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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 142 - 12.11.2002

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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" MINUTO DE ENTUSIASMO "
Prof. Gretz
" Vou chegar lá, vou chegar, vou chegar... "
"Eu estava na piscina de um hotel e resolvi dar um mergulho. Nadei por baixo d'água até terminar meu fôlego. Quando emergi, fiquei frustrado.
Como é que eu, que não fumo, não bebo, pratico exercícios, mergulhei apenas quatro metros ?
Foi então que vi na beira da piscina um óculos de mergulho. Coloquei os óculos e mergulhei de novo, agora com os olhos abertos. - E vi a outra parede da piscina à minha frente.

"Vou chegar lá, vou chegar, vou chegar... e cheguei.  Logo na primeira tentativa, mergulhei 20 metros. - Isto porque desta vez eu tinha uma meta, que era a parede da piscina.

Quando estabelecemos um objetivo e nos propomos realmente a atingi-lo, as chances de chegar lá são muito maiores.  -

Isso pode acontecer na sua vida pessoal, na sua empresa, no seu País.
Prof. Gretz

 LEIA NESTA EDIÇÃO

 
 
 
 

AS CARTAS DE AGRADECIMENTO DA SEMANA:

 

Recebemos semanalmente muitas assinaturas e pedidos de CD's, e metade delas vem com cartas. Gostaríamos de publicar todas elas, para lhes mostrar nossa alegria, por ter cada um de vocês como leitoras/es e usuárias/os.  - Mas, e os artigos, as matérias, as Piadas, as Reflexões ? Então vamos fazer assim, as primeiras 10 cartas serão publicadas e representarão todos os demais, que cheguem na semana ? Ta bom assim ? Todos conformes, felizes ?. - O maior abraço do Oiapoque ao Chuí, e de Manaus a Vitória,  para todos vocês,

 

NELSON RIBEIRO.

Sou leitor assíduo deste jornal.

Desde o nº 112, venho colhendo valiosas informações para o meu enriquecimento pessoal e profissional, pois além de ler todos os artigos publicados, também tenho enviados aos amigos de minha classe profissional.

Espero que cada vez mais, essa equipe idealizadora deste jornal, consiga mais adeptos e possamos tornarmos uma grande equipe intercontinental.

UM FORTE ABRAÇO À TODOS!!!!!

Nelson - Curitiba (PR)

 

ARTUR LEIVAS REPRESENTAÇÕES

A primeira lagrima chega quando voce se desliga da realidade e deixa a fantasia dominar a sua visão.É assim que a dor se manifesta,que a tristeza se instala na alma,e a depressão faz morada.Quando pegamos um fato,uma dificuldade e examinamos com as lentes,da paixão normalmente elas crescem de tamanho,ficando bem maior que a nossa capacidade de resolver.Obrigado,pelos recados sempre contribuem de alguma forma para fazer-me refletir.

Um abraço, Artur Leivas

CINCO PONTO CINCO Comércio e Representações Ltda.

 

MÁRCIO WIGGERS (BUETTNER)

Quero receber as dicas semanais! 

 

ALOISIO ANDRADE S/C LTDA.

FICO EXTREMAMENTE FELIZ EM CONTAR COM UMA FONTE DE INFORMAÇÕES ATUALIZADAS E DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA NOSSO DIA-A-DIA.

OBRIGADO POR INCORPORAREM MINHA EMPRESA EM SEU CATÁLOGO DE ENDEREÇOS.

CORDIALMENTE

ALOISIO ANDRADE

 

J. AUDIRIO REPRESENTAÇÕES
EXCELENTE TRABALHO APRESENTADO PELOS AMIGOS. PARABÉNS!!!!!!!!!

 

JOSE CICERO DA SILVA
MEUS PARABÉNS PELA ASSISTÊNCIA DADA AOS REPRESENTANTES.

OBRIGADO

 

REPRESENTAÇOES NICHELE LTDA

EXCELENTE O JORNAL, POIS É UM VEÍCULO QUE ATUALIZA O REPRESENTANTE. PARABÉNS.

 

NELCI AFONSO BAKOF
GOSTEI  DO MATERIAL.

 

GILBERTO CARVALHO

GOSTARIA DE FELICITAR AOS COMPANHEIROS DE VENDAS DO SDR E, OS QUE SÃO COMO EU HOMENS DE VENDAS, PODEM CONTAR COM UM TRABALHO MARAVILHOSO COMO DA SDR.

GILBERTO CARVALHO

TERESÓPOLIS E JUIZ DE FORA MG.

 

LUCIANO DA ROCHA LIMA

ESTE JORNAL É TÃO BOM, QUE ESTOU IMPRIMINDO E FAZENDO UM "LIVRO" DE CONSULTAS E LEITURAS DIÁRIAS.

OBRIGADO.

LUCIANO

ANAPOLIS (GO)



Agradecemos também as mais de 600 visitas recebidas na nossa home page, dos seguintes países : - Itália, México, Japão, Argentina, USA, Uruguai  e Paraguai.  - Valeu a todos. Vocês que são maravilhosos em nos dar esta oportunidade, e queremos que sempre, nossa humilde contribuição os motive, enriqueça e ilumine no dia a dia, porque essa é nossa recompensa.

 

 

Equipe do SDR

 

 
 

 

" TENHO CLIENTES FIÉIS "

 Sr. Prof. Sérgio Almeida

 

 

“Os clientes estão sempre prontos para voar,como um grupo de aves nervosas numa plantação de trigo.”

Richard Schonberger 

 

Você acredita em Papai Noel? - E no Saci Pererê ou na existência do monstro do lago Ness? - Que, em Brasília, a maioria dos deputados e senadores está realmente defendendo os interesses do povo ?

 

Certamente, todos nós já passamos da idade de acreditar em contos de fadas. Portanto, não acredite na fidelidade de um cliente — isso não existe!

 

— Como não? - Discordo! Eu tenho vários exemplos de fidelidade de clientes, pessoas que estão há muito tempo me dando a preferência, por isso...

 

Não acredite na fidelidade de clientes, isso não existe!

Não me proponho a negar totalmente esse fato; é certo que há clientes que estão sempre comprando em um mesmo lugar, em um mesmo fornecedor, isso é uma realidade.

 

— Espera aí, nesse caso o cliente não está sendo fiel? - Sim! 

  • Mas até quando? 

  • Você tem se perguntado por que esse cliente continua com você? 

  • Quais os fatores que fazem com que ele volte sempre? 

  • Por outro lado, por que os clientes “ingratos” — aqueles que você tratou tão bem, por tanto tempo — de repente se foram e nunca mais voltaram? 

  • A culpa é deles ou sua? 

  • Da sua empresa, talvez? 

  • Será que ele não encontrou uma alternativa melhor?

Na verdade, não existe cliente “ingrato”; o que existe de fato é um cliente buscando sempre melhores alternativas e, quando ele as encontra, troca, sem cerimônia, de fornecedor. 

 

Logo, o correto é dizer que determinado cliente “está fiel”, e não que ele “é fiel”. Fidelidade, como estado definitivo, não existe, pelo menos em negócios, no relacionamento cliente-fornecedor. 

 

O mito, o equívoco, é entender a fidelização como um estado permanente, uma posição definitiva, quando na realidade é um processo, e como tal mutável. 

 

A fidelidade de um cliente é um alvo móvel.

Assim como a perfeição, a fidelização de um cliente é uma meta que todos devemos buscar, sem perder a consciência de que ela nunca será atingida, pois é um alvo móvel, e de que a todo momento estamos ameaçados de perder esse cliente. Isso não significa que não devemos buscar constantemente sua fidelidade.

 

Percebo um brilho diferente nos olhos dos participantes das palestras e seminários que ministro, quando afirmo que o cliente é o bicho mais infiel do mundo. A princípio é frustrante: tomar consciência de que a pessoa que se está empenhado em satisfazer plenamente é infiel, nunca está satisfeita, está sempre exigindo mais. Trata-se de uma tremenda decepção. Mas é uma realidade!

 

Você, sua empresa, podem estar oferecendo o melhor produto ou serviço do mundo, há muitos anos, mas, se de repente alguma outra empresa — a concorrência incomoda , não? — começa a apresentar condições melhores, atendimento e relacionamento melhores, o cliente não vacila: troca de fornecedor! 

 

E não adianta chamá-lo de “ingrato”, ficar  zangado, amaldiçoá-lo; isso só vai demonstrar sua falta de compreensão desse processo.

 

A propósito, caro leitor, que ninguém nos escute, na condição de cliente ou consumidor: você não age exatamente da mesma forma? 

 

E não se trata de ser ou não ingrato. Trata-se de que cada um de nós, como seres humanos, queremos e buscamos, sempre, a alternativa que se mostra melhor para nós. 

 

É direito de cada um, portanto, constitui um comportamento normal, legítimo.

 

O cliente é o “bicho” mais infiel do mundo. 
Só há uma maneira de segurá-lo: encantá-lo permanentemente. 

Nenhuma conquista é definitiva, inclusive, e principalmente, a de um cliente.

 

A relação com um cliente deve ser a de um namoro eterno... (namoro: relação em que se busca se surpreender sempre; plena atenção, pleno encantamento) e, depois, o casamento (ou “ajuntamento”, como queiram).

 

Nessa fase tende a começar um processo de relaxamento progressivo. Com o cliente, acontece a mesma coisa: uma vez conquistados, comete-se o equívoco da acomodação. E é aí que mora o perigo!

 

“.... que seja infinito enquanto dure”

Vinícius de Morais

 

Em um mercado globalizado, crescentemente competitivo, não há dúvida de que o comportamento do cliente está totalmente respaldado nos versos do poeta Vinícius e, aqui para nós, nosso cliente tem todo o direito do mundo de dizer “Minha fidelidade a você [fornecedor] é infinita, desde que você continue sendo minha melhor alternativa”, afinal é ele que paga a conta.

 

A propósito, quando seu cliente vai embora, você saberia dizer se ele foi ganho (pela concorrência) ou perdido (por você)?

 

Sérgio Almeida- www.sergioalmeida.com.br

 


RESUMO  DE  NOTICIAS  "

09.11.2002    AO    12.11.2002

 

 


ECONOMIA
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

O lucro líquido da AmBev cresceu 113%  no 3º trimestre deste ano, para 497 milhões de reais. O forte resultado foi impulsionado principalmente pelo reajuste dos preços das bebidas, que elevou a receita líquida da companhia, apesar do fraco crescimento das vendas. - No acumulado dos 9 primeiros meses do ano, o resultado da 5ª maior cervejaria do mundo atingiu 1,078 bilhão de reais, comparável ao dos principais bancos brasileiros, que sempre estiveram entre os maiores lucros do país. O Bradesco, por exemplo, teve lucro 1,324 bilhão de reais no mesmo período. “O crescimento da receita foi impulsionado principalmente pelo reajuste de preços. - Em volume, no entanto, as vendas de cerveja cresceram apenas 2,5%, enquanto as de refrigerantes caíram 8% na mesma comparação. - No final de setembro, a AmBev tinha conquistado uma participação de 70,1% no mercado nacional de cerveja, 2,3% acima da registrada no final do 2º trimestre deste ano. 

Falta de crédito é um dos principais limitadores do surgimento e desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Brasil. Embora as micro e pequenas empresas sejam responsáveis por 30% do PIB e 60% dos EMPREGOS do BRASIL, recebem, apenas, 10% do crédito concedido pelos bancos oficiais e privados. (E ainda tem gente que defende os créditos para grandes Empresas, em detrimento das micros e pequenas, sabendo ainda - quem temos um desemprego record.)

Mais competitivas com a desvalorização do real e em meio a uma queda-de-braço com o varejo por reajustes, as multinacionais do setor lácteo estão investindo no mercado externo. Elas montaram departamentos específicos para cuidar do assunto e acreditam que exportar significa receita maior em moeda forte. - As exportações brasileiras de lácteos, que começaram de forma incipiente em 1996, ganharam fôlego em 2000, com grupos nacionais, e levaram Itambé, CCL, Confepar, Embaré e Ilpisa a criar a trading Serlac, em 2001. Com a aposta das múltis, os embarques estão batendo recordes. De janeiro a outubro, o Brasil exportou 30,6 mil toneladas (US$ 32,2 milhões), segundo a Secex, mais que as 25 mil toneladas de todo o ano passado. Já as importações somaram 90,8 mil toneladas (US$ 142,3 milhões) no período, em alta de 81,8%. - (E das vacas que dão o leite, não falar nada e nem pagar uns cocktails de feno?)

A Petrobrás alcançou lucro líquido de R$ 2,368 bilhões no terceiro trimestre, o que representa crescimento de 45% frente ao mesmo período do ano passado, quando o resultado foi positivo de R$ 1,628 bilhão. A receita líquida consolidada atingiu R$ 21,295 bilhões, 34% acima das vendas do terceiro trimestre de 2001. No acumulado do ano, o lucro líquido da estatal é de R$ 5, 269 bilhões resultado 25% menor do acumulado no mesmo período do ano passado. (Não fiquem pensando que a gasolina a mais de dois reais, tem alguma coisa a ver...deixem de ser mal pensados)

Depois de um mês de setembro em que a produção industrial apresentou sinais discretos, mas concretos, de recuperação, surgem os primeiros indicadores de que a expansão também surpreendeu positivamente empresários e economistas em outubro. A produção e venda interna de veículos foi a maior dos últimos 17 meses, com aumento de 30,1% em relação a outubro do ano passado.

O Senador Aloizio Mercadante (PT-SP), disse que o conselho também poderá servir para debater o Orçamento da União com a sociedade. Segundo ele, essa discussão reproduziria em escala nacional a experiência das prefeituras com o Orçamento participativo, em que assembléias populares decidem a aplicação de parte das verbas municipais.
(Essa é boa, queremos ver a cara dos deputados, quando vejam que alguém está querendo lhes tirar as tetas da boca...)

Depois de 31 anos de serviço público, o ministro-chefe da Casa Civil, Pedro Parente, vai para a iniciativa privada. Parente anunciou ontem ter aceito o cargo de vice-presidente executivo da RBS, e começa a trabalhar na sede da empresa, em Porto Alegre, no dia 1º de fevereiro. A Comissão de Ética Pública liberou o ministro de cumprir a quarentena de quatro meses alegando que a nova função não tem qualquer relação com as atividades desenvolvidas por ele hoje. (Depois que contrataram o aluno do mega-investidor George Soros, Arminio Nau Fraga, qualquer coisa é normal no Governo)

A economia brasileira não terá no próximo ano nenhum setor que puxe o crescimento de maneira isolada. Mas alguns deles funcionarão como um "colchão", que poderá amortizar o impacto de um eventual cenário negativo e impedir que o PIB tenha quedas dramáticas. Apesar de não ter peso suficiente para funcionar como a locomotiva da economia, as exportações estão no recheio desse "colchão", ao lado da extração de petróleo, agricultura e setores do PIB que têm comportamento inelástico ou crescimento vegetativo em conseqüência do aumento populacional.

A rua 25 de Março em São Paulo e suas adjacências possui 3 mil lojas que faturam por ano R$ 6 bilhões. O seu movimento é 400 mil pessoas / dia em média, chegando a 700 mil nos meses de pico.

A taxa de desemprego no Silicon Valley, Califórnia, alcançou 7,9% em outubro, o índice mais alto desde 1983. O patamar atual reflete a queda enfrentada pela industria de alta tecnologia. Há 2 anos, ainda no boom vivido pelo setor, a taxa de desemprego na região era de apenas 1,3%. Em São Francisco, no mês passado, o índice alcançou 6,7%.

A iminente mudança de Governo, com a vitória do PT nas eleições presidenciais, está levando o mercado acionário a reavaliar suas carteiras. Saem da mira dos investidores as ações dos bancos e entram as de empresas ligadas aos setores de exportação, construção civil e consumo, que prometem maior potencial de ganho. Quem constata é a Reuters no seu noticiário do fim de semana. Diz que, na avaliação dos especialistas, a administração petista terá prioridades diferentes das do atual Governo e, deste modo, deverá impulsionar outros setores da atividade econômica.

Estadão, mais uma TV na rede. Depois de São Paulo, Campinas e Santos, a TV Eldorado, do grupo Estado, recebeu no último dia 31 autorização do Ministério das Comunicações para montar uma retransmissora de TV em São José dos Campos. No ano passado, o grupo comprou uma geradora de TV em Santa Inês (MA), de onde pretende montar uma rede nacional.

Duas semanas depois da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, o mercado se pergunta qual será a orientação do novo governo sobre controle dos preços dos derivados de petróleo, incluindo aí o gás de cozinha e o gás natural. 

O Lula indicou ontem que planeja usar o futuro Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social como um instrumento de pressão sobre o Congresso. - Formado por empresários, sindicalistas e representantes da sociedade, o conselho serviria para debater projetos que depois seriam apresentados ao Legislativo como expressão de um consenso entre o governo e a sociedade. - "Se uma lei passar antes pelo debate com a sociedade, a chance de ela ser aprovada e ser colocada em prática é muito maior", disse Lula, no fim de uma reunião com 130 lideranças convidadas a discutir a formação do conselho. "É melhor discutir a lei antes e a sociedade mostrar aos nossos pares no Congresso a importância de aprovar aquela lei." - (Isso aí, dá o nome dos salafrários que não queiram votar a favor da população que a gente se encarrega de lacrar eles de vez...)

MERCADO INTERNO

Casas Bahia está investindo R$ 30 milhões na construção de uma fábrica de móveis em São Caetano do Sul (SP), para aumentar a participação do segmento no total de faturamento da rede - que deve atingir os R$ 4 bilhões este ano. A líder no varejo de eletroeletrônicos já conseguiu aumentar essa participação de 15% para 30% no último ano e, com a nova fábrica, quer chegar a 40%. Os móveis, segundo o diretor Michael Klein, são a aposta da empresa para "voltar a ter a rentabilidade de antes". (Essa sim que é uma baita de uma molhada na orelha no setor moveleiro... Não por querer meter pilha... mas nos Representantes não deixaríamos assim...) 

A produção nacional de máquinas agrícolas atingiu em outubro 5.454 mil unidades, o maior volume desde agosto de 1994. O crescimento, que em relação ao mesmo mês de 2001 foi de 22,6%, foi impulsionado tanto pela aquecida demanda no mercado interno quanto pelas exportações de tratores e colheitadeiras, especialmente favorecidas pela desvalorização do real frente ao dólar. Até outubro, a produção já iguala a registrada em todo o ano passado: 44.300. (Bom indicativo, precisamos muita comida para trazer os excluídos para a roda de consumo...)

A direção mundial da Volkswagen deve definir, na próxima reunião de planejamento mundial, dia 15, na Alemanha, a fábrica que abrigará a produção de um novo carro pequeno, destinado à exportação, principalmente para países emergentes. No Brasil, a briga, que está entre São Bernardo do Campo (SP) e São José dos Pinhais (PR), onde a montadora tem plantas, já desencadeou disputa sindical entre a Central Única dos Trabalhadores (CUT ) e a Força Sindical. 

Está chegando no mercado aéreo um novo segmento de jatos, que promete uma concorrência acirrada com os maiores aviões a pistão. A tradicional fabricante de aeronaves Cessna e a recém-chegada Eclipse estão desenvolvendo cada uma os menores aviões movidos à turbina do mercado mundial. Com maior potência, os aviões voarão mais alto do que os de pistão e usarão querosene - que é muito mais barato do que a gasolina usada pelo outro motor. Além disso, a promessa da Cessna é de um modelo US$ 1,5 milhão mais barato do que os menores jatos atuais. (Isto é de relevada importância para os colegas que representam no interior, podem serem mais barato, porque na ponta do lápis, está muito caro ter que pagar PEDÁGIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)

Duratex vai captar R$ 200 milhões - fabricante de painéis de madeira, louças e metais sanitários, dona da marca Deca, anunciou sexta-feira uma nova emissão de títulos. Segundo comunicado enviado à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a emissão foi aprovada pelo Conselho de Administração no dia 6. (Maldade de vocês pensar que existe relação entre Maluf ter perdido as eleições e o empréstimo agora... Qual é gente, não vão dizer que vocês são expertos assim).

O ajuste das contas externas em 2002 foi feito pela indústria de transformação. Nos primeiros nove meses do ano, o superávit comercial foi US$ 6,6 bilhões superior ao do mesmo período do ano passado. A indústria garantiu, sozinha, 95% desse aumento. O déficit comercial do setor caiu de US$ 7 bilhões para US$ 718 milhões no período, segundo dados da Secretaria de Acompanhamento da Produção do Ministério do Desenvolvimento.

O McDonald’s Brasil distribuiu comunicado. Informando sobre a nota publicada no Blue Bus na 6a feira aqui, que refere a decisao da matriz, nos EUA, de fechar 175 lojas da rede fora dos EUA. A noticia original, distribuída em release pelo próprio McDonald's, não referia os mercados atingidos. Sua filial brasileira esclarece que a medida não afetará o mercado local. (Se o www.bluebus.com.br falou, tá falado, é que vão demitir mesmo...)

O Centro de Tecnologia da Copersucar (CTC) está mais atento do que nunca ao mercado. O centro, referência nacional na área de açúcar e álcool, quer cada vez mais atuar não só no desenvolvimento de novas tecnologias mas também em sua aplicação, garantindo diferencial para as usinas cooperadas e receita extra com a venda da tecnologia a terceiros. - Com a lei, o CTC passou a cobrar uma taxa anual de royalty de R$ 10,80 por hectare. Este ano, essa receita já representou 25% do orçamento da área de variedades, e a meta é que, em sete anos, financie integralmente o departamento, diz o seu responsável, Willian Burnquist. Cerca de 50% dos canaviais do país são plantados com variedades do CTC.

Estimulada pelas exportações e um processo inicial de substituição de importações, a produção da indústria brasileira cresceu 1% em setembro ante agosto e 5,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, a segunda maior performance desde abril. No ano, acumula taxa de expansão de 1,1%, mas , nos últimos doze meses está em queda de 0,1%, conforme números de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê para outubro comportamento semelhante, que poderá se estender ao final do ano e pelo primeiro trimestre de 2003 - o que significaria que o Produto Interno Bruto (PIB) trimestral poderia crescer 0,4% no período. (Isso aí, vamos produzir que aqui tem Profissionais pa desovar produtos, simmmm)

MERCADO EXTERNO

Os empréstimos externos às empresas brasileiras com a participação de vários bancos - os empréstimos sindicalizados - começam a dar os primeiros sinais de renascimento após um longo e tenebroso inverno, que começou em julho. São US$ 300 milhões em operações vinculadas à exportação, com estruturas pesadas redutoras de risco, de prazo de vencimento não superior a dois anos e para empresas de primeira linha: Petrobras, Basf do Brasil e CSN. Os juros chegam a 5% ao ano sobre a Libor, taxa interbancária de Londres.

Fazendeiros mexicanos percorreram recentemente com centenas de porcos guinchando a pequena cidade de La Piedad, no Estado de Guanajuato. O espetáculo de proporções suínas foi um protesto contra uma esperada avalanche de bacon, presunto e costeletas de porco que deve acontecer quando as tarifas de importação de uma grande variedade de produtos agropecuários forem eliminadas, no próximo ano, segundo os termos do Acordo Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês). 

O governo começou a mapear os prejuízos causados aos exportadores brasileiros pelos benefícios que a União Européia dá para produtos de países com programas de combate ao narcotráfico e à plantação de drogas. Dependendo dos danos, o assunto pode ser levado à Organização Mundial Comércio (OMC) e abrir uma nova controvérsia com o bloco europeu. (Isso aí funcionários públicos, vocês recebem para isso, e nada mais claro que fazer as continhas no papel... 

 

O iG, através sua assessoria de imprensa, mandou o seguinte e-mail a redação de Blue Bus - "A direção do iG comunica que é inverídica e improcedente a informação divulgada pelo Blue Bus (www.bluebus.com.br) de que a empresa teria demitido 60 funcionários". A informação oficial da empresa conflita com a que foi publicada na 6a feira sob o titulo 'iG pode ter demitido 60', oferecida por fonte confiável muito próxima do portal e confirmada por mais de uma dezena de e-mails recebidos referindo os fatos. (Se a www.bluebus.com.br falou, ta falado, eles são gente querida e nos acreditamos neles.)

A Symantec corrigiu um bug no recém-lançado Norton Internet Security 2003 que apaga e-mails antes que eles aportem na caixa de entrada do usuário. - Conforme reportagem do site britânico The Register, em lugar da mensagem, vários usuários recebiam um aviso do NIS, com a seguinte linha de assunto, em inglês: “O proxy de e-mail da Symantec apagou a seguinte mensagem:”. O usuário não consegue determinar de onde veio o e-mail. 

A Globo.com distribuiu comunicado no final do dia, na 6a feira. Informa que "o portal Globo.com anunciou hoje a reduçao do quadro de funcionários do GloboNews.com". Especifica que "as mudanças se devem em parte ao novo formato do site, que passará a disponibilizar um maior volume de vídeo". 

O grupo espanhol Gas Natural está negociando com um sócio brasileiro a construção de uma termelétrica de 200 megawatts (MW) perto de Sorocaba (SP), que exigirá investimento de US$ 60 milhões a US$ 80 milhões. O projeto insere-se na estratégia de desenvolver o mercado de gás natural em São Paulo, onde o grupo - que controla as distribuidoras CEG e CEG Rio - tem uma concessão operada pela Gas Natural São Paulo Sul.

Tradicional modelo de negócios, a franquia chega à internet. A Via Global, dona de um portal que reúne seis guias on-line de entretenimento e lazer, adotou o sistema e já colocou no ar o primeiro site "franqueado" no ar, com informações sobre Belém (PA). Em menos de um mês, o produto transformou-se na terceira audiência do portal, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro. O guia de Salvador (BA) deve ficar pronto até o fim do mês e a empresa já negocia um sobre Porto Alegre (RS).

Pesquisadores japoneses revelaram que as pessoas que trabalham muito tempo em frente a um computador apresentam maiores problemas de cansaço físico e mental, e também mais sono. (É isto é muito mais visível quando os computadores estão desligados ?)

No ano, a Internet brasileira acumula um crescimento de 19% sobre outubro de 2001, aumentando o acesso de 12 milhões para 14,3 milhões de usuários domésticos.

Fornecedores de sistemas de segurança alertam para o para o risco de propagação de um novo vírus denominado W32/Oror.@MM que começa a rondar os e-mails na grande rede. 
Em um comunicado emitido nesta sexta-feira (08/11), a McAfee Security, explica que o Oror.e vem da Bulgária e caracteriza-se como uma praga “mass-mailing” que também se espalha via mIRC, KaZaa, compartilhamentos de rede e drives mapeados. - Risco baixo segundo indicam, mas nunca é demais...

A Symantec consertou uma falha no software de segurança Norton Internet Security 2003 que pode apagar e-mails acidentalmente antes que chegue à caixa de entrada do usuário, informou a empresa. 

O Teleton 2002, maratona televisiva voltada para arrecadar fundos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), que ocorre neste final de semana (8 e 9/11), também vai usar a Internet para receber recursos. 
Os internautas que acessarem o site www.teleton.org.br podem fazer doações com valor superior a R$ 30 usando cartões de crédito Visa, Mastercard, Diners e Credicard ou pelo ChequeEletrônico.com (mais de 40 bancos cadastrados), ShopFácil (Bradesco) e ShopLine (Itaú). 

INFORMÁTICA

Tom Peters, uma dos gurus mundiais em administração moderna mundial, falando para mais de 4 mil pessoas no auditório da ExpoManagement sobre a importância da busca da inovação, da ousadia e da necessidade de encarar as mudanças no mundo dos negócios: "Peter Drucker costuma dizer que 90% do gerenciamento nas empresas consiste em tornar as coisas mais difíceis para as pessoas. O que eu sempre aconselho é que a melhor coisa que podemos fazer para os nossos funcionários é sair do caminho deles". "Muitas vezes você vê uma pessoa que é tratada como idiota e sem credibilidade dentro da organização se mostrar um excelente líder fora da empresa, seja na comunidade, na igreja, etc". É preciso deixar que as pessoas controlem a própria vida, disse Peters. Auto-determinação e empreendedorismo, na visão dele, são o segredo para esse controle. 

TELEFONIA

O empresário Nelson Tanure, da Cia. Docas de Investimentos, apresentou uma proposta para adquirir a Intelig. É a quinta proposta pela empresa de longa distância, hoje controlada pelos grupos National Grid (50%), France Télécom (25%) e Sprint (25%).

A Vésper Business, braço para negócios corporativos da operadora, lançou ontem um terminal de acesso fixo sem fio para a transmissão de dados via radiofrequência, o Wireless Business.

Problemas a vista - A Brasil Telecom ta com intenção de entrar no mercado de Celulares... Porque não entram no mercado de telex, que é muito promissor...

A Oi divulgou esta semana o último levantamento sobre o número de ususários da operadora GSM: setecentas mil pessoas viraram clientes em quatro meses (a Oi iniciou sua operação no dia 26 de junho). - Foram 200 mil aparelhos vendidos em outubro, um aumento com relação ao ritmo de venda de 170 mil telefones que vinha sido mantido desde junho.

 

Um escândalo de espionagem na principal companhia sueca de telecomunicações, a Ericsson, ampliou-se na sexta-feira, com a suspensão de outros dois funcionários que a empresa acredita terem contribuído para a entrega de segredos do grupo a um serviço de inteligência estrangeiro. - Uma fonte de alto escalão na Ericsson disse que a Rússia era a potência estrangeira envolvida. - A deficitária Telefon AB LM Ericsson é a maior produtora mundial de equipamentos para redes móveis de telecomunicações e está também envolvida no desenvolvimento de radar e sistemas de orientação de mísseis para o JAS-39 Gripen, um caça de alta tecnologia que é o principal avião de combate da Suécia.

A maior fabricante de celulares do mundo, a Nokia, anunciou na sexta-feira que vai licenciar software da Research in Motion (RIM) para equipar seus produtos com populares serviços de email, tendo como alvo clientes de empresas.
O acordo provocou uma alta de 20 por cento nas ações da empresa canadense RIM na bolsa de Toronto e na Nasdaq. - A Nokia disse que o software email Blackberry será instalado em vários de seus produtos que estarão disponíveis em todo o mundo. 

A Philips Electronics, maior empresa européia de produtos eletrônicos, anunciou na sexta-feira que sua unidade de semicondutores deve aumentar a sua participação no mercado de chips para telefones celulares. 

 

O "RESUMO DE NOTÍCIAS", é baseado em levantamentos realizados pela equipe do SDR, e apresenta os tópicos mais importantes para que você, fique por dentro dos principais acontecimentos que sua profissão exige. - Este serviço de CLIPPING (resenha de informações), é a metodologia utilizada para assessorar 100% das principais autoridades, desde Presidentes da República, Diretores, Gerências e agora VOCÊ, e queremos que possa estabelecer o vínculo entre os assuntos expostos e suas estratégias, como forma de prestigiar seu TEMPO. - Os endereços abaixo, representam as fontes que diariamente consultamos ou enviam noticias, e são ao nosso entendimento, as mais fidedignas e neutras, como a seguir:

 

 
 

O PODEROSO CHEFÃO:  " O COMPRADOR "

Sr. Professor Wagner Brandini

 

 

Não tivéssemos, no passado, dado todo o incentivo (embora inconsciente) aos compradores, nós jamais iríamos existir. - Atualmente, pequenas e médias organizações têm se preocupado exacerbadamente com o setor de compras. Necessitam ter em mãos resultados positivos e, queiramos ou não, tecnicamente os compradores bem preparados oferecem tais resultados.

 

Mas, como conseguir conquistas diante de uma "águia" do setor de compras, negociar com o "temível" comprador? - Aí é que se aloja uma questão bastante firme: furar esse bloqueio.

 

Temos notícia de empresas que amenizam o "golpe de vendas" na secretária do comprador. Outras, entretanto, encontram forças nas agendas - lotadas, diga-se de passagem, e, ainda alguns bloqueios estão bem demonstrados na conduta do profissional de compras.

 

É claro que, em se tratando de vendedores, profissionais preparados para o prosseguimento da "vida útil" dos compradores, terminam por vencer obstáculos, quebrar barreiras, atingir metas, alcançar objetivos, "furar" os tais bloqueios, passar pelas tantas secretárias, fazer parte da tão almejada data na agenda desses profissionais velozes e "ferozes" - que no entanto acabam por se depararem, muitas vezes, com verdadeiros "assassinos" da profissão.

 

Pessoas sem um pingo de educação, voltadas exclusivamente para o demérito e frustração de todo e qualquer profissional que lhes apareça à frente, e ainda, porque não se comportam profissionalmente, deixando a desejar, perdendo oportunidades de lucratividade para a empresa que assistem, criando clima de pura "animosidade" entre as partes e, de forma grotesca, ainda permitem que proprietários e superiores emitam reclamações contra o "mau atendimento" oferecido pelo vendedor que, de vítima passa a ser vilão.

 

Justiça seja feita, durante uma viagem específica minha, em visita a um cliente, cujo potencial de compras era enorme e, "cartas na manga", levava comigo ofertas maravilhosas em forma de "gatilho de compras", que só não foi possível expô-las por dois motivos:

 

O primeiro deles foi a pontualidade. Sua falta foi gravíssima. No tempo marcado eu estava lá. Aguardei por duas consecutivas horas, sem que arredasse pé do escritório. Isso, porque já havia agendado visita na quinzena anterior e aquele horário deveria ser meu, somente meu - para que pudesse demonstrar as mercadorias, proporcionar uma análise de custos, revisão de nossos catálogos, introdução de novos produtos, verificação dos já existentes, e possível aumento na quantidade adquirida, em função da alta procura;

 

O segundo foi a educação. Algo "britânico". Frieza à parte, desinteresse pelos demais produtos, excesso de pedidos de "verba", e a tal pressa, porque havia um monte de vendedores agendados e o tempo "estava curto".

 

Até aí, o que há de tão importante, quando tratamos de um profissional que, a exemplo de nós vendedores, está buscando manter seu emprego, garantir o "pão de cada dia"?

 

Não há nada mais importante do que o bom tratamento. Geralmente o vendedor se desloca de sua cidade, passa praticamente a semana toda em função de visitas, prospecções, acertos... tudo isso  longe de sua família e, dado a sua solidão, o tempo e a distância - acaba ficando mais sensível, desmotivado e menos argumentativo, deixando de promover alguns itens de grande importância para as duas extremidades. Aí, fica no ar aquela pergunta: E, o comprador, onde está e qual é, verdadeiramente sua função?

 

Nada mais óbvio que um "empurrãozinho" amigo...

 

Porém, embora a amizade venha sendo conquistada em função do tempo e influência, tudo isso pode ser mudado, mais rentável e menos cansativo, menos desgastante se o homem que gera lucros para a empresa - o comprador - puder contribuir para que o vendedor lhe seja verdadeiramente útil e fortemente seu parceiro de negócios.

 

Então, é isso. - Boa semana, ótimas compras, ótimas vendas e ótimos negócios.

 

Sucesso.


Sr. Professor Wagner R. Brandini
Especialista em Negociações e Vendas

wbrandini@ig.com.br - (0**14) 3372-4782  /  9726-3290

 

 

Caros Amigas/os,

 

É claro que todos queremos que o ano termine com saldo positivo e nossas vendas não fiquem no esquecimento. Isso é o que eu penso, o que você pensa e também o que o seu "parceiro de fim-de-ano", o vendedor eventual pensa sobre esse assunto.

 

Munido de conhecimento de vendas, venho atendendo ao comércio varejista que vinha sofrendo perdas por problemas de atendimento, dificuldades financeiras, o medo das "contas", as dificuldades que a globalização tem colocado na mente de tantos consumidores...

 

Partindo disso, dei andamento àquilo que já venho prestando a muitos, visando estendê-lo a tantos quantos se interessarem.

 

Portanto, da calçada de frente à sua loja até as dependências da área de vendas, seu cliente poderá se sentir satisfeito. Melhor do que isso, o seu recém-contratado vendedor - que o ajudará a colher os resultados positivos, recebendo um treinamento específico e rápido, de fácil acesso e aplicação imediata.

 

Tudo aquilo que iremos abordar não requer apostilas, não necessita de certos "protocolos". O intuito desse treinamento é fazer com que a sua equipe, sua empresa e seus clientes desfrutem de um encantamento: SATISFAÇÃO.

 

Agora que você já sabe que não há complicação alguma nisso tudo, que tal procurar se informar sobre as datas prováveis, o limite de pessoas e a facilidade de se aplicar esse treinamento dentro de sua empresa, especificamente para a sua equipe?

 

Abraços Cordiais,

 

 

Sr. Professor Wagner R. Brandini
Especialista em Negociações e Vendas

wbrandini@ig.com.br - (0**14) 3372-4782  /  9726-3290

 


 
 

" DICAS DA SEMANA "

Hoje são 4 Professoras/es

 

 

10 DICAS PARA UM JOVEM VENCEDOR

1.      Escolha seus amigos

2.      Estude. Lembre-se que vencerão somente os melhores

3.      Procure ouvir a experiência dos mais velhos

4.      Cuide de sua saúde; 

5.      Encha o seu tempo. Não fique desocupado

6.      Aprenda inglês e espanhol

7.      Aprenda computação

8.      Divirta-se. Seja uma pessoa alegre. Sorria!

9.      Seja "polido" e "educado"

10.  Resista a tentação às drogas e maneiras fáceis (e falsas) de ser feliz.

Luiz Marins, Ph.D.

 


 

 

Como você dirige a sua empresa ?

·         Como você dirige a sua empresa ?

·         Você é um ditador benevolente ?

·         Ou você está tão ocupado ultimamente que não consegue tomar nenhuma decisão ?

Um dos mais valiosos recursos para tomada de decisão que você tem disponível na sua empresa é a opinião dos seus funcionários. Permitir que os seus funcionários adicionem informações as decisões que a sua empresa precisa tomar no dia-a-dia, pode melhorar significativamente a qualidade das escolhas que a sua empresa faz.
Além disso, ao permitir que o seu funcionário participe do processo de tomada de decisão, ele passa a ter uma sensação de responsabilidade e envolvimento com o trabalho que ele nunca teve.  - Você não tem que trabalhar sozinho. Todos a sua volta querem e podem ajudá-lo.

 

Sr. Prof. Ricardo Jordão

 


 

Tem gente!


Novidades são sempre atrativos e servem como forte estratégia de marketing para alavancar negócios. Depois dos polêmicos banheiros unissex - que fazem grande sucesso na Europa -, um novo modismo está fazendo as vezes dos toaletes espalhados por locais públicos europeus, provando que as mudanças comportamentais da sociedade, muitas vezes, são motivo para modificações nos ambientes.

 

Os donos de bares e boates do Reino Unido perceberam que não há mulher que não goste de ir ao banheiro, em dupla, para fofocar com a amiga. Foi pensando nisso que resolveram alterar as estruturas de seus estabelecimentos, para que as moçoilas não interrompam o bate-papo nem na hora de fazer xixi. Os banheiros contam agora com cabines duplas, ou seja, boxes com dois vasos sanitários, para que as conversas íntimas sejam realmente íntimas.

 

Novidades na música ou na comida não deixam de ser positivas. Mas, ao concentrarem as novas idéias no inusitado (banheiros!), estes estabelecimentos ganham novos clientes, pois atendem à demanda de um exigente segmento da sociedade: as mulheres. Aos homens, agora, só resta esperar alguns minutos a mais, porque os banheiros andam mais cheios do que nunca.

 

JANELAS DO FUTURO - INSTITUTO HUMANISTA MVC

 


 

SEJA VOCÊ....

Não se preocupe em ter o brilho da Lua..
Você já tem seu próprio valor...
Deus te deu o dom da vida.
Aproveite este presente e brilhe...
Não queira agradar a todos.
Isso será quase impossível...
Mas trate as pessoas com amor e procure falar a verdade.
Você pode não agradar a todos
Mas terá o amor de muitos principalmente das pessoas sinceras.
As vezes as pessoas não demonstram o quanto te querem bem
Mas é que a gente nem sempre sabe expressar o que sente.
Temos até medo de demonstrar o que sentimos...
Por isso, não se magoe à toa.
Aprenda a perdoar.
Você viverá bem mais leve.
Acima de tudo acredite :
Embora você muitas vezes se esqueça,
Você tem um grande valor para Deus...

Corina Herlinger - Gcia. de Produção - Aços Vilares - Americana (SP)

 


 

MARKETING EM TEMPO REAL

SUA EMPRESA ESTÁ PREPARADA PARA ISSO ?

JOÃO BAPTISTA VILHENA

DIRETOR DO INSTITUTO MVC

 

 

Tecnologia e práticas gerenciais estão sendo combinadas para criar uma nova forma de marketing, chamada de Real-Time Marketing - marketing em tempo real - na qual produtos e serviços, além de atender às necessidades e desejos únicos e exclusivos de cada cliente, vão continuamente aprendendo com esses clientes, garantindo sua satisfação ampla e permanente.

 

No marketing em tempo real, os produtos e serviços não são apenas customizados para os clientes, mas tem a habilidade de se desenvolver ao longo do tempo, reagindo às mudanças nas necessidades e desejos dos consumidores.

 

O marketing em tempo real é eminentemente descentralizado, uma vez que as adaptações ocorrem localmente, baseadas na interação direta entre o produto e o consumidor. O marketing em tempo real integra e estende tanto a customização em massa (também chamado de marketing um-a-um) e o marketing de relacionamento.

 

A grande vantagem para as empresas pioneiras na prática do marketing em tempo real é que terão a possibilidade de tornar seus clientes leais, criando altos trade-offs que dificultarão a sua decisão de mudar de fornecedor. O grande desafio – notadamente nesta época em que prestar serviços é essencial – será fazer com que as pessoas da organização se integrem a nova sistemática e modifiquem seus comportamentos, que deverão estar orientados para a agregação contínua de valor para o cliente.

 

As vantagens competitivas obtidas por organizações como a BMW e Microsoft nos permitem afirmar que, em função do seu poder de desenvolver a lealdade do consumidor, o marketing em tempo real brevemente se transformará no paradigma dominante para um significativo número de organizações que pretendem se destacar em um mundo cada vez mais global.

 

A evolução do conceito de marketing

O marketing passou por várias etapas até o surgimento do conceito de Real Time. Até a década de 50, a oferta de produtos e serviços era – de modo geral – bastante inferior a procura. Eram tempos em que a grande ênfase das empresas produtoras de bens e serviços estava na ampliação da produção, sem que existissem maiores preocupações com a qualidade daquilo que se oferecia ao mercado.

 

Em 1955, Peter Drucker, no seu célebre "The Practice of Management", captava significativas mudanças na relação oferta X demanda e afirmava que "em particular, a nova tecnologia demanda que os gestores criem os mercados para seus produtos. A gestão não pode se manter satisfeita com os mercados existentes e não pode mais pensar que o ato de vender significa somente encontrar alguém disposto a comprar o que nós produzimos.

 

É preciso criar mercados através de um trabalho conciencioso e sistemático. Acima de tudo, é preciso focar continuamente na criação de um poder de compra massificado, criando hábitos de compra massificados." O célebre professor austríaco continua no parágrafo seguinte afirmando que "o próprio marketing é afetado pelos conceitos básicos da nova tecnologia.

 

Nós discutimos aqui a automação como se fosse exclusivamente um processo de produção. Entretanto ela é mais do que isso, pois trata-se de um princípio de trabalho em geral. Entretanto, os novos métodos de marketing de massa podem requerer uma maciça aplicação dos princípios da automação ... o próprio marketing está rapidamente se transformando em um processo integrado."

 

Inspirados pelos conceitos de Drucker, os primeiros profissionais de marketing partiram para determinar formas de gerar comportamentos massificados de compra. Utilizando-se principalmente da propaganda, passaram a estimular o consumo das mais variadas formas.

 

Embora os avanços tecnológicos já fossem expressivos nesta época, a realidade é que - em função de fenômenos como o baby boom - os mercados continuavam apresentando uma procura superior a capacidade de oferta agregada. Com isso, era possível focar os esforços apenas no aumento do número de transações, não havendo uma preocupação preponderante com a manutenção dos clientes – afinal, caso perdessem alguns consumidores, as empresas sabiam que a demanda por seus produtos continuava assegurada por todos aqueles que ainda não haviam conseguido saciar suas necessidades de consumo.

 

É interessante destacar que muitas empresas brasileiras ainda vivenciam este paradigma. Vários setores da nossa economia ainda são monopólios ou cartéis formados por pouquíssimas empresas. Esta deformação de mercado permite a adoção de uma política que ignora a soberania do cliente quanto às suas escolhas. Na verdade essas empresas não acham que tem clientes a atenderem mas apenas reféns que precisam ser "administrados".

 

Podemos encontrar diversos exemplos para essa afirmativa analisando o comportamento de algumas de nossas companhias aéreas, a maioria das operadoras de serviços telefônicos e - de uma forma geral - todos os chamados "serviços públicos" - que mesmo sendo, hoje, operados por empresas privadas, continuam ignorando solenemente as demandas do mercado e submetendo a população a apagões e outros suplícios de igual monta.

 

Mas considerando o cenário mundial, verificamos que o tempo passa, o avanço tecnologico prossegue de maneira exponencial e já no início dos anos 80 – 1983, para ser exato - Theodore Levitt, célebre professor da Harvard Business School, afirma no seu famoso livro A Imaginação de Marketing que marketing significava conquistar e manter clientes. Esse conceito extremamente simples na sua formulação, sintetizava uma idéia bem diferente daquela que Peter Drucker prenunciara.

 

Não era mais suficiente gerar mercados e hábitos de compra massificados. Não havia mais clientes em profusão, com necessidades ainda não atendidas. Na verdade o desenvolvimento tecnológico acelerado – que acabou por intensificar cada vez mais a concorrência - conseguiu fazer com que o mercado acabasse por ser abastecido de maneira mais ou menos homogênea. As situação mudou e as empresas passaram a perceber que se perdessem um cliente, não haveria outro "na fila" para tomar o seu lugar.

 

A partir desta constatação, o marketing passou a valorizar mais os instrumentos de planejamento, uma vez que começava a se travar uma verdadeira guerra pelo mercado (prova disso é que a metáfora militar passou a ser freqüentemente utilizada pelos profissionais da área, dando origem a livros como Marketing de Guerra, Marketing de Guerrilha e outros).

 

Novamente é importante salientar que muitas empresas brasileiras ainda se utilizam das metáforas militares para orientar suas estratégias de mercado. Visualizando os concorrentes como um inimigo a ser derrotado e os mercados como territórios a serem conquistados essas empresas estão o tempo todo "treinando" seus colaboradores – exércitos? – em atividades facilmente comparáveis a manobras militares.

 

Na verdade, todo este esforço acaba mais por condicionar do que por desenvolver os reflexos de quem deles participa. Surge então a necessidade de chefes fortes, que dominem com competência a célebre teoria da "cenoura e do cacete". Capazes de exigir uma obediência a toda a prova, esses verdadeiros "sargentões" acabam por drenar com uma rapidez espantosa toda a energia de sua equipe. Em pouco tempo tornam-se comandantes de um verdadeiro "exército Brancaleone".

 

Mas a concorrência continua a aumentar e muitas empresas continuam a se desgastar numa verdadeira guerra de trincheiras, até que, em 1991, uma nova abordagem ao mercado foi proposta por Regis McKenna, um ex-executivo do Vale do Silício. Em seu livro intitulado Marketing de Relacionamento, McKenna afirmava que "nos dias de hoje o marketing não pode ser separado do desenvolvimento de produtos, da produção, das finanças e das vendas.

 

As empresas bem sucedidas tem que estar dispostas a adaptar seus produtos e serviços às necessidades dos clientes. Forjando uma nova relação entre cliente e empresa, o profissional de marketing eficaz atuará como integrador, trazendo o cliente para dentro da empresa, como participante ativo do desenvolvimento desses bens e serviços."

 

Alguns profissionais de marketing percebem imediatamente que a proposta de McKenna provavelmente representava o início de um novo paradigma que regeria as relações entre as empresas e seus clientes. Observando a questão de uma perspectiva interna, passam a visualizar a importância de se buscar uma maior sinergia entre as áreas de recursos humanos, informática e finanças.

 

Começa aí uma busca incessante por uma nova arquitetura organizacional, capaz de integrar diversas funções que até então eram vistas como exclusivas de um determinado departamento. Os profissionais de recursos humanos, por exemplo, começam a se engajar ativamente nos esforços mercadológicos de conquista e retenção de clientes. As áreas de sistemas começaram a apresentar freqüentemente opções que permitissem "agregar valor" – expressão que se popularizou rapidamente – para o cliente.

 

No Brasil este é o estágio no qual se encontra a maioria das empresas. Foco nos processos, reengenharia, programas de qualidade e análise de valor são os principais motes de nossas organizações. Percebe-se imediatamente uma mudança significativa na qualidade do relacionamento das empresas com seus mercados.

 

Estruturas funcionais são substituídas por novos arranjos com características matriciais. Estimula-se o empowerment. Decreta-se o fim das chefias e a ascenção das lideranças. A metáfora militarista arrefece, dando lugar a uma nova visão do relacionamento das empresas com seus fornecedores, intermediários e clientes. Percebe-se um certo alívio no clima interno, afinal nenhum empreendimento pode viver uma situação de beligerança eterna.

 

Por outro lado, um fantasma antevisto por Keynes já na década de 30 sai definitivamente do armário: o desemprego tecnológico. Se o estado de prontidão permanente vivido durante os "anos de guerra" já havia produzido um grande desgaste no moral das equipes, a angústia e expectativa gerada pelo fim do pacto capital X trabalho - que vigorara desde os primórdios da Revolução Industrial - foi uma verdadeira ducha fria no ânimo daqueles que, direta ou indiretamente, deveriam estar integralmente voltados para a busca incessante do encantamento dos clientes.

 

Convocados para atuar como bombeiros, os profissionais de marketing e de recursos humanos passam a concentrar seus esforços na construção de um clima interno motivador. Algumas empresas – o HSBC/Bamerindus é um exemplo – mesmo tendo reduzido significativamente o número de empregados vêem suas despesas de pessoal crescerem ao invés de diminuir.

 

Outras optam por aproveitar o excesso de oferta de mão de obra – e consequente queda de preço do trabalho – e renovam parte substancial de seus quadros. Os primeiros balanços não são animadores. Empregados melhor remunerados porém inseguros não são produtivos. Corpo funcional renovado depende de tempo para aprender a cultura da organização, conhecer suas políticas e idiossincrasias e .... começar a produzir. Enquanto isso, os clientes se submetem a ser atendidos por gente mal humorada, insegura e acima de tudo, infeliz.

 

Para complicar ainda mais o cenário, dois anos depois do livro de McKenna, Don Peppers e Martha Rogers – ele um respeitado executivo da área de comunicação e ela professora de marketing na Bowling Green State University, em Ohio – propunham que, ao invés de buscar vender seus produtos ao maior número possível de pessoas, as empresas deveriam buscar vender mais bens a um menor número de pessoas.

 

O que Peppers e Rogers propunham é que as empresas precisavam desenvolver mecanismos que lhes permitissem aprender com seus clientes e rapidamente responder as mudanças em suas necessidades e desejos, processando as alterações necessárias nos produtos e serviços para que pudessem se adaptar as novas demandas.

 

A proposta de Peppers e Rogers determinava a morte da ênfase exclusiva na transação. Para aumentar o share-of-pocket – ou seja, o a participação da empresas nos gastos de cada cliente – é fundamental fortalecer o relacionamento com cada consumidor. O problema é que as relações entre pessoas são construídas em cima do tripé confiança, credibilidade e empatia.

 

Para operacionalizá-lo é preciso que todos os colaboradores da organização estejam comprometidos com o sucesso do cliente. Não bastam sistemas, processos e parâmetros. Não adianta trabalhar apenas a dimensão cognitiva, mas é preciso trabalhar aspectos afetivos deste relacionamento. Em outras palavras: na customização em massa é preciso que as pessoas da organização estejam comprometidas.

 

O mercado assistia e respondia – embora de maneira cada vez menos efetiva – a cada uma dessas mudanças de enfoque. Na verdade, a cada nova expectativa de que as empresas realmente passassem a ser orientadas segundo a promessa original de marketing – satisfazer as suas necessidades – o que aconteciam eram novas decepções, originadas da percepção de que as organizaçòes continuavam vendo seus clientes apenas como uma espécie de massa de manobra, que deveria ser manipulada.

 

Paralelamente, as necessidades e demandas destes clientes se sofisticavam, sua paciência se esgotava e, em consequência, ia se criando uma legião de consumidores que tinham uma dificuldade cada vez maior de ficar plenamente satisfeitos com o que lhes era oferecido.

 

 

O cliente nunca fica satisfeito

"Quero que o produto/serviço dos meus sonhos seja oferecido aqui e agora, feito especialmente para mim e do jeito que eu gosto." Muito provavelmente essa seria a afirmação que ouviríamos caso nossos consumidores fossem convidados a descrever suas expectativas em relação aos nossos produtos/serviços.

 

Se utilizarmos o raciocínio convencional de marketing, concluiremos que é praticamente impossível atender uma demanda deste tipo. Podemos mesmo imaginar que, caso envidemos todos os esforços para fazê-lo, podemos ficar submetidos a uma espécie de tirania do cliente, que ficaria cada vez mais exigente, nunca se satisfazendo com aquilo que oferecemos e querendo sempre mais.

 

Como podemos depreender o conceito de marketing parece condicionar um procedimento mais ou menos padrão para a maioria das empresas: baseadas em dados obtidos através de pesquisas mercadológicas, viabilizam uma determinada tecnologia que lhes permita oferecer um produto/serviço ao mercado. Aguardam o feedback do cliente a respeito deste produto/serviço e fazem as alterações solicitadas.

 

Aguardam para ver o efeito que as alterações geraram no comportamento de compra do mercado, fazem novas alterações, aguardam mais um pouco para avaliar os resultados, fazem novas adaptações ... aguardam ... e ficam dando voltas em torno de si mesmas, tal qual a serpente mitológica que morde o próprio rabo. Enquanto essas empresas se esforçam para agradar – num primeiro momento a grandes segmentos de mercado e depois aos indivíduos - o consumidor rapidamente perde a paciência de esperar e prefere "tentar" uma nova opção, oferecida pelo concorrente.

 

Por mais que tal realidade possa incomodar, parece que não há como agir diferente, pelo menos no setor de produtos. Na prestação de serviços, a característica de haver sempre uma interação entre o fornecedor e o cliente permite que o primeiro busque perceber rapidamente as variações nas necessidades e humores dos clientes e tente se adaptar, da melhor maneira possível, ao perfil do cliente que está sendo atendido no momento.

 

Mas isso só é possível em situações nas quais há tempo suficiente de interação para que o prestador de serviços possa perceber e improvisar algumas mudanças. Mas com produtos o mesmo não acontece. Afinal, as máquinas não são como os seres humanos e para funcionar dependem de determinados parâmetros que precisam ser pré-estabelecidos.

 

 

Surge o Marketing em Tempo Real

Antes de detalharmos conceito e desafios inerentes a prática do marketing em tempo real, tentaremos, através de dois exemplos, demonstrar como sua concepção é totalmente diferente das idéias típicas do marketing de transação, de relacionamento e da customização em massa.

 

Marketing em tempo real é uma abordagem na qual produtos e serviços personalizados continuamente atualizam a si mesmos, através do monitoramento das transformações das necessidades e desejos dos consumidores, sem que seja preciso a intervenção do pessoal da empresa que está fornecendo esses produtos e serviços. Na verdade, não é preciso sequer que o consumidor expresse sua vontade de que esses produtos e serviços mudem, eles reconhecem essa vontade por si mesmos e providenciam as alterações necessárias.

 

Assim, no marketing em tempo real, os profissionais de marketing atendem seus consumidores com (a) produtos que são customizados para suas necessidades atuais e que possuem a capacidade e flexibilidade de se adaptar sozinhos a novas necessidades e preferências dos consumidores; (b) continuamente interagindo com o consumidor garantem a satisfação pós-compra sem a necessidade de qualquer interveniência do fornecedor original.

 

Para tornar o marketing em tempo real economicamente viável, é preciso operar alterações tecnológicas no produto/serviço. Na verdade, é preciso torná-los inteligentes, no sentido de capazes de aprender com os próprios clientes. Vários exemplos começam, pouco-a-pouco, a aparecer.

 

A Mitsubishi equipou seus carros da série HSR IV com diversos ítens que se adaptam as características individuais de cada motorista que está dirigindo o carro: o sistema de transmissão-freios-tração automaticamente "aprende" o estilo de quem está dirigindo e se ajusta para oferecer a melhor performance possível. O painel automaticamente se reagrupa para oferecer a cada motorista a melhor visibilidade possível dos instrumentos. O banco se posiciona de forma tal que ofereça o maior conforto e praticidade possível, em função das características físicas do motorista.

 

Outro exemplo interessante são os processadores de texto e planilhas eletrônicas que se ajustam ao serviço que está sendo realizado, oferecendo automaticamente alternativas mais adequadas para uma melhor realização das tarefas que estão sendo propostas.

 

A verdade é que, hoje, já não nos assusta mais a idéia de ter um televisor que aprenda sobre nossos hábitos e se ligue automaticamente na hora que começa o nosso programa predileto e vá aprendendo como preferimos posicionar o controle de volume ou de brilho.

 

São dois os desafios que o marketing em tempo real impõe aos profissionais de marketing: (a) oferecer produtos ou serviços que sejam simultaneamente customizados e adaptáveis; (b) desenvolver mecanismos que permitam freqüentemente lembrar aos consumidores sobre qual foi a empresa capaz de lhes oferecer aquele produto, garantindo que da próxima vez que este consumidor for assaltado por uma necessidade, vá optar por aquele fornecedor para satisfazê-la.

 

Hoje em dia, tempo e espaço se unem numa única dimensão, exigindo que nos tornemos capazes de aprender com o consumidor no mesmo momento que estamos lhe vendendo um produto ou prestando um serviço, assegurando sua satisfação imediata, única forma de fidelizá-lo. Para isso temos que abrir mão de técnicas de marketing praticadas até uns poucos anos atrás, mas que não são mais capazes de responder positivamente à sofisticação das necessidades dos consumidores.

 

 

Contudo, o maior desafio ao marketing em tempo real não é de natureza técnica.

A grande dificuldade, que precisará ser enfrentada de frente pelos profissionais de marketing e recursos humanos e garantir que a tecnologia seja suportada por comportamentos e atitudes das pessoas das organizações. De que adianta ter um produtos fantástico, se o cliente é mal atendido?

 

Apenas para ilustrar um dos diversos paradigmas que precisarão ser revistos pelas organizações para se preparar para o marketing em tempo real, propomos que se analise três aspectos básicos do relacionamento das empresas com seus empregados: a motivação, os sistemas de recompensa e o ambiente organizacional.

 

 

a) Motivação

Para que esta análise fique consistente, um primeiro passo é tomar conhecimento dos resultados de pesquisas que vêm sendo realizadas sobre o desempenho das pessoas no trabalho, principalmente quanto aos aspectos que dizem respeito à motivação.

 

Tais pesquisas indicam que o ser humano não é regido por leis exatas e que a existência de motivação para o trabalho se dá pelas mais diferentes razões internas de um indivíduo. As pessoas possuem necessidades diferentes entre si e buscam satisfação de formas diversas. Estas necessidades dizem respeito a suas vivências individuais, conforme apontou Freud, possuem uma lógica interna própria e o que podemos observar são suas reações a estas vivências, enquanto produto final de um processo de longo tempo. Cada pessoa traz, então, para o convívio com os outros, perspectivas e visões da vida e do mundo distintas, a partir das quais se organiza para atender suas necessidades.

 

Portanto, os mitos em torno de motivar pessoas carecem de fundamento. Se o que motiva não é dado de fora para dentro, mas se encontra no interior das pessoas, é lá que suas fontes de motivação devem ser buscadas.

 

Do ponto de vista do interesse de marketing e RH, o que se pode fazer é criar um ambiente onde o desejo interno de fazer algo possa ser nutrido; considerando que o desejo interno varia de pessoa para pessoa, trata-se de desenvolver empatia - a habilidade de identificar as motivações individuais do outro - e criar um ambiente organizacional que conviva com múltiplos valores, possibilitando a cada um desenvolver suas próprias motivações.

 

O resultado de tal ambiente não é composto por um comportamento uniforme ideal, mas uma multiplicidade de comportamentos individuais, considerados bem-vindos à vida da empresa e ao atingimento de resultados. A implicação prática de um ambiente deste tipo é que se exige do exercício da liderança maior compromisso com a prática da negociação em todos os níveis da empresa. Daí surge a primeira pergunta: somos capazes de negociar interna e externamente visando garantir que nossos colaboradores estejam comprometidos com o sucesso de nossos clientes?

 

b) Sistema de recompensa

Os sistemas de premiação por desempenho nas empresas têm sido criticados por alguns autores por enfatizarem resultados a qualquer custo (estimulando práticas nem sempre saudáveis entre os funcionários), por não considerarem os fatores de motivação intrínseca dos indivíduos e por apresentarem resultados a curto prazo, em detrimento de uma revisão da administração praticada pelas empresas. Em resumo, para tais autores, os sistemas de recompensas utilizados como fator de motivação de seus empregados encobririam, no fundamental, sua má administração (representada por um ambiente organizacional que não propicia elementos para o desenvolvimento das motivações intrínsecas).

 

Sistemas de recompensas, em geral, partem da concepção de que é necessário reter bons empregados oferecendo-lhes benefícios adicionais ao salário. Tem objetivos claros: oferecer aos empregados uma direção a ser perseguida por todos - a de que todos ganham quando a empresa ganha. Poderíamos dizer que esta é a "mensagem" do sistema de recompensas.

 

O problema é que, daqui para frente, não haverá grandes ganhos financeiros a serem repartidos. Surge então a segunda pergunta: nossos colaboradores estão preparados para ser recompensados por seu empenho através de outras formas que não apenas a financeira?

 

 

c) Ambiente organizacional

Para alguns estudiosos da Teoria das Organizações, o ambiente organizacional proporcionado pela empresa moderna, orientado para resultados econômicos, retirou dos indivíduos o lugar que ocupavam anteriormente na vida social. A produção não só tomou o espaço central da vida moderna, mas expandiu-se para as outras esferas da vida, deixando aos indivíduos pouco tempo para o lazer, para as atividades familiares e comunitárias.

 

O indivíduo passou a se ver e a ser visto como detentor de um emprego ou ocupação, em detrimento de outros interesses e capacidades que possua. Desta forma, muito de seu potencial como ser humano deixa de ser explorado e desenvolvido, pois o âmbito do trabalho produtivo usualmente não lhe proporciona oportunidades de experiências diversificadas, através das quais possa conhecer e dar a conhecer suas características individuais.

 

Mesmo contemporaneamente, o ambiente organizacional do trabalho tende a ser restritivo e limitador do desenvolvimento humano. Por outro lado, tal limitação pode apresentar possibilidades para o desenvolvimento das motivações intrínsecas individuais. Algumas empresas, por exemplo, têm estimulado seus colaboradores a se tornarem voluntários em atividades comunitárias, como forma de proporcionar um outro ambiente de desafios onde o indivíduo possa desenvolver-se. Embora não existam dados que atestem os resultados destas iniciativas para as empresas, há indicações de que a satisfação dos funcionários envolvidos aumenta.

 

Uma terceira dúvida passa a fazer parte das angústias dos profissionais de marketing e RH: temos exercido nossa responsabilidade social de forma tal que possamos garantir que nossos colaboradores se sentem parte de um negócio que é mais do que simplesmente ganhar dinheiro?

 

 

Conclusão

Atender às necessidades do cliente em tempo real é um paradigma inteiramente novo e revolucionário para o marketing. Ele representa a confluência entre o marketing de relacionamento e a customização em massa e é considerada a fronteira final para a conquista da verdadeira lealdade do consumidor.

 

Contudo, o grande desafio para a efetiva prática do conceito não tem origem em limitações de natureza financeira ou tecnológica. O grande desafio é fazer com que as pessoas que atuam nas organizações "comprem" o conceito de satisfazer o cliente em tempo real.

 

Quando particularizamos a discussão, verificamos que na indústria, a aplicação do conceito de marketing em tempo real parece ser mais fácil do que nos serviços. Afinal, quando se trata de produtos tangíveis, é possível desenvolver chips, sensores e outros equipamentos para monitorar as alterações de hábitos de consumo e se adaptar a elas. Este é um grande engano.

 

Temos de nos convencer de que não adianta oferecer produtos fantásticos, se não garantirmos relacionamentos que sejam vistos como excepcionais pelos clientes. Já sabemos que as pessoas não compram produtos ou serviços, mas sim soluções para os seus problemas.

 

O grande desafio é saber se estamos preparados para desenvolver com esses clientes uma sistemática de relacionamento na qual nossos colaboradores estejam estimulados e convencidos da relevância do seu papel no relacionamento como o mercado. Em outras palavras: é preciso que todos na empresa – do presidente ao faxineiro – estejam verdadeiramente conscientes de que se não estivermos cuidando de nossos clientes, não tem problema. Alguém estará.

 

 

 

SONHEI COM VOCÊ !!!!

 

Sonhei que você havia descoberto um grande prazer em sua vida: - "a sua companhia"

 

No meu sonho vi você parando de reclamar de tudo e todos e partindo para a luta. Nossa em poucos meses você se transformou em outra pessoa totalmente diferente daquela que todos estavam acostumados.

 

Te vi mais feliz, de bem com a vida, de novo amor a tiracolo. - Vi que você conseguiu fazer aquela dieta que você vivia adiando, e fiu...fiu, como você ficou bem!.

 

No meu sonho vi algumas pessoas morrendo de inveja de você, mas nada te atingia,

também com a alegria que você estava, que mal poderia te atingir ?

 

E aquelas dores que você vivia reclamando? - Sumiram assim sem mais nem menos, ou melhor dizendo, sumiram porque você parou de dar importância para elas não foi?

Claro que foi, sofremos aquilo que queremos sofrer.

 

Você descobriu finalmente que  ninguém poderia te fazer feliz a não ser você mesma.

Que não existem pessoas mágicas que nos façam felizes, mas sim companheiros de jornada que podem alegrar nossa vida, compartilhar nossos bons e maus momentos.

 

No meu sonho, eu vi o exato momento em que você dizia para você mesmo:

]

"Chega de sofrer!"

 

Eu agora quero ser feliz, e ninguém vai me tirar o bom humor. - Hoje eu mereço tudo de bom que o Universo pode me dar.

 

Nesse momento sua casa encheu-se  de anjos que você não via, mas sentia, e você teve forças redobradas para enfrentar tudo e todos que não queriam te ver bem.

 

Sonhei com você assim, e tenho certeza que esse  sonho era um recado do teu anjo,

pedindo pra você mudar sua atitude mental, parar de se achar menos que fulano ou sicrano. É seu anjo pedindo para você se valorizar e encarar os desafios de frente.

 

Não importa quantos anos você tem, o que importa é sua determinação, sua força de vontade, a certeza de que você é Filho do mesmo Pai e merece tudo que o Universo tem de bom.

 

Sabe???, eu sonhei com você, sonhei sim, mas tenho certeza que a partir de hoje,

esse meu sonho vai começar a se realizar.

 

Se tem alguém que acredita em você, esse alguém sou eu.

 

Enviado por Corina Herlinger – Gte. De Produção – Aços Vilares – Americana (SP)

 


 

 
 

" AS VENDAS PORTA A PORTA VÃO MUITO BEM "

ARTIGO DA VALOR ECONÔMICO

NÃO CONTEM QUE PUBLICAMOS, QUE NÃO TEMOS AUTORIZAÇÃO...AINDA  :)

 

 

As vendas porta-a-porta vão muito além dos perfumes e cosméticos no Brasil. Um estudo da LatinPanel/Ibope revela que o canal é responsável pela venda de 30% dos detergentes líquidos, 5% do leite pasteurizado e 28% da água mineral, em valor. O estudo mostra que as classes D e E enfrentaram a retração na renda no último ano trocando os canais de compra tradicionais, como supermercados, pelas vendas diretas que oferecem produtos mais baratos.

 

As famílias das classes D e E estão ampliando sua importância no universo das vendas porta-a-porta. O valor gasto por elas representava 41% do canal no primeiro semestre de 2001, percentual que pulou no primeiro semestre deste ano para 45% - portanto, acima dos 42% que essas classes de menor poder aquisitivo representam do consumo nacional. O principal atrativo neste caso é o preço, diz Ulysses Danté, gerente de novos negócios da LatinPanel/Ibope. "Em geral os produtos são comprados por um valor abaixo da média do mercado", diz ele, ressaltando que a correlação de preços se inverte em cosméticos e produtos de higiene pessoal.

 

Do caminhão que passa na rua oferecendo produtos de limpeza no interior de São Paulo à sacoleira de lingerie do Nordeste, todo tipo de venda informal - que passa ao largo da carga tributária - é detectada pelo levantamento. A LatinPanel tem como base os hábitos de compra de 6 mil lares de todo o país, que são uma amostra representativa de 77% do consumo nacional. Segundo Danté, o estudo não consegue precisar o nível de informalidade do canal, mas a diferença nos preços sugere que este deva ser um dos principais diferenciais competitivos das vendas diretas.

 

Em alimentos, os produtos vendidos na porta do consumidor estão 41 pontos percentuais abaixo da média do mercado. Em bebidas, a diferença é maior: 52 pontos, enquanto a categoria está à venda nos canais de venda tradicionais por 9 pontos percentuais acima da média. No segmento de limpeza foi detectado o maior abismo entre preços: os produtos químicos estão 63 pontos percentuais abaixo da média do mercado. "São produtos fáceis de fabricar", diz Danté. "Algumas indústrias de limpeza nacionais começaram vendendo em caminhões, antes de irem para os supermercados."

 

Além dos detergentes, que têm 30% das vendas no canal, são significativas as fatias ocupadas por água sanitária (11%), e limpadores desinfetantes (8%). A água mineral, acredita Danté, teria uma participação ainda mais expressiva que os 28% que lhes são atribuídos se o critério fosse volumes, já que os preços por litros estão bem abaixo do mercado. No caso de leite a granel, comum no NE e interior de São Paulo, a participação é de 86%.

 

Se o preço é o maior atrativo em algumas categorias, em outras contam também a praticidade e a presença de vendedores, que atuam como consultores. Os dois apelos são tão fortes que no caso de produtos como perfumes e cremes e loções , o porta-a-porta responde por 65% e 37% das categorias, respectivamente - apesar dos preços mais altos cobrados pelo canal neste segmento, onde atuam empresas de porte como Avon e Natura. No setor de higiene e cosméticos os preços são três vezes maiores que a média de mercado. As vendas diretas são um fenômeno especialmente no NE. A região, que representa 23% do consumo nacional, tem uma fatia de 35% do porta-a-porta.

 

ARTIGO DA VALOR ECONÔMICO

 

 
 

" PIADAS "

 

A Assessor falou para o Ministro: Chegou uma comissão externa, o que fazemos?"

O ministro respondeu: "Deposite em minha conta".

 

Lição de informática: - Software é aquilo que você xinga - Hardware é aquilo que você chuta.

 

Duas cegonhas se cruzam em pleno vôo levando seus bebes e aproveitam para bater um papo...

Como estás colega, mandando assa pelos céus ?

Sim, mas muito cansada; cada dia tenho mais trabalho. Está havendo muitos pedidos de bebes! E tu aonde estás indo...

Estou indo na casa da Fulana, estou levando uns gêmeos lindíssimos, e tu ?

Eu vou para a casa de Menganinha...

Mas não pode ser, essa guria é solteira ? Com estás levando um bebe ?

Não, não, na realidade não levo nada! Mas dou cada susto!!!!!!!!

 

A mulher estava dando a luz com fortes dores, e o marido sensibilizado com as dores:

- Meu amor, me sinto tão culpado pelo que estás passando!!!

E ela diz: - não te preocupes meu amor, não é a tua culpa...

 

E quando achei que o touro não ia dar mais conta do recado, me recomendaram esse tônico que arrumou todinho tché. Lhe dei uma doses e tinhas que ver quantas montas deu numa hora apenas...

Mas amigo, que tônico e esse tão fantástico ?

Não sei, mas tinha sabor a hortelã...

 

Um recém casado, vá com os amigos de festa por aí, mas antes tinha jurado de pé juntos para a mulher, que voltaria antes da meia noite. Como dificilmente acontece com nós, ele chega em casa as 3 da madrugada, totalmente borracho... - Quando entra na casa, justamente o relógio da sala déu aquelas três campanadas,  e o cara temendo que sua mulher se dé conta das horas, imita mais 9 campanadas para que pensem que eram as 12... - E fica feliz com a destreza e agilidade mental demonstrada nesse momento tão importante. Ato seguido sobe as escadas e vai dormir. -

No dia seguinte a mulher pergunta: -Bem, a que horas chegaste ontem a noite ?

Meia noite meu anjo, acho que era isso...

Pois é meu bem, acho que vamos ter que mandar arrumar o relógio da sala...

Mas porque se funciona perfeito, diz o marido...

Pois é, tão perfeito funciona, que ontem deu 3 campanadas, fez uma pausa, deu mais quatro, aclarou a voz com umas tosidas, deu mais 4 campanadas, soltou um pum, mas duas campanadas e desandou numa gargalhada...

 

 

SE VOCÊ É SUSCEPTIVEL - NÃO LEIA A SEGUIR...

 

A repórter de TV preocupada com os problemas surgidos com a vaca louca e querendo saber que os granjeiros opinavam da doença, decide entrevistar um dos líderes da região... - Bom dia Senhor, estou entrevistando os Granjeiros para saber as opiniões que cada um tem sobre a doença da vaca louca ?

O homem olha para ela e diz: - Você sabe que a vaca e montada pelo toro uma vez por ano né ?

Sim claro, mas que tem a ver com a doença da vaca louca ?

Claro que tem a ver... Você não sabe que a vaca tem que ser ordenhada 4 vezes por dia ?

Sim! Mas contínuo sem entender aonde quer chegar com essas colocações ? Qual a relação da monta, a ordenha e a doença ?

Mas é simples né mulher... Imagina se tocassem suas tetas quatro vezes por dia e montassem você apenas uma vez por ano ??? Não ficaria louca você também ?

 

Um leitão tenta entrar na casa do caseiro com uma rosa na mão, e o capataz quando o vê o chuta longe. De novo o leitãozinho tenta entrar, mas agora pela janela com a rosa na boquinha, mas o capataz de novo o vé e fecha a janela na fuça dele e o mesmo caí feio. - Mas dá a volta pela casa e tenta a porta dos fundos, e o caseiro já curioso pelo motivo que levava o leitãozinho a querer entrar com a flor, deixa entrar e se esconde atrás da porta para poder ver...e o leitãozinho vá para a cozinha, abre o forno e deixa a rosa dentro e diz...Feliz dia Mãe!

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