Como Diretor do programa:
liderança de alto rendimento em
IMD, estudei o comportamento dos líderes e de suas equipe de trabalho segundo vivem algumas situações. Quando nos encontramos ante uma equipe de trabalho
disfuncional, nosso primeiro ato será reunificá-la:
Uma equipe deve criar um vínculo emocional. Nunca poderá existir uma equipe de alto rendimento sem um sentimento de compromisso entre os demais membros.
Em segundo lugar, nossa equipe deve ter um compromisso emocional com a meta, metas
comuns:
Se a equipe tem uma meta clara e está comprometido emocionalmente com ela, passará automaticamente da disfunção à funcionalidade.
A terceira questão é ter um líder que crie diálogo. Terá que falar do conflito. A gestão de conflitos não tem que ver com a dor do conflito senão com o benefício que provem da resolução do conflito e para isto se precisa o diálogo:
As equipes disfuncionais não podem manejar o conflito, têm problemas de personalidade e é necessário dialogar, negociar e reuní-los a todos em torno de um objetivo comum.
Esta situação cria automaticamente a necessidade de um líder:
Se não há um líder forte e efetivo, e não quero dizer dominante, senão uma pessoa que tenha a imagem clara de para onde se dirige o grupo, a equipe vai ser mais forte do que o líder. Não conheci a uma equipe disfuncional que não tivesse uma disfunção na liderança.
As vezes há pessoas que não devem estar numa determinada equipe, e as vezes terá que ajudar a algumas pessoas a que se afastem da equipe, pois não são as adequadas para
a mesma.
O mais importante para uma equipe de alto rendimento é a capacidade de sentir o poder. Numa equipe disfuncional sempre há problemas, seus integrantes se sentem como reféns, há queixas e há vítimas.
Há que deixar a um lado essa posição de refém, de vítima e retomar o próprio poder e a capacidade de poder expressar o que se pode fazer nesse papel.