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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 189 - 16.05.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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FÁBULA GREGA

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A Melhor e a Pior Coisa do Mundo

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Há mais de dois mil e quinhentos anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Ele era corcunda, feio mas de sabedoria única no mundo. 

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Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou: - Toma, Esopo. Aqui está uma sacola cheia de moedas de ouro, corre ao mercado e compra o que há de melhor no mundo para um banquete.
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Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por um fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso: - Ah, língua! 

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Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo? - O escravo de olhos baixos, explicou a sua escolha: - O que há de melhor do que a língua senhor?

 
A língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave da ciência, o órgão da verdade e da razão, graças a língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura e da compreensão. Com a língua se ensina, com a língua dizemos "sim", com a língua dizemos " eu te amo!".

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O que pode haver melhor do que a língua senhor? 

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O mercador levantou-se entusiasmado: - Muito bem, Esopo! - Realmente me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas e traga o que há de pior, pois quero testar a sua sabedoria.

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Depois de algum tempo, Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto pôr um pano. O mercador descobriu o prato e ficou indignado: - O quê? - Língua? Outra vez? Não disseste que a língua era o que havia de melhor?
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E Esopo respondeu ao mercador: - A língua senhor é o que há de pior no mundo, é a fonte de todas as
intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões... É a língua que separa a humanidade, que divide os povos, a língua é o órgão da mentira, da discórdia, da guerra. É a língua que insulta, que corrompe. Com a língua dizemos "não" e " eu te odeio!".

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Aí está senhor por que ela é a pior e a melhor de todas as coisa do mundo... 
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Como sempre, cabe decidirmos se usaremos ela para o bem ou para o mal.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

 

Velázquez tem representado a Esopo como um mendigo, mas com um livro na mão direita, enquanto que a esquerda está oculta entre suas roupas. O rosto é excelente, ao empregar um pincelada solta e empastada que destaca esse fixo olhar e o cabelo denotando sua personalidade de humilde e pobre fabulista.
Diego Rodríguez de Silva y Velázquez, pintor barroco espanhol, nasceu en Sevilla em 1599. Aos 11 anos inicia sua aprendizagem na oficina de Francisco Pacheco, onde permaneceu até 1617, quando se tornou pintor independente.
Considerado pelos colegas o "pintor dos pintores". - Faleceu em Madrid a seis de agosto de 1660, então com 61 anos. Foi influenciado pelos pintores venezianos do século XVI, como Ticiano - Obra mais famosa: As Meninas

 

 

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MENU DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" nº189

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.DICA DA SEMANA DA EQUIPE DO SDR

 CARTAS DE AGRADECIMENTO

ARTIGO I - "PROJETANDO UMA IMAGEM PROFISSIONAL" - PROF. MÁRCIO MIRANDA

 DICAS E CURIOSIDADES DA EQUIPE DO SDR

 ARTIGO II - "A NEGOCIAÇÃO E O MITO DO GANHA-GANHA - SR. PROF. JOÃO B. VILHENA

 REFLEXÃO - "PONHA UMA META A SUA FRENTE E REALIZE SEUS SONHOS"

 ARTIGO III - "SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO ENXERGA - SÓ NÃO ESCUTA... " - PROF. RICARDO JORDÃO

 PIADAS DA EQUIPE DO SDR

 ARTIGO IV  - "OS 5 VENENOS SOCIAIS" - SR. PROF. HAMILTON BUENO

 FUTURO - TENDÊNCIAS - IDÉIAS - PENSAMENTOS DA EQUIPE DO SDR

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" CARTAS DO JORNAL 188"

CARLOS A WEYDMANN
Socializar a informação, é a forma mais humana e racional de interagir aos diversos conhecimentos de nossa mente. Parabéns a equipe que faz o jornal do SDR. 

Sucesso a todos.

LUCIANO AP. PINHEIRO
Mensagem: - Trabalho no departamento de marketing de uma indústria de médio porte.
Os artigos que leio são muito utilizados por nossa equipe de vendas.
Indiquei o Jornal à vários amigos, e, os mesmos já estão obtendo bons resultados.
Parabéns à toda equipe do SDR.

MÁRCIA VIEIRA
O SDR é meu jornal favorito por isso estou me cadastrando,adoro chegar no trabalho pela manhã e encontrar o SDR na minha caixa de e-mail.

URBANA IMÓVEIS
É a primeira visita nesta pagina e buscamos informações e estudos para  aprimoramento profissional de nossa equipe.

ALEXANDRO BARBOSA DOS SANTOS  -  danica termoindustrial
Gostaria de ficar informado sobre os tópicos de vendas.

Eugenio Luciano da Silveira
Muito Bom o trabalho da equipe SDR.

alonso batista

À redação,
Todas as semanas tenho lido com muito satisfação os "e-mail"  a mim remetidos.

WESLEY RIBEIRO MARÇAL
Gostei muito dos artigos, que li pelo e-mail de um amigo, pois são muito úteis profissionalmente, então resolvi fazer também uma assinatura.

ODAIR CARLOS BARRETO
O jornal SDR me chama a atenção e me faz refletir e através disto hoje consigo me fazer ouvir.

CAROLINA TORRES BRAVO
Nesta vigente data 14 05 2003, Eu enviei: - Minha amiga disse-me que este seria o melhor jornal virtual não oneroso para atualizar-me. Espero vosso contacto, para que enchas me de novidades.
Estou desejosa de que tomem meus agradecimentos finais positivamente, cordial abraço,
JUCELEI
Achei ótimo.Fiquei muito curiosa para ver mais!
MICHELLE BARBOSA DE ALMEIDA
ESTE JORNAL ME PARECE SER MUITO CONSTRUTIVO, ESPERO PODER CONHECÊ-LO MELHOR, ATRAVÉS DO ENVIO DAS PUBLICAÇÕES
ADRIANO BERGAMINI
Gostaria de receber os e-mail do jornal pois achei interessante
RAMONI MILER - movelar dormitórios
Gosto muito das dicas da semana.

zazeu

Gostaria de me cadastrar para receber mensagem

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DEDICADO AOS NOVOS E VELHOS ASSINANTES

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A CRIANÇA E OS DOCES

 

Uma criança meteu a sua mão em um recipiente cheio de doces. E pegou o mais que pôde, mas quando tentou retirar a mão a borda do recipiente não o permitiu faze-lo.


Como não queria perder aqueles doces chorava amargamente sua desilusão.


Um amigo que estava próximo lhe disse: - Conforma-te somente com a metade e poderás tirar a mão com os doces.

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moral: - "Nunca trates de pegar mais que o devido pois te prejudicarás!" - esopo

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 COM CARINHO DA EQUIPE DO SDR

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" PROJETANDO UMA IMAGEM PROFISSIONAL  "

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PROF. MÁRCIO MIRANDA


PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES

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  • Você já se viu alguma vez na TV ou em vídeo tape? 

  • Você já ouviu a sua voz num gravador? 

  • Você já examinou as fotografias de você mesmo? 

  • Como você se parece e soa – para você mesmo? 

  • Você está projetando o tipo de imagem que gostaria que os outros vissem?

Estas auto-imagens são muito importantes pois lhe dão uma idéia de como você pode estar sendo enxergado por outras pessoas - de forma negativa ou positiva. Projetar uma imagem adequada para outras pessoas acelera o desenvolvimento de confiança e de comunicação com essas pessoas. Com uma imagem apropriada, as outras pessoas se sentirão muito mais confortáveis e muito mais à vontade ao seu redor, tornando mais fácil para você se comunicar com elas. Por outro lado, se a sua imagem é inapropriada, ela criará uma barreira que prejudicará severamente uma comunicação efetiva.
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As pessoas que seguem estas normas de imagem tendem a ter mais sucesso do que aquelas que não as seguem. As pessoas que se parecem e agem como profissionais têm decididamente uma vantagem sobre as que não transmitem uma imagem profissional.
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Você se lembra do famoso debate entre John F. Kennedy e Richard M. Nixon em 1960? Mesmo se não lembrar, é fato aceito nos dias de hoje de que o debate foi vencido por Kennedy muito mais devido à sua imagem, do que pelo conteúdo verbal do seu discurso. Aquele evento acabou sendo um importante ponto de reviravolta na eleição presidencial daquele ano. Com isto em mente, vamos examinar mais de perto os cinco importantes componentes da sua imagem profissional.
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AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES
"As primeiras impressões duram para sempre". Todos já ouvimos isto antes, mas você já pensou seriamente nisto? Você já refletiu nas ramificações de suas primeiras impressões sobre as outras pessoas – o modo como você se veste, a sua voz, aparência, aperto de mão, contato visual, e postura corporal? O modo que você escolhe para administrar cada um destes vários fatores tem um profundo efeito sobre como as outras pessoas o verão inicialmente – nos primeiros minutos cruciais de sua interação.
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É uma pessoa fora do comum aquela que não faz julgamentos sobre alguém com forte sotaque de uma região do país, um fraco aperto de mão, mal vestido, com falta de higiene, mau vocabulário, má postura ou roupas que não lhe servem.
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Sei que isto é verdade por uma experiência pessoal. Na década de 1970, recém formado, e feliz com o meu primeiro emprego no exterior, um amigo me perguntou qual era o meu objetivo profissional a longo prazo. Quando respondi que gostaria de eventualmente me tornar o presidente de uma grande empresa, meu amigo riu e respondeu, "Márcio, de jeito nenhum!" 

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Fiquei ofendido com isto e perguntei o motivo da sua reação. Disse ele, "Não me entenda mal, Márcio. Você certamente é uma pessoa inteligente e ambiciosa. Mas você consegue se imaginar fazendo um discurso para os acionistas usando esta barba e cabelo (tinha os dois na época ...)?" 

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Percebi que ele tinha razão. Minha aparência rebelde era tão forte que teria um impacto negativo na minha credibilidade e na minha carreira. Resolvi mudar aquelas características, tendo sido ajudado por um consultor de imagem, e acabei por me tornar o vice-presidente para uma grande empresa americana, de origens bastante conservadoras.
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Arrisque a perguntar a alguns de seus amigos mais íntimos se você é culpado de alguma dessas deficiências de imagem. Se sim, agradeça ao seu amigo pela honestidade, e imediatamente comece a fazer alguma coisa para corrigir a falha ou as falhas.
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PROFUNDIDADE DE CONHECIMENTO
Esta área se refere a quão bem você conhece os seus produtos e serviços – a sua área de conhecimento. Quão bem você conhece a sua empresa, o seu ramo de negócios, a sua concorrência, e os seus clientes? Você deve se esforçar ao máximo para aprender o máximo possível sobre a sua área específica de conhecimento. Aproveite as vantagens de quaisquer programas de treinamento que a sua empresa ou área de negócios possa oferecer. Ao aumentar o seu grau de conhecimento, você terá o respeito de seus clientes, colegas de trabalho, e da concorrência ao projetar uma imagem de inteligência e credibilidade.

AMPLITUDE DE CONHECIMENTO
Esta área lida com a sua habilidade para conversar com outras pessoas em assuntos fora da sua área de conhecimento e experiência. Leia pelo menos um jornal por dia, e no mínimo de um livro por mês. Se você não encontrar tempo para ler, compre audiocursos (como o SID) e ouça-os em seu carro. Trace um objetivo de aprender algo novo a cada semana.

Quando você desejar e puder falar com pessoas sobre tópicos que são do interesse delas e importantes para elas, tais pessoas se sentirão muito mais confortáveis estando na sua presença. Na verdade, as pessoas sairão de seus caminhos para falar com você. Ao aumentar a sua área de conhecimentos, você aumentará o seu círculo de influência com pessoas de várias atividades e educação.

ADAPTABILIDADE
A adaptabilidade é seu desejo e habilidade de se comportar de maneiras que não são necessariamente características do seu estilo para poder lidar eficientemente com as exigências de uma situação ou relacionamento. Pessoas maleáveis e adaptáveis tomam a decisão de sairem de suas zonas de proteção e de conforto para que as demais pessoas se sintam mais confortáveis.

Com a adaptabilidade, você pode tratar as pessoas do modo como elas desejam ser tratadas. Você pratica a adaptabilidade todas as vezes quando reduz o seu rítmo ao andar com outra pessoa que não se sente tão confortável andando tão rapidamente quanto você. Você também pratica a adaptabilidade quando pára para escutar uma estória pessoal de outra pessoa, ao invés de simplesmente se livrar dela fazendo imediatamente o que tem que fazer.

A adaptabilidade é importante porque as pessoas são diferentes e necessitam ser tratadas diferentemente. Você desenvolve relações abertas e honestas com os outros sendo hábil, razoável e compreensível. Você faz isto ao exibir um comportamento adaptável.

ENTUSIASMO
O grande poeta e ensaísta, Ralph Waldo Emerson, uma vez disse: "Nunca nada de grandioso foi conseguido sem entusiasmo." Se você quer que os outros se mostrem entusiasmados com você e com suas idéias, você deve projetar esta qualidade em você. Isto não acontece por acontecer.

O entusiasmo é magnético – positivo ou negativo. Pessoas entusiastas atraem os outros para si; pessoas sem entusiasmo repelem as pessoas. Quando você mostra entusiasmo, a mesma atitude será passada para os demais – e vice-versa. A escolha é sua. Qual delas você escolherá?

Do início ao fim de todas as interações com outras pessoas, você está no palco – goste ou não. Cada palavra, gesto, expressão, e impressão que você projetar serão vistos e avaliados, conscientemente ou inconscientemente pelos outros. A imagem que você projetar facilitará ou complicará o seu sucesso com os outros. Assim, se esforce ao máximo para que a imagem que projetar em todas as transações seja uma imagem que o ajude a facilitar e a encorajar comunicações abertas, honestas e de confiança.
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Projete uma imagem profissional
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PROF. MÁRCIO MIRANDA

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADORES

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É o presidente da Associação Brasileira de Negociadores e autor de diversos livros e vídeos sobre o tema. Seu livro "Negociando Para Ganhar" já está na quarta edição e é leitura obrigatória quando o tema for negociação. - Negociar bem é uma mistura de arte e ciência. Saber negociar é fundamental para o seu sucesso, tanto profissional quanto pessoal. 

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Iniciou sua carreira, ainda jovem, nos Estados Unidos, onde residiu sete anos e graduou-se em Engenharia Eletrônica, pela Columbia Pacific University na Califórnia. Cursou, também, Marketing e Administração de Empresas na Louisiana State University, University of Houston e University of Wisconsin.

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A Workshop tem o objetivo de ajudar os seus clientes a procurarem caminhos que os levem a aumentar a lucratividade e produtividade, sem esquecer que tudo isso só será possível através do comprometimento dos seus profissionais e colaboradores. 
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Rua Adib Auada 41 - Centro Empresarial Granja Viana - Cep: 06710-700

Cotia (SP) - Tel: 11 4612-6054 ou 3871-3124  fax: 11 4612-6056 

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"DICAS E CURIOSIDADES" Nº189 DO WWW.SDR.COM.BR

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QUANDO  SE  UTILIZA  O  CELULAR NO  CARRO,  O  RISCO DE  ACIDENTES  SOBE  34%...

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A SEGUNDA VENDA

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Vender um produto ou serviço para alguém uma única vez, é o começo de um belo relacionamento..., mas às vezes não necessariamente. 
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Quantos de nós somos culpados por vender apenas uma única vez para a nossa base de clientes? 
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Quantos dos clientes que compraram algo da sua empresa nos últimos seis meses realmente retornaram? O que você fez a respeito para que isso realmente acontecesse? 
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Em uma primeira compra, clientes compram produtos e serviços, mas em uma segunda compra, clientes retornam para depositar confiança em você. Não desperdice. 

Se você vendeu uma única vez, você não tem clientes, você tem fregueses. FOCO em um mundo com muita informação. - Aqui vão algumas dicas para ajudá-lo a manter o
FOCO em um mundo inundado de informação:

  • 1. Diga não! Cancele aquelas assinaturas de revistas, jornais e e-mails que você não lê ou não agrega valor. Inclusive esse e-mail caso você não tenha aprendido nada com ele. 

  • 2. Para que serve isso? Quando encontrar alguma informação pela frente, simplesmente pergunte: "O que eu vou fazer com essa informação?", se não for fazer nada, descarte na hora.

  • 3. Seja humilde. Seja honesto com você mesmo. É saudável reconhecer que você não sabe tudo. A quem perguntar? Para o mercado, para o chão da fábrica, para os clientes dos seus clientes. 

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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br

 

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EU ME QUEIXAVA QUE NÃO TINHA SAPATOS, ATÉ QUE ME ENCONTREI COM ALGUÉM QUE NÃO TINHA PÉS

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origem irlandês

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Na primeira metade de II milênio como conseqüência da atividade expansiva dos faraós da XII dinastia se mantém intensos laços comerciais com os centros, nos que se articulam as redes do tráfego de caravanas entre a Mesopotâmia e o Mediterrâneo, como Alalakh, Ugarit, Biblos, Meggido, Gaza e tantos outros. Em muitos deles tem se descoberto materiais egípcios remanescentes da época. Estes se abasteciam de madeira de cedro para a construção, seguindo o procedimento denominado como economia do "don e contradon", uma espécie de intercambio de presentes entre indivíduos normalmente do mesmo status que pretende manter o equilíbrio e a reciprocidade sem dar a aparência de atividades comerciais. 

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É costume antigo, que quando se elogia um bem de um Egípcio, este o dê em presente e aguardará um outro presente de mesmo valor, porque segundo reza a tradição do "Don e Contradon", e destes gestos de dar e receber que se pode revelar o caráter de pessoa, permitindo saber se é mais interessada no bem ou na amizade - "Espírito x Matéria".  - Mas esta abertura, foi para lhes citar que um dos materiais utilizados pelos Egípcios na antiguidade, eram os canudinhos.  - Sim, canudinhos!!! Feitos de canas ocas, para sorver os refrescos da época (não eram gaseificados por isso eles não arrotavam). Até aqui nada de importante concluímos ou não aparece nenhuma novidade né?  - Mas leiam toda a história e entenderão como estar sabendo das coisas, ajuda no comércio. E isso sim interessa a nós Vendedores...

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Em 1906, Harry Mozly Stevens fazia uso de uma licença para a venda de sanduíches em vários estádios de Nova York. Era sem dúvida uma "fera na venda e no atendimento". Vendia de sanduíches de frango, peru, ovo, queijo até que um dia pegou uma salsicha e a colocou num pão quente comprido, passando a oferecer com molho e cebolinhas e mostarda. Foi um êxito total. O nome era um mistério e era impronunciável "dachhundsausages". Os famintos torcedores lhe perguntavam "What is this? (que é isto), porque até esse instante nunca ninguém tinha visto uma salsicha no pão quente e com molho, já que estavam acostumados a come-la com chucrut. O paladar dos clientes foi logo conquistado e as salsichas de Harley foram fazendo sucesso e abrindo as portas para toda uma engenharia de comidas rápidas.

Um caricaturista da época, Thomas Aloysius Dorgan, mais conhecido com "Tad", célebre e reconhecido por todos os torcedores pela sua história e trabalho como cartunista, que de criança tinha sofrido um acidente e perdido três dedos de sua mão direita, que após isso teve que re-aprender a desenhar e escrever com a esquerda, mas aceitou o acidente como um desafio e levou ele asté as as alturas. Quando Tad viu o sanduba de salsicha, batizou como "Hot dog" (cachorro quente) e fez do nome uma história. Mas nem bem estavam se acostumando, os bananas da Câmara de Comércio de Coney Island, proibiram que o pão com salsicha fosse chamado "hot dog", aduzindo que as pessoas poderiam confundir com que fosse feito com carne de cachorro salsicha. Mas ninguém deu bola continuaram a lhe chamar assim, mesmo sem especificar em cartazes, já todos tinham se acostumado a chamar "hot dog" e foi ficando e ficando.

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Passada a euforia do lançamento dos hots dogs nos jogos de base-ball, o concessionário Harry Stevens notou que quando os aficionados tomavam de suas garrafas, tinham que tirar a vista do jogo por um momento. Stevens sabia que os egípcios na antiguidade, tomavam por umas canas ocas e pensou que algo assim serviria durante um jogo de baseball. Assim que contratou um fabricante de papel para que enrolasse alguns canudinhos com papel e começou a inclui-los com cada refresco que vendia. Isto incrementou suas vendas, e fez dos canudinhos uma parte permanente da cultura universal.

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São pequenos detalhes que observamos nos clientes, que podem nos dar caminhos novos para dar um melhor serviço ou agregar valor. Quando realizamos  o desenvolvimento das técnicas de venda e prestação de serviços, podemos produzir algum material que venha a somar  e que vá de encontro com as necessidades dos clientes. Basta estar atento e querer servir melhor.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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o que comes se torna podredumbre    -    o que das se converte numa rosa

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De origem persa

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  " Uma forte paixão, por qualquer objetivo que seja, garantirá o sucesso, pois o desejo pelo fim apontará os meios" - William Hazlit

Se você não sabe para onde está indo, não chegará a lugar nenhum. A premissa básica para o sucesso de um planejamento é conhecer o alvo por traz dele, a intenção maior por traz de um objetivo menor.

De que adianta realizar inúmeros objetivos pequenos, se não há interligação entre eles ?

A idéia de foco está muito ligada ao projeto de vida, mas pode ser encarada como algo menos amplo. O foco direciona o planejamento de acordo com o projeto de vida. É o destino onde você pretende chegar através do caminho percorrido com o planejamento. É o motivo maior que guia a realização das metas.

 

O foco serve principalmente para aquelas horas em que você acha que tudo o que está fazendo não tem sentido, que todo esforço dedicado na concretização dos objetivos é vão. Estar consciente do foco é um fator motivador, nessas horas, você se lembra que o que está fazendo no momento não tem fim em si mesmo, mas no alvo que você pretende conquistar ao completar o planejamento.

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SRA. PROF. FRANCIANE EULAF

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Franciane Ulaf é criadora da técnica PEP. Atua como consultora em desenvolvimento pessoal e profissional e na área empresarial em treinamento e desenvolvimento de recursos humanos. - É autora dos livros "Planejamento Estratégico Pessoal", "Manual de Administração do Tempo" e "Manual de Definição de Metas". - Possui formação acadêmica na área de Administração de Empresas com especialização em marketing e planejamento estratégico.http://www.francianeulaf.com/pep

 

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Um aluno da universidade recebe as suas desastrosas notas e manda uma mensagem para a mãe: 

Mamãe, muitos suspensos; prepara o papai" 

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Dois dias antes da eminente partida do filho para as férias, a sua mãe lhe responde: 

"Papai preparado; prepara-te tu!"

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" A NEGOCIAÇÃO E O MITO DO GANHA-GANHA  "
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SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA

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DIRETOR
Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Em gestão, muitos mitos vão se criando impune ou - às vezes - inocentemente. Há os que acreditam de verdade que a propaganda é a alma do negócio. Os que chegam a jurar que o cliente tem sempre razão. Além dos que defendem, com unhas e dentes, que é melhor vender alguma coisa que o cliente não quer ou não precisa comprar do que sair da entrevista sem um "
pedidinho". E por aí vai.
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Em nossos seminários, palestras e treinamentos sempre procuramos discutir os deletérios efeitos que a crença em alguns desses mitos acaba por produzir nas organizações. Hoje queremos discutir com Você um dos mais freqüentes mitos da negociação:
a do método ganha-ganha.
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Se formos a qualquer dicionário, verificaremos que a palavra método pode ser traduzida como forma ou processo de se fazer alguma coisa. Inspirados pelo mito, alguns negociadores chegam à conclusão que é possível percorrer cada passo do processo de negociação "ganhando" alguma coisa. Vejamos se essa idéia faz sentido. - Se toda a negociação tem origem numa divergência quanto aos meios e numa convergência quanto aos fins, o único método possível para chegar a um acordo favorável para ambas as partes é o cede-cede.
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Tomemos por base uma negociação comercial. O lado (a) quer vender um produto, mas só pode entrega-lo em 90 dias. O lado (b) quer comprar o produto - eis aí a tal convergência quanto aos fins - mas tem que recebê-lo em, no máximo, 45 dias - logo, há aqui uma divergência quanto aos meios. 

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Supondo que os prazos reivindicados pelas partes sejam verdadeiros, a única forma de estabelecer o acordo é obtendo de cada lado uma concessão e, por exemplo, fechando o negócio para entrega daqui a 70 dias (ambos tiveram que ceder, não é verdade?).
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Se a situação for de negociação política, podemos imaginar a seguinte situação: o partido (a) quer um salário mínimo de R$ 300,00. O partido (b) propõe R$ 240,00. Após muita discussão chegam a um acordo de R$ 255,00. Novamente ambos foram obrigados a fazer concessões.
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Nas negociações sindicais o "
patrão" oferece um reajuste de 8%. Os empregados reivindicam 20%. Depois de muita discussão, as partes concordam com 10%. Você negaria que ambos abriram mão de um pouco para chegar ao acordo?
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Não quero aqui negar que muitas vezes as partes pedem muito mais do que consideram o mínimo aceitável. Aqui a tática é fingir que se está fazendo concessões para obter contrapartidas do outro (em outras palavras: aquilo que dizemos ser o máximo que podemos conceder é apenas o mínimo). Algumas vezes, batemos pé em uma determinada solicitação quando o que verdadeiramente queremos é algo bastante diferente (chamamos isso de agenda oculta). 

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Nesse caso, a estratégia é levar a outra parte a conceder coisas que ela imagina não serem o nosso principal objetivo (um exemplo seria o cliente que insiste em redução de preço quando o que realmente lhe interessa é o prazo de pagamento). Mas isso é praticar o ganha-perde, não é verdade?
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Existem inúmeras táticas que, embora levem ao ganha-perde, são amplamente utilizadas visando forçar o outro lado a fazer concessões acima do que seria possível considerar razoável:

  • COBERTOR: consiste em revelar tudo aquilo que queremos para depois verificar do que abriremos mão (a analogia é: vamos deixar os pés ou a cabeça descoberta?).

  • COLCHETE: consiste em isolar aquilo que a outra parte mais deseja visando colocá-la na defensiva.

  • SURPRESA: consiste na súbita mudança do objeto da negociação, deixando a outra parte desconcertada e despreparada para negociar.

  • INTIMIDAÇÃO: consiste em ameaçar a outra parte - sugerindo encerrar a negociação imediatamente, por exemplo.

  • SILÊNCIO: consiste em não emitir qualquer opinião ou crítica quanto ao que está sendo proposto, visando desorientar a outra parte

  • DRIBLE: consiste em insistir que queremos uma determinada coisa quando o que nos interessa é outra

  • AUTORIDADE LIMITADA: consiste em criar uma instância superior que precisa ser consultada antes de darmos uma resposta final sobre uma proposta. 

  • MOCINHO/BANDIDO: negociadores que trabalham em dupla. Um faz o papel do bonzinho e o outro é o mau.

Poderíamos aqui mencionar uma lista muito mais ampla, que envolveria truques, artimanhas e falcatruas. Ao conversarmos sobre isso com os participantes dos nossos eventos, um número muito grande afirma utilizar-se desses recursos para obter o acordo. Na sua opinião estão agindo da forma que propõem os livros e manuais (infelizmente muitos deles realmente propõem isso) e, conseqüentemente, não se percebem infringindo qualquer limite ético ou moral.
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Aqui no MVC pensamos diferente. Desde quando o Luiz Augusto Costacurta Junqueira ainda trabalhava ativamente em seminários como instrutor, nossa empresa sempre procurou mostrar que "é melhor perder um negócio do que fazer um mau negócio". 
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Defendemos - muito antes de Daniel Goleman escrever o seu Inteligência Emocional - que o principal elemento da negociação é o comportamental. Desde sempre incentivamos as pessoas a se debruçar sobre o processo para identificar pontos fortes da sua oferta e pontos fortes da oferta da outra parte, para que as obrigatórias concessões que farão possam ser recompensadas com vantagens - financeiras, emocionais, estratégicas - oferecidas pelo outro lado. Estimulamos a empatia como uma das melhores estratégias para conseguir "pensar como o outro pensa".
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Nossa crença é que o
ganha-ganha existe sim, mas não no processo. Ele é atingido quando ao final da negociação cada parte avalia as concessões que fez e as compara com os resultados que obteve e chega a conclusão que, realmente, valeu a pena. 


SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA
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DIRETOR
Instituto MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

Diretor do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. - Nos últimos 3 anos realizou trabalhos de consultoria e treinamento para empresas do porte de Accor Brasil, ADP Systems, Companhia de Cimento Votorantim, Deca, Embratel, Furnas, Globosat, Michelin, Nestlé, Perdigão, Sendas, Siemens, Telemar, Telet e Xerox. É coordenador técnico do MBA em Gestão Estratégica de Serviços e professor da Escola de Pós Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (Gestão de Saúde, Gestão Empresarial e Marketing). - Co-autor do livro Gestão Social: metodologia e casos – Editora FGV -, é responsável por uma coluna mensal sobre Marketing na revista Conjuntura Econômica (FGV) e publica regularmente artigos e resenhas nas revistas Case Studies (IBMEC), Gestão Cooperativa, venda Mais e Rumos. em parceria com Luís Meireles está escrevendo o livro Negociação e Influência (título provisório).
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br  

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AGRADECEMOS A WORKSHOP PELA TRADUÇÃO E APRESENTAÇÃO

www.workshop.com.br 

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."Se eu apenas tivesse podido ver a meta na minha frente!..." 

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Will Robertson



" PONHA UMA META A SUA FRENTE E REALIZE SEUS SONHOS"
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Existe aquela história de uma mulher que decidiu bater um recorde nadando desde a ilha de Catalina, na costa de Los Angeles, na Califórnia, até a praia. Ela treinou meses e meses a fio. Chegou a levantar uma verba de patrocínio para poder alugar de um barco e contratar uma pequena equipe médica e técnica profissional. Quando chegou o grande dia, ela mergulhou nas águas geladas e começou a se movimentar da maneira lenta e rítmica que tinha praticado para poder utilizar suas energias ao máximo. 
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No início ela se sentia extremamente confiante, levando em conta as condições de tempo e do mar. Mas à medida que o tempo foi passando a frigidez da água foi debilitando suas forças, e a neblina fez as condições piorarem. Finalmente a neblina ficou tão espessa que ela tinha de receber indicações da tripulação a bordo do iate que estava poucos metros à frente, monitorando a rota e observando atentamente a nadadora para o caso de algo dar errado. 

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"Um pouco mais para a esquerda!", gritava o homem no barco através de um megafone portátil. "Um pouco mais para a direita!", berrava ele, quando ela voltava a perder o curso. Isso se arrastou pelo que pareceram horas até que ela implorou para ser retirada da água que a congelava... a menos de dois quilômetros da praia e de bater o recorde! Depois de uma xícara de chá, ela explicou que teria continuado se apenas tivesse enxergado a linha da praia a sua frente: 

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"Eu não conseguia me manter lá sem ver a meta a minha frente!" 
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Esse mesmo princípio se aplica a um representante de vendas. Sem uma meta, um vendedor é como um barco sem o leme. Todas as condições perfeitas podem estar lá: as melhores ferramentas, um mercado preparado, um grande produto ou serviço, o preço exato. Porém sem um propósito, o vendedor não passa de um navio bem abastecido de combustível e com uma tripulação completa mas sem rota de destino. 

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Quando os motores se põem em ação, pouco importa se estão acelerados ou em marcha lenta já que não há um destino. Vale o mesmo para o vendedor. Sem um objetivo claro e bem definido para começar, mesmo um bom resultado não serve como indicação de progresso real. Como você pode saber aonde chegou se não tem idéia de onde partiu? 
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No livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, Alice se encontra numa encruzilhada sem saber que direção tomar. Enquanto ela pensa, o gato sorridente aparece num passe de mágica sobre um galho de árvore e pergunta qual é o problema. "Não sei que caminho tomar", ela explica. "Bem", reflete o gato, "aonde você quer ir?" "Não sei", responde a menina. "Nesse caso, qualquer um dos caminhos levará você até lá", conclui o gato todo lampeiro. A coisa funciona desse modo. 
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O grande problema dessa atitude, porém, é o custo. Se você fizesse um inventário dos itens de sua vida profissional que têm mais valor para você, quais dentre eles relacionaria? Sua bela pasta de couro artesanal, importada e cheia de recursos incrementados? Seu guarda-roupa fino, composto das melhores roupas de lã, algodão, linho e seda? E o que dizer de seu carro novo? Quem sabe, seu conjunto de canetas de ouro? Ou aquele relógio caríssimo? E quanto ao notebook sofisticado que você comprou para controlar sua produção de vendas e fazer seus cálculos financeiros? 

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Todos esses e mais um bocado de outros poderiam entrar na lista, não é verdade? Mas existe um item que deixa todos os outros no chinelo: seu tempo. Quanto você espera ter de renda nos próximos 12 meses: 30 mil reais, 40 mil, 50 mil...? Ou quem sabe uns 100 mil reais? Vamos considerar uma pessoa que queira ganhar R$ 50.000,00 nos próximos 12 meses. Se ela trabalhar apenas 40 horas por semana em vendas, deixando duas semanas de férias, terá 2.000 horas para atingir aquela renda. Isto é, cada uma de suas horas de trabalho vale R$ 25,00. 
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Você já reparou quanto tempo perde quando não tem objetivos claramente definidos, acompanhados de uma estratégia cuidadosamente elaborada para sua realização? Quanto tempo você acredita que perde por semana nessas circunstâncias? 

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Dezoito horas é a média das estatísticas norte-americanas. A um custo de R$ 25, você está jogando R$ 450 vezes 50 semanas, pelo ralo anualmente - o que totaliza R$ 22.500,00, resultando numa renda anual líquida de R$ 27.500,00, ou cerca de R$ 13,75 dos R$ 25 que você deve ganhar por hora. Essa é a principal razão pela qual uma pessoa ganha por ano R$ 500.000 no mesmo ramo onde outra ganha apenas R$ 30.000! 

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Tudo decorre do uso adequado de sua mercadoria mais valiosa: o tempo. Se planejar o uso de seu tempo de uma forma tão cuidadosa como faz com o orçamento de quantias elevadas de dinheiro, você obterá resultados muito maiores do que jamais imaginaria. Uma vez tendo compreendido o problema, que solução encontrará para ele? 

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A solução é decidir aquilo que você quer e, a seguir, deixar de lado tudo exceto o que foi escolhido. No fim das contas, se puder visualizar claramente a meta em sua mente, você conseguirá atingi-la. De outro modo, jamais seria capaz de imaginar a meta para começar a batalhar por ela. 

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Will Robertson 

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Vice-presidente de vendas da Global Telecommunications Corporation, uma agência da Pac-Tel. Também é orador motivacional de vendas e administração e presidente da Performance Strategies, In.

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. " SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO ENXERGA "
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Só não ouve quem não escuta

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.PROF. RICARDO JORDÃO

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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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http://www.bizrevolution.com.br    -    ricardom@bizrevolution.com.br 
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  • Não acredite em qualquer coisa só porque você ouviu alguns dizerem. 

  • Não acredite em qualquer coisa só porque está escrita em livros famosos. 

  • não acredite nas pessoas só porque elas tem autoridade de professor ou chefe. 

  • Não acredite em tradições só porque foram passadas de gerações para gerações. 

  • ACREDITE naquilo que você VÊ e OUVE, e depois de muita OBSERVAÇÃO e ANÁLISE, escolha o caminho que irá beneficiar MUITAS PESSOAS. 

Autor Desconhecido. 
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Prezado Amigo (a), 

  • Como que um dos povos mais civilizados e inteligentes do mundo - os alemães - permitiu que um Hitler fosse ao poder? 

  • Como que um dos povos mais antigos do mundo - os iraquianos - permitiu que um Saddam Hussein fosse ao poder? 

  • Como nós permitimos tanta corrupção política em nosso país? 

 LIBERTE A SUA MENTE! Essa é a grande mensagem que o filme Matrix procura ensinar. Você não gosta desse tipo de filme? Se você souber VER e OUVIR, você irá perceber que Matrix é muito mais do que um simples filme de ficção científica. OBSERVE e ANALISE! O segundo filme da série - Matrix Reloaded - está chegando aos cinemas esse mês, não perca. O que é Matrix?

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LIBERTE A SUA MENTE! 
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Nós falamos todos os dias que queremos liberdade, que queremos autonomia, que queremos poder para fazer e acontecer, que queremos isso e aquilo, mas quando temos, nós não usamos. Nós não usamos porque Liberdade não existe sem Responsabilidade. E quando problemas aparecem, é muito fácil tirá-los dos nossos ombros e seguir alguém que aparece com uma voz bonita e confidente dizendo "Sigam-me sem questionar, façam tudo que eu digo e eu vou guiá-los para fora dos seus problemas". Ou "Não ocupe a sua cabecinha com esse problema. Eu vou resolvê-lo para você. Tudo que você tem a fazer é ser totalmente grato e obediente". A grande verdade é: 
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LIBERDADE = RESPONSABILIDADE = TRABALHO 
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Trabalho significa ser responsável pela solução dos seus problemas e do seu destino. É fácil desistir das coisas ou responder a um problema com a primeira solução que vem a cabeça. Mas isso não funciona mais, nunca funcionou. 

Se você quiser responder a um problema com criatividade e inovação, não responda com a primeira solução que vier a sua cabeça. Use a segunda, a terceira ou a quarta solução. 

A primeira resposta é sempre a mais óbvia e aquela que os seus concorrentes irão utilizar. É aquela que os preguiçosos e medíocres irão utilizar. 
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Para VER e OUVIR, você precisa estar presente! TRABALHO é Observação e Análise. 
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Entretanto, a grande maioria das pessoas irá passar pela vida e lembrar apenas dos seus grandes momentos, sem perceber que o que nos leva de um grande evento para outro é o trabalho árduo do dia-a-dia. 
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Não existe sorte na vida. Existe apenas Trabalho. .

  • Quantas ligações ou visitas PRÓ-ATIVAS você fez hoje? 

  • Quantos e-mails com IDÉIAS INTERESSANTES você enviou hoje?

  • Com que freqüência você fala PRÓ-ATIVAMENTE com os seus principais clientes?

  • Quantas propostas eu ganhei hoje e quantas propostas eu perdi hoje e PORQUE?

  • O que eu APRENDI hoje e o que eu ENSINEI hoje? 

  • Quantas pessoas eu AJUDEI hoje com os meus produtos e serviços?

  • Quantas PERGUNTAS INTELIGENTES eu fiz hoje para os meus clientes e colegas? 

A matemática é uma ciência que está em tudo, inclusive nos negócios e na vida. Quanto maior a quantidade de pessoas contatadas, maior a probabilidade de você ter sucesso. Quanto maior a quantidade de pessoas contatadas, maior a probabilidade de você aprender a VER e OUVIR. 

Liberte a sua mente. Resolva os seus próprios problemas. Escolha você o seu caminho. Trabalhe todos os dias. Não delegue à sorte aquilo que não é sorte. 
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LIBERTE A SUA MENTE! Observação e Análise... Nada menos que isso interessa.  
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QUEBRA TUDO!    Foi para isso que eu vim e vocês? 

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PROF. RICARDO JORDÃO
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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http://www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br  

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  . PIADAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" Nº189 DO WWW.SDR.COM.BR

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PIADAS  DE  COR AZUL = LINDINHAS

PIADAS DE  COR  ROXA = PICANTES

PIADAS DE COR VERMELHO = PAHH

PIADAS DE COR VERDE = ENJÔO!

PIADAS DE COR PRETO = FEIA

 

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Dois amigos estão conversando e tomando uns bebidas num bar. Quando um diz para o outro:

- Olhe outro dia a tua mulher me contou uma piada tão boa, mas tão boa que caí da cama.

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Um bêbado chega em casa todo sujo de batom e a mulher lhe pergunta: - Homem,o que te aconteceu.

Ao que o bêbado lhe responde: - Não vais acreditar, tive uma briga com um palhaço!!

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Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031, sobre como as mulheres dominaram o mundo.
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- Foi assim que tudo aconteceu, meu filho...
Elas planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos.
Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos. Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso na ocasião. Parecia brincadeira.
Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: - Diretoras de Orçamento, empresárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo.
- E aí, papai?
- Ah, os homens foram muito ingênuos. Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles pensavam que o assunto fosse telenovela... - Triste engano.
De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais.
"Oi querida!", por exemplo, era a senha que identificava as líderes.
"Celulite" eram as células que formavam a organização.
Quando queriam se referir aos maridos, diziam "O regime".
- E vocês? Não perceberam nada?
- Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados.
E o que é pior: continuávamos a ajudá-las quando pediam. Carregar malas no aeroporto, consertar torneiras, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios. Essas coisas de homem.
- Aí, veio o golpe mundial !?
- Sim o golpe.
O estopim foi o episódio Hillary-Mônica.
Uma farsa.
Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderoso do mundo. Pegaram-no pelo ponto fraco, coitado.
Já lhe contei, né?
A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama diabólica. Pobre Presidente...
- Como era mesmo o nome dele?
- William, acho.
Tinha um apelido, mas esqueci... Desculpe, filho, já faz tanto tempo...
- Tudo bem, papai.
Não tem importância.
Continue...
- Naquela manhã a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa. Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam. - A rebelião tinha sido vitoriosa!
Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora...
Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia?
Dia de desfile de moda não era feriado. Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora. Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona...
- Pai, conta mais...
- Bem filho...
O resto você já sabe. - Instituíram o Robô.
Troca-Pneu como equipamento obrigatório de todos os carros...
A Lei do Já-Prá-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho...
E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês...
- TPM ???
- Sim, TPM...
A Temporada Provável de Mísseis...
É quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear....
- Sinto um frio na barriga só de pensar, pai...
- Sssshhh!
Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas...

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Luiz Fernando Veríssimo

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Definição de Viagra:
V = vaginas
I = insatisfeitas
A = agradecem
G = grande
R = remédio
A = americano

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O rapaz chega tarde de viagem e no escuro, excitadíssimo, começa a transar com a mulher. 
Ela também está mais fogosa do que nunca.
Acabam transando duas vezes seguidas.
Daí a pouco ele se levanta, vai ao banheiro e encontra a mulher tomando banho: - Ué, você não estava na cama?
- Não, quem está dormindo lá é minha mãe.
Horrorizado, ele conta que acabava de ter relações com a sogra.
Ela corre para o quarto.
- Mamãe, você viu o que aconteceu?
- Pois é...
- E você não falou nada?
- Eu não falo com esse sem vergonha há 15 anos, por que iria falar hoje?

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Em uma festa havia a ameaça de um atentado. Não sabiam se seria uma bomba ou se a comida seria envenenada, foram tomadas as respectivas medidas de segurança, inspecionaram o lugar e não encontraram a bomba, então para tirar a dúvida sobre a comida,  trouxeram um cachorrinho e lhe deram um pouco de comida e esperaram por duas horas e o cachorro não morreu, então todos começaram a desfrutar do buffet. De repente entra um menino gritando: - O cachorro morreu, o cachorro morreu! 

Todos botam a comida  pra fora, gospem nos cantos, se limpam os vômitos na roupa, vão para os banheiros quando um policial pergunta para o menino: - Como assim, o cachorro morreu?

- Sim, foi atropelado por um caminhão!!

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Um senhor chega em casa depois de uma visita à sua sogra no hospital, e diz para a mulher: - Tua mãe vai morar conosco.

- Por que dizes isto! - lhe pergunta a mulher.

- Porque o médico disse para esperarmos o pior.

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" OS 5 VENENOS SOCIAIS "

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Por que será que vivemos presos ao vício de aprovação? 

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SR. PROF. HAMILTON BUENO

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DIRETOR

HAMILTON BUENO E ASSOCIADOS

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Seja apressado.    Agrade sempre.    Seja forte.    Seja perfeito.    Esforce-se mais. 
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Identifica-se cinco compulsores que impelem, que forçam cada um de nós a agir de uma maneira considerada socialmente adequada, mas com um alto custo pessoal. Você nunca leu esses cinco itens nos manuais da firma, da escola, ou do clube. Mas é assim que funciona. São os venenos sociais. São expectativas de conduta. É como OS OUTROS acham que você deve agir. Quem não age assim, é discriminado. Então, vem a pergunta: a quem pertence sua vida, afinal?  A você ou a eles? 
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Não acredito que alguém apressado seja produtivo. Acredito que coisas bem feitas demandam serenidade do corpo e da alma. É verdade que no mundo acelerado que vivemos, o tempo é curto, mas daí a deixar de planejar e deixar de viver vai uma grande distância. 
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Também não concordo que possamos agradar a todos o tempo todo. É óbvio que precisamos nos adaptar para sermos aceitos. Mas, agradar sempre? 
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Como ser forte se sou humano? Se tenho medos irracionais, se temo qualquer mudança que minha empresa se propõe a fazer? Se temo o desconhecido. Posso me fortalecer, mas jamais serei invencível. Aliás, forte para quem? Para mostrar aos outros? Que hipocrisia! 
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Acredito na disciplina, na organização, na lisura de propósitos, na determinação. Acredito na melhoria contínua.
Mas, perfeição? 
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Olhe para o seu chefe, ele não está ocupado, muito ocupado? Sua mesa está transbordante em papelada. Os telefones tilintam freneticamente. A secretária está atordoada, às vezes cansada e desgastada pelo exercício do papel insípido de “
leoa de chácara”. Tudo para que seu chefe se mostre esforçado! 
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Como antídotos, foram criados os
permissores, os desbloqueadores da conserva cultural. Essa química nos obriga a agir contra os nossos interesses e ideais, submetendo-nos a crença que são dos outros, não nossas. 
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PERMISSORES 
Para os venenos, os antídotos. É hora de acordar e reconquistar a qualidade de vida, que se inicia com uma atitude interior: 

  • Eu quero ser feliz, 

  • Minha vida me pertence, 

  • Não devo satisfação a ninguém. 

COMPULSOR UM: SEJA APRESSADO 

1. Lembre-se que resultado é conseqüência do processo. Se você cuidar dos meios, o fim cuidará de si mesmo.
2. Planeje antes de realizar qualquer coisa. Planejar é valorizar o seu tempo.
3. Há alguma insegurança fomentando sua pressa? Alguma ansiedade?
4. Quem está apressando você? São os outros ou você mesmo?
5. Você pode dar tempo às pessoas se der tempo a si mesmo. 

COMPULSOR DOIS: AGRADE SEMPRE

6. Você não é responsável por aquilo que os outros sentem ou fazem.
7. Você pode e deve fazer aquilo que você acredita ser melhor para você.
8. Ninguém pode agradar a todo mundo.
9. Você pode pensar diferente dos outros e manter sua opinião. Você pode mudar de opinião.
10. Nem sempre você poderá exigir tudo o que pretende dos demais. 

COMPULSOR TRÊS: SEJA FORTE

11. Ser autêntico vale a pena. Você pode sentir e mostrar o que sente.
12. Você pode compartilhar seus sofrimentos.
13. Ser flexível é melhor que ser rígido.
14. Você pode pedir ajuda, sem se sentir rebaixado.
15. Você pode permitir que o protejam. 

COMPULSOR QUATRO: SEJA PERFEITO

O erro dos outros parece monstruoso até que cometamos um semelhante. Shakespeare 

16. Não se desgaste pelos detalhes sem importância. Focalize o essencial.
17. Todos nós temos algum defeito. Eu tenho. Você tem.
18. Tudo na vida apresenta vantagens e desvantagens. 
19. Seja tolerante com os erros alheios.
20. Não é necessário que você impressione tanto as pessoas. 

COMPULSOR CINCO: ESFORCE-SE MAIS 

21. Somos atraídos pela dor. Por isso, cuidado com suas escolhas.
22. Seja direto. Não saia da objetividade.
23. Fixe metas razoáveis e um modo eficaz de cumpri-las. Não complique a vida. Você pode encontrar a forma para que não lhe custe tanto chegar onde você quer chegar, fazer o que você quer fazer, ir onde você quer ir.
24. Às vezes, se produz esforço e não se produz resultado. Não jogue sua vida fora andando de lado, patinando.
25. Não espere que outros façam a sua parte. 

 

SR. PROF. HAMILTON BUENO


DIRETOR
HAMILTON BUENO E ASSOCIADOS

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Especialista em gestão por resultados (Who-Is-Who International), diretor no Brasil, da ILC - Internacional Leader Center, empresa classe mundial com metodologia exclusiva para melhoria da produtividade pessoal e organizacional.

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Especializado em Psicodrama, Advogado, Administrador e MBA em Administração pela USP, com cursos de extensão no exterior (New York University). Professor universitário de pós-graduação da FAAP e FACESP
Palestrante em congressos, convenções e em eventos nacionais e internacionais
Expert em formação de equipes de alta performance, credenciado pela Richard Chang Associates, dos Estados Unidos

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Eleito Profissional do Ano 1997, pela Who-Is-Who International. Autor de inúmeros artigos para jornais e revistas de circulação nacional ü Quatro livros publicados; todos estão na 2a ou 3a edição, somando mais de 45 mil exemplares vendidos.

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Autor do Programa de Marketing e Vendas, focado em Estratégia e Atitudes: “Gestor de Negócios e Relações Empresariais” (2 livros, Plano de Ação, Plano de Metas e 4 CDs).
Facilitador dos programas de formação de líderes empresariais – Sebrae Ideal.
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Fone: 11-9995-6190 - 14-3842-3077 - hamilton@ilcbrasil.com.br - www.hamiltonbueno.com.br/loja 
Rua Armando Chinatto, 360 - São Manuel - (SP) CEP: 18650-000 - BRASIL 

 

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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

JORNAL DICAS DA SEMANA Nº189

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A sua Propaganda representa a sua Empresa?

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Propaganda é CIÊNCIA e não arte como muitos publicitários pensam. 
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Propaganda é uma ferramenta feita para trazer RESULTADOS para a empresa que a contrata e não para a agência de propaganda que a faz. 
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Conheça algumas dicas para ajudá-lo a identificar se a propaganda que fazem para a sua empresa tem realmente a cara da sua empresa. 
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  • 1. Quem é o MELHOR? Pergunte a você mesmo, quem é o melhor? A propaganda ou o seu produto? Geralmente as prioridades da agência de propaganda não estão alinhadas com as prioridades da empresa. A prioridade de muitas agências é vender os produtos. Quais produtos? Anúncios. 

  • 2. Anúncios fora do contexto. Na próxima vez que uma agência de propaganda apresentar a você um anúncio criado por eles, jogue fora aquela moldura-show que as agências usam para destacar os produtos deles (os anúncios) e coloque o anúncio dentro da revista onde ele será publicado. Algumas vezes, um anúncio parece maravilhoso em uma apresentação de agência, mas ficou medíocre e imperceptível quando colocado dentro da revista. 

  • 3. Você leria os seus próprios anúncios? O texto do anúncio expressa a paixão que você tem pelos seus clientes, produtos e serviços? Um consumidor recebe em média 500 mensagens de propaganda em um único dia. Se a sua mensagem não falar diretamente ao coração do seu cliente, a sua mensagem não será ouvida. 

  • 4. A agência demonstra REAL interesse por você? O seu contato na agência de propaganda faz perguntas sobre a sua empresa? MUITAS PERGUNTAS? Ou ele está interessado apenas em fechar aquele plano de mídia com os produtos deles? (Os anúncios?) Eles só demonstram interesse pelo seu negócio quando você tem verba de propaganda? Quantas vezes nos últimos seis meses, a sua agência de propaganda sentou com você para apresentar idéias de negócios para a sua empresa? Nenhuma? Despeça-os AGORA! Você não precisa de vendedores de anúncios, você precisa de Profissionais de Negócios. 

  • 5. A sua propaganda precisa de dicionário? A sua propaganda é tão criativa que ninguém entende qual é o seu verdadeiro significado a não ser os criativos da agência? No próximo anúncio criativoso, coloque o telefone da casa dos criadores. Peça para os clientes que não entenderam ligar de madrugada para a casa desses artistas da propaganda para perguntar o seu significado. Propaganda precisa ser auto-explicativa, simples, objetiva, direta. 

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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br 

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Ação comunitária 

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Novo site "AjudaBrasil" procura incentivar o trabalho voluntário
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Entra no ar neste sábado, 17 de maio, o AjudaBrasil, 1º portal de ajuda comunitária via internet. A proposta é abrir caminho para aqueles que querem colaborar e não sabem como podem vir a doar dinheiro, bens, sangue, tempo por meio de trabalho voluntário. O Portal vai contar, já no lançamento, com mais de uma centena de entidades cadastradas. A idéia é, em um ano de atuação, chegar a 500 selecionadas para receber doações públicas e cinco mil voluntários cadastrados.
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http://www.ajudabrasil.org/6.372.html 
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AUDIÊNCIAS DE INTERNET

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Domínio Audiência Única Alcance Propriedade Audiência Única Alcance
ig.com.br 5 132 66,04  iG 5 172 66,55
uol.com.br 5 031 64,74 UOL 5 094 65,55 
terra.com.br 3 777 48,6 Globo.com  4 470 57,52
globo.com 3 640 46,84 Terra Lycos 4 262 54,84 
yahoo.com.br 3 601 46,34 Yahoo 4 098 52,74 
kit.net 2 671 34,37 MSN 3 502 45,06 
google.com.br 2 649 34,09 Google 2 862 36,83
msn.com 2 589 33,32 AOL 2 506 32,25
bol.com.br 2 333 30,02 Microsoft  2 144 27,59
passport.com 2 140 27,54 CJB 1 776 22,85

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Em 1903, uma turma de jovens de Milwaukee - EUA, fascinados pelos ímpetos de sua juventude e sem um pilinha no bolso, babavam o dia inteiro pensando num substituto baratinho da bicicleta, que naquela época pesava um 20 quilos e que era dose, porque nem asfalto havia (Olhem só a sujeira dos sapatos deles na foto).

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William era desenhista, Arthur modelista e engenheiro, Emil era desenhista industrial de origem alemã. Todos trabalhavam na Barth Manufacturing Company de Milwaukee - EUA. A combinação dos conhecimentos de Emil com as primeiras motocicletas construídas na Europa e a experiência que havia adquirido fabricando bicicletas, somada à vontade do grupo de produzir um substituto para a bicicleta e parar de pedalar, foi incentivo para passar muitas noites veladas e fins de semana produzindo e experimentando numa pequena oficina de 2 x 3.

Os meios financeiros eram limitados e as ferramentas rudimentares, por isso o projeto foi avançando dentro do possível, ainda que com a ausência das competentes técnicas de um verdadeiro mecânico. Mas resultou que o irmão de Arthur, Walter, possuía conhecimentos de mecânica e estava indo para Milwaukee, para um casamento. Bill e seu amigo Arthur lhe escreveram, para propor-lhe que conduzisse e testasse a geringonça na sua chegada. Mas na carta esqueceram de avisar, que antes dele poder dar uma volta teria que colaborar em sua montagem final. Ao chegar Walter viu a máquina ainda em partes, de maneira que o retraso com o qual ia efetuar aquela saída, provavelmente mudou o curso de sua existência. Como era um bom mecânico, pode apreciar as margens da tolerância muito estreitas do motor tipo Dion. Tomando para si o entusiasmo de seus companheiros, decidiu ficar em Milwaukee.

Todos os problemas com os quais teriam que se enfrentar foram superados graças a ajuda do desenhista e delineante alemão. Um amigo lhes permitiu usar sua oficina, equipado com um torno afim de que pudessem terminar a construção da primeira "
Harley-Davidson". As peças soltas deveriam ser fabricadas a partir de materiais já existentes graças a geniosidade que todos davam mostras. Por exemplo, dizem que o primeiro carburador foi construído a partir de una lata de conserva de tomates. O primeiro motor dispunha de uma transmissão por uma correia de couro que desenvolvia uma potência de três cavalos, o que obrigava o condutor a recorrer às suas perninhas nas encostas e morros para ajudar a máquina. Ademais, comprovaram que um quadro de bicicleta era muito frágil para garantir trajetos motorizados. Para levar adiante o projeto de Harley e Davidson requeria, muito mais ensaios e muito mais trabalho de desenho. No motor seguinte o tamanho do guidão havia sido duplicado, Ole Evinrude havia posto um carburador satisfatório e um quadro simples construído para substituir o da bicicleta, o que permitiu aumentar a potência. agora Bill Harley e os irmãos Davidson já estavam dispostos a realizar seu projeto de forma industrial. Era o ano de 1903.

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A oficina de seu amigo não tinha espaço suficiente para fabricar suas máquinas, de modo que com a ajuda do pai dos Davidson, marceneiro profissional, construíram uma oficina de 15 metros por dois no fundo do jardim da família Davidson. Como Bill Harley havia concebido a primeira motocicleta, os irmãos Davidson concordaram que o nome dele figurasse primeiro. Durante o ano de 1903, a Harley-Davidson Motor Co. produziu três motores monocilíndricos de quatro tempos, de 400 cm3, com uma potência de 3 cavalos, todos vendidos antes da fabricação. As primeiras Harley-Davidson foram denominadas “Silent Grey Fellow”, como referencia pela sua cor standard (o cinza) e ao silêncio de seu funcionamento, pois eram máquinas concebidas para realmente ser as companheiras de estrada de seus pilotos. Em 1913, a primeira Harley-Davidson havia trocado de dono várias vezes, havendo percorrido 160.000 Km, sempre com as peças originais. Desde o começo foi de rigor a solidez dessas motocicletas.
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Em 1904, foi dobrado o tamanho da oficina original, e oito máquinas saíram por suas portas. Um ano mais tarde, voltaram a dobrar o tamanho da oficina. As primeiras oficinas foram construídas em Milwaukee e até 1905, a produção alcançou as cinqüenta unidades. O aumento da demanda era tal que contrataram mais cinco empregados. Naquela época, Bill Harley, Arthur, Walter e William Davidson, já haviam abandonado os seus empregos para consagrar todo o seu tempo e suas forças na nova empresa. Esta se converteu em sociedade mercantil em 1907, com Walter Davidson como presidente, Bill Harley como engenheiro chefe e diretor comercial, e William Davidson como chefe de exportação. O monocilíndrico tinha já 570 cm3 e desenvolvia a força de 4 cavalos. Em efeito Harley-Davidson fabricava já 150 motocicletas. Ademais foi introduzida a forquilha de mola, característica revolucionária que se adaptou em todos os modelos da marca até 1949.

Ainda que a motocicleta era um veículo útil, era inevitável a crescente importância do desporte motociclista, devido a forma da máquina. Desde os primeiros anos, os desportistas comprovaram as possibilidades das motos em provas de velocidade, resistência, viabilidade e em todo o tipo de corridas, Mas até 1908 a Harley-Davidson não se ocupou com tais atividades apesar de suas máquinas estarem inscritas em competições para aficionados. Em 1912, Bill Harley apresentou a primeira embreagem para motocicleta, que foi um êxito comercial. Naquele ano apareceu um banco com amortecedores, em um tubo que fazia corpo com o quadro, assim como a combinação válvulas de admissão em cabeça/válvulas de escape laterais, que seria utilizada até 1929. 

Em 1914 foi adicionado um sistema de arranque a pedal, e em 1915 uma transmissão (de três marchas) e uma embreagem giratória. A partir de 1916, a Harley-Davidson publicou The Enthusiast, primeira revista de motos digna deste nome, com a finalidade de assegurar a informação aos pilotos das Harley no mundo todo, acerca de temas sobre motocicletas militares. Quando começou a 1ª Guerra Mundial, a empresa recebeu do exército americano a encomenda de 20 mil unidades. Na 2ª Guerra Mundial, voltou à luta: 90 mil motocicletas de 750 cilindradas serviram as forças americanas. Harley-Davidson e Indiam eriam que vender toda sua produção ao exército. A Harley-Davidson vendeu uma parte de sua produção às forças armadas e graças as boas relações que William Harley tinha com Pentágono, a sociedade conseguiu manter a sua presença comercial repassando uma parte da produção no mercado nacional. A outra fábrica "Indian" estiveram fora do mercado durante os quatro anos da guerra.

Nessa época os correios já tinham fechado contrato com a "
Harley - Davidson" devido as grandes distancias que os entregadores tinham que percorrer para entregar as cartas, além das grandes vantagens que as motos ofereciam nos caminhos do interior. Depois veio o contrato com a policia rodoviária, que optou pelas motos devido aos problemas que tinha em perseguir os bandidos na época da lei Seca e os traficantes, assim como também porque as motos demonstravam se muito mais velozes e flexíveis que os carros da época. No início dos anos 20, a Harley Davidson era já o principal fabricante mundial de motorizadas, com uma produção anual de cerca de 28 mil unidades e marcando presença em 67 países. As motos H-D eram, na altura, consideradas como sofisticadas, oferecendo os primeiros motores de embreagem e sistemas de suspensão revolucionários. No ano seguinte, a marca ficava, pela primeira vez, na história quando uma das suas motos venceu uma corrida com uma média superior a 100 milhas/hora.
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Filmes como "The Wild Angels" e "Easy Rider", que exploravam um estilo de vida na estrada em cima de uma Harley, contribuíram para consolidar o culto da marca. Uma personificação autêntica do motociclista H-D, vestido com blusões de cabedal e tatuagens por todo o corpo, incluindo o símbolo da marca. Eram os bad boys. Mais tarde, no início da década de 60, a H-D era líder incontestável do seu mercado de origem, onde possuía uma quota de cerca de 70%. Contudo, o aparecimento da Honda - com uma gestão mais eficiente, resultante da diminuição dos ciclos de produção, distribuição, marca o início de um período conturbado que só terminaria nos anos 80, depois de 11 anos de prejuízos. 

Vaughan Beals, o vice-presidente na altura, pegou a empresa determinado a conduzi-la de novo ao sucesso. Procurou melhorias junto dos clientes, estudou o método de operar dos seus concorrentes e aplicou muitas das teorias nipônicas (just in time; total quality management;). Entre 81 e 88, os resultados foram positivos, com reduções nos estoques de 67%, diminuição da proporção de defeitos para 70% e um incremento produtivo de 50%. Já nesta década, a reafirmação da marca, como um dos principais fabricantes de motorizadas, foi definitiva. Em 1996, a H-D faturou 1,5 mil milhões de dólares, cresceu 12,4% em volume e detinha 51,2% do mercado. O restante era disputado pelos japoneses da Honda, Kawasaki, Yamaha e Suzuki. 
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Uma das características mais invejáveis da marca prende-se com a lealdade dos seus adeptos. Poucas empresas se podem orgulhar de clientes que aceitaram esperar mais de 6 meses pela sua motorizada. Nos concessionários é usual encontrar-se uma lista de espera de dimensões apreciáveis, já que a empresa tem por política manter a oferta sistematicamente abaixo da procura. Na sua opinião, a escassez fomenta o desejo. E estamos a falar de um desejo avassalador, se tivermos em conta que os preços da H-D se situam, em média, 40% acima dos seus concorrentes, sem que haja uma melhoria de qualidade justificável. - Quem compra uma Harley, não procura uma moto potente e veloz, fá-lo porque admira a lenda e quer pertencer à família. Possuir uma H-D significa aderir a um estilo de vida e a uma atitude comum. Perante a desigualdade de perfis entre o motociclista norte-americano e o europeu, criaram-se as respectivas divisões territoriais, pelo que já existem modelos especificamente concebidos, em termos de design e preço, para o velho continente.
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No entanto, a empresa divide a clientela noutros dois segmentos: o dos adeptos da marca e os potenciais clientes. A pensar nos últimos, geralmente sem possibilidades financeiras de adquirir uma moto, a marca disponibiliza uma gama completa de vestuário para que o espírito H-D esteja ao alcance de qualquer um. Esta foi a lógica que conduziu à remodelação das lojas: de oficinas sujas e sombrias com alguns blusões expostos a um gabinete, passaram a salões requintados onde as estrelas são o vestuário e os acessórios. Motas, peças e serviço foram relegados para as traseiras do estabelecimento. - Depois, existe o negócio dos ornamentos. Certos fãs estão dispostos a gastar milhares de dólares para acrescentar um toque pessoal à sua Harley, como, por exemplo, uma pintura especial ou uma matrícula em prata. No que toca a comunicação, a marca atua essencialmente pela vertente relações públicas e através da realização de demo rides. Em 1983, realizou-se uma SuperRide, onde, durante três fins-de-semana, se conseguiu que mais de 40 mil potenciais clientes convivessem de perto com uma Harley.
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A oferta atual divide-se entre a Sportster para os principiantes, as clássicas Softail e Dyna Glide e as estradistas Touring, e cada uma consegue, à sua maneira, suscitar o mesmo desejo de aventura um pouco por todo o mundo. No entanto, um dos principais responsáveis pela expansão da marca e mistificação da sua imagem é, sem dúvida, o HOG -Harley Owners Group- fundado em 1983. Este clube arrasta anualmente, milhares de motards vindos de todo o mundo para os seus encontros. Em 96, o HOG Rally teve lugar em Itália e contou com a presença de cerca de 6.347 motos, para um total de 12.000 espectadores. No ano passado decorreu o 15º HOG Rally na sua terra natal, a 11 e 12 de Junho, ocasião em que a marca comemorou o seu 95º aniversário. Estiveram presentes mais de 100.000 motociclistas.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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emprego: 

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ficar ou mudar 
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Havia um paradigma de que o bom profissional era aquele que permanecia anos a fio na mesma empresa construindo uma carreira. Alguns afirmam que a rotação de emprego gera suspeita sobre a maturidade da pessoa, que ela ainda não se encontrou na vida, não sabe o que quer, que é difícil adaptação, inconstante. Se trocou de emprego várias vezes é porque tem algum problema. E, em breve, adotará a mesma atitude, deixando a nova empresa na mão. Enfim, uma personalidade não muito confiável.
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Os mais antigos entravam como ascensorista ou office-boy e chegavam até a presidência da empresa. Isso é coisa do passado. Hoje o profissional necessita de habilidades pessoais e profissionais muito bem desenvolvidas para competir neste mercado globalizado.

Recentemente, iniciou-se uma campanha para criar outro paradigma: o profissional tem de trabalhar e mudar de emprego com freqüência para adquirir experiências diferentes. Se assim não fizer é porque é acomodado, incompetente, burocrata, teme novos desafios, não quer crescer. Ou ainda, não está globalizado.

O fato é que quem cria ou aceita paradigmas não pensa. Apenas reorganiza seus preconceitos. Pode ser que uma pessoa passou a vida inteira na mesma empresa por comodismo. Mas isso não é regra. ou será que quem mudou freqüentemente de emprego é porque tem uma personalidade inconstante? Também pode ser, mas não necessariamente.

As pessoas que defendem um ou outro paradigma esquecem-se de que para tudo há uma causa.E é nas causas que devemos buscar as respostas. Cada caso é um caso. Não existe regra.

A pessoa pode ter ficado 30 anos na mesma empresa porque realizou-se, gostou do trabalho, dos desafios, do mercado, aprendeu, evoluiu, fez cursos, conheceu gente interessante dentro e for a da empresa, fez uma carreira de sucesso, viajou, ganhou dinheiro e inúmeras outras razões que legitimam essa permanência. Ficou feliz. Sentiu-se realizado. Então para que mudar? Só para dizer que mudou? Se for assim, a pessoa estará mais preocupada com o que os outros poderão pensar dela do que com si mesma.

No outro extremo há profissional que passou por muitas empresas. Qualquer um pode não ter se adaptado a uma empresa, à sua cultura, aos seus superiores, por falta de oportunidades, sentir que o espaço era muito pequeno para suas ambições e muitas outras razões. Ou ainda, sentiu-se competitivo para buscar posições melhores no mercado.

Ah! Mas isso só pode acontecer uma ou duas vezes. Se as empresas não serviram para ele é ele que não serve para as empresas, diria o defensor do outro paradigma. Não podemos esquecer que o seu humano nunca estará pronto, definido. Ele muda, evolui, cresce, cria. Uns mais do que os outros, é claro.

A defesa desses paradigmas presta um grande desserviço, principalmente aos jovens que estão entrando no mercado profissional.

Recentemente, após uma palestra que realizei, fui abordado por três jovens na faixa de 22 anos, em final de faculdade. Eles queriam uma definição cartesiana sobre o que fazer: ficar numa empresa muito tempo ou trocar de emprego freqüentemente?

Eles desejavam uma e apenas uma resposta certa para esse problema, como se houvesse apenas duas respostas. Aquela dúvida gratuita na cabeça deles me sensibilizou, e fiquei ali conversando por mais de uma hora, após a palestra, para demonstrar que as duas alternativas são corretas.

Tentei explicar que a ênfase do nosso sistema educacional e cultural é nos ensinar que existe apenas uma resposta certa para os problemas. Entretanto, não há. Existem várias, mas as pessoas aprenderam que quando encontram a primeira resposta já se dão por satisfeitas. Param de procurar respostas alternativas depois de encontrar a primeira. Isso é lastimável, porque é após a segunda, terceira, décima alternativa que você tem opções para escolher a melhor. É preciso pensar diferente.

É uma irresponsabilidade dar uma orientação tão restrita: ou isso ou aquilo. Precisamos entender que ninguém tem a bola de cristal. A vida é um quebra-cabeça só que não vem com o desenho na caixa para que você saber como se monta.

No final, senti que aqueles três jovens entenderam que ficar muito tempo na mesma empresa ou mudar depende de inúmeros fatores que são imprevisíveis, tais como: você está satisfeito com o que a empresa lhe oferece? Por outro lado, a empresa estará satisfeita com que você está oferecendo? Também depende da personalidade de cada um.

Claro que todos querem ter sucesso profissional e orientam-se para esse objetivo. Porém, parte do que constitui o sucesso é a combinação do momento certo com a oportunidade. Howard Schultz disse: "A maioria de nós tem que criar as próprias oportunidades. Devemos estar sempre preparados para agarrar uma oportunidade que estamos vendo e os outros não". Isso pode acontecer numa única empresa ou em várias.

Essas pessoas se defendem ou tentam criar um novo paradigma não estão acostumados a pensar criativamente, buscando alternativas. Não conseguem pensar diferente. Ainda não se deram conta de que quanto mais alternativas produzirem melhor será a qualidade da idéia escolhida.

E eu lanço aqui uma nova campanha:
todo paradigma é falso. O importante é a pessoa estar com a mente aberta, estar consciente de seus valores e definir o que quer criar na sua vida e no seu trabalho.

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SR. PROF. PAULO RICARDO SILVA FERREIRA

DIRETOR DA ECKART CONSULTORIAS

 

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