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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 183 - 25.04.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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" LENDA DOS CÂNION MAIS BELOS DO MUNDO "

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em momentos críticos...

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Uma revista publicou há alguns anos um artigo sobre um fato sucedido depois de um incêndio, para queima e renovação das pastagens no Parque Nacional dos "Aparados da Serra", mais conhecidos pelo nome  -  "Cânion do Itaimbesinho", onde estão as fendas naturais mais belas do mundo, cruzadas por rios cristalinos e cachoeiras paradisíacas, cenário de muitas novelas e filmes. 
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Depois de dominado o fogo, começou o trabalho de rescaldo e reconhecimento dos estragos e prejuízos para o parque. Equipes de Bombeiros e guardas florestais recorriam as matas fumegantes e verificavam qualquer possível foco ainda por extinguir. Um dos guardas ali presentes encontrou uma ave carbonizada ao pé de um pinheiro de quase três abraços de largura. 

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A posição da ave era bastante estranha, pois não parecia que houvesse morrido tentando fugir ou tivesse ficado presa, simplesmente estava com as suas asas fechadas ao redor de seu corpo.  - Quando o guarda a tocou suavemente com uma vara, três pequenos filhotes vivos saíram por debaixo das asas.

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Defini-se que o instinto da ave, foi de proteger seus filhotes nesses momentos críticos, sabendo que eles não poderiam fugir do fogo. Ela não ficou com eles no ninho do pinheiro, onde a fumaça sobe e o calor se acumula, e sim os levou para a base daquela árvore e ali deu sua vida para salvar as deles, sabendo que é na sombra do pinheiro que fica a relva mais curta e menos seca, graças a sombra da árvore.

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O guarda tonto imaginando a cena, com o fogo rodeando-os, os filhotes assustados e a mãe muito decidida, infundindo paz para seus filhotes, como que dizendo-lhes: "não fiquem com medo, debaixo das minhas asas nada lhes acontecerá".

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Tão seguros estavam ali protegidos pelas penas da mãe, isolados do fogo, que nem sequer haviam saído dali depois de horas do incêndio apagado. Estavam totalmente confiados na proteção de sua mãe, e só ao sentir os golpes do guarda que pensaram que deveriam sair.
 

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Os CânionS dos Aparados da Serra
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A região dos Aparados da Serra é formada por vários canyons e desfiladeiros, em uma área que se estende do nordeste do Rio Grande do Sul até Santa Catarina. Tais formações resultaram de sucessivos derrames basálticos dos períodos Triássico e Jurássico, que cobriram a mais extensa área geológica conhecida para tal fenômeno, com formações similares apenas na África e na Bacia do Decan (Índia). Nos Aparados de Cambará do Sul, são três os canyons mais conhecidos: ltaimbezinho, Fortaleza e Malacara. Lugares tão encantadores quanto perigosos, onde campos e riachos acabam de repente diante de abismos. O clima é marcado por intensas variações. As tempestades aumentam e baixam rapidamente. No inverno as temperaturas caem facilmente a marcas abaixo de zero. Os nevoeiros, comuns em todas as estações, surgem rapidamente do fundo dos canyons. Em poucos minutos a cerração espalha-se por vastas áreas, transformando tudo em uma espécie de caldeirão de vapores frios. Esse fenômeno deve ser observado com atenção, pois representa um dos maiores riscos de perda de orientação para os ecoturistas. As bordas dos canyons abrigam espécies de plantas e animais que já não são mais vistos com facilidade em outras regiões do estado e do País.

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ANÓNIMA
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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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MENU DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" nº183

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.DICA DA SEMANA DA EQUIPE DO SDR - "EM MOMENTOS CRÍTICOS - LENDA DOS CÂNIONS"

 CARTAS DE AGRADECIMENTO

ARTIGO I - "NÃO VENDA NADA"- SR. PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES

 DICAS E CURIOSIDADES DA EQUIPE DO SDR

 ARTIGO II - "EMPRESA É LUGAR NATURAL DE CONFLITOS" - SR. PROF. HAMILTON BUENO

 REFLEXÃO - "UMA PESSOA COMUM" - AUTOR ANÔNIMO

 ARTIGO III - "COMO ASCENDER SUA EQUIPE" - SR. PROF. JOÃO BAPTISTA VILHENA

 PIADAS DA EQUIPE DO SDR

 ARTIGO IV - "COSMOPÉDIA" - SR. PROF. SÉRGIO VELASCO

 FUTURO - TENDÊNCIAS - IDÉIAS - PENSAMENTOS DA EQUIPE DO SDR

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" CARTAS DO JORNAL 182"

PAULO KAJIWARA - HARMAN - EQUIGAS-  Aquecedores centrais de água a gás instantâneos
Recebi um jornal de um amigo e gostei da variedade de informações, curiosidades, e assuntos que fazem nos refletir... além das piadas!

SIMONE RUIZ - COLAIK - COLLINS & AIKMAN (USA)
Terei imenso prazer em fazer parte do cadastro do SDR.
Sucesso !!

JULIANA DE OLIVEIRA RAMOS
Conheço a SDR, através da empresa que trabalho, mas fiz um curso de Administração e adorei os assuntos e as matérias que vocês enviam. Por este motivo estou me cadastrando, não quero perder estas informações, que são excelentes. 

Obrigado!

jamil nassarden
Espero aprender muito com a SDR. 

Gostei dos artigos, são excelentes. 

PATRICIA DANIELE SOUZA DE ALMEIDA - GASOMAX
Com o jornal SDR fica mais fácil de se levar a semana.

LUCIANA C ALVES ARANTES
Este jornal e de suma importância para mim. 

Serve como meu oxigênio em vendas.

VALMÁRCIA DE OLIVEIRA LOPES
GOSTO MUITO DESTE JORNAL!

LUCIANO RIBEIRO ARANTES
Este jornal e de muita importância para nos profissionais de vendas.

EDUARDO FRACARO
Gostaria de receber informações a respeito sobre técnicas de vendas e de fidelização de clientes.
ANTONIO HENRIQUE 
Gostei muito do site e vou repassar para os amigos.
CÉSAR AUGUSTO PEDROLLO
Textos de alta motivação e textos relacionados a Vendas.
HERMENSON LIMA
Gostaria de saber se existe um versão impressa para que possamos assinar.
FÁTIMA CEZAR - BRASILCOTE  IND. DE PAPÉIS LTDA
LEGAL!!

KELLY CORREIA DE MELO
Já fiz o cadastro uma vez, recebo e-mail do SDR, mas não consigo ter acesso a leitura do jornal.

Por favor envie-me informações. 

Atenciosamente,

Walter José Fernandes
Estou me cadastrando neste momento , emitirei comentários futuros após acompanhar as edições
HELIO ALFREDO M.FERREIRA
QUERO RECEBER O JORNAL!

RONALDO GUILARDUCCI

Gostaria de receber as novidades de vocês. 

Grato.

walter
ESTE JORNAL E ÓTIMOOOOOOOO!!

VILMARA VIEIRA - PRODUTOS ALPES DE LIMPEZA
Gostaria de receber o jornal SDR. 

Obrigada.

MARCOS MOREAU CARVALHO LOPES
Acredito que este jornal irá contribuir muito para meu crescimento profissional.

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DEDICADO AOS NOVOS E VELHOS ASSINANTES

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.O CAVALO E O SOLDADO


Um soldado, durante uma guerra, alimentou com cevada o seu cavalo, seu companheiro de esforços e perigos.
Mas acabada a guerra, o cavalo foi empregado em trabalhos servis e para transportar pesados volumes, sendo alimentado unicamente com palha.

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Ao anunciar-se uma nova guerra e ao som da trombeta, o dono do cavalo o aparelhou, se armou e o montou. Mas o cavalo exausto caia a cada momento. 

 

Por fim disse ao seu amo: - Vai, ficarás melhor entre a infantaria, pois do cavalo que fui me hás convertido em asno. Como queres fazer agora de um asno um cavalo?

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MORAL:  - "Nos tempos de fartura, é quando nos devemos preparar para as épocas críticas!"  - ESOPO

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 COM CARINHO DA EQUIPE DO SDR

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. NÃO VENDA NADA!
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.PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES

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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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http://www.bizrevolution.com.br    -    ricardom@bizrevolution.com.br 
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Pintura de Pablo Picasso - DANCE OF YOUTH

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“Eu não sei qual será o seu futuro, mas uma coisa eu sei, os únicos que serão felizes são aqueles que encontrarem uma maneira de ajudar os outros. Você não precisa ter MBA para ajudar. Você não precisa convencer os outros das suas verdades. Você precisa apenas de um coração cheio de graça e uma alma cheia de amor”. .Autor desconhecido. 

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Na próxima vez que você encontrar o seu cliente, NÃO VENDA NADA! Ao invés de empurrar coisas, APRENDA. Ao invés de vender coisas, AJUDE

Se a sua empresa for composta de bons profissionais de vendas, eles devem ter acordado hoje pela manhã com uma grande vontade de fazer dezenas de contatos com os seus clientes para vender os seus produtos e serviços. 

Entretanto,
95% dos vendedores irão contatar os seus clientes e fazer a seguinte pergunta: “Você está precisando de alguma coisa?” e ponto final. - Ninguém pergunta mais nada! 

O grande problema é que se o cliente responder “Sim, eu estou precisando de X", a empresa estará atendendo o cliente (e não vendendo de verdade). E se o cliente responder “Não, não estou precisando de nada”, a empresa não terá mais nada para falar. 

Você já reparou também que a chamada “Pesquisa de Satisfação de Clientes” da sua empresa (quando existe pesquisa...) é incrivelmente egoísta? 
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Em 98% das pesquisas de satisfação de clientes você irá encontrar perguntas do tipo, 

  • “Você gostou do nosso produto?”, 

  • “Você gostou do nosso preço?”, 

  • “Você está satisfeito com o nosso atendimento?”, 

  • “Qual parte do nosso serviço você mais se identifica?”, 

  • “Você tem alguma sugestão para dar a nossa empresa?” e por aí vai. 

Essas pesquisas se auto-denominam “pesquisas de satisfação”, mas eu pergunto, satisfação de quem?

  • Do cliente?!?! 

  • Você tem certeza?!?!?! 

As pesquisas de satisfação de clientes das empresas fabricantes de charretes, ferrovias, televisores preto & branco, etc., também apontavam um alto índice de satisfação dos seus clientes, mas... QUEBRARAM! 

"Quando você tem a atitude de falar somente sobre
VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ, você limita as chances de receber uma sugestão realmente importante para o seu negócio". 

Se você quer saber se o seu cliente está realmente satisfeito, tenha a coragem para fazer perguntas do tipo: 

  • “Você realmente usou o produto que comprou? 

  • ”Como você usou? (você irá descobrir que o cliente descobriu novas utilidades para o seu produto).

  • “Aquilo que você comprou melhorou o desempenho da sua empresa? Como melhorou?”, 

  • ”O quê você vai aplicar imediatamente em sua empresa ou vida pessoal?”. 

Se você quer realmente aumentar as suas vendas, no próximo contato com o seu cliente, NÃO VENDA NADA! - Imagine-se sendo um médico e um paciente entra no seu consultório. 

  • O que você faz? 

  • Você não olha para o paciente e automaticamente recomenda a ele que tome isso ou aquilo, certo? 

Você primeiro faz perguntas sobre o seu estado de saúde, comportamento, histórico familiar etc., com objetivo de descobrir o que ele tem. Somente depois de conhecer o seu problema e suas REAIS necessidades, você “vende” alguma coisa. 

Remédios, computadores, carros, turbina de avião, serviços de consultoria..., não importa qual é o seu produto ou serviço. Não empurre nada,
APRENDA! Não venda nada, AJUDE

Nós vivemos em uma época em que a grande maioria das pessoas e empresas estão muito centradas em si mesmas.
"Nós queremos que os clientes confiem em nós, mas nós confiamos no cliente?" . 

É moda hoje em dia falar em "
negociações ganha-ganha, parcerias, trabalho em equipe”, mas quando questionado com a seguinte pergunta: “Quanto a sua empresa espera crescer esse ano?" 
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Como você responderia? 
Como a grande maioria das empresas? "Nós esperamos crescer 20% esse ano” 

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Ou como poucas e únicas?... 
“Nós esperamos AJUDAR os nossos clientes a crescer 20% esse ano”. 
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Não venda nada.   APRENDA!.     Não empurre nada. AJUDE!. 

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Nada menos que isso interessa. 
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QUEBRA TUDO!    Foi para isso que eu vim e vocês?   
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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br  

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DICAS DA SEMANA Nº181 DO WWW.SDR.COM.BR

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"É preferível dizer cem vezes não,  do que dizer um sim  e não cumprir COM a palavra"

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Anônimo

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Testando a sua própria estratégia

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Existe um e-mail que está circulando pela Internet nos últimos meses que me lembrou uma velha tática muito usada em marketing. É a parábola do jardineiro. 

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Se você quer saber como os seus funcionários estão servindo os seus clientes, nada melhor do que você se fazer passar por um cliente. Pegue o telefone e ligue para a sua empresa, e avalie como os seus clientes são tratados e o quão fácil seria fazer negócios com sua empresa. 

 

Avalie o tempo de espera, a dificuldade do funcionário em encontrar informações sobre produtos e serviços, a agilidade e sensibilidade do funcionário em entender e resolver problemas etc. 

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Se você quer saber como o seu cliente é tratado, seja um deles.

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Prêmios para colaboradores e equipes.

  • A sua empresa possui algum tipo de premiação em reconhecimento ao trabalho do seu funcionário? 

  • Algo como Funcionário do Mês ? 

  • Destaque do Mês ? 

  • Vendedor do Mês?

  • Representante do Mês?

  • Não ? 

Então pense a respeito. Esse tipo de reconhecimento pode fazer uma grande diferença na construção de um ambiente positivo na empresa. Selecione os critérios de avaliação e performance para recebimento do prêmio, e comece a premiar os seus funcionários ainda hoje. 

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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES - CONSULTORIA DE MARKETING 'BIZREVOLUTION"

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www.bizrevolution.com.br   -  ricardom@bizrevolution.com.br

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"Se não puderes ser uma estrela no céu, seja uma lâmpada em sua casa."

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Provérbio Árabe

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312 anos DO NASCIMENTO NA terraS DOS vikingS
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A companhia "HUSQVARNA" nasceu na Suécia e é originária da cidade que leva seu nome e celebra seu primeiro século de existência com sua fábrica de motos. Desde o ano 1986 sua lendária fábrica "Husqvarna Motorcycles" foi mudada para perto do lago Varese, na Itália, baixo o controle da MV Augusta, onde se produziram as motos ganhadoras de 46 dos 63 títulos mundiais com que conta a marca. As festas que começaram nos dias 8 e 9 de junho de 2003, quando se levará uma reunião histórica no povo natal do fabricante, contará com um desfile, onde participarão os pilotos que tem triunfado ao longo de sua história nos campeonatos de motos. Depois haverá a apresentação dos modelos 2004.
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A tradição dos produtos "HUSQVARNA" data do ano ano 1689, quando o Rei Carlos XI de Suécia ordenou a construção de uma fábrica de mosquetes a beira do rio "Husqvarna", na cidade de Jönköping. A força das águas do rio Husqvarna, foram aproveitadas para fundar uma central hidráulica. O nome “Husqvarna” provém dos termos suecos “hus”, casa, y “kvarn”, molino, e as origens das palavras se remontam além de 1529. 

A primeira máquina de costura da Husqvarna - "North Star" - foi lançada em 1872. A fundição de Husqvarna fabricou uma variedade de produtos, desde fogões a lenha, máquinas de moer carne e moer grãos, até modernos aparelhos domésticos, reconhecidos mundialmente pela sua qualidade.

 Husqvarna foi o principal fabricante sueco de bicicletas de 1896 a 1962. O desenvolvimento de moto-cicletas começou em 1903 e o primeiro modelo foi lançado em 1914. As motocicletas de Husqvarna continuaram com a tradição de qualidade e valores superiores e ganharam inúmeras corridas e prêmios. Durante os anos cinqüenta, a construção de motores na indústria Husqvarnia, não esteve dedicada exclusivamente a fabricar ciclo-motores e motocicletas de estrada e pistas. Em 1956, se lançaram os primeiros cortadores de grama motorizados, seguiram as moto-serras e os motores fora de borda. A primeira moto-serra da "Husqvarna" a modelo 90, foi lançada em 1959.
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Atualmente "Husqvarna" é um dos principais fabricantes mundiais de produtos para bosques e matas. A maioria dos produtos se fabricam em 4 fábricas situadas na Suécia. A maior está em Huskvarna, onde também está a oficina principal. As outras fábricas estão situadas em Brastad, Ödeshög e Tandsbyn. A maioria dos produtos provém destas fábricas, onde além de produtos produz também acessórios.
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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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Alguns ouvem com as orelhas, alguns com o estômago, alguns com o bolso 

e alguns não ouvem em absoluto.

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Khalil Gibran

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GARANTA SEM EXAGERAR

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Ofereça uma garantia mas não exagere: garantias são necessárias para aumentar a credibilidade, mas não tente vender enfatizando exageradamente a garantia em detrimento dos benefícios.

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Alguns vendedores exageram nesse tipo de venda, e depois colhem exatamente o que plantaram: clientes exigindo o seu dinheiro de volta. 

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SR. PROF. SÉRGIO FUX

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"A terra atrai tanto, que os anciãos andam curvados" 

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Provérbio armênio

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" EMPRESA É LUGAR NATURAL DE CONFLITOS "

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SR. PROF. HAMILTON BUENO

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DIRETOR

HAMILTON BUENO E ASSOCIADOS


Uma das primeiras histórias que a história conta para a maioria dos ocidentais não é de paz : Caim e Abel não conseguiram dividir o mundo todo em duas partes; um matou o outro. De fato, o homem é o único animal que não tem mecanismos inibidores de agressividade e a usa para muito mais do que a defesa estrita do seu território.
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A seleção da humanidade se fez por muito tempo segundo os critérios de agressividade. 

Como estranhar que a empresa, lugar do homem, seja lugar também dos conflitos ?
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A empresa torna-se um lugar privilegiado para os conflitos, quando pensamos que, além de todas essas reflexões, os critérios seletivos usualmente utilizados são altamente “colaboradores” de situações conflitivas. 

Quando uma empresa seleciona um arquivista, geralmente procura uma pessoa com características como organização, concentração e, de preferência, pouca ambição. Quando a seleção interna funciona nos planos de carreira, os critérios para a ascensão gerencial são muito diferentes. Nenhuma empresa procura gerentes pouco ambiciosos, mas, ao contrário, ela os quer agressivos e com “
garra”. 

Durante a sua carreira, os critérios de avaliação pelos quais os gerentes são submetidos são impulsores de competitividade e agressividade. Dessa forma, à medida que a pirâmide organizacional se afunila, aumenta o número de agressivos no meio, ao mesmo tempo em que a oferta de poder evidentemente também se afunila. É natural, portanto, que a agressividade exigida pelo meio transforme-se em conflito entre os pares, subordinados e superiores, uma vez que a procura de poder não é inelástica como a oferta. 

Se o residual agressivo não for trabalhado com maturidade e inteligência, os “
jogadores” desse esquema podem pagar altos preços pessoais, bem como a organização como um todo que vê os seus resultados comprometidos pelo processo. 

Se a energia despendida na competitividade fosse gasta na busca da solução de problemas comuns e não na tentativa de firmar posições pessoais nos jogos políticos inerentes às funções gerenciais, os resultados seriam muito mais saudáveis para todos. 

Isso resulta em uma densidade extrema de situações em que se combinam as diferentes etapas de três caminhos principais (segundo Mary Parker Follet, “The collected Papers of Mary Parker Follet” , Harper and Brothers Publishers, 1940, e segundo Michael Fustier “O conflito na Empresa” , Ed. Martins Fontes: 
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I O caminho da recusa do conflito, que conduz à impossibilidade ou recusa do diálogo, inquietação, irritabilidade, ansiedade e até a estados graves de neurose.
O conflito reprimido é, de certa forma, mantido pelas práticas gerenciais comuns às organizações. A empresa é um lugar onde se trabalha e se fala pouco. As opiniões são “censuradas” , gerando contatos superficiais. Nesse ponto, os superiores, de modo mais incisivo que os subordinados, são privados das informações reais e, à vezes, indispensáveis.
Não é incomum encontrarmos chefes cercados de “homens fiéis” , funcionando como muralhas de aprovação, de lealdade, cooperação, que os protegem de informações indesejáveis.
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II O conflito declarado - é o caminho da guerra, da luta que resulta da intenção declaradas da partes em confronto de recusar a outra.
No caminho do conflito declarado, a situação dos adversários agrava-se comparada com o caminho do conflito reprimido; cada um vê o outro através da ótica da sua insatisfação, os gestos mais simples são mal interpretados, as comunicações mais elementares não são mais aceitas. Objetivos não são alcançados pelo desgaste de tempo e energia em lutas pessoais. 
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III O conflito assumido - é o caminho da solução do problema, onde cada uma das partes aceita examinar com a outra a situação criada e leva seu esforço até a colocação em prática de uma solução. O conflito é transformado num problema a ser resolvido.
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Transformar um conflito num problema a ser resolvido é uma atitude mental que não está à disposição das pessoas no momento em que elas precisam. É uma forma de encarar as coisas, que depende tanto dos valores de um indivíduo quanto das práticas gerenciais vigentes no contexto organizacional em que ele está vivendo. Restabelecer as comunicações numa organização significa desde o restabelecimento das comunicações do homem consigo mesmo até as dele com a empresa. 

Ao longo do processo de socialização introjetamos uma matriz autoritária disseminada na família e na escola. Ela se fará presente em todas as relações interpessoais do adulto.

Portanto, o caminho do conflito assumido como prática organizacional não será conseguido apenas pela disseminação deliberada desse valor, mas pela operacionalização desse valor em todas as práticas gerenciais e pela consideração indispensável dos processos individuais de relação com a autoridade. 

Os conflitos nas empresas se encadeiam e se multiplicam. A ausência deles, sonho de muitos, seria a estagnação dos processos sociais. 

A resolução deles, a resolução real, sem proposições provisórias de compromissos não efetivos, permite a evasão dos indivíduos de seus quadros rígidos de referência e a utilização do seu potencial criativo, resgatado para o progresso das instituições e das pessoas.

 

Tereza Maria C. Vianna - Texto adaptado por Hamilton Bueno
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SR. PROF. HAMILTON BUENO


DIRETOR
HAMILTON BUENO E ASSOCIADOS

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Especialista em gestão por resultados (Who-Is-Who International), diretor no Brasil, da ILC - Internacional Leader Center, empresa classe mundial com metodologia exclusiva para melhoria da produtividade pessoal e organizacional. Especializado em Psicodrama, Advogado, Administrador e MBA em Administração pela USP, com cursos de extensão no exterior (New York University). - Professor universitário de pós-graduação da FAAP e FACESP.

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Palestrante em congressos, convenções e em eventos nacionais e internacionais
Expert em formação de equipes de alta performance, credenciado pela Richard Chang Associates, dos Estados Unidos.

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Eleito Profissional do Ano 1997, pela Who-Is-Who International. Autor de inúmeros artigos para jornais e revistas de circulação nacional ü Quatro livros publicados; todos estão na 2a ou 3a edição, somando mais de 45 mil exemplares vendidos.

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Autor do Programa de Marketing e Vendas, focado em Estratégia e Atitudes: “Gestor de Negócios e Relações Empresariais” (2 livros, Plano de Ação, Plano de Metas e 4 CDs). Facilitador dos programas de formação de líderes empresariais – Sebrae Ideal.
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Fone: 11-9995-6190 - 14-3842-3077 - hamilton@ilcbrasil.com.br - www.hamiltonbueno.com.br/loja 
Rua Armando Chinatto, 360 - São Manuel - (SP) CEP: 18650-000 - BRASIL 

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" SOU UMA PESSOA COMUM "

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AUTOR DESCONHECIDO

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ENVIADO POR

DRA. SILVANA BAUMKARTEN - PSICÓLOGA.

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REENVIE ESTE TEXTO A QUANTAS PESSOAS COMUNS VOCÊ CONHECER 

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" Sou uma pessoa comum.     Fui criado com princípios morais comuns.

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Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação a segurança era a de que os "lanterninhas" dos cinemas nos expulsassem devido as batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.

Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder mal educadamente a policiais, mestres, idosos, autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais/mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade. Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.

Ouvindo hoje o jornal da noite, deu-me uma tristeza infinita por tudo que perdemos. Por tudo o que meu filho precisa temer. Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos. Matar os pais, os avos, violentar crianças, seqüestrar jovens, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidades de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial.

Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas. Policiais em blitz são abuso de autoridade. Regalias em presídios são matéria votada em reuniões. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem e ser otário. Pagar dívidas em dia e bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão. Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos.

O que aconteceu conosco? Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas portas e janelas. Crianças morrendo de fome, gente com fome de morte.

Que valores são esses? - Carros que valem mais que abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano. Celulares nas mochilas dos que recém largaram as fraldas. TV, DVD, telefone, vídeo game, o que vai querer em troca desse amasso, meu filho? Mais vale um Armani do que um diploma. Mais vale um telão do que um papo. Mais vale um baseado do que um sorvete. Mais valem dois vinténs do que um gosto.

Que lares são esses? Bom dia, boa noite, até mais. Jovens ausentes, pais ausentes, droga presente e o presente uma droga. O que é aquilo?
Uma árvore, uma galinha, uma estrela.
Quando foi que tudo sumiu ou virou ridículo?
Quando foi que senti amor pela última vez?
Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho?
Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo?
Quando foi que fechei a janela do meu carro?
Quando foi que me fechei?


uero de volta a minha dignidade, a minha paz e o lugar onde o bem e o mal são contrários, onde o mocinho luta com o bandido e o único medo é de quem infringe, de quem rouba e mata.
Quero de volta a lei e a ordem.
Quero liberdade com segurança.
Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores.
Quero sentar na calçada e ter minha porta aberta nas noites de verão.
Quero a honestidade como motivo de orgulho.
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho.
Quero a vergonha, a solidariedade e a certeza do futuro.
Quero a esperança,a alegria.
Eu quero ser gente e não peça de um jogo manipulado por TV a cabo.
Eu quero a noticia boa, a descoberta da vacina, a plantação do arroz.
Eu quero ver os colonos na terra, as crianças no colégio, os jovens divertindo-se, os velhinhos contando histórias.
Eu quero um emprego decente, um salário condizente, uma oportunidade a mais.
Uma casa para todos, comida na mesa, saúde a mil.
Quero livros e cachorros e sapatos e água limpa.
Não quero listas de animais em extinção.
Não quero clone de gente, quero cópia das letras de música.
Eu quero voltar a ser feliz!
Quero dizer basta a esta inversão de valores e ideais.
Quero mandar calar a boca de quem diz "qual que é", "a nível de", "neste país", "enquanto pessoa", "eles tem que", "é preciso que", "exercer a cidadania", "resgatar..."


Quero xingar quem joga lixo na rua, quem fura a fila, quem rouba um lápis, quem ultrapassa a faixa, quem não usa cinto de segurança, quem não paga a conta, quem não dignifica meu voto.


Quero rir de quem acha que precisa de silicone, lipoaspiração, implante, dieta, cirurgia plástica, conta no banco, carro importado, laptop, bolsa XYZ, calça ZYX para se sentir inserido no contexto ou ser "normal".

Abaixo a ditadura do "tem que", as receitas de bolo para viver melhor, as técnicas para pensar, falar, sentir! Abaixo o especialista, o sabe-tudo rodeado de microfones e câmeras!
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Abaixo o "ter", viva o "ser"!

E viva o retorno da verdadeira vida, 

simples como uma gota de chuva, 

limpa como um céu de abril, 

leve como a brisa da manhã!

E definitivamente comum, como eu.

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SDR - Sistema de Representação - 51 - 3388-2471
Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2002, SDR.

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" COMO ASCENDER SUA EQUIPE "
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SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA

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DIRETOR
Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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CONHEÇA OS AUTORES DAS PINTURAS NO FINAL DO TEXTO 

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Em tempos de guerra e crise Argentina, cabe aos executivos se perguntar sobre o que fazer para manter sua equipe motivada e permanentemente atenta às oportunidades que as crises insistem em criar em meio as maiores turbulências.
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O Prof. José Roberto Whitaker Penteado, um dos meus gurus em marketing, me ensinou que é preciso ter em mente que as pessoas se motivam, basicamente, em duas situações:
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  • em caso de vida ou morte; 

  • quando percebem motivos lógicos, claros, racionais e de seu interesse para agir. ..

Ao conduzir o módulo de vendas para uma das turmas do MBA em Marketing da FGV aqui no Rio de Janeiro, lembrei-me da lição aprendida com José Roberto.
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Pretendendo ilustrar a questão a motivação, exibi para esta turma um vídeo preparado pelo Círculo dos Profissionais de Venda – entidade baseada em Curitiba. Tratava-se do depoimento de Gonçalo Borges, profissional formado em Propaganda e Marketing e dono de uma pequena empresa de artes gráficas em São Paulo.
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O vídeo começa com opiniões de pessoas visivelmente incomodadas com a situação brasileira. Rapidamente elas vão apontando questões que indubitavelmente afligem a todos nós: falta salário no final do mês, governo inoperante em áreas-chave, o país não inspira a confiança necessária, etc e tal. 

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Após essa sequência, o protagonista do filme é apresentado como uma pessoa comum, dono de um pequeno empreendimento que emprega 5 pessoas e sujeito às mesmas chuvas e tempestades que preocupam a qualquer empresário. 

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Apenas um fato torna Gonçalo diferente da maioria de nós: ele nasceu com os dois braços completamente atrofiados.

Tentando dar uma dimensão mais real do que isso significa, a câmera corta do plano americano – no qual não se vêem os braços – para uma imagem do cotidiano de Gonçalo, que aparece preparando uma proposta de serviços usando não as mãos, mas os pés para datilografá-la.
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Durante 10 minutos o empresário fala sobre o desafio que sua condição física lhe impôs e conta que, para superar o preconceito que seu estado físico acaba por gerar, recorreu o tempo todo a sua reserva interna de entusiasmo.
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Falando sobre como enfrentar desafios, Gonçalo diz que, há alguns anos, decidiu conhecer o Japão. Sem falar uma só palavra do idioma local - e dependendo da ajuda de outras pessoas até mesmo para pode se vestir – tomou sozinho um avião e "foi à luta". 

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Sobreviveu sem precisar implorar por ajuda e ainda obteve inspiração para produzir uma série de pinturas que acabaram premiadas em alguns certames internacionais (para pintar, Gonçalo segura o pincel com a boca).
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Em outro momento, decidiu que, "para garantir plenamente o meu direito de ir e vir", estava na hora de dirigir o próprio carro. Projetou uma série de adaptações que seriam necessárias para poder usar os pés – e não as mãos – para segurar e dominar o volante, prestou todos os exames escritos e partiu para a prova de trânsito. 

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O órgão oficial, responsável pela emissão da carteira de motorista, tentou impedi-lo com argumentos como: e se você sentir coceira nos pés? e se seus pés ficarem suados com o esforço dispendido e isto dificultar a direção? Respondendo que coceira e suor davam tanto nas mãos quanto nos pés, Gonçalo conseguiu ser submetido a todas as provas e foi considerado apto.
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Terminada a exibição, perguntei a meus alunos se a motivação de Gonçalo para enfrentar suas limitações físicas devia-se ao fato dele não ter outras opções ou era fruto de uma crença inabalável na sua própria competência. Como houve consenso quanto a segunda hipótese, continuei a discussão introduzindo a idéia do José Roberto e perguntando como fazer para que as pessoas de uma organização encontrem razões de seu próprio interesse para enfrentar essa enésima crise pela qual passa o Brasil.
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O consenso deixou de existir. Alguns alunos disseram que era impossível não ser contaminado pelo pessimismo, na medida em que, todos os dias, os jornais só fazem falar da crise. Outros disseram que era necessário praticar uma espécie de autismo, ficando a margem do que está acontecendo. Houve quem sugerisse o estoicismo como solução. Disseram elas que, se esperarmos o mínimo da vida, tudo o que nos for oferecido será considerado acima da expectativa e portanto melhor do que poderíamos supor.
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A discussão não permitiu uma conclusão única – houve, inclusive, aqueles que disseram que o filme era piegas e apelativo, incitando a uma postura do tipo auto-ajuda. Mas todos concordaram que o tema era praticamente atemporal, em se tratando do Brasil.
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Como você vêm lidando com esta questão? Será que está fazendo pelo menos a sua parte? Ao trabalhar na sua empresa as pessoas se sentem envolvidas em um projeto mais amplo do que apenas sobreviver e ganhar algum dinheiro?
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Minha angústia – que imagino seja sua também – é que se não formos capazes de dar aos nossos empregados e a nós mesmos uma razão e um sentido mais amplo para o trabalho, em pouco tempo, estarei lembrando do José Roberto não pelo que ele me ensinou sobre marketing, mas sim pelo fato de sua tese de doutorado ser sobre Monteiro Lobato, o criador do Jeca Tatu.
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SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA
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DIRETOR
Instituto MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

Diretor do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. - Nos últimos 3 anos realizou trabalhos de consultoria e treinamento para empresas do porte de Accor Brasil, ADP Systems, Companhia de Cimento Votorantim, Deca, Embratel, Furnas, Globosat, Michelin, Nestlé, Perdigão, Sendas, Siemens, Telemar, Telet e Xerox. É coordenador técnico do MBA em Gestão Estratégica de Serviços e professor da Escola de Pós Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (Gestão de Saúde, Gestão Empresarial e Marketing). - Co-autor do livro Gestão Social: metodologia e casos – Editora FGV -, é responsável por uma coluna mensal sobre Marketing na revista Conjuntura Econômica (FGV) e publica regularmente artigos e resenhas nas revistas Case Studies (IBMEC), Gestão Cooperativa, venda Mais e Rumos. em parceria com Luís Meireles está escrevendo o livro Negociação e Influência (título provisório).
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br  

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PINTURAS

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As imagens apresentadas no texto são da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, fundada em 1956 por Erich Stegmann, que tem providenciado, por mais de 45 anos, uma vida independente para artistas que não têm o uso de suas mãos. Todos os membros dessa sociedade internacional são incapacitados de pintar usando suas mãos, e todos são beneficiados com a satisfação em poder ganhar seu próprio sustento, independente de caridade.

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Independência, Amor e Arte

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Os artistas associados recusam caridade, preferindo reter seu respeito próprio competindo em termos iguais com artistas normais; eles fazem de tudo para assegurar que sua Associação seja entendida como um trabalho, um negócio, e que não seja confundida com entidades filantrópicas, colorindo assim a apreciação pela sua arte por sentimento. A renda das vendas também provê bolsas para pintores com a boca ou com os pés, que primeiramente não podem atingir os padrões exigidos de um " membro", assim suas habilidades podem ser desenvolvidas e encorajadas. Além disso, subvenções são feitas para equipamentos especiais e tratamento em algumas circunstâncias.

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  . PIADAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR

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PIADAS  DE  COR AZUL = LINDINHAS 

PIADAS DE  COR  ROXA = PICANTES   

PIADAS DE COR VERMELHO = PAHHH

PIADAS DE COR VERDE = QUE NOJO!

PIADAS DE COR PRETO = PRECISA?

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HOTEL FAZENDA E        

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CONVIDAM AO CURSO DE EDUCAÇÃO BÁSICO PARA CASAIS

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Venha a desfrutar das belezas da serra gaúcha e da famosa fogueira da paixão, com seus amigos. Enquanto aproveita do maravilhoso clima e se adentra nos comes e bebes com seus colegas de dominó, baralho e sinuca, nossas treinadas e experientes consultoras, ensinaram as técnicas básicas do relacionamento, a suas queridas companheiras, do jeito que nossos avós o faziam...

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Reuniram todos os soldados no pátio do quartel e formaram uma linha, e o sargento diz: - Aquele que tenha uma navalha, de um passo à frente.

E um soldado disse: - Eu tenho uma navalha, meu sargento.

E o sargento diz: - Ok, você vai para o Natal - Rio Grande do norte, por uma semana com todas as despesas pagas e com direito a um acompanhante.

No dia seguinte o sargento volta a perguntar: - Aquele que tem uma navalha dê um passo à frente.

E todos dão um passo para a frente e o sargento lhes diz:

- Ok, hoje todos vão descascar batatas.

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Um casal de velhinhos está deitado na cama. A esposa não está satisfeita com a distância que há entre eles. Ela lembra: - Quando éramos jovens, você costumava segurar a minha mão na cama.
Ele hesita e, depois de um breve momento, estica o braço e segura a mão dela. Ela não se dá por satisfeita.
- Quando éramos jovens, você costumava ficar bem pertinho de mim.
Uma hesitação mais prolongada agora e, finalmente, resmungando um pouco, ele vira o corpo com dificuldade e se aconchega perto dela da melhor maneira possível. 

Ela ainda não se dá por satisfeita. - Quando éramos jovens, você costumava mordiscar a minha orelha. 
Ele dá um longo suspiro, joga a coberta de lado e sai da cama. 

Ela se sente ofendida. - Aonde você vai? 

Buscar minha dentadura, ora...

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Um antropólogo estava caminhando pela selva amazônica, e abre uns arbustos e detrás destes haviam um montão de Índios, daqueles com garrote na mão, dispostos a a cagar ele de paus. 

O naturalista diz: - Já me flagrei, estou cagado!
Quando de repente o céu se abre e ele ouve uma voz: - Não ainda não, o que você tem que fazer é correr, acertar o cacique com uma tremendo bicão no saco, tirar o sarrafo dele e acertar uma pancada na cara do filho do cacique. 

E o céu se fecha, o homem rapidamente corre, estoura o saco do cacique, lhe arranca o sarrafo e arrebenta com a cara do filho.
Se abre o céu novamente e se ouve uma voz: - Agora sim estas cagado!!!

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Um menino pergunta para o seu pai: - Pai, porque as moscas me cercam?

- Cala boca seu merda!!!

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Parado numa esquina, esta um jovem incrivelmente magro e faminto, quando de repente aparece uma   Mercedes Benz do ano dirigida por uma belíssima mulher. O magrão fica estático ao ver semelhante mulherão, até que ela o olha e pisca um olho e chama com o dedo. 

Ele perplexo olha para todos lados, seguro que não é para ele e ao não ver mais ninguém, volta a olhar para o mulherão e ela lhe repete o chamado, desta vez com um selinho.

O rapaz pula no  Mercedes, ela o saúda muito calorosa e ele se belisca quando lhe diz que se dirigem para o seu apartamento. A esta altura o magrão está procurando algum pacotinho de bolachas, quando ela o convida  a passar ao seu luxuoso duplex e lhe diz: - Vem carinho, vamos para o meu quarto, tira toda a roupa e acomoda-te confortavelmente.

O magrão a ponto de desmaiar de fome e alegria, se pela todo e fique olhando a procura de alguma coisa mastigável quando entra a loira com dois meninos no quarto e diz: - Olhem meus filhos se vocês não comerem vão ficar igual a ele.

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Contam que um alpinista, decidido em conquistar uma altíssima montanha, começou a sua travessia depois de anos de preparação, mas queria toda a glória só para ele e por isto quis subir sem nenhum companheiro. Começou a subida, e foi ficando tarde, e mais tarde, e ele não se preparou para acampar, assim que decidiu seguir subindo e escureceu. 

A noite caiu pesada na altura da montanha, já não se podia ver quase nada. Tudo era escuro e as nuvens não deixavam ver a lua e nem as estrelas. Quando estava a uns poucos metros do cume, resvalou e deixou deslizar sua mochila de comida a uma velocidade vertiginosa. O alpinista alpinista só conseguia ver a mancha escura e a terrível sensação de estar perdendo o seu alimento.

Nesses angustiantes momentos,passaram por sua mente todos os episódios de sua vida. Pensava na morte próxima e rogou por um pedaço de comida e assim foi se cumprir seu desejo... 

Caiu um pedaço de carne muito suculento na frente de seu nariz. Mais acima, quase no cume suplica por mais comida e lhe cai um pedaço de carne tenro. Quando chega lá em cima exausto, vê que há um leproso dançando...

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Um homem se encontra com um amigo ao qual não via há vários anos.
Lhe pergunta como ia a vida e ele muito entristecido, contesta: - Meu pai acaba de morrer e eu estou vindo do enterro.
O amigo tenta consola-lo e aliviar sua dor: - Vamos homem não fique assim.... quem sabe nem era o seu pai.

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" PESQUISA NO CIBERESPAÇO "

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" COSMOPÉDIA "

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SR. PROF. SÉRGIO DUARTE VELASCO
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VICE - PRESIDENTE - Instituto MVC  

M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

Renata Ramos

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EQUIPE EDITORIAL - INSTITUTO MVC

M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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O dinamismo proporcionado pelas novas tecnologias de pesquisa ocasionou uma verdadeira explosão de conhecimento. Administrar essa incalculável massa de dados torna-se, então, o desafio e o evento decisivo de nosso tempo. A sobrecarga de informação causa tensões e confusões que conduzem à "paralisia por análise" e até mesmo à ignorância. Sobre o tema têm se debruçado um número considerável de estudiosos, destacando-se Parker Rossmann, professor da Universidade de Yale.

Rossmann defende que a duplicação de pesquisas, nociva por representar um significativo desperdício de energia humana, se deve à falta de coordenação entre elas. Por outro lado, a ausência de conexão entre um trabalho e outro acaba fazendo com que as mesmas informações sejam coletadas diversas vezes, o que além de desnecessário é caro. 

As estruturas tradicionais de organização das pesquisas são inadequadas para a nova realidade. É preciso, então, que se tenha visões inovadoras, criando estruturas que possam substituir as atuais com eficiência. 

De início, as pesquisas devem ganhar progressivamente um caráter multidisciplinar quase obrigatório, constituindo verdadeiras "mega-pesquisas". Isso, por si só, resolveria parte do problema, uma vez que ampliaria a capacidade de análise de dados, hoje disponíveis em quantidades enormes. Além disso, será possível transformar o aprendizado, hoje seqüencial, em aprendizado paralelo, baseado em hyperlinks. 

Rossmann defende como solução para o problema a criação de um super computador capaz de gerenciar todas as pesquisas em desenvolvimento. Seria, então, permitido o acesso a uma enciclopédia de fontes, instituições de pesquisa e mesmo pesquisas inteiras on-line, em que todo o conhecimento se conectasse através de hyperlinks. Nasceria assim um mega portal do conhecimento, ou melhor, uma cosmopédia, no ciberespaço. 

Esse portal produziria mapas on-line que indicassem o caminho a ser percorrido para se chegar a determinada informação. Ou seja, haveria uma indicação de quais as pesquisas afins que poderiam fornecer dados relevantes. Desta forma, seria ampliado o que já se observa: a reunião de pesquisas distintas em um mesmo trabalho acaba gerando resultados surpreendentes, jamais obtidos caso as informações fossem observadas em separado. 

Algumas das características mais relevantes dessa cosmopédia seriam a flexibilidade e a adaptabilidade a novas situações, o que permitiria que ela estivesse sempre em sintonia com as necessidades criadas. 

A idéia fundamental seria relacionar as pesquisas e as informações disponíveis, tornando-as células de um mesmo organismo. 

Além da manutenção da cosmopédia, o super-equipamento idealizado pelo professor seria capaz de desenvolver simulações que funcionassem como ferramentas para o monitoramento de um futuro sustentável. Ou seja, seriam feitas simulações para examinar com exatidão possíveis conseqüências e custos e projetar novos sistemas antes de investir recursos. 

A imaginação e a criatividade passam a ser as palavras chaves no processo de produção de conhecimento e, principalmente, de administração dos dados obtidos. São elas as ferramentas que permitem ao pesquisador lidar satisfatoriamente com o problema do excesso de informação e mesmo achar soluções para ele. 

A importância da criatividade tem sido tanta que muitos, como Rossmann, comparam a situação atual com a da Renascença. Pode-se mesmo dizer que está  havendo um surto de inventividade semelhante àquele observado na Itália do século XVI. Ocorre que, agora, as obras de arte estão sendo substituídas por hardware, software e simulações computadorizadas, cujo palco de todo esse esplendor é o ciberespaço. 

De modo geral, pode-se dizer que as tecnologias de pesquisa devem convergir no sentido de criar um ambiente de debate e reunião de muitas mentes geograficamente distantes. A produção de conhecimento, força motriz do desenvolvimento humano, se dará dentro do ciberespaço, interrelacionando disciplinas de estudo e culturas. 

A questão que se levanta a respeito dessa nova tecnologia é quanto ao software que iria gerenciá-la. Se por um lado, o hardware pode ser desenvolvido sem maiores problemas, por outro, verifica-se que o software ainda representa um obstáculo significativo à viabilização do projeto. 

O desenvolvimento do portal e de suas simulações serviriam a todo o planeta, incluindo os países de elevada pobreza. Essa é uma das idéias que mais agrada ao professor Rossmann, que acredita que a cosmopédia será a grande solução para os problemas de falta de acesso ao conhecimento vivido por uma série de países hoje excluídos. 

Precisamos, então, decidir se faremos a globalização nos levar à concorrência ruinosa ou a um estágio de pesquisa colaboradora. 

Brasil inaugura escolas no ciberespaço

Não é apenas a produção de conhecimento que cada vez mais acontecerá no ciberespaço: também o aprendizado será on-line. Exemplos podem ser observados hoje, aqui no Brasil. No Rio de Janeiro, a Trend Tecnologia Educacional lançou sua Escol@24 Horas, uma escola totalmente virtual que já conta com cerca de 70 instituições conveniadas. No site da escola ( www.escola24horas.com.br ), é possível encontrar serviços que vão desde cursos e atividades a distância a esclarecimento de dúvidas on-line. Este último, batizado de Professor Web, conta com equipe de mais de 50 professores, trabalhando 24 horas por dia. Para Maria Aparecida Lacerda, supervisora de projetos da Trend, "a proposta é oferecer uma extensão da escola na casa da aluno, via Internet". Ela afirma ainda:" Na verdade, nossos serviços complementam a ação da escola".

 

Já a Tema Informática, também do Rio de Janeiro, apostou em um site especializado em prover conteúdo e serviços para professores e alunos. Chamado de Escola Virtual ( www.escolavirtual.com.br ), também oferece seu serviço de esclarecimento de dúvidas, o Professor Virtual, que funciona das 8 às 23:30 horas. 


SR. PROF. SÉRGIO DUARTE VELASCO
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VICE - PRESIDENTE 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Sérgio Duarte Velasco - Vice - Presidente do Instituto MVC Consultor na Área de Estratégia, Planejamento e Finanças, acumulando a Coordenação Geral e a Vice-Presidência da Área de Pesquisas e Publicações do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo. Graduado em Telecomunicações pela PUC-RJ, com MBA em Business Administration pela UCLA - Univ. Califórnia. Atuou como Analista de Sistemas da IBM por 2 anos e por 13 anos no Mercado Financeiro, como Sócio-Diretor de Distribuidora de Valores Mobiliários. Autor de artigos publicados no Estado de São Paulo. Autor do livro Futuro: Prepare-se! e do mais recente lançamento Nas Ondas do Futuro. Editor do Site Ameaças e Oportunidades e do e-mail do Triunfo. 
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br 

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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

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TERRA INFORMÁTICA LANÇA UMA CARTILHA DE SEGURANÇA PARA INTERNET
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Esta cartilha tem por finalidade sanar dúvidas comuns sobre segurança de computadores e redes e sobre o significado de termos e conceitos da Internet. Além disso, procura enumerar, explicar e fornecer um guia de procedimentos que visam aumentar a integridade do computador e de posturas que um usuário pode adotar para garantir a sua segurança. 

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PARA LER A CARTILHA DE SEGURANÇA NO TERRA - CLIQUE AQUI...

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ANDANDO NAS BRASAS

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Existe um número bastante grande de Profissionais de Vendas que contatam um novo cliente sem conhecer bem o terreno que vai pisar. Apenas vão. O resto... dá-se um jeito e seja o que Deus quiser. 

Normalmente procuramos o cliente com os olhos, andando pelas ruas e elegendo o alvo certeiro. Erramos na maioria das apresentações porque são repentinas e o cliente já está preparado para nos despachar. 

O primeiro contato deve ser feito por telefone; é claro que me refiro a Profissionais que viajam e visitam clientes, espero que este seja o seu caso e essas dicas possam lhe dar uma nova visão para as próximas negociações. Porém, existem vendedores que têm uma atitude dissimulada diante do aparelho telefônico: falam pouco e ouvem quase nada. 

 

Isso só ocorre porque não há um histórico preparado de assuntos que levarão o cliente a se interessar pelo assunto. Não é só de alôs e obrigado pela atenção que vivemos. Precisamos de muito mais. Somos capazes de mais, de muito mais, MESMO. Então, vamos lá: 

A primeira dica é a voz que entonará ao telefone, visando brilhar nos ouvidos do cliente, ou seja, qual a intensidade, postura e compromisso que essa entonação levará até o outro lado da linha, fazendo com que a atenção seja realmente em torno de cativar o seu prospect e ele possa dar credibilidade ao seu assunto, conseqüentemente ao produto ou serviço que tem preparado para lhe oferecer. 

 

Quantas pessoas você já ouviu falando besteiras ao telefone, quando se está numa posição ruim, porque há alguém do lado de cá que o lado de lá não está vendo e nunca viu, mesmo, e vice-versa. É o mesmo que estar com um revolver apontado para o próprio rosto e puxar o gatilho só para ver se há bala, de fato, e ela é verdadeira. Qual a projeção das expectativas do Profissional que arranha o primeiro contato? 

Note, caro amigo, que essas observações são feitas para aqueles que realmente têm pisado na bola com o seu primeiro contato. E, a única chance é a primeira. A segunda chance já passa a ser uma tentativa de conserto do erro cometido na primeira e que precisa ser revertido em ponto positivo. Puxa! Por que não fazer o correto já na primeira vez? 

 

Vale a pena rascunhar o primeiro contato e conhecer, por meio de outros, quem é o novo cliente com quem falará ao telefone para agendar a entrevista de início de negociações. É bem provável que você tenha um número bastante razoável de amigos que lhe possam fornecer alguns dados sobre o cliente. Diante disso, rascunhe e coloque o seu produto ou serviço à disposição de suas técnicas. 

 

Ligue e se apresente, e não se esqueça de desejar um bom dia, ou boa tarde. Pergunte aquilo que você quer que o seu novo cliente responda. Tome conta da situação deixando claro que quem comanda o barco e rema para onde quer é ele, o cliente. Você é o ajudante de pirangueiro e desvia-se dos bancos de areia, das pedras, das galhadas, da ilhazinha formada com a baixa do leito desse maravilhoso rio: as temíveis objeções. 
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E, a segunda e última é esta: não puxe o saco do cliente. 
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Desculpe-me pela forma grosseira de me expressar. Infelizmente, essa questão tem que ser dessa forma, que é para tomarmos muito cuidado e prestarmos atenção, porque de puxa-saco o mundo está lotado e vivem se esbarrando, ou melhor, vivem dependurados em seus clientes, bajulando-os e atrapalhando quem quer trabalhar. 

 

Mas, esse não é o seu caso. É o caso de tantos outros que estão por aí, rastejando por colher um visto em um pedido. Cada vez que se encontram com o cliente, dão-lhe um verdadeiro show e perdem a oportunidade de ouvir e conhecer seus anseios e necessidades. Perdem mais uma oportunidade: a de apurar e requintar suas técnicas de negociação. 

Então, seja sutil. Saiba como agradar ao cliente de maneira tão profissional a ponto de lhe conduzir o estoque, as faltas, os encalhes, os excessos de aquisição de mesmo produto, permanecer como um verdadeiro parceiro. Portanto, parceiro é aquele que está junto, frente-a-frente e nunca lado-a-lado. Entendo que quem está ao lado está prestes a ver o seu colega, o outro Campeão fechar grandes negócios. 
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Boa semana, sucesso e ótimas vendas.

 

Abraços Cordiais,

 

 

Sr. Professor Wagner R. Brandini
Especialista em Negociações e Vendas

wbrandini@ig.com.br - (0**14) 3372-4782  /  9726-3290  

 

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A HISTÓRIA DO BLUE JEANS

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(Máquina realizando o processo wash stone ou desgaste na pedra, ou que dá a impressão de velho ao jeans)

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BLUE Pelo nome da sarja utilizada para confeccionar as calças, oriunda da cidade de Nimes na França e por isso o nome "Bleu de Nimes" (bleu = azul em francês). 

JEAN - Surgiu porque a primeira calça de lona marrom, se cortou por cima de uma calça usada pelos marinheiros Genoveses e em em Inglês, Gênova se pronuncia "Yinoa".

DENIM - A palavra é um contração de "Blue de Nimes" , sarja utilizada na confecção das vestimentas,  fabricadas na cidade Francesa de Nimes e conhecida pelo nome de " Bleu de Nimes" desde o século XVII. - Os primeiros imigrantes fiandeiros de Yorkshire, Inglaterra, fabricavam resistentes bombasís de algodão - sarja de algodão, juta ou lã, em uma fábrica de Masachussets, onde se fiava sarja, já em 1638. - Em 1789 George Washington visitou uma fábrica de Massachussets onde se fiava denim ou sarja de cor azul. Para 1849 um fabricante de Nova York anunciava tapados, coletes e jaquetas em "Blue Jean". - Mecânicos e pintores usavam macacões produzidos em blue jeans, enquanto que outros usavam calças com melhores cortes feitos de sarja.

ÍNDIGO - O azul (em espanhol anhil) de índigo, é extraído de plantas da América e da Índia, se converteu na cor clássica para a roupa de trabalho. O índigo é uma das mais antigas tinturas do mundo. O tecido sarja é formado pela "trama e o urdume". A trama é tingida, por um processo que apenas tinge a superfície do fio, sendo que a tintura do Índigo não penetra no centro do mesmo. Graças a esta propriedade de tingimento, possui todas as características para ir perdendo sua cor, quanto maior a abração ou lavado seja dada ao tecido. Por isso quanto mais se lava uma calça, mas aspecto de velha apresenta (efeito washed - lavado).

Mas vamos falar um pouco de um bom comerciante. Um excelente vendedor, sempre atento as mudanças, falhas, necessidade e inovações que se apresentam nos mercados...

Loeb nasceu em Buttenheim, Bavária, em 26 de fevereiro de 1829. Seu pai Hirsch casado em segundas núpcias com Rebecca Haas, era um comerciante de bens secos. (lojas de tecidos e ferramentarias). Loeb, tinha 5 irmãos por parte da mãe e mais dois por parte da Madrasta. - Jacob, Jonas, Louis, Rosa e Mathilde e sua irmã mais velha Fanny. Por causa da tuberculose seu Pai sucumbe em 1845. 

Dois anos após sua morte, Rebecca, Loeb, Fanny e Mathilde migram para Nova York onde os esperavam seus irmãos Jonas e Louis, que tinham feito a viagem meses antes e já tinham aberto uma loja de tecidos e ferramentas (bens secos, chamado na época). Loeb começou a aprender o oficio de comerciante tão logo chegou, auxiliado pelos seus irmãos e em 1850 foi apelidado e conhecido entre seus familiares e clientes como "Levi" (bem mais fácil e americanizado que Loeb).
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Dois anos depois, partiu para a Corrida do Ouro, na Califórnia, após que um fazendeiro achou algumas pedrinhas de ouro no pátio de sua serraria. Abriu uma loja de venda de tecidos e ferramentaria e se tornou representantes dos irmãos para essa região. Por ironia do destino, alguns rolos de tecido grosso marrom, não foram aceitos para serem usados como lona em carroças e nem para barracas, pela sua pouca permeabilidade e resistência. Identificado já com o comércio, Levi contratou um costureiro e fez dos rolos, calças de cor marrom. A venda foi rápida e de retorno excelente, pelo que Levi se entusiasmou e mandou encomendar o primeiro lote de tecidos para a loja dos seus irmãos. Claro que primeiro especificou que teria que ser outro tecido, porque o primeiro tinha dado muito trabalho para ser cortado pelas tesouras, por isso encomendou "Indigo Blue".

Sem dúvida que já havia outros tipos de calças em São Francisco, mas Levi soube inovar e começou a marcar diferenças entre os demais fabricantes. As alças com botões eram importantíssimas. "As bolsas", porque não eram bolsos, ajudavam os mineiros a guardarem as pepitas de ouro descobertas, além de permitir-lhes guardar as ferramentas (martelos, cinzéis, etc.)

A sarja "Blue de Denim", que desembarcava em fardos no porto de São Francisco vindos da França, era identificado com o
nº501 e no ano de 1973, quando da primeira calça produzida em "Blue Jeans Denim Indigo", foi batizada com o modelo como "501 - Levi Strauss & Co." Era de pernas longas, um único bolso traseiro e botões para fechar os tiradores.

O Jornal "Pacific Rural" (primo mais novo do SDR "Dicas da Semana") do 28 de junho de 1873 observava na edição do dia: - "Não tem nada pior que ver os bolsos de um operário desgarrados e pendurados, e nenhuma outra parte das calças é mais propícia a rasgar que seus bolsos.

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Levi Strauss começou a juntar as idéias e inovou mais uma vez mostrando seu faro de comerciante e inovador. Releu uma carta datada de 1872 escrita por um dos seus clientes "Jacob Davis", na qual oferecia a Levi Strauss, a oportunidade de registrar uma patente de um mecanismo de duas peças, para prender as partes mais tencionadas e forçadas das calças e macacões, produzidas em cobre, porque seu valor era barato, maneável e combinava com a cor índigo. Este mecanismo iria ser revolucionário, por dar resistência as calças, macacões e jaquetas, era o "Arrebite".

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Jacob Davis já tinha aperfeiçoada a invenção do arrebite, graças a estar confeccionando roupas em Reno, mas não patenteou o invento por não ter os U$S:80,00 para fazer andar e registrar a patente e ofereceu repartir o negócio com Levi, caso ele custeasse o valor . De imediato Jacob Davis começou a trabalhar com Levi Strauss, após terem assinado uma sociedade bem mais ampla, que apenas os arrebites. 

 

Confiantes da resistência e firmeza das roupas "Levis Strauss & Co.", foi costurada uma etiqueta de couro, com dois cavalos puxando em direções opostas as penas da calça, demonstrando a resistência destas. Daí nascia a primeira Indústria de "Blue Jeans do Mundo", distinguida com arrebites de cobre. Em 1902 foi lançado o primeiro modelo de calças com dois bolsos traseiros.

Durante os anos de 1930 os filmes de Hollywood de faroeste, "far west",elevou ao status de mito aos autênticos cow-boys, que em geral usavam estas calças. As pessoas do Leste do país viajavam para o Oeste para passar umas férias diferentes nos ranchos, e ao regressarem, levavam consigo seus "macacões". Em 1937 as queixas dos clientes obrigaram Strauss a passar costura dupla nos bolsos traseiros para que os arremates ficassem cobertos e não arranhassem os móveis nem as montarias. Desapareceram os botões para os tiradores, ainda que a maioria dos clientes seguia comprando tiradores com broches. 
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As restrições impostas ao uso de matérias primas durante a 2ª Guerra Mundial provocou uma diminuição na produção de "macacões". Se eliminaram o arremate das entre pernas e a cinta traseira para colocar tela e metal. A medida que os soldados norte-americanos se esparramavam pelo mundo e a vezes, em seus momentos livres, usavam o macacão que lhes enviavam junto com as provisões e passeavam ao estilo americano pelos países devastados pela guerra. O denim começou a associar-se menos com o trabalho e mais com o descanso. Em 1947 Wrangler lançava os primeiros jeans "justos ao corpo".
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Em 1948 uma mulher encontrou um velho jeans em uma mina de prata abandonada no deserto mojave, na Califórnia. O costurou, pôs alguns remendos e o usou por algum tempo. Logo escreveu a Levi Strauss, que os comprou por US$ 25 e alguns pares novos. Hoje é considerado o "blue jeans" mais antigo do mundo, fabricado por volta de 1890.
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Depois da guerra Levi Strauss começou a vender pela primeira vez seus produtos fora do longíquo Oeste. Os novos rivais, Wrangler e Lee, começaram a competir por uma quota do mercado. Os "rebeldes" e os "rapazes das motos", enfiados em calças de jeans apareciam em filmes e na televisão; James Dean usava denim no filme 'Rebelde sem Causa'. Alguns diretores de escolas proibiram o uso de jeans.
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Em 1958 um artigo publicado em um jornal afirmava que 'mais ou menos
90% dos jovens norte americanos usavam jeans em todas os lugares menos na cama e na igreja".

Os adolescentes começaram a usar o término "jean pants" (calçass de jeans), e o nome ficou. A má reputação e também as vendas dos jeans cresceu todavia mais, quando os "estudantes" os usaram durante os protestos dos anos 60 e no festival Musical de Wood-stock em 1969. 
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Em 1964 um par de jeans Levi's passou a formar parte das coleções permanentes da Smithsonian Institution em Washington D.C.. Em 1969 American Fabrics declarava: "O que tem passado com o denim na última década é realmente uma cápsula do que tem passado com os Estados Unidos". Ascendeu a escada do gosto. O denim bordado, pintado, com lantejoulas e "psicodélico" saiu a passear pelas ruas das cidades. Nos anos 70 os jeans representavam a igualdade de classes, o levavam os hippies, os homens e as mulheres por igual. Também eram usados por negros e brancos, ricos e pobres, crianças e adultos. 
Os fabricantes americanos de jeans, diziam receber cartas de pedidos desde o outro lado da "Cortina de Ferro". Os jeans haviam se convertido em símbolo da cultura "ocidental" e em uma arma durante a Guerra Fria. 

Com a liberalização do comércio mundial a partir da segunda metade da década dos anos 70, proliferaram no hemisfério Sul as fábricas exportadoras, que geralmente usavam o trabalho feminino e que começaram a re-implantar as fábricas do Norte. Apareceram então muitas marcas. As velhas marcas se perderam nessa nova moda, como os jeans baggy e optaram por apelar a nostalgia. Novamente aumentaram as vendas, desta vez de vaqueiros não tradicionais. Mas durante a recessão mundial nos princípios dos anos 90 o império dos jeans parou de expandir-se quando seus súditos manifestaram desejos de mudança. 

Atualmente firmas como Versace ou Armani contam com jeans em suas coleções.Assim os vaqueiros converteram-se em roupa de marca. Atualmente parece difícil que cheguem a perder o caráter de prenda que pode usar todo o público.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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Computador chega à pequena indústria, revela pesquisa 
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De acordo com pesquisa da Câmara de Desenvolvimento da Micro e Pequena Indústria (Cadempi), da Fiesp, 98% das pequenas e micro indústria têm ao menos um PC no ambiente de trabalho.

Essa é uma das surpresas do relatório que analisou a informatização, competitividade e comércio exterior de micro e pequenas indústrias de SP. “Elas avançaram rapidamente nos últimos anos”, declarou Ermano Marchetti, coordenador da Cadempi.

Das indústrias informatizadas, a internet (97%) e office banking (72%) são as principais aplicações das companhias pesquisadas. 57% delas têm redes locais e 5% usam EDI (troca eletrônica de informações). Sobre software de gestão, apenas 56% do universo pesquisado, 849 empresas, tem um aplicativo. 

A principal barreira que estas indústrias têm encontrado no processo de informatização são os custos dos equipamentos (37%) e dos software legais (34%). 

Os resultados das pesquisas, de acordo com Marcos Reis, diretor da Cadempi, serão usados para ações efetivas da Fiesp para melhorar o nível de informatização das indústrias de SP.

 

 

Setor de call center cresce 24% em 2002 

World Telecom

Estudo realizado pela IDC Brasil, batizado de Brazil Call Center Services, registrou um faturamento de US$ 706,9 milhões (R$ 1,96 bilhões) no mercado brasileiro de serviços de contact center no ano passado. Isto representa um incremento de 24,2% em relação ao volume de negócios registrado em 2001.

O setor ultrapassou as taxas de até 19% dos mercados norte-americano e europeu. Segundo dados do estudo deve manter o potencial de crescimento nos próximos anos. Para 2007, a previsão é movimentar US$ 1,2 bilhão. Para se ter uma idéia, a taxa de crescimento dos Estados Unidos foi de 17,5%, e da Austrália, de 15%.

A projeção positiva está baseada no baixo índice de utilização dos serviços aliado ao elevado número de fornecedores e ao razoável índice de substituição dos serviços privados. 

Outra tendência indicada no estudo é que a consolidação do setor atinja também regiões prósperas do interior e de algumas capitais de estados devido a incentivos fiscais locais, menores custos fixos operacionais, demanda mal-atendida local e melhor qualidade de vida.

Em relação ao portfólio de serviços, a maioria é receptiva. Apesar do atendimento ativo e misto (ativos/receptivos) ganhar espaço gradativamente. Há também uma mudança no perfil dos usuários corporativos, aumentando a participação no volume de negócios das médias empresas (100 a 249 funcionários) que já representam 2,5% da receita total das agências.

Autor: Worldtelecom 
Data: 23/04/2003 
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Estudo: chá pode ser o novo inimigo dos germes
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23 de abril, 2003 - Às 5:45 AM hora de Brasília (0745 GMT) www.csn.com.br 
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Uma simples xícara de chá pode ser uma poderosa arma contra infecções, segundo um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Os pesquisadores dizem que encontraram no chá um produto químico que aumenta cinco vezes as defesas do corpo contra doenças. De acordo com os cientistas, "o produto químico estimula as células do sistema imunológico a atacar bactérias, vírus e fungos, podendo ser transformado em um remédio para combater doenças no futuro". 

O dr. Jack F. Bukowski, do hospital para mulheres Brigham, em Boston, e da Escola de Medicina de Harvard, disse que sua equipe isolou o produto químico em laboratório e, então, comprovou seus efeitos com um grupo de voluntários. "Trabalhamos fora dos aspectos moleculares desse componente do chá no tubo ensaio e o testamos em um número pequeno de pessoas para ver se funcionava realmente em seres humanos", disse Bukowski. 

"Os resultados comprovaram que cinco xícaras de chá por dia estimulam as defesas do corpo contra doenças". 

A nutricionista Penny Kris-Etherton, da Pennsylvania State University, comentou que o estudo de Bukowski acrescenta uma boa evidência de que o chá seja eficaz no combate a doenças. "É uma descoberta potencialmente significativa", declarou Kris-Etherton. "Estamos vendo os múltiplos benefícios do chá". 

Mas, a nutricionista disse que o trabalho precisa ser confirmado em um estudo muito maior, envolvendo mais pessoas. Proteção - No estudo, Bukowski e sua equipe isolaram do chá preto comum uma substância chamada L-theanine. Segundo os pesquisadores, "essa substância também é encontrada no chá verde e no chá de oolong, que também são processados com folhas de árvores tradicionais de chá". 

Bukowski explicou que a L-theanine é processada no fígado pela ethylamine, uma molécula que provoca reação em uma célula imunológica sangüínea chamada célula gama-delta T. "Sabemos, graças a outros estudos, que essas células gama-delta T no sangue são a primeira linha de defesa contra muitos tipos de infecções, sejam causadas por bactérias, vírus, fungos ou parasitas", disse o pesquisador. "Têm, até mesmo, alguma atividade contra tumores". 

As células T alertam a secreção da proteína interferon, uma parte fundamental na defesa química do corpo contra infecções, segundo Bukowski. "Através dos estudos com ratos, sabemos que se você estimula essa parte do sistema imunológico, pode proteger contra infecções", disse o pesquisador. 

Cinco vezes
Para testar a teoria, os cientistas estudaram 11 voluntários, que tomaram cinco xícaras de chá por dia, e outros 10 que beberam café. Antes do início dos testes, amostras de sangue foram extraídas de todos os 21 participantes. Após quatro semanas, mais sangue foi retirado dos que beberam chá e o sangue foi exposto à bactéria E-coli. 

Bukowski disse que as células imunológicas nas amostras retiradas depois das quatro semanas produziram cinco vezes mais interferon que as células sangüíneas das mesmas pessoas antes do período em que beberam chá. Já os testes com as amostras de sangue dos que tomaram café não apresentaram diferenças no nível de interferon, segundo o estudo. 

Bukowski disse que pode ser possível isolar e refinar a L-theanine do chá e usá-la como remédio para estimular as defesas do corpo contra bactérias. Os efeitos saudáveis do chá foram pesquisados extensivamente e já se mostrou que reduz doenças cardíacas e o risco de câncer através da ação dos flavonóides, um tipo de antioxidante. Outros estudos ligaram o chá ao combate à osteoporose e ao alívio de alguns sintomas alérgicos. 

Com informações da Associated Press

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