
biblioteca
exclusiva da univ. wharton
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Os líderes jogam o xadrez, não damas
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Numa conferência organizada pela
UNIV.
Wharton, o especialista em liderança, Marcus Buckingham, despachou-se com uma série de conselhos que não pode passar por alto nenhum líder que pretenda obter o máximo rendimento de seus funcionários
(EXCELENTE
MATÉRIA DO AUTOR). Segundo Buckingham, os melhores líderes compartilham um talento:
a habilidade de detectar as particularidades de cada pessoa. Você é tão bom vendendo como realizando tarefas administrativas? Então, por que supõe que seus colaboradores podem render o mesmo em qualquer função?
Um líder ruim crê que todos seus funcionários podem desempenhar-se igualmente bem em qualquer lugar como se todos fossem idênticas peças de damas.
O resultado? Aquela pessoa tão encantadora acabará afundada em rígidas
planilhas e processos internos, enquanto seu tímido colega sairá à rua, com pouco sucesso, como comercial.
Um bom líder, pelo contrário, conhece as diferenças entre as capacidades dos funcionários e as explora ao máximo. Ele vê aos trabalhadores como peças de xadrez, cada um com seus movimentos e habilidades particulares. Até aqui, a diferença entre um bom e um ruim manager.
Mas é o mesmo um bom gerente e um líder?:
De jeito nenhum, alega Buckingham, Existe uma diferença cortante entre o
gerenciamento e a liderança. O líder é aquele que une aos funcionários depois da visão de um melhor futuro. É um otimista por natureza capaz de transmitir sua visão de um futuro diferente.
O escritor francês Maupassant
(WIKIPÉDIA)
escreveu alguma vez: só se tem medo do desconhecido.
E este é precisamente o obstáculo que a liderança deve remontar. Os processos de mudança acordam temores entre funcionários e gerentes:
Que vai acontecer comigo? Meu departamento ficará marginado da organização? Perderei meu emprego? Que vou fazer com
OS FINANCIAMENTOS?
As paixões se
exacerbam e resistem à mudança, um sabotagem que pode fazer fracassar até as melhores estratégias.
O líder é quem consegue superar este obstáculo. A clareza de sua visão e sua adequada comunicação geram confiança e vencem as tentativas de obstrução.
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Segundo Buckingham, este foi um fator central da estratégia exitosa de mudança do gigante britânico da alimentação
Tesco, com mais de 2.000 lojas e 360.000 funcionários ao redor do mundo. Em 1997, o novo CEO decidiu que a companhia centraria seu negócio nas donas de casa do mundo. As dúvidas assaltaram aos managers.
As pujas de poder se dispararam. Os medos se exacerbaram.
Mas o CEO mostrou seus dotes de liderança e adotou uma série de medidas para inspirar confiança. Hoje, Tesco é um dos três maiores
varejistas do mundo.
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Quando queira liderar, comece com o
futuro, adverte Buckingham, Seja vívido e específico. Isso é o que fazem os líderes.