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Como
disse Tom Hopkins, grande corretor de seguros e consultor de vendas:
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“as
objeções são os degraus da escada para o seu sucesso em vendas”.
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Sendo
assim, pode-se concluir facilmente que o NÃO
do cliente no momento da negociação é um grande passo que o representante/vendedor
dá rumo ao topo dessa escada que é VENDER. Aliás, o PROFISSIONAL
que se preza tem a plena consciência de que sai de casa todos os dias com
um objetivo em mente, o de fechar vendas. Essa é sua principal função,
além de outras, é claro, que complementam as suas atividades, mas sempre
visando atender as necessidades dos clientes
e daS REPRESENTADAS
para as qual trabalha. A sua, será conseqüência desse trabalho.
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Entretanto, como estamos cansados de saber, o NÃO,
para muitos representanteS
E
vendedorES,
é um verdadeiro banho de água fria, um chute na canela, porque não se
prepararam para superar obstáculos; querem vender
sem dificuldades.
Ou seja, não se conscientizaram de que em toda atividade existem
dificuldades a serem vencidas, cujas resistências são proporcionais ao nível
de preparo de cada pessoa. Portanto, como profissionais
de vendas,
devemos estar cada vez mais preparados para suavizar as objeções dos
clientes, contornando-as com competência, segurança e convicção, a fim
de obtermos o que realmente almejamos a venda com qualidade.
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Então, o que fazer para contornar objeções, a fim de se obter a
concordância do cliente e fechar a venda? É
necessário que se siga alguns passos, esclarecendo todas as dúvidas que
possam existir, para que o cliente fique seguro dos benefícios que está
obtendo ao optar pelo produto/serviço ofertado.
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1)
Não perca a calma: -
Dê o máximo de atenção ao cliente,
ouvindo
a objeção até o fim.
Para fazer isso com eficiência, a regra de ouro é ouvir, ouvir e ouvir o
cliente, sem interrompe-lo, a fim de não
irritá-lo,
dando a entender que seus pensamentos, suas idéias, são desprezíveis.
E, ainda, quanto mais o cliente
falar, mais
chances se terá de descobrir os motivos que o estão levando à verdadeira
objeção.
Demonstre ao cliente
que ele é importante,
praticando uma audição ativa, para que ele sinta que você está ali
para resolver o seu problema com todo o interesse possível.
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2)
Apóie a objeção: -
Significa entender o cliente,
compartilhando suas preocupações, seus problemas, suas
necessidades, colocando-se ao lado dele. É diferente de concordar com o cliente.
Para tanto, é fundamental que se use palavras capazes de se colocar no
lugar do cliente,
de fazer uso da empatia. Apoiando a objeção, você não só compreende
as preocupações de cada cliente,
como também é um sinal de demonstração que se está ouvindo com atenção
e entendendo o que ele tem a dizer, para que se raciocine e formule a
resposta certa, eliminando as resistências do cliente.
Para se colocar no lugar do cliente,
sem dar margem a discussão ou mal entendidos, deve-se fazer uso de
expressões do tipo:
“eu
entendo...”,
“eu
compreendo...”,
“sinto
muito...”;
“percebo
que...”
Etc,
demonstradas também pelo tom de voz e linguagem corporal, além das
palavras.
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3)
Peça permissão ao cliente antes de falar: –
Obtendo assim o seu consentimento, além de demonstrar sinal de educação
e simpatia. Com isso, não se interrompe o diálogo, além de valorizar o
ser humano, mostrando mais uma vez que se está atento o tempo todo ao que
o cliente
tem a dizer. Faça perguntas para identificar as dúvidas existentes.
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4)
Responda a objeção: –
Esclareça as dúvidas do cliente
com respostas claras, objetivas, completas, bastantes seguras e
convincentes. Fale apenas o necessário para remover a objeção, sem mais
complicações, a fim de não despertar outras dúvidas, mas sim levar o cliente
ao nível máximo de satisfação, para obter a concordância e o
fechamento da venda.
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5)
Feche a venda –
esclarecidas as dúvidas, superadas as objeções, chega-se ao ponto mais
alto do processo de vendas o FECHAMENTO,
que é o objetivo de todos os REPRESENTANTES
E VENDEDORES. Neste
momento é fundamental que o PROFISSIONAL
seja decidido, pro-ativo, não esperando que o cliente diga: “eu
quero comprar”,
pois isso dificilmente acontecerá. Ele dá o sinal e cabe a você fechar.
Portanto, dado o sinal de compra pelo cliente,
não hesite:
a)
reforce o sinal;
b)
facilite a compra e não complique mais, e
c)
parta para o fechamento.
Para
exemplificar uma superação de objeção mal sucedida, relato um caso que
presenciei ao assistir a uma palestra de um vendedor sobre um determinado
produto. Ele falou muito bem, de forma até convincente, das características
e benefícios do seu produto. Mas acontece que uma pessoa da platéia
certamente não entendeu bem e disse ao profissional que o produto parecia
ser bom, porém era caro. O vendedor, por sua vez, respondeu que
concordava que o seu produto era mais caro que os concorrentes, mas era o
que existia de melhor no mercado, portanto justificava o preço. Com isso,
jogou todo o seu trabalho de argumentação fora. Na realidade, ele
deveria apoiar, mas nunca concordar. Ao invés da concordância, deveria
ter dito:
“Entendo
a sua preocupação com relação ao preço”.
“Por
gentileza, posso lhe fazer uma pergunta?”.
“O
que o leva a pensar que o nosso preço é alto?”
Então,
o cliente iria externar sua dúvida, que seria esclarecida por ele, em
cima dos pontos fortes, algo que não tinha ficado claro, a fim de
justificar o preço com base no real valor do produto.
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É
difícil? Não. Mas é necessário saber lidar com objeções e
isso é trabalho para profissionais.
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SR.
PROF. ANTÔNIO DE PÁDUA B. BRAGA
Consultor
da SAGRA - Consultoria em Vendas
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