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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 161 - 24.01.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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SE NÃO ENCONTRAR UM CAMINHO, EU FAÇO UM...
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SR. PROF RICARDO JORDÃO MAGALHÃES

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Entre 218-201 a.C., Hanibal de Cartago colocou de joelhos o poderoso Império Romano. - Com 25 anos, já feito general, lançou um ataque direto a Roma em uma das empreitadas militares mais audaciosas da história, vencendo inúmeras batalhas através de estratagemas de incrível originalidade. "Se não encontrar um caminho, eu faço um" é a sua frase mais famosa. 

Agora, pare para pensar... O que mantêm as empresas abertas ? Inovação! Inovação é o que atrai e retêm clientes. - Inovação é o que atrai os profissionais mais talentosos do mercado. Inovação acontece quando Duvidar é permitido. 

A essência do ser humano é Duvidar. É para isso que estamos aqui. Somente profissionais medíocres irão trabalhar em empresas que não buscam algum tipo de inovação. Do dia em que nascemos até o futuro lá na frente, seremos sempre postos à prova. A cada decisão que tomarmos, estaremos modificando as nossas vidas um pouco mais. 

 

Se você deseja saber o quanto você está realmente vivendo, basta perguntar a si mesmo quantas decisões você tem tomado ultimamente. A cada questionamento que você faz, é um degrau na escada da sabedoria que você sobe. Ponha-se em um lugar onde você possa viver e trabalhar questionando a todo o momento. Se você não trabalha em um ambiente assim, questione o porquê. 

Como profissional, é seu dever duvidar e questionar a todo o momento. Ao duvidar, o ser humano consegue criar tudo. Martinho Lutero uma vez disse "Shakespeare duvidou, e criou Hamlet; Cervantes duvidou e criou Dom Quixote; Moliere duvidou e criou Don Juan; Dante duvidou e criou o Inferno. Todo criador duvida e acaba criando deuses. Quanto a mim, da minha dúvida, criei uma nova religião." 

Viva ! E pense que "A melhor música é aquela que você ainda não ouviu, o melhor filme é aquele que você ainda não assistiu, a melhor idéia é aquela que você ainda não teve." 
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NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA. 

QUEBRA TUDO! 

Ricardo Jordão Magalhães 
Fundador 
ricardom@bizrevolution.com.br

 

Ricardo Jordão Magalhães, 32 anos, executivo, palestrante e escritor formado em administração de marketing pela ESPM com extensão em marketing pela Kellogg University nos EUA, possui mais de 12 anos de experiência na indústria de tecnologia em empresas líderes de mercado como Brasoftware e Tech Data Brasil sempre a frente de projetos de marketing inovadores como o Catálogo Brasoftware e as Lojas Brasoftware, além de ser o autor do primeiro web site de comércio eletrônico do Brasil (web site da Brasoftware) em 1996. A frente do marketing da Tech Data é responsável por iniciativas pioneiras como o web site B2B da Tech Data lançado em 1997 - web site vencedor de mais de 15 prêmios nacionais e internacionais -, além de programas de relacionamento, motivação e CRM. Fundador do web site BizRevolution desde 2001 onde procura "Promover idéias que possam ajudar a transformar o país em que vivemos, e de todos aqueles que de alguma forma influenciam a vida de outras pessoas."

 

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 AS CARTAS DE AGRADECIMENTO

 ARTIGO I - "A RESPONSABILIDADE DO PÓS-VENDA" - SR. PROF. ANTÔNIO DE PÁDUA B. BRAGA.

 RESUMO DE NOTÍCIAS DO 21.01.2003 AO 24.01.2003

 ARTIGO II - "O SABOR E O SABER" - SR. PROF. EDUARDO BOTELHO - DIRETOR DO INST. IPEB

 DICAS DA SEMANA

 ARTIGO III - "O VENDEDOR E CAPITAL INTELECTUAL" - SR. PROF. JOÃO B. VILHENA - INST. MVC.

 REFLEXÃO - A HARMONIA E A DESARMONIA NAS RELAÇÕES - SR. PROF. EUGÊNIO MUSSAK.

 PIADAS

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CARTAS DO JORNAL 160

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Linda semana, lindo mês, lindo ano, estamos em cursos de mudanças, mais de oitenta Professores escrevendo gratuitamente para a comunidade do SDR, sim, gratuitamente. Essa é a filosofia dos queridos Professores do nosso Brasil, ensinar e disseminar conhecimentos. 

 

E quando esteja pensando porque eles escrevem gratuitamente, quem sabe vocês não pensam no valor que vocês representam no mercado. Por acaso sabem ? Pois está na hora de saber, porque vocês são muito importantes, e tem muita gente interessada. Querem um setor super interessado em nós Representantes e Vendedores do Brasil... ?

 

AS TRANSPORTADORAS!!! 

 

Se a cada venda de mercadoria das nossas Representadas, geramos um frete, somos também um pouco Representantes e Vendedores das Transportadoras ne ?  - E o benefício de recomendar esta o aquela ? Por acaso já contrataram um dos nossos Professores e convidaram os Representantes e Vendedores que trabalhamos para eles de graça, para assistir uma Palestra ? A um fim de semana num Hotel para um seminário num Hotel fazenda com nossos Professores, para reciclar nossos conhecimentos ? 

 

Estranho, os mais beneficiados são eles, e nadica de nada. O gente mesquinha ne ?  Ou será que nós somos ingênuos de mais e precisamos nos organizar e cutucar eles ? Ta na hora de levantar esse assunto e passar ele a limpo na comunidade não acham ???????????

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FABIO PORTELLA
Quero parabenizar aos competentes profissionais da Conceituada Equipe da SDR, por este maravilhoso trabalho de incentivo e motivação e preocupação para com as pequenas, micros, médias e empresas em geral, em orientar fortalecer e ajudar.
Sou muitíssimo Grato à estimada e conceituada empresa, por tão pouco tempo em contato com a nossa empresa, e pelo muito que já estão fazendo e abrilhantando os departamentos de nossa empresa. Com Gratidão e Admiração.
Fabio Portella.
Diretor Executivo.
(Graça Semeando Vida)

 

COMISSÁRIA PIBERNAT
MATIAS PIBERNAT
DEBORA ROSA
ROSANA BONALUME
BRUNO REIS
LETICIA HENGIST HOFFMANN

O Jornal é esclarecedor e estimulante ao mesmo tempo.

 

JONES ORLANDO BUSSOLOTTO
No primeiro momento achei que era daqueles e-mails que entopem a nossa caixa de mensagem, depois com tempo, li alguns artigos e vi que não entopem a caixa de mensagem e sim desentopem a nossa cabeça cheia de problemas e desgastes que acontecem no dia-a-dia.
Abraço, Jones

 

Robert Magalhaes Silva (JORNAL A TARDE)
Ótima idéia,
Parabéns

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EVERTON DONIZETE DOS SANTOS
A cada dia mais adoro os temas que são selecionados, tudo tem a pessoa certa para ser indicado e tudo tem uma finalidade

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CARLOS ALBERTO FAORO
Olá. - É com muito prazer que estou enviando meu cadastro para SRD, pois, com ele tenho a oportunidade de manter-me atualizado, e recebo boas dicas sobre motivação pessoal e de equipe, que muito importante no meu dia a dia.

RICHARDSON CABRAL (ZAZ PERFUMARIA)
Recebi uma mensagem de um amigo do site da sdr e gostei muito.


ROMEU GARBIN FILHO ( ISETCENTER LTDA)
Conheci seu informativo por uma amiga que trabalha na industria Caramuru de Apucarana.

ANGÉLICA FRANTZ (COOTRIJAL )
ATUALIZAÇÃO CONSTANTE, TRAZ PARA TODOS NÓS MOTIVAÇÃO E AUTO-CONHECIMENTO, FATORES QUE NOS LEVAM AO SUCESSO E A FELICIDADE.


PAULO CARDIM ( FOCUS TEXTIL LTDA)
Ja tenho lido em casa agora quero recebe-lo no trabalho

MORUMBI EQUIPAMENTOS DE REABILITAÇÃO
VOCÊS SÃO ÓTIMOS, GOSTARIA DE RECEBER TUDO QUE VOCÊS PUBLICAM,
UM ABRAÇO,
EVERTON MELO AMORIM
GERENTE COMERCIAL


EMBALAR IND. COM. EMBALAGENS LTDA
Estou conhecendo o jornal Agora um amigo me enviou por conter informações valiosissimas e muito instrutivas

MARIA CHRISTINA EMSCHERMANN
Meu irmão mandou-me via e-mail esse jornal, o qual eu achei muitíssimo interessante, onde encontrei vários artigos importantíssimos e pretendo repassá-lo para várias outras pessoas, pois tenho certeza que será de muita valia e ajuda pra muitos.


CARLOS EDUARDO BANOLAS DA SILVEIRA
No momento atual de nossas vidas, o maior numero de informação, faz com que nos possamos estar melhor preparado para o dia a dia.

GEANDRO ELIAS TURCATTI
ACHEI MUITO INTERESSANTE O JORNAL DO SDR, VOU INDICA-LO A OUTROS COLEGAS. TODA A INFORMAÇÃO E MOTIVAÇÃO QUE RECEBEMOS É DE MUITA VALIA.


Um grande abraço e bom fim de semana a todos. Semana que vem começaremos a dar algumas boas novas para este ano, que vem a somar muito no crescimento Profissional da comunidade..

Equipe do SDR 2003


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" A RESPONSABILIDADE DO PÓS-VENDA "


SR. PROF. ANTÔNIO DE PÁDUA B. BRAGA

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No interior de muitas empresas é comum encontrarmos cartazes afixados nas paredes com os dizeres "VOLTE SEMPRE". Também, após a concretização da venda, o vendedor ainda diz mecanicamente "OBRIGADO E VOLTE SEMPRE". 

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Será que o cliente volta ? - Ele obedece a essa ordem ? - Infelizmente, a maneira como a frase está exposta, ou como é dita pelo vendedor, dá a impressão de uma ordem, até mesmo porque nada é feito no sentido de que o cliente sinta-se estimulado a voltar. 

Muitos vendedores de lojas, por exemplo, já não fazem uma abordagem positiva, não conquistando com facilidade a simpatia e confiança do cliente, mas, mesmo assim, alguns ainda vendem. Entretanto, feita a venda, abandonam o cliente no meio do salão de vendas, sem conduzi-lo ou pelo menos indicar onde é o caixa e o setor de embalagem. 

 

Fazem exatamente como o "cavalheiro" que deixa a dama no meio do salão de festa após a dança. Ora, se enquanto ele está face a face com o cliente o comportamento é esse, imaginemos o que acontece depois que este vai embora. Aliás, não podemos nem considerá-lo como cliente, porque certamente não voltará mais. 

Pós-Venda ? O que é isso ? É trabalho do "patrão", pois o do vendedor, na sua concepção, já foi cumprido, que é fazer a venda. Mas será que essa venda atendeu às expectativas e necessidades do cliente? O produto que está levando é adequado para a solução do seu problema? Será que o cliente vai voltar para reclamar ou devolver o produto? Ou será que passará a fazer parte daquela faixa dos 90% a 95% de clientes que não reclamam, simplesmente trocando de loja ou de fornecedores? 

Muitos "empresários" e "vendedores" acham que vender é fazer com que a mercadoria saia do estoque, interesse ou não ao cliente. Razão porque não dão pelo menos um telefonema ou mandam uma cartinha para saber se o cliente ficou satisfeito com o produto, se este atendeu às suas necessidades, colocando-se à disposição para servi-lo cada vez melhor. Será que alguém não se sente bem em receber tal mensagem? 

O que acontece, na prática, é que muitas pessoas pensam que só o cliente precisa delas e assim praticam comércio mecanicamente, durante todos os dias do ano. Não procuram se diferenciar, ficando, portanto, na mesmice e perdendo cliente - o verdadeiro dono da empresa. E o fim desta é previsível! 

Para muitas empresas/vendedores, o pós-venda é trabalhoso, toma tempo e custa caro. Não têm pessoas disponíveis para isso. Os vendedores/funcionários estão sempre ocupados com suas vendas e demais tarefas. O "patrão" tem outros afazeres mais importantes e assim sucessivamente. Então, de quem é a responsabilidade do pós-venda? Não deve ser feito? 

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Muito pelo contrário, deve ser bem feito, e muito, sendo dever de todos na empresa, fazendo parte de um trabalho prioritário, tal como a pré-venda e a venda. O processo da venda só se completa se o trio estiver em perfeita harmonia. Assim, podemos dizer que a empresa é digna do cliente, pois está trabalhando com competência e profissionalismo para a solução do seu problema, comprometendo-se com o seu sucesso. 

Vejamos, através de algumas ações, como é simples, mas poderoso, o trabalho de pós-venda, para a conquista definitiva do cliente: 

1) Ligar para o cliente para saber se a mercadoria chegou em perfeitas condições, dentro do prazo combinado, se o produto solucionou seu problema, se foi realmente útil, se satisfez a sua necessidade, se era isso mesmo que ele queria. Se não solucionou, vamos partir para outra alternativa, contanto que o nível de satisfação seja atingido na sua plenitude. 

2) Verificar se o cliente necessita de alguma ação de suporte para o funcionamento do produto ora adquirido. Orientar sobre sua instalação, uso adequado, instruções adicionais, como tirar melhor proveito etc. Ou seja, deixar o cliente a par de como se beneficiar ao máximo desse produto, otimizando o seu trabalho. 

3) É uma boa oportunidade para avaliar o trabalho de pré-venda e da venda, com o objetivo de corrigir falhas e aprimorar os acertos. Procurar aproximar-se ao máximo da perfeição. Analisar se argumentou corretamente, se o cliente ficou realmente consciente dos benefícios do produto, se ficaram perguntas sem respostas, permanecendo dúvidas etc. Se as objeções foram de fato superadas, deixando o cliente convicto disso, ao ponto de concordar com um feliz e entusiasmado SIM. Se foi eficiente no fechamento da venda, se não deixou espaços vazios para o concorrente. 

4) Ligar para o cliente, ou visitá-lo, não só na hora da venda, mas também em outras ocasiões, como data do aniversário, dia o profissional, aniversário da fundação da empresa, dia da secretária, para fazer um elogio por alguma ação ou feito por parte do cliente, que chegou ao seu conhecimento etc. Mostrar que está acompanhando de perto o seu cliente e que apesar de atarefado, está sempre se lembrando dele, como pessoa importante na sua vida. 

5) Como seres humanos, somos suscetíveis a falhas e se estas vierem a ocorrer, de maneira alguma pode-se fugir delas. Muito pelo contrário, tem-se que agir imediatamente no sentido de corrigi-las. Não deixar o cliente na mão. Reclamou hoje, faça tudo para atender "ontem", não deixe para amanhã, que já fica tarde. Reclamações não atendidas e má qualidade no atendimento geram desgastes horríveis, chegando a responder por 80% das perdas de clientes, enquanto que, atendidas e resolvidas prontamente, com urgência, não só criam oportunidades de novos negócios, como contribuem para a fidelização do cliente. 

Portanto, para se ter êxito em vendas, não abandone o seu cliente e nem deixe que ele o abandone. Faça um bom pós-venda, não só pensando como se fosse a pré-venda da próxima venda, mas também com o objetivo de estreitar relacionamentos e conquistar novas amizades. Não devemos trabalhar somente com ações voltadas para lucro de curto prazo e sim para a geração de clientes-amigos de longa duração, que o retorno será sempre crescente. 

SUCESSO! 

SR. PROF. ANTÔNIO DE PÁDUA B. BRAGA

Consultor da SAGRA - Consultoria em Vendas. - 

 

Rua Agenor Lopes, 292 - Sl 503 - Boa Viagem - Recife-PE CEP 51021-110 - 

Fone: (81) 3327-8084/ Fone-fax: (81) 3465-4266 - sagracv@terra.com.br

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RESUMO  DE  NOTICIAS  "
21.01.2003    AO    24.01.2003


ECONOMIA
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Revistas da Abril abrem conteúdo na Web. - Cerca de três meses após o final do contrato de exclusividade com o Universo Online, a Editora Abril deixa o domínio uol.com.br mantendo boa parte do conteúdo aberto aos internautas. A empresa ressalta que a situação é temporária e deve-se à migração dos servidores.

Os pesos dos gastos com matérias-primas e mão-de-obra se inverteram na indústria de autopeças nos últimos sete anos. Na média, em 1995, os fabricantes de componentes para veículos destinavam 36,34% dos gastos para comprar insumos e 29,96% para pagar os empregados. Hoje, a matéria-prima absorve 56,43% dos custos e a mão-de-obra, 17,75%. 

A indústria têxtil brasileira tem dois grandes desafios para enfrentar. No mercado externo, tem que encontrar um caminho alternativo entre as commodities da China e de países da América Central, que têm custos mais competitivos, e as grandes marcas de países desenvolvidos, que têm dinheiro para investir em marketing e mais tradição no mercado internacional. No mercado interno, o desafio é trazer para o consumo uma parcela mais significativa da população. Esses problemas foram a tônica do seminário "O Negócio da Moda" , realizado pelo Valor, ontem em São Paulo. Empresários, especialistas e personalidades do setor discutiram como converter em benefícios comerciais o recente sucesso da moda brasileira. 

A decisão de venda da Bombril pode ser tomada em um prazo de dois meses. A empresa brasileira é um dos três ativos da italiana Cirio que estão sendo avaliados pelos interventores do grupo, ao lado de plantações de abacaxi na África e nas Filipinas e do clube de futebol Lazio. A informação é do presidente da Bombril, Gianni Grisendi, recém-chegado da Itália, onde foi conhecer os novos administradores, nomeados pelo sistema financeiro italiano. "Ainda não há uma decisão", diz Grisendi. "O Brasil, a empresa e seu potencial estão sendo analisados. Eu acredito na continuidade."

A onda de aquisições de bancos privados está aumentando a compensação de impostos. O uso dos créditos tributários de imposto de renda (IR) e contribuição social começou com os estaduais privatizados e prossegue nas aquisições no setor privado. Esses créditos dificilmente seriam abatidos pelos ex-controladores, sem lucros suficientes para isso.

MERCADO INTERNO

Após vários anos perdendo espaço para materiais concorrentes como o alumínio, o PET, o vidro e o tetra-pak, a indústria do aço começa a se mexer para recuperar mercado no segmento de embalagens por meio de inovações.
"A meta é valorizar a embalagem de aço, que ficou muito tempo sem grandes mudanças", diz Sérgio Iunis, gerente de marketing de embalagens da CSN, produtora das chapas utilizadas pelos fabricantes de embalagens de aço, mercado que movimenta mais de R$ 1,7 bilhão por ano. - A maior inovação vem do Rio Grande do Sul, da fábrica da Bertol. A companhia está lançando no mercado a lata de aço expandida. O novo design - mais larga na base - traz uma evolução para um modelo existente há cerca de oito décadas. - O resultado deve ser sentido já em 2003: aumento de 20% no faturamento e 4 pontos percentuais na participação de mercado da empresa, que deve passar de 11% para 15%. O volume de produção deve aumentar de 240 milhões de latas em 2002, para 300 milhões este ano, sendo que 20% desse volume deve ser de lata expandida.

A Marsau Overseas - empresa que pertence ao banco ABC Brasil, subsidiária da instituição financeira Arab Banking Corporation (ABC), com sede no país árabe Bahrein - pagou ontem R$ 300 mil pela marca de supermercados Sé, comprada pelo Pão de Açúcar por R$ 250 milhões no passado do grupo português Jerónimo Martins. Analistas dão como certo que o banco teria feito a oferta pelo nome Sé, levado a leilão pelo Pão de Açúcar, a pedido de alguma companhia ou empresário. 

A IMA Importação e Comércio de Veículos Importados, responsável pela operação da marca japonesa de automóveis Mazda no Brasil entre os anos de 1997 a 2000, foi condenada em primeira instância a pagar indenização por danos morais e materiais a uma família que, em 1999, sofreu um acidente com um veículo Mazda MPV - uma minivan - por um defeito do automóvel. - A decisão da Justiça é importante por condenar uma importadora a assumir a responsabilidade por danos causados por falha de fabricação de um veículo produzido por sua representada, fato incomum no Brasil. Mas o que chama a atenção é que, de acordo com documento apresentado nos autos do processo - obtido junto a concessionárias nos Estados Unidos -, o veículo acidentado foi objeto de um recall feito pela Mazda americana - e que não chegou ao Brasil.

MERCADO EXTERNO

A coreana LG já definiu sua estratégia para a sua subsidiária no Brasil, onde desembarcou em 1997. O grupo pretende transformar o país em um pólo de exportação nas Américas. As vendas externas da subsidiária brasileira cresceram 45% em 2002, representando 16% da receita bruta. A LG faturou R$ 1,2 bilhão no ano passado, 10% a mais do que em 2001. - O carro-chefe no mercado externo são os televisores, enviados a partir de Manaus. A meta é aumentar as vendas externas em mais 20% neste ano, segundo Valéria Camarero, diretora de marketing da LG no Brasil. 

 
www.registro.br reduz valor de domínios. - Entidade acaba com o taxa de R$ 40 pelo ato do registro de um domínio na Internet e reduz de R$ 40 para R$ 30 o valor da taxa de manutenção anual do domínio. Também muda a partir de abril a restrição de 10 domínios imposta a pessoas físicas ou jurídicas. 

Microsoft adquire provedora de videoconferência online. - Com a compra, a empresa de Bill Gates vai inaugurar uma nova unidade de negócios, a Real Time Collaboration Group, que desenvolverá produtos e tecnologias para a colaboração entre trabalhadores em tempo real. 
INFORMÁTICA

Novos notebooks Acer virão com teclado em português.

Kodak entra no mercado de câmeras para celulares. - A gigante do mercado de fotografias, Eastman Kodak, ensaia sua entrada no mercado de câmeras para telefones celulares, informou a empresa, na quarta-feira (22/01).

APC faz recall de 2 milhões de no-breaks. - A APC anunciou o recall de dois modelos da lihnha de no-breaks por problemas de seperaquecimento e potencial risco de incêndio. 

TELEFONIA

A partir de 23/01, a operadora GVT, lança uma nova ferramenta para pequenas e médias empresas. Trata-se de um simulador, instalado no portal web da telco, e que permite, a partir do perfil de uso telefônico da companhia, descobrir o plano de telefonia mais adequado e com o valor da economia mensal que pode ser conseguida com o pacote de serviços sugerido na simulação.

Já foi batido o martelo. A sede legal da joint venture que nasce da união entre Portugal Telecom e Telefônica Móviles, chamada Brasilcel, será em São Paulo e o lançamento oficial da nova companhia deve ocorrer apenas em março. 

ICQ chega aos telefones celulares da Europa.- O serviço de mensagens instantâneas será oferecido pela operadora KPN Mobile e está disponível na Holanda e em breve na Alemanha. Ainda não há previsão para chegar ao mercado da Bélgica

A Panasonic lançou no Brasil seu primeiro dispositivo móvel digital baseado no sistema GSM. Batizado de GD-68, o celular vem com tela colorida, alta velocidade de transmissão de dados (GPRS), acesso à Internet com navegador WAP, agenda e organizador eletrônico. 

O provedor de Internet do Reino Unido, Townsites, lançou uma solução online que promete proteger as crianças que costumam acessar a Web de conteúdo duvidoso, bloqueando o recebimento de e-mails de desconhecidos, sem violar seus direitos de privacidade. - A solução, batizada de KidsCom, utiliza uma lista de autorizações para filtrar todos os endereços de e-mails que não foram aprovados anteriormente pelos parentes da criança. E ao invés de simplesmente retornar a mensagem ao remetente, o serviço encaminha os e-mails para a caixa postal eletrônica dos pais. 

A Sanyo Electric, terceira maior empresa de eletrônicos dos Japão, anunciou que vai gastar 45 bilhões de ienes (380 milhões de dólares) ao longo de três anos para aumentar a produção de chips usados em celulares equipados com câmeras digitais.

 

O "RESUMO DE NOTÍCIAS", é baseado em levantamentos realizados pela equipe do SDR, e apresenta os tópicos mais importantes para que você, fique por dentro dos principais acontecimentos que sua profissão exige. - Este serviço de CLIPPING (resenha de informações), é a metodologia utilizada para assessorar 100% das principais autoridades, desde Presidentes da República, Diretores, Gerências e agora VOCÊ, e queremos que possa estabelecer o vínculo entre os assuntos expostos e suas estratégias, como forma de prestigiar seu TEMPO. - Os endereços abaixo, representam as fontes que diariamente consultamos ou enviam noticias, e são ao nosso entendimento, as mais fidedignas e neutras, como a seguir:

 

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" O  SABOR  E  O  SABER "

SR. PROF. EDUARDO BOTELHO

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Você sente mais prazer em degustar os alimentos e bebidas ou em digeri-los? 

Em degustá-los, é claro. 

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Não temos poder nem prazer algum sobre a digestão nem podemos acelerá-la ou retardá-la. Não podemos fazer absolutamente nada sobre ela, e o estômago - máquina fantástica - trabalha sempre como bem entende, sem nos dar a mínima chance de intervir em seu trabalho. 

Com a degustação se dá exatamente o contrário. Temos poder sobre ela, pois podemos escolher, antes, que sabor queremos ou não sentir. Nosso poder, aqui, é total. Dito de outra forma, o estômago trabalha por obrigação e não nos dá prazer algum quando cumpre seu dever. E, quando algo não funciona bem, não é prazer, é problema. Já a degustação se faz pelo gosto, proporcionando-nos prazer. 

Em vendas, acontece o mesmo, pois há vendedores iguaizinhos ao estômago: trabalham somente por obrigação e, qualquer que seja o cliente ou o produto, procedem da mesma forma, sempre. Tais "vendedores" não sentem sabor em sua profissão e só a exercem porque precisam sobreviver. Vivem e trabalham como autômatos - assim como o estômago -, visto que, qualquer que seja a "substância" (clientes, mercados, produtos etc.), os processos e as atitudes permanecem os mesmos. Eles só são notados quando algo não funciona bem, como se dá com o estômago. 

Para esses indivíduos, vender é algo sem sentido e sem razão maior. Na realidade, não tem significado importante para eles. Trata-se apenas e tão-somente de um processo como a digestão. Tem de ser feito de qualquer maneira, pois é necessário para que possam continuar vivendo. Para tanto, digerem tudo o que aparecer pela frente, seja o que for. 

Assim como o estômago, tais
"VENDEDORES" não distinguem o sabor de nada. Não conseguem, portanto, evoluir nem desenvolver outros métodos e modos de realizar seu trabalho. 

Em contrapartida, existem também aqueles que curtem vender; que se realizam vendendo porque saboreiam o tempo todo o que fazem. Uma experiência em tudo igual à degustação alimentar, em que cada sabor é sentido e curtido com prazer. Para estes, vender é algo muito importante, que deve ser saboroso e gerar satisfação, pois se realiza com consciência, como opção pensada e refletida. 

 

Vender, nesse caso, não é um ato automático e rotineiro, constitui atividade realmente agradável e realizadora, algo que deve ser sentido e gerar alegria ou tristeza, nunca indiferença. Para estes, vender é "DE GUS TAR    LEN  TA  MEN  TE " algo de fato importante. 

Os que apreciam vender evoluem permanentemente. Estão sempre renovando o sabor e o prazer do que fazem. Para quem gosta de sentir o sabor, mastigar não é trabalho. 

Além disso, é preciso registrar que vender é muito mais uma questão de sabor que de saber: Se não sentir sabor nem prazer em vender, também não serei capaz de aprender sempre mais, já que vou agir automaticamente, sem poder consciente sobre o que faço. Exatamente o oposto do que ocorre com quem sente prazer em vender, sempre buscando sabores e prazeres mais intensos e diferentes dos já conhecidos. 

 

Resultado: evolui permanentemente, graças ao poder sobre si mesmo e seus procedimentos. Com certeza, podemos afirmar que aqueles que saboreiam vender são os que se tomam campeões. Já os "estomacais" estão sempre se lamentando por não ter outra opção de vida. Para estes, vender não é fonte de satisfação, mas apenas de algum, sempre pouco, dinheiro. Para os que gostam, vender é uma .vibração permanente de geração de prazer e de... muito dinheiro. 

O
"VENDEDOR ESTOMACAL" vai ao cliente para se servir dele e para tirar-lhe algo (PEDIDO) que possa servir ao seu sustento. O "VENDEDOR DEGUSTADOR", ao contrário, vai ao cliente para servi-lo e para sentir a alegria e o prazer de gerar mais riqueza ao cliente e a si mesmo.

Qual é seu caso? Você é um "
ESTOMACAL" ou um "DEGUSTADOR"? Saiba que o "estomacal" vive com azia; o "degustador", porém, vive com alegria e prazer. Que tal deixar de trabalhar automaticamente e passar a saborear as delícias dessa maravilhosa profissão? A vida sem sabor é uma grande perda; a profissão de vendas sem "degustação" também. 

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 CONSULTOR E DIRETOR DO IPEB 

 

Eduardo Botelho é um profissional de vendas há mais de 44 anos, tendo sido vendedor, supervisor, gerente de vendas e de treinamento em 3 empresas e há 13 anos é consultor de empresas, sempre na área comercial.

Durante todo esse tempo Botelho tem estudado todos os cursos de vendas existentes no País e tem absoluta consciência de que existe um terrível vazio no que diz respeito à formação e profissionalização de pessoas para o exercício desta profissão.

Autor de 18 livros e 44 tapes; já realizou mais de 1200 palestras em convenções de vendas e eventos empresariais no Brasil, nos Estados Unidos e em Portugal. Profissional renomado e respeitado principalmente pela sua competência em aprender, praticar e ensinar o que toda a sua vivência produziu. 

Tem, hoje, o seu nome ligado a vários sucessos em trabalhos feitos em centenas de empresas que sempre passam a vender muito mais após a sua intervenção.

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" DICAS    DO    SDR"

Um pessoa estúpida tem medo da força bruta; 

Um pessoa inteligente tem medo da força mental. 

Um pessoa poderosa não teme a nada. 
Papillon Vicente.

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ESTRATÉGIAS MILENARES. 

( 13/14/15/16 DE 36 TOTAL )

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Todos os exemplos apresentados, servem apenas como exemplos primários, e cada um de nós terá sua própria idéia se utilizando destas estratégias, sempre dentro dos preceitos da ética, que é fundamental."

 

Os princípios para liderar um grande grupo são os usados para liderar um grupo pequeno. É apenas uma questão de organização. Da mesma forma, atacar um concorrente forte é como atacar um mais fraco. Há que criar oportunidades favoráveis e saber atuar no momento certo. 


Numa investida, as tácticas esperadas são normalmente usadas para confrontar o opositor. Mas é o poder criado pelas inesperadas, as que se caracterizam pelo uso inovador das pessoas e da informação, que torna a vitória certa. 

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ESTRATÉGIA XIII

Golpear a grama para assustar a serpente.
Perturba ao Concorrente para que revele sua posição e se movimente! (Sun Tzu).
Atacando um branco secundário, se pode assustar o concorrente para que faça públicos, segredos importantes. Se pode fazer acreditar ao inimigo que se lhe está cercando e assim se entregará mais facilmente. Provoque o concorrente e estude sua resposta, antes de lançar uma verdadeira ofensiva ao mercado. Tem que provocar ao concorrente e estudar sua resposta antes de lançar uma investida total. 

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ESTRATÉGIA XIV

Levantar um cadáver entre os mortos. (Que nojo)
Significa não utilizar o que todo mundo utiliza, senão servir-se do que ninguém se serve. Fazer reviver alguma coisa que tenha caído em desuso por descuido o desleixo. - Encontrar utilidades a coisas que tinham sido até então ignoradas ou sejam consideradas inúteis.
No mundo dos discos ou nos editoriais, periodicamente aparecem recopilações de velhos êxitos que voltam a vender como grande novidade.
 
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ESTRATÉGIA XV

Atrair o tigre para fora das montanhas.
É mais importante dispor de um terreno favorável que ter boas oportunidades. Os quatro livros clássicos (Livro de Men Tse). É melhor fazer sair ao Concorrente para lutar, que adentra-se em terreno perigoso e desconhecido para combater-lhe. Tem que tira-lo do seu entorno para faze-lo mais vulnerável a investida.  Uma boa equipe posiciona-se onde sabe que não poderá ser vencida. Ela não perde uma oportunidade de explorar as fraquezas do concorrente e consegue criar as condições da vitória antes do início da batalha. Uma equipe medíocre começa a guerra antes de saber como vencê-la.

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ESTRATÉGIA XVI

Desfazer-se do inimigo permitindo-lhe escapar. Ao inimigo que foge, ponte de Prata. Refrão Francês!
Se utiliza para evitar perdas no concorrente que não sejam necessárias. Funciona melhor que intentar pressiona-lo e provocar uma luta desesperada. Não se deve pressionar demais ao concorrente. Qualquer assedio deve deixar uma saída para evitar um embate ate os finais e evitar que o outro tenha que ir ate a liquidação final.
"Se os inimigos, desesperados, vem para vencer o morrer, deve se evitar encontrar-se com eles. A um inimigo
que carece de tudo, deves prever antes seu desespero. A arte da guerra (Tsun Tzu).

 

FRITO-LAY
Quem diz que a comida não pode ser divertida é porque ainda não conhece a família de produtos da Frito-Lay, que incluem marcas de batatas fritas e de snacks que já por si são nomes sonantes a nível mundial, como são os casos Doritos, Ruffles, Lay’s e Fritos.
A empresa foi fundada em 1932 por Elmer Doolin, em San Antonio (Texas), com o nome Frito Company.  - No mesmo ano, Herman Lay, em Nashville, iniciou também o seu negócio de distribuição de batatas fritas de um produtor de Atlanta, cuja fábrica acabou por adquirir em 1938, mudando o nome da empresa para Lay & Company; neste mesmo ano foram lançadas as primeiras batatas fritas com a marca Lay’s.  - 6 anos mais tarde, a Lay & Company torna-se a primeira empresa de snacks a fazer publicidade na televisão. A relação com a Frito Company surge um ano mais tarde, no seguimento de um contrato de exclusividade de produção e distribuição dos snacks com a marca Fritos por parte da Lay & Company na região a sudeste dos Estados Unidos.
As duas décadas seguintes caracterizaram-se pela expansão e pela prosperidade de ambas as empresas: a Frito-Lay lançou as marcas Cheetos e Frito Kid e adquiriu os direitos da marca Ruffles; a Lay desenvolveu as suas redes de distribuição nacional através da aquisição de infra-estruturas da marca Rold Gold.
A década de 60 ficou marcada pelas fusões. Primeiro, em 1961, foi a da Fritos com a Lay, que originou a actual Frito-Lay, e, 4 anos mais tarde, a desta empresa com a Pepsi-Cola Company, de que resultou a PepsiCo — a Frito-Lay e a Pepsi-Cola mantiveram-se como divisões independentes da mesma empresa.
A diversificação, desenvolvimento e introdução de produtos parecem não ter fim e, com funcionários dedicados e com experiência, com uma filosofia empresarial consistente e com produtos de alta qualidade, a Frito-Lay transformou-se na empresa líder do mercado de snacks

 

RUBLO

Provém de "RUBL" (cortar, em Russo) já que antigo rublo, era um pedaço cortado de uma barra de prata.

 

AT&T
A American Telephone & Telegraph Company,  tem as suas origens em Alexander Graham Bell e na invenção do telefone, em 1876. Durante mais de uma centena de anos, a sua atividade não ia além do simples fornecimento de serviços telefônicos ao mercado norte-americano e da fabricação de equipamentos telefônicos. A sua posição de monopolista assegurava-lhe o sucesso sem realizar grande esforço para captar clientes.
Contudo, o Governo norte-americano desinvestiu na empresa em Janeiro de 1984, e a AT&T optou por abandonar o controlo das empresas Bell Operating, em contrapartida da possibilidade de investir em novos mercados. A partir desse momento, a empresa abandonou a posição confortável de monopolista, para passar a competir numa indústria agressiva.
Atualmente, a AT&T é uma gigante das telecomunicações globais, com vantagens competitivas em diversos sectores, fazendo frente aos concorrentes nacionais e aos internacionais, inclusive àqueles que estão sujeitos a leis menos restritivas.

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Hoje saia com o pensamento de que uma luz interior brilha em você. Os outros perceberão e dirão: 

"Que pessoa atraente". Norman Vincent Peale .

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UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE
Se alguma vez na história houve uma pessoa que perdoou a alguém, esta pessoa foi Tomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica.

 

Traz muito experimentar, por fim tinha produzido o foco perfeito, resultado de centos de testes manuais já que não se tinham meios de industrializar os processos naquela época e mais ainda de alguma coisa não criada ainda.

 

Muitos anos tinha sonhado com aquele momento, chamou seu ajudante e solicitou-lhe: Jimmy, leva a lâmpada lá encima, por favor, e guarda no armário que amanha apresentaremos ela.

 

Jimmy Price segurou a primeira lâmpada e na subida da escada a deixou cair. Tomas Edison viu ir em segundos o trabalho de anos. Jimmy estava congelado ante a fatalidade.

 

Dias depois Tomas Edison chamou Jimmy Price  e entregou uma segunda lâmpada, e pediu que a subisse e guardasse  no armário, apenas pedindo-lhe para que tomasse mais cuidado.

 

Jimmy Price não quebrou a lâmpada desta vez, e graças a eles, hoje temos dois exemplos importantíssimos: 

A lâmpada e um exemplo de segunda oportunidade, que ate hoje ecoa pelo mundo!!!


Pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo Lemelson-MIT Prize Program (http://web.mit. edu/invent/) apontou o automóvel como a invenção mais importante de todos os tempos, com 34% dos votos. A lâmpada elétrica ficou em segundo lugar (28%), o telefone em terceiro (17%), e o computador pessoal, empatado com a aspirina, obteve a quarta colocação (6%).

À pergunta Qual a invenção que você não poderia viver sem ela? o automóvel recebeu 63%, e o computador pessoal, 8%. O mais interessante é que 20% das mulheres disseram ser o telefone a invenção mais indispensável; 14% dos homens concordaram.

Instituto MVC - Estratégia e Humanismo.   www.institutomvc.com.br 

 

"Eu aprendi com as primaveras, a ser cortada e voltar sempre inteira."
Cecília Meireles

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" O VENDEDOR E O CAPITAL INTELECTUAL "

SR. PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA
DIRETOR DO INSTITUO MVC

 


Em recente conversa com meu amigo Luís Roberto Mello – mestrando em Administração Pública pela FGV cuja dissertação aborda o tema Aprendizagem Organizacional e Gestão do Conhecimento –, vimo-nos diante do seguinte desafio: como associar e compatibilizar os conceitos e práticas da gestão do conhecimento com os relativos a marketing e vendas. Resolvemos, então, enfrentar em conjunto esse dilema. Seu primeiro resultado encontra-se a seguir.

Ao longo da década de 1990, casos notórios de aquisição de empresas em que o comprador (ou grupo comprador) se prontificava a pagar, pela compra, valores muito acima do declarado no patrimônio líquido da empresa adquirida chamaram a atenção para o valor dos ativos intangíveis, do conhecimento organizacional, enfim, do capital intelectual das organizações.

A fim de gerenciarem de forma mais eficiente seu capital intelectual, diversas organizações engajaram-se no processo de identificar os componentes desse capital. A partir disso, e de um modo geral, o capital intelectual tem sido visto como a união de três principais componentes:

O capital humano, ou seja, a qualificação, as habilidades e conhecimentos e a capacidade de geração de idéias e de inovação da força de trabalho; 
O capital estrutural, a parte do capital intelectual que realmente pertence à empresa, os bancos de dados, os manuais de procedimento, enfim, tudo aquilo que não pode ser levado embora quando um funcionário deixa a empresa; 
O capital dos clientes, o valor da franquia da empresa, do relacionamento com os clientes, a lealdade à marca da empresa e a capacidade de a empresa conhecer as necessidades de seus clientes e antecipar soluções para seus problemas futuros. 

Analisando este último componente, podemos verificar como os vendedores podem tornar mais efetiva sua forma de atuação objetivando a alavancagem do capital dos clientes. Entre outras ações, os vendedores:

Têm grande responsabilidade na criação e manutenção de relacionamentos mutuamente benéficos com os clientes; 
Apresentam grande potencial para a obtenção de informações preciosas sobre os clientes; 
Podem sugerir, a partir de sua proximidade com os clientes, o desenvolvimento de produtos novos para usos já existentes, de novos usos para produtos já existentes e de produtos novos para novos usos. 

Tudo isso aumentaria a satisfação, a lealdade e a confiança do consumidor na sua empresa, elevando, conseqüentemente, o capital dos clientes e o capital intelectual dessa mesma empresa. Mas, para isso, é preciso que as empresas adotem uma nova postura.

As qualificações, habilidades e conhecimentos dos vendedores devem ser renovados através de treinamento e desenvolvimento. O vendedor deverá possuir uma visão dupla: uma especialista, voltada para as estratégias e técnicas de vendas, e uma generalista, envolvendo aspectos das ciências sociais e do comportamento do consumidor e aspectos tecnológicos do produto e do processo produtivo. 

 

Também a troca de experiências e conhecimentos entre os membros da equipe de vendas deve ser estimulada. Mas isso apenas não basta.

É preciso que a empresa modifique seus sistemas gerenciais, como o próprio treinamento e desenvolvimento, mas também, por exemplo, o sistema de remuneração. 

 

Este deve beneficiar os vendedores que ampliam seus horizontes de conhecimento e que atuam no sentido de alavancar o capital intelectual da empresa.

Finalmente, a alta administração deve estar aberta a modificações nos valores e princípios cultuados pela empresa, incentivando, entre outros aspectos, uma postura voltada para o longo prazo, visando à criação e manutenção de relacionamentos com clientes com base na ética e que privilegie os ativos de conhecimento da empresa.

SR. PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA
DIRETOR DO INSTITUO MVC

Diretor do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. - Nos últimos 3 anos realizou trabalhos de consultoria e treinamento para empresas do porte de Accor Brasil, ADP Systems, Companhia de Cimento Votorantim, Deca, Embratel, Furnas, Globosat, Michelin, Nestlé, Perdigão, Sendas, Siemens, Telemar, Telet e Xerox. É coordenador técnico do MBA em Gestão Estratégica de Serviços e professor da Escola de Pós Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (Gestão de Saúde, Gestão Empresarial e Marketing). - Co-autor do livro Gestão Social: metodologia e casos – Editora FGV -, é responsável por uma coluna mensal sobre Marketing na revista Conjuntura Econômica (FGV) e publica regularmente artigos e resenhas nas revistas Case Studies (IBMEC), Gestão Cooperativa, venda Mais e Rumos. em parceria com Luís Meireles está escrevendo o livro Negociação e Influência (título provisório).

Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br 

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" REFLEXÃO "

" A HARMONIA E A DESARMONIA NAS RELAÇÕES "
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SR. PROF. EUGÊNIO MUSSAK

EDUCADOR

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O Homem é um ser gregário, ou seja, faz parte da grei, do grupo, do bando, do rebanho, ou se desejar, da sociedade. Não fomos concebidos para viver isoladamente. A sociedade humana é construída para que ocorra divisão de tarefas,facilitando a vida de todos e aumentando a capacidade individual da sobrevivência. 


O interessante, no entanto, é que o homem não consegue viver sozinho, mas ainda não aprendeu muito bem a viver em grupo. Tem alguma dificuldade para lidar com as diferenças, esquecendo-se que é delas que nasce a diversidade criativa. É para isso que serve a educação. Para criar pessoas capazes de conviver harmoniosamente, retirando desse convívio, não apenas o aumento da capacidade de viver, mas também o prazer e a possibilidade de crescimento pessoal. 


A Biologia é uma ciência que sempre tem o que nos ensinar, e colaborar como nosso comportamento, especialmente considerando que também somo objetos de seu estudo, pois somos, em princípio, queiramos ou não, animais. Um dos capítulos mais curiosos é o que estuda as relações, harmônicas e desarmônicas que os seres vivos estabelecem entre si. Três chamam a atenção, e podem ter aplicações incríveis para a compreensão das próprias relações humanas. Vejamos.


COMENSALISMO: Por definição é o ato de comer junto. Duas pessoas sentadas à mesma mesa, repartindo uma refeição estão praticando comensalismo. Seria correto dizer: “põe mais um prato na mesa, pois vamos receber mais um comensal”. Na Natureza, o comensalismo é considerado uma relação harmônica, pos ninguém sairá prejudicado. O piloto, aquele peixinho que costuma acompanhar o tubarão onde quer que ele vá, é um comensal. Alimenta-se dos restos que o tubarão despreza após sua refeição estar completada. O piloto é beneficiado e para o tubarão é indiferente. Uma pessoa almoçando na casa de outra será um comensal, desde que convidado, ou desde que tenha avisado antes, senão muda de categoria.


PARASITISMO: Relação desarmônica. Um dos indivíduos será beneficiado, mas em detrimento de outro que será prejudicado. Um verme no intestino de uma pessoa é um parasita porque ele se alimenta de parte do alimento dessa pessoa, o que a enfraquece, ou pior, se alimenta dos próprios tecidos dessa pessoa. A lombriga come nossa comida, o amarelão suga nosso sangue. É nessa categoria que pode se classificar o indivíduo do parágrafo anterior, se apareceu para almoçar sem ser convidado e sem avisar, pois pode estar prejudicando o dono da casa, despreparado para a visita.


SIMBIOSE: Também chamada Mutualismo. É a melhor das relações. É harmônica bilateral, ou seja, ambos são beneficiados. Você já viu aquela cena, aparentemente suicida do passarinho bicando entre os dentes de um jacaré? Um bom exemplo de simbiose, pois enquanto o passarinho retira dali seu alimento, que são os restos alimentares do réptil, está também fazendo a higiene bucal para o próprio. Nada mais adequado. O jacaré jamais abocanha o passarinho, pois precisa dele. Nesse caso, a junção é opcional, pois eles até poderiam viver separados, mas também há casos de simbiose obrigatória, como o líquen, um organismo duplo, encontrado em florestas, e formado pela junção de dois indivíduos que simplesmente não conseguem viver separados: a alga e o fungo. O fungo absorve água do solo, coisa que a alga não consegue fazer, e esta, por sua vez, realiza a fotossíntese, o que não está entre as habilidades do fungo, e depois repartem a refeição. 


No comensalismo, um é beneficiado e o outro é indiferente, no parasitismo um é beneficiado e o outro prejudicado, no mutualismo ambos são beneficiados. Nas relações comerciais, os especialistas chegaram às mesmas conclusões. O melhor tipo de negócio que podemos fazer é o que garante o ganha-ganha. O ganha-perde, ou mesmo o ganha-tanto faz não prosperam, pois não têm o valor agregado da satisfação mútua. E ambos migram, com o tempo, para o inevitável perde-perde. 


O mutualismo é o único sistema viável, pois há interesse em ambas as partes pelo bem estar do outro. Um torce pelo outro. É um jogo em que é impossível perder. Tem jogo melhor? O homem, graças à sua inteligência, inventou ainda mais uma alternativa, a do mutualismo sinérgico, em que o conjunto é maior do que a soma dos valores das partes. Bela aplicação da inteligência humana.


Tudo isso serve apenas para uma rápida, mas profunda reflexão. Como estão afinal, suas relações? Sem esquecer que o tipo de relações que conseguimos estabelecer com o mundo define que tipo de pessoas somos, e qual o valor que a sociedade nos atribui. Bom tema para ocupar os momentos de autoterapia!
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SR. PROF. EUGÊNIO MUSSAK
EDUCADOR

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Consultor de empresas na área de educação corporativa e desenvolvimento humano. Professor de biologia e fisiologia humana desde 1971. Docente da Universidade do Professor do Paraná. Professor colaborador do MBA de RH da Universidade de São Paulo–USP. Colunista do portal da revista Você S/A, da revista Vencer! e colaborador da revista Superinteressante. Considerado pela imprensa (revistas Veja e T&D) um dos palestrantes mais influentes da atualidade. Formado em Medicina pela UFPR, especialista pela Universidade da Califórnia (UCLA) e pelo Instituto Biosystem da Argentina, dedicou-se à Fisiologia , modalidade da medicina que aplicada ao esporte, estuda o desenvolvimento de competências críticas à prática de uma determinada atividade esportiva. Ao lado do Doutor Keneth Cooper, em Dallas (EUA), iniciou a migração desse conceito para atender às necessidades profissionais em empresas. 
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" PIADAS  DO  SDR"

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PIADAS DE COR AZUL = LINDINHAS  -  PIADAS DE COR ROXA = PICANTES  -  PIADAS DE COR VERMELHO = PAHHHH

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Maitre, faz 20 minutos que pedi ao Garçom uma garrafa de vinho da casa!!!
Vai ter que esperar mais 20, porque mora um pouco longe!!!

No meio de uma visita de rotina, o presidente daquela companhia, chega ao setor de produção e pergunta para o encarregado: - Quantos funcionários trabalham neste setor ?
Depois de pensar por alguns segundos, ele responde:- Mais ou menos a metade, Senhor!

Dois amigos no povoado falando: - Viste a fulana, a tia da tenda ?
- Sim!
- Eu já comi ela...
- E lembras da filha do Mengano ?
- Sim!
- Pois é. Eu também já comi ela...
- Mas que coisa... - Tu e tua mulher estão comendo a cidade toda ne...? 

Passa um careca por um corcunda e lhe pergunta: - O meu, que levas na mochila ?
Teu pente, grandíssimo F... de uma P...!!!

-Que te acontece Fulano, estás com algum problema ?
-O que tenho é uma frustração da P., que pariu!!! 
-Eu estava orgulhoso de como deixava a minha mulher. Quando ela chegava ao orgasmo, era uma coisa tremenda: se estremecia, brincava, soltava gemidos, virava os olhinhos e os deixava em branco...
-Já sei, foste a descobrir que era fingimento ?
-Que nada! Descobri que era epilética

Dois canibais estão conversando num canto da aldeia, quando passa uma mulher muito bonita mas sem um dos braços e sem um pedaço das nádegas. 
O primeiro canibal cutucou o segundo e disse todo orgulhoso: - É essa ai que eu to comendo!

Um sujeito procurou um médico porque soltava muitos gases. Explicava ao doutor que lidava com pessoas importantes e era desagradável ficar o tempo todo peidando, embora seus peidos não fedessem e nem fizessem barulho. 
O médico passou um remedinho e dias depois, o cidadão voltou: 
- Doutor, o senhor quer acabar comigo! Antes os gases não fediam... agora são podres! 
E o médico tranqüilo: 
- Então toma esse remédio. Porque o nariz eu já curei, agora só falta o ouvido!

O Super-Homem estava em casa com uma vontade louca de dar uma volta, beber uma cervejinha e, quem sabe, descolar umas gatas... Então foi dar uma volta pela cidade e usando sua super-visão, reparou que a Mulher-Maravilha estava na cobertura dela, na cama, completamente nua e se contorcendo de tesão. O Super-Homem ficou louco olhando aquela cena e pensando numa forma de possuir aquele corpo maravilhoso, sem perder a pose de paladino da justiça nem cair na boca do povo. Teve então uma grande idéia: "Vou usar a minha super-velocidade para dar uma tão rapidinha que ela nem vai saber o que aconteceu." 
Assim, cada vez mais excitado com a idéia de traçar a Mulher Maravilha, o Super-Homem se preparou e, mais rápido que um raio, passou voando, fez o serviço e saiu. Ainda nua e sobre a cama, a Mulher Maravilha pergunta:  - O que foi isso??? 
- Não sei... mas está doendo minha bunda!!! - responde o Homem-Invisível.

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Sistema de Representação para Representantes Comerciais

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SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO, VENDAS E SERVIÇOS SDR

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o sistema sdr já inclui NO PREÇO o uso em rede ilimitado sem custos extras E não tem taxa de manutenção mensal. a única taxa que o sistema sdr tem, é a anuidade de R$:120,00 para efeitos de suporte e atualização, com vencimento em março de cada ano (2007 bonificada).

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MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

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