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EXCLUSIVA DO PROFESSOR
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O
NEGOCIANTE DE ESPERANÇAS
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SR.
PROF. HAMILTON BUENO
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Palestrante
em congressos, convenções e em eventos nacionais e internacionais.
Expert em formação de equipes de alta performance, credenciado pela
Richard Chang Associates, de usa.
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Eleito
Profissional do Ano 1997, pela Who-Is-Who International. Autor de inúmeros
artigos para jornais e revistas de circulação nacional.
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Líder
é aquele que faz com que pessoas comuns façam coisas incomuns.
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Vivemos uma Era de Descontinuidade, Onde é incerto o pão de cada
dia.
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Peter F. Drucker
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Exercer
a liderança com arte e eficácia foi certamente um desafio para
Gandhi, Napoleão, Kennedy ou mesmo Hitler. Há algumas afirmações
que nos ajudam a compreender a natureza do papel, a complexidade e
os desafios de exercê-lo em sua plenitude. Todo líder:
convence
e inspira,
dá o norte ou ajuda a encontrar,
faz o grupo funcionar,
desenvolve consciências,
forma novos líderes,
sabe onde está, onde quer chegar, e o que fazer para chegar lá.
Mas,
queria falar de algo que vai à sombra, à margem, que habita o
cinza e é pouco lembrado pelos mestres do management.
Quero falar do processo de legitimação do líder. Ou
seja, do processo de conquista, de admiração, de exemplo e de
referência a que todo líder está submetido.
Antes de tudo, é importante lembrar que líderes não são
seres puros, bravos, altruístas e cheios de virtudes como consta
do dicionário do herói. Líder é um ser humano que também
coleciona erros, imprecisões, limites e outras tantas deficiências.
Problemas de competência são aceitos pelos grupos, de caráter,
jamais.
Então, o que diferencia um líder de um ser humano comum?
A resposta é simples: líder é um agente de expressão das
necessidades motivacionais do grupo. A resposta, caro amigo e
amiga, é mais simples ainda: EMPATIA. Não é líder aquele que
arrota fórmulas prontas, pois ele as constrói com o grupo. Não
é aquele que está sempre à frente, mas junto. E,
fundamentalmente, é aquele que ajuda o grupo a acreditar que
aquilo que se está fazendo é tão importante, que vale a pena
lutar até o fim.
Líder, caro amigo e cara amiga é, por fim, um negociante
de esperanças. Sempre digo que o pecado de FHC não está na
economia e nos desacertos do Banco Central. Está na ausência de
um projeto. E eu lhe pergunto: qual é o seu projeto? Qual é o
projeto de sua equipe de trabalho? Responda sem pestanejar: quando
seus associados falam deste projeto, os olhos deles brilham?
Pois
é, companheira e companheiro dessas rápidas reflexões: quando
os olhos não brilham, não há solução à vista. Sua liderança
corre perigo!
Então, qual é a receita? Humildade,
amiga e amigo, humildade! Olhe para dentro de seu coração e
certifique-se de que liderança tem seus espinhos, mas é uma flor
tão bela que faz despertar consciências e aflorar novas lideranças.
Ou
seja, um líder é feitor de novos líderes! Se você deseja
continuar nessa balada, comece a afinar seu instrumental:
seu
interesse genuíno em compreender o outro e fazê-lo crescer.
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