Sistema de Representação para Representantes Comerciais

 

"DICAS E CURIOSIDADES" Nº196 DO WWW.SDR.COM.BR

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"Quem não adiciona nada aos seus conhecimentos, os diminui."

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Talmud. 
Corpo de lei civil e religiosa do judaísmo. 

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Apenas 4% das empresas brasileiras investem 

na qualidade de vida de seus funcionários
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Pesquisa realizada pela professora Ana Cristina Limongi França, coordenadora do Departamento de Administração da FEA/USP, revelou que apenas 4% das maiores empresas brasileiras mantêm programas de qualidade de vida para seus funcionários. Em razão dos baixos investimentos no bem-estar dos trabalhadores, cerca de 75% da mão-de-obra nacional tem sua capacidade produtiva reduzida em razão do estresse.

Ana Cristina apresenta os resultados da sua pesquisa nesta quarta-feira (26), no quarto dia de trabalhos do 27º Congresso Internacional de Saúde no Trabalho (ICOH'2003), que está sendo realizado em Foz do Iguaçu (PR). Ela entrevistou os executivos de 234 grandes empresas brasileiras e constatou que a falta de qualidade de vida está aumentando os níveis de estresse dentro das corporações, que acabam perdendo dinheiro.

A pesquisadora afirma que o estresse é uma doença que pode ter origem ocupacional. Segundo ela, um dos principais obstáculos para combater a doença é a dificuldade de diagnóstico. "O estresse tem um componente clínico muito difuso e variado, que vai desde a sonolência permanente à hiperatividade. Normalmente, a doença só é identificada quando aparecem perturbações orgânicas e psicológicas graves, como a gastrite, depressão, psicoses e síndrome do desamparo, que leva o funcionário a trabalhar além de suas condições físicas e mentais por medo de perder o emprego", explica.

Ana Cristina coordena o curso de Gestão Avançada em Qualidade de Vida no Trabalho, da USP. Criado em 1999, este é o único curso brasileiro a formar profissionais das áreas médica, administrativa e social para a gestão de qualidade de vida nas empresas. Em quase quatro anos de existência, o curso já formou 90 pessoas.

"A criação do curso e a crescente procura por essa formação, mesmo que pequena, indicam que o setor empresarial começa a perceber que trabalhador sem qualidade de vida é trabalhador estressado, que rende menos. Mas estamos longe de uma situação ideal, pois as empresas deveriam gastar com a qualidade de vida dos seus funcionários o mesmo que investem em treinamento e inovação tecnológica", destaca.

A pesquisadora alerta, ainda, que promover qualidade de vida não se limita à criação de espaços de lazer e descanso dentro das empresas ou a realização de ginástica laboral permanente. Segundo ela, existem indicadores biológicos, psicológicos, sociais e organizacionais que precisam ser atendidos para que o funcionário tenha a percepção exata da satisfação em estar naquele ambiente de trabalho. 

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ANA CRISTINA LIMONGI FRANÇA 

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É psicóloga, Professora Doutora da Faculdade de Economia e Administração e Contabilidade da USP. É Coordenadora da Rede de Estudos de Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho da FEA.

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climongi@usp.br   - http://www.ead.fea.usp.br 

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"Olho por olho e o mundo acabará cego"

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Mohandas Karamchand Gandhi. 
Líder nacionalista índio, que com sua política de "resistência passiva" impulsionou o processo de independência da Índia; 1869-1948.

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Louis SATCHMO Armstrong

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Nasceu em Nova Orleans, estado de Lousiana, berço do Jazz, gênero que começou nas praças e prostíbulos e terminou nas salas de concerto. Nasceu em quatro de julho de 1900 e foi batizado como Louis Daniel Amstrong. Louis e sua irmã menor cresceram em condições de extrema pobreza, as vezes com a sua mãe, outras com a sua avó. Seu pai Willie, que trabalhava em uma fábrica de trementina, abandonou sua mãe, Mayann, pouco antes do nascimento dele. Naquela época, Mayann tinha uns quinze anos e trabalhava como criada e possivelmente também dizem se prostituía para ajudar a criar os filhos. Como muitos outros notáveis da história, Satchmo descobriu seu talento musical por conseqüência de suas loucuras. Rapaz bastante atrevido e vivaz queria chamar a atenção dos seus amigos no ano novo, quando tinha apenas onze anos, e com o revolver do pai de um deles, apontou para o céu e disparou. Por sorte ou por azar, um policial que estava perto deu-lhe um flagrante e levou preso. 
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Condenado a longos meses de prisão em um centro para jovens delinqüentes, fez cursos de música e logo desponta. O diretor do centro lhe oferece a possibilidade de desenvolver o seu talento, emprestando-lhe uma trombeta de excelente qualidade, que o mesmo havia comprado. Um empréstimo que tinha mais valor que um presente. Bastaram apenas alguns anos para alcançar a fama e fiel ao seu compromisso, voltou para devolver a trombeta para o seu proprietário e padrinho musical.
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Ainda que sempre falou da sua infância com carinho, Armstrong não voltou para Nova Orleans até dez anos depois de ter ido embora; nunca se instalou e só ia por motivos profissionais apesar de ter sido ali onde começou a sua "carreira" musical, em quartetos de rua por uns centavos e freqüentando os "honky-tonk" (pubs) nos quais se tocava a nova "música quente"'. Em sua virtuosa carreira, concorreu nas paradas com Al Jolson, Frank Sinatra, tirou o primeiro lugar algumas vezes dos "Beatles" com a música “Hello Dolly”, que acabou sendo um êxito na MTV dos anos 90, quando a música do filme "Good Morning Vietnam", voltou a tocar o hit que ele havia gravado em 1967, quatro anos antes de morrer: “What A Wonderful World”. 
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Alguns dizem que Jazz vem de "iase", a versão popular do  francês "jase" (falar, parodiar). Outros que a raiz está na mandinga "jasi"' ("exagerar" ou, na linguagem do blues, "esquentar", "excitar", ou diretamente, "transar"). Na origem estavam estes cantos de brancos feitos a sua maneira pelos negros, estes hinos cristãos e marchas militares convertidos na "Congo Square" de Nova Orleans por parte do "vodu". O que aconteceu depois foi nada mais nada menos, que o que Armstrong brincalhão, se negou a explicar quando lhe perguntaram o que era o jazz: - 

"Se você necessita perguntar, a única coisa que posso dizer é que nunca vá entender". 

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Em 1923, Armstrong já era o segundo corneta no conjunto de "King" Olivier. Três anos mais tarde havia revolucionado os grupos folclóricos, barulhentos e coletivos de sua cidade. Sua exigência em qualidade e técnica obrigou ele e outros a se profissionalizarem. Em 4 de julho de 1925 junto a Fred Longshaw alternando entre um piano e um órgão de tubos e a excelente cantora do blues "Bessie Smith" foi a apoteoses da fama. A imitação entre a voz de Bessie e a corneta de Louis (esse era o instrumento que tocava então), deixava explícito do que se constitui a essência do gênero. No jazz os instrumentos imitam a voz e a voz o jazz. Que tenha sido Nova Orleans, o lugar que esta nova música explodiu não quer dizer que ali tenha nascido.
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Foi considerado excêntrico por morar na mesma casa do Queens que ocupou ao chegar em Nova York nos anos 30, e veio a falecer milionário. O compositor de blues William Christopher Handy, a quem Satchmo homenageou em um de seus discos mais importantes, contava que por volta de 1905, em Menphis, soava uma música muito parecida com a de Nova Orleans e que "todas as bandas de circo soavam desse modo; toda a região do Mississipi estava cheia do mesmo, sem que ninguém soubesse o que se passava do outro lado. Eu me interei da música de Nova Orleans recém em 1917". O primeiro grande centro industrial que formou essa nova música foi Chicago. Ali Armstrong gravou seus primeiros discos com os seus legendários "Hot Fives" e "Hot Seven", e mais tarde conquistou Nova York e com ela, um repertório menos jazzístico mas de uma celebridade inédita para um músico negro.
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"Desde Armstrong, o jazz tem que ser tão afinado como qualquer outra música", escreveu o crítico Joachim Berendt. Casado quatro vezes, a sua última esposa foi a bailarina Lucille Wilson, quem mais tempo permaneceu com ele; mas a que lhe indicou o caminho musical foi Lil Hardin, que faleceu em um concerto à memória de Armstrong, sentada ao piano e executando um solo, 40 anos depois de sua separação.
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Se existe alguma coisa pela qual todos lembram dele, era pela ronquidão, que nem com cirurgia conseguiu eliminar, e pela forma como terminava as suas intervenções com um "
¡Oh, Yeah!" e limpava o suor com um pano branco. Seus imitadores, em troca, todavia tremiam ao escutar o seu "scat", uma forma de emitir sons inarticulados, em vez de cantar que, se diz, começou a fazer em 26 de fevereiro de 1926.
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Se colocou debaixo da proteção do que seria o seu mentor musical, Joseph "King" Oliver, quem o familiarizou com a trombeta. Seus estilos eram diametralmente opostos assim que não pode dizer que a influência Oliver em Armstrong foi muita. No entanto foi o seu principal conselheiro e apoio emocional, e quando em 1918 "King" decidiu ir para Chicago, como muitos outros músicos, conseguiu que Louis entrasse em sua banda, a dirigida por Edward 'Kid' Ory, a melhor da cidade.  Depois formou sua própria banda "Em 6 de julho de 1971 Armstrong veio falecer e seu velório televisionado, onde uma jam sesion, de dezenas de jazzman's lhe davam o adeus tocando. 

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Algumas frases de LoUis:

  • ”O jazz não é uma música, é uma forma de toca-la” 

  • ”Se Jesus fosse negro e participasse de manifestações, também lhe pegariam” em 22 de abril de 1965, acerca da repressão de manifestações de negros no Alabama.

  • ”Se um cara tem swing e pode tocar uma melodia, isto é o que conta. 

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DE PRESENTE A MÚSICA EM MP3 "HELLO DOLLY"

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LEMBREM QUE NÃO PODEM BAIXAR, APENAS ESCUTAR

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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"Já sei que não te quero como quando éramos namorados, 

mas é que eu nunca gostei de mulheres casadas."

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