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.. . COMPRAS CONSULTIVAS . . .SR. PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA . GRUPO MVC / COSTACURTA & ASSOCIADOS. coordenador do MBA em Gestão Comercial da: FGV - FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS . . |
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. . . Embora muito já tenha sido escrito sobre o assunto, até hoje inúmeras empresas "apelidam" seu modelo de vendas de consultivo, sem que ele o seja realmente. Se você ainda tem dúvidas sobre o que é venda consultiva, pode ler no site do MVC algum dos artigos que escrevi sobre o tema, ou pode consultar o quadro abaixo, extraído do livro de Charles Futrell intitulado "Vendas: - "Fundamentos e Novas Práticas de Gestão". (Ed. Saraiva, 2003). . Quadro 2-11: Vendas Tradicionais versus Vendas Consultivas .
. . Contudo, eu nunca ouvi ninguém falar sobre "compras consultivas". A primeira pessoa que me chamou a atenção sobre esse assunto foi o Prof. L. A. Costacurta. Discutíamos como desenvolver uma abordagem mais consultiva para a venda de nossos produtos e ele, suspirando, disse que seria ótimo se os compradores também se preocupassem em comprar melhor, sem se deixar dominar pela tentação fácil do preço baixo. Fiquei pensando nisso e gostaria de dividir com o leitor minhas reflexões. . Todos sabemos que o modelo de compras mudou muito no segmento "business to business". Hoje os compradores são cobrados por metas e avaliados segundo rígidos padrões de desempenho. Que essas cobranças continuarão a ser feitas, não há dúvidas. O problema ou desafio é definir quais serão os melhores indicadores de resultado. O mais comum é que os compradores se contentem (e contentem seus chefes) em obter duas ou mais propostas com conteúdo semelhante e escolham a de menor preço. Assumo que esses conteúdos possam até ser exatamente iguais, mas será que conduzem igualmente aos mesmos resultados? .
Para poder dizer que a minha postura foi a de um comprador consultivo, primeiro deveria ter conversado com cada uma das concorrentes, visando identificar o que poderiam oferecer além daquilo que fora colocado por escrito. Teria que verificar:
De posse dessas informações, seria preciso conversar novamente com a área solicitante, mostrando as diferenças que descobri existirem. Sem falar de preço, discutiria com meu cliente interno o que seria melhor para ele, ajudando-o a fazer uma escolha consciente e tecnicamente correta. . Depois da certeza de ter encontrado a melhor solução para o meu cliente (pode até ser que ele concluísse que nenhuma das duas empresas estivesse adequada e eu tivesse que recomeçar o processo) e já tendo escolhido o fornecedor, aí sim, poderia até discutir o preço ou as condições de pagamento. Findo o processo, informaria ao meu "chefe" e a meu cliente interno a forma que utilizara para conduzir a contratação. Pode ser que o Diretor Financeiro preferisse que a proposta mais barata fosse vencedora, mas meu cliente não estaria sendo atendido da melhor maneira e, por conseqüência, não ficaria tão satisfeito. |
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. . O instituto MVC e sua equipe poderiam ajudar neste tema? Pense nisso... .
. . . Contatos: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br (Luiz Augusto Costacurta) (SP) ou 21-2518-2321 - mvcmt@uninet.com.br (Maria Teresa) (RJ) - www.institutomvc.com.br |
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