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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 201 - 27.03.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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UM EXEMPLO

" O PORTEIRO "

Não havia no povoado pior oficio que o de porteiro. Mas, que outra coisa poderia fazer aquele homem? De fato nunca havia aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou profissão. Um certo dia mudou o dono do negócio.  Era um jovem com idéias inovadoras, criativo e empreendedor. O jovem decidiu modernizar o negócio. Fez mudanças e chamou o pessoal para dar novas instruções. 

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Para o porteiro disse: - "A partir de hoje, além de estar na porta vai preparar um relatório semanal onde anotará a quantidade de pessoas que entram dia a dia, seus comentários e as sugestões que dêem sobre o serviço". - O porteiro tremeu, nunca lhe havia faltado disposição para o trabalho, mas... - Eu gostaria muito satisfaze-lo senhor, mas eu...eu não sei ler nem escrever. - Ah! como sinto, mas...! 

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"Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto toda minha minha vida". - Nem o deixou terminar. "Olha eu compreendo, mas não posso fazer nada por você, vamos lhe dar uma boa indenização para que tenha tempo e encontrar outra coisa. E saiba que sinto por isto e lhe desejo que tenha sorte".

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O homem sentiu que o mundo se acabava. Nunca havia pensado que poderia ficar sem emprego. Que fazer? Lembrou que no bar quando se quebrava uma cadeira ou uma mesa, ele com um martelo e pregos conseguia fazer um conserto simples, provisório mas muito barato. Pensou que esta poderia ser uma ocupação temporária até conseguir um emprego. O problema é que só tinha um alicate e um martelo velho. 

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Poderia utilizar do dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas. Como no povoado não havia uma ferragem, deveria viajar dois dias de mula até o povoado mais próximo para realizar a compra. Que mais fazer? pensou e empreendeu a sua marcha. 

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Na sua volta trazia uma linda e completa caixa de ferramentas. - Em seguida um vizinho chamou da porta de sua casa. "Venho lhe perguntar se não tem um martelo para emprestar-me". - "Olha acabo de comprar um, mas o necessito para trabalhar.... como fiquei sem emprego.." -  "Bom eu o devolvo amanhã bem cedo." "Está bem". 

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Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu na sua porta. "Olha, todavia necessito do martelo. Porque não me vende ele?" - "Não, o necessito para trabalhar e além do mais a ferragem fica a dois dias de mula." - " Façamos um trato - disse o vizinho - eu lhe pagarei os dois dias de ida e os de volta, mais o preço do martelo, afinal você está sem trabalho, que te parece?" Realmente, isto lhe daria trabalho por quatro dias... E o homem aceitou. 

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Voltou a montar a sua mula. Quando voltou outro vizinho o esperava na porta de sua casa. "Oi vizinho. Você que vendeu um martelo para o nosso amigo?" - "Eu necessito de umas ferramentas e estou disposto a lhe pagar os quatro dias de viagem mais uma pequena quantia, eu não disponho de tempo para a viagem." O ex porteiro abriu a sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate ,umas chaves de fendas, umas de boca, martelo e cinzel. Lhe pagou e se foi. 

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"Não disponho de quatro dias para as compras", lembrava o ex-porteiro. Se isto era verdade, muitas pessoas poderiam precisar que ele viajasse para trazer ferramentas. Na viagem seguinte investiu um pouco mais de dinheiro, trazendo mais ferramentas que as que havia vendido. Assim ganharia algum tempo de viagens. A voz correu e muitas outras pessoas quiseram evitar a viagem. 

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Uma vez por semana, viajava e buscava o que os seus clientes precisavam. Alugou um lugar para armazenar as ferramentas e algumas semanas depois fez uma prateleira para expor, o local se transformou na primeira ferragem do lugar. Depois veio uma pequena vitrine.

 

Todos estavam felizes e compravam em seu negócio. Já não viajava mais, porque os representantes dos fabricantes lhe visitavam e depois lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as comunidades próximas preferiam comprar em seu estabelecimento e ganhar os dias de viagem. 

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Um certo dia lhe ocorreu que o seu amigo torneiro poderia fabricar algumas ferramentas, como as cabeças dos martelos. E por que não chaves de boca... e os alicates... depois os  cinzeles.  - Logo foram os pregos e os parafusos. Por não querer fazer este conto muito longo, aconteceu que em dez anos, aquele homem se transformou com honestidade e trabalho, em um grande fabricante de ferramentas, distribuidor e lojista.

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Um dia decidiu doar ao seu povoado uma escola. Ali além de ler e escrever, se ensinaria a arte dos ofícios mais práticos da época. E no ato da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou a chave da cidade, o abraçou e disse: - "É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que coloque a sua assinatura na primeira página do livro de honras da nova escola". 

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A honra seria enorme - disse o  homem - mas não sei ler nem escrever, sou analfabeto." - "Você? - disse o prefeito, que não conseguia acreditar - Você que construiu um império industrial, não sabe ler nem escrever? -  Estou assombrado. Me pergunto o que teria sido de você se soubesse ler e escrever então?

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Eu posso lhe responder sim - Se eu houvesse sabido ler e escrever...seria porteiro! .

  • As adversidades encerram surpresas, que sejam lindas ou feias, depende de você.  

  • As crises estão cheias de oportunidades. Está em você ir atrás delas.

  • Mudar e adaptar-se a mudança é sempre a opção mais segura. E a mais divertida.

AUTOR DESCONHECIDO

 

PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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ÍNDICE DAS MATÉRIAS DO JORNAL

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..DICA DA SEMANA

..CARTAS DE AGRADECIMENTO

..ARTIGO DO SR. PROF. LUIS MARINS Ph.D - "10 DICAS PARA SER UM EMPREENDEDOR"

..CURIOSIDADES, REPORTAGENS, FRASES E IDÉIAS

..ARTIGO DO SR PROF. JOÃO B. VILHENA - "OS ATACADISTAS VÃO DESAPARECER?"

..REFLEXÃO DO EDUCADOR EUGÊNIO MUSSAK - "CONTROLANDO O MONSTRO"

..ARTIGO DO PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES - "UMA EMPRESA APAIXONADA"

..PIADAS DA EQUIPE DO SDR

..ARTIGO DO SR. PROF. FRANCISCO BITTENCOURT - "UM JOGO DE NEGÓCIOS"

..HISTÓRIA DAS MARCAS, REPORTAGENS E TENDÊNCIAS DO MERCADO

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" CARTAS DO JORNAL 200 "

Celso P. Santos
Senhores, Muito Obrigado pelo envio desse importante periódico. Tenho lido com bastante assiduidade. Os assuntos são realmente muito oportunos e bem elaborados. Parabéns e obrigado pelo envio do mesmo.
Espero poder contar com este informativo por muito tempo.
EVANDRA MARIA ALBUQUERQUE E SILVA
Eu gosto de ficar atualizada e o vosso jornal me permite atingir meu objetivo de forma não cansativa.
PATRICIA BISTENE DE MAGALHAES
Gosto dos comentários, são de grande importância para nós representantes.
NEURO ZORTEA
Os assuntos aqui abordados são de grande importância para o aperfeiçoamento profissional. 
TELESFORO CACERES
As matérias são de conteúdo excelente e as uso para motivar a equipe de venda que lidero.
ARISTEU PARDINI
Parabéns,por essa iniciativa no conhecimento , nos caminhos da moda.
ISABEL CRISTINA PEDÓ
Trabalhei em um escritório que tinha o SDR, me acostumei com o jornal, agora quero recebe-lo!
CARLOS ANTONIO GIBIM
ACHEI MUITO INTERESSANTE AS REPORTAGENS!
FRANCISCO OPAZO
Excelente o Jornal em esta edição, gostaria de continuar recebendo.
Muito obrigado.
MARCELO DE OLIVEIRA BRANDÃO
Achei interessante estas publicações!
Vilma Luiza de Azevedo
ótimo, em todas as matérias, e é por isso que quero a assinatura.
Parabéns.
JOEL RIBEIRO
Obtive o link do jornal através de um amigo e gostaria de receber as notícias.
ODAIR SIMÕES DA SILVA
Estou assinando agora, achei interessante.
Antonio Carlos Gimenes
Gostaria de receber os informativos, pois recebi de um colega e gostei.
Valdicele Moura
QUERO TER MAIS INFORMAÇÕES ÚTEIS.
ANDREIA KOPPE
Solicito incluir meu e-mail no cadastro.
Obrigado!

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SEJAM TODOS BEM VINDOS E FAÇAM DESTA, A SUA CASA. -  NÃO A VENDAM CLARO...

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O EMBUSTEIRO

 
Um homem enfermo e de escassos recursos prometeu aos deuses sacrificar-lhes cem bois se o salvassem da morte.  Querendo provar o enfermo os deuses o ajudaram a recobrar rapidamente sua saúde, e o homem se levantou do leito. 


Mas como não possuía os cem bois prometidos, os modelou com sebo e os levou para sacrificar em um altar, dizendo: - Aqui tens, oh! deuses a minha oferenda! 


Os deuses, então decidiram também por sua burlar-se do embusteiro, e lhe enviaram um sonho que o instava a dirigir-se para o mar, onde imediatamente encontraria mil moedas de prata. 


Não podendo conter sua alegria, o homem correu para a praia, mas ali caiu nas mãos de piratas que logo 
o venderam. E foi assim que encontrou as mil moedas de prata. 

."Quem engana, no final acaba enganado!" 

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ESOPO - 620 E 560 ac

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 UM BOM FIM DE SEMANA A TODOS E CUIDADOS COM OS PIRATAS...

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" 10 DICAS PARA SER UM EMPRENDEDOR "

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SR. PROF. DR. LUIS MARINS - Ph.D

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DIRETOR DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING

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Nunca como hoje, as empresas precisaram de verdadeiros “empreendedores”. Cada funcionário deve ter a atitude e comportamentos de “dono do negócio” e as empresas de sucesso são aquelas que tem em seus quadros verdadeiros “empreendedores”. 

Até mesmo as universidades vêm discutindo como formar empreendedores em todas as áreas do conhecimento. Isso se deve ao fato de que mesmo como pesquisador, professor, cientista, se a pessoa não tiver espírito empreendedor dificilmente vencerá nos dias de hoje. 

Com as empresas enxugando seus quadros, terceirizando seus serviços, o profissional moderno deve ter igualmente uma perspectiva de ser auto-empregado e portanto ser a cada dia mais empreendedor de suas próprias capacidades.

Uma das coisas que mais me perguntam nos programas de televisão ou durante cursos e atividades de consultoria é quais as reais características de um empreendedor e como formar ou transformar alguém em empreendedor.
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Quais as principais características de um "empreendedor"? Aqui vão elas:

  • Boas idéias são comuns a muitas pessoas. A diferença está naqueles que conseguem fazer as idéias transformarem-se em realidade, isto é, implementar as idéias. A maioria das pessoas fica apenas na "boa idéia" e não passa para a ação. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem;

  • Todo empreendedor tem uma verdadeira paixão por aquilo que faz. Paixão faz a diferença. Entusiasmo e Paixão são as principais características de um empreendedor!

  • O empreendedor é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e fica focado no que quer;

  • O empreendedor tem profundo conhecimento daquilo que quer e daquilo que faz e se esforça continuadamente para aumentar esse conhecimento sob todas as formas possíveis;

  • O empreendedor tem uma tenacidade incrível. Ele não desiste!

  • O empreendedor acredita na sua própria capacidade. Tem alto grau de auto-confiança;

  • O empreendedor não tem fracassos. Ele vê os "fracassos" como oportunidades de aprendizagem e segue em frente;

  • O empreendedor faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor;

  • O empreendedor tem sempre uma visão de vários cenários pela frente. Tem, na cabeça, várias alternativas para vencer;

  • O empreendedor nunca se acha uma "vítima". Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!

Pense nisso. Você tem estas características? Como é o seu pessoal? Você já pensou em criar programas para desenvolver no seu pessoal o necessário espírito empreendedor para enfrentar os desafios deste final de século?

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Nesta semana, pense nisso. Boa Semana. Sucesso!
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SR. PROF. LUIZ MARINS Ph.D

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DIRETOR DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING

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Anthropos Consulting é dirigida pelo antropólogo Prof. Luiz Almeida Marins Filho, que estudou os aborígines australianos na Ilha de Bathurst (Austrália) e com larga experiência em projetos no setor privado e público inclusive internacional. - A Anthropos Consulting trabalha com um corpo de consultores do mais alto nível, vários com doutoramento e mestrado no exterior em várias áreas, e com ampla experiência em projetos empresariais de sucesso, contratados para projetos específicos. - A Anthropos Consulting é certificada ISO 9002 pelo BVQI (Bureau Veritas de Qualidade Internacional).

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ENTRE EM CONTATO COM O HEAD-OFFICE:

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Rua Manoel Affonso, 64 - 18090-550 - Sorocaba - SP - Brasil - e-mail: anthropos@anthropos.com.br  

Tel.: +55(15) 3331-7771 - Fax: +55(15) 3331-7772 - http://www.anthropos.com.br 

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"DICAS E CURIOSIDADES" Nº201 DO WWW.SDR.COM.BR

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Juan Miró (1893-1983), pintor de surrealismo, nació el 20 de abril de 1893 en Barcelona y estudiaba en la Escuela de Barcelona de Bellas Artes y en la Academia Galí. 

 

CLUBDELVENDEDOR.COM

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BARCELONA - ESPANHA

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"REPORTAGEM COM ESPANHA"..........

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LHE PERGUNTAMOS: - Francesc, como líder dos Profissionais de venda na Espanha, nos comenta algumas particularidades importantes da venda, que entendas sejam importantes perante os clientes ?

NOS RESPONDEU: - Nos últimos anos na Espanha, o mundo das vendas vem sofrendo sérias modificações. Por um lado as empresas tem tomado o caminho acelerado da formação contínua de todos seus diretivos (sobre tudo daqueles que são responsáveis pelas compras), para se adaptar aos concorrentes nacionais e internacionais.

 

O mercado em geral se está vendo imerso numa feroz concorrência, para manter e também para aumentar as cotas e esta tendência em alguns segmentos, tem dado lugar a um entorno muito fragmentado de pequenas empresas, enquanto que em outros segmentos, apenas as grandes subsistem.

 

Toda esta seqüência tem gerado uma situação muito especial nas diferentes áreas das vendas, onde as empresas partem para contratar profissionais mais especializados, e quando falamos profissionais não nos referimos somente a conhecer os produtos e serviços que se vendem, mas sim ao conhecimento da própria atividade e segmento do cliente, a quem se quer vender e servir.

 

Já passou a época onde os vendedores eram pessoas centradas apenas no produto o serviço, já que na atualidade, o mercado requer e impõe pessoas com conhecimentos generalizados e abrangentes para todas as áreas da empresa (Contábil, logística,  fiscal, laboral e informação).

 

A venda já não se centra apenas e unicamente nos produtos e serviços representados, mas na atualidade, o cliente quer dar a negociação maior valor agregado, que deverá vir juntamente com o serviço, o que em definitiva quer dizer que devemos saber vender até o produto dele, para regular a venda com o estoque e nos tornar assim parceiros e responsáveis com eles.
 
Lhes repassamos a seguir, uma descrição das diferente variações que temos vivido e sofrido como vendedores e representantes no mercado, nestes últimos 20 anos e não devemos esquecer que nossa profissão é um ente vivo e temos a obrigação de alimenta-lo com câmbios e mudanças, conhecimentos e formação contínua.

 

ANOS 1980: - Época do Profissional apresentador ( apresentava o produto e serviço)

ANOS 1990: - Época do Profissional que detecta e satisfaz as necessidades

ANOS 2000: - Época do Profissional assessor, oferece soluções globais

 

ANOS FUTUROS - Época do Gestor de negócios, também conhecido como "Dealer em EUA", que procura a rentabilidade para "Representada, Cliente e Própria", e tem uma grande capacidade de movimentar-se em terrenos difíceis.

Esperamos ter-lhes dado uma pequena pincelada sobre as qualidade e características dos vendedores do passado e do futuro. E para que todos tenhamos consciência do que significa ser Vendedor Profissional e Representante Comercial, lhes deixo uma frase, para pensar à respeito...

 

Buscaremos um caminho e se não houver um, o faremos. (assim somos os profissionais da venda).

Até terça feira que vem, onde estaremos lhes respondendo e trocando novas idéias com vocês nossos/as colegas do Brasil, desde Barcelona - Espanha, a comunidade "CLUBDELVENDEDOR.COM".

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Francesc J. Gómez Martínez 
Vendedor General 

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Tel. 902 181 180 - Fax 933 080 217 - 

www.clubdelvendedor.com  - fjgomez@clubdelvendedor.com  
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O que os seus clientes querem.

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Independente do produto ou serviço que a sua empresa vende ou produz, o que os seus clientes realmente querem: 

  • Um Gerente de Clientes que seja 100% confiável e profissional.

  • Um amigo(a) ou um parceiro de negócios.

  • Alguém que traga negócios para ele.

  • Alguém que traga idéias lucrativas para a sua empresa.

  • Alguém que ajude a construir a imagem da sua empresa. 

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HOTEL WALDORF ASTORIA, EMPIRE STATE, INDEPENDÊNCIA DE PANAMÁ E O CANAL DAS AMÉRICAS.
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"Numa noite tormentosa faz muitos anos atrás, um homem grande e sua esposa entraram na ante sala de um pequeno hotel na Filadélfia -USA. Tentando se resguardar da terrível chuva que persistia em cair, o casal se aproxima no balcão e pergunta: - Pode dar-nos um quarto por favor ? O funcionário, um homem atencioso, com um cálido sorriso, lhes diz... - Desculpem lhes informar, mas há três convenções simultâneas na cidade.... Todos os quartos, do nosso hotel, assim como dos demais estão ocupados.  O casal se angustiou, pois era difícil sair e procurar por um quarto de noite, e com essa chuva, além do que, seria improvável conseguir um, que tivesse um quarto vago. Mas o funcionário do hotel lhes diz... - Olhem, não posso enviar-lhes afora com esta chuva, mas se vocês aceitam o incômodo, posso oferecer-lhes meu próprio quarto por hoje, para salvar a situação...eu me arrumo no sofá da ante-sala por hoje.
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O casal rechaçou a oferta, mas o funcionário insiste de boa vontade mesmo, acreditando que devia fazer isso. Na manhã seguinte, ao pagar a fatura, o homem pediu para falar com ele e diz: - Você é a pessoa mais certa, que eu poderia ter para Gerenciar meu Hotel..., gostaria algum dia construir meu próprio hotel, para lhe devolver o favor que nos fez. O funcionário entendeu a frase como um dos mais lindos elogios recebidos, e se sentiu muito bem pago pelo gesto tido, e se despediram amigavelmente. Passaram dois anos e o funcionário do hotel recebe uma carta do homem, onde recordava a acontecido e lhe enviava uma passagem de ida e volta com o pedido expresso de que o visitasse. Com certa curiosidade o funcionário aproveitou a oportunidade de conhecer gratuitamente Nova York e foi ao encontro marcado. Nesta ocasião o homem o levou a esquina da Quinta Avenida e da rua 34, assinalou com um dedo, o imponente edifício de pedra avermelhada e diz: - Este é o Hotel que construí para Você!!!
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O funcionário olhou abobalhado e atinou a balbuciar:
- Você está brincando comigo, não é verdade ?
- Posso assegurar-lhe que não... 

 

Respondeu com um sorriso cúmplice William Waldorf Astor, que construiu o original Waldorf Astoria Hotel e contratou o seu primeiro Gerente de nome George C Boldt (tal era o nome do funcionário daquele pequeno hotel naquela noite chuvosa). Obviamente George C. Boldt nunca sonhou que sua vida estava mudando para sempre quando fez seu "quilômetro extra", para atender ao velho "Waldorf Astor" naquela noite tormentosa. Não temos muitos Waldor Astoria no mundo, mas uma Representada satisfeita ou um Cliente surpreso, podem equivaler a nosso Waldorf Astoria, pessoal. Esta anedota é contada pela maioria dos consultores americanos em suas palestras, citando o exemplo para os resultados de um bom atendimento. E nós utilizamos ela de abertura para contar um pouco mais deste hotel e alguma curiosidades que nos permitem saber alguns detalhes da política e como funciona ela sempre de acordo com os interesses dos "Poderosos", que apenas procuram satisfazer suas necessidades pessoas e nunca a da sociedade que esta por trás. Não temos nenhuma índole de justiceiros, mas acho louvável que todos tenhamos a oportunidade de conhecer os bastidores ocultos de algumas obras importantíssimas, como o "Empire State e o Canal de Panamá".

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O que não sabíamos era que para construir o "Empire State" foi necessário começar, em fevereiro de 1930, a demolição de uma quadra inteira entre as ruas 33 e 34 na Quinta Avenida. E que neste lugar havia um edifício de grande valor arquitetônico. No lugar agora se encontra edificado o Empire State, ficava o famoso Hotel Waldorf, construído por William Waldorf Astor em 1893. William havia também herdado a famosa Mansão Waldorf e em seu lugar construiu o Hotel para agradar os gostos dos grandes magnatas e milionários da época que visitavam a cidade. Quatro anos depois o seu primo, o famoso milionário John Jacob Astor, finalizou a construção de outro resplandecente hotel junto a Waldorf com o nome de Hotel Astoria. O magnífico conjunto ficou conhecido como o Hotel Waldorf-Astoria, convertendo-se em um dos hotéis mais famosos do mundo. O edifícios eram em estilo vitoriano com grandes espaços internos e grandiosamente decorados tanto no interior como no exterior. s paredes estavam cobertas de pedras avermelhadas e torres até o céu. Em algumas torres eram visíveis algumas carrancas de pedra que vigilantemente esperavam a chegada dos hóspedes ao hotel defendendo-os de fabulosos ataques que nunca chegavam. O século que havia produzido a revolução industrial e o avanço espetacular na história da humanidade estava a ponto de concluir. Era necessário que os países mostrassem ao mundo sua capacidade de fazer o impossível, de dominar a natureza e alcançar o mais alto. Teria que 'tombar o velho', tinha que romper esquemas. Quem iria pensar que esta mentalidade arrastaria o próprio Jacob Astor a sua morte. Junto com ele toda uma época se fundiria ao fundo do atlântico no maior navio do mundo, o Titanic.
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Em 1928, 16 anos depois da morte de John Jacob na tragédia, o Hotel Waldorf-Astoria foi vendido para Bethlehem Engineering Co. que junto a outro grupo de empresários pretendia construir o "maior edifício do mundo"' naquele lugar. Os empresários pretendiam nomear como presidente da corporação desenvolvedora do projeto ninguém mais que o prefeito de Nova York (e candidato à presidência) Alfred E. Smith. Não é necessário aprofundar o feito de que a enorme publicidade gerada por este grupo seleto de milionários e políticos convenceriam a todos da importância do projeto Empire State relegando a um segundo plano a importância da demolição do Waldorf-Astoria. Ironicamente a demolição do Hotel Waldorf -Astoria começou simbolicamente demolindo uma de suas famosas carrancas. A pessoa que deu o último puxão na corda que a derrubou foi o próprio prefeito Smith.
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O projeto do novo edifício foi entregue à firma de arquitetos Shreve, Lamb & Harmon Associates que de imediato toparam com um problema de dimensões megalíticas. O impacto do novo edifício seria descomunal sobre o caráter urbano da zona próxima. De feito se estabeleceu uma zona de influências, proporcional a altura do edifício. Tão grande foi o impacto urbano do Empire State a região circundante que foi necessário fazer novas regulamentações de marcação para evitar que a massa e volume do edifício 'afundasse a rua' (dando a impressão pela perspectiva, que o edifício ia cair sobre a rua). Esta nova construção vertical permitiria que os primeiros andares ficariam pegados à calçada mas a cara do edifício teria que ir se afastando a medida que ia ganhando altura. Dali a aparência esbelta e escalonada tão característica do Empire State e de muitos outros edifícios de Nova York.
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No momento de sua demolição o Waldof-Astoria tinha só 36 anos de construído. Se nesse momento tivessem tido consideração pelos delicados aspectos de urbanismo e planificação, talvez o Empire State Building estaria construído em outro lugar da Cidade e hoje em dia desfrutariam de ambas as obras, o Waldorf-Astoria em sua magnitude original e o Empire State como estandartes da cidade. O Novo Waldorf-Astoria agora fica na 301 Park Avenue e continua sendo um dos hotéis mais importantes do mundo. O edifício Empire State fica no 350 da Quinta Avenida entre a ruas 33 e 34. O custo original do edifício foi de $24.720.000. Hoje em dia o valor em mercado de um só andar poderia chegar a isso. Já não é o edifício mais alto do mundo ma continua sendo a imagem mais reconhecível no perfil da cidade de Nova York. O Waldorf Astoria, é o hotel onde os políticos mais importantes ficam, porque os seus muros agüentariam uma explosão nuclear e um ataque bacteriológico. Meia ONU está metida nele e todas as tardes a polícia corta as ruas com bloqueios de concreto para que entre ou saia alguma personalidade. Bush e Colin Powel se anunciam como os medievais se anunciavam com trombetas, com uma procissão de harleys-davidson cujos canos de escapamento soam como circos de leões, caminhonetes entupidas de agentes secretos montados no estribo, que parecem ser cegos porque não tiram os óculos escuros nem de noite.  
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E foi assim que Wall Street criou uma Nação no Waldorf Astoria, habitação 1218. - J.P.Morgan, Teddy Roosevelt e o Canal de Panamá (Four Walls Eight Windows, 2001). A história trata de como os empresários seqüestraram a política exterior dos EUA, sobre como os interesses dos empresários e os interesses do governo podem chegar a estar tão entrelaçados que você não poderia notar a diferença. No ano de 1900, um grupo de investidores guiados por William Nelson Cromwell,o fundador da prestigiosa firma de advogados de Nova York, Sullivan & Cromwell, e o banqueiro J.P.Morgan, criaram um sindicato de homens de negócios e políticos de Wall Street para comprar as ações da Companhia Francesa do Canal de Panamá, que estava em bancarrota, de mão de milhares de pequenos possuidores destes valores esparsos por toda a Europa. 
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Investiram cerca de u$S:3.5 milhões e obtiveram o controle da companhia. Logo, estes sigilosos investidores passaram os três anos seguintes tratando que o governo dos EUA comprassem as ações por $40 milhões, pagamento que terminaria voltando para eles. Com o propósito de conseguir isto, primeiro tiveram que vencer um lobby nicaragüense muito bem posicionado. Nicarágua era a rota preferida para o canal das Américas, devido aos seus grandes lagos, e também porque os franceses já haviam tentado construir um canal no Panamá mas haviam fracassado tristemente e os EUA já estavam no rumo de construir o canal na Nicarágua. A Câmara de Representantes aprovou o proposto para o canal da Nicarágua, se assinou um tratado com a Nicarágua, o presidente McKinley havia aprovado o pressuposto e as escavações já estavam em andamento na Nicarágua. Isto era um trato assinado, até que Cromwell chegou ao Capitólio e começou a jogar dinheiro para todos os lados. 
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O senador Mark "Dólar" Hanna, que nesse momento era presidente do Partido Republicano e provavelmente o homem mais poderoso da nação, recebeu u$s:60.000, nesse momento a maior doação feita a político algum. Em troca disto, Hanna começou uma campanha para a construção do canal em Panamá. A política dos EUA foi revertida, e em 1902, o Congresso decidiu que o Canal iria passar através do Panamá. Havia somente um problema, Panamá era uma Província da Colômbia, e os EE.UU precisavam da aprovação da Colômbia para continuar. Teddy Roosevelt enviou Cromwell, que iria beneficiar-se economicamente com o trato, para negociar com a Colômbia. A Colômbia se opôs, demandou mais dinheiro. Cromwel decidiu evitar a negociação com a Colômbia para poupar uns dólares e fazer com que o Panamá se tornasse independente e criasse seu próprio país - e o conseguiu. "O que é escandaloso desta parte da história é que Wall Street planejou, financiou e executou toda a independência do Panamá" relata Díaz, o repórter e escritor que revelou estes meandros sujos.

Panamá foi declarada uma nação, Cromwell negociou um tratado para construir o canal com os seus camaradas, e se largou com os seus milhões. (Ou, como o senador Samuel Hayaka o expressou anos mais tarde, a roubamos limpamente e dentro da lei". Quando lhe perguntaram a Diaz o porque de ter publicado uma história bombástica dessas, tantos anos depois de acontecido, onde ate os crimes já teriam vencido ele diz: - "Quero que as pessoas conheçam um capítulo da história do mundo que derrotou uma República Francesa, a um governo colombiano, criou uma nova República, removeu as bases políticas em Washington com corrupção e deu a luz ao imperialismo americano na América Latina," disse Diaz. "Aquele foi um dos maiores escândalos da história e creio que só por isso já é bom conhece-lo". 

Russell Mokhiber es editor de Corporate Crime Reporter. Robert Weissman é editor do multinacional Monitor. Ambos são co-autores de Corporate Predators: - The Hunt for Mega Profits and the Attack on Democracy (Monroe, Maine: Common Courage Press, 1999: http://www.corporatepredators.org

 

E para encerrar, vamos repassar uma das receitas mais famosas e mundialmente conhecida pela High Society (Alta Sociedade), produzida por Oscar Tschirky, maitre do hotel Waldorf-Astoria, que só tinha três ingredientes: - maionese, aipo e maçã. A salada Waldorf se impôs rapidamente entre os socialites da época, e passou a ser um dos pratos estrela do jet set durante muito tempo...

Ingredientes: 
10 minutos de preparo, muito fácil 
1 maçã ácida 
1 maçã doce 
3 colheres de maionese 
2 talos de aipo picados (salsão)
3 colheres de nozes picadas em pedacinhos 

Tostar as nozes no forno ou em uma frigideira tapada até que estejam bem cheirosas, mas sem que queimam, e fiques de olho para que não se queimam enquanto te descuidas. Descascar as maçãs, tirara-lhes o coração e cortá-las em quadrados. Misturar com as nozes, o aipo e a maionese, e servir em porções individuais.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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Quando tenhas uma idéia brilhante, em lugar de fazer que o próximo saiba que é nossa... Porque não deixar que ele prepare esta por si mesmo. Então considerará que a idéia é sua, gostará tanto dela que será o primeiro em defende-la.
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Dale Carnegie. - Escritor dos EUA, pioneiro da "auto ajuda" e autor do livro "‘Como fazer amigos e influir nas pessoas"', best-seller em todo o mundo: - 1888-1955.

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QUEM QUISER LER UM CONDENSADO DO LIVRO - CLIQUE AQUI...

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Erros mortais para uma pequena empresa.
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Os erros abaixo são comuns para muitos empreendedores. 
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1. Se fixar a uma única idéia por muito tempo. Lembre-se: um Empreendedor é feito de idéias. Muitas idéias. Não fixe os seus investimentos e esforços em apenas uma única idéia. Experimente algumas e veja qual delas traz mais resultado. 

2. Não ter um Plano de Marketing. Um plano de marketing cria as ações necessárias para colocar você na frente das pessoas e empresas certas. É ele que atrai clientes. No web site da www.bizRevolution.com.br  você irá encontrar boas e simples idéias de marketing para implementar na sua empresa). 

3. Não conhecer os seus Clientes. Mudanças nas preferências dos seus clientes e nos produtos e serviços oferecidos pelos seus concorrentes podem deixá-lo para trás caso você não conheça MUITO BEM os seus clientes. 

  • O que eles querem hoje? 

  • O que eles querem amanhã? 

  • Quais são os seus padrões de comportamento? 

  • Porque eles compram de você? 

4. Ignorar a sua posição financeira. O mundo (os seus clientes) não irão responder a você na velocidade que você gostaria - mesmo que os seus produtos sejam os melhores do mundo -. Esteja preparado para se sustentar nesse meio tempo. 

5. Ignorar os Funcionários. Motivar, Desenvolver e Gerenciar os seus funcionários é provavelmente um dos seus maiores desafios como empreendedor. Se você não tiver paciência, persistência e habilidades com pessoas, os seus problemas podem se multiplicar rapidamente. Moral, Produtividade e Lucratividade podem ser facilmente destruídas. 

7. Não ter um Plano de Ação de Vendas. Sem ter um plano de ação de vendas, não existe a possibilidade de você crescer financeiramente e progredir a sua empresa. Um plano de ação de vendas é um mapa realista sobre onde, como e porque as vendas da empresa irão acontecer. Se você não tiver isso, você está com um problema sério. 

8. Não delegar. Você talvez seja a peça-chave para fazer tudo, mas você não consegue fazer tudo e crescer ao mesmo tempo. É difícil progredir se você não contratar as pessoas certas e delegar responsabilidade. 

9. Não ter um Conselheiro. Consiga um conselheiro ou um mentor. Parece loucura para uma pequena empresa, mas não é. O conselheiro da empresa pode ser uma pessoa da família, um velho amigo ou até o seu ex-chefe. Escolha uma pessoa e peça a ela para ser o seu conselheiro. A partir daí, reveja o plano de negócios da empresa e os resultados com periodicidade. Ter alguém para compartilhar e trocar idéias é crítico para qualquer empresa. 

10. Nunca desista. A maioria dos mais bem sucedidos empreendedores desistem muito cedo. Se você estiver falhando em alguma coisa, pare, pense, estude, aprenda, corrija os erros e tente novamente com as devidas correções de rota. Nunca desista!

 

Uma ovelha andava vestida com uma pele de raposa. Seu disfarce era majestoso. 

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Mas se encontrava um pastinho verde...

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.. " OS ATACADISTAS VÃO DESAPARECER? "

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SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA

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.DIRETOR
Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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A pergunta que dá título ao artigo deste mês tem sido freqüentemente ouvida em nossos cursos de Distribuição e Logística. Se observarmos genericamente os movimentos ocorridos dentro da cadeia logística de diversos fabricantes, temos a tentação inicial de afirmar que, do médio para o longo prazo, os intermediários deverão ser eliminados e a venda deverá ser feita diretamente do fabricante para seus consumidores. Várias seriam as razões para apoiar este raciocínio:

  • I - A possibilidade de desonerar a cadeia, reduzindo o número de intermediários - o que causaria impacto para a redução dos preços;

  • II - O surgimento de canais que facilitam o contato direto entre consumidores e fabricantes - aumento da oferta de linhas telefônicas e adoção ampla da Internet;

  • III - O surgimento de operadores logísticos capazes de resolver o "gargalo" do custo distributivo;

  • IV - A cada vez mais freqüente adoção, pelos fabricantes, de ferramentas de CRM que lhes permite ter efetivo controle sobre o relacionamento com uma base extensiva de clientes.

Na nossa opinião os fatores acima elencados não contribuem para resolver um problema crucial: 

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" a falta de vocação comercial de vários fabricantes "
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Se fizermos uma reflexão sobre a situação geral do mercado até pouco mais de cinco anos atrás, vamos verificar que vender era algo razoavelmente simples, que não exigia uma grande competência. Fruto de uma opção desenvolvimentista que privilegiava a proteção da indústria à "ameaça" representada por um mercado aberto à livre concorrência, podemos afirmar que, até meados dos anos 90, as empresas não precisavam fazer grandes esforços para vender. 

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Afinal, mantinha-se a oferta artificialmente baixa, criando-se barreiras fiscais para a entrada de produtos concorrentes ou substitutos. O resultado disso é que muitas de nossas empresas não desenvolveram vocação para a venda. 
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Porém, a abertura comercial trouxe novos concorrentes e a necessidade de as empresas ampliarem suas competências tecnológicas e mercadológicas.
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De fato, tecnologicamente, muitas empresas conseguiram elevar os níveis de seus processos e produtos, alcançando maior produtividade e competitividade. Contudo, com relação a competências de mercado, nem tantas puderam alçar novos vôos. 
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Como vender, nos dias atuais, é cada vez mais difícil, não basta adquirir novos softwares e hardwares e acreditar que a venda ocorrerá naturalmente. É preciso mais do que isso, é preciso todo um conjunto que envolve pessoas qualificadas e engajadas, sistemas físicos, sistemas gerenciais e, acima de tudo, uma filosofia empresarial que possibilite o desenvolvimento dessa competência e que saiba encontrar o ponto ótimo entre os desejos e necessidades dos consumidores e da empresa.

Contudo, esse não é um desafio fácil de ser superado. Em muitos casos, a empresa deve conscientizar-se da falta de vocação/competência comercial e permitir que outro agente execute esse papel. E é nesse gap que os atacadistas devem atuar. 
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Em um país com nossas dimensões, é preciso ajustar sua oferta para cada região, para cada (sub)cultura. Os fabricantes mantiveram-se longe demais dos consumidores, não os conheceram. 

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O intermediário, por sua vez, tem essa competência e, além disso, pode influenciar fortemente a decisão de compra a partir do momento em que determina a composição do mix de produtos que estará disponível ao consumidor final.
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A função do atacadista será como a de um
broker, ou seja, uma organização que atua como elo entre fabricante e revendedor, não chegando a ter a posse física do produto, mas funcionando como uma espécie de "consultor" de vendas, indicando as regiões mais adequadas para os fabricantes destinarem seus produtos e indicando os produtos mais adequados para o revendedor local.
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SR. JOÃO BAPTISTA VILHENA
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DIRETOR
Instituto MVC M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Diretor do Instituto MVC – M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo, com dezenove anos de experiência profissional nas área de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico de Marketing, Vendas, Logística & Distribuição, Marketing de Serviços, Negociação e Influência. Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. - Nos últimos 3 anos realizou trabalhos de consultoria e treinamento para empresas do porte de Accor Brasil, ADP Systems, Companhia de Cimento Votorantim, Deca, Embratel, Furnas, Globosat, Michelin, Nestlé, Perdigão, Sendas, Siemens, Telemar, Telet e Xerox. É coordenador técnico do MBA em Gestão Estratégica de Serviços e professor da Escola de Pós Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (Gestão de Saúde, Gestão Empresarial e Marketing). - Co-autor do livro Gestão Social: metodologia e casos – Editora FGV -, é responsável por uma coluna mensal sobre Marketing na revista Conjuntura Econômica (FGV) e publica regularmente artigos e resenhas nas revistas Case Studies (IBMEC), Gestão Cooperativa, venda Mais e Rumos. em parceria com Luís Meireles está escrevendo o livro Negociação e Influência (título provisório).
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438

costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta (SP) - www.institutomvc.com.br  

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" CONTROLANDO O MONSTRO "

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sobre controle e educação

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SR. PROF. EUGÊNIO MUSSAK

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DIRETOR

SAPIENS - INTELIGÊNCIA ORGANIZACIONAL.

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Tarde da noite, ao passar em frente à porta de um bar londrino já fechado, Richard presenciou uma cena de agressão de um homem baixo e grotesco contra uma garota que por ali passava. Reagindo rapidamente, conseguiu impedir que o pior acontecesse, imobilizou o agressor e, junto aos familiares da garota que acabaram por chegar, estava prestes a chamar a polícia, quando o homem fez uma proposta. Ele pagaria pelo dano causado à moça, se o deixassem ir embora, prometendo não mais aparecer por ali. 
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A família, precisando de dinheiro, concordou. O homem então assinou um cheque de uma quantia razoável, e foi libertado. Para surpresa de todos, depois verificaram que o cheque pertencia a um respeitável médico da cidade, e a surpresa maior foi descontar o cheque normalmente, atestando sua veracidade. Afinal, o agressor era o médico? A figura era totalmente diferente, mas o cheque foi aceito pelo banco. O que existe por trás desse mistério?
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Esse relato consta do primeiro capítulo do livro “O médico e o monstro” (Strange Case of Doctor Jekyll and Mr. Hyde) do inglês Robert Louis Stevenson (1850-1894), cuja primeira publicação ocorreu em 1886, e se transformou em uma das obras primas da literatura inglesa. O doutor Henry Jekyll é um símbolo de probidade. Respeitado como profissional e como cidadão, representa o que há de melhor tanto na sociedade quanto no interior de uma pessoa. O senhor Edward Hyde é o seu oposto. Mau, perverso e imoral, representa o que de pior pode ser encontrado em termos de caráter. Só que eles são a mesma pessoa. 
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Na verdade, o Dr. Jekyll liberta o Mr. Hyde quando faz uso de uma poção desenvolvida em seu laboratório. A intenção clara do autor é propor uma reflexão sobre os conceitos de “bondade” e de “maldade”, considerando que ambos existem dentro de todos nós, embora tenhamos uma tendência a análises puramente maniqueístas, dividindo as pessoas em “boas” e “más”, conforme padrões sociais estabelecidos. No enredo do livro, torna-se claro que a natureza má e sádica do homem ganha uma posição de inevitabilidade e até de necessidade, na medida em que o Dr. Jekyll, após libertar seu lado mau, vê-se tentado a provar cada vez mais a sensação de ser Mr. Hyde, até que este passa a ser a personalidade dominante. Diz o Dr. Jekyll - “Aquele ali também era eu. Parecia-me natural e humano, mais claro e mais inteiro do que o semblante que eu até então estivera acostumado a chamar de meu”. 
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O livro de Stevenson é uma metáfora do homem. O próprio nome do monstro, Mr. Hyde, deriva da palavra inglesa hide que quer dizer escondido. Ou seja, todos temos um monstro escondido dentro de nós, e o que o impede de se manifestar é, provavelmente, um controle social. Essa é a questão central; devemos matar o monstro, ou apenas controlá-lo considerando que algumas de suas características podem ser úteis em um mundo em que a competitividade é a marca registrada?
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Na vida diária, o monstro pode ser representado pela raiva, pelo ciúme, pela inveja, pela agressividade e pelo medo, principalmente. Serão estas qualidades necessariamente más, monstruosas? Devemos criar poções, modelos educacionais capazes de eliminar das pessoas seu lado Mr. Hyde? Toda a inteligência dedicada ao controle emocional das pessoas sinaliza para o equilíbrio. Uma pessoa sem agressividade nenhuma não será combativa, se não for ciumenta não cuidará do que é seu, se não tiver medo, será imprudente, e assim por diante. O segredo está na dose.
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Os chamados “sentimentos negativos” são tão humanos quanto os demais. Eliminação não é uma política adequada, controle sim. E este vem da educação, da percepção dos valores sociais, morais e éticos. E não pode ser exercida de fora, pois será coerção, mas de dentro, quando então se chama consciência. É impossível matar Mr. Hyde, mas é possível controlá-lo, e a isso nos dedicamos, quando educamos a nós mesmos, processo que não deve parar nunca; e quando a sociedade educa seus integrantes, o que é próprio da civilização.
 

 

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SR. PROF. EUGÊNIO MUSSAK

EDUCADOR

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Consultor de empresas na área de educação corporativa e desenvolvimento humano. Professor de biologia e fisiologia humana desde 1971. Docente da Universidade do Professor do Paraná. Professor colaborador do MBA de RH da Universidade de São Paulo–USP. Colunista do portal da revista Você S/A, da revista Vencer! e colaborador da revista Superinteressante. Considerado pela imprensa (revistas Veja e T&D) um dos palestrantes mais influentes da atualidade. Formado em Medicina pela UFPR, especialista pela Universidade da Califórnia (UCLA) e pelo Instituto Biosystem da Argentina, dedicou-se à Fisiologia , modalidade da medicina que aplicada ao esporte, estuda o desenvolvimento de competências críticas à prática de uma determinada atividade esportiva. Ao lado do Doutor Keneth Cooper, em Dallas (EUA), iniciou a migração desse conceito para atender às necessidades profissionais em empresas.

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... " UMA EMPRESA APAIXONADA "

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PROF. RICARDO JORDÃO

.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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http://www.bizrevolution.com.br         ricardom@bizrevolution.com.br.

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"Trate os seus funcionários da mesma maneira que você quer que eles tratem os seus clientes." 
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Autor Desconhecido 
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Prezado amigo (a), 

Faça as seguintes perguntas a 5 funcionários-chave da sua empresa: 

  • "Você sabe qual é a estratégia da nossa empresa?" 

  • "Você sabe para onde a nossa empresa está caminhando?" 

 Se você obter 5 respostas diferentes, eu sinto dizer, mas você não está conseguindo ser um LÍDER para eles, e muito menos para a sua empresa. Se os funcionários-chave para você não entendem qual a direção da empresa, imagine os demais funcionários! 

Você me pergunta: - "O quanto esse alinhamento é importante ? - "Esse alinhamento é FUNDAMENTAL para o execução da estratégia da sua empresa. Se os seus funcionários não possuem uma visão clara da estratégia da sua empresa e por conseqüência das ações necessárias para alcançar os objetivos, você está frito.

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Devido a essa falta de alinhamento, todos os dias, por todos os cantos da sua empresa: 

  • Você tem funcionários trabalhando em tarefas que não são prioritárias para atingir os objetivos; 

  • Você tem funcionários comparecendo a reuniões para discutir idéias que não são prioritárias; 

  • Você tem funcionários participando de eventos para aprender sobre mercados que não são prioritários;

  • Você tem funcionários direcionando esforços para projetos, produtos e serviços que não são prioritários. 

Devido a essa falta de alinhamento, você está perdendo dinheiro, perdendo clientes, perdendo funcionários. Se este é o seu caso, você definitivamente não está liderando uma Empresa Apaixonada. 
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Nenhuma empresa, projeto ou idéia pode ser bem-sucedida com apenas um bom plano estratégico. No momento em que esses planos começam a sair do papel, os mais variados detalhes e barreiras operacionais começam a se formar, e somente uma comprometida e apaixonada equipe de funcionários conseguirá transpor esses obstáculos com a criatividade e inovação que se farão necessárias. 
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Uma Empresa Apaixonada começa a ser construída quando o seu líder confia em seus funcionários como ele confia em si mesmo. Se você deseja que TODOS os seus funcionários demonstrem o comprometimento que você gostaria de ver, você precisa confiar à TODOS a mesma visão sobre o direcionamento, estratégia e planos que você tem em mente. Como você pode esperar comprometimento, se você não demonstra comprometimento? 

  • TODOS precisam falar a mesma língua. 

  • TODOS precisam dar as mesmas respostas para as mesmas perguntas. 

  • TODOS precisam ser tratados como adultos e profissionais. 

Embora hoje em dia a maioria dos líderes acredite que a estratégia das suas empresas esteja sendo executada, o fato é que essa estratégia geralmente está armazenada somente em suas cabeças. A maioria desses líderes tem uma dificuldade imensa em se comunicar com os seus comandados. Se você tem essa dificuldade, você precisa mudar. 

Até que você alcance o alinhamento do entendimento da direção estratégica entre todos os funcionários da sua empresa, e tenha a habilidade de continuar a comunicar essa estratégia para
TODA a organização, você provavelmente não está provocando nenhuma mudança na sua empresa. 
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Fazer as pessoas se APAIXONAREM por algo maior...  Nada menos que isso interessa..

 
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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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Ricardo Jordão Magalhães, 34 anos, executivo, palestrante e escritor formado em administração de marketing pela ESPM com extensão em marketing pela Kellogg University nos EUA, possui mais de 12 anos de experiência na indústria de tecnologia em empresas líderes de mercado como Brasoftware e Tech Data Brasil sempre a frente de projetos de marketing inovadores como o Catálogo Brasoftware e as Lojas Brasoftware, além de ser o autor do primeiro web site de comércio eletrônico do Brasil (web site da Brasoftware) em 1996. A frente do marketing da Tech Data é responsável por iniciativas pioneiras como o web site B2B da Tech Data lançado em 1997 - web site vencedor de mais de 15 prêmios nacionais e internacionais -, além de programas de relacionamento, motivação e CRM. Fundador do web site BizRevolution desde 2001 onde procura "Promover idéias que possam ajudar a transformar o país em que vivemos, e de todos aqueles que de alguma forma influenciam a vida de outras pessoas."

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PIADAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" Nº201 DO WWW.SDR.COM.BR

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PIADAS  DE  COR AZUL = LINDINHAS

PIADAS DE  COR  ROXA = PICANTES

PIADAS DE COR VERMELHO = PAHH

PIADAS DE COR VERDE = ENJÔO!

PIADAS DE COR PRETO = FEIA

- Preciso de dois soldados voluntários que gostem de música... 
Dois que eram os mais rápidos saltam na frente dos demais e se apresentam: - Conte com nós Capitão!
- Muito bem solados, subam ao quinto andar e desçam o piano do nosso General!!!

Um gaúcho tava saindo de volante com a tropa de bois e deixa de presente para a mãe uma lavadora novinha, mas tinha esquecido de avisar que dentro estava o liquidificador que tinha comprado para a mulher, mas como já estava longe, deixou para avisar na volta.

Um mês depois regressa do arreio da tropa e encontra sua mãe e lhe pergunta: - E aí tchê véia, como é que te foi com a máquina de lavar pilchas, tava buenassa? 
- Mas um luxo meu guri, funciona uma barbaridade a grandona. Nem sei o que faz lá dentro, mas devolve tudo que é uma beleza... Agora a pequena tchê, até deixei de usar. Primeiro é frescura ter duas máquinas de lavar pilchas, depois que apenas entrava um calção e quando tirava ele tava em pedacinhos... 

Vão dois bêbados por uma rua quando uma mulher muito esmirradinha passa pelo seu lado, e um diz ao outro: - Olha compadre que pernas boas tem essa guria.
Mas quais compadre, se tem menos carne que joelho de sabiá essa magricela?
- Por isso, que boas são, que não quebram.

Em uma escola do interior a professora pergunta aos alunos: - Anjinho, do que você tem mais medo no mundo?
- Da Mula-sem-cabeça, Profe.!
- Mas... A Mula-sem-cabeça não existe! E tu meu amor? Do que tem mais medo?
- Ai, Sora! - Eu do Saci-pererê!
- Mas que coisa... O Saci-Pererê também não existe... Vocês não precisam ter medo dessas coisas... São apenas lendas, histórias... E tu meu pequeno, do que você tem mais medo?
- Terror... Eu tenho terror do Mala Man!!!
- Mala Man? - Quem é esse tal de Mala Man, menino?
- Olha, quem é eu não sei, mas todos os dias, antes de dormir, minha mãe pede a Deus: - "Não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do Mala Man!"

O cara ia a pular do oitavo andar e a policia para faze-lo desistir, manda chamar a mulher que tenta convence-lo dizendo: - Ó imbecil, eu te botei cornos, não asas.

Um médico estava dando aulas para os seus alunos e perguntou: - Quem pode me indicar qual é o órgão humano que pode crescer até nove vezes seu tamanho normal?

Toda a classe fica em silêncio e ninguém se atrevia a responder, até que uma aluna levanta a mão timidamente e responde: - O pinto professor.

- Bem senhorita, é a retina, mas parabenize seu namorado da minha parte.

Um ancião de 80 anos e mais uns sai a tirar umas casquinhas com uma loira estonteante de 25 anos, e quando já estão no quarto do motel prontos para fazer o amor, o velhinho diz para a menina....

- Espere minha filhinha que vou pegar a camisinha do bolso.

- Mas não me quer dizer dizer que aos 80 e tantos anos vai me deixar grávida?

- Nããããooo minha filha, o que passa é que as coisa úmidas me atacam o reumatismo.

A professora em plena aula  - "A hiena é um animal que vive no centro da África, come carniça, copula uma vez ao ano e é reconhecida pelo seu som que é idêntico ao de uma risada". - E logo pergunta: "A ver quem não entendeu?" 
Um guri levanta a mão e pergunta: - "Professora, tem algo que não entendo... a hiena, morando longe pa burro, com as porcarias que come, transando apenas uma vez por ano,...de que merda ri?"

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" UM JOGO DE NEGÓCIOS "

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SR. PROF. FRANCISCO BITTENCOURT 
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CONSULTOR 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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"A GRANDE EMOÇÃO DO FUTURO É QUE PODEMOS MOLDÁ-LO" 
(Charles Handy)

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Ao sermos convidados a entrar em um
JOGO, sem dúvida alguma tomamos algumas precauções. A primeira delas é identificar nossas habilidades em relação às regras e variáveis do jogo, conhecer nossos parceiros ou adversários, identificar chances de ganhos e detectar conseqüências de eventuais perdas, disponibilizar instrumentos e recursos para otimizar as operações do jogo e daí por diante.

No
JOGO DE NEGÓCIOS nos quais nos envolvemos por vezes espontaneamente, por vezes por obrigação pessoal ou profissional, por estratégia ou até por falta absoluta de opção, nem sempre tomamos esses cuidados, indispensáveis, para que os resultados possam aproximar-se de nossas expectativas.

Nos meios acadêmicos, um dos chavões da moda é a história do leão e da gazela:
"não importa se você é leão ou gazela, levante-se e corra!" - É fundamental, todavia, estar preparado para correr. Há que haver disposição física, disciplina mental, fôlego, saúde, enfim, uma série de pré-requisitos para obter as tão decantadas minimização dos esforços, otimização dos recursos e habilidades e maximização dos resultados.

Um dos pontos que consideramos essencial na entrada para esse
JOGO é reconhecer o que o cenário nos reserva. Um estudo cuidadoso das mudanças nos mostra quatro tipos de alteração que podem ocorrer no ambiente:

  • Mudanças cujo perfil desconhecemos; sabemos que serão capazes de provocar impactos (positivos ou não) em nosso ambiente; 

  • Mudanças cujo perfil conhecemos; em relação a elas não dispomos de condições de alterar seu curso ou impactos; 

  • Mudanças cujo perfil conhecemos; em relação a elas temos poder de influência/capacidade negocial de interferir em seu curso ou impacto; 

  • Mudanças cujo perfil conhecemos e em relação às quais temos total controle (há quem garanta que este quarto modelo é utópico); 

Em nossas instituições, torna-se essencial que a partir do conceito desenvolvido por Kotter, de formar coalizões poderosas, envolvendo todos os participantes do JOGO, nos será permitido encontrar caminhos que sejam compatíveis com os nossos projetos e propostas de ação.

Esses caminhos envolvem um perfil integrado de organização, em que as responsabilidades estão clarificadas, a geração de produtos por cada um dos envolvidos na escala produtiva está definida e as inter-relações pessoais independem de perfis ideológicos, estilos ou outra máscara difundida na moda organizacional.

Em seguida, perceber a dimensão do nível das forças e fraquezas internas, não só quanto ao seu desenho e sim, e principalmente, pelo grau de influência que esses fenômenos exercem na busca e no alcance dos resultados. Ao mesmo tempo detectar o grau de importância que qualidades e disfunções têm para impactar processos e resultados.

No decorrer dessa batalha de preparação de enfrentamento, ou melhor, de participação efetiva neste cenário de transmutação, o papel das lideranças interna alcança uma proporção significativa. Modelos ou estilos não são fundamentais, mas sim a capacidade de perceber focos de resistência, de desmotivação, de desinteresse, de contribuição efetiva e construtiva e de ansiedade por contribuição.

A projeção dessa arquitetura por parte das lideranças internas é ingrediente indispensável às organizações, neste "imbróglio" de mudanças contemporâneo. A identificação de abordagens às equipes internas supera as variáveis difundidas na decana liderança de modelo situacional. É fundamental a capacidade de enxergar modelos de conduta da liderança compatíveis com estrutura, perfil e cultura da população interna da organização.

A coalizão a que nos referimos anteriormente, citada por Kotter (Liderar para Mudança), mostra um instrumento indispensável a esse desenho da arquitetura desenvolvida pela liderança – a negociação interna. Competirá às lideranças internas perceberem o conjunto de fatores que influenciarão o cenário negocial interno, a ser desenvolvido, de forma a permitir a toda a sociedade organizacional participar proativa e efetivamente dos diversos momentos de modificação exigidos pela realidade.

Se esse cenário negocial interno não se mostrar evoluído, capaz de gerar decisões compartilhadas e com alto nível de comprometimento, que não se espere o milagre de explodir externamente, no mercado, junto aos clientes e concorrentes um perfil negocial de provocar arrepios; estes, se provocados, o serão de pavor, pela ineficácia.

A responsabilidade das lideranças internas, no sentido de conhecer, um a um, os mecanismos de influência dos processos negociais internos, estes sim, impulsionadores da coalizão poderosa, capaz de gerar mecanismos de enfrentamento e superação positiva das mudanças de cenário, necessita de sensibilidade e senso de oportunidade, aliados a uma visão lógica, mas capaz de perceber as "nuanças" do comportamento humano, para permitir enxergar, no ambiente, na organização, nas relações interpessoais e nas características individuais de cada negociador interno as variáveis que interferirão nos resultados esperados.

Os líderes internos, portanto, devem ser capazes de entender a importância de seu papel neste cenário contemporâneo de mudanças; serão eles os agentes transformadores da organização, não somente quanto a seus objetivos, mas, além disso, de identificar em cada um dos colaboradores internos um núcleo de ação modificadora, nem sempre percebida pelos próprios, mas que necessita de uma diretriz no sentido de gerar resultados, atingir suas metas pessoais e realizar seus anseios pessoais.

Estabelecendo um paralelo entre a reflexão acima e a metodologia adotada por empresas com perfil de competitividade neste universo contemporâneo, o
JOGO DE NEGÓCIOS é a representação com caráter reflexivo e didático do cenário mencionado no texto.

Utiliza-se o
JOGO para que os participantes se envolvam em atividades simuladas, com monitoração e acompanhamento constante, de forma a reproduzirem eficientemente, fatos e situações encontradas na vida real.

O
JOGO, para atingir seus objetivos, deve permitir não só a utilização de recursos e tecnologias contemporâneas, mas e principalmente a ação permanente dos personagens envolvidos, refletindo sobre suas atitudes e o impacto delas no resultado obtido e a negociação permanente entre os envolvidos. Dessa forma, constrói-se a coalizão mencionada por John Kotter, e o aprendizado se dissemina entre os profissionais.

A utilização de
JOGOS em que o personagem principal é o recurso tecnológico, deixando para a atitude e o comportamento um papel secundário, pode até levar ao aperfeiçoamento na utilização do equipamento na obtenção de resultados, mas compromete significativamente a capacidade negocial e de integração entre os participantes.

É possível verificar que quando há necessidade, mesmo em programas comportamentais, de utilização do recurso tecnológico, a dedicação de um profissional, na operação do equipamento enquanto se percebe a contemplação passiva dos demais participantes, no aguardo dos resultados.

Negociar, interagir, sentir-se integrado em processos produtivos pressupõem envolvimento, participação, comprometimento. Nisto o
JOGO DE NEGÓCIOS é um instrumental eficaz. Permite a perfeita associação entre o indivíduo, sua percepção, suas atitudes, o impacto de suas ações no resultado final dos contextos nos quais se envolve e a competência na utilização e otimização de recursos tecnológicos disponíveis.

O
JOGO DE NEGÓCIOS permite que, de forma vivenciada, os profissionais acessem conceitos, teorias, e práticas utilizando o modelo que a andragogia contemporânea recomenda: fazendo, com envolvimento, interação e comprometimento e, conseqüentemente, aprendendo e crescendo.



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SR. PROF. FRANCISCO BITTENCOURT 
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CONSULTOR 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Consultor do MVC- Instituto M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo em Negociação/Relações Sindicais, Gestão Rural e Agroindustrial, Organização do Trabalho e Gestão do Tempo, Reuniões e Delegação, Gestão de RH Centro de Lucros,. Administrador com pós-graduação em Recursos Humanos. Executivo de empresas do porte da Aracruz, Citibank, Multiplic, Gillette, Unysis, etc. Mestrando em Gestão Empresarial (FGV-RJ), Professor da EPGE/FGV (Pós Graduação, IBRE/FGV ,Escola Superior de Propaganda e Marketing, Pós Graduação em Gestão Rural e Agroindustrial pela UFSC. Autor de vários artigos sobre relações sindicais, aspectos estratégicos e operacionais da função RH, Gestão do Tempo. Colaborador do Livro Administração do Tempo um Programa de Autodesenvolvimento - 7ª edição. (BASE SP)


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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br 

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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

JORNAL DICAS DA SEMANA Nº201

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DANIEL CESTAU LIZ MARKETING

CONSULTOR

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MÉXICO DF - MÉXICO

Pintura de Héctor Cárdenas - "Una nueva vida"

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" REPORTAGEM COM MÉXICO "

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PERGUNTAMOS: - Sabemos que México tem o titulo de 8ª economia do mundo (por enquanto, a gente não desistiu ainda da briga), e que o comércio Mexicano está passando por turbulentas mudanças, Nafta, Globalização, Alca, e nossa pergunta se refere estritamente ao campo do "RELACIONAMENTO" entre os Representantes, Vendedores, Gerencias Comerciais e Clientes... Como está se adaptando neste novos tempos ? 

RESPONDEU: - Acredito que coincidimos que a venda está dando uma virada mais do que importante neste últimos anos. Os clientes tem se tornado muito mais exigentes e a modernização dos meios de informação ou TI, tem lhes alcançado uma grande variedade de opções para selecionar antes da compra.

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Pelo lado das empresas os esforços estão totalmente dedicados a fidelizar os clientes, mas do que a gerar vendas massivas. A venda cruzada para alcançar novos clientes potencias, através a referencia dos clientes satisfeitos,  é de alguma maneira a estratégia que hoje seguem a maior parte das empresas. 

Hoje é de vital importância que o "Gerente de Vendas" e seus representantes participem "ATIVAMENTE" da estruturação do "PLANO ESTRATÉGICO COMERCIAL" da empresa, que depois será colocado em pauta, discutido pelo resto da organização.

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Citarei alguns pontos que são de vital importância e sobre os quais conversamos nas reuniões e convenções, enquanto desenvolvemos ou revisamos os planos comerciais:

  • A. As ações de marketing são hoje de vital importância para que a equipe de vendas, não saia a campo sem apoio estratégico que reduzam as barreiras (ações de marketing direto, e-mail marketing, eventos, newsletter, brochuras, catálogos de qualidade, etc.) A venda começa no contato ao cliente potencial e não termina com a cobrança, já que com o mundo em crises e com as correntes de pagamento quebradas em muitos mercados, é de vital importância ter em conta que são as equipes de venda que se responsabilizam pelas continuidade destas.

  • B. A venda começa na necessidade do cliente, sempre aconselhando-o para que faça o melhor negócio para ele e não para o representante ou vendedor e desta parceria que daremos a confiança e tranquilidade para que o cliente não precise se preocupar em sair atrás de outro fornecedor e essa é a tendência que reina hoje, a "NEGOCIAÇÃO GANHA-GANHA".

  • C. Desde o ano 1998, época que liderava um equipe de mais 2.000 profissionais na venda direta que a filosofia da venda tinha mudado. Quem pensa que é chegar, vender e sair, está perdido no tempo. Estamos na época em que os Profissionais de Venda, devem estar em contato direto com o cliente, mas não mais para vende-le, mas para assisti-lo cada dia que precise. E falo isto para uma pequena ou para uma grande empresa, por que é regra geral.

  • D. Como líder de vendas trato de estar junto a eles e acerca-los aos sistema de informação, que lês permita ajudar a entender o progresso das compras e vendas dos clientes, os relacionamentos e os números. Desculpem os que esteja ofendendo, mas hoje não tem mais nenhum tipo de razão, para não ter a equipe informatizada, já que temos sistemas amigáveis, fáceis de lidar, rápidos e que nos ajudam a poupar custos enormes e tempo sobre tudo. As pequenas e médias empresas que não entrem de corpo inteiro na informatização de suas equipes, estarão perdendo uma grande oportunidade de permanecer no mercado e cederão seu lugar para os que lidam com a venda, o serviço e a tecnologia da informação.

Um grande abraço a todos, desde México e contando os dias para estarmos juntos novamente, e para a equipe do SDR que se ofereceu a nos enviar umas latas de feijoada "ODERICH", nosso imenso abraço pelo carinho e gostaríamos também de que semana que vem, possamos saber que desejam que lhes enviemos...

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Um abraço enorme a todos,   
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Daniel Cestau Liz MARKETING

P.Hd em Marketing

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ESCREVENDO DESDE México DF - México

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danielcl@cablevision.net.mx   -  http://www.danielcestauliz.com

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5 dicas para fazer e-mail com sucesso.

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No ano passado os usuários corporativos receberam mais mensagens de e-mails do que ligações telefônicas ou mensagens de voz. Portanto é importante ficar atento a algumas dicas que podem ajudar a sua mensagem a se destacar no meio de tantas outras mensagens que o seu cliente recebe: 
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Assegure-se que o seu cliente sabe que participa da sua lista de envio. Às vezes o cliente não se lembra que ele mesmo assinou uma determinada lista para receber mensagens de e-mails. Por essa razão, hoje em dia algumas empresas estão começando a enviar um segundo e-mail para o usuário que se cadastrou na lista, para verificar o real interesse do usuário em se cadastrar na lista de envio. 
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Use e-mail para reter clientes, e não para ampliar a sua base de clientes. Comprar listas de endereços de e-mails pode ser danoso para a imagem da sua empresa. Utilize o e-mail como uma ferramenta de retenção de clientes, para informar a sua base de dados sobre novos produtos, promoções etc. 
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Teste as mensagens antes de enviar. Selecione parte do seu banco de dados de e-mails e faça um teste de aceitação do conteúdo, oferta, apresentação e venda. Testes de Mercado são uma das técnicas mais importantes que a sua empresa tem na mão. 
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Não envie e-mails com muita frequência. A maioria dos usuários prefere receber mensagens por e-mail uma vez por semana. Quer oferecer algo ainda melhor ? Dê ao seu cliente a oportunidade de determinar a frequência que ele gostaria de receber os produtos. 
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A importância do e-mail como ferramenta de marketing está crescendo todos os dias, mas somente as empresas que entenderem
COMO utilizá-lo e QUANDO utilizá-lo serão bem-sucedidas. 

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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br

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Ilha da Polinésia torna-se primeira "nação wireless"
 http://www.idg.com.br  

Com 67 quilômetros de extensão e 2 mil habitantes, a ilha de Niue, na Polinésia, é a menor nação do mundo com um governo independente e a primeira a ser totalmente conectada em redes sem fio no padrão Wi-Fi 802.11. 


Na segunda-feira (23/06), a Sociedade de Usuários de Internet de Niue (IUS-N) lançou um serviço gratuito de acesso sem fio à Internet em toda a ilha para as 13 vilas de moradores, escritórios do governo, além de turistas e executivos. “O Wi-Fi encaixa-se perfeitamente na Ilha de Niue, onde as difíceis condições climáticas relacionadas à chuva, iluminação, água salgada e alta umidade causam grandes problemas com linhas subterrâneas de cobre”. Niue, também conhecida como “A Rocha” por contar com o maior atol de corais do globo, recebe muitos iatistas que possuem computadores de bordo e poderão utilizar seus cartões de acesso e antenas para usufruir da infra-estrutura da ilha. A oferta do acesso sem fio é a terceira iniciativa da Sociedade de Usuários de Internet de Niue. Em 1997, a entidade introduziu um serviço gratuito de e-mails e, em 1999, serviços de acesso à Internet na ilha.

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Vendas têm maior queda em 10 anos
Maurício Capela, De São Paulo -  http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/materia.asp?   
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O volume de vendas da indústria brasileira de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos registrou a maior queda dos últimos dez anos nos primeiros quatro meses de 2003, cerca de 8,95%. Contudo, a receita cresceu 15,06%, em média, no período. Os dados são da Abihpec, a entidade do setor. A indústria manteve a trajetória dos demais segmentos da economia no início deste ano e não conseguiu reverter a queda do poder aquisitivo do consumidor. "Apesar da redução, a indústria tem condições de se recuperar rapidamente porque são produtos de baixo valor agregado", diz João Carlos Basílio da Silva, presidente da Abihpec. O segmento de higiene pessoal, o mais representativo, foi o que apresentou a maior queda. Entre janeiro e abril deste ano, foram negociadas cerca de 276 mil toneladas, redução de 9,34% em relação aos primeiros quatro meses de 2002. Em faturamento, contudo, o setor obteve R$ 2,01 bilhões, alta de 17,99%. No segmento de cosméticos, a queda foi menor, de 0,85%, sendo que as empresas negociaram 14,1 mil toneladas. Já a receita subiu 8,47% entre janeiro e abril deste ano, alcançando R$ 669,6 milhões. O faturamento do segmento de perfumaria foi de R$ 394,6 milhões no primeiro quadrimestre, alta de 12,4%. Mas o volume de vendas caiu 8,08% e fechou com a comercialização de 5,2 mil toneladas no quadrimestre.
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Mulheres podem dominar a Internet em 2010.

Até 2010, as mulheres podem passar na frente dos homens em termos de uso da grande rede mundial, revela uma pesquisa da Nielsen//Netratings. Os dados mostram que, atualmente, 42% dos internautas europeus (35 milhões de pessoas) são mulheres, o que representa um aumento de apenas 1% sobre a representatividade feminina em 2002. No Brasil, segundo o IBOPE eRatings, a Internet residencial — que soma 14,3 milhões de usuários — é dominada pelos homens, com 54,7% de representatividade na Web, enquanto as mulheres detém 45,3% de participação. O público masculino também navega 30% mais tempo do que o feminino. Em maio, de acordo com o eRatings, os homens com idade entre 25 e 34 anos navegaram uma média de 18 horas e 37 minutos. A média geral de navegação masculina é de 13 horas e 33 minutos. Já as internautas brasileiras passam uma média de oito horas e 51 minutos conectadas. Os homens brasileiros também são maioria nas compras on-line. De acordo com o acompanhamento do comércio eletrônico feito pela e-bit, o público masculino foi responsável por 61% das transações realizadas nas lojas virtuais nacionais em maio, e a enquanto a participação feminina foi de 39%. 

Ao contrário do que ocorre no comércio 'físico', os homens também gastam mais do que as mulheres diante das vitrines on-line. No mês passado, o tíquete médio das compras virtuais dos homens (R$ 286) foi 30% maior do que o das mulheres (R$ 220). Para os especialistas da e-bit, o valor está relacionado aos produtos favoritos do público masculino, como aparelhos eletrônicos e equipamentos de informática. Na Europa, as inglesas e suecas são as maiores usuárias da grandes rede, respondendo igualmente por 45% do público on-line ativo de seus países. O problema é maior em países como a Itália, Espanha e Alemanha, onde a audiência do público feminino na Internet fica por volta de 40%. Os Estados Unidos são os únicos que fogem à regra. Lá, as mulheres são maioria na Web representando 51% dos navegantes. Para o analista da Neilsen/Netratings, Tom Ewing a menor adesão à grande rede pelas européias está na carência de Web sites voltados para mulheres. "Ainda existe uma percepção de que a Internet é um lugar dominado pelo público masculino. Isto precisa mudar com a criação de uma gama maior de sites voltados à conquista da audiência feminina". 

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Avisar ataque hacker vira lei na Califórnia!
A partir do dia 1º de julho, todas as lojas virtuais que sofrerem ataques hacker deverão divulgar esta informação para seus consumidores da Califórnia (porque após um ataque hacker, adeus aos dados dos cartões de credito). O alerta deve ser feito tanto em caso de roubo de informações, tanto quando for notada a "visita" de um hacker ou daqueles robôs que roubam identidades on-line, e também quando forem descobertas brechas de segurança nos sistemas das lojas virtuais. O aviso de que o número de seu cartão de crédito pode estar em mãos erradas, informa o San Diego Tribune, deve seguir para o cliente por e-mail. As lojas que não cumprirem a lei não serão multadas, mas ficarão abertas a todo o tipo de processo - além de correrem o risco de perder a credibilidade junto a seu público. Se os planos da senadora Dianne Feinstein derem certo, todo o território americano deve ganhar uma legislação semelhante muito em breve.

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Matemáticas: si fuma marihuana, revise las cuentas
Atenção futuros engenheiros, matemáticos e economistas:  - Um novo estudo revela que os estudantes do 2º graú que tuman taconha estão mais propícios a ter baixas qualificações em matemática e, ao concluir seus estudos, menores ingressos no trabalho que seus companheiros. Por outro lado, poetas e literários tem menos que temer. Os registros não mostram diferenças nas qualificações de leitura entre aqueles que fumam maconha e aqueles que se abstêm da erva. A economista Rosalie Pacula, do grupo de políticas públicas RAND, apresentou seus estudos em uma conferência sobre aspectos econômicos da saúde mundial nos EUA. O estudo  observou 6.000 qualificações de provas estandardizadas daqueles que começaram a usar maconha ao começar a escola secundária em 1990 e os comparou com os resultados obtidos ao concluir os estudos em 1992. Aqueles que começaram a tumar taconha  tinham qualificações uns 15% mais baixas em matemática que os não fumantes da droga, mas não houve diferença nas provas de leitura, disse Pacula. Esta qualificação inferior em matemática poderia dar como resultado um salário 10% mais baixo posteriormente, quando começarem a trabalhar, indica o estudo. "Tem muito sentido que a maconha afeta certas funções cognoscitivas, particularmente as coisas que são mais complexas de captar como a matemática", concluiu Pacula. 

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39 milhões de pessoas em todo o mundo usam hoje tecnologias em banda larga para o acesso à internet, mostra o último estudo divulgado pela Nielsen/NetRatings. Até o mês passado, exatamente 38,95 milhões de pessoas já acessavam a internet em alta velocidade em suas residências, aponta o estudo. O número de usuários domésticos de broadband vem crescendo a uma velocidade de 49% ao ano, diz a Nielsen, enquanto a quantidade de usuários de banda estreita (hoje na casa dos 69,64 milhões) decresceu 12% só no último ano. Mesmo assim, nos Estados Unidos, onde um a cada oito americanos acessam a web veloz, há quase duas vezes mais usuários de acesso discado do que de acesso em banda larga. Um dado curioso: ainda hoje, 3 454 milhões de internautas usam modems de 14.400 kbps, e outros 10,11 milhões acessam a web através de modems de 28.800 ou 33.600. O número de usuários de modems de 56K no mundo até o último mês de maio, segundo a Nielsen/NetRatings, era de 56,07 milhões. 

 

Multinacionais baixam preços ( www.valoronline.com.br )
Multinacionais de produtos de consumo estão deixando de lado o discurso sobre o valor de suas marcas e recorrendo a estratégias de preço para conseguir aumentar as vendas ou recuperar a participação em mercado perdida para fabricantes regionais e "informais". A tática de oferecer uma versão mais popular da marca ou uma promoção de preço foi adotada recentemente por gigantes globais em pelo menos três mercados: refrigerantes, cigarros e fraldas descartáveis. Segundo especialistas em consumo, fabricantes como Coca-Cola, Philip Morris e Procter&Gamble apostam que a redução na margem de lucro seja compensada pelo aumento dos volumes. "Quando você abaixa o preço, imediatamente amplia o espectro de consumidores e gera experimentação do produto", diz Pedro Silva, diretor de relações externas da americana Procter&Gamble, que colhe os frutos do lançamento de sua primeira fralda popular no país, a Pampers Básica, com menor poder de absorção e cerca de 30% mais barata que a Pampers InstanSec. A fralda mais barata foi lançada em fevereiro com pouca divulgação, mas o apelo de preço foi suficiente para a empresa computar dois novos pontos percentuais na participação de mercado medida pela ACNielsen.

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Quem são os seus concorrentes ?

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Que tipo de análise você faz dos seus concorrentes ? Qual a regularidade dessa análise ? É muito importante procurar entender quem são os seus concorrentes, seus objetivos, forças e fraquezas. Conheça aqui algumas perguntas importantes que você deve fazer a respeito dos seus concorrentes. 

1. Os seus concorrentes estão buscando lucratividade ? 

  • Crescimento de participação de mercado ? 

  • Liderança tecnológica ? 

2. Como os seus concorrentes estão tentando vencer você ? 

  • Preços mais baixos ? 

  • Melhor qualidade ? 

  • Melhores serviços ? 

  • Menores custos ? 

3. Quais são as principais forças dos seus concorrentes em relação a você ? 

4. Qual é o ponto mais fraco do seus concorrentes que você poderia explorar ? 

5. Como os seus concorrentes iriam responder se você aumentasse os seus preços ? 

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Antes que você saia vendendo ou comprando...

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A mídia adora inventar notícias sobre "
tendências" de produtos e serviços para o mercado. Jornais, revistas, televisão, internet... todos vivem criando tendências para o mercado. Mas tome cuidado. O que hoje a mídia diz que é uma tendência, meses depois deixa de ser. 
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Não saia comprando ou vendendo produtos apenas porque você ouviu falar a respeito em uma determinada mídia. Antes de fechar o negócio, procure pesquisar a respeito em 2 ou 3 outras fontes diferentes. Investigue os fatos, procure por dados concretos, evidências de demanda, vá fundo nas questões colocadas pela mídia. Não acredite em tudo que você lê.

Sistema de Representação para Representantes Comerciais

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SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO, VENDAS E SERVIÇOS SDR

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o sistema sdr já inclui NO PREÇO o uso em rede ilimitado sem custos extras E não tem taxa de manutenção mensal. a única taxa que o sistema sdr tem, é a anuidade de R$:120,00 para efeitos de suporte e atualização, com vencimento em março de cada ano (2007 bonificada).

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MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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