Adweek publicou faz pouco um artigo titulado: Aprendendo a escrever para uma audiência que não lê. O artigo dizia: Se já é difícil escrever um bom argumento de vendas, que ocorre
quando inclusive a mensagem correta é ininteligível para a maioria dos consumidores?
Adweek citava umas estatísticas estudadas pelo Departamento Federal de Educação: quase 50% dos adultos americanos não tem um nível suficiente de leitura como para compreender um horário de ônibus ou uma folha de rendimentos.
Simplifica, estúpido. (Keep it Simples, Stupid):
O guru do marketing direto Ray
Jutkins dizia que sempre tens que escrever para o nível de um garoto de 13 anos. Também ajuda que seja muito visual.
O jornal mais lido em EUA não é The Wall Street Journal. É USA Today. Como apresenta USA Today a informação?:
Fazem-no visualmente. Utilizam gráficos e ilustrações. Quase nunca têm extensos blocos de texto. E ao mesmo tempo mantêm a linguagem simples. Portanto, talvez deveríamos pedir-lhes emprestado uma página para fazer o mesmo em nosso marketing direto.
Depois de enviar um mailing e analisar os cupons recebidos ou escutar os telefonemas com pedidos te dá a sensação de que os clientes não entenderam nem a metade? Por que ocorre isto? Uma razão pode ser a exposta aqui. Mas eu creio que o cliente é tanto ou mais inteligente do
que você ou do que eu.
O único que ocorre é que lhe pedimos mais dedicação da que pode dar-nos. Vivemos a era das pressas. Seja como for, a conclusão é a mesma: seja simples, seja direto.