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"JORNAL DO SDR" Nº263 DO WWW.SDR.COM.BR

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"PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA SEMANA EM tecnologia e web"

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Genéricos ganham força entre os cartuchos de tinta - www.valoronline.com.br 
No centro da disputa está um mercado que consome, em média, 1,9 milhão de cartuchos de tinta por mês, sem considerar as impressoras a laser, que usam toner. Embora faltem dados oficiais, o movimento anual é estimado em R$ 2 bilhões, o suficiente para animar, e muito, os fabricantes de compatíveis. Tome-se o caso da
Multilaser. A empresa, que já havia elevado o faturamento em 50% no ano passado para R$ 51 milhões, pretendia aumentá-lo em 37% neste ano. Diante do resultado do primeiro semestre, porém, os planos foram revistos. Para mais. "Fechamos o período com aumento de 47%. Esta é a meta do ano agora", diz Alexandre Ostrowiecki, diretor da companhia. Não se trata de um caso isolado. A Extralife, outra fabricante de compatíveis, aumentou em 40% o volume de unidades vendidas desde novembro de 2003, com planos de chegar a 50% até o fim deste ano. Na concorrente Maxprint, cujo crescimento médio tem sido de 45%, também não há planos para desacelerar. A primeira e maior razão do crescimento dos compatíveis é o preço mais baixo que o dos originais.

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Sem limites - www.terrainfo.com.br 
Uma das aplicações mais populares é a chamada wi-fi, conexão em banda larga na qual os cabos são substituídos por uma transmissão por ondas de rádio. A capital mundial wireless é Seul, na Coréia do Sul, que concentra um quinto dos pontos wi-fi do mundo, com 400 mil assinantes. Em seguida vem Nova York, com mais de 13 mil pontos de acesso só em Manhattan, e Londres, onde os 7,3 mil habitantes contam com seis mil pontos de conexão. Nessas cidades, os estudantes acompanham as aulas de seus notebooks, os guardas de trânsito emitem multas em computadores de mão e a polícia monitora as ruas através das câmeras de vigilância sem fio.

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Bill Gates diz que CD e DVD vão morrer logo - terra info
O fundador da Microsoft, Bill Gates, acredita que a tecnologia tornará o futuro mais fácil, mas se mostra convencido de que os filmes em DVD não sobreviverão por muito tempo. Ele considera o CD e o DVD formatos antiquados porque podem arranhar ou serem perdidos. Em uma entrevista ao jornal alemão Bild Gates explica hoje que o sistema do DVD não é suficientemente prático para sobreviver, e se arrisca a dizer que não durará mais de dez anos, pois no futuro, afirma, haverá uma televisão interativa que saberá quais são nossos programas favoritos. 
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Cobra exibe Freedows para governo francês - Computerworld 
A Cobra Tecnologia, empresa de TI do Banco do Brasil, reúne-se, nesta terça-feira (13/07), com representantes do governo francês, em Paris, para uma apresentação oficial do Freedows, seu sistema de software livre, lançado no último mês. Totalmente compatível com a suíte de aplicações de desktop do pacote Windows, da Microsoft, o produto é distribuído gratuitamente, ou a um custo anual da ordem de US$ 27 para usuários interessados em suporte profissional. 
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Internautas baixam 3 bilhões de músicas por dia, diz estudo - Folha Online
Conexões mais rápidas com a web estão fazendo os internautas baixarem duas vezes mais filmes, músicas e jogos do que eles copiavam da rede mundial de computadores há um ano, revelou um estudo publicado nesta terça-feira. Isso significa que, por dia, 3 bilhões de músicas e 5 milhões de filmes viajam entre computadores do mundo inteiro pelas redes de compartilhamento de arquivos, de acordo com a CacheLogic, empresa de tecnologia de Cambridge, Inglaterra. A companhia estima que os usuários espalhados em todos os continentes troquem o equivalente a 10 petabytes 10 milhões de gigabytes (GB) de dados, sendo que a maioria dessa informação está na forma músicas, filmes, programas e games protegidos por direitos autorais. Segundo a companhia, o tráfego de dados continua sendo um obstáculo para o crescimento das lojas de downloads de músicas, como a iTunes, da Apple, que já vendeu mais de 100 milhões de canções. A popularidade das redes de troca de arquivos também está custando aos grandes provedores de internet US$ 10 milhões por ano com gastos de manutenção de rede.
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Confira 10 maneiras de evitar o crime eletrônico - IDG Now! 
O grupo norte-americano de segurança na internet CERT, em conjunto com o Serviço Secreto dos EUA e a revista CSO apresentaram, na terça-feira (13/07) uma pesquisa indicando as melhores maneiras de evitar o crime cibernético dentro das empresas. O estudo envolveu 500 participantes, que elegeram as dez maneiras mais eficientes para o combate e prevenção aos crimes praticados na internet.
(Kathleen Carr and Dainrty Duffy - CSO, EUA)

  • Empregar um funcionário dentro da empresa para monitoramento de conteúdo.

  • Elaborar, por escrito, uma política para práticas inapropriadas.

  • Solicitar aos funcionários que assinem um termo de compromisso às políticas implementadas.

  • Monitorar conexões com a internet.

  • Elaboração periódica de relatórios sobre uso inapropriado e abuso dos meios eletrônicos da empresa.

  • Criar programas para educação e conscientização de funcionários quanto ao crime eletrônico.
    Desenvolver uma política de segurança corporativa.

  • Criar programas para educação de novos funcionários.

  • Promover avaliações de risco periódicas.

  • Conduzir auditorias de segurança periódicas dentro da empresa.

Terceirização cresce 15% em 2004 - www.computerworld.com.br 
A terceirização vai crescer 15,15% em 2004, passando de R$ 6,6 bilhões para R$ 7,6 bilhões, segundo pesquisa da E-Consulting, realizada entre março e maio deste ano com CIOs, CTOs e gerentes de TI e Suporte de 524 empresas. Por segmento vertical, de acordo com a E-Consutlgin, os principais segmentos da economia que investem em terceirização são: 

  • Governo, com 23,1% (R$ 1,73 bilhão); 

  • Financeiro, 21% (R$ 1,62 bilhão), 

  • Mídia e Telecom,19,4% (R$ 1,49 bilhão); 

  • Indústria,15,7% (R$ 1,21 bilhão); 

  • Varejo e Comércio,12,4% (R$ 0,95 bilhão); 

  • Serviços, 6,7% (R$ 0,48 bilhão); 

  • Acadêmico, 1,6% (R$ 0,12 bilhão); 

  • Terceiro Setor, 0,1% (R$ 0,01 bilhão). 

A pesquisa revela também as áreas de TI que hoje devem ser terceirizadas: - Infra-estrutura (hardware, arquiteturas, gerenciamento e data center), Software (desenvolvimento & integração, gerenciamento de aplicativos), Telecom (conectividade, gerenciamento de redes e dados, contact center), Segurança (missão crítica), Consultoria (advisoring, serviços, suporte e operações) e Gestão de Pessoal. Dentre os principais benefícios e razões da terceirização levantados pelos entrevistados, destacam-se:

  • a redução de custos operacionais e de suporte (22%) 

  • ganhos de escala e produtividade (14%); 

  • redução de investimentos diretos (11%);

  • gestão de riscos e segurança (11%); 

  • foco no core business e parceria de confiança nas decisões (9%); 

  • falta de know-how interno e acesso a metodologias e best practises (8%); 

  • ganhos com padronização e documentação (8%); 

  • catalisador de mudanças radicais e transformador de processos (6%); 

  • falta da recursos humanos, troca de equipe e treinamento do time (4%); 

  • imposição da matriz (3%); 

  • redução dos problemas do dia-a-dia e transferência do risco (2%); 

  • ganho de capacidade de negócios da noite para o dia (2%). 

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Usuários de banda larga são viciados na web - IDG Now!
Uma recente pesquisa da empresa
2Wire mostrou que o acesso rápido à internet tem ganho espaço na vida dos norte-americanos e muitas vezes, mudado seus hábitos de vida. No levantamento, que entrevistou 400 usuários de banda larga:

  • 24% responderam que evitariam viagens em que não pudessem acessar a web em alta velocidade. 

  • Cerca de 56% responderam que checam e-mails durante as viagens. 

  • Do total, 55% declararam que verificar o correio eletrônico é a tarefa matinal mais importante, à frente do café da manhã e da leitura do jornal. 

  • A pesquisa mostrou também que dois terços dos entrevistados (cerca de 69%) estariam mais interessados em trabalhar de casa neste verão se conseguissem uma conexão wireless em que pudessem trabalhar de seus próprios quintais. 

A falta de acesso rápido também provoca reações diversas nos usuários:

  • Cerca de 60% dos entrevistados afirmaram ter agitação quando a internet fica indisponível por um período prolongado

  • 33% declararam ficar chateados. 

  • 2% declararam sentir maior liberdade com a falta de acesso. 

  • A pesquisa mostrou também que 61% dos entrevistados afirmaram precisar mais da internet agora do que um ano atrás.

 

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"E-commerce takes off"  

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SR. PROF. Dailton Felipini

Consultor

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Mestre  em  Administração  pela  Fundação  Getúlio  Vargas. 

Professor de Gestão de Empresas Ponto-com na Universidade Ibirapuera 

Editor dos sites:  www.e-commerce.org.br    e    www.abc-commerce.com.br  .

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Em bom português,
"O e-commerce levanta vôo" é o título de uma reportagem especial de 14 páginas da revista The Economist em sua edição de maio. A revista é uma das mais conceituadas publicações dos EUA na área de negócios e sua reportagem mostra com todas as letras a explosão das compras on-line naquele país e como isso está alterando a forma de se fazer negócios e o modo de vida das pessoas. Algumas das conclusões apresentadas na reportagem são as seguintes.
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A força do e-commerce: - Dados do Departamento de Comércio norte americano apontam para um aumento de 26% na compras pela Internet, o que levou as vendas no varejo on-line ao patamar de 55 bilhões de dólares em 2003. Isso sem considerar setores como bilhetes e serviços de turismo no qual uma única empresa, vendeu 10 U$ bilhões, tampouco, mercadorias vendidas nos leilões on-line, serviços financeiros, jogos, pornografia e outros setores que fogem ao controle governamental. 
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Em síntese, o
e-commerce já é grande e caminha para se tornar cada vez mais representativo como canal de comercialização. É importante ter em mente que nos Estados Unidos o varejo on-line ainda representa apenas 1,6% de todo o comércio e segundo estimativa de Jeff Bezos, Ceo da Amazon, esse percentual deve atingir entre 10 a 15% nos próximos 10 anos, fato que se confirmado, levaria o e-commerce puro a um patamar superior a meio trilhão de dólares somente nos EUA.
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O consumidor é o grande vencedor: - A Internet possibilita ao consumidor mais informação sobre o produto e o mercado o que gera maior poder de barganha. As pesquisas indicam que um percentual expressivo de pessoas que se dirigem ao balcão de uma loja já sabem exatamente o valor do produto no mercado e quanto estão dispostas a pagar por ele. 
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É o caso de 20% dos clientes das lojas
Sears, e 75% dos compradores de automóveis. Na Europa, segundo dados da empresa de pesquisa Forrester Research, metade dos consumidores pesquisa na Internet antes de efetivar suas compras na loja tradicional. 
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Outro dado interessante é que muitas vezes o consumidor levanta informações sobre um determinado produto na Internet, vai até a loja para conhecer e analisar o produto e volta para a Internet para comprar na loja virtual que estiver oferecendo o melhor preço naquele momento. Isso mostra que existe uma disputa entre a loja virtual e a tradicional para ver quem pode oferecer maior benefício ao consumidor. As armas da loja virtual são: -
"comodidade e menor custo na transação".

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A força da loja tradicional é a possibilidade do cliente observar melhor e "sentir" o produto. Em paralelo à competição, existe também a colaboração:

  • as lojas tradicionais que realmente oferecem valor ao cliente recebem cada vez mais visitantes atraídos por meio do canal Internet.

É entrar na Internet ou morrer lentamente. O texto aponta que as empresas que não derem a importância devida ao seu website podem estar cometendo suicídio. E isso é válido não somente para as empresas de varejo. O website é cada vez mais a porta de acesso às empresas. É onde ela fortalece sua identidade, consolida sua marca, interage com clientes e fornecedores e vende seus produtos.

Um site inútil sugere ao consumidor a existência de uma empresa inútil e o concorrente estará sempre à espreita, à distância de um clique no mouse.

Embora a reportagem aborde mais profundamente o e-commerce nos EUA e a Europa, as conclusões são válidas para todo o comércio global e podem ser sintetizadas na seguinte frase pinçada do texto:

“O grande poder do e-commerce não é apenas a capacidade de se comprar coisas on-line e recebe-las em casa, mas como ele pode modificar para melhor a maneira como as pessoas vivem e trabalham” 

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SR. PROF. Dailton Felipini

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