Algumas pessoas têm potencial para serem excelentes profissionais, mas não tem a parte humana e por isso não conseguem o sucesso que poderiam ter se envolvessem valores e crenças superiores. Pessoas de sucesso normalmente conviveram com perseverança, superação de limites, quebra
de barreiras e de toda sorte de dificuldades até se tornarem talentos reconhecidos e alcançarem o topo. O jornalista Gilberto Dimenstein disse certa vez:
quando se faz uma coisa bem, de que você gosta, é como se você tivesse encontrado a mão de Deus dentro de você.
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Cada vez menos, veremos o tal ditado: em time de mal formados, quem tem diploma é rei.
Isto porque o diploma havia sido até então sinônimo do final da parada da vida. Agora, é apenas o começo, o início. Vamos ter que continuar aprendendo e estudando... se quisermos algum destaque e mesmo lutando
pela sobrevivência.
Quem não gerenciar seus conhecimentos estará fora do mercado. A maior parte destes, adquiridos hoje, provavelmente servirão muito pouco daqui há um ano e se forem conhecimentos técnicos, quem sabe daqui a alguns meses, sirvam para lembrar
como as coisas eram feitas. A única saída é a educação continuada.
Os profissionais bem colocados no mercado são orientados para a busca constante de informação e conhecimento, sejam em palestras, seminários e workshops ou em livros, revistas, cursos de formação, como forma de desaprender o velho e aprender o novo.
Como escritor sempre tenho dito que não são os livros que mudam o mundo. São as pessoas que mudam o mundo. Os livros apenas mudam as pessoas.
Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa. Uma coisa é inevitável na vida, onde palavras são palavras, desculpas são desculpas, mas o que importa mesmo são os resultados. É preciso ir rápido na direção certa para não ser
engolido pelo mercado. Não há tempo a perder. Nessa corrida, os mais rápidos correm e os mais lentos morrem!