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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 184 - 29.04.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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LENDA BOLIVIANA

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os DESEJOs TEM UM PREÇO...

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Aquele tatu-bola, nascido no "AREAL DE ORURO NA BOLÍVIA", costumava passar horas e horas atirado junto a uma pedras, onde o vento cantava eternamente. É que o animalzinho tinha uma afeição musical inegável. Ele sempre estava a espera das rãs começarem a cantar para se deliciar com as lindas e harmoniosas músicas dos habitantes da lagoa.

Nas tardes de chuva então, era um concerto atrás do outro, que as rãs ofereciam em coro para os ouvintes. Os pequenos olhinhos do tatu, ficavam úmidos de emoção e se acercava arrastando sua barriguinha, até os charcos, onde as verdes cantantes ofereciam suas músicas.

"Oh, se pudesse cantar assim, seria o animal mais feliz do altiplano", exclamava o tatu-bola, enquanto se deleitava. - Mas as rãs não se comoviam pela admiração que lhes tinha o tatuzinho, senão que até o ignoravam por não entender a sensibilidade musical que ele tinha e lhe respondiam: - Mesmo que venhas todas as noites até o fim da tua vida, jamais aprenderás a cantar, porque não tens nascido com esses dotes...
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O pobre tatuzinho humilde e resignado, escutava as frases cantadas pelas rãs, mas não se incomodava, porque elas não falavam e sim entoavam as frases, o que o tatu admirava pela harmonia e espírito musical que elas davam.
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Um dia o tatuzinho acreditou enlouquecer de alegria, quando uns canários passaram presos numa jaula que um caçador conduzia. "Que delícia esses cantos... Esses passarinhos amarelos e brilhantes, como que caídos do sol", comoveram o tatuzinho, que quase como hipnotizado, começou a segui-los sem que o caçador percebesse, e indo atrás deles, arrastando-se pela areia durante léguas e léguas.
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As rãs que tinham escutado o belo canto dos canarinhos, saíram para a beira da lagoa e viram passar os lindos prisioneiros, que revoavam na jaula cantando em desespero. - E comentaram presumidamente: - Esses cantores são da nossa família, pois os canários são rãs com asas,  e recomeçaram seu concerto interrompido.

-¡Chist... Esperem! -disse uma delas: - Olhem a sonhador do tatu... Se vai atrás da jaula. Agora pensa que pode aprender a cantar com um canário, e riam... O tatu continuou a correr e correr atrás do caçador e dos pássaros, até que as patinhas se lhe iam afinando, de tanto raspa-las contra a areia.

"Que desgraça. Não posso caminhar mais e os músicos se vão", lamentava-se! E ali ficou atirado o tatuzinho, até que o último dos cantos mágicos, se perdeu ao longe... 

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Já era de noite quando retornava para sua toca. E ao passar próximo da cabana de "MAMANI" o feiticeiro, teve a idéia de falar-lhe, para lhe fazer um estranho pedido.

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Compadre, tu que tudo o podes e consegues, ensina-me a cantar como os canários, pediu chorando. 
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Qualquer pessoa que não fosse o feiticeiro, tivesse rido a gargalhadas do tatu-bola, mas o feiticeiro Mamani levava muito à sério os pedidos dos habitantes da região e com cara séria lhe repôs: - Eu posso te ensinar a cantar melhor que os canários, que as rãs e que os grilos até, mas tens que pagar... e será com a tua vida que te cobrarei.
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"Aceito tua condição, mas ensina-me a cantar."
"Combinado. Cantarás a partir de amanhã cedo, mas esta noite perderás a vida.
"Como ? ...Cantarei depois de morto?"
"Sim terá que ser assim!"

No dia seguinte, o tatuzinho amanheceu cantando, com voz maravilhosa, nas mãos de um mágico. Quando este passava pouco mais tarde, pela lagoa, as rãs ficaram mudas de assombro:

"Venham todas! Que milagre! O tatuzinho aprendeu a cantar!...
Canta melhor que nós!...
E melhor que os pássaros!...
E melhor que os grilos!..."

E felizes pela música melodiosa do tatu-bola, seguiram atrás dele, que convertido em
"CHARANGO" soltava sons e ritmos andinos, como nenhum outro instrumento o faz. - Mas o que elas ignoravam, era que nosso amigo tatu-bola, como todo bom artista, tinha dado a vida pela arte e pela música e até hoje continua cantando....

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LENDA DO FOLCLORE BOLIVIANO
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O grupo musical Boliviano o "Urubamba", gravou umas das músicas andinas mais famosas do folklore Latino:  "El Cóndor Pasa". Se quiser escutar ela em MP3, pode baixar aqui e sentirem o som do "Charango"

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"EL CONDOR PASSA" -  GRUPO ANDINO"  
PARA BAIXAR CLIQUE AQUI - TAMANHO 1,21mb

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CHARANGO:

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Instrumento musical de 10 cordas, similar a um violão pequeno e produzido com a carapaça do tatu-bola achado morto e "NUNCA MATADO". Suas cordas eram no início, feitas de tripa retorcida e trançada e foi assimilado após introduzido pelos conquistadores Espanhóis no século XV. Desde então este instrumento acompanha as músicas e melodias tradicionais andinas, como Bolívia, Peru, Chile, Venezuela e logo alguns anos mais adiante, por influência cultural foi para a Argentina.

 

PESQUISA, DESIGN E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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MENU DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" nº184

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.DICA DA SEMANA DA EQUIPE DO SDR - 

 CARTAS DE AGRADECIMENTO

ARTIGO I - "SER LÍDER NA EMANCIPAÇÃO"- SRS. PROF. EUNICE MENDES

 DICAS E CURIOSIDADES DA EQUIPE DO SDR

 ARTIGO II - "QUEM É SEU OPONENTE: ESTILOS - PROF. MÁRCIO MIRANDA

 REFLEXÃO - "A ESCURIDÃO TRAZ DEPRESSÃO" - SR. PROF. LUIS MARINS

 ARTIGO III - "FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES" - SR. PROF. L. A. COSTACURTA 

 PIADAS DA EQUIPE DO SDR

 ARTIGO IV -"DEZ REGRAS BÁSICAS DE VENDAS" -Dr. Bill Gallagher

 FUTURO - TENDÊNCIAS - IDÉIAS - PENSAMENTOS DA EQUIPE DO SDR

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" CARTAS DO JORNAL 183"

DANIEL CARVALHO - LAURATTONE - Panificadora e Confeitaria Jardim Carpas LTDA
As referencias de vocês são muito boas. As informações são de procedência dos melhores profissionais do ramo, como o professor MARINS , EDUARDO BOTELHO, entre outros. OBRIGADO

Edite Leonilda Maté Boff - CRC RS - CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RS

Prezados Senhores
Gostaria de receber a assinatura de seu jornal, pois tomei conhecimento através de Luci Alves Cantini e me interessei por ele. Desde já agradeço.

MANZONI REPRESENTAÇÕES LTDA
TEM ÓTIMAS DICAS SOBRE VENDAS E GRANDES REFLEXÕES PARA RELACIONAMENTOS ENTRE PESSOAS.

JOSE RENATO BATISTA
Assuntos importantes tratados de maneira inteligente e dinâmica.

HELIO NOGUEIRA
Mensagem: É sempre um prazer enorme receber as edições eletrônicas deste jornal.
Contem comigo. 

Hélio - Manaus - Amazonas.

Marilene Cândido

Boa noite,
Adoro as matérias do Jornal SDR, gostaria de deixar meu e-mail ... cadastrado para receber msg.
Parabéns a todos que fazem este jornal excelente para todos nós. 

Abraços, 

Alessandro Rodrigues 

Caro Miguel gostaria muito de receber vossos e-mails em meu endereço, 

MARILENE CÂNDIDO DA SILVA - COMPOS
Parabéns a todos que fazem deste jornal excelente ferramenta de informação para o profissional de vendas.
Abraços,

JOSÉ TÓFFOLI
Recebo de um amigo várias notas de publicações de vocês, ao qual ele elogia muito, então resolvi me cadastrar para poder ver mais sobre o conteúdo todo. 

Um abraço.

JEFERSON FERNANDES ROCHA - TVLAR
Gostaria de receber informações deste jornal que conheci através da internet.
LUCIANE - todeschini
Gosto muito dos assuntos que abrangem o jornal SDR, trabalho no setor de vendas e me faz muito bem ler sobre os assuntos da área.

DANIEL FAGANELLO
Gostei de ler este jornal, Parabéns para equipe do SDR. 

Um abraço.

FABIANA EVANGELOUS
ESTAVA PROCURANDO UMA REVISTA NA INTERNET E FIQUEI CURIOSA AO VER O SEU SITE , ME INTERESSEI PELAS REPORTAGENS POIS SOU UMA PESSOA MUITO CURIOSA.

DANIELA MARIA MARINGOLI MUNIZ
FIQUEI SABENDO DESTE JORNAL E ACHEI MUITO INTERESSANTE, GOSTARIA DE RECEBE-LO. 

OBRIGADA!!!

LUIZ ASSIS MARQUES
Muito bom, possibilita lembrar do que sabemos e não temos coragem de fazer, sucesso.
LUIS CLAUDIO ARAUJO OLIVEIRA
Gostei muito do site, gostaria de estar cadastrado.

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DEDICADO AOS NOVOS E VELHOS ASSINANTES

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.HÉRCULES E ATENA



Hércules caminhava ao longo de um estreito caminho. Viu por terra um objeto parecido a uma maçã e tentou pisar nele. O objeto duplicou de volume. Ao ver isto, Hércules pisou com mais força todavia, golpeando demais com a sua força. 

 

Mas o objeto continuou crescendo, fechando com o seu grande volume o caminho. O herói jogou toda a sua força, e ficou plantado, preso diante o maior assombro.


Então lhe apareceu Atena e lhe disse: - Escuta meu irmão, este objeto é o espírito da disputa e da discórdia; se o deixas tranqüilo, permanecera como estava no princípio, mas se o tocas, veja como cresce!
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MORAL:  - "A disputa e a discórdia são causa de grandes males à humanidade.  Nunca as estimule!" 

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ESOPO

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 COM CARINHO DA EQUIPE DO SDR

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" SER LÍDER NA EMANCIPAÇÃO "

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SRA. PROF. EUNICE MENDES

.CONSULTORA
 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta 

Estratégia e Humanismo

SRA. PROF.Adriana Canova
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Doutora em Sociologia pela UNESP

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Por onde passa o olhar de gestores empresariais hoje quando procuram por um perfil de liderança para suas organizações?

Muito se fala sobre a capacidade de liderança articulada à ousadia. Por este viés, o perfil ideal de um líder transita sempre pelos que possuem como traço pessoal o gosto, a destreza ou a necessidade de usar e abusar das taxas elevadas de adrenalina que uma ação ousada proporciona. 

  • Líder é aquele que não teme olhar para o futuro; 

  • que aceita riscos e cria desafios; 

  • que empurra sua equipe para frente... 

Enfim, líder é aquele "herói" que enfrenta obstáculos porque existem e precisam ser transpostos, muitas vezes a qualquer custo.

Os tempos são de mudanças vertiginosas, todos já sentiram. Momentos assim fazem da vida um grande laboratório, do qual as empresas não passam à margem. A própria articulação entre liderança e ousadia é parte das experiências deste macro-lab contemporâneo. Resulta da ansiedade empresarial em construir resultados bem-sucedidos, o mais rápido possível, para um mundo que aponta a outras direções. 

 

Mas, já que o fundamento da experiência é pautado pelas variáveis acerto/erro e o laboratório tornou-se franqueado a todos, cabem alguns questionamentos quanto à construção do perfil de um novo líder.

Parece haver um fator que determina a ousadia: uma auto-estima avantajada, ou seja, uma "alta estima", porque é difícil imaginar alguém com "baixa estima" ousando qualquer passo na vida ou na organização. Esta, aliás, é uma característica desprezada cada vez mais nos processos seletivos empresariais, porque, se a ousadia está articulada na alta estima, o insucesso se relaciona imediatamente à baixa estima. E ninguém quer gente assim por perto.

O curioso é que pessoas com baixa estima têm estado mais ainda próximas de todos nós, mesmo que queiramos descartá-las do nosso convívio. A tal ponto de perguntarmos se ainda sobrarão líderes ousados por muito tempo. De fato, está cada vez mais difícil para os head-hunters encontrarem pessoas com perfis semelhantes.

Quando a baixa estima se generaliza e a alta estima se toma um requisito rarefeito, é preciso perguntar, primeiramente, em que ponto as relações sociais estão se equivocando e, depois, o que será feito dos que carregam o espectro da baixa estima (que a qualquer momento pode se abater sobre todos nós). Afinal, estamos criando um mundo para os heróis? O que será feito de nós, simples mortais? Será que terão lugar na criativa trajetória para a construção da alta estima aqueles que ainda não a pleitearam?

O bom resultado de uma ação de liderança parece passar hoje por indagações desta natureza, porque a matéria-prima humana com a qual trabalha um líder no seu cotidiano é tecida de baixas e altas estimas. Mas que perfil de líder estaria mais bem capacitado a articular este tecido de tal forma a fortalecê-lo em seu conjunto? É aquele que possui como perfil a ousadia?

A alta estima exacerbada, presente nos líderes que centram sua ação na ousadia, funciona, quase sempre, como a imagem de um narciso preso ao espelho d'água que paga qualquer preço para sustentar sua vaidade.

No meio do caminho, a um passo entre a alta e a baixa estima está uma versão equilibrada da auto-estima. Os portadores desta qualidade são aqueles que apreendem a si mesmos em uma medida que possibilita enxergar os outros à sua volta. São aqueles que não se pautam pela ousadia porque sabem que esta não cabe em todas as fórmulas. São aqueles que percebem que é preciso ousar quando necessário. E parte desta precisão vem da capacidade de liderar emancipando.

O momento parece estar pedindo líderes emancipadores. Pessoas com capacidade de socializar capacidades, que não ponham em risco contínuo as empresas, tampouco sacrifiquem diariamente os recursos humanos que as constituem, pela ação exacerbada da ousadia.

Esses líderes emancipadores possuem um perfil bem definido. São discretos e privilegiam o anonimato. Delegam e horizontalizam as relações de poder. Preferem os círculos aos quadrados.

Consideram que um passo bem dado exige seu tempo e é melhor resposta que dois passos rápidos e tortos. Mas não temem passadas largas. Gostam mais do abraço que do aperto de mão. Acreditam que o mundo não é feito só de heróis. Buscam coerência entre o discurso e a ação e estão dispostos a arregaçar as mangas para executar tarefas que repassariam a terceiros.

Possuem afinidade com o "chão da fábrica" e não se enterram em torres de marfim. São educadores, antes de se colocarem como chefes e pautam as relações interpessoais pela identificação da existência do outro. Trabalham na esfera da autoridade partilhada porque assim permitem a construção contínua de habilidades. Acreditam que produz melhor não aquele que compete, mas alguém que identifica em seu espaço de trabalho um território que espelha, no conjunto, uma parte do que ofereceu de si diariamente.

Um líder emancipador parece ser, enfim, aquele que compreende que a baixa estima é um ponto de partida possível para a auto-estima equilibrada, porque sabe que todos com os quais partilha esta construção tomam-se seres humanos plenos e capazes. E não há organização que possa prescindir destas competências.

Então, por que não procurar por um perfil de liderança como esse?
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SRA. PROF. EUNICE MENDES
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CONSULTORA 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Professora Eunice Mendes: Consultora do Instituto MVC - M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo em Técnicas de Apresentação, Atendimento, e Comunicação Verbal e Não Verbal e Marketing Pessoal. Pedagoga, professora de língua portuguesa e atriz de teatro. Especialização em literatura brasileira. Coordenou grupos em atividades teatrais e atuou nas emissoras TV Globo e Cultura. Vários artigos publicados em jornais e revistas sobre os temas Técnicas para Falar em Público, Comunicação Empresarial, Atendimento ao Cliente, Relações Interpessoais e Qualidade de Vida. Autora do Livro Falar em Público: Prazer ou Ameaça? (4ª edição). Comunicação Sem Medo (3ª Edição). Co-autora do livro Gerente Total – (5ª Edição)

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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br 

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JORNAL "DICAS DA SEMANA"  Nº184 DO WWW.SDR.COM.BR

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"O prazer de fazer o bem,   é maior do que o de recebê-lo". 

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Epicuro

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Como inovar mesmo sendo pequeno?

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Não existe empresas criativas, talentosas, inteligentes. Isto porque as empresas são compostas por pessoas. As empresas são geridas por seres humanos. Estes sim são os detentoras do talento, da criatividade, da motivação e da garra para fazer as coisas acontecerem. 

Muitas vezes se as coisas não acontecem, culpamos a inércia. Mas o primeiro passo é descobrir qual é a causa da inércia perguntando-se: Por que? Ao encontrar a resposta, pergunte-se outra vez: Por que? Siga perguntando-se ‘por que’ até você descobrir a causa original da inércia ou do problema. 

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Comprove a importância de resistirmos a inércia com o caso verídico abaixo. 
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Há alguns anos, a criatividade deixou de ser vista como mera excentricidade e passou a ser valorizada e incentivada. Sua importância é cada dia mais presente na vida profissional e nos negócios. Ao contrário do que muitos acreditam, todo ser humano nasce com talento criativo. Basta exercitar. 

No começo pode ser um pouquinho mais difícil. Mas, não dói tanto e realmente vale a pena. Quer testar? Feche os olhos e pense numa pessoa que você conhece e que está de bem com a vida. Concentre-se nas coisas que ela faz, no seu comportamento, na posição que ela tem perante a vida. Ela faz tudo sempre igual? Ela faz coisas diferentes? Como ela consegue isto? Isto não quer dizer que você deva fazer o que ela faz. Talvez, o segredo dessa pessoa seja saber usar sua Criatividade da melhor maneira possível. 

É importante saber que a Criatividade sozinha não faz nada, sua parceira inseparável é a Motivação. Esta dupla é fundamental para você pensar em maneiras novas de fazer as coisas, de viver a sua vida com mais qualidade, simplificando tudo para sobrar mais tempo para você. 

Mas, isso não é tudo. Não abandone suas idéias na gaveta, você deve agir, colocando-as em prática. Policie-se para não encontrar desculpas tais como: “Vai ser muito difícil fazer isto agora”; “Vou esperar até ter mais tempo”; “Será complicado”; “Não tenho todas as informações de que preciso”; “Ninguém vai interessar-se por isto”; “Eu ando muito cansado”; “Já tenho muitas dores de cabeça”. 

O primeiro passo é começar com um sonho. As grandes realizações tiveram início assim, quase sempre vistas como impossíveis. Por isso, não se intimide com o tamanho do seu desejo . E nunca ria do sonho das outras pessoas. Pense diferente e você começará a solucionar problemas antes que eles destruam você, fazendo mais com menos e identificando as melhores oportunidades. Pense Diferente. Vale a pena!

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SR. PROF. ANTÔNIO CARLOS TEIXEIRA DA SILVA
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pensediferente@uol.com.br
  - www.pensediferente.com.br   

Autor do livro " O Ataque às Idéias" é o criador e realizador do Projeto PENSE DIFERENTE

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"O homem é mortal por seus temores e imortal por seus desejos"

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Pitágoras

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as diferentes comemorações DE FIM DE ANO

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Nas diferentes culturas de todos os tempos, as mudanças dos ciclos tem levado a implícitos ritos que atraem saúde, amor e dinheiro, os três pilares básicos da felicidade das pessoas. Por isso, não é estranho encontrar ritos ancestrais, próprios de cada cultura.
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Faz 4000 anos os Babilônios, viram nesta repetição das estações um motivo digno de celebração e instauraram um ciclo festivo que deixaria pequenas as festas de hoje. Eram 11 dias de celebração que começava quando a primavera descrevia seus primeiros traços, nos Jardins suspensos da Babilônia.
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Também os Egípcios recebiam com muita felicidade os sinais que mostravam o ano novo. Seus rostos tornavam-se festivos quando chegava o ansiado momento em que o Rio Nilo começava a crescer e o caudal se fazia propício para semear. Então a terra era laborada com confiança nos tempos futuros. Antigamente quando o Nilo transbordava e levava para os campos suas águas carregadas de nutrientes, enriquecia as terras adjacentes, tornado-las de entre as mais férteis do mundo. Houve momentos em que as terras do Nilo eram as que mais comportavam minhocas por metro quadrado. Mas isso era antes da poluição moderna.

Na Alemanha desafiam ao destino mediante a "Cerimônia do Bleiglessen". Este ritual consiste em debelar os mistérios do futuro com uma barra de chumbo. A barra se derrete até fundir-se e ficar no estado líquido, que é quando se verte num copo quando o amanhecer começa a despontar. O chumbo líquido vai ficando sólido novamente pelo resfriamento e alcança formas estranhas que com uma boa dose de imaginação germânica, podem reproduzir o que lhes deparará o amanhã.
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Abrir as janelas e atirar um balde ou um copo de água fazem parte das celebrações para entrar com bom pé e receber o novo ano na Espanha e em Cuba. Em outros países sul-americanos é costume esperar o ano novo de janelas e portas abertas.

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Os Escoceses festejam o "Hogmanay". Se prende fogo a um barril de madeira e se atira para rodar nas ruas. Segundo dizem, é para permitir abrir passo ao ano novo. Depois de meia noite é o memento de apresentar o primeiro pé. A essa hora vão ver aos seus achegados e amigos mais queridos para desejar-lhes feliz ano novo e se lhes oferece um gole de whisky e um pedaço de pastel de aveia. Os mais velhos ficam em casa na espera dos primeiros pés, esperando que estes sejam de pessoas belas, altas e mais importante ainda,  de cabelos negros, que traz sorte. (Deve ser porque na Escócia, a maioria são ruivos).

Na România, as mulheres solteiras caminham até um buraco com uma vela acessa para iluminar o fundo dele. O reflexo das escuras profundidades desenhará o rosto do bem amado que virá num futuro. As que ficam em casa, pegam uma rama de manjericão e o colocam debaixo  do travesseiro. O sonho dessa noite terá como protagonista o homem que as espera.

Nas Bahamas a festa del "Junkanoo" se remonta aos séculos XVI e XVII e tem lugar as honras a "John Canoe". Este proprietário de plantações era bondoso e permitia que seus escravos se tomassem alguns dias para o Natal. (Olha só que gente fina). Eles festejavam com dança e música africana. Esta celebração hoje em dia tem se convertido num desfile formal e organizado, com fantasias coloridas e músicas muito ritmadas. 

Mas queremos lhes contar a origem da tradição das "
UVAS DA SORTE".  - Enigma que se materializa em ritos, costumes e formas de celebrar a espera de alcançar nos seguintes 364 dias do ano novo, bonança no dinheiro, amor, saúde, viagens, trabalho e outros desejos. E mesmo que todos saibamos que nada chega pela arte da magia, muitos seguimos as “tradições” na esperança de conseguir os propósitos para o ano novo. 

Desta maneira, muitos de nós, ao finalizar o ano somos compelidos ou levados a comer uma uva por cada gong do relógio até completar as doze horas, que marcam o fim do ano velho e o início de um ano novo, tradição de origem Espanhola que se remonta desde o século XIX

A história sobre esta tradição, sustenta que no mês de dezembro de 1909, os viticultores Espanhóis, mais precisamente de Catalunha, num esforço pleno de imaginação, conseguiram argüir essa fantasia, para se ver livres dos excessos da colheita e como forma de vender-la, inventaram o rito das "
UVAS DA SORTE" na última noite do ano.

Contam os historiadores que foi graças as transmissões da TVE "Porta do Sol", que foi uma das que mais força deu, já que era o único meio de comunicação na Espanha na época. Cedo ou tarde, todos as pessoas se deram conta que transcorrido certo tempo, as estações se repetiam, com seus altos e baixos, dependendo de fenômenos climáticos e naturais e não pelos ritos ou tradições. Os cultivos voltavam a crescer, as chuvas voltavam a cair, regando as semente e assim continuava o ciclo que dava as pessoas seus dividendos, convertidos em muitas causas.

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PESQUISA, DESIGN E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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"Pelo erros dos outros, o homem sensato corrige os seus"

 .
Oswaldo Cruz

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O COMBUSTÍVEL DO SUCESSO III
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SR. PROF. MAURÍCIO GOIS 

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VOCÊ UMA MÁQUINA, MAS CADÊ O SEU MANUAL DE FUNCIONAMENTO ? 

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A razão porque não atingimos o topo da realização profissional é eu nós não sabemos nada sobre nossa mente, nada sobre como funciona nossa máquina psíquica. 

O curioso é que quando vamos comprar um carro exigimos que o proprietário nos dê o manual do automóvel. 

Mas, e nós? Cadê o manual do nosso funcionamento? Então, o homem, sem o sem manual, olha para dentro de si mesmo e pensa: - Sou limitado. 

Ele não sabe que o que existe em seu universo mental é abundância. Não a limitação. Não a escassez. O homem automotivado sabe que é de sua aparente limitação que nascem suas forças poderosas. 

Quer ver? Só há 26 letras em nosso alfabeto que dão para se escrever um livro e você já viu algum escritor se chatear com isto? 

Só há 7 notas musicais e você já viu algum compositor ficar irritado com isto ? 

Já viu um grande pintor dar um soco em sua tela pictórica e dizer: - 'Ora bolas eu quero pintar um grande quadro! Mas como? Só existem 3 cores primárias : vermelha, amarela e azul ?' 

Ora, no exato instante mágico em que uma pessoa se conscientiza de que o que está dentro de si é
EXCESSO e não ESCASSEZ, ela começa a desenvolver as atitudes corretas que favorecem a automotivação . 

Lamentavelmente, a maioria das pessoas, como diz Paul Meyer, chegam perto da montanha do Êxito pessoal munidos de uma colherzinha de chá e esquecem que dentro de si há uma enorme escavadeira. 
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SR. PROF. MAURÍCIO GOIS 

É Palestrante nas áreas de Vendas, Motivação e Desempenho de Alto Impacto. 

Para contatá-lo ligue para 19 - 3865 1597 - www.mauriciogois.com.br  - contato@mauriciogois.com.br  

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"FICO DOENTE COM AS PESSOAS QUE NÃO DÃO A CARA..."

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ANÔNIMO

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" QUEM É SEU OPONENTE: ESTILOS  "

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PROF. MÁRCIO MIRANDA


PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES

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Você já percebeu que um aspecto fundamental do planejamento da negociação consiste na identificação de seu oponente: 

  • Que tipo de pessoa é ele? 

  • Quais seus hábitos de comportamento? 

  • Como isso se reflete em seu estilo de negociar?

Os psicólogos, em geral, e os psicólogos de vendas, em particular, agrupam as pessoas, do ponto de vista da negociação e do relacionamento com os outros, quanto a dois critérios: a atitude e o ritmo.

Quanto à atitude:

  • Introvertidos: voltados para dentro de si e concentrados na tarefa 

  • Extrovertidos: voltados para o relacionamento, realizações e metas 

Quanto ao ritmo:

  • Vagarosos: lentos, indiretos e ponderados 

  • Dinâmicos: diretos, ágeis e ousados 

Com base na combinação desses quatro elementos, identificam-se quatro estilos básicos de personalidade e comportamento, que correspondem a outros tantos estilos de negociar.

Os quatro tipos básicos, segundo ritmo e atitudes: 

  • Sociáveis: dinâmicos e extrovertidos: criativos, espontâneos, entusiastas, amantes do risco. 

  • Afáveis: vagarosos e extrovertidos: prestativos, complacentes, refletidos e preocupados com os outros. 

  • Diretivos: dinâmicos e introvertidos: resolutos, controladores, empreendedores e voltados para os resultados. 

  • Metódicos: vagarosos e introvertidos: lentos, detalhistas, perfeccionistas e desconfiados. 

Como Agir com os Quatro Estilos

  • Com os sociáveis: seja criativo e entusiasta, mostre que a solução que você lhe oferece contribui para melhorar sua imagem e prestígio.

  • Com os afáveis: seja caloroso e sensível, apresente sua solução como a melhor para ele e sua equipe e contribuindo para melhorar o relacionamento entre pessoas e setores.

  • Com os diretivos: seja convincente e objetivo, proponha soluções eficientes do ponto de vista de sua meta de controle e comando, dê opções de escolha.

  • Com os metódicos: seja planejador e perfeccionista, prepare-se para responder minuciosamente a perguntas sobre detalhes de sua solução, inclusive do acompanhamento posterior, use números e planilhas.

Agora, meu amigo, você vai conhecer duas regras fundamentais do relacionamento, a regra de ouro e a regra de platina. Elas valem para todas as etapas da negociação, não apenas para o planejamento, como você verá adiante.

  • Regra de Ouro: Interaja com os outros como gostaria que agissem com você.

  • Regra de Platina: Negocie com o oponente, não como gostaria que negociassem com você, mas como ele gosta de negociar.

A regra de platina é duas vezes superior à regra de ouro. Você já pôde observar um prenúncio dela quando falamos sobre as técnicas para identificar o minimax do oponente. Para praticar a regra de platina:

Identifique o estilo de personalidade e comportamento de seu oponente; 
Incorpore os traços básicos desse estilo, tal como resumidos acima, a seu próprio estilo de negociação. 


Quero encerrar este artigo com um roteiro de planejamento e organização de informações:

  • Que informações devo obter sobre a empresa do oponente e como consegui-las? 

  • Quais as necessidades do oponente e quais as minhas necessidades? 

  • Que produtos e serviços espero oferecer como soluções para uma negociação ganha-ganha? 

  • Qual será minha primeira proposta — meu minimax?

  • Que perguntas farei para identificar as necessidades do cliente e obter informações para apresentar as soluções adequadas? 

  • Quais são meus objetivos tangíveis e intangíveis na negociação e quais são os mais importantes?

  • Quais são as aspirações tangíveis e intangíveis do oponente? Qual seu possível minimax? 

  • Que tipo de concessões poderei fazer e quais pedirei em troca? 

  • Quais os benefícios de minha solução para o oponente como pessoa (estilo) e para sua empresa?

  • Qual a reputação e estilo de comportamento do oponente? 

  • E de sua empresa? 

 

RESUMO

Há dois tipos de metas e aspirações numa negociação: tangíveis e intangíveis. 

A técnica do
minimax repousa sobre quatro questões básicas: 

  • (1) qual o mínimo que estou disposto a aceitar? 

  • (2) qual o máximo que posso esperar? 

  • (3) qual o mínimo que posso conceder? 

  • (4) qual o máximo que posso oferecer em troca? 

Seis regras para projetar o minimax do oponente: 

  • (1) não esperar que ele seja razoável; 

  • (2) não assumir que os valores dele sejam os mesmos que os seus; 

  • (3) pesquisar sobre o oponente; 

  • (4) fazer-lhe perguntas; 

  • (5) parafrasear suas informações; 

  • (6) a tática do silêncio. 
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Estilos básicos de comportamento: sociáveis, metódicos, diretivos e afáveis. 

Regra de ouro: agir com o outro como gostaria que ele agisse com você. 

Regra de platina: negociar com o outro como ele gosta de negociar. 

 
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PROF. MÁRCIO MIRANDA

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES

 

Márcio Miranda é o presidente da Associação Brasileira de Negociadores e autor de diversos livros e vídeos sobre o tema. Seu livro "Negociando Para Ganhar" já está na quarta edição e é leitura obrigatória quando o tema for negociação. - Negociar bem é uma mistura de arte e ciência. Saber negociar é fundamental para o seu sucesso, tanto profissional quanto pessoal. 

 

Iniciou sua carreira, ainda jovem, nos Estados Unidos, onde residiu sete anos e graduou-se em Engenharia Eletrônica, pela Columbia Pacific University na Califórnia. Cursou, também, Marketing e Administração de Empresas na Louisiana State University, University of Houston e University of Wisconsin.

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A Workshop tem o objetivo de ajudar os seus clientes a procurarem caminhos que os levem a aumentar a lucratividade e produtividade, sem esquecer que tudo isso só será possível através do comprometimento dos seus profissionais e colaboradores. 
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Rua Adib Auada 41 - Centro Empresarial Granja Viana - Cep: 06710-700

Cotia (SP) - Tel: 11 4612-6054 ou 3871-3124  fax: 11 4612-6056 

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" A ESCURIDÃO TRAZ DEPRESSÃO "

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ILUMINE MAIS SEU AMBIENTE DE TRABALHO E A SUA CASA
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SR. PROF. DR. LUIS MARINS - Ph.D

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DIRETOR DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING

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Minhas conhecidas "10 Dicas para Viver com Entusiasmo" que escrevi em 1997, tem sua quinta dica que precisa ser esclarecida, valorizada, re-valorizada e compreendida de forma enfática. Para quem não se lembra, as 10 dicas são:

  • Afastar-se de fatos e de pessoas negativas e negadoras. Cuidado com as notícias ruins. Afaste-se delas; 

  • Aceitar e valorizar os "insights" positivos; 

  • Não reclamar e não falar mal dos outros; 

  • Cultivar a alegria, o riso, o bom humor; 

  • Iluminar mais o seu ambiente de trabalho e a sua casa. A escuridão traz a depressão; 

  • Ser alguém sempre pronto a colaborar; 

  • Surpreender as pessoas com "momentos mágicos"; 

  • Fazer tudo com sentimento de perfeição, prestando atenção aos detalhes; 

  • Andar bem vestido, limpo e perfumado. Gostar da sua imagem; 

  • Agir prontamente. "Do it now". 

A quinta dica pode ser alvo de questionamentos. E é justamente sobre essa dica que quero comentar.

É fundamental e essencial que não confundamos "economia de energia", necessária, inquestionável, com "escuridão". O grande temor que tenho é que, mesmo depois de liberados do racionamento, não voltemos a iluminar nossas cidades, nossas empresas e nossas casas. 

 

Há mil formas de economizar energia: racionalizar o uso do chuveiro elétrico; racionalizar o uso de ferros de passar roupa; racionalizar o uso de secadoras de roupa, do ar condicionado, dos aquecedores, racionalizar o uso de secadores de cabelo, enfim, de todos os equipamentos à base de resistência elétrica que são os grandes consumidores de energia. 

 

E mesmo não deixar luzes acesas em cômodos internos que não tenham pessoas no momento. O que não podemos admitir, nem permitir é diminuir a iluminação ou luminosidade dos ambientes em que vivemos – sejam ambientes de trabalho, sejam as casas em que vivemos ou sejam as nossas cidades.

Confundir "economia de energia" com escuridão é muito perigoso para a qualidade da vida, da saúde física e mental do ser humano. Os maiores índices de suicídios do mundo são na Escandinávia onde as noites são longas e os dias curtos na maior parte do ano. 

 

Pesquisas recentes contra a depressão mostram que um dos tratamentos mais eficazes são as chamadas "Light Box" – que são caixas iluminadas defronte às quais pessoas extremamente depressivas devem passar boa parte do seu dia. Óculos com focos dirigidos para a retina são outro instrumento recomendado para pessoas com depressão profunda. É totalmente comprovado que a escuridão traz a depressão.

As lâmpadas modernas a vapor, em vez de incandescente, utilizam menos de 10% de energia. Trocar lâmpadas de tecnologia ultrapassada pelas modernas e mais econômicas é plenamente recomendável, mas jamais diminuir a luminosidade dos ambientes em que vivemos! Trata-se de ignorância injustificável no século XXI diminuir a luminosidade de nossas empresas, casas e cidades.

Ambientes empresariais escuros diminuem sensivelmente a produtividade, o humor das pessoas que trabalham, aumenta o cansaço, faz mal à saúde visual, deprime o trabalhador.

Casas mal iluminadas, salas escuras, quartos escuros, fazem uma casa triste, sem vida, sem alegria. As pessoas que lá vivem sem que se apercebam vão ficando igualmente tristes e deprimidas e mais agressivas.

Cidades escuras, ruas escuras, praças escuras, monumentos e mobiliário urbano sem a valorização estética da iluminação fazem a cidade mais perigosa, mais violenta, mais triste. As pessoas sem que se apercebam introjetam a escuridão para a seu psique e suas mentes. É fato comprovado pelas autoridades de segurança pública que em ambientes urbanos totalmente iluminados a violência diminui em mais de 50%.

Assim, continua totalmente válida e mais do que nunca a quinta dica: "Iluminar mais o seu ambiente de trabalho e a sua casa. A escuridão traz a depressão".

Temos que "racionalizar" e não "racionar" a iluminação e a luminosidade de nossa vida. Os chamados efeitos não-lineares da escuridão e da baixa luminosidade são degradantes à vida. Não podemos permitir que essa ignorância nos atinja.

Nesta Semana, pense nisso. Não "escureça" a sua vida! Pelo contrário - Ilumine a sua vida, aumentando a luminosidade dos ambientes em que vive. Não confunda as coisas. Seja "racional" – isto é – racionalize o uso da energia e não "racione" a sua qualidade de vida!


Boa Semana. Sucesso!
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SR. PROF. LUIZ MARINS Ph.D

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DIRETOR DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING

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Anthropos Consulting é dirigida pelo antropólogo Prof. Luiz Almeida Marins Filho, que estudou os aborígines australianos na Ilha de Bathurst (Austrália) e com larga experiência em projetos no setor privado e público inclusive internacional. - A Anthropos Consulting trabalha com um corpo de consultores do mais alto nível, vários com doutoramento e mestrado no exterior em várias áreas, e com ampla experiência em projetos empresariais de sucesso, contratados para projetos específicos. - A Anthropos Consulting é certificada ISO 9002 pelo BVQI (Bureau Veritas de Qualidade Internacional).

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ENTRE EM CONTATO COM O HEAD-OFFICE:

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Rua Manoel Affonso, 64 - 18090-550 - Sorocaba - SP - Brasil - e-mail: anthropos@anthropos.com.br 

Tel.: +55(15) 3331-7771 - Fax: +55(15) 3331-7772 - http://www.anthropos.com.br/

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.. " FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES "
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MEDINDO, GERENCIANDO E CRIANDO VALOR

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L. A. COSTACURTA JUNQUEIRA
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VICE - PRESIDENTE 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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.Thomas O. Jones
Autor do Livro

Putting The Service Chain to Work – HBR

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Se clientes satisfeitos são a alma de qualquer negócio bem-sucedido, clientes fiéis são essenciais para a sustentação da liderança no negócio. Mas como uma empresa evolui de clientes meramente satisfeitos para clientes absolutamente fiéis?

Muitas empresas acreditam que fornecer produtos e serviços continuamente melhorados, a preços competitivos, seja o suficiente. Outras vão mais além, proporcionando programas de benefícios para usuários freqüentes e descontos preferenciais. 

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Mas nada disso aumenta significativamente a fidelidade do cliente a longo prazo. Por quê? Por que a maioria desses enfoques não está centrada no cliente individual e na sua definição individual de valor. Em vez disso, tratam os clientes como uma grande massa sem muita diferenciação.

A chave para a fidelidade a longo prazo é expandir valor para o cliente com base na sua definição individual de valor. Essa definição pode variar muito de um cliente (por exemplo, descontos no preço) para outro (por exemplo, atenção pessoal) e ainda para outro (por exemplo, acesso a informações).

As empresas bem-sucedidas em manter altos níveis de fidelização de clientes nos apresentam algumas lições importantes sobre a fidelização de clientes:

  • Um bom produto ou serviço será sempre a base para o desenvolvimento da fidelidade do cliente. Sem ele, nenhum programa para fortalecer o relacionamento de uma empresa com seus clientes será bem-sucedido. 

  • As empresas devem desenvolver produtos e serviços personalizados de acordo com o que os clientes individuais querem e não de acordo com o que as empresas estão atualmente preparadas para oferecer ou de acordo com aquilo que acham que os clientes querem. 

  • Desenvolver a fidelidade do cliente deve ser um compromisso de toda a empresa. Todas as atividades da organização devem servir ao objetivo de criar valor para o cliente. 

  • Reunir informações sobre os clientes não é tudo. Por mais sofisticada que seja, a tecnologia da informação é simplesmente um instrumento para melhorar a qualidade do produto e do serviço para atender às necessidades individuais dos clientes. 

O impacto econômico do foco de uma empresa na fidelidade do cliente torna-se evidente apenas após um longo período de tempo. Portanto, a avaliação a longo prazo do comportamento do cliente é essencial para se compreender o retorno sobre o investimento em iniciativas de fidelização. Sem avaliação, uma empresa pode perder prematuramente o seu foco na fidelidade do cliente. 
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Nunca perca de vista as atividades dos seus concorrentes. 
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Questões-chave para você responder:

  • Como a sua empresa poderia identificar os seus melhores clientes? 

  • Qual é o principal valor do produto ou serviço de sua empresa para o cliente? 

  • Que outras opções os seus clientes têm, dentro e fora do seu setor, para obter este valor? 

  • Quais deveriam ser os limites de seus serviços? 

  • Quais são as oportunidades de que sua organização dispõe para captar informações sobre seus clientes? 

  • Como a sua organização poderia usar essas informações para fornecer produtos e serviços melhores, talhados para as necessidades individuais do cliente? 

  • Que inconvenientes o cliente tem ao fazer negócios com a sua empresa? 

  • Quais medidas a sua organização poderia tomar para começar a reduzir os inconvenientes e expandir o valor? 

A partir das respostas a essas perguntas, você poderá iniciar o processo de conduzir sua organização a tornar a fidelização de clientes parte integrante de sua missão.


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L. A. COSTACURTA JUNQUEIRA
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VICE - PRESIDENTE 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Vice-Presidente do MVC - Instituto Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo. Administrador pela FGV. Coordenador dos projetos de Educação Corporativa e Consultoria em Desenvolvimento de Talentos Humanos. Seminários e Palestras nos EUA, Portugal, Uruguai, Aruba e Paraguai. Autor dos livros Negociação: Tecnologia e Comportamento (27ª Edição – 180.000 exemplares), Sr. Presidente: A Culpa é Sua: Desenvolvendo Talentos Humanos (4ª Edição), Administração do Tempo: Um programa de Autodesenvolvimento (7ª edição), Tempo do Executivo: Problemas e Soluções (8ª edição). Co-autor, com Eunice Mendes, dos livros Falar em Público: Prazer ou Ameaça? – (4ª edição) e Comunicação Sem Medo (5ª Edição). Co-autor com Marco Aurélio Vianna em Gerente Total: Administrando com Eficácia a Empresa do Século XXI, (5ª edição). Seu livro mais recente é Cada Empresa Tem o Consultor que Merece – Como Otimizar as Relações entre Clientes e Consultores (co-autoria Célia Marchioni). 
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br 

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. PIADAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" Nº184 DO WWW.SDR.COM.BR

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PIADAS  DE  COR AZUL = LINDINHAS

PIADAS DE  COR  ROXA = PICANTES

PIADAS DE COR VERMELHO = PAHH

PIADAS DE COR VERDE = ENJÔO!

PIADAS DE COR PRETO = FEIA

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Um baixinho chega no bar e vai pedir um refrigerante quando se da conta que o balcão e muito mais alto que ele. Resolve pular e pedir ao mesmo tempo: - Tem fanta? 
Como ninguém responde ele pula novamente e pergunta: - Tem fanta? 
Feito isso algumas vezes sem ter resposta ele se irrita e da a volta no balcão para ver se tem alguém do outro lado. 
Encontra outro baixinho pulando e respondendo: - Uva ou laranja? - Uva ou laranja?

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A velhinha estava ligando o fogão para preparar janta pra ela e o marido, quando por causa de um escapamento de gás a casa explode e os dois velhinhos saem voando. Na ambulância com os dois feridos o velho se preocupa com o sorriso de felicidade constante de sua esposa e pensa que ela está em estado de choque e lhe pergunta: - O que sentes? Por que esse sorriso o tempo todo?

- Ah velho, é a primeira vez em anos que saímos juntos para algum lugar.

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42 razÕes porque as bicicletas sÃo  melhores que os homens:
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1.- A  bicicleta não se importa que tenhas montado em outras bicicletas.

2.- Podes montar muitas bicicletas em um mesmo dia e nem por isso altera a sua reputação.
3.- Não tens que apresenta-la para os seus pais.

4.- A bicicleta a montas quando queres.

5.- A bicicleta não te engravida.

6.- A bicicleta não finge quando não funciona.

7.- A bicicleta não te exige explicação se montas as bicicletas de suas amigas

8.- A bicicleta não se esquenta com a tua bunda encima dela.
9.- A bicicleta não sua quando a montas.

10.- A bicicleta não mente sobre o seu tamanho.

11.- A bicicleta não se queixa de teus quilos a mais quando a montas.
12.- A bicicleta não se para quando está entre tuas pernas.
13.- A bicicleta não dorme depois de monta-la.
14.- A bicicleta não te compara com as outras que a tem montado.
15.- A bicicleta não se queixa se a montas quando estás menstruada.

16.- A bicicleta não necessita viagra para poder monta-la.
17.- Pode-se mudar de bicicleta todos os anos. 
18.- Tu diriges a bicicleta e a bicicleta não dirige você.

19.- Tu não é exibicionista quando montas tua bicicleta na rua.

20.- Tu podes emprestar tua bicicleta sem que deixe de ser tua.
21.- A bicicleta vale muito para deixa-la atirada na rua.

22.- Não tens que mentir se não queres montar tu bicicleta.
23.- Para a bicicleta não interessa se não é mais virgem.

24.- Podes controlar a velocidade da bicicleta quando a montas.
25.- A bicicleta nunca se cansa de ti.
26.- A bicicleta não te deixa sozinha para se juntar a outras bicicletas.
27.- Não tens que depilar-te para montar uma bicicleta.
28.- A bicicleta não se dá conta se é a primeira vez que montas uma bicicleta.
29.- Tua bicicleta não tem mãe portanto não pode te comparar com ela.
30.- A bicicleta não te diz como monta-la.

31.- A bicicleta não se enoja quando lhe aplicas os freios.
32.- A bicicleta não compara seu tamanho com outras bicicletas
33.- Não necessitas vibrador para reemplazar uma bicicleta.
34.- Se a bicicleta não funciona tem conserto.
35.- A bicicleta não te alarga nada depois de monta-la.

36.- A bicicleta não muda de forma nem tamanho depois de monta-la.

37.- Não te molha quando montas uma bicicleta. 
38.- A bicicleta não te pede que lhe chupes nada.

39.- Não necessitas fumar um cigarro depois de monta-la.

40.- A bicicleta não precisa se masturbar se lhe inflam as rodas

41.- Não precisas ir a um sexólogo se montas mal tua bicicleta.
41.- Podes montar outras bicicletas antes de ter a própria. 
42.- A bicicleta bem vale um esforço.

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as estatísticas NÃO FALHAM...
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10% dos homens tem feito sexo, pelo menos uma vez no elevador, nas escadas, ou na rua.
20% das mulheres desejam ser homens.
35% dos meninos estão apaixonados pela sua professora.

45% das mulheres gostam dos homens com olhos azuis.

46% das mulheres praticam sexo anal com seus parceiros.

50% dos homens vão dormir sem escovar os dentes.

56% das mulheres dormem peladas de vez em quando.

70% das mulheres preferem transar pela manhã.

90% dos homens afirma que nunca tem pensado em ter relações homossexuais.
92% das mulheres querem transar na natureza.

96% das mulheres nunca transaram no escritório.

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Moral:  - Não fiques até tarde no trabalho, ¡Não serve absolutamente para nada!.

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Um casal estava se preparando para passar a noite fora.  A mulher, então, deu ao mordomo, a noite de folga. Ela disse que provavelmente voltariam tarde, porque esperavam ter uma ótima noite. Mas como a esposa não estava se divertindo na festa, resolveu voltar para casa mais cedo. O marido ficou, pois queria conversar com alguns clientes importantes. 

Quando a mulher entrou em casa, encontrou, Dieguito, sozinho na sala dançando sensualmente. Ela o chamou e mandou que a acompanhasse até o quarto dela. Virou para ele e usando um tom que ele sabia que não podia desobedecer lhe disse: - Dieguito, eu quero que você tire meu vestido!
Ele tirou, suas mãos tremiam e colocou o vestido cuidadosamente sobre a cadeira.
Dieguito, - continuou ela - agora tire minhas sandálias e meia calça.
Mais uma vez, Dueguito silenciosamente obedeceu, como não querendo fazer...
Agora, Dieguito, EU, quero que você tire meu sutiã e minha calcinha.
Olhar cabisbaixo, já entregue pelas ordens Dieguito obedeceu.
Ambos respiravam profundamente, a tensão entre os dois aumentava.
Ela então olhou para ele e disse: - Dieguito, se eu pegar você usando minhas roupas mais uma vez, está despedido!

 

ESTA PIADINHA FOI ENVIADA POR UM COLEGA REPRESENTANTE, MAS NÃO VAMOS DAR O NOME, 

APENAS AS INICIAIS POR QUESTÕES DE CUNHO PROFISSIONAL:

 

OBRIGADO " RENATO ZORNITA, DA ZORNITA REPRESENTAÇÕES " - PORTO ALEGRE (RS) 

 

TORCEDOR DO PAISANDU!!! DO PISANDU... DO PAISANDUUUUU

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-Aposto 5 reais que bebo um copo de cuspes ?
-A que não ...?
-A que sim ... ?
-Aposto 10 pilas, vou pegar o copo!!!
Os guris pegam o copo, enchem ele de cuspes, babas e todo tipo de fluidos bucais, e uma vez cheio dão para ele beber ...
O guri apostador, começa e 1 minuto depois para ...
-Vês que não podes beber tudo, agora perdeste!!!
-Nada disso, não terminei ainda, é que tem alguns que tem que mastigar antes de engolir!!!

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Um time de futebol e uma mulher sobreviveram a um naufrágio e conseguiram chegar a uma ilha. 
Até ai, tudo bem. Rolava a maior suruba, todo mundo era feliz...
Mas, um dia, a mulher morreu.
A primeira semana até que foi sossegada;
A segunda foi complicada;
Na terceira, a coisa tava feia;
Na quarta, então, a situação ficou insuportável. Foi então, que um deles virou e disse: - E isso ai, moçada. Não dá mais; vamos enterrar a mulher... 

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" DEZ REGRAS BÁSICAS DE VENDAS "

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Workshop Consultoria e Treinamento

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Dr. Bill Gallagher

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Para fortalecer e afiar seu repertório de habilidades como vendedor

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Mesmo que você se julgue um bom conhecedor dos elementos básicos de vendas, é importante manter seus conhecimentos apurados. Princípios fundamentais de vendas como saber ouvir e a analisar corretamente as necessidades podem significar a diferença entre fechar o negócio e perdê-lo. Por isso, não venha dizer que uma aulinha para refrescar a memória quanto às regras básicas está abaixo de seu nível de qualificação. 

Estes 10 lembretes deixarão suas habilidades afiadas e vão proporcionar uma base sólida em vendas para seu sucesso profissional permanente. 


1) Ouça atentamente. Vale a pena repetir a regra dos 80/20. Passe 80 por cento ouvindo e apenas 20 por cento falando. Você está aí para atender às necessidades de seu cliente, mas não conseguirá fazer isso se não parar de falar e dar um tempo para poder descobri-las. Faça um monte de perguntas e tome notas a respeito das respostas, obrigando-se assim a ouvir cuidadosamente e assegurando que se recordará de aspectos importantes da conversa depois. Sente-se confortavelmente na poltrona e deixe-se "hipnotizar" pelo que o cliente potencial está dizendo: uma venda magnífica pode estar se escondendo atrás de cada palavra! 
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2) Primeiro faça perguntas, deixe a apresentação para depois. Se sua apresentação não enfatizar as características ou benefícios nos quais seus clientes potenciais estão interessados, com certeza ela não os convencerá a comprar. Assegure-se plenamente de que está compreendendo 100 por cento das necessidades e desejos deles, dos sentimentos e expectativas que alimentam, para que sua apresentação acerte o alvo em todos! Faça perguntas primeiro para garantir que você não esgote todas as boas notícias na primeira página - pode ajudar bastante a construir a confiança em seu futuro cliente mostrar que as necessidades dele estão na frente de sua sede de fazer a venda. 
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3) Descubra as necessidades - não as pressuponha. Assim como um médico competente não faz o diagnóstico e passa a receita antes de um exame completo no paciente, você deve deixar que os clientes potenciais expliquem do que precisam em vez de presumir que já sabe. Meta-se a fazer recomendações de um produto ou serviço sem consultá-los, e eles certamente vão questionar sua impertinência e suas intenções. Lembre-se de que eles se conhecem e a seu próprio negócio melhor do que você. Dê-lhes uma chance de passar esse conhecimento a você para que os dois possam sair ganhando. 
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4) Peça uma faixa de orçamento. Depois que você e seu cliente potencial se entenderam sobre quanto ele pode gastar, os dois poderão analisar a decisão de compra mais seriamente. Garanta a seus clientes que você fará o melhor pelas necessidades deles, independentemente do vulto do orçamento envolvido. Depois que demonstrou ser um vendedor honesto e confiável com um pedido pequeno, os consumidores recompensarão você com novos e maiores pedidos. Quando o cliente potencial se mostra pouco à vontade falando de dinheiro, peça que ele sugira um valor hipotético sem compromisso, apenas para servir de base a sua apresentação. 
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5) Fale com aquele que toma a decisão. Quem vai perder tempo em fazer uma convincente apresentação de venda a um cliente potencial entusiasmado que não tem nenhum poder de compra? As apresentações exigem uma grande quantidade de tempo e trabalho para preparar e executar. Por isso, só faça apresentação para quem pode, com toda certeza, premiar o esforço com uma venda. Chegar à alta administração pode demorar um pouco mais, mas tentar vender a qualquer um levará apenas a perda de tempo - o seu e o deles. Em vez de apresentar para a pessoa errada, invista seu tempo construindo um relacionamento com aqueles que guardam as chaves da sala onde são tomadas as decisões - inclusive a da sua venda. 
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6) Construa o relacionamento sem passar da conta. Vendedores que tentam a todo custo ficar amigos de seus clientes potenciais podem estar mais se prejudicando que beneficiando. A maioria dos clientes quer um vendedor que seja uma fonte de informações de seu segmento, um fornecedor de soluções e um parceiro comercial confiável - não um companheiro de chopadas. Concentre-se em causar boa impressão aos clientes potenciais com sua honestidade e especialização no ramo, e não com o brilho de sua personalidade. Se você topar com um amante de chope ou um antigo colega de escola no dia-a-dia profissional, troque uma prosa de alguns minutos. Depois volte diretamente ao assunto que levou você até ali. 
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7) Não responda objeções não apresentadas. Quando os consumidores expõem verbalmente suas preocupações, descubra o verdadeiro ponto em questão perguntando a eles por que pensam daquela maneira. Nenhum produto ou serviço é perfeito, mas é possível apagar a importância das falhas e convertê-las em pontos a favor. Você nunca sabe até que ponto seu cliente potencial conhece realmente seu produto. Nesse caso, não entregue voluntariamente informações que possam ser percebidas como negativas. Uma vez estando ciente de que seu produto ou serviço poderá ajudar os clientes, concentre-se, ao vendê-los, em suas características e benefícios. 
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8) Personalize sua venda. Todos nós gostamos de ser tratados como o ser único e especial que somos. Então modele seu estilo de venda para que ele se ajuste direitinho à personalidade de cada um de seus clientes. Para que se sintam bem à vontade e felizes, observe o caráter e o temperamento deles e então se comporte de uma maneira que se ajuste. Use algumas frases talhadas para a construção de um relacionamento: "Puxa vida, que interessante!" Ou: "Concordo com o senhor!" Ou: "Opa! Conte-me um pouco mais sobre isso!" Ofereça a cada cliente um desconto especial ou um brinde exclusivo. Quanto mais seus consumidores se sentirem o centro de sua atenção, maior será a probabilidade de que voltem logo para gozar o tratamento VIP. 
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9) Não reme contra a maré. Poucas pessoas gostam de ser convencidas e menos ainda as são as que aceitam ser manipuladas. Seu desejo de fechar a venda é inteiramente secundário para as necessidades de seus clientes: esteja certo de poder realmente contribuir com os clientes que tem em mira. Quando seu produto ou serviço resolve de verdade o problema de alguém, você não terá necessidade de manipular o comprador para convencê-lo. O empenho do vendedor em geral serve apenas para levantar as resistências do cliente potencial. Em vez de agir assim, assuma um maior controle sobre a venda transferindo uma parte dele para o consumidor. 
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10) Mantenha um sistema de venda. Certifique-se de adotar um sistema comprovado que ajude você a gerar indicações de clientes potenciais, marcar reuniões, fechar vendas e oferecer qualidade e um serviço de acompanhamento consistente. Quando aparecer um problema, seu sistema simplificará as coisas com um diagnóstico e um tratamento adequado para ele. Experimente os esquemas baseados em siglas e jogo de memória tais como se encontram em manuais de técnicas de venda. Estas 10 regras já formam um sistema ou pelo menos um bom caminho para ele. .
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  • Necessidade. Descubra as necessidades primeiro. 

  • Orçamento. Descubra a faixa de orçamento de cliente potencial. 

  • Compromisso. Identifique os tomadores de decisão com a autoridade ao assumir um compromisso de compra. 

  • Apresentação. Faça uma apresentação convincente baseada nas necessidades do comprador. 

  • Transação. Feche a venda e supervisione a transação do ponto de vista da satisfação do

  • consumidor. 

  • Cumpra todas as promessas que tiver feito. 

  • Recompensa. Recompense os clientes tratando-os com a especial atenção que eles merecem. .

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Embora a maioria dos vendedores talvez prefira inteirar-se das técnicas mais modernas de vendas, uma revisão das regras básicas pode proporcionar uma nova visão para utilizá-las com mais eficiência do que nunca. Você pode atribuir uma boa venda ocasional a uma fonte de referência ou à sorte de estar no lugar certo na hora certa, mas o segredo de uma carreira de vendas bem-sucedida é se manter fiel aos mandamentos da boa venda, devidamente testados pelo tempo. Com essa base sólida de habilidades e conhecimentos, o céu será o único limite para o potencial de seu sucesso. 
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PROF. MÁRCIO MIRANDA

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES

 

Márcio Miranda é o presidente da Associação Brasileira de Negociadores e autor de diversos livros e vídeos sobre o tema. Seu livro "Negociando Para Ganhar" já está na quarta edição e é leitura obrigatória quando o tema for negociação. - Negociar bem é uma mistura de arte e ciência. Saber negociar é fundamental para o seu sucesso, tanto profissional quanto pessoal. 

 

Iniciou sua carreira, ainda jovem, nos Estados Unidos, onde residiu sete anos e graduou-se em Engenharia Eletrônica, pela Columbia Pacific University na Califórnia. Cursou, também, Marketing e Administração de Empresas na Louisiana State University, University of Houston e University of Wisconsin.

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A Workshop tem o objetivo de ajudar os seus clientes a procurarem caminhos que os levem a aumentar a lucratividade e produtividade, sem esquecer que tudo isso só será possível através do comprometimento dos seus profissionais e colaboradores. 
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Rua Adib Auada 41 - Centro Empresarial Granja Viana - Cep: 06710-700

Cotia (SP) - Tel: 11 4612-6054 ou 3871-3124  fax: 11 4612-6056 

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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

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Como negociar a partir de uma posição fraca

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PROF. Márcio Miranda

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Conhecer os seus próprios limites e possuir autoconfiança para mantê-los, são as condições básicas para você não ficar em desvantagem quando sua posição for mais fraca. Por incrível que pareça, dependendo da situação, você pode utilizar esta aparente fraqueza para receber concessões que normalmente não conseguiria.

O maior problema que você vai enfrentar ao negociar a partir de uma situação fraca é a falta de confiança que se torna aparente em atitudes do tipo “Eu vou aceitar qualquer coisa que eles me oferecerem”. Esta é a atitude típica de pequenas empresas quando estão negociando contra empresas grandes e multinacionais. O pensamento lógico é que se as condições não forem interessantes, a empresa grande vai atrás de um outro fornecedor, que tenha uma melhor oferta. E parece que tem muita gente assediando o seu cliente...

Portanto, todas as vezes que você se sentir nesta posição, pergunte a você mesmo: por que será que a grande empresa está negociando comigo? Só porque ela pode ditar o preço ou existem outros fatores, que tendem a balança para o meu lado? Por exemplo, sua localização é privilegiada, bem próxima à empresa grande. Ou quem sabe, você pode fornecer um atendimento personalizado, especial para aquele cliente. Mais razões? Entregas just-in-time, assistência técnica permanente, facilidade de contato diretamente com o dono – as variáveis são infinitas.

Isto quer dizer que mesmo que você seja o pequeno na negociação, vale a pena refletir com serenidade e ver qual a sua força para esta disputa. Provavelmente você vai ouvir argumentos do tipo: “Faça um precinho bom agora, e nas próximas compras nós voltamos a discutir. Depois que você entrar, fica mais fácil negociar...”. Bobagem! 

Quando negociar contra uma empresa grande, é bom estabelecer seus limites logo de cara. Ao aceitar um preço bem baixo no início, será quase impossível aumentar e mudar este patamar depois. A grande empresa vai sempre argumentar:
“Você já aceitou este preço no passado e não teve prejuízo. Não temos condições de pagar mais, seu concorrente também quer entrar, blá, blá, blá”. Pode até ser que você está simplesmente sendo usado como boi de piranha para abaixar o preço de um outro fornecedor, o preferido a longo prazo da empresa grande.

Neste mundo globalizado e de produtos semelhantes, o fato de ser pequeno pode ser uma vantagem competitiva. Melhor atendimento, produtos diferenciados e personalizados – tudo isso pode aumentar o seu poder de barganha. Veja as lojas de um shopping center. As boutiques têm roupas exclusivas, um melhor atendimento e por isso cobram mais por isso. Criar e explorar os diferenciais – este é o segredo do sucesso para se conseguir um preço maior.
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Da próxima vez que você for negociar contra um Golias, lembre-se de David 

e valorizes as suas próprias armas.
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PROF. MÁRCIO MIRANDA

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES

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Workshop Consultoria e Treinamento - http://www.workshop.com.br  -  julia@workshop.com.br 

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TERRA INFORMÁTICA 

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Software - Easy Office - Sílvio Mauro Monteiro 
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Para os usuários que não entendem porque precisam pagar os tubos pelo Microsoft
Office, o mundo dos softwares gratuitos, conhecidos como freewares, tem alternativas bastante confiáveis. Uma delas é o Easy Office, pacote que realiza com eficiência as principais funções do programa da Microsoft e pode ser baixado da Internet sem o desembolso de um único centavo. 

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Atualmente na versão 5.1, o Easy Office está com uma interface (nome que se dá à cara do programa - suas cores, telas e menus) cada vez mais simpática e agradável. O usuário logo descobre que o termo easy - que significa fácil, em inglês - é mais do que justo. 

Os aplicativos disponíveis também seguem a linha do concorrente mais famoso, o que torna o uso do Easy Office uma tarefa sem grandes mistérios. O Easy Office tem clones para o editor de textos e a planilha de cálculos do Windows e traz também calculadora, editor de imagens, compactador de arquivos e banco de dados. 

Para baixar o programa é preciso de um pouco de paciência. Ele tem quase 70 MB e pode demorar para ser carregado, principalmente se a conexão não for de banda larga. No site da E-Press, fabricante do programa, é oferecido um smart download utility, que deveria monitorar o download evitando o reinício em caso de interrupção por queda de energia ou eventuais erros de transmissão. Entretanto, o recurso não funcionou, pelo menos nas quatro vezes em que o programinha foi baixado e executado. 

Em virtude dessa falha, o ideal é usar sites especializados em downloads como o Tucows e programas que auxiliam no processo de baixa de arquivos, como o GetRight, disponível para download aqui

A versão gratuita do Easy Office, por ter menos recursos, não exige muito do computador. Os programas carregam rápido e não travaram a máquina em nenhum momento. Existe até um editor de textos adaptado para CPUs velhas e lentas. 

A prometida compatibilidade com os arquivos do Microsoft Office, em alguns casos, não foi cumprida, havendo diferença na tabulação quando abertos documentos do Word. Esses problemas podem ser amenizados se, durante a instalação do Easy Office, o usuário optar por associação automaticamente de cada extensão aos programas clones. Assim, toda vez que um .doc for clicado, por exemplo, seria acionado pelo genérico do Word, o programa EasyWord. Do mesmo modo, arquivos .xls seriam abertos pelo clone do Excel, o EasySpreadSheet. 

A E-Press, fabricante do Easy Office, disponibiliza também uma versão paga do programa, a Premium, que custa US$ 39,99. Ela oferece mais facilidades e é obrigatória para empresas. A versão gratuita destina-se apenas a usuários domésticos, e estes também não podem direcionar o Easy Office grátis para fins comerciais. 

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A história começa com as descobertas do Sr. Joseph Lister, cirurgião inglês notável, que identificou os germes transportados por via área, como uma fonte de infecção na salas de operações cirúrgicas. Chamou-os de "APTENESS GRIM" ou em bom português de "Assassinos Invisíveis".
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A ciência médica estava começando a compreender que era imperfeita e que necessitava de cuidados maiores para proteger as áreas descobertas do paciente. Ainda, o conceito dos organismos vivos inumeráveis, desapercebidos e mortais, remanescidos além do cuidado de muitos cirurgiões no século XIX, que duvidavam ou até mesmo contestavam do trabalho de Lister.
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Um homem que não questionou sua teoria do anti-sepsia, era Robert Johnson, que ouviu Lister falar em 1876. Por anos, Robert Johnson foi nutrindo a idéia de uma aplicação prática dos ensinos de Lister. O que tinha em mente, era uma nova aplicação de limpeza cirúrgica, com produtos "ready-made" ou "Prontos para Uso", esterilizados, envolvidos e selados, em pacotes individuais e apropriados para o uso imediato sem o risco da contaminação pelo manuseio indevido.
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Antes das descobertas de Lister, a taxa pós-operatória de mortalidade, era tão elevada que chegava em alguns hospitais a 90%. Os cirurgiões não queriam acreditar que contaminavam seus próprios pacientes operando com instrumentos e materiais não esterilizados.
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Os métodos assepsia de Lister requeriam equipamentos complexos e incomodos, o que somente alguns hospitais maiores poderiam fornecer e servir nas salas cirúrgicas, e desses hospitais na época havia bem poucos. Uma solução da época era o pulverizador de ácido carbólico, que banhava o quarto cirúrgico e o paciente, envolvendo o ambiente em uma névoa espessa, o que dificultava e incomodava os processos cirúrgicos. 

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Ainda, eram procedimentos aceitos da medicina cirúrgica, utilizar algodão recolhido dos assoalhos das indústrias  Algodoneiras, que se encarregavam de cardar o produto, ou seja algodão in-natura ou sujo, para  limpeza das cirurgias. E mesmo os cirurgiões operavam vestidos com as mesmas roupas que vinham da rua, apenas lavando-se as mãos e como podem ver na foto, todos sem luvas, sem máscaras e nem gorros. As manchas de sangue nas roupas, eram vistas como um emblema de honra na época

Robert Johnson terminara concluindo que a assepsia dos materiais a serem utilizados para o tratamento geral das intervenções médicas, seria a melhor maneira de diminuir as taxas de mortalidade dos hospitais e dos locais de tratamento os pacientes. O Sr. Johnson juntou-se com seus dois irmãos, James e Edward Mead Johnson, que tinham dado forma a uma parceria em 1885. As operações começaram em Novo Brunswick, New Jersey, em 1886 com 14 funcionários no quarto andar de um edifício pequeno, que tinha sido uma vez, a fábrica do Wall-paper. Em 1887 a companhia foi incorporada com a sociedade "
Johnson & Johnson". Eram poucos hospitais nos Estados Unidos em 1887, grandes e preparados o suficiente para introduzir os métodos de Lister, do uso da anti-sepsia e Johnson & Johnson incorporaram a indústria cirúrgica das limpezas começando a revolucionar a medicina exploratória.

Os primeiros produtos eram emplastros medicinais,  melhorados com os compostos médicos misturados em um adesivo. Uma limpeza cirúrgica revolucionária rapidamente foi desenvolvida então e colocada no mercado. Reconhecendo a necessidade crítica para procedimentos cirúrgicos anti-sépticos melhorados, a companhia projetou o desenvolvimento de um algodão e uma gaze de limpeza macia, absorvente e que poderia ser produzida de forma massiva e enviada na quantidade pedida, aos hospitais e/o a cada médico e drogaria das metrópoles.

"Johnson & Johnson" também promoveram extensivamente os estudos a análises, dos procedimentos cirúrgicos anti-sépticos. Em 1888 a companhia tinha publicado um livro, "Métodos modernos do tratamento anti-séptico da ferida" que por muitos anos foi o procedimento padrão em práticas anti-sépticas.
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Por 1890 Johnson & Johnson desenvolviam as limpezas do algodão e de gaze pelo calor seco, em uma tentativa de produzir não tão somente um produto anti-séptico mas esterilizado. Em 1891 um laboratório bacteriológico foi estabelecido e no ano seguinte, a companhia desenvolveu com sucesso as exigências, para um produto esterilizado. 
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Os processos novos de esterilização, primeiramente pelo calor seco e depois pelo vapor e pressão, eram o gênesis do slogan da companhia: "
o nome o mais confiado em limpezas cirúrgicas" Em 1897 a companhia desenvolveu uma outra contribuição principal à cirurgia, uma técnica melhorada de esterilização para fios de sutura.
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Em cooperação com diversos cirurgiões americanos, Johnson & Johnson conduziram em 1899, desenvolveram e introduziram um novo tipo do óxido do zinco no emplastro adesivo. Por causa de sua qualidade otimizada, da força e do rápido manuseio ao abrir, este tipo de emplastro transformou-se um aliado importante da cirurgia e significou uma melhora importante para os pacientes, porque a irritação da pele delicada foi evitada.
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Em 1910 o primeiro presidente, Robert Johnson faleceu. Sob sua direção a companhia tinha-se tornado e se estabelecido firmemente, como líder no campo do cuidado da saúde.  - James W. Johnson sucedeu seu irmão e foi presidente até 1932. O crescimento internacional, tinha iniciado em 1919 com o estabelecimento de uma filial em Canadá. O seguinte ano, em 1924, Johnson & Johnson abriram suas primeiras filiais, Johnson & Johnson no Reino Unido.
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E quem não ficou atrás nesta história, foi "Earle Dickson", responsável pela invenção de um dos dispositivos mais úteis do mundo para os acidentes banais e que não requerem grandes cuidados médicos...o "Band Aid" ou "curativo adesivo". 

Em 1917, Earl Dickson casou-se com Josephine Frances. Rapidamente ele soube que sua esposa não era "Piloto de fogão", já que diariamente estava levando cortes nos dedos, nos afazeres culinários e Earl, tinha que estar recortando gaze e fitas adesivas, para lhe preparar curativos a esposa, de maneira que pudessem ficar fixos aos cortes e não caíssem, o que permitiria a ela fazer outras labores. Logo foi aperfeiçoando seu sistema caseiro e totalmente rudimentar, até que foi trabalhar para  Johnson & Johnson como comprador de algodão em Novo Brunswick, Jersey. 

A essa altura seu sistema já incluía uma tesoura, recortes pequenos de gaze e fita enrolada na tesoura nos tamanhos certos, para uma rápida bandagem na ferida. Comentando destas peripécias com colegas de trabalho na Johnson & Johnson, um deles levou o comentário para os irmãos Johnson's e numa conversa que tiveram, Earl lhes apresentou a facilidade que apresentava, ter todo o material pronto, recortado e do tamanho certo para prevenção de pequenos acidentes domésticos.
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Johnson & Johnson eram já um fabricante popular de bandagens grandes de algodão e de gaze para hospitais e soldados,  quando Earl Dickson ofereceu a sua solução da Faixa-Aid®. Infelizmente, os bandagens originais do Band-Aid não venderam bem e o valor chegou tão somente $3.000 do produto, vendido durante seu primeiro ano. Isto pode ter sido porque as primeiras versões das bandagens vieram nas medidas de 2 polegadas de 1/2 de largura e 18 polegadas de comprimento. Ou seja para dedo de elefante.
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As vendas foram insignificantes até que a companhia distribuiu um número ilimitado da Faixa-Aids®, gratuitamente aos escoteiros de todo o país, o que fez uma difusão impressionante do produto, ascendendo sua venda enormemente. Por 1924 Johnson & Johnson produziam tamanhos diferentes da Faixa-Aids® esterilizadas. Em 1939 foram exportados mais de cem milhões de Band-Aids para fora dos EUA e alcançaram o bilhão em 1958.
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Johnson & Johnson nomearam Earl Dickson, vice-presidente, uma posição em que permaneceu até sua aposentadoria em 1957. Era também um membro da placa de diretores até sua morte em 1961. Na altura do seu falecimento, Johnson & Johnson estavam vendendo $30.000.000 de dólares em Band-Aid® a cada ano.

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PESQUISA, DESIGN E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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Dizendo Obrigado àqueles que reclamam

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Quando clientes gastam seu tempo para reclamar da sua empresa, você precisa lembrar de agradece-los. Se o cliente reclama, é porque ele gostaria de fazer negócios com a sua empresa. O cliente que não reclama, é porque fazer negócios com você ou com outra empresa não faz muita diferença. 

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Não deixe de enviar uma carta de agradecimento a todo cliente que fizer uma reclamação da sua empresa. Coloque na carta que você irá trabalhar diariamente para conquistar de volta a confiança dele. 
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Reclamar não deve gerar reclamação

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8 de cada 10 bem-sucedidos produtos ou serviços são idéias de clientes. Você precisa estar aberto para ouvir os seus clientes. Você precisa facilitar a forma com que eles interagem com a sua empresa. Você precisa tornar fácil realizar reclamações sobre a sua empresa. Para tanto, existe algumas dicas: 

1. Contrate e treine pessoas com objetivo primário de recuperar clientes. 
2. Crie metas que acreditam em justiça e satisfação do cliente. 
3. Remova barreiras burocráticas no processo de reclamação do cliente. 
4. Acompanhe, responda e resolva todas as reclamações que chegam até a sua empresa.

PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES - CONSULTORIA DE MARKETING 'BIZREVOLUTION"

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www.bizrevolution.com.br   -  ricardom@bizrevolution.com.br

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Profissionais preferem teclar a falar

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Oitenta por cento dos profissionais preferem usar o e-mail no lugar de falar ao telefone. A conclusão é de uma pesquisa do Meta Group. 

O levantamento, realizado com 387 empresas, mostra também que 74% os entrevistados acreditam que é mais difícil trabalhar sem e-mail do que ficar sem telefone. 

“Nós já suspeitávamos que o e-mail estaria ultrapassando o telefone na preferência dos usuários corporativos, mas nos surpreendemos com a margem de diferença”, disse Matt Cain, vice-presidente do Meta Group. 

Segundo a pesquisa, a flexibilidade no tempo de resposta dos e-mails é um dos maiores benefícios do correio eletrônico (84%). Logo em seguida, vem a facilidade de enviar o mesmo comunicado para vários usuários (83%), e o fato de se formar um histórico do diálogo é apontado como terceiro maior benefício da ferramenta. 

A pesquisa também revelou um dado curioso. Vinte e dois por cento dos entrevistados apontaram o quesito de o e-mail exigir menos sociabilidade na comunicação como uma qualidade. 

Entre os 20% que elegeram o telefone como uma ferramenta mais útil do que o e-mail, 81% deles apontaram o contato pessoal como principal qualidade do telefone. 
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Flávia Yuri, da INFO http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042003/24042003-5.shl

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Lula aqui?         No meu sonho?
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Era ele. Reclamou da dor da bursite e já sentou no sofá da sala e me perguntou na lata: "o que fazemos com essa tal de inclusão digital?".

Respondi: que tal criar um fórum nacional das entidades envolvidas no assunto? Com o propósito de potencializar experiências, ser eficaz e gastar o menos possível, permitindo que a dinâmica da internet cuide do resto?

Bom, disse ele, enquanto o ministro José Dirceu entrava pela janela, como um pássaro, com um bloquinho na mão. Prossegui:

1 - Investir principalmente nos multiplicadores (professores, educadores, organizações não-governamentais e outros), facilitando a compra de equipamentos e promovendo cursos presenciais e a distância para estimular o 
uso da rede no processo educativo.

2 - Criar um projeto de telefones públicos virtuais, que funcionariam com cartões e poderiam ser instalados em qualquer padaria. O governo definiria os padrões (software, hardware e atendimento) e a iniciativa privada 
cuidaria do resto.

3 - Montar uma rede nacional para o estímulo das comunidades virtuais por assunto e regiões. Permitir que cada usuário, ao entrar na rede, conheça um menu de grupos de discussão com temas de seu interesse.

Por fim, a apresentação de um conjunto de leis pesadas contra o spam, que incluiria normas obrigatórias de conduta ética e técnica para os provedores, e que possa, principalmente, punir os traficantes de e-mails, aqueles que vendem a privacidade alheia.

Lula e Dirceu me olharam e perguntaram: em que a lei anti-spam rima com inclusão digital?

Hoje, quem tem uma conta de e-mail e a acessa fora de casa, vai usar necessariamente um webmail, que tem poucos recursos de filtros. Ou seja, passará boa parte do tempo deletando spams.

MAIS: se o usuário não acessar freqüentemente a caixa postal, ela ficará cheia e passará a devolver mensagens. Assim, para quem vai depender de um telefone virtual, os spammers seriam o principal impedimento para a 
inclusão digital.

E por que um telefone virtual?

O cidadão precisa ter acesso a um terminal 24 horas, incluindo feriados e fins de semana, pois nunca se sabe a hora que se precisa conectar.

Os quiosques teriam grande capilaridade e seriam gerenciados pelos empreendedores e não pelo Governo.

E as comunidades virtuais?

Bom, a rede funciona descentralizada. É preciso estímulo para que o voluntariado aconteça. Se, por exemplo, numa lista sobre criação de coelhos alguém pede ajuda no uso da Web, certamente vai receber, o que potencializaria e aceleraria o processo, reduzindo o custo de treinamento.

O governo deve, portanto, estimular um programa de formação sobre comunidades virtuais voltadas para os animadores, que aprenderiam a administrar essas tribos. O resto é só deixar por conta da interatividade 
da internet.

Lula olhou para o José Dirceu, os dois me fitaram, o despertador tocou e eu acordei.
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QUE SONHO!
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Sr. Prof. Carlos Nepomuceno

 

Diretor da Pontenet Consultoria em Intenet - www.pontonet.com.br

Sistema de Representação para Representantes Comerciais

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o sistema sdr já inclui NO PREÇO o uso em rede ilimitado sem custos extras E não tem taxa de manutenção mensal. a única taxa que o sistema sdr tem, é a anuidade de R$:120,00 para efeitos de suporte e atualização, com vencimento em março de cada ano (2007 bonificada).

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MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

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