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.. . NEGOCIANDO COM ESTILO . . .SR. PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA . GRUPO MVC / COSTACURTA & ASSOCIADOS. coordenador do MBA em Gestão Comercial da: FGV - FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS . . |
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. . Desde
tempos imemoriais o ser humano vem tentando descobrir meios e métodos
que lhe permitam entender seu comportamento e o de seus semelhantes.
Na Caldéia, na cultura asteca e na antiga China, verificamos sistemas
astrológicos que pretendiam "prever"
o comportamento das pessoas. Passam os séculos, mas a curiosidade
continua. Chegamos ao século XXI
e somos cada vez mais cobrados quanto à nossa rapidez e criatividade
na solução de problemas, mas, ainda, nos conhecemos muito pouco.
Se sairmos de um campo amplo como a economia e passarmos a analisar uma atividade eminentemente prática, verificaremos que, nas negociações, a possibilidade de antever como a outra parte reagirá a uma proposta pode ser um diferencial que fará com que o processo se resolva mais rápida ou lentamente e com maior ou menor efetividade. Mesmo pretendendo defender a idéia que identificar o estilo de negociação da outra parte permite abreviar a obtenção do acordo e permitir o menor desgaste entre os negociadores, é inegável que nem todos estão imbuídos de boas intenções ao tentarem prever como a outra parte se comportará. O objetivo deste artigo é analisar quatro razões básicas que levam os negociadores competentes a tentar antever como a outra parte se comportará:
Defendemos o uso dos estilos de negociação durante os processos de obtenção de acordos sobre temas conflituosos, mas não podemos prosseguir sem fazer duas ressalvas importantes:
Resta, ainda, lembrar que várias são as classificações de estilo. A maioria delas tem origem no modelo jungiano dos oponentes estilísticos. Independente da forma que se combine os 4 estilos primários propostos por C. G. Jung com seus oponentes, o que se procura no que concerne à negociação é buscar táticas e métodos eficazes de lidar com a outra parte. . Na verdade, trata-se de tentar tornar previsível o comportamento do outro, através do uso de determinados estímulos. Embora possa se perceber um certo ranço behaviorista nessa tentativa, o simples esforço de entender o outro já leva a um nível diferenciado de empatia, uma vez que, para tentar prever ações e reações da outra parte, é preciso aprender a pensar como o outro pensa
. a) Prever para neutralizar: - Ao tentar prever o que a outra parte fará visando neutralizá-la, o negociador assume o comportamento ardiloso, bem a feição daquilo que Jung classificaria como um impulso para a desconsideração (ou impulso para rebaixar os outros) e para a deferência (impulso para deixar outros assumirem o comando). . Segundo Sparks, estudioso do tema o estilo ardiloso "parte da suposição que os negociadores devem ser evitados ou mantidos à distância, pois representam uma fonte de aborrecimentos". O autor complementa essa idéia dizendo que a premissa básica deste estilo assume que "é inútil tentar negociar no nível pessoal; é melhor concentrar-se nos procedimentos e regras". . Em
suma, o negociador desse estilo procura antecipar o que o outro fará,
para preparar formas de neutralizá-lo no "tapetão",
já que acredita que negociar não adianta (se
você já foi "by passado" por um colega ou concorrente
ardiloso, não terá grande dificuldade de compreender esse estilo). . . . . Você pode afirmar com convicção que sabe, exatamente, como se comportaria em cada situação potencialmente conflituosa que se estabelece com freqüência nas negociações? |
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. . O instituto MVC e sua equipe poderiam ajudar neste tema? Pense nisso... .
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