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Nos dias atuais a competição é a maior de todos os tempos e em alguns casos ela é perversa e feroz. Só há lugar para guerreiros.
Estamos diante de um grande choque emocional e o que caracteriza esta
busca desenfreada pelos resultados é a quantidade de novas empresas
concorrentes que surgem do dia para a noite, surgem do nada e
tornam-se muito agressivas.
O
volume de novos lançamentos de produtos é espetacular. Diante de
tantas ofertas, o consumidor também mudou de postura e está cada
vez mais "astuto"
promovendo um verdadeiro leilão entre os vendedores que estão
ansiosos para atingir suas metas. Acabou o tempo do cliente que
comprava, agora é o vendedor que tem que verdadeiramente vender.
Fazendo uma minúscula radiografia do mercado, me inspirei no exemplo das montadoras. Até 1992 o Brasil tinha 4 montadoras de carros no país, sendo a General
Motors, a Volkswagen, a Fiat e a Ford
e mais umas duas ou três marcas de importados que atuavam de forma
discreta. Até o início do ano passado nós tínhamos 26 marcas de
automóveis, não incluindo veículos pesados. Em ordem alfabética são
estas as marcas:.
Alfa
Romeo, Audi, BMW, Chevrolet, Chrysler, Citröen, Fiat, Ford, Honda,
Hyundai, Jaguar, Kia Motors, Land Rover, Mercedes-Benz, Mitsubishi,
Nissan, Peugeot, Porsche, Renault, Seat, Subaru, Suzuki, Toyota,
Troller, que é um carro brasileiro fabricado no Ceará, Volkswagen,
Volvo..
O consumidor está confuso e o choque de ofertas é muito grande. Quem
será o líder nos próximos anos? É impossível prever, mas vencerá o melhor atendimento, o mais agressivo, o mais inovador e quem exercer maior pressão sobre o mercado, o ano todo e não somente em períodos promocionais. Eu falo para os vendedores de automóveis para parar de vender carros...
O
negócio é vender quem você é, quem é a sua equipe, é hora de
credibilidade, é hora de vender alegria, vender gente, vender um
verdadeiro show de atendimento, vender peças e serviços.
Que dura realidade. Se uma das grandes resolve tirar um carro de linha o cliente bate na porta do concorrente e troca de marca. Acabou a lealdade à marca, hoje, o cliente não cria vínculo emocional com o produto, mas com as pessoas que interagem com ele. Como
fazer sucesso quando o mercado é tão competitivo assim?
As palavras de Abílio Diniz do Grupo Pão de Açúcar nos fornecem
uma grande dica:
Uns
sonham com o sucesso. Nós acordamos cedo e trabalhamos duro para
conseguí-lo.
Também
o fisioterapeuta Nuno Cobra, escritor de sucesso, diz:
Nada
resiste ao trabalho. Não existe esse negócio de talento, o
que existe mesmo é dedicação, esforço e suor.
Para fechar, eu quero compartilhar as palavras de Nizan Guanaes:
Trabalhe
em algo que realmente goste e nunca precisará trabalhar na vida.
Para enfrentar os extremos da competição, seja qual seja a sua atividade, seu ramo de negócio, sua forma de vida, eu renovo aqui as palavras do meu livro A arte de saber viver:
"Quando
o trabalho é um prazer, a vida é uma alegria
e
quando o trabalho é um dever, a vida é uma escravidão".
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Há pouco tempo atrás eu falava para não procurar emprego e sim trabalho. Hoje o discurso já mudou, eu falo em minhas palestras para não procurar trabalho e sim clientes. O mundo mudou. O mercado mudou. Se você mudar o mundo muda com você.
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PENSE
NISSO! SUCESSO E UM FORTE ABRAÇO
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PROF. GILCLÉR REGINA
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EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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