|
.. . O REMÉDIO FEZ EFEITO? .. . SR. PROF. ANTÔNIO DE PÁDUA B. BRAGA . .Consultor da SAGRA - Consultoria em Vendas
|
|
. . .
Numa palestra que realizei em Recife, para uma platéia em torno de 500 pessoas, mostrei algumas ações de pós-venda e a sua importância para a conquista e fidelização de clientes. Dentre os exemplos apresentados, citei como seria diferente se o médico (ou mesmo a secretária) ligasse para o cliente, após a consulta, para saber se o remédio receitado fez efeito, se resolveu o problema diagnosticado. . Pois
é muito comum ouvir-se do médico que se o remédio não
resolver, favor voltar para que seja indicada outra alternativa.
Caso houvesse a ligação, o cliente ficaria até na dúvida da
veracidade, imaginando logo que não está no Brasil. Certamente,
a primeira idéia que lhe surge é de que está sendo vítima de
uma dessas “pegadinhas” da televisão. . Para
mim, foi motivo de satisfação, pois, a princípio, pensei que
ele ia discordar do médico fazer pós-venda. Ora, muitos
profissionais de medicina não sabem nem se o paciente ficou
curado ou se morreu, já que muitos clientes não voltam para dar
notícias do que aconteceu. Quando o remédio não resolve, muitas
pessoas simplesmente trocam de médico. Então, não poderia ser
diferente? . E
uma estratégia que adotou, entre outras, é o atendimento de
imediato a reclamações. Inclusive, tem alguns aparelhos (som,
televisor, vídeo, geladeira etc)
de reserva para emprestar ao cliente, quando surge algum defeito
no produto comprado durante o período de garantia, e a assistência
técnica demora para resolver o problema, pois às vezes fica na
dependência do fabricante. . Ela
disse que não queria conversa com ele enquanto não solucionasse
esse problema, pois estava perdendo vendas, além de deixar
clientes insatisfeitos por falta de produtos, e que era obrigação
dele acompanhar o andamento desse processo, bem como de todas as
suas vendas. Realmente ela está coberta de razão, mas
infelizmente atitudes como essas fazem parte do cotidiano dos “vendedores”,
dos não profissionais, gerando desgastes e tirando o cliente do sério
constantemente. Tempo e estoque valem dinheiro, é caro, e os
clientes estão fazendo menores e mais freqüentes compras, mas
querem agilidade em todo o processo da venda. . E
é exatamente ai que reside o diferencial entre os profissionais.
O competente já tem por hábito fazer o acompanhamento de todas
as ações – antes, durante e depois – em qualquer tipo de negócio
com o seu cliente. Faz sempre uma análise do que poderá
acontecer, do que ocorreu, onde errou, onde acertou, do nível de
satisfação etc., de modo a corrigir erros e aprimorar acertos,
sempre visando o sucesso do seu cliente. Ele é bem-sucedido
porque o cliente também é, ou seja, é uma relação
ganha-ganha. . Ele sabe que as relações com os clientes, pessoas físicas ou jurídicas, ocorrem através de seres humanos que merecem respeito e tratamento digno. Também, que todas as ações positivas de uma empresa são fortes instrumentos de vendas, pois elas dão origens a inesgotáveis fontes de conquistas de clientes, graças ao comprometimento, valorização e satisfação pessoal. Sendo assim, enquanto o “vendedor” perde clientes, reclama, acusa os outros pelo seu fracasso, por desconhecer as técnicas e os benefícios do pós-venda, entre outras ações, o profissional age e realiza, alcançando facilmente o que todos almejamos. . . . . SUCESSO
EM 2004!
. SR. PROF. ANTÔNIO DE PÁDUA B. BRAGA Consultor da SAGRA - Consultoria em Vendas . |
|
. . . sistema de representação comercial e vendas .L
|
.
Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2006, SDR