Uma especialidade dentro do correio é o sampling ou distribuição de amostras através das caixas postais. As mais habituais são as de xampus e géis pós-barba. No entanto, e apesar de serem muito apreciadas pelos consumidores (sobretudo para o primeiro que chega porque costuma arrasar a dos
vizinhos), poucas empresas distribuem amostras.
Fora o problema dos acaparadores (os que ficam com as amostras alheias), a explicação de não ser muito utilizado o sampling, poderia estar na revelação que Claude Hopkins fez quase um século atrás (1923): a distribuição em massa e indiscriminada de amostras é ineficiente pelo alto grau de não interessados que recebem uma. Isto é, de alguma maneira devemos limitar as amostras somente aos que estejam dispostos a fazer algo por ela, precisamos que antes
levantem a mão.
John Caples (escritor) o solveu distribuindo vales desconto ou cupons de amostras gratuitas que se podiam trocar nos comércios. Outra solução são as etiquetas para colar na caixa postal.
Isto é, o fato de ter que se mover até a loja ou ao menos colar uma etiqueta, elimina uma quantidade de amostras desperdiçadas, portanto, reduz-se enormemente o custo em amostras e produz campanhas de sampling rentáveis.