.967 postos de trabalho na comparação com igual
período de 2003. Nos últimos 12 meses, o aumento é de 0,89%, com a
abertura de 13.475 vagas. Entre os setores que mais contrataram em
maio estão Relojoaria, com 2,62%, Material Plástico e Bebidas em
geral, os dois com 2,41%. Dos sindicatos pesquisados pela Fiesp para o
índice, 27 relataram contratações em maio, 13 informaram demissões
e 7 reportaram estabilidade. Em abril, a indústria demitiu funcionários
temporários que haviam sido contratados em setores voltados para a Páscoa
e para produtos de verão.
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Produção
cresceu em 11 regiões em abril, diz IBGE -
Do
GloboOnline
A produção industrial brasileira cresceu em 11 das 14 regiões
pesquisadas em abril, segundo Pesquisa Industrial Regional divulgada
nesta terça-feira (15/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Os maiores avanços foram registrados no
Amazonas, de 13,8%, São Paulo (10,7%) e Santa Catarina (10,3%), na
comparação com igual período do ano passado. Já o Rio de Janeiro,
Ceará e Goiás reduziram a produção em 4%, 2,3% e 1,2%,
respectivamente.
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Construção
civil volta a crescer - Raquel
Landim e Carolina Mandl De São Paulo
A construção civil, forte geradora de empregos, já está em
recuperação. O nível de emprego formal cresceu 1,3% em abril e
foram abertas 15,4 mil novas vagas. O consumo de cimento, em maio, foi
4,4 % superior ao de abril e 1,3% maior que o de maio do ano passado.
Em abril, ainda, a produção industrial dos insumos para o setor
(como cimento, aço, tintas etc), cresceu 4,75%, segundo mês
consecutivo de alta expressiva sobre 2003, segundo o IBGE. Fabricantes
de materiais de construção e lojas especializadas também sentem a
volta das vendas. Na Dicico, as vendas de abril e maio cresceram 32%
acima de igual período de 2003 e na carioca Casa Show o aumento em
maio ficou em 8%. A Eliane, fabricante de pisos, vendeu 8% a mais em
maio e conseguiu, assim, acumular alta de 1,5% no ano. A Duratex
vendeu 40% mais peças em março, ritmo mantido em abril.
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MERCADO
EXTERNO
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AUMENTO
DAS EXPORTAÇÕES DE CARNE - Claudia
Silva Jacobs - BBC
Com o aumento das
exportações, o Brasil passa a controlar 21% do comércio mundial de
carne.
Um relatório da Organização para Alimentação e Agricultura das Nações
Unidas (FAO), mostra que a exportação de carne brasileira vai subir
de 3,4 milhões de toneladas em 2003, para 3,8 milhões em 2004.
Apesar dos números positivos para a pecuária brasileira, o relatório
da FAO mostra que o consumo de carne no mundo este ano, projetado em
253,6 milhões de toneladas, em comparação as 250,4 milhões de
toneladas do ano passado, representa um dos mais baixos índices de
crescimento dos últimos anos. De acordo com o relatório, o baixo
crescimento é um dos reflexos da gripe do frango, que prejudicou a
produção na Ásia e regiões da América do Norte, além do mal da
vaca louca, que atingiu a rebanho bovino no Europa. A expectativa de
crescimento na produção de carne na Ásia, por exemplo, é de menos
de 1%, o que representa menos do que a média registrada nos últimos
cinco anos. Essa defasagem da produção asiática, de acordo com a
FAO, vai ser suprida pelas exportações feitas por países da Oceania
e da América Latina, que por sua vez, será a maior beneficiária da
crise asiática, devendo registrar um aumento na produção em cerca
de 6%. Com isso, a América Latina passa a controlar 27% das exportações
mundiais. No início da década de 90, a América Latina controlava
perto de 16% das exportações do mundo. A média per capita de
consumo de carne vai se manter em 39,9 quilos por pessoa, a mesma média
registrada no ano passado.
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Têxtil
quer aumentar participação no mercado mundial - www.netcomex.com.br
Elevar as exportações de tecido e vestuário em 20% e aumentar o
superávit da balança comercial em 27% é a meta da Associação
Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) para 2004. O
setor espera faturar US$ 2 bilhões com as exportações até o final
do ano. De acordo com o presidente da Abit, Paulo Skaf, a estimativa
baseia-se no excelente desempenho de 2003, quando foi faturado US$ 1,6
bilhão com as exportações, um aumento de 39% em relação ao ano
anterior. O resultado levou o saldo da balança comercial ao patamar
positivo de US$ 595 milhões, o melhor dos últimos 11 anos. Entre os
principais países de destino dos produtos brasileiros do setor estão
os Estados Unidos, Argentina, Alemanha, Colômbia, Chile, Japão,
Portugal, México, Uruguai e China. A expectativa é de que o
crescente aquecimento do setor amplie a participação da indústria
no mercado internacional. Em faturamento, as têxteis registraram o
melhor desempenho da história em 2003, com ganhos de US$ 22,7 bilhões.
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TÁ
LOUCO
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Consumidores
ganham novo round contra os bancos
- www.consumidormoderno.com.br
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu em Brasília, no último
mês de maio, que as instituições financeiras estão sujeitas, como
vários outros segmentos da economia, às regras do Código de Defesa
do Consumidor. Apesar de os bancos contestarem a aplicação da Lei
8.078 criada em setembro de 1990, é praticamente consenso no meio jurídico
que o código passe a ser usado cada vez mais nas discussões entre
bancos e clientes. Antes cabia ao correntista provar, por exemplo, que
o banco era o responsável pelo dinheiro que sumiu da conta corrente.
Agora essa obrigação passa a ser da Instituição financeira."São
os bancos que terão que apresentar as provas que contestem as reclamações
ao invés do cliente", explica o tributarista Jéferson Nardi, do
Trevisioli Advogados Associados.
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representação,
negociação, marketing, vendas
"JORNAL
DO SDR" Nº259 DO WWW.SDR.COM.BR
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PARA
ACESSAR A BIBLIOTECA DO PORTAL SDR - CLIQUE NO LINK
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PIADA
DE COR AZUL = LINDINHAS
PIADA DE COR ROXA = PICANTES
PIADA DE COR MARROM = POLÍTICA
PIADA DE COR VERMELHO = PAHH
PIADA
DE COR VERDE = ENJÔO!
PIADA DE COR PRETO = FEIA
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Um
pingüim entra em um bar e se dirige ao garçom: - Com licença, por
acaso viu o meu irmão?
Não sei, como ele é?
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Um
casal de camponeses vai ao
ginecologista. E o marido diz: - Olhe dostor, é que temos um
problema, minha mulher e eu queremos ter condescendência, mas não
sabemos se é por que sou onipotente ou se minha mulher é histérica.
Anteriormente
havíamos ido em outro dostor e nos disse que minha mulher tinha a
vasilha quebrada e a imperatriz levantada e como a operaram da basílica
baleada, não sabemos se isso pode influenciar.
E
o homem continuou: - "Também já faz uns anos que me operei da
protesta e tem me deixado seqüestros pelo corpo.
Nós
voltamos para cá e outro dostor nos recomendou fazer vida marítima e
nós fumos para a costa e em todas as praias fazíamos vida marítima,
mas nada. Além do mais faz tempo a minha mulher teve um arroto e
nasceu o féretro morto e talvez isso tenha influenciado, mas eu creio
que a minha mulher é frigorífica, por que nunca chega ao orégano.
Depois
de escutar o marido o ginecologista responde: - Me parece que o que o
senhor tem é um problema de especulação atroz..
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Qual
é a diferença entre sonho e pesadelo?
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Sonho é comer um churrasco preparado por gaúchos numa praia
nordestina, com
mulheres mineiras, organizado por paulistas e animado por cariocas.
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Pesadelo é comer um churrasco preparado por mineiros numa praia gaúcha,
com
mulheres nordestinas, organizado por cariocas e animado por paulistas.
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Luiz Fernando Veríssimo
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Um
homem entra em um bar e diz: Oi. me serve uma cerveja, por favor?
O
garçom lhe diz: - Olha, não está vendo quanta gente tem? Pode
esperar um momento?
O
homem estranhando, ao ver que o lugar estava vazio senta-se em uma
cadeira pensativo, e decide esperar.
Depois
de dez minutos se levanta e diz: - Com licença, poderia servir-me a
cerveja? Por favor...
Mas
homem! Não pode ser amável e esperar? Tenho muito trabalho, não está
vendo? Não posso fazer tudo ao mesmo tempo!
O
homem cansado desta história pega um cinzeiro e gruda na cabeça do
garçom, que com um grito de dor se vira e diz: Está louco, que merda
está fazendo, tio?
Sim
homem, com toda a gente que tem aqui, porque tive que ser eu?
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Joãozinho,
muito curioso, pergunta ao vovô: - Vô, você ainda faz sexo com a
vovó ?
Sim, mas apenas oral.
Joãozinho pergunta: - O que é sexo oral ?
O avô responde: - Eu digo "Foda-se", ela responde "Vá
tomar no cu!"
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Um
velhinho vai ver o médico se queixando de sua impotência.
Ha doutor, o que posso fazer para combater a minha impotência?
O doutor ao vê-lo tão acabado e para se livrar logo dele lhe diz: -
Olhe vovô, se quer ter boas ereções coma muito pão.
Assim o velho entra na primeira padaria que encontra e pede 5 quilos
de pão.
A vendedora estranha o pedido e lhe pergunta: - Que bom, são tantos
assim na sua família?
Não filha, eu vivo só.
Então vai organizar alguma reunião?
Não filha, para nada.
Perdoe então a minha curiosidade, vovô, mas para quem que compra
tanto pão?
Pois é só para mim.
Mas vovô se é só para você é muito pão, vai acabar ficando duro!
Ah sua tarada, tu também sabias?
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Tinha
aquela mulher grávida que ficava com vontade de tudo a todo hora.
Eram 3 da manha e a mulher: - beinhe... quero morango.
O marido todo tontão ia achar o tal de morango para dar para mulher.
No dia seguinte - benhe... quero melancia.
O marido disse: - não tem.
- Eu quero, quero, quero, se você não me der seu filho vai nascer
sem um braço e com as orelhas tortas.
O marido, coitado, sai pela cidade procurando um lugar para comprar
melancia. - Ai ele acha e leva para mulher.
No dia seguinte: - beinhe, quero comer cocô. o marido: - Muié você
tá louca!
Eu queroooooo e se você não me der, seu filho vai nascer sem perna e
todinho manchado.
Vai no banheiro, bosteia num pratinho e leva pra mulher.
- Bbenhe, prova pra mim.
- Se tá doida! eu não vou provar coisa nenhuma.
- PRRRROOOOOOVVVVVVVVAAAAA, senão teu filho vai nascer sem cabeça.
O marido com todo nojo enfia o dedo no cocô e com relutância e olhos
fechados chupa o dedo papaqueado.
- Benhe, tem gosto de quê?
- Oras, tem gosto de merda!
- AAAAh, ENTÃO EU NÃO QUERO, me traz um copo de leite.!
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Um
dado Histórico interessante
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Por que todavia se segue escrevendo o 7 com o palito? Inclusive
atualmente, muitas pessoas, quando escrevem o número 7 o fazem
utilizando uma barra horizontal suplementar na metade da cifra. A
maior parte das tipografias o tem feito desaparecer em nossos dias,
como pode constatar pulsando a tecla de seu teclado: 7.
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Mas,
sabe por que tem sobrevivido esta barra até hoje? Devemos voltar
muitos séculos, aos tempos bíblicos. Quando Moisés foi ao Monte
Sinai e lhe foram ditados os 10 Mandamentos. Ao voltar para o
acampamento ele foi recitando em voz alta um a um para a multidão
enquanto os transcrevia.
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Quando chegou no sétimo, Moisés anuncia: - "Não
desejarás a mulher do próximo" e então numerosas vocês foram
ouvidas, gritando: - Risca o sete, filho da p..., risca o
sete!!!!!
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BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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UMA
QUESTÃO DE FOCO:
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AÇÕES
DIRIGIDAS AO CONSUMIDOR
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prof.
FÁBIO LUCIANO VIOLIN
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Mestre
em Estratégias e Organizações - UFPR
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E-mail:
flviolin@hotmail.com -
flviolin@terra.com.br
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Nosso
dia-a-dia é permeado por situações novas a cada instante, ao contrário
do que se pensa, a experiência atualmente não é suficiente para
manter empresas, produtos, serviços, marcas ou profissionais no
mercado. Isso se dá em razão da imensa quantidade de variáveis que
influenciam o nosso cotidiano.
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Cada dia é marcado por novos acontecimentos que nos leva a
tomar decisões no sentido de responder rapidamente aos problemas que
existem, nesse ponto é que a experiência perde espaço, pois em síntese
ela se refere a eventos passados, não sendo suficiente para resolver
todos os eventos que diferem daquilo que já vimos ou situações que
enfrentamos. Assim, a experiência por si só não é suficiente para
nos manter adequados sendo necessário ir além deste paradigma.
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Se permanecer adequado no mercado (empresas
e profissionais)
exige que a cada dia tenhamos condições de responder rapidamente aos
gostos, preferências e desejos mutantes dos consumidores, a conclusão
mais lógica a que se chega é que em tempos de concorrência acirrada
e muitas vezes desleal, buscar novas formas de adequação é um
requisito mínimo e básico.
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Os problemas que enfrentamos na busca de satisfação dos consumidores
são diversos e incluem entre muitos outros problemas relacionados a
custos crescentes, margens de lucro mais reduzidas, maior
competitividade e dificuldade de implantar novos meios de atuação em
função de crenças e costumes já existentes dentro das organizações.
Tais elementos dificultam as ações de busca por ganho de
competitividade basicamente por não depender única e exclusivamente
de nossa vontade.
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Somente vontade também não é suficiente, aqui vale a famosa
frase de que de boas intenções o inferno está cheio, assim, experiência
e tendência de querer mudar aliadas ainda não são suficientes.
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O que é preciso é aliar as diversas competências,
habilidades e conhecimentos em prol de sua carreira ou empresa, e a
forma de fazer isso passa necessariamente pela identificação das
fraquezas e das forças que cada organização possui, ou seja, o
primeiro passo é descobrir o que temos de bom e também de ruim e
buscarmos o balanço ideal.
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O segundo passo é levantar as ameaças, como por exemplo,
novos concorrentes ou concorrentes estabelecidos agindo, fatores
relacionados ao governo que venham impactar negativamente,
consumidores com problemas, desejos, ou preferências que não podem
ou venham a não poder ser atendidas pela empresa entre diversos
outros, além da busca por oportunidades como, por exemplo, novos
produtos, possibilidade de oferecer novos serviços ou serviços
melhorados que venham ao encontro do anseio dos clientes.
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No
entanto, ainda assim estas ações não são suficientes, não é o
bastante planejar ou entender seu negócio, é importante agir, e este
também é um grande problema, pois em geral, o comodismo nos ata
pelos pés ou ainda queremos mudar, mas não sabemos por onde começar
e de que forma fazer com que as ações tenham efeito.
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Nestas situações o melhor a fazer é buscar conhecimento de
causa através de leitura de literatura especializada, revistas,
experiências de outras empresas (não
necessariamente no mesmo ramo),
contato com outros profissionais ou ainda empresas do mesmo ramo na
sua localidade ou fora dela e principalmente um contato mais estreito
com os clientes internos (funcionários)
e externos (clientes)
entre diversos outros meios de tentar estar adequado ao meio em que se
atua.
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Algumas dicas são úteis no sentido de buscar melhorias:
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Atue
de forma inteligente e principalmente trate sua equipe como
parceiros, pois são eles que levam sua marca, seus produtos e
serviços aos consumidores, além de possuir valiosas informações
sobre estes mesmos clientes.
-
Busque
constantemente medir a satisfação de seus clientes através de
pesquisas, use fontes de informações como, por exemplo, os próprios
funcionários ou pessoas que consumam seus produtos ou serviços e
também os da concorrência;
-
Dê
soluções rápidas aos problemas de seus consumidores;
-
Busque
fontes de desperdícios e use, por exemplo, incentivos no sentido
de diminuir tais custos;
-
Procure
agregar valor nos serviços, pois cada vez mais os produtos se
tornam similares, assim este elemento pode se apresentar como
fator decisivo frente ao consumidor no momento de decidir por um
produto ou empresa;
-
Invista
em treinamento, mas cuidado, é preciso aplicar os novos
conhecimentos, caso contrário os mesmos não terão validade e se
perderão no tempo, tornando-se ao invés de uma forma de melhorar
o relacionamento com o cliente, uma fonte de custos;
-
Planeje
suas ações e tente visualizar os possíveis resultados antes de
implementar qualquer programa de melhoria.
Existem
diversas outras ações importantes, no entanto, estas acima
ressaltadas evidenciam a necessidade de procura por meios de adequação
aos novos tempos de mudanças e turbulências constantes, e que mudar
requer muito mais do que experiência e boa vontade, exige a aliança
de diversas fontes de esforços no sentido de entregar ao consumidor
final produtos ou serviços com maior diferencial em relação aos
similares.
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O mercado está expulsando cada vez mais rapidamente os
amadores e aqueles que insistem em gerir suas carreiras e empresas com
base no "achismo",
com base em fórmulas de sucesso do passado ou por tentativa e erro. O
ataque ainda é a melhor defesa, pois não fazer nada é uma decisão
que afeta certamente a permanência no mercado e é o meio mais rápido
para estar inadequado aos olhos dos consumidores que são as pessoas
que colocam dinheiro em nosso bolso. .
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...PROF.
FÁBIO
LUCIANO VIOLIN
.Mestre
em Estratégias e Organizações - UFPR
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..Especialista
em Planejamento e Gerenciamento Estratégico - PUC-PR
Professor universitário, palestrante e consultor de empresas.
E-mail: flviolin@hotmail.com
- flviolin@terra.com.br
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..BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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representação,
negociação, marketing, vendas
"JORNAL
DO SDR" Nº259 DO WWW.SDR.COM.BR
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PARA
ACESSAR AS BIBLIOTECAS DO PORTAL SDR - CLIQUE NOS LINKS
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como
se mede o valor de uma vela?
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Não
se pode medir por sua luz, dado que a vela perdeu sua função como
meio de iluminar uma casa. Os anos que seguiram à invenção da lâmpada
incandescente por Thomas
Alva Edison
poderiam ter sido qualificados como "a
queda da vela e o auge da lâmpada".
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Com tudo, cada noite no mundo inteiro ardem milhões de velas.
Nenhuma cena romântica é completa sem velas na mesa. Tem velas a 20
ou 30 reais a unidade, muito mais do que custa uma lâmpada. A diferença
de uma lâmpada, o valor de uma vela não tem relação com seu poder
de iluminar. Como o barco à vela e a chaminé, a vela perdeu
sua função primitiva e se converteu em arte.
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A publicidade se encaixa no mesmo modelo. Seus partidários
defenderão seu trabalho sobre a base de que aumenta o patrimônio da
marca: ou cria valor de marca, ou cria um vínculo emocional com os
consumidores, ou inspira e motiva a força de vendas. Até certo ponto
tudo isto é verdade, mas não pode ser medido objetivamente porque a
publicidade é uma arte. Perdeu sua função comunicadora.
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O valor da publicidade está no olhar do geral ou do diretor de
Marketing. Que valor lhe dá assinatura da pintura que está na parede
de sua sala de reuniões? A mesma lógica aplicável ao quadro pode
ser aplicada à publicidade de sua empresa.
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Em nossa opinião a publicidade não vale o que custa. Com uma
exceção. E é uma exceção importante. Quando serve a um objetivo
funcional então a publicidade tem um valor real. Mas, qual é esse
objetivo funcional? O objetivo da publicidade não é construir uma
marca senão defender-la, uma vez que tem sido construída, por outros
meios; principalmente relações públicas ou respaldo de terceiros. Não
devemos super valorizar a importância desta função defensiva. A
maioria das empresas gastam demais tentando construir uma marca com
publicidade (quando deveriam estar usando esse dinheiro em RR PP) e
muito pouco defendendo suas marcas com publicidade uma vez que tem
construído a marca.
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Criar e defender uma marca são as duas principais funções de
um plano de marketing. As RR PP criam a marca. A publicidade a
defende. Paralelamente, os publicitários tem dedicado tanto tempo e
energia à criação de marcas, que poucas vezes são emocionalmente
capazes de combater em uma guerra de marketing defensiva.
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Al
Ries
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Do livro: - "A queda da publicidade e o auge das RR. PP."
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Al
Ries é um dos estrategistas de marketing mais conhecidos do mundo. É
também co-autor de Positioning
e, junto com sua filha e sócia, Laura Ries, de The
22 immutable laws of branding.
Sua empresa de consultoria baseada em Atlanta, Ries
& Ries,
trabalha para muitas das empresas incluídas na lista da Fortune 500.
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TENDÊNCIAS
E RESULTADOS DOS SUPERMERCADOS
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Ao
completar seus primeiros 35 anos de sucesso e ótimos serviços
prestados, SUPERMERCADO
MODERNO traz
em sua edição de abril 2004, os principais registros referentes ao
setor em 2003, e sublinha algumas tendências. A importante e histórica
publicação do GRUPO
LUND circulou
pela primeira vez em 1969, entre 12 mil profissionais e lojas do
varejo, das quais apenas 2.900, conforme conta ROBERT CHRISTOPHER LUND,
eram de auto-serviço. Depois de 39 anos são 25.200 supermercadistas
que têm acesso à publicação, num total de 11.957 lojas de
auto-serviços em todo o país, e responsáveis por mais de 80% das
compras dos consumidores no setor.
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A primeira informação do RELATÓRIO ANUAL da SUPERMERCADO
MODERNO revela que o setor manteve-se estável em 2003, comparando-se
com 2002, o que no entender de seus editores, “é
uma vitória”.
Foram R$ 90,7 bilhões em 2003 contra R$ 78,9 bilhões em 2002, com um
crescimento nominal de 14,96%. Mas, descontando-se a inflação do período,
tomando-se como referência a média do IPCA Índice de Preços do
Consumidor Amplo chega-se a um crescimento real de apenas 0,16%, ou
seja, uma espécie de “empate
técnico”.
.
O outro lado desse número é, simplesmente, emblemático. O
setor só se manteve, ou apresentou um crescimento ainda que simbólico,
devido ao desempenho das pequenas redes, e das lojas de vizinhança.
Os chamados líderes dentre os supermercadistas, as grandes redes
faturamento superior a R$ 1 bilhão no período com exceção do Pão
de Açúcar,
e, descontada a inflação, regrediram:
-
PÃO
DE AÇÚCAR (+ 0,2%)
-
WAL-MART
(– 0,8%)
-
ZAFFARI
(– 0,9%)
-
BOMPREÇO
(–2,0%)
-
SONAE
(–2,7%)
-
CARREFOUR
(– 4,6%)
-
SENDAS
(– 21,6%).
Por
essa razão, a liderança no Ranking em 2003 continuou com:
-
CIA.
BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO (PÃO DE AÇÚCAR) com R$ 12.467 bi
de faturamento,
-
mantendo-se
na segunda posição o CARREFOUR com R$ 11.028 bi,
-
também
mantendo-se na terceira posição o BOM PREÇO com R$ 3.756 bi,
-
o
mesmo acontecendo em relação à quarta posição com o SONAE com
R$ 3.732 bi,
-
e
também com a quinta posição com o SENDAS, com R$ 2.273 bi.
Consideradas
as movimentações de 2003, e consolidando-se os dados decorrentes
apenas para comparação, a soma PÃO DE AÇÚCAR mais SENDAS totaliza
R$ 14.740 bi, contra a soma WAL-MART mais BOMPREÇO R$ 5.696 bi, ou
seja, suficiente para levar o WAL-MART da sexta para a terceira posição,
sem, no entanto superar o CARREFOUR.
.
Assim, a liderança do PÃO DE AÇÚCAR deve prevalecer em
2004, salvo se, e como já anunciado por seus líderes, o GRUPO SONAE
decidir se retirar do país e vender sua rede, assim e principalmente
se confirmarem os rumores de uma tentativa de “TAKE OVER” na
Europa, do WAL-MART sobre o CARREFOUR...
.
Dentre os destaques do RELATÓRIO de SUPERMERCADO MODERNO, o
desempenho de algumas organizações com poucas lojas. E dentre essas,
o primeiríssimo lugar por vendas em relação ao tamanho da área de
vendas, da VERDEMAR, com duas lojas em BELO HORIZONTE. Enquanto a média
do setor é de R$ 8.472 por m2 a VERDEMAR registrou um número quase
3,7 vezes maior: R$ 31.188 por m2. .
E
no conjunto das compras, e mantendo-se a tendência dos últimos
anos, em 2003 as chamadas LOJAS DE VIZINHANÇA, continuaram avançando
sobre as megalojas, os HIPERMERCADOS.
.
http://www.sm.com.br
- SUPERMERCADO
MODERNO
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Mexa-se!
.
Mexa-se
Regra 1: -
Aumente
o tempo cara-a-cara com os seus melhores clientes. Trate os seus
clientes tradicionais e antigos como se eles fossem clientes recém
conquistados. Trate-os com a mesma convicção, energia, entusiasmo e
novas idéias de um início de relação. Faça a eles perguntas
provocadoras que os faça refletir sobre o seu negócio. Escute com
muita atenção enquanto eles falam quais são as suas preocupações
e necessidades. Faça uma lista dos seus 20 principais clientes e
encontre-os cara-a-cara nos próximos 30 dias. Você tem 30 dias para
cumprir esse objetivo. EU
NÃO QUERO SABER DE DESCULPAS POR NÃO TER FEITO.
.
Mexa-se
Regra 2: -
Defina
em uma única sentença o que você faz por cada um dos seus clientes.
-
O
que você vende? Por
que?
De que maneira você vende? Por que?
-
O
que você não vende? Por que?
-
Por
que o cliente compra de você?
-
Por
que essas são as razões? Por que não são outras as razões?
Mexa-se
Regra 3: -
Imagine
que você seja o seu concorrente.
Agora
implemente você mesmo essa estratégia com o seu próprio cliente.
.
Mexa-se
Regra 4: - Ajude
os clientes que precisam. Todos nós conhecemos clientes que precisam
de ajuda, entretanto, nós sempre concentramos os nossos esforços
naqueles segmentos de clientes que são mais fáceis de se fazer negócio.
Ok, você precisa vender, mas você precisa também construir
relacionamentos de longo prazo. Ajude um cliente que precisa. Ofereça
a sua ajuda pessoal. Verifique de tempos em tempos como as coisas estão
para ele. O mundo dá voltas. Um dia você vai precisar da ajuda desse
mesmo cliente.
.
Mexa-se
Regra 5: - Monte
Ofertas e não Promoções. Monte com muito amor e carinho as
mensagens que você envia para os seus clientes. Os seus clientes já
estão suficientemente inundados de mensagens eletrônicas e impressas
que não lhe dizem respeito. Diminua o seu número de e-mails e
telefonemas e aumente a qualidade do conteúdo das mensagens que você
envia para os seus clientes. Monte OFERTAS personalizadas de acordo
com o perfil e necessidades de cada cliente, e não PROMOÇÕES de
produtos e serviços que beneficiam apenas você. Invista MAIS TEMPO e
CÉREBRO para montar as suas mensagens para os seus clientes.
.
.
Se
você investe 5 minutos para montar uma mensagem,
invista
10 minutos para montar uma mensagem.
QUEBRA
TUDO! Foi para isso que eu vim e vocês?
.PROF.
RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE,
FUNDADOR E SEU AMIGO
BIZREVOLUTION
CONSULTORIA DE MARKETING
.
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..BIBLIOTECA
EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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A
IMPORTÂNCIA DA PADARIA DO MANUEL E DO ARMAZÉM DA DONA MARIA....
.
Compramos
de um modo em super e hiper mercados, e que em outros momentos
compramos em lojas de conveniência, padarias e mini – mercados de
outro modo. Por
que agimos diferente em PDVs diferentes ?
Porque temos necessidades específicas a depender do momento.
.
A pesquisa realizada pelo POPAI
Brasil
e a Vox
Populix em
2001, que abrangeu 176 lojas (53
delas, padarias)
e realizou 1492 entrevistas mostrou um cenário bem específico no
comportamento de compra em estabelecimentos como padarias,
lojas de conveniência e mini-mercados.
.
As tradicionais padarias
que existem em todos os bairros, os mercadinhos
da periferia e os novos tipos de lojas
de conveniência
em pontos estratégicos de circulação, tem grande representatividade
no hábito de consumidores acostumados a fazer compras emergenciais de
reposição ou compras habituais "avulsas",
quer seja pela perecibilidade do produto (como
comprar pão diariamente),
quer seja por um tipo de comportamento (1
maço de cigarros de cada vez, um cafezinho, um refrigerante para
consumo na hora....)
.
Por oferecerem produtos de fabricação própria e ocuparem áreas
de venda restritas a aproximadamente 40 a 50m2, dispõem em média de
apenas 50 itens industrializados e baixo sortimento de marcas na
maioria dos produtos, com exceção daqueles com presença altamente
representativa.
.
O tipo de lay out utilizado não aproveita o pouco espaço que
têm para manter um mix de produtos mais balanceado, perdendo
substancial potencial de incremento de vendas de itens planejados ou
impulsionados pela presença no local.
.
Temos aqui, um campo fantástico para posicionar produtos, pois
a concorrência é muito menor que num hipermercado,
onde se disputa espaço e o olhar do consumidor com outras centenas de
produtos da mesma ou de outras categorias, que chegam a 40.000
itens em média.
.
Neste espaço onde a média gasta "parece"
pequena (R$
3,00), as
possibilidades de atingir seu consumidor são enormes. Produtos como sorvetes,
tabaco, refrigerantes, isotônicos, snacks, guloseimas, etc..
já conquistaram seus espaços onde outras categorias ainda se acanham
em vender
e promover.
.
É muito mais fácil perceber um material promocional numa padaria,
do que numa loja de grandes proporções. Foram encontrados materiais/ações
de merchandising
em apenas 35%
das padarias
pesquisadas, em 9 tipos diferentes, a maioria freezers
e banners
sem preço.
.
Um consumidor
de supermercado
leva uma hora e meia por mês numa compra e gasta perto dos R$100,00.
Este mesmo consumidor
vai várias vezes no mês à padaria,
posto de gasolina, ou mercadinho,
e leva "7
minutos gastando em média R$ 3,00 por compra, num total de compra de
aproximadamente R$ 50,00 reais mensais",
sendo muito mais exposto às promoções do que aquela única visita
mensal feita ao supermercado.
.
Ao constatarmos um índice
de 34% de decisão de compra no PDV nestes estabelecimentos do pequeno
varejo,
podemos concluir que este índice é até mais representativo que
aquele observado no estudo de comportamento de compra
em super e hipermercados,
que apontou 85%
de decisão de compra no PDV,
uma vez que temos uma diferente intenção de compra e um reduzido
tempo de permanência na loja.
.
Trata-se, portanto, de um canal
com alta potencialidade de promover e fazer marcas perante o
consumidor,
que necessita de maior atenção pela representatividade
estratégica,
sendo recomendável avaliar alternativas
de comercialização,
que viabilizem a prática de preços
mais acessíveis e o abastecimento mais equilibrado.
Estes
pontos-de-venda precisam ser melhor explorados pois têm potencial
suficiente para ter um sortimento maior de mercadorias, vender mais
por preços menores, promover marcas com e atender melhor seus
consumidores para fidelizá-los.
http://www.popaibrasil.com.br
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ESTRATÉGIA
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Ao
CONCORRENTE que foge, ponte de Prata
.
Desfazer-se
do concorrente
permitindo-lhe escapar. Utiliza-se para evitar perdas no concorrente
que não sejam necessárias. Funciona melhor que tentar pressiona-lo e
provocar uma luta desesperada.
.
Não
se deve pressionar demais o concorrente.
Qualquer assédio deve deixar uma saída para evitar um embate até o
final e evitar que o outro tenha que ir até a liquidação final.
.
"Se
os concorrentes, desesperados, vem para vencer ou morrer, deve-se
evitar encontrar-se com eles. A um concorrente que carece de
tudo, deve-se prever ante seu desespero.
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A
arte da contenda - Tsun Tzu
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NÚMEROS
E PESQUISAS DE MERCADO
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Magazine
Luiza compra Lojas Arno - PORTAL
EXAME
O Magazine Luiza anunciou nesta segunda-feira (14/6) a aquisição da
rede de lojas Arno. Sua diretoria não quis divulgar o valor da operação,
que depois de um período de transição de dois meses e meio,
torna-se efetiva a partir de 1º de setembro. A marca "Lojas
Arno"
será mantida por tempo indeterminado. No estado do Rio Grande do Sul,
onde mantinha um projeto de expansão, a administração será tocada
por uma equipe independente. Para 2004, a previsão de faturamento das
Lojas Arno, que celebram 50 anos de atividades em agosto, é de 260
milhões de reais. O faturamento das 183 lojas do Magazine Luiza em
2003 foi de 930 milhões de reais. "Os funcionários e as 51
unidades das Lojas Arno serão mantidos pelo Magazine Luiza",
afirma o comunicado assinado pelas diretorias das duas redes.
..
.
O
MARKETING VIRAL JÁ TEM ASSOCIAÇÃO
Com a "Viral
and Buzz Marketing Association"
(VBMA ) foi
fundado uma associação internacional que se pôs como objetivo
a investigação, o fomento e o desenvolvimento de técnicas de
marketing que respeitem os consumidores. Entre estas se encontra o marketing
viral, com
o que se pode estimular a publicidade boca a boca e que cada vez ganha
mais importância. Mas também tem um papel importante o fato de que
cada vez mais se tem em dúvida a efetividade da publicidade
tradicional e que muitos anunciantes centram seus esforços e
alternativas. A esta nova associação internacional pertencem entre
outras agências DMC
e The
Viral Factory (Reino Unido),
GD
& SM Advertising (usa)
e Spheeris
(Francia)
.
.
PARA
O MARKETING FALTAM SISTEMAS DE MEDIÇÃO
As corporações gastam até um quarto de seus orçamentos em
iniciativas de marketing, mas poucas conhecem seus resultados ou
planejam estratégias integradas a longo prazo. Esta é a conclusão
de um estudo do Chief
Marketing Officer Council (CMO).
Esta análise de mais de 320 empresas norte-americanas de tecnologia
global que se realizou durante o primeiro trimestre deste ano revela
que só 16,8% das empresas entrevistadas tem sistemas de medida do
rendimento de marketing. Mas, apesar de que quase 90% delas acredita
que esta medida é uma prioridade principal para as empresas de
tecnologia de hoje, aproximadamente 70% investe menos de 2% de seu
pressuposto de marketing nelas. O diretor executivo do CMO explica que
os resultados da publicidade, vendas e marketing colaterais e branding
são os mais difíceis de medir. Ao contrário, os mais fáceis de
medir são os resultados procedentes das campanhas de correio direto e
e-mail, a presença em páginas da web e pesquisas de Internet e os
programas de tele-marketing e gestão do contato. Ademais, o estudo
revela que as empresas que utilizam os sistemas de medição do
rendimento do marketing tendem a obter melhores resultados no mercado
em termos de crescimento em vendas, proporção de mercado e
rentabilidade. E estas empresas conseguem de forma consistente um
maior nível de confiança na função do marketing por parte do
diretor geral.
.
.
Casas
Bahia tira o lugar da Unilever na liderança entre os anunciantes -
Marta
Barcellos Do Rio
A Casas Bahia desbancou a Unilever na liderança do ranking de
empresas que mais gastam em propaganda. Segundo a edição anual
"Agências & Anunciantes" da editora Meio &
Mensagem, a rede de eletroeletrônicos gastou R$ 378 milhões em mídia
no ano passado, 178% a mais que em 2002. Além de ter se distanciado
da Unilever, com gastos 64% maiores, a Casas Bahia cresce ano a ano
entre os anunciantes: era a segunda empresa de 2002 e quinta colocada
em 2001. A UNILEVER (multinacional anglo-holandesa) ficou na
vice-liderança, com gastos de R$ 230 milhões, 50% a mais que no ano
anterior. Puxada pela performance da cliente Casas Bahia, a agência
NewcoomBates tomou a dianteira no ranking do setor posto que pertencia
à McCann Erickson, com faturamento de R$ 505,4 milhões.
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Varejo
foi o campeão de investimentos em publicidade - www.consumidormoderno.com.br
O setor de varejo foi o grande impulsionador do mercado brasileiro de
propaganda em 2003. Com investimento de R$ 2,9 bilhões em mídia,
ficou 25% acima do investimento registrado no ano anterior. O dado faz
parte da edição anual Agências & Anunciantes, da Editora Meio
& Mensagem, que circula a partir desta semana. Este valor também
representa 27% do total investido em propaganda pelos 28 setores econômicos
listados pelo Ibope Monitor. Entre os 30 maiores anunciantes apontados
pelo ranking, sete são redes de varejo:
-
Grupo
Pão de Açúcar (4º lugar), Lojas Marabraz (11º lugar), Ponto
Frio (18º lugar), a rede baiana Insinuante (21º lugar), o
Carrefour (25º lugar) e lojas C&A (30º lugar).
O
segundo setor que mais investiu em mídia em 2003 foi o de serviços
ao consumidor, totalizando R$ 919 milhões. O valor corresponde a
menos de um terço dos investimentos realizados pelas redes
varejistas. No entanto, é o setor com maior número de empresas entre
os 30 maiores anunciantes:
-
Unilever
(2º lugar), Ambev (3º lugar), DM Farmacêutica (12º lugar),
Coca-Cola (13º lugar), Kaiser (17º lugar), Schincariol (20º
lugar), Nestlé (26º lugar) e Procter & Gamble (29º lugar).
Entre
as 30 maiores, estão também seis montadoras:
-
Fiat
(6º lugar), General Motors (8º lugar), Volkswagen (9º lugar),
Ford (10º lugar), Renault do Brasil (22º lugar) e Peugeot
Citroen (23º lugar).
Há
ainda cinco empresas de telefonia:
E
apenas três bancos:
Para
completar a lista dos 30 maiores, há o grupo Liderança, empresa de títulos
de capitalização, no 5º lugar.
.
.
Industria
é o principal gerador de riqueza
- Do
Valor Econômico
A indústria ainda é o principal motor da atividade econômica no
Estado de São Paulo, apesar das dificuldades que enfrentou nos últimos
anos e da participação crescente do comércio e dos serviços na
geração de empregos e riqueza no Estado. É o que revela uma
pesquisa divulgada nesta terça-feira (15/06) pela Fundação
Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade),
ligada ao governo estadual. Produzida nos últimos dois anos, a
pesquisa oferece um retrato minucioso da atividade econômica no
Estado mais rico da Federação. Ela colheu diretamente informações
de 28 mil empresas, amostra que permite estender seus resultados para
um universo estimado de 794 mil empresas. O levantamento atualiza e
amplia um trabalho semelhante concluído há seis anos. Conforme a
pesquisa, a riqueza produzida pela indústria paulista cresceu quase
5% entre 1996 e 2001 e as fábricas foram responsáveis por 52% do
valor adicionado gerado pela economia estadual. O valor adicionado,
que subtrai custos e outras despesas das receitas obtidas pelas
empresas, é uma medida simples da riqueza que elas produzem. A
contribuição da indústria foi maior que a do comércio e dos serviços,
somados. Os números da pesquisa confirmam um fenômeno demonstrado
antes por outros estudos. A produtividade da indústria também
cresceu. Ela produziu mais riqueza num período em que sua força de
trabalho encolheu, de 2,1 milhões em 1996 para 1,9 milhão em 2001.
.
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Vendas
do varejo sobem pelo quinto mês
- Folha
Online
O comércio brasileiro cresceu 9,89% em abril em relação ao mesmo
período do ano passado, segundo o IBGE. Esta é a quinta alta
consecutiva do volume de vendas do varejo no país. Em março, a alta
havia sido de 11,36%. O resultado, entretanto, foi influenciado pela
base de comparação baixa do primeiro semestre do ano passado, quando
a economia estava submetida a juros mais elevados e apresentava
aceleração da inflação. Em abril de 2003, o comércio havia
sofrido uma queda de 3,71%. Nos acumulado em 12 meses, o setor
apresenta a primeira alta desde de dezembro de 2001, de 0,42%. O setor
de móveis e eletrodomésticos teve o melhor desempenho em abril
cresceu 32,79% com as condições mais favoráveis ao crédito, como
juros ao consumidor mais baixos e prazos mais longos para pagamento.
.
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Riqueza
está no raio de 100 km de São Paulo
- Do
GloboOnline
A Região Metropolitana de São Paulo perdeu participação na riqueza
do estado, mas ainda responde por 52,6% da produção industrial,
sendo 28,8% apenas na capital. No setor de serviços, os 39 municípios
da região respondem por 70% do valor adicionado e a capital, sozinha,
por 53%. Os dados fazem parte da Pesquisa da Atividade Econômica
Paulista (Paep), divulgada nesta terça-feira (15/06) pela Fundação
Seade, que compara a evolução do estado entre 1996 e 2001 um período
em que o país enfrentou três grandes crises econômicas: a da Ásia
(1997/1998), a da desvalorização do real (1999) e o apagão da
energia elétrica (2001). A pesquisa mostra ainda que as regiões que
mais cresceram no estado foram Campinas e São José dos Campos. A
participação de Campinas no valor adicionado gerado no estado
cresceu de 16,1% para 19,6% no período. A fatia de São José dos
Campos passou de 6,5% para 11%. Segundo Vagner Bessa, analista da
Fundação Seade, as atividades de refino de petróleo impulsionaram a
região de Campinas. No caso de São José dos Campos, o impulso foi
dado pela Embraer e também pelo refino de petróleo.
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