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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 196 - 10.06.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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" PRÁS CABEÇAS "

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GARRAS PODEROSAS...

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Um Rei recebeu como obséquio, dois filhotes de aves de caça e os entregou ao mestre da "cetreria" para que os treinasse para a próxima temporada de caça, entretenimentos dos nobres da época, enquanto esperavam por alguma guerra.

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Passados alguns meses, o instrutor comunicou ao Rei que uma das aves,  já estava com toda sua performance de caça pronta para ser testada, mas que a outra ave, não tinha se movido do seu galho desde que tinha chegado ao palácio, a tal ponto de que tinham que lhe alcançar a comida, para que não morresse de fome. 

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O rei, um sujeito muito hábil, mandou chamar curandeiros e até senadores para que verificassem qual o problema com a ave, mas de nada adiantou, ela não saía do lugar...

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Pelas janelas dos seus aposentos o monarca podia ver o pássaro imóvel no galho, e mesmo que sua pose fosse autêntica e seu corpo delineado, faltava a qualidade principal que era voar. 

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Publicou por fim um anúncio entre seus súditos procurando alguém que ensinasse o pássaro a voar. Na manhã seguinte viu a ave voando agilmente  pelos jardins! 

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"Traga-me o autor desse milagre disse o rei". Quero recompensa-lo e aprender sua técnica mágica. - Quando o sujeito é apresentado, o rei lhe pergunta: - Como conseguiste? ¿Tu és mágico, por acaso?" 

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E o homem respondeu: - " Não alteza, apenas entendi que se corta-se o galho onde a ave se agarrava, ela iria precisar de algo mais, e isso eram suas asas...

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AUTOR ANÔNIMO

 

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" CARTAS DO JORNAL 195"

PAULO EDSON CARVALHO

RECEBO O JORNAL DE VOCÊS PELO E-MAIL DE MINHA EMPRESA,ACHO O MAXIMO ESTE TRABALHO QUE VOCÊS DISPONIBILIZAM PELA INTERNET, DE MUITO PROVEITO PARA QUEM TRABALHA COM VENDAS, E TAMBÉM PARA PESSOAS DE OUTRO RAMO.
PARABÉNS E CONTINUEM ASSIM!!
MACHADINHO D'OESTE - RO

EDINA NAVARINI  -  ELEGÊ ALIMENTOS
Achei o jornal interessante, atual, prático e objetivo.
Parabéns!!

FERNANDO
MIGUEL FOI MUITO BOM TER CONHECIDO SEU SITE,  ADOREI O JORNAL E GOSTARIA DE RECEBE-LO SEMPRE, E NO QUE FOR POSSÍVEL DAR MINHA CONTRIBUIÇÃO. SOU UM NOVATO NA ÁREA DE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL E TODO TIPO DE INFORMAÇÃO PRA MIM É MUITO BEM VINDA.  UM FORTE ABRAÇO.
É MUITO BOM SABER QUE NOSSA CLASSE ESTÁ SE UNINDO PARA SERMOS UMA CLASSE FORTE.

FABIANO JOSE ORTIZ
Gostaria de compartilhar com os amigos, as obras de sucesso que este jornal está construindo, dia a dia.

SONIA MEDEIROS
É admirável e muito proveitoso  os artigos apresentado por este jornal todas as semanas.

ALEXANDRE MROKOWSKI JUNIOR
É MUITO BOM TER A DISPOSIÇÃO UM INCENTIVO COMO ESTE. 

OBRIGADO!

JOSÉ FRANCISCO N.RODRIGUES
Foi hoje a primeira vez que tenho visto o jornal através de um colega de Recife - PE, 

Vocês estão de parabéns.

LUIZ RANIEIRI  -  VINHOS SALTON LTDA
Fui indicado por um amigo.

PEDRO CEZAR MOSSI
Aborda assuntos interessantes que fazem parte do meu dia a dia.

GUSTAVO - INTELLI  INDÚSTRIA DE TERMINAIS ELÉTRICOS LTDA

Sr. Miguel,
Estou recebendo os e-mail do jornal a pouco tempo e acredite quando não dá tempo de ler no trabalho dou um jeito de imprimir e levar para casa e termino a leitura, vocês estão de parabéns pelo jornal e pelas matérias de altíssima qualidade e de grande utilidade no meu dia a dia. 
Forte abraço, Obrigado. 

PAULO RENATO FANTINI REZENDE
Gostei do jornal.

LUZIANE BENOLIEL   -  benoliel CHARME E ELEGÂNCIA NO VESTIR
UMA AMIGA ME SUGERIU. 

RENATO RAUCCI
Gostei e espero receber.

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PARA VOCÊS COLEGAS, LHES DEDICAMOS ESTA FÁBULA DE ESOPO...

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ANDROCLES E O LEÃO

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Um escravo chamado androcles um dia teve a oportunidade de fugir e correu para a floresta. E enquanto caminhava sem rumo chegou aonde estava um leão, que gemendo lhe suplicou: - Por favor te peço que me ajudes, pois tropecei em um espinheiro e um espinho entrou na minha pata, está sangrando e está muito dolorido.


Androcles o examinou e gentilmente retirou o espinho, lavou e curou a ferida. O leão o convidou para a sua caverna onde dividia o seu alimento.

Mas dias depois, Androcles e o leão foram encontrados pelos seus perseguidores. Androcles levado ante o Imperador foi condenado a lutar na arena contra os leões. Uma vez na arena, foi solto um leão e este começou a rugir e buscar o assalto de sua vítima. 

 

Mas a medida que foi se aproximando reconheceu o seu benfeitor e se lançou sobre ele, mas para lambe-lo carinhosamente e colocar-se em seu colo como uma mascote. O Imperador surpreendido pelo sucedido, colocou fim na história, perdoou o escravo e libertou o leão na floresta.

"Os atos bons sempre são recompensados!"

ESOPO - 620 E 560 ac

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 COM CARINHO DA EQUIPE DO SDR OU DE COLEGAS PARA COLEGAS...

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 Instituto MVC  M. Vianna  Costacurta Estratégia e Humanismo

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Luis Augusto Costacurta - vice-presidente

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Boa tarde amigas e amigos,  

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Atendendo à solicitação dos nossos parceiros do Jornal do SDR, queremos fazer um convite para que nos visitem e conheçam nossa biblioteca,  com informações atualizadas nas áreas gerencial, vendas, recursos humanos, desenvolvimento pessoal e profissional 

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Desta maneira queremos deixar a porta aberta para todos vocês da "Comunidade SDR" façam da nossa casa a sua. Assim  deixamos também pronto um link para que conheçam  o INSIGHT MVC/BUMERAN/TERRA nossa publicação mensal e, gratuitamente. solicitar sua remessa,

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Um forte abraço a todos,

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Luis Augusto Costacurta Junqueira

Vice-Presidente.

 

 

O Instituto MVC é uma empresa que integra as atividades de Consultoria, Educação Corporativa, Pesquisa, Editoração. Nossas atividades são desenvolvidas, respeitando os seguintes pressupostos:

  • Integrar uma visão organizacional humanista aos objetivos de lucro e agregação de valor para a empresa/cliente.

  • Orientar todas as atividades para consecução de soluções e benefícios mensuráveis para o negócio.

  • Possibilitar ao cliente uma visão / atuação pró-ativa face às variáveis que interferem na vida e no futuro de sua organização.

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BIBLIOTECA    

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Artigos publicados pelos consultores do Instituto MVC, divididos por temas gerenciais

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APRESENTAÇÕES  - AUTO-AVALIAÇÕES - COLETÂNEA DE TEXTOS DO INSIGHT MVC" - SITES DE PESQUISA

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Coletânea de Apresentações Apresentações em PowerPoint dos nossos programas
Coletânea de Auto-Avaliações Auto-Avaliações publicadas no insight MVC
Biblioteca Insight Coletânea de Textos Publicados no "Insight MVC"
Banco de Dados Sites de Pesquisa na Web sobre Educação Corporativa

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Livros, Publicações, E-learning e Vídeos

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"DICAS E CURIOSIDADES" Nº196 DO WWW.SDR.COM.BR

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"Quem não adiciona nada aos seus conhecimentos, os diminui."

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Talmud. 
Corpo de lei civil e religiosa do judaísmo. 

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Apenas 4% das empresas brasileiras investem 

na qualidade de vida de seus funcionários
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Pesquisa realizada pela professora Ana Cristina Limongi França, coordenadora do Departamento de Administração da FEA/USP, revelou que apenas 4% das maiores empresas brasileiras mantêm programas de qualidade de vida para seus funcionários. Em razão dos baixos investimentos no bem-estar dos trabalhadores, cerca de 75% da mão-de-obra nacional tem sua capacidade produtiva reduzida em razão do estresse.

Ana Cristina apresenta os resultados da sua pesquisa nesta quarta-feira (26), no quarto dia de trabalhos do 27º Congresso Internacional de Saúde no Trabalho (ICOH'2003), que está sendo realizado em Foz do Iguaçu (PR). Ela entrevistou os executivos de 234 grandes empresas brasileiras e constatou que a falta de qualidade de vida está aumentando os níveis de estresse dentro das corporações, que acabam perdendo dinheiro.

A pesquisadora afirma que o estresse é uma doença que pode ter origem ocupacional. Segundo ela, um dos principais obstáculos para combater a doença é a dificuldade de diagnóstico. "O estresse tem um componente clínico muito difuso e variado, que vai desde a sonolência permanente à hiperatividade. Normalmente, a doença só é identificada quando aparecem perturbações orgânicas e psicológicas graves, como a gastrite, depressão, psicoses e síndrome do desamparo, que leva o funcionário a trabalhar além de suas condições físicas e mentais por medo de perder o emprego", explica.

Ana Cristina coordena o curso de Gestão Avançada em Qualidade de Vida no Trabalho, da USP. Criado em 1999, este é o único curso brasileiro a formar profissionais das áreas médica, administrativa e social para a gestão de qualidade de vida nas empresas. Em quase quatro anos de existência, o curso já formou 90 pessoas.

"A criação do curso e a crescente procura por essa formação, mesmo que pequena, indicam que o setor empresarial começa a perceber que trabalhador sem qualidade de vida é trabalhador estressado, que rende menos. Mas estamos longe de uma situação ideal, pois as empresas deveriam gastar com a qualidade de vida dos seus funcionários o mesmo que investem em treinamento e inovação tecnológica", destaca.

A pesquisadora alerta, ainda, que promover qualidade de vida não se limita à criação de espaços de lazer e descanso dentro das empresas ou a realização de ginástica laboral permanente. Segundo ela, existem indicadores biológicos, psicológicos, sociais e organizacionais que precisam ser atendidos para que o funcionário tenha a percepção exata da satisfação em estar naquele ambiente de trabalho. 

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ANA CRISTINA LIMONGI FRANÇA 

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É psicóloga, Professora Doutora da Faculdade de Economia e Administração e Contabilidade da USP. É Coordenadora da Rede de Estudos de Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho da FEA.

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climongi@usp.br   - http://www.ead.fea.usp.br 

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"Olho por olho e o mundo acabará cego"

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Mohandas Karamchand Gandhi. 
Líder nacionalista índio, que com sua política de "resistência passiva" impulsionou o processo de independência da Índia; 1869-1948.

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Louis SATCHMO Armstrong

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Nasceu em Nova Orleans, estado de Lousiana, berço do Jazz, gênero que começou nas praças e prostíbulos e terminou nas salas de concerto. Nasceu em quatro de julho de 1900 e foi batizado como Louis Daniel Amstrong. Louis e sua irmã menor cresceram em condições de extrema pobreza, as vezes com a sua mãe, outras com a sua avó. Seu pai Willie, que trabalhava em uma fábrica de trementina, abandonou sua mãe, Mayann, pouco antes do nascimento dele. Naquela época, Mayann tinha uns quinze anos e trabalhava como criada e possivelmente também dizem se prostituía para ajudar a criar os filhos. Como muitos outros notáveis da história, Satchmo descobriu seu talento musical por conseqüência de suas loucuras. Rapaz bastante atrevido e vivaz queria chamar a atenção dos seus amigos no ano novo, quando tinha apenas onze anos, e com o revolver do pai de um deles, apontou para o céu e disparou. Por sorte ou por azar, um policial que estava perto deu-lhe um flagrante e levou preso. 
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Condenado a longos meses de prisão em um centro para jovens delinqüentes, fez cursos de música e logo desponta. O diretor do centro lhe oferece a possibilidade de desenvolver o seu talento, emprestando-lhe uma trombeta de excelente qualidade, que o mesmo havia comprado. Um empréstimo que tinha mais valor que um presente. Bastaram apenas alguns anos para alcançar a fama e fiel ao seu compromisso, voltou para devolver a trombeta para o seu proprietário e padrinho musical.
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Ainda que sempre falou da sua infância com carinho, Armstrong não voltou para Nova Orleans até dez anos depois de ter ido embora; nunca se instalou e só ia por motivos profissionais apesar de ter sido ali onde começou a sua "carreira" musical, em quartetos de rua por uns centavos e freqüentando os "honky-tonk" (pubs) nos quais se tocava a nova "música quente"'. Em sua virtuosa carreira, concorreu nas paradas com Al Jolson, Frank Sinatra, tirou o primeiro lugar algumas vezes dos "Beatles" com a música “Hello Dolly”, que acabou sendo um êxito na MTV dos anos 90, quando a música do filme "Good Morning Vietnam", voltou a tocar o hit que ele havia gravado em 1967, quatro anos antes de morrer: “What A Wonderful World”. 
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Alguns dizem que Jazz vem de "iase", a versão popular do  francês "jase" (falar, parodiar). Outros que a raiz está na mandinga "jasi"' ("exagerar" ou, na linguagem do blues, "esquentar", "excitar", ou diretamente, "transar"). Na origem estavam estes cantos de brancos feitos a sua maneira pelos negros, estes hinos cristãos e marchas militares convertidos na "Congo Square" de Nova Orleans por parte do "vodu". O que aconteceu depois foi nada mais nada menos, que o que Armstrong brincalhão, se negou a explicar quando lhe perguntaram o que era o jazz: - 

"Se você necessita perguntar, a única coisa que posso dizer é que nunca vá entender". 

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Em 1923, Armstrong já era o segundo corneta no conjunto de "King" Olivier. Três anos mais tarde havia revolucionado os grupos folclóricos, barulhentos e coletivos de sua cidade. Sua exigência em qualidade e técnica obrigou ele e outros a se profissionalizarem. Em 4 de julho de 1925 junto a Fred Longshaw alternando entre um piano e um órgão de tubos e a excelente cantora do blues "Bessie Smith" foi a apoteoses da fama. A imitação entre a voz de Bessie e a corneta de Louis (esse era o instrumento que tocava então), deixava explícito do que se constitui a essência do gênero. No jazz os instrumentos imitam a voz e a voz o jazz. Que tenha sido Nova Orleans, o lugar que esta nova música explodiu não quer dizer que ali tenha nascido.
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Foi considerado excêntrico por morar na mesma casa do Queens que ocupou ao chegar em Nova York nos anos 30, e veio a falecer milionário. O compositor de blues William Christopher Handy, a quem Satchmo homenageou em um de seus discos mais importantes, contava que por volta de 1905, em Menphis, soava uma música muito parecida com a de Nova Orleans e que "todas as bandas de circo soavam desse modo; toda a região do Mississipi estava cheia do mesmo, sem que ninguém soubesse o que se passava do outro lado. Eu me interei da música de Nova Orleans recém em 1917". O primeiro grande centro industrial que formou essa nova música foi Chicago. Ali Armstrong gravou seus primeiros discos com os seus legendários "Hot Fives" e "Hot Seven", e mais tarde conquistou Nova York e com ela, um repertório menos jazzístico mas de uma celebridade inédita para um músico negro.
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"Desde Armstrong, o jazz tem que ser tão afinado como qualquer outra música", escreveu o crítico Joachim Berendt. Casado quatro vezes, a sua última esposa foi a bailarina Lucille Wilson, quem mais tempo permaneceu com ele; mas a que lhe indicou o caminho musical foi Lil Hardin, que faleceu em um concerto à memória de Armstrong, sentada ao piano e executando um solo, 40 anos depois de sua separação.
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Se existe alguma coisa pela qual todos lembram dele, era pela ronquidão, que nem com cirurgia conseguiu eliminar, e pela forma como terminava as suas intervenções com um "
¡Oh, Yeah!" e limpava o suor com um pano branco. Seus imitadores, em troca, todavia tremiam ao escutar o seu "scat", uma forma de emitir sons inarticulados, em vez de cantar que, se diz, começou a fazer em 26 de fevereiro de 1926.
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Se colocou debaixo da proteção do que seria o seu mentor musical, Joseph "King" Oliver, quem o familiarizou com a trombeta. Seus estilos eram diametralmente opostos assim que não pode dizer que a influência Oliver em Armstrong foi muita. No entanto foi o seu principal conselheiro e apoio emocional, e quando em 1918 "King" decidiu ir para Chicago, como muitos outros músicos, conseguiu que Louis entrasse em sua banda, a dirigida por Edward 'Kid' Ory, a melhor da cidade.  Depois formou sua própria banda "Em 6 de julho de 1971 Armstrong veio falecer e seu velório televisionado, onde uma jam sesion, de dezenas de jazzman's lhe davam o adeus tocando. 

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Algumas frases de LoUis:

  • ”O jazz não é uma música, é uma forma de toca-la” 

  • ”Se Jesus fosse negro e participasse de manifestações, também lhe pegariam” em 22 de abril de 1965, acerca da repressão de manifestações de negros no Alabama.

  • ”Se um cara tem swing e pode tocar uma melodia, isto é o que conta. 

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DE PRESENTE A MÚSICA EM MP3 "HELLO DOLLY"

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LEMBREM QUE NÃO PODEM BAIXAR, APENAS ESCUTAR

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 2,24 mb   clique aqui...

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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"Já sei que não te quero como quando éramos namorados, 

mas é que eu nunca gostei de mulheres casadas."

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" COMO SE FABRICA UM VENCEDOR! "

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SR. PROF. MAURÍCIO GOIS

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Consultor, colunista  E PALESTRANTE

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Consultor filiado ao IBCO - Instituto Brasileiro de Consultores de Organização desde 1985.Para contatá-lo ligue para ( 19 ) 3865 1597

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 http://www.mauriciogois.com.br    -    mailto:contato@mauriciogois.com.br  

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De que é feito uma pessoa vencedora? É possível se fabricar uma? Com que matérias-primas? Que fatores de sucesso separam pessoas comuns das incomuns, ou as 'ordinárias' das 'extraordinárias', ou as reativas das proativas? Por que algumas pessoas chegam lá rápido enquanto outras passam a vida apenas tentando? 

Bem, se você quiser pertencer ao seleto clube dos bem-sucedidos vá pelos caminhos dos vencedores. São os seguintes: 
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1. VENCEDORES OUVEM SUA VOZ INTERIOR E FAZEM O QUE GOSTAM E GOSTAM DO QUE FAZEM:
Ora, essa é o primeiro degrau da escada do Sucesso. Se você gosta do que faz, você não se estressa e faz bem feito. Felicidade é você profissionalizar o seu hobby, é você descobrir sua verdadeira vocação. Mas para isso é preciso ser um especialista polivalente e não um generalista múltiplo como se ensinou no passado. Certa vez um repórter perguntou à famosa atriz do passado, Sara Bernard: - Você é feliz? Ela deu a maior definição de felicidade que já vi: 'Ora, o que eu mais gosto de fazer na vida é representar teatralmente nos palcos da vida e quando as pessoas me pagam para me ver fazer o que eu mais gosto de fazer, é claro que sou feliz!'
Se faz o de que gosta, você nunca trabalha, se diverte, não vê as horas passarem, você ouve sua voz interior e transforma seu potencial em performance e seu empenho vira desempenho. Mas, se você não gosta do que faz, então, lhe sobra a opção de acreditar no que faz. Porém, se você nem gosta e nem acredita... bem, a alternativa seguinte não é lá muito boa: você é um candidato ao tédio, à fadiga, à rotina massacrante e, por fim, às doenças oncológicas. Triste, não? 
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2. VENCEDORES NUNCA PERDEM O FOCO:
Vencer é focar com inteligência, estratégia e ação. Perder é desfocar, desconcentrar, dispersar. Os vencedores são setas, os perdedores são círculos. Focar é definir prioridades e escrever planos de ação para alcançá-los. Focar é ter uma idéia só na cabeça e ir até o fim com ela. Tomas Edson tinha uma idéia só e a transformou na pergunta focada de sua vida: - Como posso fazer o filamento se incendiar sem queimar a lâmpada? O problema do governo é uma pergunta só: - Como posso diminuir a inflação equilibrando demandas? Focar é você fazer a pergunta certa que gera a emoção competente. Em vez de perguntar: - Qual o trabalho que dá mais dinheiro hoje?, - pergunte: - Qual a minha verdadeira vocação? Quais meus pontos fortes? Vencer é focar. É se concentrar corretamente, isto é, sempre naquilo que se quer e jamais naquilo que não se quer. 
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3.VENCEDORES POSSUEM A IGNORÂNCIA SELETIVA DOS BESOUROS.
Os besouros não podem voar. Qualquer estudante sabe que o corpo do besouro contraria as leis mais elementares de aerodinâmica. Já contaram essa descoberta para todo mundo, para os engenheiros, para os cientistas etc, só esqueceram de contar para os besouros. Definição de besouro: é um ser que só voa porque não sabe que não pode. Essa é uma das características dos vencedores: eles realizam o impossível porque não sabem que é impossível, eles tem atrevimento criador e ousam dar passos além do medo. Quando você sobe uma montanha e sabe que não tem a opção de descer, você sobe melhor e com mais garra. Lembra daquela história da formiguinha que conseguiu atingir uma lata de mel aberta no alto do armário da cozinha? Milhares de formigas mais atletas que elas já tinham tentado sem resultados. Sabe por que ela conseguiu? Por que tinha impulso de ego? Superação pessoal? Energia inquieta para resultados? Disciplina e determinação férreas? Nada disso. Ela só conseguiu porque era surda. Ela não conseguia ouvir as outras formigas dizerem que a tarefa era impossível. Saber ouvir é uma grande regra para vencer: ouvir para compreender, não para responder, ouvir idéias, não palavras, ouvir ativamente. Ficar rouco de tanto ouvir é um segredo de ouro, - mas ser surdo empático pode, em alguns casos, fazer toda a diferença. 
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4. VENCEDORES SABEM QUE O REFERENCIAL DO ATO DE VENCER É SEMPRE ELAS MESMAS, NUNCA OS OUTROS.
Esta regra é poderosíssima. O que é vencer? É superar os recordes do campeão olímpico admirado? É ser o galã da vez da novela das oito? É ter a beleza do Paulo Zulu, o dinheiro do Silvio Santos, ou o talento do Jô Soares? Vencer não é você superar os outros, é você superar a si mesmo. Não adianta você querer bater os recordes dos outros, importante é você bater a cada dia os seus próprios recordes. Entenda: se você ganha mil reais por mês e, por causa de uma ação estratégica vencedora, passa a ganhar, no outro mês, dois mil reais, você ganhou 'mais' que o Silvio Santos porque, provavelmente, ele não dobrou o faturamento em 1 ano e você dobrou. Se você se concentra nos outros você se frustra, pois sempre haverá alguém que terá mais resultados que você. Vencer é você concorrer com você mesmo, não com o mundo. A Gilete soube disso e ganhou muitos pontos no mercado. Há muitos tempo que a Gilete 'destrói' alguns de seus produtos por causa de alguns outros melhores que são lançados. Ninguém duvida que, em breve, ela anunciará um barbeador com 4 lâminas. A filosofia da Gilete devia ser a de todos os candidatos a vencedores: Faça concorrência com você mesmo e faça isso antes de seu concorrente.
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5. VENCEDORES TROCAM FANTASIAS POR ALVOS.
Perdedores tem fantasias ou sonhos, - vencedores tem objetivos. Perdedores dizem: - Estou ficando gordo, quero tirar a barriga...Perdedores dizem: - Quero diminuir a área da cintura que é de 112 cm para 91 cm até 15 de dezembro de... Vencedores tem indicadores de medidas e quantificam suas metas com datas-fatais-limites. Há muito que se fala que a diferença entre um sonho e um objetivo é uma data. E há muito que a idéia ficou óbvia e foi esquecida. Vencedores são tão gênios a ponto de perceberem a obviedade das coisas.
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6. VENCEDORES NÃO VIOLENTAM SEU JEITO DE SER E ESTILO DE PERSONALIDADE:
É isso mesmo! Há sempre alguma coisa que cai melhor em você do que em qualquer outra pessoa, por isso, vencer é você descobrir que coisa é essa e torná-la sua característica diferencial, sua vantagem competitiva. Você tem boa voz? Então, narre mais do que mostre. Sua voz é a de um sapo resfriado? Então, mostre mais do que narre, exponha, use visuais, gráficos motivadores. Você tem senso de humor? Então, use-o para convencer e vencer. Você é sério demais? Use isso para inspirar credibilidade e passar convicção e seriedade. Vencer é você fortalecer ainda mais o que já está forte em você. Não tente imitar ninguém. Imagine o seguinte diálogo. Um repórter pergunta ao Ronaldinho: você gostaria de ser um segundo Pelé? E imagine ele respondendo: - Não, eu não quero ser um segundo Pelé, quero ser um primeiro Ronaldinho. Isso é vencer. 
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7. VENCEDORES ADMINSTRAM SEU TEMPO COM EXCELÊNCIA:
O tempo é a matéria-prima da vida. Ele é um bem inelástico, isto é, sempre há mais trabalho para se fazer, nunca mais tempo. Vencedores jamais dizem que o tempo passa. Eles sabem que o tempo nunca passa, ele sempre fica, pois quem passa somos nós. Nunca dizem que o tempo voa, pois ele tem velocidade inalterada, nós, sim, é que somos lentos, ou agitados, ou paranóicos. Nunca dizem que precisam planejar o tempo. Sabem que precisam é planejar a si mesmos, pois o tempo já foi planejado por Deus. Vencer é saber usar o tempo obtido. Vencedores ganham tempo lendo livros nas filas ou ouvindo CD’s sobre crescimento pessoal quando estão parados em engarrafamentos. Vencedores colocam tempo nas coisas e coisas no tempo, dividem as tarefas entre urgentes e importantes e colocam coração e energia nas prioridades certas. Eles sabem que o tempo é um dinheiro que você somente saca no Banco da Vida, nunca deposita. Vencer é ser excelente no tempo.
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8. VENCEDORES SÃO INTELIGENTES EMOCIONAIS PERSISTENTES.
Emoção de persistência para ação de resultados, - essa é o lema dos vencedores. Michael Jordan errava 50% das cestas que tentava, mas sua emoção de persistência o fez vencer. Paul Newman viajou mais de 18 anos como um ator desconhecido mas sua emoção de persistência o consagrou. O cantor Daniel e seu companheiro João Paulo ficaram anos e anos fazendo shows pelo Brasil como uma dupla comum e barata, mas a persistência os levou ao estrelato. O jogador Rivelino disse uma vez que quase desistiu de jogar futebol de tanto ver portas se fecharem, mas sua persistência o transformou num tri-campeão. Muitas cenas geniais de filmes premiados foram refilmadas mais de 20 vezes. A persistência é a mãe da Qualidade Total. Persistência sem Talento leva à frustração, mas Talento sem persistência leva ao fracasso.
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9. VENCEDORES TEM UM 'QUOCIENTE' DE VERSATILIDADE MAIOR QUE QUOCIENTE DE INTELIGÊNCIA:
Quem vence mais rápido? Uma pessoa muito versátil ou uma outra apenas muito inteligente? As pesquisas tem mostrado que os inteligentes versáteis chegam lá mais cedo. Mas, se tivermos que escolher entre os dois, as experiências revelam que versatilidade é melhor que inteligência. Lawrence Olivier já dizia: - ´Nenhum talento vale nada, se você não tiver talento para mostrar o seu talento'. Acredite: vencer é 70% versatilidade e 30% inteligência convencional. Mas se formos acrescentar emoções à inteligência, então, tudo muda. Vencer é 20% competência técnica e 80% competência emocional.
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10. VENCEDORES SABEM GERENCIAR O INESPERADO DAS MUDANÇAS.
Pessoas vencedoras se concentram nas oportunidades, não nos problemas, por isso, elas gerenciam o inesperado e são proativas, isto é, passam a maior parte do tempo explorando o futuro e não reagindo ao passado como fazem as pessoas reativas. Vencedores percebem os ecos do futuro, perdedores apenas ouvem os problemas do passado e as ameaças do presente. O passado não garante mais o sucesso no presente. A vitória vem do futuro. Por isso é importante aceitar que ninguém consegue prever o futuro, é preciso reinventá-lo. É preciso perguntar: - Como será o futuro nos próximos 3 anos? Como serão os clientes, fornecedores e concorrentes nos próximos 3 anos? Como serão as necessidades e desejos dos consumidores nos próximos 3 anos? E depois de definido o cenário, é preciso definir os personagens, isto é, você deve perguntar: - Será que eu estou tendo hoje as características dos que vão receber este futuro que começou ontem? Os atributos que me fazem vencer hoje me farão vencer amanhã? Quais serão as exigências de empregabilidade daqui a 3 anos? Perguntar para mudar. E mudar para permanecer vivo na competição: isso é vencer.
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Bem, se você se orientar por esses 10 guias de ouro, você chegará lá mais cedo. 

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Use-os e abuse... e fracasse se for capaz.  

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SR. PROF. MAURICIO GOIS
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Consultor filiado ao IBCO - Instituto Brasileiro de Consultores de Organização desde 1985.Para contatá-lo ligue para ( 19 ) 3865 1597 - Site: www.mauriciogois.com.br - mailto:contato@mauriciogois.com.br  
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Ficou conhecido nacionalmente como autor da obra "
Chefia e Liderança" da IOB-INFORMAÇÕES OBJETIVAS, um best seller na área por quase uma década. É também consagrado colunista e articulista em importantes revistas formadoras de opinião nacional. - Góis vem trabalhando com sucesso nos últimos anos em programas e projetos de desenvolvimento de Vendas, Motivação, Marketing, Atendimento, Negociação, Criatividade, Telemarketing, Teamwork, Competência Emocional e Fidelização de Clientes.
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Graduado pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro. Pós-graduado em Marketing, fez cursos de especialização na American Management Association de New York, EUA e no Canadian Management Center de Toronto, Canadá. - Lecionou na PUCC - Pontifícia Universidade Católica de Campinas, na FBM - Fundação Brasileira de Marketing e na ADVB - Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil.
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É um profissional de vivência internacional tendo feito trabalhos para o Consulado Brasileiro de Nova York e para o Brazilian Government Trade Bureau, entre outros. Foi professor convidado pela Brown University de Rhode Island, EUA.
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Em Portugal atuou na APPCE -Associação Portuguesa dos Profissionais de Comércio Externo. Em Lisboa foi titular do
PROGRAMA EUROPEU DE FORMAÇÃO DE FORMADORES DE MARKETING pela CNS e foi conferencista no curso de Pós-Graduação de Gestão Empresarial no ISE - Instituto Superior Empresarial, na cidade do Porto, Portugal. - Góis tem participado de entrevistas para órgãos de imprensa em todo o Brasil em jornais e televisões, sendo entrevistado em jornais eletrônicos como Bom Dia Manaus, Bom Dia Pará, Bom Dia Maranhão da Globo e em outras televisões como SBT, Bandeirantes, CNT etc.
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Como empresário ocupou cargos de direção em várias empresas, entre elas, o de presidente da Qualimax - produtos químicos em Portugal. - Entre as diversas conferências que já realizou com
MENÇÃO DE DESTAQUE figuram o II Congresso Brasileiro de Organização, Sistemas e Métodos, realizado pelo Cenadem no Palácio das Convenções do Anhembi e no XXXII Congresso Nacional de Hotelaria, no Centro de Convenções de Salvador, junto com Joelmir Beting.

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. " A MENTIRA DESCOBERTA "

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ENVIADA PELA

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DRA. SILVANA BAUMKARTEN

PSICÓLOGA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO (RS).

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"O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do Instituto M. K. Gandhi para a "Vida Sem Violência", em sua palestra de 9 de junho, na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história como exemplo da vida sem violência exemplificada por seus pais:
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Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul, em meio a plantações de cana de açúcar. Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre nos entusiasmava, às duas irmãs e a mim, poder ir à cidade visitar amigos ou ir ao cinema.
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Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro, e eu me apressei de imediato diante da oportunidade. Como iria à cidade, minha mãe deu-me uma lista de coisas do supermercado, as quais necessitava, e como iria passar todo o dia na cidade, meu pai me pediu que me encarregasse de algumas tarefas pendentes, como levar o carro à oficina.
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Quando me despedi de meu pai, ele me disse: 'Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde e retornaremos à casa juntos. Após, muito rapidamente, completar todas as tarefas, fui ao cinema mais
próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei.
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Corri à oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde. Ele me perguntou com ansiedade: "Por que chegaste tarde?". - Eu me sentia mal com o fato e não lhe podia dizer que estava assistindo um filme de John Wayne. Então, eu lhe disse que o carro não estava pronto e que tive que esperar... isto eu disse sem saber que meu pai já havia ligado para a oficina.
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Quando ele se deu conta de que eu havia mentido, disse-me: "Algo não anda bem, na maneira pela qual te tenho educado, que não te tem proporcionado confiança em dizer-me a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado contigo. Vou caminhar as 18 milhas à casa e pensar sobre isto." Assim, vestido com seu traje e seus sapatos elegantes, começou a caminhar até a casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito.
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Decidi, desde aquele momento, que nunca mais iria mentir
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Muitas vezes me recordo desse episódio e penso... Se ele me tivesse castigado do modo que castigamos nossos filhos...teria eu aprendido a lição?. Não acredito...
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Se tivesse sofrido o castigo, continuaria fazendo o mesmo... Mas, tal ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem... 

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Este é o poder da vida sem violência

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DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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" METÁFORAS DO MARKETING  "

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SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA

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.DIRETOR
Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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A formulação de planos de marketing é de sobremaneira influenciada pelos modelos mentais daqueles responsáveis pela tomada de decisões. Um modo de nos aprofundarmos neste assunto é observarmos as principais metáforas do marketing. Como salienta Gareth Morgan, autor do livro Imagens da Organização, "usamos a metáfora sempre que tentamos compreender um elemento da nossa experiência em face de outro. 

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Assim, a metáfora prossegue por meio de afirmações implícitas e explícitas de que A é (ou parece) B. Quando se diz que "o homem é um leão", usa-se a imagem do leão para chamar a atenção dos aspectos do homem parecidos com o leão". 
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Metáforas
Deste modo, ao identificarmos as principais metáforas do marketing, ampliaremos nossa compreensão sobre esta atividade e nos tornaremos mais aptos a formular estratégias de marketing mais efetivas. São cinco as principais metáforas do marketing.
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A primeira delas, e a mais óbvia, é ver o marketing como uma guerra.
O mercado é um campo de batalha, os concorrentes são os inimigos e o território a ser conquistado são os clientes. As estratégias formuladas a partir dessa metáfora visam aniquilar a concorrência com ataques violentos, sem um limite claro para o uso dessa violência. Os clientes assim conquistados tornam-se reféns dessas empresas - as outras opções foram duramente enfraquecidas.
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O marketing pode ser visto também como disputa de poder entre empresas e entre empresas e clientes. 
As estratégias visam submeter a outra parte à vontade da empresa. Os monopólios, oligopólios, monopsônios e oligopsônios utilizam-se nitidamente dessa estratégia. Novamente, os clientes não têm outras opções, vêem suas necessidades e desejos pouco satisfeitos e, provavelmente, deixarão a empresa quando obtiverem outras opções.
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As ações de mercado podem ser também vistas como passos de um jogo. 
Neste, existem regras claras e as estratégias visam tão-somente a superação dos rivais. Normalmente, esta estratégia traz benefícios aos clientes - como preço mais baixo -, mas podem enfraquecer os jogadores - margens de lucro menores, por exemplo.
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A quarta maneira de ver o marketing é pela idéia de troca. 

Esta idéia é considerada por muitos autores a base do marketing. As estratégias formuladas visam a satisfação das partes. Deve-se identificar o que a outra parte deseja para fazer sua oferta e, em contrapartida, receber o que a empresa deseja. A troca também pode ser vista entre empresas, através de joint-ventures, alianças estratégicas, etc.
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Finalmente, a quinta metáfora refere-se à idéia de comunidade.
As estratégias formuladas visam a criação de interdependência. As empresas fazem parte de um sistema social e devem preocupar-se com o bem-estar dos demais envolvidos - não só os acionistas, como também os funcionários, os clientes e a comunidade em geral. Devem eliminar suas atividades que trazem danos ao sistema e incentivar as benéficas. 
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Conclusões
Algumas considerações finais devem ser feitas:

  • A utilização das duas primeiras metáforas tende a trazer resultados no curto prazo, mas podem criar dificuldades para o futuro da empresa, pois não visam a criação de lealdade do cliente;

  • A terceira metáfora, embora desenvolva nos clientes a preferência por seu produto, não necessariamente cria lealdade e pode trazer prejuízos para a ação da empresa;

  • As duas últimas metáforas voltam-se para o longo prazo, pois visam, mais do que as outras, a criação de lealdade no consumidor, seja por uma melhor identificação de suas necessidades e desejos, seja pela criação de laços emocionais; 

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Finalmente, não existe uma metáfora melhor que outra; as estratégias devem ser formuladas de acordo com os desafios de mercado de cada empresa e de acordo com as preferências de seus dirigentes.



SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA
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DIRETOR
Instituto MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

Diretor do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. - Nos últimos 3 anos realizou trabalhos de consultoria e treinamento para empresas do porte de Accor Brasil, ADP Systems, Companhia de Cimento Votorantim, Deca, Embratel, Furnas, Globosat, Michelin, Nestlé, Perdigão, Sendas, Siemens, Telemar, Telet e Xerox. É coordenador técnico do MBA em Gestão Estratégica de Serviços e professor da Escola de Pós Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (Gestão de Saúde, Gestão Empresarial e Marketing). - Co-autor do livro Gestão Social: metodologia e casos – Editora FGV -, é responsável por uma coluna mensal sobre Marketing na revista Conjuntura Econômica (FGV) e publica regularmente artigos e resenhas nas revistas Case Studies (IBMEC), Gestão Cooperativa, venda Mais e Rumos. em parceria com Luís Meireles está escrevendo o livro Negociação e Influência (título provisório).
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br  

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PIADAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" Nº196 DO WWW.SDR.COM.BR

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PIADAS  DE  COR AZUL = LINDINHAS

PIADAS DE  COR  ROXA = PICANTES

PIADAS DE COR VERMELHO = PAHH

PIADAS DE COR VERDE = ENJÔO!

PIADAS DE COR PRETO = FEIA

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Ring... ring (som de telefone):
- Alô? Secretaria de Educação e Cultura ?

- Sim, que merda você quer ?

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POR FAVOR: - A polícia achou um corpo queimado, com dentadura postiça, peruca, peitos caídos e bunda desforme... por favor, me manda uma mensagem para saber que estás bem...

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Um casal de camponeses vai ao ginecologista. E o marido diz: - Olhe dostor, é que temos um problema, minha mulher e eu queremos ter condescendência, mas não sabemos se é por que sou onipotente ou se minha mulher é histérica. 

Anteriormente havíamos ido em outro dostor e nos disse que minha mulher tinha a vasilha quebrada e a imperatriz levantada e como a operaram da basílica balear, não sabemos se isso pode influenciar.

E o homem continuou: - "Também já faz uns anos que me operei da protesta e tem me deixado seqüestros pelo corpo. 

Nós voltamos para cá e outro dostor nos recomendou fazer vida marítima e nós fomos para a costa e em todas as praias fazíamos vida marítima, mas nada. Além do mais faz tempo a minha mulher teve um arroto e nasceu o féretro morto e talvez isso tenha influenciado, mas eu creio que a minha mulher é frigorífica, por que nunca chega ao orégano.

Depois de escutar o marido o ginecologista responde: - Me parece que o que o senhor tem é um problema de especulação atroz.

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Um casal de velhinhos vai para o escritório de um advogado para se separarem.

O advogado ao vê-los lhes pergunta porque vão fazê-lo agora em uma idade tão avançada.

Então a velha lhe responde: - Olhe doutor, é que ele com muito esforço tem só uma ereção ao ano e...

Nisso o velho a interrompe: - E esta velha quer que desperdice com ela...

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Um casal de namorados faz um passeio romântico para as montanhas em pleno inverno. Quando chegam o rapaz sai em busca de lenha para acender uma fogueira. Quando volta diz para a sua namorada: - Querida estou com as mãos geladas!

- Coloca-as entre as minhas pernas que te esquentarei-as.- lhe responde a namorada.

Depois do almoço, ele sai novamente em busca de mais lenha para a fogueira e quando volta diz outra vez para a namorada: - Querida, estou outra vez com as mãos geladas.

- Coloca-as entre as minhas pernas que se esquentarão, - lhe responde novamente a namorada.

Depois de jantar o jovem sai novamente em busca de mais lenha e quando volta diz novamente para a sua namorada: - Querida outra vez me gelaram a mãos!

Então ela olha muito séria para ele e diz: - Pelo amor de Deus!!! Será que nunca gelam as tuas orelhas?

 

Querido Papai Noel:
Não sei se podes, mas este ano gostaria que juntasse os meus pais outra vez, a verdade é que as vezes tenho muita saudade do papai.

Com amor, João.

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Querido, João:

Você bebeu? Queres que arruíne a relação de teu pai com a secretária? 

Está se divertindo como nunca com uns peitos de verdade.

Melhor te presentear uns sapatos. Papai Noel

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Querido Papai Noel:
Tenho sido uma menina muito boa o ano inteiro. A única coisa que peço é paz para todo o mundo.

Com amor, Sara.

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Querida Sara:

Por acaso os teus pais tumam taconha?

Papai Noel!

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" TRANFORMAR A EMPRESA DESDE NOSSO PESSOAL "
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Daniel Cestau Liz

P.Hd em Marketing

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ESCREVENDO DESDE México DF - México

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danielcl@cablevision.net.mx   -  http://www.danielcestauliz.com 

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“Compreendemos que nosso principal ativo era nossa força de trabalho 

e que nosso crescimento se devia a valorização do ativo” 

Larry Colin, EDS

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Todo empresário que pensa em sua força de trabalho como o principal ativo da sua empresa, conta com enormes probabilidades de ter o êxito assegurado em sua organização. Na última década, as melhores empresas tem reconhecido que tanto elas, como os seus colaboradores, saem ganhando quando estes últimos tem a oportunidade de aprender.
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A organização adquire trabalhadores melhor capacitados, de talentos variados, flexíveis em suas designações e com a virtude de analisar cada problema com um amplitude que lhe permitirá conseguir uma solução mais rápida. Estes adquirem novas destrezas, aprendem diferentes maneiras de ver uma mesma situação e tem uma relação mais próxima e fluida com os seus colegas de trabalho, relacionando-se de outra maneira. 

 

O feito de sair da rotina diária e de aumentar o valor agregado a ele mesmo é motivador por si e quando se oferece a oportunidade de aprender e superar-se dentro da própria empresa, isto anima aos recursos humanos, que de outra maneira se estancariam.
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O mundo de hoje é demasiado complexo, para que um diretor tome conta de tudo o que faz falta e unicamente imponha suas opiniões e pareceres ao resto da organização. É por isso que aumentando o valor das pessoas poderemos, não só direcionar a empresa para um ponto em comum, senão aumentar o valor da produção e proporcionalmente a rentabilidade, já que a empresa se converte em uma organização pensante que por si aumenta o seu valor de mercado.
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Anos atrás o valor de uma empresa passava unicamente por seu faturamento e seus ativos fixos, hoje tem que somar a estas variáveis o capital humano que nas novas organizações representa mais de 70% de seu valor.
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Peter Senge em seu livro: - "A Quinta Disciplina", catalogado como o melhor livro de Management do século, destaca quais são as cinco disciplinas que praticam as novas “Empresas Inteligentes”, orientadas ao aprendizado contínuo.
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O Pensamento Sistemático.
Nos ajuda a encontrar pautas e fortalece-las. Geralmente só nos concentramos em partes isoladas do sistema (devemos pensar na empresa como um sistema) e logo nos assombramos de que nossos esforços fracassem seja na resolução de problemas ou em manter o êxito.
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O Domínio Pessoal.
Leva aparelhado um alto nível de eficiência e quem é eficiente pode conseguir os resultados desejados de forma consistente. Na busca do domínio pessoal devemos esclarecer e aprofundar a nossa visão, centralizar a energia, desenvolver a paciência e em geral, encarar a vida com alegria e positivismo.
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Os Modelos Mentais.
Compreendemos o mundo e atuamos nele segundo noções e suposições e que podem estar implantados no profundo de nossa mente. Podemos não ser conscientes do efeito que estes modelos exercem em nossa percepção e conduta, no entanto podem nos levar para frente ou nos reter inutilmente no mesmo lugar.
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A Visão Compartilhada.
Nenhuma empresa cresce se carece de uma missão, de objetivos e de valores que se compartilham com todo o pessoal. A definição de visão ou o carisma de um líder não são suficientes. Uma visão autentica desenvolve a excelência e o aprendizado só quando o pessoal da empresa quer realmente conseguir estes objetivos.
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O aprendizado em Equipe
É freqüente que equipes formadas por indivíduos com um Coeficiente Intelectual maior que 120, tenham um Coeficiente Intelectual coletivo de dois dígitos. Por que? Por que não aprenderam a trabalhar em equipe. O verdadeiro aprendizado começa com o diálogo, quando os membros da equipe suspendem as suposições e pensam juntos para resolver os problemas ou planejar o futuro.
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Talvez se quisermos resumir parte do espírito destas cinco disciplinas diríamos que: 

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a capacidade de aprender mais rapidamente que os concorrentes

pode ser nossa única vantagem competitiva..

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P.H
d em Marketing

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Platón 438, 2° Piso. - Col. Polanco (11560) - México DF, México - Tel.: 5282 2158 - 

Cel.: (044 55) 5068-4507  -   www.danielcestauliz.com  -  danielcl@cablevision.net.mx 

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Daniel Cestau Liz, nasceu em Montevidéu - Uruguai, em 14 de Agosto de 1961. Com estudos nos Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Uruguai, se especializou ao longo de sua carreira empresarial, de mais de vinte anos, em: Direct Marketing, Relationship Marketing e a implementação de toda nova tecnologia potencial da comercialização tradicional à Pequena e Média Empresa. 

Empreendeu desde os 17 anos, diferentes empresas nas que o Marketing ocupou um papel preponderante. No ano de 1995 vendeu o Grupo Apiani seu último empreendimento (no qual ocupava o posto de CEO com uma participação acionária de 50%), uma holding de empresas de Venda Direta com filiais em Buenos Aires (Argentina), São Paulo (Brasil) e Montevidéu (Uruguai), formado por mais de dos mil distribuidoras ativas e que empregou em cinco anos mais de dez mil empreendedoras.

A partir de 1996 começou a desenvolver tarefas de Consultoria Empresarial dirigindo sua própria consultora "Daniel Cestau Liz Marketing" acompanhado por uma equipe de experientes profissionais em Imagem Corporativa, Publicidade, Sistemas de Custom Relationship Management, Transformação Organizacional, Recursos Humanos, Inteligência Emocional, Liderança e Tabuleiro de Comando. Se focalizou assim na Reconversão do Management e das Estratégias Comerciais na Pequena e Média Empresa.

É autor de quatro livros, mais de 100 artigos para jornais, portais de internet, revistas especializadas em negócios, e realiza conferências em vários países.

Em base da sua experiência e resultados obtidos se converteu em uma referencia da Pequena e Média Empresa na Latino América, e em um especialista da transformação e direcionamento das mesmas para modelos mais evoluídos e rendáveis.
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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

JORNAL DICAS DA SEMANA Nº196

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Melhor Banco de Dados, Melhor Marketing

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Selecionar corretamente os clientes em potencial de uma empresa faz uma grande diferença nos seus resultados de marketing e vendas. 
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Muitas pessoas me perguntam: "Quem deveria ser responsável pela busca e seleção dos clientes da empresa?
Marketing ou Vendas? - Resposta: MARKETING!!! 
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A primeira coisa que um verdadeiro PROFISSIONAL de marketing deveria fazer quando entra em uma nova empresa seria perguntar: "Cadê o nosso banco de dados de clientes?" 
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Liderar o banco de dados de clientes da empresa é a PRIORIDADE Nº1 de um profissional de marketing profissional, e não fazer eventos, propaganda, brindes, mala direta etc. 
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O Profissional de Vendas deve ficar FOCADO no foco do cliente. O Profissional de Marketing deve ficar FOCADO em descobrir e assegurar que a empresa está FOCADA nos clientes certos. 

Se você deseja aumentar a produtividade e retorno de vendas da sua empresa, dê ao Marketing a função de selecionar e prospectar clientes. 
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Agora, se o seu marketing não sabe fazer isso, ensine-os ou mande-os embora! 

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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br

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SOFTWARES GRATUITOS SELECIONADOS PELA EQUIPE DO SDR 

( CLIQUE PARA VISUALIZAR TODOS ELES )

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BLOQUINHO DE RECADOS NA SUA TELA ? ( clique aqui para baixar )
Lembretes em português na sua tela. - Um programa gratuito, leve e fácil de usar para se colocar pequenos lembretes na tela do PC. Como os famosos Post-it de papel... Mas o Bloco de recados está em português! E se configura quase tudo: o tipo de letra, a cor de fundo, o tamanho. Na sua tela, o "papelzinho" vai ficar como este aqui ao lado, apenas um pouquinho maior. Quando o programa é executado, seu ícone (um bloquinho com o dia do mês) vai para a barra de ferramentas, ao lado do relógio. Aí, basta clicar nele duas vezes para abrir um novo Bloco em sua tela. Confira! 
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Saiu o Morpheus 3.1 ( clique aqui para baixar )
Depois de ter perdido muitos adeptos para o KaZaA, o Morpheus, da StreamCast, quer dar a volta por cima. E para isso acaba de liberar a sua nova versão, a 3.1. O programa continua usando a rede do Gnutella, mas está com um visual novo e mais bonito. O player integrado também ganhou um novo design, mais simples e bem fácil de usar. Quanto às buscas, ainda não é possível encontrar os mesmos resultados oferecidos pelo KaZaA, mas o serviço está melhor e mais rápido que a versão anterior. O programa oferece a possibilidade de fazer 10 buscas simultâneas. Continua permitindo o compartilhamento de arquivos MP3, DivX, games e outros tipos de software. Quer conhecer a versão 3.1 do Morpheus? Silvia Balieiro, da INFO ( www.info.com.br )

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COM MUITO ORGULHO, ERA BRASILEIRO

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Na época em que nasceu João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, a General Motors estava chegando ao Brasil; a Ford, fazia pouco que estava aqui. Começava a colonização industrial. - Engenheiro mecânico e eletricista, formou-se na Escola Politécnica de São Paulo em 1949 e, em 1953, no General Motors Institute nos EUA. Conta-se que, ao apresentar o projeto de um automóvel popular "O Tião" ao professor, teria ouvido: "Carro não se fabrica, João Augusto, se compra". 

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Tendo trabalhado como executivo de grandes montadoras, como a Ford e a General Motors, começou praticamente do nada - ou seja, com apenas US$ 10 mil e alguns sócios que aceitaram embarcar na aventura. A GURGEL foi fundada em 1°. de setembro de 1969 na cidade de Rio Claro (SP). Quando lhe perguntaram se a Gurgel era Multinacional, seu João Amaral respondeu:

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 "A GURGEL não é multinacional, ELA É "MUITONACIONAL". O capital É 100% brasileiro."
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Quando, começou a desenvolver seu projeto para um carro econômico nacional, usando as iniciais dessas três palavras, chamou-o de "CENA". Sua idéia, quando lançasse o veículo, seria um slogan tipo “o Cena entra na cena nacional”. Ocorre que a assessoria jurídica do saudoso piloto Ayrton Senna entrou com uma ação, impedindo o uso do nome Cena, já que, embora com grafia diferente, tinha o mesmo som do nome do piloto. Amaral Gurgel, nem quis discutir a questão. Mudou o nome para projeto BR e desistiu do nome Cena, mas não sem antes chamar a imprensa para comunicar o que estava fazendo e lembrar, mordaz: “Mas não vamos esquecer que o rio Senna já corria na França muito antes do Ayrton ser piloto...” 
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Ficou famoso também seu anúncio televisado do Supermini, saindo fácil de um congestionamento graças à sua agilidade e ao seu pequeno tamanho, enquanto os demais carros, parados, buzinavam com sons de balidos de ovelhas e o locutor afirmava em off: “Supermini. Saia do rebanho”. Antes disso, inovou lançando um utilitário da linha X-12 com os bancos estofados e a capota rebatível em tecido blue jeans, desenvolvido para o mercado jovem. Seu slogan: “Gurgel X-12 Jeans, o único utilitário que desbota e perde o vinco”.
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Mas há um incidente que mostra muito bem como Amaral Gurgel pensava e agia em sua vida empresarial. Na fábrica da Gurgel, em Rio Claro, havia reuniões semanais da diretoria. Numa dessas ocasiões, Amaral Gurgel levou consigo uma peça, que havia dado problema no painel de um X-12, e a exibiu, descrevendo em seguida quais as mudanças que desejava fossem feitas. Cerca de dez reuniões depois, passados já mais de sessenta dias, em outra reunião de diretoria, o diretor técnico entregou a peça com as modificações sugeridas. 
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Amaral Gurgel pegou a peça. Sua cabeça sempre vivia a mil por hora e, sem recordar o ocorrido, perguntou: – Quem foi o idiota que pediu para fazer essa mudança? Silêncio penoso na sala de reuniões. Para contornar a situação, o secretário consultou as anotações do livro de atas, e depois, meio sem jeito, afirmou: – Quem pediu a alteração nessa peça foi o senhor, dr. Gurgel. - Amaral Gurgel, ainda em dúvida, perguntou: – Fui eu mesmo? E, ante a resposta afirmativa e a desanuviada confirmação de todos os presentes, completou: – Então vamos fazer assim de agora em diante, porque este idiota sabe das coisas! 
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Em uma de suas últimas aparições públicas formais, na inauguração da fábrica da Gurgel em Fortaleza, início da década de 90, Amaral Gurgel, após os discursos do governador Ciro Gomes e de outras autoridades, ergueu uma pequena menina no colo e afirmou aos presentes: 

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O Brasil fabrica muito bem um determinado produto, trabalhando inclusive em muitas horas extras noturnas e sem qualquer remuneração especial para isso: crianças

São quatro milhões de novos brasileiros que nascem a cada ano. Desse total, cerca de metade são homens. E da metade feminina, uma grande porcentagem também irá buscar o mercado de trabalho dentro de alguns anos, porque a vida moderna exige, cada vez mais, que homens e mulheres trabalhem para sustentar a família. 

Logo, precisamos gerar no mínimo três milhões de novos empregos por ano, ou não estaremos agora produzindo brasileiros, mas sim futuros marginais. 

Não estaremos criando cidadãos, mas sim párias colocados desde seu nascimento à margem da cidadania.” (trecho de um artigo do Sr. Paulo Facin, que foi assessor de imprensa do Sr. Gurgel por duas vezes.)
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Um trecho da história, contada por seu João Amaral: No início do empreendimento, ninguém nos queria vender motores, então resolvemos produzir o Gurgel Junior, que era um carro para crianças com motores estacionários, e mais tarde passamos a fabricar karts de competição. Em 1965, convenci o presidente da Volkswagen a me ceder o chassi. Ele aceitou só depois de ver e gostar do projeto do carro. Pediu, então, para construir um protótipo, que foi batizado de Ipanema e apresentado no Salão do Automóvel daquele ano.
Foram feitos duzentos pedidos na feira, mas não consegui convencer os sócios a entrar na aventura. Na época, sobrevivíamos fazendo luminosos plásticos e o setor de carros era quase um hobby."

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"Fundamos a Gurgel em 1º de setembro de 1969. No início, fazíamos um carro Ipanema por semana. Naturalmente, existia uma revenda que mantinha essa pequena fábrica funcionando. Assim mesmo, costumávamos ficar com o pátio cheio. Passamos a vender através da Volkswagen, depois que o carro foi devidamente inspecionado.
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Descobrimos numa pesquisa que o Ipanema estava sendo utilizado em fazendas como substituto do jipe. Resolvi investigar esse mercado. Conhecendo bem a filosofia da Ford, concluí que o jipe Willys só era economicamente viável a partir de mais de trezentos carros por mês. Naquele tempo, a Ford estava fazendo 340 por mês. Achei que poderia dividir esse mercado, pois nosso custo industrial era muito baixo.
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O conceito de jipe estava errado: era um carro muito duro, feito para a guerra. Transformamos o Ipanema e demos ênfase ao conforto e à anatomia dos bancos, desenhados com o auxílio do Hospital Godoy Moreira, especialista em coluna.
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Desenvolvi suspensão com mola espiral e começamos a vender a idéia. Provamos ao Ministério da Agricultura e a várias empresas que o produto mais importante é o homem, que estava sendo destruído por um veículo projetado para a guerra. Fomos introduzindo nosso carro e, em 1983, quando atingimos a produção de 160 carros mensais, dividindo o mercado de jipes, a Ford parou a fabricação, como estava previsto."

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Amaral Gurgel sempre foi cético com relação ao Proálcool, achava que terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar álcool enquanto o Brasil exportava gasolina barata. Para ele, a energia do futuro era a elétrica, por isso a Gurgel Motores sempre pesquisou essa tecnologia, desde o início. Ainda em 1981 a Gurgel Motores lançou o Itaipú, uma van elétrica. Para sua recarga bastava conectá-la a uma tomada doméstica, mas o desempenho era fraco (vazia não superava os 70 km/h) e as baterias (que representavam 1/4 do preço do carro) tinham vida útil curta. O carro acabou um fracasso de vendas e foi descontinuado no ano seguinte, mas a empresa continuou desenvolvendo protótipos elétricos, sem nunca chegar a um economicamente viável. 
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Em 1981 lançou o primeiro carro nacional: o X-12, um pequeno off-road de chassi tubular reforçado com componentes de fibra de vidro. O carro só não era 100% tupiniquim porque usava motor Volkswagen. Foi também em 1981, época de Proálcool, que Gurgel lançou uma van elétrica, o Itaipu. 
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Em 1986 a Gurgel lança o Tocantins e o Carajás, ambos sucessos de vendas. O maior feito de Gurgel, porém, foi o projeto
CENA (Carro Econômico Nacional), desenvolvido entre 1984 e 1988. O carro deveria ser inteiramente nacional, de custo inferior a 3 mil dólares e de manutenção simples e barata. Em 1988, o BR-800 começou a ser produzido em série. Na época o Governo Federal concedeu um belo incentivo à empreitada: 5% de IPI, contra 25% dos outros carros. O preço não foi o estimado, mas mesmo custando 7 mil dólares era 30% mais barato que os similares. Nos dois primeiros anos, todas as unidades do BR-800 foram destinadas a quem comprasse um lote de ações da Gurgel, o que encarecia o produto em mais de 100%. 

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Mesmo custando cerca de 15 mil dólares o carro foi um sucesso de vendas. Em 1990, quando o BR-800 começava a ser vendido sem a vinculação dos lotes de ações da empresa e parecia estar surgindo uma nova potência (tupiniquim) no mercado automobilístico, o governo puxou o tapete da aventura nacional (numa espécie de traição à Gurgel). Com a isenção de IPI para carros com volume menor do que 1000 cm³, a Fiat lança o Uno Mille, que oferecia mais espaço e desempenho. Numa tentativa desesperada de retomar o projeto, a Gurgel lança o BR-Supermini, mas já era tarde. Em 1992 a empresa entrou em concordata e em 1995, com uma dívida de 3 milhões de dólares, a empresa faliu. Gurgel não conseguiu empréstimos junto ao BNDES. Nenhum estado propôs pagar sua dívida de 3 milhões nem financiar a construção de uma fábrica sua.
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Em 1991 o BR-800 passou por aperfeiçoamentos no desenho, interior e transmissão, passando a chamar-se BR-Supermini. Mas a empresa já não estava bem financeiramente. Em 1992 a Gurgel Motores entrou em concordata, e os lançamentos do Chevette Junior e Gol 1000, em 1992 e 1993 respectivamente, ambos desfrutando da mesma vantagem fiscal do Uno Mille, deram o golpe de misericórdia na empresa brasileira. Trabalhando com quadro de funcionários reduzido desde o pedido de concordata, a Gurgel, com uma dívida superior a 3 milhões de dólares, vem a falir em 1995. O sonho acabou. 
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A Gurgel havia batido seu recorde de produção em 1991, com 3.746 carros, mas caiu para 1.671 em 1992 devido à uma greve de funcionários da alfândega brasileira ano passado, que impediram a chegada de componentes da Argentina. A quebra no ritmo de produção quebrou o fluxo de caixa da empresa e as dívidas se acumularam. 

PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO REALIZADA UNICAMENTE POR BRASILEIROS

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100% são dependentes de e-mail

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Viviane Zandonadi, da INFO

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As pessoas simplesmente perdem a cabeça quando o correio eletrônico não funciona no trabalho. Uma pesquisa da consultoria Dynamic Markets diz que gerentes de TI, por exemplo, ficam estressados a ponto de acreditar que vão perder o emprego. Uma semana sem e-mail causa mais abalos emocionais no profissional do que casar, descasar ou mudar de casa. 

Os dados apontam ainda que, depois de cinco minutos privados do e-mail, o profissional começa a ficar bravo. Meia hora incomunicável? Pode sair chutando cadeiras. E a revolta é progressiva: quando mais tempo sem e-mail, pior. 

O estudo tem como base os hábitos de funcionários de empresas americanas e européias. Diz que 75% das companhias assumem o e-mail como ferramenta estratégica de trabalho, e que praticamente 100% dos funcionários são totalmente “dependentes” do serviço. 

Ainda de acordo com a pesquisa, os gerentes de TI britânicos demoram um pouco mais para ficar estressados, quando comparados aos americanos. Mas, no geral, todos ficam com medo de perder o emprego se o sistema sai do ar por muitas horas. O estudo foi encomendado pela Veritas, fabricante de software de armazenamento e proteção de dados. 
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80% preferem o contato por correio eletrônico
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Meta Group - Pesquisa realizada junto a funcionários de 387 empresas de todo mundo, apresentou um resultado impressionante: - 80% prefere o correio eletrônico na hora e comunicar-se. Os 20% restantes preferem o telefone.

O PORQUE: - 84%, preferem este canal por ser uma "resposta flexível", ou seja, entendem que é mais fácil iludir um correio eletrônico que a uma pessoa por telefone!!!

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