Como página inicial

Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

Adicionar a Favoritos

.

JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 146 - 26.11.2002

.

SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

.

Funções do Sistema de Representação Comercial e Vendas - SDR

Testes do Sistema de Representação Comercial e Vendas - SDR

Solcite seu Orçamento

Manual do Sistema de Representação Comercial e Vendas - SDR

Biblioteca dos Jonais de Representação Comercial SDR

Assinatura livre e gratuita do Jornal de Representação Comercial

Contrate os melhores e mais capacitados Representantes Comerciais

Contato com a Equipe do SDR Sistema de Representação

As melhores Dicas sobre softwares livres, Bibliotecas, Links...

FUNÇÕES

TESTE

ORÇAMENTO

MANUAL

JORNAIS

ASSINe

saiba

contato

dicas

.

.

.

O MATUTO, O PADRE E O ESTUDANTE

 

Um padre viajava pelo interior em companhia de um estudante, e os dois contrataram um matuto para seguir com eles por alguns lugarejos, carregando a bagagem.


Em visita a uma casa na roça, o padre e seus companheiros de viagem ganharam de presente um queijo de cabra. Mas o queijo era muito pequeno para ser dividido. Então o padre decidiu que, na manhã seguinte, o queijo seria daquele que tivesse o sonho mais bonito durante a noite.

 

É claro que o padre, com sua prática de oratória, achou que ganharia com facilidade. E também o estudante confiava em ganhar, pois tinha talento para lidar com as palavras. - Os três foram dormir. Mas o matuto acordou à noite com a barriga roncando e sentindo uma vontade irresistível de comer o queijo.


De manhã, os três se reuniram antes do café para que cada um contasse o seu sonho. O padre contou um sonho maravilhoso: tinha visto uma escada de ouro que subia até o céu, e estava subindo os degraus, já vendo anjinhos nas nuvens, quando acordou.

 

O estudante aproveitou a deixa e foi além: contou ter sonhado que se viu no céu, rodeado de anjos e extasiado por uma música divina, enquanto via, lá de cima, o padre subir. - O matuto resolveu seguir na mesma história e falou: - Pois é, eu sonhei que estava olhando seu padre subir a escada e que o dotorzinho já estava lá em cima, rodeado de anjinhos.

 

Aí comecei a gritar bem alto para vosmecês escutarem: "Seu padre, seu moço, o queijo! Vosmecês esqueceram o queijo!" Então, ouvi vosmecês respondendo: "Pode comer o queijo, matuto. Não vê que nós estamos no céu e não precisamos mais desse queijo?"

 

Com um sorriso maroto, o matuto concluiu: - Foi um sonho tão vivo que parecia verdade mesmo, então me levantei sem fazer barulho pra não atrapalhar o sonho bonito de vosmecês, e comi o queijo...


Sonhar é essencial. A pessoa que cultiva um sonho de vida tem mais condições de realizar suas aspirações. Mas, além das palavras, é necessário agir.

 

Prof. GRETZ

 

 

Conferencista e Consultor, é autor de vários livros, como Vida com Qualidade, A Força do entusiasmo, É Óbvio e Viabilizando Talentos. - Tel. 48 228-0668  -  www.gretz.com.br  -  talento@gretz.com.br
 

 

AS CARTAS DE AGRADECIMENTO DA SEMANA

 ARTIGO I - Você anda negociando muito? mau sinal... - Sr. Prof. Odino Marcondes

 ARTIGO II - Paradigmas - Sra. Prof. Franciane Ulaf

 DICAS DA SEMANA - (DICAS DE 4 PROFESSORES)

 ARTIGO III - Fidelização de Clientes - Medindo, Gerenciando e Criando Valor - Thomas O. Jones 

 REFLEXÃO DO SDR

 PIADAS, TESTES E MALVADEZAS 

 

 

AS CARTAS DE AGRADECIMENTO DA SEMANA: 


Recebemos semanalmente muitas assinaturas e pedidos de CD's, e metade delas vem com cartas. Gostaríamos de publicar todas elas, para lhes mostrar nossa alegria, por ter cada um de vocês como leitoras/es e usuárias/os. - Mas, e os artigos, as matérias, as Piadas, as Reflexões ? Então vamos fazer assim, as primeiras 10 cartas serão publicadas e representarão todos os demais, que cheguem na semana? Ta bom assim? Todos conformes, felizes ? O maior abraço do Oiapoque ao Chuí, e de Manaus a Vitória, para todos vocês, 

ALEXANDRE MROKOWSKI JUNIOR
E MUITO IMPORTANTE PARA NOS REPRESENTANTES ESTAR LIGADOS COM VOCÊS.

OBRIGADO

Celso J. Gomes
ESTE JORNAL É SENSACIONAL!!!!!!

FABIANO DA COSTA
O jornal é muito importante para a classe, pois é possível trassarmos muitos parâmetros e informações úteis. 

ARIMAR PEREIRA CAMILO
Conheci o jornal por meio de um primo e gostei muito do mesmo, pois traz consigo muitas dicas comerciais e empresariais dentre outras curiosidades.

FERNANDO ROGERIO MAZZARON
Aprendo muito com vocês.
Obrigado

MARILENE MARISA LANZ
Qualquer conhecimento que possamos adquirir é um tesouro, é a única coisa que ninguém nos tira.Gostaria muito de receber o Jornal.

MARQUINHOS
Eu sou aluno de Administração de Empresas e vejo que muitas dicas que vocês dão, são dadas na minha sala de aula da mesma forma. - Concluindo; O trabalho de vocês serve para ter uma ótima noção sobre o funcionamento de uma empresa (em geral). Abraços p/ toda a equipe

PREMIER REPRESENTAÇÕES LTDA
Nos dias de hoje, precisamos cada vez mais estar atualizados e tenho certeza que a leitura é uma principal fonte de conhecimentos.

LUIZ RICARDO FIERA
Achei muito interessante as matérias do jornal, gostaria de recebe-lo em meu e-mail.

GORETI MARIA BRESSANINI
ACHAMOS MUITO INTERESSANTES AS MATÉRIAS QUE ESTAMOS RECEBENDO.

Vocês que são maravilhosos em nos dar esta oportunidade, e queremos que sempre, nossa humilde contribuição os motive, enriqueça e ilumine no dia a dia, porque essa é nossa recompensa.


Equipe do SDR

 


 

 

" VOCÊ ANDA NEGOCIANDO MUITO? MAU SINAL... " 
Sr. Prof. Odino Marcondes



Você também acredita que é preciso ter confiança na pessoa com quem negocia? Pois se prepare para uma surpresa: nós só negociamos porque não confiamos!

Primeiro, é preciso definir o que é confiança. O grau de confiança entre duas pessoas é determinado pela capacidade que elas têm de prever o comportamento uma da outra. Também é "a expectativa que nasce no seio de uma comunidade de comportamento estável, honesto e cooperativo, baseado em normas compartilhadas pelos membros dessa comunidade". Quando isso ocorre, tenho condições de prever o comportamento do outro em uma dada circunstância. 

Esquematicamente podemos resumir assim: 

 

CONFIANÇA <==> PREVISIBILIDADE <==> COMPORTAMENTO <==> VALORES 


Confiança é previsibilidade do comportamento. Ao observar o comportamento de alguém, somos capazes de identificar os valores que determinam por que as pessoas se comportam de uma determinada maneira. Portanto, quando digo que confio em alguém, estou querendo dizer que: a) pertencemos à mesma comunidade de valores, e b) sei que ele estará tão orientado para atender a meus/nossos interesses quanto eu próprio estaria se estivesse no lugar dele. Quando isso acontece, as pessoas não negociam: elas são capazes de entregar um cheque em branco e assinado.

Assim, a quantidade e a freqüência das negociações podem ser indicadores de que nem tudo vai bem. Se a oportunidade de negociar pode ser um indício de relações democráticas e igualitárias, o excesso de negociações é um indicador seguro de falta de confiança porque, no limite, quando eu confio totalmente, não negocio. Assim, quanto maior o número de negociações, menor a abertura entre os interlocutores. 

Mesmo quando duas pessoas possuem fortes vínculos afetivos - marido e mulher, por exemplo -, existem situações em que eles têm de negociar, porque um não confia na decisão do outro e isso não tem, em princípio, nada a ver com honestidade, mas sim com a incapacidade de prever o comportamento do outro. Um exemplo: numa sexta-feira à noite, voltando para casa, o marido está planejando ir ao cinema, pois há um filme a que ele quer muito assistir. Ao mesmo tempo, a mulher deseja ir ao teatro. Se um deles deixar a decisão nas mãos do outro - em confiança -, o desfecho será ganha/perde. Se decidirem negociar, deverão explorar os reais interesses em jogo. Se o que eles desejam é, realmente, assistir ao filme ou à peça, possivelmente cada um irá para seu lado. 

Tecnicamente, pode-se dizer que, nesse caso, eles não confiam um no outro, ainda que em outras dimensões importantes do casamento a confiança seja total e irrestrita.

A rapidez na solução do impasse dependerá do grau de abertura existente entre os dois. Imagine que o marido teme abrir seus reais interesses para a mulher, com medo de magoá-la. Como resolver o impasse? Com abertura. Ou seja, quanto mais rápida e francamente eles revelarem o que desejam, mais facilmente poderão resolver esse problema. 

O efeito da abertura cria um círculo virtuoso: 

 

ABERTURA <====> CONFIANÇA


É com abertura que criamos confiança e, com essa, mais abertura. Quem começa? O movimento de abertura pode ser unilateral. Eu não preciso esperar pela pessoa, posso tomar a iniciativa agora. Não posso exigir que o outro confie em mim sem fazer um movimento de abertura em sua direção.

A conseqüência prática é uma mudança no clima das negociações: as partes caminharão muito mais rapidamente para as áreas de real interesse, os impasses diminuirão, o tempo de argumentação e contra-argumentação (o esgrima intelectual) cairá drasticamente, até que, no limite, a negociação desaparecerá.

Examinemos a questão da confiança no âmbito macroeconômico.
Nas últimas décadas, o Brasil viveu um forte processo de desorganização de sua economia, caracterizado por períodos prolongados de altas taxas de inflação. Além de outras causas, a inflação é, também, conseqüência de um estado de espírito típico de desconfiança entre os agentes econômicos. 

 

Num ambiente inflacionário, um agente econômico reajusta seus preços porque não acredita que seus concorrentes não farão o mesmo; não acredita na política econômica; enfim, ele faz tudo isso porque não tem segurança de que o outro lado está tão orientado para seus interesses quanto ele gostaria. Do lado oposto da mesa, o outro estará fazendo a mesma coisa. Daí porque, no extremo, só os choques e as mudanças radicais nas regras do jogo foram capazes de criar uma base para as relações: ninguém queria abrir mão primeiro. 

O bozó 
No nível microeconômico, o fenômeno se repete. A pessoa vai a uma loja para comprar um terno. Vê um que lhe agrada na vitrine; entra e é atendida por um vendedor. Prova o terno e decide comprá-lo. Ao perguntar o preço, o vendedor pede que ela o acompanhe até o caixa, onde ele aciona uma máquina de calcular. 

 

Depois de fazer uma série de cálculos, o vendedor apresenta-lhe a fita com pelo menos três opções: à vista com 20% de desconto, três vezes no cartão pelo preço à vista ou quatro cheques pré-datados com 10% de desconto. 

Todas as vezes que isso acontece comigo, imagino que estou em frente a um caixote de maçãs em cima do qual um sujeito manipula três tampinhas de cerveja, debaixo de uma delas deve estar uma bolinha e o truque consiste em descobrir onde. Na loja, o truque é descobrir qual das opções é a melhor para mim. 

Quando um agente econômico - um consumidor que quer simplesmente comprar roupas, por exemplo - não tem condições de prever, minimamente, o comportamento do outro agente econômico, instaura-se a desconfiança na relação e consumidor desconfiado é um pessimista, no sentido de que espera o pior do outro, aquele que vê o outro sempre como uma ameaça em potencial. 

 

Na década de 80, numa pesquisa, constatei que o percentual de "pessimistas" (66%) no Brasil era igual ao verificado em uma pesquisa feita com ex-combatentes do Vietnã portadores de síndrome de estresse pós-traumático! Já a população pesquisada no Brasil era composta, basicamente, de participantes de seminários de negociação. Portanto, numa condição completamente diferente de um ex-combatente internado em um hospital ou vivendo de pensões do governo.

Na época - início dos anos 90 -, o Brasil estava às voltas com o fenômeno da hiperinflação. Com taxas mensais variando de 20%, 30%, 50% até o recorde mensal de 84% em fevereiro de 1990, a inflação desorganizou as relações econômicas de forma dramática. As causas da inflação são conhecidas. 

 

Entretanto, se não é a causa primária da inflação, a desconfiança é reconhecida como uma das principais, porque deixa os agentes econômicos com o pé atrás, e esses, para se protegerem, geram mais inflação ao criarem gorduras que serão consumidas e desbastadas em penosas negociações. 

O saco de sal 
Eu cresci ouvindo meu pai dizer que, "para se confiar numa pessoa, é preciso, antes, comer um saco de sal com ela". Demorei a entender o significado dessa expressão da desconfiança mineira. A primeira dúvida era quanto ao tamanho do saco: 1 quilo? 40 quilos? Nunca soube. 

 

A segunda dúvida - infantil - era se eles comiam tudo de uma só vez... Sabendo-se que o brasileiro ingere, em média, 5 gramas de sal por dia, duas pessoas demorariam mais de dez anos para comer um saco de sal de 40 quilos juntas! Ou três meses para comerem 1 quilo... O raciocínio funciona, e a desconfiança aumenta, se estivermos trabalhando com a hipótese de que os dois vão tomar todas as refeições juntos. 

 

Fora o lado folclórico, fica a essência conservadora da desconfiança: é preciso tempo para ver o outro em ação (comportamentos), porque é esse que vai possibilitar a descoberta dos valores que guiam o sujeito e, portanto, indicar se ele é confiável - previsível - ou não.

A questão é que a velocidade da abertura - ou o tempo que duas pessoas levam comendo o saco de sal - é escolha delas ou, pelo menos, de uma delas, e não há nada que diga que esse tempo deva ser longo ou curto, além da decisão pessoal de expor-se para o outro e tornar-se mais rapidamente previsível - ou confiável. 

Se não há abertura, não há confiança; se não há confiança, as negociações duram mais e, principalmente, acabam sendo de má qualidade. As melhores soluções aparecem quando os negociadores são mais abertos, porque a abertura favorece a criatividade. 

 

Quando as partes, por estarem se defendendo menos, podem explorar idéias novas e antagônicas sem medo, tornando a negociação um empreendimento cooperativo e aí, de tanto negociar, bem poderão negociar cada vez menos!


Odino Marcondes

odino.marcondes@uol.com.br

Sociólogo e diretor da Marcondes & Consultores Associados.

 

 

Paradigmas

Um paradigma é uma forma de ver ou entender algo, um modelo de interpretação, um padrão de referência. Quando nos deparamos com alguma situação, problema ou qualquer coisa que requeira de nós uma opinião, um ponto de vista, uma decisão, recorremos aos nossos paradigmas para interpretar a situação. Paradigmas são mapas que construímos para interpretar e nos guiarmos na realidade da vida. Entretanto, eles não são a realidade em si, e devido à isso temos que partir do pressuposto de que eventualmente alguns de nossos mapas podem estar errados e nos levando à lugares onde não desejamos estar. Você não poderá começar a planejar a sua vida e organizar o seu tempo em cima de objetivos baseados em mapas errados, pois se fizer isto, estará planejando o próprio fracasso. 

 

Você deve questionar-se e descobrir se os mapas que mantém da realidade estão o levando ao sucesso ou ao fracasso e caso descubra que eles não o estão levando para onde você gostaria de ir, deve muda-los e passar a adotar um outro paradigma. Vejo que há muitos cursos e livros sobre como obter o máximo de si, como tornar-se mais motivado, bem sucedido, como desenvolver suas habilidades para obter melhores resultados, mas uma parcela ínfima aborda esta questão de paradigmas. 

Fico me perguntando, de que adianta você "se turbinar" se tem em mãos o mapa errado? É como você querer ir a algum ponto de Belo Horizonte tendo em mãos um mapa de São Paulo e para chegar mais rápido a este lugar, você equipa o seu carro, coloca gasolina aditivada, dirige em alta velocidade e pensa positivamente. 

Vai adiantar alguma coisa? Não, você só vai chegar mais rápido ao lugar errado. Portanto, recomendo que tomem cuidado com cursos e livros sobre como melhorar suas habilidades. Antes de tudo, você precisa saber se você indo realmente em direção ao lugar onde pensa que está indo, e ainda se este é de fato o lugar onde você quer chegar. O grande problema da literatura de auto-ajuda é que tentam mudá-lo exteriormente sem modificar seus paradigmas. É como querer modificar a aparência física permanentemente utilizando-se de truques de maquiagem. É impossível. 

As pessoas entram nestes cursos, ouvem um guru dizendo que suas idéias são capazes de levar qualquer um ao sucesso, de tornar uma pessoa motivada permanentemente, enfim, prometem mudanças que requerem alterações paradigmáticas, mas nem sequer tocam neste assunto. As pessoas saem motivadas, achando que encontraram finalmente o segredo do sucesso. 

Uma semana depois, estão novamente encrencadas com seus problemas, desmotivadas e nem sequer lembram do curso que fizeram. Seja lá o que for que você queira mudar em você, o primeiro passo é descobrir qual o paradigma por trás, ou seja, qual o modelo mental que você tem sobre aquele assunto e alterá-lo, fazer uma mudança no mapa, passar a ver a realidade de uma outra forma. Se não fizer isto, sua mudança será apenas superficial e durará somente pelo tempo em que você conseguir segurar a máscara.

Os mapas que mantemos em nossa mente se dividem em duas categorias: os mapas de como as coisas são, ou da realidade, e os mapas de como as coisas deveriam ser, ou dos valores. Todas as decisões que tomamos na vida são baseadas neste dois grupos de mapas. O grande problema é que raramente questionamos estes mapas para sabermos se realmente eles refletem de fato a realidade, ou os atualizamos, muitas vezes mantemos mapas que não fazem mais sentido para nós, eles faziam sentido em determinada época de nossa vida, mas simplesmente não os atualizamos e mantemos formas de pensar arcaicas, que não condizem com a realidade.

Boa parte de nossos paradigmas não foram criados por nós, adquirirmos-nos ao longo de nossas vidas do meio onde vivemos. Cultura, religião, sociedade, pais, escola, ambiente de trabalho, amigos, vão, à medida que crescemos, formando em nós um corpo de paradigmas as quais levaremos pela vida e que serão os principais influenciadores das decisões que tomamos. 
Um único paradigma pode englobar uma forma de ver as coisas que interfere em uma série de outras coisas. 

Quando Copérnico disse que o Sol era o centro do universo e não a Terra, ele mudou um paradigma e junto com ele, uma série de outras crenças agregadas àquele paradigma. Copérnico não estava totalmente certo, mas descobriu algo que não correspondia à realidade, a Terra não era o centro do universo. 

Ele fez uma correção no mapa, e abriu caminho para que posteriormente, outros cientistas avançassem e melhorassem o mapa de interpretação do universo. Assim deve ocorrer com nossos paradigmas pessoais. 

Não devemos esperar obter um retrato exato da realidade da primeira vez que refletimos sobre a questão, devemos formar um mapa, mas estarmos conscientes de que ele pode estar errado (ou incompleto) e estarmos preparados para questiona-lo e fazermos as alterações necessárias à medida que vamos percebendo novas faces da realidade. Um grande obstáculo para manter esse tipo de atitude com relação aos paradigmas é que as pessoas se apegam à eles e temem altera-los. 

De alguma forma, a possibilidade de admitir que o que você sempre acreditou sobre algo estar errado pode deixa-lo inseguro. Além do fator orgulho, muita gente não muda de opinião porque não quer dar o braço a torcer e adotar outro ponto de vista (mesmo que ninguém saiba disto, são orgulhosas para si mesmas).

LEVANTAMENTO DE PARADIGMAS E MUDANÇA

Como então você irá descobrir seus paradigmas e muda-los se for necessário? Descobrir não é bem a palavra certa, pois você já os conhece, seria na verdade torna-los explícitos para que você possa questiona-los e mudá-los.

Levantamento e mudança de paradigmas passo-a-passo

No dia em que estiver disposto a refletir sobre seus paradigmas, separe um período em que você tenha tempo de sobra, não seja interrompido e não tenha que sair correndo para algum compromisso. Esta é uma tarefa que exige calma e tempo. 

1º PASSO
Separe duas listas: a de mapas da realidade e a de valores. Cada item, ou seja, objeto da realidade tem seus paradigmas e valores relacionados, portanto as listas devem ser preenchidas ao mesmo tempo. Separe temas que são importantes para você. (ex. família, sucesso, sentido da vida, felicidade, saúde, etc). Na lista de paradigma você deve escrever o que pensa sobre cada assunto e na lista de valores as idéias resultantes, ou seja, no quesito família, por exemplo, qual o modelo de família ideal. Os valores são pequenas frases ou apenas palavras, os paradigmas são textos que explicam de que forma você vê aquele assunto.

2º PASSO
O passo seguinte é questionar se você faz o que acredita ou se age de forma contrária aos seus valores e paradigmas. Quando trazemos nossas crenças mais íntimas para fora, podemos perceber que nossas ações do dia-a-dia, mesmo que sem querer, podem não corresponder àquilo que acreditamos, ou seja, pensamos estar indo para um lugar, mas nossas ações diárias nos levam à uma outra direção

O grande risco aqui é a autocorrupção, a tendência que temos de, de acordo com a conveniência, mudarmos nossa linha de pensamento para acreditarmos em algo que será de mais fácil absorção, ou não nos machucará tanto. Descobrir, por exemplo, que a atividade à qual você se dedica à anos está te levando para um lugar onde não deseja estar pode fazer com que você acione algum mecanismo de defesa para se proteger da decepção de ter dedicado tanto tempo à algo que agora você vê como inútil. 

3º PASSO
O terceiro passo é o teste de seus paradigmas através de projeções. Por exemplo, você é solteiro e acredita que ter uma família é fundamental. Em seus sonhos a família ideal tem dois filhos, mora num bairro residencial tranqüilo, e uma série de detalhes que sua imaginação é capaz de criar. O teste da projeção é tentar imaginar com a maior veracidade possível essa realidade que você acredita ser ideal. Em questões mais profundas, vale até ler livros, assistir filmes para ajuda-lo a questionar-se se de fato o dia em que conquistar aquilo que deseja, você se sentirá satisfeito, ou ficará com aquela sensação "mas eu lutei tanto pra isso?!"

4º PASSO
Depois de identificar seus paradigmas e valores e questiona-los, o quarto passo é verificar se há alguma mudança necessária a ser feita. Mudar um paradigma ou um valor pode não ser tão fácil, mas vale muito mais a pena do que dedicar tempo utilizando-se do mapa errado e chegar em qualquer outro lugar, menos aquele em que você gostaria de estar.

Sra. Prof. Franciane Ulaf

É criadora da técnica PEP. Atua como consultora em desenvolvimento pessoal e profissional e na área empresarial em treinamento e desenvolvimento de recursos humanos.
É autora dos livros "Planejamento Estratégico Pessoal", "Manual de Administração do Tempo" e "Manual de Definição de Metas". Possui formação acadêmica na área de Administração de Empresas com especialização em marketing e planejamento estratégico
.

 


 

" DICAS DA SEMANA "
Hoje são 5 Professoras/es

"Quem se queima com leite, vê uma vaca e chora" - do editor...

Recompensando aqueles que trabalham para você
Aqui vai algumas dicas que você precisa saber sobre as pessoas que trabalham para você: - Os profissionais de hoje, - de qualquer nível - querem saber porque eles estão fazendo alguma coisa. Não diga algo como,"Pare tudo que você está fazendo, e conclua essa venda". Ao invés disso, invista 2 minutos do seu tempo para explicar a esse funcionário o porquê daquela tarefa. 

Os profissionais de qualquer nível querem projetos desafiadores, e tem orgulho de si mesmo quando cumprem com suas funções. Seja generoso quando um funcionário termina um trabalho. Demonstre a sua apreciação e reconhecimento.

Os profissionais de hoje desejam ter acesso livre a seus supervisores, alguns às vezes são um pouco envergonhados até que você realmente aprenda a abrir as portas para eles. Reuniões onde você reúne grupos reduzidos de pessoas, e pede por sugestões são uma boa maneira de conseguir o envolvimento das pessoas.

Os profissionais de hoje querem sentir que o seu trabalho está fazendo diferença para a empresa. Invista alguns minutos do seu tempo para explicar a eles que o seu trabalho importa MUITO para o sucesso da empresa.

"Tempo investido com o seu funcionário, é tempo investido no futuro da sua empresa."
Prof. Ricardo Jordão


"Uma sociedade de carneiros acaba por gerar um governo de lobos"
(Vitor Hugo , escritor francês, século XIX


A qualidade não se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito.
Humanizar o ambiente de trabalho também é fator importante de qualidade.
Respeitar as diferenças, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral, é ter qualidade.
Para alcançarmos a qualidade total é preciso considerar, além da nossa qualificação profissional, também o nosso aperfeiçoamento moral.
Pensemos nisso!
Luiz Aguiar Oliveira

"Esposas são amantes para os jovens, companheiras para os adultos e enfermeiras para os velhos"
Francis Bacon

"O maior obstáculo - o medo
O maior erro - desistir
A melhor distração - o trabalho
O que nos deixa feliz - ser útil aos outros
A coisa mais bela do mundo - o amor"
(Madre Tereza de Calcutá)
Portanto: Não tenha medo, não desista nunca, trabalhe muito para servir bem e, principalmente, ame o que faz.

"O elefante não sente o peso de sua tromba" Provérbio angolano

Penélope charmosa
Elas têm bom gosto, poder aquisitivo e sabem muito bem o que querem, principalmente em se tratando de carros. As mulheres representam hoje cerca de 35% dos compradores de automóveis do país, percentual que dobrou nos últimos 15 anos, fruto da ascensão feminina no mercado de trabalho.

Foi para atendê-las adequadamente - seguindo a idéia de encantar o cliente para se sobressair num ramo amplamente competitivo - que os fabricantes de carros resolveram investir em pequenas modificações e acessórios especiais. As novidades vão do espelhinho para maquiagem ao protetor antideslizante para sapatos. Até o design interno foi reformulado para se evitar que as unhas quebrem ou que as meia-calças desfiem.

Mas para aqueles que pensam que elas só se interessam por detalhes considerados como "frescura", estão enganados. As moças também não dispensam rodas de liga leve ou vidros escurecidos - de acordo com o site Webmotors -, acessórios almejados até então por inúmeros representantes do sexo masculino.
Insituo MVC - Estratégia e Humanismo

 


 

 

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES – MEDINDO, GERENCIANDO E CRIANDO VALOR 
Thomas O. Jones
Autor do Livro Putting The Service Chain to Work – HBR

 


Se clientes satisfeitos são a alma de qualquer negócio bem-sucedido, clientes fiéis são essenciais para a sustentação da liderança no negócio. Mas como uma empresa evolui de clientes meramente satisfeitos para clientes absolutamente fiéis ?

Muitas empresas acreditam que fornecer produtos e serviços continuamente melhorados, a preços competitivos, seja o suficiente. Outras vão mais além, proporcionando programas de benefícios para usuários freqüentes e descontos preferenciais. Mas nada disso aumenta significativamente a fidelidade do cliente a longo prazo. 

Por quê? Por que a maioria desses enfoques não está centrada no cliente individual e na sua definição individual de valor. Em vez disso, tratam os clientes como uma grande massa sem muita diferenciação.

A chave para a fidelidade a longo prazo é expandir valor para o cliente com base na sua definição individual de valor. Essa definição pode variar muito de um cliente (por exemplo, descontos no preço) para outro (por exemplo, atenção pessoal) e ainda para outro (por exemplo, acesso a informações).

As empresas bem-sucedidas em manter altos níveis de fidelização de clientes nos apresentam algumas lições importantes sobre a fidelização de clientes:

Um bom produto ou serviço será sempre a base para o desenvolvimento da fidelidade do cliente. 
Sem ele, nenhum programa para fortalecer o relacionamento de uma empresa com seus clientes será bem-sucedido. 

As empresas devem desenvolver produtos e serviços personalizados de acordo com o que os clientes individuais querem e não de acordo com o que as empresas estão atualmente preparadas para oferecer ou de acordo com aquilo que acham que os clientes querem. 

Desenvolver a fidelidade do cliente deve ser um compromisso de toda a empresa. Todas as atividades da organização devem servir ao objetivo de criar valor para o cliente. 

Reunir informações sobre os clientes não é tudo. Por mais sofisticada que seja, a tecnologia da informação é simplesmente um instrumento para melhorar a qualidade do produto e do serviço para atender às necessidades individuais dos clientes. 

O impacto econômico do foco de uma empresa na fidelidade do cliente torna-se evidente apenas após um longo período de tempo. Portanto, a avaliação a longo prazo do comportamento do cliente é essencial para se compreender o retorno sobre o investimento em iniciativas de fidelização. 

Sem avaliação, uma empresa pode perder prematuramente o seu foco na fidelidade do cliente. - Nunca perca de vista as atividades dos seus concorrentes. 

Questões-chave para você responder:

  • Como a sua empresa poderia identificar os seus melhores clientes ?

  • Qual é o principal valor do produto ou serviço de sua empresa para o cliente ?

  • Que outras opções os seus clientes têm, dentro e fora do seu setor, para obter este valor ?

  • Quais deveriam ser os limites de seus serviços ?

  • Quais são as oportunidades de que sua organização dispõe para captar informações sobre seus clientes ?

  • Como a sua organização poderia usar essas informações para fornecer produtos e serviços melhores, talhados para as necessidades individuais do cliente ?

  • Que inconvenientes o cliente tem ao fazer negócios com a sua empresa ?

  • Quais medidas a sua organização poderia tomar para começar a reduzir os inconvenientes e expandir o valor ? 

A partir das respostas a essas perguntas, você poderá iniciar o processo de conduzir sua organização a tornar a fidelização de clientes parte integrante de sua missão.

 

 

 


 

" REFLEXÃO "

Falta ar e sobram moscas, neste domingo de janeiro... - O sol frita as cigarras, dorme um matungo azulado sua "sesta". Alguns frangos estão de bicos abertos, e nos lagos de sombra, tem umas ovelhas bebendo. Pelos caminhos quentes, cruza a sesta na lerdeza do verão. Olhos azuis de cardo, curioseam de longe, e assomam pelas goteiras, olhos azuis de céu. Tudo é doce, de tão pobre!

Frente ao rancho de tábuas velhas, que anda com os 4 cotovelos feridos pelo tempo, vende um rematador os pertences de um Peão velho. Há muitos interessados, são vizinhos todos eles, rapazes que até pouco tempo, o chamavam de avô. 

Recostado no palanque, olha tristão o velho. Tem ido a comprar barato coisas que não tem preço, e pensa com amargura... "Já não dá gente boa o tempo"...

Que vale este par de esporas ? E as rodelas de ferro, eram como duas lágrimas que chorassem pelo dono. - Com elas, saiu a ganhar já faz muitos invernos, a noiva num bagual branco, a vida num bagual negro.

Os moços sobem a oferta, dou 10, 15, 20 reais. Disputam como urubus o coração do Peão velho, e ao escuta-los, fica roxo de vergonha o Ipê. São suas as esporas! diz para um o leiloeiro.

Tem lhe vendido as choronas, logo hoje, que no palanque da vida, atou seu bagual mais negro, e pensa com amargura... - Já não dá gente boa o tempo...

Sacam a venta um poncho onde chovem os fiapos, para molhar os olhos a quem o leve. -  Tem a boca cerzida, e o gastou tanto o tempo, que ao transluz do sol se vê a história do velho. - 

Guampas, tesouras e facões, o crivaram de furos, mas sua filosofia sempre lhe põs remendo. - De dia com um azul claro, de noite com um lucero. - Eu pago toda a plata que tenho! - Boa sua oferta, se não tem quem de mais o queimo:- diz o leiloeiro ? - Então cai o martelo no duro do silêncio. 

Um moço leva o poncho, e ali cerca o Peão velho, está tremendo de frio numa tarde de janeiro, e pensa com amargura...Já não dá gente boa o tempo...

Assim perde na descida do martelo o que ganhou na dura subida da vida. - Uma por uma as ovelhas, peça por peça seus pertences. Quisera salvar do lote seu matungo azulão, para que o pegue a noite num cavalo estreleiro. -Não tem mais que um, um, e esse, o queima o Leiloeiro.

Aí termina o remate, cobram suas contas os bancos. -  Agora sim, ao vê-lo à pé, tão amargo, tão desfeito, todos os rumos armam os laços dos caminhos, e são como 4 laçadores que estão esperando ao Peão velho, que quando quiser sair, vão dar contra o solo.

Então aqueles moços, se acercam a defende-lo, e os mais medonho lhe diz, entre tremor e risonho.. - Todos compramos seus pertences, para que salvasse-los avô!

Aqui tem suas esporas, aqui tem seu cavalo, um lhe traz nos braços, igual que uma criança os arreios; outro lhe amorna as mãos com aquele poncho de fiapos; outro que não comprou nada, lhe estampa na frente um beijo, porque segue dando gente...mui linda gente o tempo!!!

Adaptado do folclore Uruguaio pela Equipe do SDR

 


 

" PIADAS "

Eram uns amigos que sempre iam ao futebol juntos, mas desde que um deles casou, não se reunia mais com os outros. Um dia se encontram e cobram dele uma posição... Mas homem, - Que desde que casaste não apareces mais para ir ao futebol, qual é meu...
Pois é, é que quando digo que vou no jogo, ela fica uma arara, e eu para não deixar mais brava, desisto de sair...
Mas meu amigo, o que tens que fazer, e dar umas boas de umas palmadas nela, para mostrar quem manda na casa...
Mas capaz, será que é isso mesmo ?
Podes provar que vai dar certo...me faz caso...
Depois de várias semana, se cruzam os amigos de novo e o conselheiro lhe pergunta... - E aí ? que qui foi meu...Fizestes o que tinhas que fazer...? 
Sim fiz!!! No domingo passado que marcamos futebol, me aprontei para sair, ela começou a gritar e berrar, aí decidido peguei ela, botei no colo, levantei a saia, baixei a calcinha quando olhei a bundinha dela, - pensei... - sabes uma coisa, que me importa a mim o futebol, campeonato, amigos, cervejas...



O Homem perfeito...

O homem perfeito é lindo;
tem um pouco de mistério;
é belo quando está rindo
e é belo quando está sério.

O homem perfeito é bom,
tem um jeito carinhoso;
quando fala, em meigo tom,
causa arrepio gostoso.

O homem perfeito é fino,
é solícito, é fiel,
tem a graça de um menino
e é mais doce que o mel.

O homem perfeito adora
dar flores, botões de rosa,
a alguma velha senhora,
ou a uma senhorita idosa.

O homem perfeito tem
energia, não se cansa:
lava louça, enxuga bem,
gosta muito de criança.

O homem perfeito é
sensível à grande arte;
gosta de dança e balé.
Nunca haverá de magoar-te.

Encerrando - finalmente
os versos que perpetrei,
devo dizer-te, somente:
O homem perfeito é gay


O médico mantinha um romance com a enfermeira. Ao pouco tempo engravida e como não sabia o que fazer para manter oculto o idílio, da uma boa grana e manda ela para Itália, até ganhar o filho. - Ela perguntou antes de sair, como avisar quando o bebe nascesse... - Manda uma postal avisando "espaguete", que eu me encarregarei das despesas. - Passaram 6 meses e a esposa do médico entrega uma postal quando este chega em casa, dizendo que não tinha conseguido entender a mensagem... - O marido pega a postal e sobe as escadas para ler escondido, mas cai fulminado por um enfarte... Chegam ao pronto socorro e no CTI o Medico chefe, pergunta a mulher que tinha precipitado tal enfarte e a esposa diz: - Não sei, subiu as escadas com uma postal da Itália que dizia, - "Espaguete, Espaguete, Espaguete, Espaguete - 2 com salsicha y almôndegas y 2 com ostras...


Duas garotas conversando no bar.
- Ontem fez duas semanas que eu conheci o Juvenal e ele já me pediu em casamento - diz a primeira.
- Eu não acredito! Pois há um mês atrás ele me fez o mesmo pedido.
- É mesmo? Bem que ele me disse que antes de me conhecer fez um monte de burradas!


Fulana e Fulano se viram por 1ª vez na praia, se olharam, apaixonaram e imediatamente casaram!!!
Na lua de mel, Fulano diz: 
- Amor...a partir de agora vou te chamar de Eva!!!
Mas porque Eva diz ela...
Por que tu es minha primeira mulher...
E tu vás a ser meu Peugeot diz ela...
Porque Peugeot diz ele, todo feliz...
Por que tu es meu 203!!!

Sistema de Representação para Representantes Comerciais

.

SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO, VENDAS E SERVIÇOS SDR

.

o sistema sdr já inclui NO PREÇO o uso em rede ilimitado sem custos extras E não tem taxa de manutenção mensal. a única taxa que o sistema sdr tem, é a anuidade de R$:120,00 para efeitos de suporte e atualização, com vencimento em março de cada ano (2007 bonificada).

.

 

.

.

caso deseje alterar ou cancelar sua assinatura, clique no link a seguir:

ALTERAR ASSINATURA

.

.

ÓTIMO TRABALHO E ATÉ A PRÓXIMA EDIÇÃO!

.

SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

.

Clique aqui para nós enviar um e-mail

.

INDIQUE SEU TEMA  ..-  ENVIE-NOS SUA OPINIÃO

.

Av. Caçapava 425 - sala 03 - Petrópolis -  Porto Alegre (RS) - BRASIL cep: 90460-130

 FONES: 51 -  3019 2817  -  FAX 51 3333 3553

.

.

Sistema de Representação para Representantes Comerciais

Como página inicial  Adicionar a Favoritos

Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2007 - SDR