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Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 205 - 11.07.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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ÍNDICE DAS MATÉRIAS DO JORNAL

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..DICA DA SEMANA

..CARTAS DE AGRADECIMENTO

..ARTIGO DO SR. PROF. L. A. COSTACURTA - "A ARTE DE DAR MÁ NOTÍCIAS"

..CURIOSIDADES, REPORTAGENS, FRASES E IDÉIAS

..ARTIGO DO PROF.LUIS VIEGAS - "O TRISTE FIM DE LISARB"

..REFLEXÃO DO PROF. GILCLÉR REGINA - "ADUBANDO O TERRENO PARA OS OUTROS"

..ARTIGO DO PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES - "SOZINHOS NÓS FAZEMOS POUCO..."

..PIADAS DA EQUIPE DO SDR

..ARTIGO DO SR.  PROF. CARLOS CARREIRA - "ACEITAM-SE RECLAMAÇÕES"

..HISTÓRIA DAS MARCAS, REPORTAGENS E TENDÊNCIAS DO MERCADO

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" SUPERANDO OS LIMÍTES... "

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O piloto americano Chuck Yeager iniciou a era dos vôos supersônicos em 14 de outubro de 1947, quando rompeu a famosa barreira do som, aquele "invisível muro de ladrilhos" que tão intrigado mantinha todo o mundo científico da época. 

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Naquela época, alguns investigadores asseguravam dispor de dados seguros, de que aquela barreira devia ser impenetrável. Outros diziam que quando o avião alcançaria a velocidade Mach 1 sofreria um tremendo impacto em sua fuselagem e explodiria. Também não faltou no meio daquele debate quem aventurasse possíveis saltos atrás no tempo e outros efeitos surpreendentes. 
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O caso é que aquele histórico dia de 1947, Yeager alcançou com o seu avião Bell Aviation X-1 velocidade de 1126 quilômetros por hora (Mach 1.06). Houve diversas dúvidas e controvérsias sobre se verdadeiramente havia superado esta velocidade, mas três semana depois alcançou Mach 1.35, e seis anos mais tarde chegou até Mach 2.44, com o que o mito daquela barreira impenetrável se volatilizou definitivamente.
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Em sua autobiografia, Yeager deixou escrito: "Aquele dia de 1947, quanto mais rápido ia, mais suave era o vôo. Quando o indicador marcava Mach 0.965, a águia começou a vibrar, e pouco depois pulou na escala por cima de Mach 1. Acreditei que estava tendo visões! Me encontrava voando a uma velocidade supersônica e aquilo ia tão suave que a minha avó teria podido ir sentada ali atrás tomando uma limonada". 
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"Foi então quando compreendi, que a verdadeira barreira não estava no som, nem no céu, estava em nossa cabeça, em nossos conhecimentos".

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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" CARTAS DO JORNAL 204 "

RENE AVILES
Por intermédio do meu irmão Paul Teddy Arraya Aviles, fiquei sabendo deste site, e achei interessante os assuntos abordados. Agora que estou dedicando minha vida profissional às vendas, acho que devo me preparar melhor nesta área. Sempre fui homem de produção, mas estou cada vez gostando mais de vendas.
Muito obrigado pela ajuda que possa vir a receber.

JURANDIR RENATO DE ANDRADE
Acho importante as matérias e artigos e acaba dando uma grande contribuição para fazer uma auto-análise para uma reciclagem contextualizada, parabéns!

SHIRLEY GUELFI ALIPIO
Devido a falta de cultura da tv aberta é importante ter acesso a meios de comunicações que trabalham com idoneidade.

MARIA IZABEL ARANTES
Gostaria de receber as dicas e outros, pois acho muito precioso este jornal.
Agradeço antecipadamente.

LUIZ OCTAVIO SILVEIRA PAGLIARELLI
Sou profissional de vendas e acho muito importante um jornal voltado para o nosso segmento.

CARLOS JUNIOR CAVALHEIRO
Muito bom, tenho usado as palavras em minha vida.

BRUNNO S CARVALHO - A Faculdade Estácio de Sá de Vitória - FESV
Muito bom os artigos que tomei conhecimento à pouco tempo.

Janice Cardoso
Conheci este jornal por intermédio de um amigo e achei super interessante. 

VINICOLA GILIOLI LTDA.
GOSTARIA DE RECEBER O JORNAL!

JOELMA HERDY ROCHA
O jornal SDR é sensacional!!!!

ROBERTO CARLOS RAMOS BARBOSA
Espero aprender ainda mais com vocês.

CARLA FERNANADA TERRANI
Desejo receber novidades!!

LUCIA ZUMASH
Sou estudante de comunicação e gostaria de receber seu jornal.
Um grande abraço!

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Hoje agradecemos com uma frase de Peter Drucker... Educação é o novo grande negócio da Web. A formação contínua é a única alternativa para se manter competitivo. As pessoas querem continuar a aprender, mas a partir de casa...  

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O PESCADOR E O MAR REVOLTO 



Um pescador pescava em um rio, atravessando-o com sua rede de uma margem a outra; logo, com uma pedra amarrada ao extremo de uma corda de linho, agitava a água para que os peixes, aturdidos, caíram ao fugir entre as malhas da rede.

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Um vizinho o viu proceder assim e reprovou e obrigou a beber a água turva. Mas ele respondeu: - Se não revolvo o rio, terei de morrer de fome!
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"Igualmente acontece com as nações: - Entre mais discórdia que semeiam os agitadores entre as pessoas, maior será o proveito que obterão. Forma sempre a tua própria opinião e não vás aonde os outros querem te empurrar sem que o faças com razão!"
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ESOPO - 620 E 560 ac

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 UM GRANDE ABRAÇO A TODOS, DA EQUIPE DA COMUNIDADE DO SDR

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.. " A ARTE DE DAR MÁS NOTÍCIAS "

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L. A. COSTACURTA JUNQUEIRA

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VICE - PRESIDENTE 
Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo.
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Criticar o estilo ou desempenho de um subordinado.

Dizer a um cliente que não pode atender sua solicitação.

Demitir um de seus funcionários.
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Quem não enfrentou pelo menos uma das três situações descritas acima? Dar más notícias é também uma das funções do executivo/gerente, embora certamente não seja tarefa das mais agradáveis.

Erros e problemas fazem parte do nosso dia-a-dia, e procrastinar seu trato é muito perigoso. Ignorá-los também é uma solução inadequada.

No entanto, vale lembrar que erros e problemas podem representar uma grande fonte de aprendizagem e melhoria contínua, e alguns benefícios podem ser extraídos nestes momentos, quando é necessário a "arte de dar más notícias":

  • Constitui uma relação de confiança entre as partes. 

  • Constitui um sinal de respeito para com os outros. 

  • Faz com que os problemas não fiquem piores. 

  • Não se pode melhorar se os erros são desconhecidos. 

Qual seria então uma boa estratégia para se dar más notícias? Sugerimos, entre outras, as seguintes posturas:

  • Uma atitude sincera e de ajuda. 

  • Colocar-se no lugar do outro. 

  • Escolher o melhor momento. 

  • Deixar claro suas motivações/intenções. 

  • Ir direto ao assunto, focalizar o lado do "negócio". 

A experiência mostra que algumas frases podem ajudar nessa difícil arte:

  • "Tenho algumas informações que acho poderiam ser úteis a você".

  • "Estou preocupado com você e imaginei que poderia estar interessado em ouvir o que observei".

  • "Há um problema a respeito de ... Eis o que acho que está acontecendo".

Por outro lado, certas posturas e comportamentos devem ser evitados, tais como:

  • Partir do princípio que a outra parte não pode administrar o problema ou que não está interessada nele. 

  • Tirar conclusões baseado em seus preconceitos. 

  • Só das más notícias. 

  • Evitar assumir responsabilidades 

Há também alguns riscos envolvidos no processo de se dar más notícias, e devemos estar atentos para os seguintes:

  • Ter em mente que sempre haverá algum tipo de conseqüência. 

  • Estar pronto para administrar o conflito que será causado. 

  • Estar pronto para mudar o que for necessário. 

  • Predispor-se a se envolver ou trabalhar mais. 

Também ajuda muito no processo evitar os comportamentos chamados defensivos, tais como:

  • Ter sempre claro qual é seu objetivo. 

  • Reconhecer e aceitar os sentimentos da outra pessoa. 

  • Evitar olhar as intenções da outra parte com visão negativa. 

Em alguns casos a utilização de uma terceira pessoa, um facilitador, pode ajudar no processo, especialmente em função das características de mentalidade dessa pessoa.

Essas são algumas das boas idéias acerca do processo de se dar más notícias, e outras certamente poderão ser desenvolvidas e praticadas. O importante é que a procrastinação seja evitada, que se vá direto ao assunto o que a motivação seja construtiva. Seus momentos difíceis poderão se tornar menos desgastantes e o resultado final certamente será positivo.


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L. A. COSTACURTA JUNQUEIRA
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VICE - PRESIDENTE 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Vice-Presidente do MVC - Instituto Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo. Administrador pela FGV. Coordenador dos projetos de Educação Corporativa e Consultoria em Desenvolvimento de Talentos Humanos. Seminários e Palestras nos EUA, Portugal, Uruguai, Aruba e Paraguai. Autor dos livros Negociação: Tecnologia e Comportamento (27ª Edição – 180.000 exemplares), Sr. Presidente: A Culpa é Sua: Desenvolvendo Talentos Humanos (4ª Edição), Administração do Tempo: Um programa de Autodesenvolvimento (7ª edição), Tempo do Executivo: Problemas e Soluções (8ª edição). Co-autor, com Eunice Mendes, dos livros Falar em Público: Prazer ou Ameaça? – (4ª edição) e Comunicação Sem Medo (5ª Edição). Co-autor com Marco Aurélio Vianna em Gerente Total: Administrando com Eficácia a Empresa do Século XXI, (5ª edição). Seu livro mais recente é Cada Empresa Tem o Consultor que Merece – Como Otimizar as Relações entre Clientes e Consultores (co-autoria Célia Marchioni). 
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Telefones: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta / Angélica Stein (SP) - www.institutomvc.com.br 

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"DICAS E CURIOSIDADES" Nº205 DO WWW.SDR.COM.BR

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ensinamentos de Sun Tzu

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Um "Representante Comercial" que não saiba adaptar a sua estratégia comercial, administrativa e financeira às novas circunstâncias do mercado de "TI" (tecnologia da informação), não conseguirá contratar as pessoas certas, para tomar as decisões certas, nos momentos certos.

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Existem 5 defeitos que podem derrubar um Representante Comercial:

  • Se é temerário, pode levá-lo a gastar inutilmente os seus recursos.

  • Se é tímido, podem usurpar os seus recursos. 

  • Se é temperamental, podem levá-lo a precipitar-se. 

  • Se é egocêntrico, podem vencê-lo pela bajulação.

  • Se se preocupa com a popularidade, hesitará antes de tomar uma decisão impopular.

Conseguirá desenvolver uma "Gestão de Vendas", quando as suas emoções, a sua organização e os funcionários estejam seguros dos objetivos.


As pessoas trabalham melhor com métodos, procedimentos e equipamentos que compreendam. Sentem-se mais confortáveis se souberem o que se está para acontecer. 

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As pessoas que se sentem confortáveis e estáveis são mais equilibradas e astutas, duas características essenciais para o sucesso. 

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ENVIADA POR JOSE L. TERRA - VIRGINIA - EUA

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"As idéias são como pulgas, saltam de uns para outros, mas não mordem a todos."

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George Bernard Shaw 

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Estratégias vencedoras para Comércio Eletrônico

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O consumidor esta cada vez mais exigente. Conheça 12 estratégias vencedoras utilizadas pelos maiores web sites de e-commerce do mundo: 

  • 1. Domínio Simples. Torne fácil para o consumidor localizar o seu web site ao adotar um domínio (endereço www) muito simples. 

  • 2. Formas Claras de Pagamento e Preços. Tenha certeza que os preços e formas de pagamento são mostradas desde a primeira página. Não faça o consumidor procurar por isso. 

  • 3. Coloque poucos anúncios. O Consumidor não gosta de anúncios em todos os lugares. 

  • 4. Navegabilidade. A utilização do seu web site deve ser intuitiva. Se manuais ou treinamento são necessários para sua utilização, esqueça. 

  • 5. Evite links com outros sites. Não envie o seu cliente para fora do seu web site fornecendo links para outros web sites. 

  • 6. Integração de Canais. Tenha certeza que o endereço do seu web site está presente em todas as outras formas de comunicação que você tem com o mercado e vice-versa.

  • 7. Formas de Entrega. Ofereça mais de uma forma de entrega para o pedido de compra. 

  • 8. Identifique clientes freqüentes. E crie benefícios exclusivos para esse grupo de clientes. 

  • 9. Disponibilidade de Produtos. É importante mostrar a informação de "produtos em estoque" ou "produtos sob consulta". 

  • 10. A busca de produtos deve ser fácil. Coloque uma janela para busca de produtos em todas as páginas. 

  • 11. Comunicação com Clientes. Responda e-mails imediatamente. 

  • 12. Devolução de Produtos. Por diversos motivos o seu cliente pode querer devolver a compra. Mantenha uma política de devolução eficiente e que respeita o consumidor.  

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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br

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Tratar com pessoas é, provavelmente, o maior problema que se enfrenta, 

especialmente se se trata de uma pessoa de negócios. 

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Dale Carnegie. - Escritor estadunidense, 1888-1955.

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Passe a palavra. 

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Os "Representantes Comerciais" não devem guardar para si o que aprendem no Jornal, livros ou nas revistas de gestão e de negócios. 

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"Quando encontro uma boa idéia, gosto de a transmitir aos meus funcionários, afirma Jim Johnson, presidente da Brandy’s Automotive Repair. 

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Johnson junta as cópias dos melhores artigos às folhas de salário dos seus 20 funcionários, lembrando-lhes que são os clientes que lhes pagam os ordenados.

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4 maneiras de aumentar as vendas
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1) Organize-se para ser o melhor. Use um checklist para planejar sua atitude, aparência, reunir informações sobre o cliente, informações sobre os produtos e o ambiente de vendas, de modo que você possa ser o mais profissional em suas vendas.

2) Perceba o que está funcionando. Analise a você mesmo, seus produtos (ou serviços) e sua empresa para conhecer melhor o que está funcionado no momento. Reforce as ações e ferramentas que estão trazendo bons resultados. Aprenda com seus sucessos bem como com seus fracassos.

3) Conheça sua vantagem competitiva. Estude sua empresa e seus produtos em relação ao que seus concorrentes oferecem. Saiba onde e como você se sobressai, e onde sua estratégia está precisando melhorar. Esteja preparado para falar sobre essas comparações a qualquer momento.

4) Melhore suas habilidades em vender, não apenas o conhecimento sobre seus produtos. Não confie apenas no seu conhecimento sobre um produto para tornar você mais persuasivo. Refine suas habilidades em analisar seus clientes, descrever sua oferta de maneiras cativantes e em fazer perguntas e fechar propostas na hora certa.

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PROF. MÁRCIO MIRANDA 
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NEGOCIADOR
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Workshop Consultoria e Treinamento

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http://www.workshop.com.br  - julia@workshop.com.br  

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PORQUE A SERPENTE É O SÍMBOLO DAS FARMACIAS?
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A origem deste símbolo tem que se procurar em Hermes, Deus Grego da ciência química. Hermes era considerado o mensageiro dos Deuses, se lê representava portando um báculo lado que nas farmácias tem sido substituído por uma taça.
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Os antigos Gregos estabeleceram uma curiosa relação entre os médicos e as serpentes, já que estas renovam periodicamente sua pele e parecem rejuvenescer, coisa que os Gregos esperavam que seus médicos fossem capazes de conseguir.
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Por essa razão o báculo que representava a Hermes, incorporou a serpente, que enroscada, se converteu no símbolo das farmácias.

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Beba a água do seu rival...

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Para testar a qualidade do seu produto e do serviço, Allen Bechtel, presidente da Pure Water Corp., convida os seus clientes a experimentarem os produtos da concorrência. 

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Descobrindo que o preço dos rivais era mais elevado, mas que eles também deixavam algumas garrafas de reserva, Bechtel desenvolveu um novo esquema de distribuição e de preço, superando-os. 

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Como é cuidadoso a selecionar os clientes para este teste, Bechtel garante que nunca perdeu nenhum.

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" O TRISTE FIM DE LISARB..."

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PROF. LUIS VIEGAS
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CONSULTOR

WORKSHOP CONSULTORIAS E TREINAMENTO

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http://www.workshop.com.br  -  julia@workshop.com.br 

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Em tempos que já lá vão, encravado entre ricas florestas e uma vasta costa banhada pelo Atlântico, existia um grande país chamado Lisarb. Os dados históricos, que chegaram até nós, deixam dúvidas se era um país subdesenvolvido ou em fase emergente. Sabe-se apenas que, apesar de bastante sofrimento, os Lisarbianos formavam um povo alegre e, pode-se dizer, feliz. Procuravam no esporte e em algumas festas populares, o lenitivo para seus males e frustrações. Considerado um povo esperto, buscava na grande criatividade que os dotava a solução para a maior parte dos seus problemas, e também para alcançar certas vantagens mais ou menos honestas. Lisarb vinha enfrentando uma situação conturbada. A economia procurava adaptar-se a uma nova fase. Para sair de uma inflação astronômica, o governo havia sido obrigado a adotar pacotes econômicos com severas restrições aos gastos e ao consumo. 

 

Como conseqüência, o parque industrial estava ocioso, o comércio sofria com a falta de consumidores, o desemprego e a fome rondavam os lares de Lisarb. Embora convivendo em relativa paz, os povos vizinhos, que também enfrentavam momentos difíceis, demonstravam velada inveja pelas riquezas potenciais com que a natureza havia privilegiado Lisarb. Diziam ser desumano tantas riquezas inexploradas na mão de um único país! O governo, não acreditando numa possível invasão e com escassez de recursos para cuidar da sua defesa, protelava “sine die”, a estruturação e treinamento de seus exércitos e a manutenção e modernização de suas armas. Quando questionados, os políticos e responsáveis pela defesa alegavam a inexistência de recursos e o fato de estarem em tempos de paz! O inimigo já invadiu as suas fronteiras! A sua empresa está preparada para enfrentá-lo? “ Se um dia entrarmos em guerra, pensaremos na nossa defesa”. - argumentavam.
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A guerra veio!
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Os vizinhos invadiram Lisarb em busca de comida e matérias primas que já escasseavam em suas terras. Era a guerra pela sobrevivência. Sem planos estratégicos de defesa, com exércitos mal estruturados e despreparados, e com armas obsoletas e enferrujadas, o povo Lisarbiano não pôde resistir. 
De Lisarb apenas sobraram os escombros e alguns escritos que legaram para a posteridade um pouco da sua melancólica história.
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Triste foi o fim de Lisarb!

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Mais triste ainda é ver que no limiar do Século XXI, em plena Era do Conhecimento Informatizado e da Tecnologia revolucionária, muitas empresas brasileiras ainda adotam a filosofia Lisarbiana do:
 

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“agora não dá!”

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Estamos vendo muitos empresários adiarem seus investimentos, em especial na
formação de seus profissionais, com a alegação de que o mercado está parado, as vendas estão fracas e as fábricas ociosas. Então treinar para quê? – questionam eles! Aproveitando o exemplo de Lisarb, aqui fica uma pergunta: 

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Será que os empresários estão esperando a guerra reaquecer para começar a treinar o seu pessoal e preparar as suas armas? 

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Se isso, por uma questão óbvia, não pode ser feito durante a guerra, pois o inimigo não dará oportunidade para essa trégua, então terá que ser feito obrigatoriamente em tempos de paz! .

  • A exemplo de Lisarb, você também está esperando a guerra reaquecer para começar a treinar o seu pessoal e preparar as suas armas? 
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  • Se agora não dá, porque o mercado está parado e não existem recursos e amanhã não dará, porque o mercado estará aquecido e não será possível parar a máquina, quando vai dar então?

Consigo agora compreender claramente o que um dos generais Lisarbianos clamava, sem nunca ter sido escutado pelos demais: “Em tempo de guerra não se limpam armas!”. 


É , pois, chegada a hora dos responsáveis pelos destinos das empresas brasileiras, especialmente daqueles que têm o firme propósito de ainda ver o sol brilhar em futuro breve, refletirem um pouco mais sobre onde pretenderão chegar e o que estão fazendo para lá chegar. 


Sabemos que quando o dinheiro está curto e o futuro nebuloso, qualquer decisão é difícil de ser tomada. O desafio é investir no momento certo e da forma correta, para que recursos venham a ser gerados, que reinvestidos também da forma correta, possibilitem o crescimento e o fortalecimento da empresa no mercado. É chegado o momento de reflexão para as empresas que têm o firme propósito de ver o sol brilhar no próximo século:
onde estou, onde quero chegar e o que estou fazendo para lá chegar! - Aqui surge mais uma pergunta: 

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Não é exatamente nos momentos difíceis que precisamos ser melhores e mais profissionais do que os nossos concorrentes? 

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Quando tudo está bem, o mercado está comprador e o dinheiro está entrando no caixa sem esforço, aí até dá para relaxar! Mas como não há bem que sempre dure! É evidente, e a experiência vivida em outros países mostra isso claramente, que o sucesso de qualquer empresa começa na qualidade e sucesso do seu pessoal. 

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Foi assim que o Japão ressurgiu das cinzas, é assim que os Tigres Asiáticos deram a volta por cima, e será também assim que os países que quiserem competir em igualdade com os demais e participar de uma economia cada vez mais globalizada precisarão agir.

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A concorrência já não tem fronteira! As empresas brasileiras estão sofrendo com a entrada de concorrentes no mercado nacional, que não vieram de tão longe para brincar. Em contrapartida, orgulhamo-nos de ver empresas brasileiras invadirem países desenvolvidos, com produtos de alta tecnologia e qualidade, que embutem o trabalho e conseqüentemente o suor do operário brasileiro, dignificando a indústria e a inteligência nacional. 


A esta altura o leitor deve estar pensando: fácil falar, difícil executar! O que devo então fazer? Qual o milagre proposto neste artigo?
O leitor, por certo um destemido guerreiro em muitas batalhas, não acredita mais em milagres e muito menos em fórmulas mágicas. 


“Business is business”. Cada um, no seu ramo de negócio, sabe exatamente aonde lhe aperta o sapato. O que pretendo com este artigo é apresentar 10 pontos que levem os empresários a refletir sobre outras formas de encarar o tema “Formação e Desenvolvimento Profissional”, matando e enterrando o “bicho-papão” que vive nas empresas, modernamente apelidado de Paradigma. 
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1 - Defina a vocação da sua empresa .

  • Pense no que a sua empresa está fazendo no mercado e se faz o que o cliente realmente quer. Em função disso, levante os seus pontos fracos e corrija-os rapidamente. Se a pressa é inimiga da perfeição, a agilidade é amiga dos bons resultados! 

  • Analise os seus pontos fortes e descubra o que a sua empresa pode fazer de diferente e melhor do que o concorrente. Você precisa ser o melhor em alguma coisa! 

  • Divulgue com intensidade para o mercado no que a sua empresa se diferencia das demais e o que efetivamente está fazendo para ajudar os seus clientes a resolverem seus problemas.

  • Lembre-se de que o ovo da pata é muito maior do que o da galinha, só que enquanto a pata trabalha em silêncio, a galinha bota a boca no mundo! A propaganda continua sendo a alma do negócio!

  • Lute para conservar essa diferença. Mantenha os olhos bem abertos para as mudanças e mude antes delas... se for capaz!

  • Procure nichos de mercado onde você possa ser o maior, de preferência o único. 

  • Aproxime-se o mais que puder do cliente. O bom pescador sabe que só levará grandes peixes para casa se aprender a pensar como o peixe. Não como qualquer um. Mas como aquele que deseja pescar. Junte o seu pessoal na próxima reunião e proponha o seguinte debate: “E se nós fossemos clientes de nós mesmos? O que teríamos a dizer de bom e de ruim!” Não se esqueça de se preparar com um bom estoque de analgésicos. Por certo vai ouvir o que não quer!.

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2 - Defina claramente os objetivos.

  • Pense nos objetivos que a empresa precisa atingir. Dessa forma você estará definindo o rumo a ser seguido. Sem objetivo, qualquer rumo serve e o seguido certamente não será o melhor. Cada profissional, cada setor, poderá chegar aonde bem quiser, e você nada poderá cobrar depois. (Seneca sabiamente dizia: “O acaso, faz da vida do homem um joguete.”)

  • Envolva a sua equipe na definição dos objetivos. Certifique-se de que todos os setores contribuíram, os conhecem e os aceitam. A isso se chama de Comprometimento. Livre-se do “eu não tenho nada a ver com isso!” Quem não estiver na canoa remando para o mesmo lado, estará contra! (O acaso faz da vida do homem um joguete. Seneca)

  • Só após o objetivo definido, a sua empresa poderá pensar em quantificar os recursos necessários, e especialmente a qualidade e quantidade de pessoal necessário para atingi-lo.

  • Ah... Muito importante! Não se esqueça de envolver os seus fornecedores e clientes nessa etapa. .

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3 - Defina o perfil do profissional.

  • Lembre-se que a sua empresa tem agora um rumo definido e um objetivo a ser alcançado! Está então com os instrumentos necessários para elaborar o que eu chamo de “To be or not to be” de uma empresa. A definição do perfil dos profissionais que estarão capacitados para participar do jogo. Quer um bom exemplo? Ouça o que um comentarista de futebol diz no intervalo de um clássico sobre a estratégia de cada treinador e especialmente sobre as substituições que deverá fazer. É a busca do profissional certo, na hora certa.

  • O que levar em conta na hora da elaboração do perfil? Tudo... Saúde, formação, cultura, adaptabilidade, humor, conhecimento, espírito de corpo, disponibilidade para viagens, conhecimento de línguas, retidão de caráter... etc. Ah! ...Uma boa, mas boa mesmo, dose de ambição, não faz mal a ninguém. Lógico que essas características dependerão da posição que o profissional irá ocupar. Afinal você está procurando um zagueiro ou um goleador? 

  • Não se esqueça de alinhavar esse perfil numa folha de papel e se for o caso, enviar para o Departamento de Seleção de Pessoal.

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4. Corte as gorduras indesejáveis.

  • Peter Drucker afirma: “Um baixo turn-over nem sempre é bom para a empresa. Poderá significar uma má limpeza”. É chegada a hora do profissionalismo! Não dá mais para segurar profissionais acomodados, que sugam o esforço dos que estão dando tudo de si para levar a canoa até o final da corredeira. Se precisar demitir, demita! Faça-o de forma criteriosa e acima de tudo justa.

  • Uma limpeza sempre deixa traumas, até mesmo para quem fica. A corda no pescoço do outro provoca coceira no meu pescoço! Por isso é necessário estar preparado para curar algumas feridas. Como? Faça todo o possível para segurar e valorizar os bons profissionais que ficaram. Dessa forma terão mais motivos e energia para continuar remando! 

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5. Selecione e contrate adequadamente.

  • O processo de seleção e contratação de pessoal, nem sempre é abordado com a seriedade que a sua importância exige. Muitas empresas, quando o mercado aquece, saem à cata de profissionais, se assim os podemos chamar, e acabam errando feio. Gastam dinheiro e contratam pessoas inexperientes ou até mesmo de caráter duvidoso, que acabam não ajudando o caixa, mas prejudicando a imagem da empresa. Superação Profissional só é possível quando existem objetivos, estratégia, técnica e coração.

  • Defenda sempre a bandeira de que é melhor pecar pela qualidade do que pela quantidade. Por inúmeras vezes temos visto um time de futebol com apenas 10 jogadores, dar um baile no outro time completo. A isso chama-se “Superação Profissional”, que só é possível quando existem objetivos, estratégia, técnica e coração. 

  • Se a sua empresa não tem um departamento especializado em seleção, procure o serviço de terceiros. A contratação do profissional certo é vital, e por isso requer tempo, paciência e conhecimento. Se você ainda não se preocupou com isso, analise os diversos caminhos que existem hoje para selecionar um profissional. Você vai se impressionar! É coisa do outro mundo... A principal habilidade do líder é saber o que acrescentar a um trainee recém contratado, para que se transforme em um fora de série, vulgarmente chamado de “Prata da Casa”. 

  • Não esqueça que a contratação de “Trainees” é uma forma barata de conseguir jóias raras que precisam apenas de lapidação. Michelangelo via uma estátua dentro de um bloco de mármore, bastando para isso tirar o excesso. A principal habilidade do líder é saber o que acrescentar a um profissional recém contratado, para que se transforme em um fora de série, vulgarmente chamado de “Prata da Casa” 


6. Programe Treinamento Introdutório.

  • Definidos os objetivos, contratados os profissionais, você tem em mãos os ingredientes necessários para elaborar o PTI - Programa de Treinamento Introdutório. É muito comum depararmos com profissionais, em especial vendedores, que são enviados ao front da batalha sem o mínimo conhecimento da empresa que representam, seus produtos, sua política de preços, sua missão, etc. São massacrados impiedosamente pelos concorrentes. Daí vem o desânimo, a queda da auto-estima e a demissão. Quando não deixam para trás um monte de enormes abacaxis para a empresa descascar!

  • Não deixe que isso aconteça! Depois de admitido, o novo profissional deverá passar por um programa de treinamento, para conhecer profundamente o time em que vai jogar, o adversário que vai enfrentar, as regras do jogo e o campo!

  • Mas não existem recursos para isso? Amanhã ao chegar na sua empresa, olhe para os lados e vai encontrar um monte de gente preparada para iniciar qualquer novato!
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7. Fidelize seus profissionais.

  • Certos empresários reclamam que não existe mais fidelidade por parte dos profissionais, para com a empresa. Se alguém acenar com um salário um pouco maior, o empregado pega o chapéu e vai embora. Cabe aqui outra pergunta: Será que a recíproca não é também verdadeira? Não existem empresas que, na primeira dor de barriga, fazem uma limpeza, sem dar a mínima satisfação e sem o mínimo respeito pelos profissionais que realmente vestiram a camisa?

  • Que garantia de estabilidade podem ter os profissionais nas empresas que assim agem? Na primeira boa oportunidade que encontram, caem fora! Como evitar a contaminação do vírus do “hoje foram eles, amanhã seremos nos?”. 

  • Lute, até o máximo de suas forças e possibilidades, para não perder bons profissionais. Eles não podem ser perdidos por diversos motivos: Vão fazer falta a curto e médio prazo. Vão fortalecer o time da concorrência e levar tudo o que aprenderam, até mesmos alguns segredinhos! Já custaram muito dinheiro para a empresa, que precisará investir muito mais na formação de quem os irá substituir. Sem falar no tempo que vai demorar! 

  • Fidelize o bom profissional através do respeito profissional, segurança no futuro, e perspectiva de crescimento profissional, salários e benefícios que possibilitem uma vida digna para ele e sua família. Se a sua empresa assim não agir, nunca conseguirá formar uma equipe campeã. E se for verdade o que andam dizendo por aí, que a empresa é a radiografia dos seus profissionais...
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8. Invista em Treinamento e Desenvolvimento Contínuo.

  • Desculpe, mas nunca é demais dizer que uma empresa vale pela qualidade de seus profissionais. No entanto, muitos empresários ainda alegam que não investem em treinamento, em função do alto turn-over, ou então que não vão gastar dinheiro preparando profissionais para o concorrente levar! 

  • Se a sua empresa não estiver adotando um sistema de contínuo de Formação Profissional que preveja as fazes de Aprendizado, Treinamento, Aplicação e Correção, certamente estará jogando dinheiro no lixo!  

  • Quebre já esse paradigma se quiser ver a sua empresa entrar vitoriosa nos próximo milênio. Muitas empresas têm pago um alto preço por assim pensar e proceder. Treinamento é um processo natural e contínuo, que acontece desde o momento que o profissional pôs os pés na empresa. Se você é líder de uma equipe, a decisão é sua. Ou promove treinamento formal e contínuo, de forma a que o profissional se torne produtivo mais rapidamente e comece a gerar resultados, ou deixa o empregado aprender sozinho, errando, perdendo tempo, causando prejuízos, se acidentando, até cair fora!

  • Adote na sua empresa o que eu chamo de SISTEMA ATAC de Treinamento. O seu profissional deverá APRENDER, TREINAR, APLICAR e depois CORRIGIR. Se você não estiver adotando uma fórmula idêntica a esta como um círculo vicioso, certamente estará jogando dinheiro no lixo com “cursinhos” de qualidade duvidosa.
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9. Avalie e cobre resultados .

  • A Avaliação de Desempenho é a única forma de investir corretamente em treinamento. Possibilita mostrar ao profissional os seus pontos fortes, que devem ser valorizados e reforçados, e as deficiências, que deverão ser corrigidas. É também uma excelente oportunidade para motivar o profissional a buscar a produtividade e a qualidade total. 

  • Tenha um Sistema de Avaliação periódico e formal, onde em uma determinada época, avaliador e avaliado possam sentar-se frente a frente para discutir, sem constrangimentos e medos, possíveis falhas de ambos os lados. 

  • Além dessa Avaliação periódica, desenvolva e dissemine entre os líderes de grupo a mentalidade da orientação dia-a-dia. Avaliar significa encontrar sistematicamente caminhos de forma conjunta, para melhorar resultados. Não deixe para corrigir amanhã o erro cometido hoje! Faça-o antes que se transforme em um câncer incurável. 

  • Cobre resultados de forma categórica. O que não é cobrado, por certo não será feito! Todo o objetivo a ser atingido precisa ter os seus instrumentos de controle bem definidos e atuantes. Se você não controlar os resultados e compará-los com os objetivos e metas, como vai definir estratégias que o reconduzam novamente ao campo de jogo?.

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10. Saiba criar orgulho.

  • Criar orgulho profissional é uma questão de tempo e especialmente exemplo. 

  • O profissional será tanto melhor, quanto maior for o orgulho que ele possa ter pela sua empresa e pelo trabalho que executa. É gratificante encontrar profissionais que vestem de fato a camisa da empresa e a defendem com unhas e dentes. Sabemos, no entanto, que isso, em especial nos dias de hoje, não é fácil conseguir. 

  • Saiba que criar orgulho é uma questão de tempo e exemplo. A empresa demonstra estar comprometida com a segurança e bem-estar dos seus profissionais e estes, por suas vez, comprometem-se a defender a boa imagem, crescimento e sucesso da empresa que os emprega.  

  • Comprometimento só é conseguido através de um relacionamento aberto, cristalino e profissional entre as partes.  

  • Envolva toda a equipe nas decisões a serem tomadas na empresa. Cada profissional deverá ter o sentimento de que contribui de forma significativa para os resultados, e que o crescimento da empresa tem como conseqüência, o seu próprio crescimento. Algo muito importante que a empresa deverá aprender a cultivar é a palavra “nós”! 

 

Em tempo, quero informar, que sobre os escombros de Lisarb surgiu um grande, rico e importante país chamado Brasil. Espero que os responsáveis pelo seu destino tenham aprendido a lição, mantendo seus exércitos organizados e treinados, e suas armas atualizadas e prontas, para uma guerra que promete não mais ter fim. 

 

Nessa guerra, os campos são os mercados, a munição os recursos, quer materiais ou humanos, as estratégias e táticas dependem muito mais do conhecimento e da criatividade que constrói, do que da logística belicosa da destruição e morte.

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Mas devemos ter sempre em mente que, no campo dos negócios, o reflexo da derrota ou da vitória não se traduz em perda imediata de vidas, mas sim no bem-estar, sobrevivência e dignidade de um povo . 
E já que a globalização nos faz lembrar que habitamos uma “Aldeia Global”, estendamos essa preocupação a todo o ser-humano que habita o nosso planeta. 

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As guerras poderão ser diferentes! 

Mas as vidas que envolvem são exatamente as mesmas.
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PROF. LUIS VIEGAS
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CONSULTOR

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Luis Viegas - Administrador de empresas, pós-graduado em Marketing. Especializado em Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal, com diversos cursos nos Estados Unidos e Europa. Exerceu a função de executivo em empresas nacionais e multinacionais. Consultor de Marketing no projeto NIDO/FIESP/SEBRAE direcionado para orientação à pequena e média empresa. Instrutor de Cursos coordenados pelo Desempi/Fiesp. Debatedor de áudios de treinamento. Autor da Coleção de áudio: “As Vendas estão Caindo! E agora?”. Palestrante Motivacional. Autor de artigos sobre Marketing, vendas e comportamento. .


WORKSHOP CONSULTORIAS E TREINAMENTO.

A Workshop tem o objetivo de ajudar os seus clientes a procurarem caminhos que os levem a aumentar a lucratividade e produtividade, sem esquecer que tudo isso só será possível através do comprometimento dos seus profissionais e colaboradores. 
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Rua Adib Auada 41 - Centro Empresarial Granja Viana - Cep: 06710-700

Cotia (SP) - Tel: 11 4612-6054 ou 3871-3124  fax: 11 4612-6056 

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" ADUBANDO O TERRENO PARA OS OUTROS "

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.SR. PROF. GILCLÉR REGINA
Palestrante e Escritor com meio milhão de livros vendidos.



São tantas as histórias reais de pessoas que desistiram no meio do caminho porque foram desmotivadas, que dariam milhares de livros só para contá-las. Histórias que eu conheço e que você conhece. É possível que você tenha um amigo, um parente ou vizinho, ou até mesmo você já passou por algum episódio semelhante. Pessoas que estavam sentadas na riqueza e na prosperidade, mas não se deram conta disso ou mesmo ignoraram.

Um rapaz que conheço pelo nome de João, no afã de ganhar dinheiro e fazer sucesso, comprou uma fazenda no Mato Grosso do Sul. Tentou formá-la, mas vendo que suas terras eram pouco produtivas, resolveu vendê-las. O novo dono, ao pesquisar o terreno descobriu que ali havia uma imensa mina de calcário. Começou a explorá-la e ganhou muito dinheiro.
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A história de Ali Hafed que era um rico dono de terras na antiga Pérsia, onde hoje situa-se o Irã, vendeu tudo o que tinha para procurar diamantes. Perdeu a família, correu mundo e três anos depois suicidou-se na Baía de Barcelona, pobre, absolutamente paupérrimo. Um ano depois de sua morte, de forma acidental, a pessoa que comprara suas terras, descobriu uma enorme mina de diamantes, conhecida mais tarde como a mais famosa mina de diamantes do mundo, Golconda, de onde saíram pedras como o diamante koh-i-noor de 186 quilates pertencentes hoje as jóias da Coroa da Inglaterra e Orlof de 198 quilates das jóias da Coroa da Rússia. 
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A história de uma das maiores minas de ouro já encontradas. Um tal Darby, naqueles tempos da corrida do ouro descobriu a mina em suas terras no Colorado. Extraiu ouro e estava ficando rico quando repentinamente o veio de ouro secou. Ele perfurou, perfurou até que se cansou. Decidido, vendeu a mina para um senhor sucateiro da região, para que o mesmo pelo menos fizesse algum dinheiro com o que restava do equipamento enferrujado. Este, antes de mexer na mina contratou um geólogo que fez uma análise do terreno. O geólogo constatou que ali acontecera um fenômeno chamado em geologia de "linhas de falha", isto é, se a mina fosse escavada mais um metro de profundidade encontraria o seu grande veio de ouro. Não precisa dizer que o sucateiro ficou milionário e em dólares.
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Histórias como estas e tantas outras nos mostram que as pessoas se desanimam com muito mais facilidade do que se motivam. O universo conspira conforme for a corrente. Se a pessoa é negativa, vai conseguir resultados medíocres. Se for animada, seus resultados já começam a ser melhores. Podem observar o grande ramo da medicina que vem por aí, a medicina psicossomática, que trata de pessoas que adquirem doenças porque pensam que estão doentes e a única coisa que conseguem com isso é doença mesmo e o pior, existe um número muito grande e crescente de pessoas com estes sintomas.

Adubar o terreno para os outros é ficar motivado até um certo tempo, depois desistir para outro colher. É o chamado vendedor perdigueiro, levanta todas as informações, depois o concorrente vai lá e vende.
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Se entrarmos no terreno da felicidade é a mesma coisa. As pessoas estão escondendo a oportunidade de serem felizes dentro de si mesmas. É preciso encontrar a paz dentro do seu próprio coração. É estar de bem com a família, onde a palavra "lar" tem um sabor todo especial, que é o lugar onde os pequenos são grandes e os grandes são pequenos, isto é, onde a verdade prevalece. 

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Mas muitos estão esquecendo-se disso, e buscando a felicidade no efêmero, na circunstância. Muitos estão sentados em cima da mina, da fonte da felicidade sem o saberem. Você não precisa sair de seu lugar para ter uma vida alegre. Não é necessário ir à Europa, ao Caribe ou ao Nepal para se feliz. 

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Sonhe muito para ter sempre o que realizar.
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PENSE NISSO! SUCESSO E UM FORTE ABRAÇO.

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SR. PROF. GILCLÉR REGINA

 

 Palestrante e Escritor com meio milhão de livros vendidos.

(44) 227-0697 - ceag@ceag.com.br  - www.ceag.com.br 

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O CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora nasceu em junho de 1991, sendo uma das primeiras empresas do país a desenvolver projetos, palestras e seminários motivacionais, voltados para todas as pessoas das empresas. - Nosso trabalho é apresentado em todo o Brasil. A Palestra Show apresentada pelo presidente da empresa, escritor Gilclér Regina já foi assistida por aproximadamente 1 milhão de pessoas. Os livros, fitas de vídeo e CD’s de motivação de Gilclér Regina já atingiram a marca de 1 milhão de exemplares. - Gilclér Regina é consultor de vendas, motivação, gestão e recursos humanos há 20 anos, tendo atuado também como executivo. Tem na motivação de pessoas a sua bandeira e vocação. Apresenta o programa "Motivação & Sucesso" na Rede Novo Tempo de Comunicação. É articulista de vários jornais e revistas. É formado em Administração de Empresas com especialização em Dinâmica Humana pelo The National Value Center, em Denton – Texas – EUA. - Gilclér Regina, uma pessoa que vem de origem humilde, tornou-se um dos grandes conferencistas do Brasil. Sua palestra é um verdadeiro show que mistura alegria, bom humor e emoção entre os participantes. Gilclér Regina tem o dom de mostrar ao ser humano empresário, executivo, vendedores, equipes, educadores, as suas infindáveis possibilidades. 

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... " SOZINHOS NÓS FAZEMOS POUCO "

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juntos nós fazemos muito

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PROF. RICARDO JORDÃO

.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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http://www.bizrevolution.com.br         ricardom@bizrevolution.com.br.

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“As grandes conquistas da humanidade são resultados da transmissão de idéias 

e entusiasmo entre os homens.” 

Autor desconhecido. 
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Prezados Amigos (as), 

Hoje em dia os líderes dentro das empresas estão enfrentando os mais críticos e complexos ambientes de trabalho que já existiu. Satisfazer clientes não é mais o suficiente, é preciso mobilizar pessoas. 
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O velho modelo de liderança de cima para baixo onde o líder de uma empresa traça sozinho a sua direção e objetivos, já não faz mais sentido. Cada vez mais, um novo estilo de liderança que incentiva a Criatividade e Colaboração entre as pessoas está conquistando o seu lugar. 
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É mais do que sabido, que as pessoas irão dedicar grandes esforços e criatividade para fazer um plano determinado por todos funcionar, como também algumas vezes irão gastar o mesmo esforço para fazer o plano criado apenas por você falhar. 

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“Sinergia está em todo os lugares nesse mundo. Se você plantar 2 árvores juntas, as suas raízes irão melhorar a qualidade do solo e beneficiar o crescimento de ambas as árvores, melhor do que se tivessem sido plantadas em separado. Se você colocar 2 pedaços de madeira juntos, eles irão agüentar um peso muito maior do que apenas um pedaço de madeira sozinho. Em praticamente todas as situações que você olhar, o Todo é muito maior do que a soma das Partes. Nessa matemática, um mais um é igual a três, quatro, cinco ou muito mais. Stephen Covey” 

Seja qual for o estilo de liderança que você adotar para a sua empresa, o estilo que você escolher deve ajudá-lo a executar o real papel de um líder: Produzir crescimento nos negócios, Abraçar a diversidade de culturas, Fazer uso das ferramentas de tecnologia disponíveis no mercado, Lançar novos empreendimentos, Aumentar a produtividade da empresa, Ultrapassar seus concorrentes, e Criar culturas organizacionais que atraiam e retenham os mais talentosos profissionais. 

Para atingir esses objetivos, o profissional que deseja ser um verdadeiro líder, deve mudar a sua forma de pensar. Muito mais do que apenas “entender o que ele pode fazer pela empresa, é preciso entender o que todos os funcionários juntos podem fazer pela empresa”. 

E mais, muito antes de criar estratégias, definir orçamentos e implementar ações, o verdadeiro líder deve procurar e encontrar quais são as verdadeiras circunstâncias que a sua empresa está enfrentando no mercado. Líderes reais são aqueles que possuem um enorme entendimento da realidade das suas empresas antes de determinar uma estratégia específica. 

Qual a possibilidade de uma empresa, que convive com o velho e tradicional estilo de liderança - de cima para baixo -, de enxergar qual é a verdadeira realidade da empresa no mercado? ZERO. 
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“Existe grandes líderes que fazem todas as pessoas se sentirem pequenas, 

mas o verdadeiro líder é aquele que faz todas as pessoas se sentirem grandes.” 

Autor desconhecido. 


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Juntos...SEMPRE... Nada menos que isso interessa.  .
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PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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Ricardo Jordão Magalhães, 34 anos, executivo, palestrante e escritor formado em administração de marketing pela ESPM com extensão em marketing pela Kellogg University nos EUA, possui mais de 12 anos de experiência na indústria de tecnologia em empresas líderes de mercado como Brasoftware e Tech Data Brasil sempre a frente de projetos de marketing inovadores como o Catálogo Brasoftware e as Lojas Brasoftware, além de ser o autor do primeiro web site de comércio eletrônico do Brasil (web site da Brasoftware) em 1996. A frente do marketing da Tech Data é responsável por iniciativas pioneiras como o web site B2B da Tech Data lançado em 1997 - web site vencedor de mais de 15 prêmios nacionais e internacionais -, além de programas de relacionamento, motivação e CRM. Fundador do web site BizRevolution desde 2001 onde procura "Promover idéias que possam ajudar a transformar o país em que vivemos, e de todos aqueles que de alguma forma influenciam a vida de outras pessoas."

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PIADAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" Nº205 DO WWW.SDR.COM.BR

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PIADAS  DE  COR AZUL = LINDINHAS

PIADAS DE  COR  ROXA = PICANTES

PIADAS DE COR VERMELHO = PAHH

PIADAS DE COR VERDE = ENJÔO!

PIADAS DE COR PRETO = FEIA

Quanto são dois mais dois?

- Quatro, como muito cinco.

A esposa diz para o marido: - Estou farta dos seus ciúmes. Por acaso achas que não me dei conta de que ultimamente me segue um detetive alto, loiro, de olhos verdes, muito agradável e um pouco tímido no começo?

Uma senhora no consultório: - Doutor, o meu filho comeu um punhado de terra, vai lhe fazer algum mal?

O doutor em tom irônico lhe responde: - Fique tranqüila minha senhora, eu conheço vários advogados que tem comido fazendas inteiras e não lhes tem acontecido nada.

As 10 maiores razões pra você sair com uma pessoa feia.

  • É um mercado promissor. Nove entre dez pessoas feias têm amizades interessantes. E a que sobra tem sempre parentes. 

  • É emocionante. Você vai se sentir "DA INTERPOL" tentando esconder o monstro dos seus conhecidos.

  • É seguro. Se você parar o carro num local ermo e, dependendo do dragão que estiver te acompanhando, os ladrões não vão te incomodar, com medo de serem comidos vivos.

  • É mais fácil. A "AEROMOÇA DO TREM FANTASMA" normalmente não escolhe muito as companhias masculinas, por força da lei de oferta e procura; isto é: mesmo que você seja o Pedro de Lara cover, a possibilidade de levar um fora é praticamente zero.

  • É econômico. Um dragão sabe que é um dragão. E não vai pedir jantares em restaurantes chiques, nem flores no dia seguinte. No máximo, umas cervejas em lata dentro do carro.

  • É um ato de caridade. Você se sente melhor quando sai com uma fubanga. É a sua boa ação da semana. O problema é virar hábito e você fundar a "Casa (mal-assombrada) de Auxílio às Menos Bonitas".

  • É um excelente parâmetro. Imagine duas feias juntas. Uma delas sempre será a "mais bonitinha" por pior que ela seja. E você vai estar afiado na hora de escolher uma bonita.

  • É interessante. Pode ser que a monstro tenha um milhão de cabeças de gado. E você não tem a menor vocação para "ficar pra titio" pobre.

  • É um ato que colabora com seus estudos. Uma feia sempre copia tudo o que o professor fala na aula, o que facilita em muito na hora de tirar cópias. As bonitas normalmente fazem isso também, mas não vão sair com você nem, muito menos, emprestar o caderno. 

  • É suficiente em casos desesperados. Na pior das hipóteses, mas na pior mesmo, gol de bico também tira um zero do placar.

A menina estava em sua casa com o namorado e de repente no auge do clima ela sugere que façam um 69...
Que diabos é isso? Pergunta o namorado.
A menina percebendo a inexperiência do namorado, disse: "Eu coloco a minha cabeça no meio de suas pernas e você coloca a sua no meio das minhas..."
E ele sem saber do que ela estava falando, e para não arruinar o momento, disse que sim.
No meio do precioso momento em que estavam na posição a menina solta um demolidor e respeitoso pum. 

O namorado tossindo e se arrastando como pode, se retira por alguns instantes da cama. A menina muito envergonhada pede desculpas e diz que isso não voltaria acontecer. 

Retomando a posição de ataque... outro pum escapa da menina...
O namorado se levanta todo tonto e começa a se vestir.
A menina pergunta: - "O que foi? Por que já vai?"
E ele contesta: - "Vá soltar os outros 67 na puta que te pariu...."

COISAS DIFÍCEIS DE DIZER QUANDO SE BEBE:

Coisas que são DIFÍCEIS:
- Indubitavelmente.
- Preliminarmente.
- Proliferação.
- Inconstitucional.

Coisas que são muito difíceis:
- Especificidade.
- Transubstanciado.
- Verossimilhança.
- Três tigres.

Coisas que são impossíveis:
- Puta merda que coisa feia!!!!
- Shoooo dragão, não tô a fim de transar.
- Chega, já bebi demais.
- Sai fora, você não é o meu tipo...

No velório de um político aparece uma velha com uma bolsa cheia de comida e começa a colocar dentro do ataúde, tomate, alface, repolho, ante o olhar surpreendido dos seguranças.
Enquanto a anciã continuava colocando alimentos, um dos seguranças lhe perguntou: - Senhora o que está fazendo?
A velha senhora continuava colocando comida e responde: - Que quer? Que os vermes comam somente cocô?

Uma senhora gorda vai à um açougue e pergunta para o açougueiro: - Quanto vale esta cabeça de leitoa?

- Qual cabeça de leitoa?

- Aquela lá...

- Senhora, isso é um espelho...

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" ACEITAM-SE RECLAMAÇÕES "

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SR. PROF. CARLOS CARREIRAS


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Nunca vire este letreiro ao contrário

Uma reclamação é a última oportunidade que o cliente lhe oferece antes de o trocar pela concorrência
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Bem-vindo ao mundo das reclamações! Um admirável mundo novo, no qual cada vez mais empresas prestam, primeiro serviços, e só depois fornecem produtos. Isso faz com que o contacto e a relação personalizada com os clientes tenham resultados estratégicos no desenvolvimento dos negócios. As reclamações têm um papel vital na prevenção e resolução de conflitos e, quando integradas no contexto da satisfação e insatisfação de clientes, assumem igualmente um papel táctico e estratégico no desenvolvimento de negócios do qual um número reduzido de empresas está consciente ou, pelo menos, conhece os contornos.
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Reclamar é embaraçoso
Se errar faz parte da natureza humana, então, reclamar também o fará. Somos quer "fazedores" de erros quer reclamadores convictos. Se, por um lado, quando erramos há quem reclame, por outro, cabe-nos a nós fazer a reclamação quando são os outros a errar. E se, como já alguém disse, aprendemos com os erros, então... claro, já adivinhou! Aprendemos também com as reclamações!

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Na realidade, ninguém gosta de errar, logo, também quase ninguém gosta de reclamar. E se somos, por vezes, pouco tolerantes com quem erra, também não apreciamos grandemente quem reclama. Normalmente são pessoas que tendem a elevar o tom de voz, a exaltar-se, a sair do seu comportamento dito "normal", a serem consideradas mesquinhas e quezilentas. 

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Gosta de ser visto desta forma? Claro que não! Então, não vai reclamar. Se tiver hipótese, vai preferir mudar de loja, de serviço ou de empresa fornecedora do que fazer uma reclamação.
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Ouvir os clientes compensa
As reclamações constituem a última oportunidade que um cliente nos oferece para o mantermos, antes de ele procurar uma outra empresa fornecedora. Com efeito, uma das razões mais freqüentes da perda de clientes é um ineficiente atendimento das reclamações. Eventualmente, estará a pensar que não é habitual receber nenhuma reclamação.
Cuidado! A inexistência de reclamações não deverá ser considerado sinônimo de que tudo vai bem na empresa. 

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Um estudo realizado pela Technical Assistance Research Process, nos EUA, envolvendo 200 pessoas, mostrou que: 

  • Apenas 4% dos clientes insatisfeitos reclamam 

  • Por cada reclamação recebida, haverá 26 outras que não são apresentadas, das quais 6 são muito graves; 

  • Dos clientes insatisfeitos que não reclamam, entre 65% e 90% nunca mais voltarão à empresa e não nos darão qualquer oportunidade de sabermos o que de fato se passou; 

  • Dos clientes que reclamam, quando a reclamação é tratada satisfatoriamente, 54% mantêm-se como clientes. 

  • Se o atendimento for rápido e eficiente, a percentagem sobe para 90% a 95%. 

  • No caso da reclamação ser atendida ineficientemente, mesmo assim, 10% dos clientes voltarão, o que significa que só a possibilidade de reclamar já ajuda.

As pessoas retêm mais facilmente os aspectos negativos e serão estes que tenderão a comunicar a outras pessoas. Foi exatamente esta conclusão que ficou provada num estudo publicado pela Harper’s Magazine, que mostrou que, em média, comunicamos a nossa satisfação com um grupo de cerca de oito pessoas do nosso círculo de relações mais próximo, mas, se estivermos descontentes, as nossa insatisfação será comunicada a qualquer pessoa disposta a ouvir ou 22 pessoas, em média. 

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De uma coisa pode estar seguro: ainda que ponha todo o cuidado e atenção no fabrico dos seus produtos ou na execução dos seus serviços, eles nunca serão perfeitos para todos os clientes, por isso, o melhor mesmo é estar consciente de que as reclamações vão sempre surgir. Há é que tirar o melhor partido disso. Estes números são suficientemente esclarecedores da importância do AER (atendimento eficiente de reclamações).
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Resolva a situação rapidamente
Um bom AER requer uma capacidade de análise de situações e de gestão razoavelmente desenvolvida. Neste sentido, são necessários, à partida, competências de relacionamento humano, de comunicação e de negociação, capacidade de análise estratégica, uma boa dose de bom senso e o domínio de algumas técnicas. Assim, todos na empresa devem estar preparados nos aspectos comportamentais do atendimento, em especial os que estão em contacto mais direto com os clientes. Há que criar uma cultura que valorize a receptividade positiva às reclamações, vendo-as como uma oportunidade e não como um ataque pessoal.

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Eis algumas regras absolutamente indispensáveis para quem atende os clientes:

  • Possuir uma atitude positiva. As pessoas com o ponto de vista "eu estou bem/você está bem" serão vistas como confiantes, responsáveis, racionais, cheias de energia, flexíveis, boas ouvintes e interessadas nos outros. 

  • Captar a confiança do cliente. Não se concentre exclusivamente na origem da reclamação, concentre-se no cliente, porque o verdadeiro problema está nele e não no objeto da reclamação. Se conseguir vencer esta batalha, estará mais próximo de reconquistar a satisfação do cliente. 

  • Colocar-se no lugar do cliente. Consiste em ver a situação com os olhos do cliente, perguntando: "O que é que fez voltar este cliente?", "Acreditará na nossa eficácia a solucionar problemas?", "O que é que o vai tornar um "embaixador" positivo da organização?". 

  • Contribuir para uma solução. Quer o problema seja, ou não, uma falha da organização, contribua sempre para a resolução do problema do cliente. Estará assim a dar uma boa imagem da empresa e a fidelizar os clientes.

Uma reclamação é, acima de tudo, uma insatisfação do cliente, e clientes insatisfeitos são "embaixadores" negativos da empresa, o que, naturalmente, não augura nada de bom. Assim, está nas nossas mãos inverter a situação. É bom não perder de vista o fato de uma reclamação ser também uma oportunidade e, se as pessoas não reclamam, estamos a perder oportunidades. Há que criar na empresa uma atitude positiva face às reclamações. Pode começar hoje mesmo! 

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Não desaponte os seus clientes 
O atendimento eficaz das reclamações pressupõe o seguimento de um modelo que estabelece seis passos para atender bem um cliente e lidar com as reclamações.
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Acolhimento. É determinante o impacto que quem atende cria no cliente. Há que transmitir confiança e segurança e tentar desdramatizar a situação. Deverá tratar o cliente pelo nome e utilizar frases como: "Agradeço a sua informação, pois ela dá-nos a oportunidade de encontrar uma solução para a situação e simultaneamente mantê-lo(a) como cliente", ou, conforme o caso, "Asseguro-lhe que tudo faremos para solucionar o seu problema". Procure sorrir, olhar diretamente nos olhos do cliente e prestar total atenção. Evite reações de tensão, de autodefesa, de ataque e de agressividade e comentários do tipo: "Tem toda a razão", por contribuírem para empolar a insatisfação do cliente antes de conhecermos suficientemente a situação.
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Atenção. Após ter conquistado a confiança e simpatia do reclamante, é chegada a fase de prestar atenção ao que ele tem para dizer. Esta fase não deverá ultrapassar 5 a 10 minutos. Tente conhecer a situação, criar empatia e ganhar a compreensão do cliente, utilizando as seguintes frases: 

  • Lamento o sucedido..., 

  • Peço desculpa pelos incômodos causados..., 

  • Faremos tudo o que estiver nas nossas mãos.... 

Ouça e mantenha total atenção, transmitindo corporalmente sentimentos de partilha e de compreensão da situação. Nunca apresente soluções de imediato sem ouvir o cliente e não o interrompa sem razão para o fazer.
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Averiguar. Embora nesta fase já devamos ter uma idéia bem clara do problema, há, muitas vezes, que recolher alguma informação adicional que nos permita conhecer a situação com o rigor necessário, diagnosticar o problema e perspectivar soluções e testá-las. Continue a ouvir e manter total atenção. Evite perguntas agressivas ou que não tenham a ver com a situação, confirmar idéias preconcebidas ou incriminar o cliente por ignorância ou má utilização do produto ou serviço.
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Atuar. É uma fase crucial, pois é nela que o cliente irá comprovar a capacidade da empresa e de quem atende as reclamações em lhe resolver a reclamação e recuperar a confiança e satisfação. Não deixe de utilizar as seguintes frases: 

  • Vamos fazer..., 

  • Certamente..., 

  • Vamos acordar o seguinte....

Mostre dinamismo e capacidade de intervenção e seja afirmativo e preciso. Nunca utilize palavras, ou faça promessas vagas, nem afirme: 

  • Vamos tentar...,

  • Entraremos em contacto logo que possível..., 

  • Vou passar ao meu colega..., 

  • Talvez.....

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Avaliar. É a "prova dos nove". A avaliação pode,em alguns casos, ser efetuada ainda na presença do cliente, no entanto, e na maioria das situações, convém que seja conduzida posteriormente e, se possível, por uma entidade independente de quem atendeu a reclamação. É uma fase que pode consumir dois a cinco minutos. Para avaliar o grau de satisfação do cliente, corrigir eventuais diferenças entre a satisfação real e a percepcionada e assegurar a capacidade de solucionar novos problemas, deverá perguntar ao cliente: "Considera que esta solução o(a) satisfaz?", "Tenciona manter-se como cliente?". Nunca assuma que o cliente tem que ficar satisfeito só porque fez tudo o que era razoável.
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Aprender. Um dos aspectos mais importantes da gestão de reclamações consiste em tirar conclusões sob o ponto de vista da aprendizagem e do desenvolvimento do negócio, para prevenir futuras reclamações, aperfeiçoar o funcionamento da organização, melhorar os serviços e produtos e tirar ilações de interesse estratégico e de marketing. Não assuma, sem justificação, que o problema não se repetirá. 
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DEVEMOS OS DADOS DO PROFESSOR E O DESIGNE É DA EQUIPE DO SDR

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JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº205...

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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

 

FAX ENVIADO POR UM REPRESENTANTE COMERCIAL AO SEU GERENTE

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O gerente de vendas recebeu o seguinte fax de um dos seus representantes:
"Seo Gomis, o criente de belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa. 

Abrasso, Nirso"
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Aproximadamente uma hora depois recebeu outro:
"Seo Gomis, os relatorio di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. 

Temo que manda treiz miu pessa. Amanha to xegando. 

Abrasso, Nirso"
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No dia seguinte:
"Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. 

To indo pra Brazilha."

Abrasso, Nirso"
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Mais um dia e:
"Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. 

Vo pra Frorinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora."

Abrasso, Nirso"
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E assim foi o mês inteiro. O gerente, muito preocupado com a imagem da empresa, levou ao presidente as mensagens que recebeu do vendedor. 

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O presidente, um homem muito preocupado com o desenvolvimento da empresa e com a cultura dos funcionários, escutou atentamente o gerente e disse: "- Deixa comigo que eu tomarei as providências necessárias."
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E Tomou. Redigiu de próprio punho um aviso que afixou no mural da empresa, juntamente com os faxes do vendedor. Dizia assim:

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"A parti de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. 

Si pricupá menos em iscrevê serto mor di vendê maiz. 

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Acinado, O Prezidenti."
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 ENVIADA POR M. NILTON REPRESENTAÇÕES LTDA.

MACEIÓ - ALAGOAS

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Como escolher um logo para a sua empresa

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Um bom logotipo é peça-chave para ajudar o mercado a se lembrar da sua empresa. Um ótimo logotipo pode se tornar uma de suas mais poderosas ferramentas de marketing. Conheça algumas dicas que podem ajudá-lo a escolher o logo correto para sua empresa: 

  • É muito importante que o logotipo demonstre a qualidade, criatividade e valores que a sua empresa possui. 

  • Observe os seus concorrentes. Qual o tipo de logotipo que eles estão usando? Fique atento, se você deseja diferenciar a sua empresa no mercado, o seu logotipo não DEVE ser parecido. 

  • Cores e formatos precisam ser avaliados. Antes de decidir por cores e formatos, verifique se a cor e formato que você escolheu não tem impacto negativo na sua indústria.

  • Forneça todas as informações básicas sobre a sua empresa, mercado de atuação, clientes, histórico etc, para a empresa que você contratou para desenvolver o seu logotipo. Quanto maior o volume de informações fornecidas, maior a probabilidade do seu logotipo ser parecido com a sua empresa. 

  • Antes de aprovar o logo final, teste a sua aceitabilidade junto aos seus funcionários, clientes e fornecedores. 

  • Se possível, faça o registro do direito de uso do logotipo da sua empresa junto aos órgãos competentes. 

  • Coloque o logotipo da sua empresa em todos os lugares possíveis: envelopes-carta, papel timbrado etc.

PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br

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A cana-de-açúcar, aportou no Caribe no início do século XVII, trazida da Índia. Com o provável inicio do cultivo no Haiti, sua produção se tornou a principal atividade caribenha e por quase 200 anos sua principal atividade era alimentar de açúcar a Europa. 
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Com o tamanho do cultivo, o Rum passou também a servir como moeda de troca de escravos. No século 17, o almirante inglês Francis Drak teve a idéia de oferecer aos marujos de sua embarcação uma mistura de hortelã e rum para eliminar problemas estomacais e respiratórios, não imaginando que seu "remédio" se tornaria uma bebida de tanta tradição. 
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Com uma altíssima graduação alcoólica (40º a 75º), a bebida servia para acalmar os ânimos e encorajar os piratas na hora dos combates. Logo ela vem se tornar a bebida preferida deles. A bebida era muito mal-vista pela elite, já que era conhecida sua ressaca após a ingestão, por ter alto teor alcoólico e por muitas impurezas em sua destilação. 
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Facundo Bacardi Massó, nasceu em Sitges (Barcelona) no ano de 1813; estava somente com 14 anos quando emigrou para Cuba, onde prosperou como importador de vinhos e outras mercadorias. Em meados do século XIX, o catalão Facundo Bacardi Massó conheceu um vinhateiro francês que decidiria a sua vida frente ao rum mais popular até então: "o jamaicano". O paladar agressivo do rum no restante das Antilhas, foi enfrentado por uma fórmula secreta de um rum mais suave e forte pela vez e muito agradável ao paladar.
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Em suas origens, Dom Facundo começou a produzir para o seu próprio uso um rum refinado graças as técnicas apuradas de filtragem, para as quais ele usava carvão para reter as impurezas e conseguia assim um agradável sabor e melhorava muito o paladar da bebida que já não era nem forte nem ressaquienta. Seus amigos e achegados começaram a experimentar a bebida e logo fizeram a fama de Facundo Bacardi, que começou a distribuir cada vez mais o rum entre os seus amigos e conhecidos. Esta pequena distribuição entre familiares e conhecidos deu origem a idéia de estabelecer um pequeno comércio, para então por à venda a bebida numa pequena destilaria: - Um coberto, velhos alambiques, tanques de fermentação, barris de envelhecimento, e uma enorme colônia de morcegos.
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Durante dois anos, Facundo Bacardi Massó, experimentou diversas formas de destilar e filtrar a bebida, a armazenou em barris de carvalho (trazidos dos EUA e Canadá e chegou à “fórmula bacardi”. O Rum passou a freqüentar círculos seletos e logo Don Facundo em 4 de fevereiro de 1862 funda a empresa Rum Bacardi y Compañia. 
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O negócio familiar foi crescendo, muitas pessoas na época não sabiam ler e para que identificassem a marca do "Rum" de Dom Facundo Bacardi, teve-se que pensar num símbolo, uma marca que a identifica-se apenas pelo olhar. Quem deu a solução foi a esposa de Dom Facundo - Dona Amália Lucia Victoria Moreau: - Os morcegos que viviam debaixo do teto do coberto.

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Ao entrar na primeira destilaria de Bacardi, Dona Amália observou que no teto viviam uma colônia de morcegos. Os  morcegos tinham um grande significado no mundo de Dona Amália. Amante das Artes, sabia que para os Taínos, os já desaparecidos povoadores originais de Cuba, os morcegos eram possuidores de todos os bens culturais. E sabia que entre a população local, estava a crença de que os morcegos traziam saúde, sorte e união familiar.

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Sua proposta era também realista e pragmática. Devido ao alto nível de analfabetismo no século XIX, o produto necessitava um logotipo que não exigi-se leitura - uma marca de fábrica - fácil de lembrar para poder ser identificado e vender. Logo se difundiram por toda Cuba as notícias sobre os novos runs envelhecidos com carvão vegetal Dom Facundo: Os runs cuidadosamente envelhecidos, generosos, escuros, gratos ao paladar e um novo e milagroso rum que era suave, civilizado e surpreendentemente fácil de beber. Mas a mitologia do morcego também ajudou. A notícia do morcego de Dom Facundo se propagou paralelamente ao seu rum suave. O Morcego - como deram fé os cronistas locais - conferiu a seu rum boa sorte e poderes mágicos.

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Hoje o Morcego de Bacardi é uma figura bem vinda nos mais de 170 países do mundo onde se desfruta do rum Bacardi. Está claro que a fórmula exclusiva de Dom Facundo, o amadurecimento com carvão vegetal, e os processos de envelhecimento são os que proporcionaram ao rum BACARDI sua qualidade superior e sua excelente suavidade. Não obstante, com o Morcego como marca de fábrica, o rum tem seguido incrementando a sorte da Companhia, levando-a à novas esferas.

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Em maio de 1886 Bacardi morre e depois sua empreendedora esposa nos primeiros meses do ano de 1900. Os seus filhos Emilio e Facundito, receberam a herança, e os negócios tiveram um recesso durante a Guerra da Independência, e em 1898 reanimaram a indústria que foi próspera durante muito tempo. Nos anos 30 a marca Bacardi internacionalizou-se graças ao esposo da única filha de Facundo Bacardi. Em 31, fundam uma fábrica no México. Em 36, em Porto Rico. Vinte anos depois, em uma operação secreta, temendo alguma agressão do governo do general Fulgência Batista, os membros da empresa transladaram a marca para o exterior, transformando-a em Bacardi Internacional Ltda. 
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Bacardi tem 141 anos é conduzida pela quinta e sexta geração de Don Facundo e é vendida em 170 países, com 7 mil funcionários no mundo. Líder no mercado mundial de rum com 67%, Bacardi vende anualmente 21 milhões de caixas de 9 litros, a segunda marca vende 3 milhões de caixas por ano. - No Brasil, a fábrica foi inaugurada em Recife em 1960. Depois da fusão com a Martini & Rossi (fabricante do vermute), em 1993, a unidade brasileira foi transferida para São Paulo. 
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Hoje, o rum Bacardi é produzido e engarrafado nas Bahamas, Índia, México, Panamá, Trinidad e Porto Rico. Somente es engarrafado na Austrália, Brasil, Canadá, Costa Rica, Alemanha, Nova Zelândia, Espanha, Suíça, Grã Bretanha e Estados Unidos. Estão agora se preparando para entrar na China. 
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Em 1992, foi quando nasceu a idéia de fundar o holding "Bacardi Limited", e em 1993 Bacardi adquire o grupo Martini & Rossi, dobrando assim seu tamanho. Em 1998, Bacardi Ltda., adquiriu duas das marcas líderes do mercado, o whisky escocês "Dewar´s White Label" e a "Ginebra Bombay", por aproximadamente 2 bilhões de dólares.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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A psicologia pode fazer a diferença

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Os seres humanos são psicologicamente talhados para preferir ou evitar certas escolhas. Se você construir sua apresentação voltada às tendências psicológicas dos seus ouvintes, maiores serão suas chances de conseguir a resposta que está buscando. 
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Márcio Thomaz Bastos hoje Ministro da Justiça do Brasil, um dos advogados criminalistas mais requisitados do país quando exercia a profissão, costumava usar a repetição durante suas oratórias. "Coloco a idéia de quatro ou cinco formas diferentes, mas sempre voltando ao tema central", diz o Dr. Thomaz Bastos.

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" NOTICIAS "

 

Cerca de 55% dos lares sul-coreanos têm pelo menos um computador e o país tem o maior número de conexões de Internet de alta velocidade per capita do mundo.

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ALL STAR FOI COMPRADA PELA NIKE - www.cnn.com .

A NIKE informou que chegou a um acordo para comprar a Converse, fabricante dos famosas tênis "All Star" por u$s:305 milhões. Para Converse, a venda supõe o fim de um processo de reestruturação de dois anos, depois que seu nome e sua marca foram adquiridos em um leilão, após declarar-se quebrada.

Para NIKE, Converse representa um mercado essencial (o mercado dos tênis baratos), onde a NIKE não tem presença, disseram analistas. "Converse é uma das marcas mais conhecidas no mundo, com uma herança e uma longa história de êxito", diz Tom Clarke, presidente dos novos empreendimentos de negócios da Nike.
 
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PC World - www.pcworld.com.br  
Para evitar o roubo e furto de veículos e o uso de carros roubados em crimes, o ministro das Cidades, Olívio Dutra, apresentou hoje uma proposta para a instalação de um chip para identificação automática dos automóveis. A proposta foi feita ao ministro da Justiça, Thomaz Bastos, de acordo com a Agência Brasil. O chip também ajudaria a coibir a impunidade de motoristas que descumprem o Código Brasileiro de Trânsito: segundo o ministro, dos 30 milhões de veículos que compõem a frota brasileira, pelo menos 10 milhões têm irregularidades. "Essa cultura precisa ser interrompida", disse o ministro. Cada chip deve custar R$ 20 no máximo.
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Adidas troca importados por produção nacional - www.valoronline.com.br  
A Adidas está intensificando suas atividades no Brasil. Neste ano, a fabricante alemã de artigos esportivos começou a produzir em larga escala no país com o objetivo de dobrar o número de pares de tênis consumidos para 2,6 milhões até 2005. Em 1997, a Adidas decidiu trocar a fabricação nacional, feita pela Vulcabrás, pela importação, o que encareceu seus produtos. Até 2005, a produção da fábrica da Paquetá, sua nova fornecedora local, atingirá a capacidade máxima. A unidade, instalada na Bahia, fornecerá 3 milhões de pares para a Adidas. Com isso, a companhia reverterá o atual perfil do consumo brasileiro. Hoje, 70% dos sapatos comprados pelos brasileiros são importados, contra 30% nacional.
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Transmissor SUBSTITUIRÁ o código de barra - www.cnn.com 
Um chip do tamanho de uma cabeça de alfinete será incorporado a partir deste ano aos produtos, a fim de facilitar aos lojistas e as indústrias uma grande quantidade de informações. Denominada "identificação por frequência de rádio", a tecnologia se baseia no código uniforme de produto (UPC) e permitem que os fabricantes e lojistas sigam o rastro a seus preços e inventários. 

O chip que estará junto ao produto um chip de computador e uma antena adjunta a embalagem, caixa ou pacote, alertam as lojas e provedores quando um produto sai da prateleira de um estabelecimento ou de suas instalações. O computador na loja ou fábrica. Graças aos transmissores, o atendente das loja saberá imediatamente se tem esgotado as embalagens de leite nas prateleiras e poderá restabelece-los antes que a situação derive em perdas de vendas.

 

As lojas também poderão retirar com precisão das estantes, produtos com defeitos, estragados ou rasgados, algo especialmente importante no ramo de medicamentos.  CVS, Procter & Gamble e The Gillette Co, figuram entre os que tem investido um total de 15 milhões de dólares para investigações sobre as novas etiquetas, no Auto-ID Center, do Instituto Tecnológico de Massachusetts.  

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Holandeses propõem boicote à Epson  - www.infoexame.com.br 
A Consumentenbond, uma espécie de Idec dos consumidores holandeses, pediu a seus 650 mil membros que não comprem mais os cartuchos para impressoras jato de tinta da Epson. 

Na carta, a instituição diz que o smart chip usado pela fabricante em seus cartuchos "não indica a quantidade de tinta restante na embalagem e interrompe a impressão após um determinado número de cópias, mesmo quando há tinta suficiente para pelo menos outras cinqüenta páginas ou mais". De acordo com o site TheRegister, é totalmente fora do comum para a Consumentenbond comprar briga com uma empresa específica: até agora, só a pontocom Superweb e a operadora de tevê a cabo UPC tiveram este mérito. 

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" Educação no topo das prioridades "

PETER DRUCKER

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Porquê esta explosão na procura? Vivemos numa economia onde o conhecimento, não mais as máquinas, é o principal recurso. Os trabalhadores do conhecimento formam a maior fatia da força de trabalho. Até ao século XX a maioria dos profissionais eram trabalhadores manuais. Hoje, nos EUA, são apenas 20%. Dos restantes, quase metade, 40% do total da força de trabalho, são profissionais do conhecimento. As proporções são idênticas noutros países desenvolvidos.

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Os trabalhadores sempre tiveram de aprender habilidades, mas o conhecimento é diferente. As habilidades mudam muito lentamente. Os meus antepassados holandeses (drucker significa impressora em holandês) tiveram uma oficina de impressão de 1517 a 1730. Durante todos aqueles séculos, nenhum deles teve de aprender uma nova habilidade. Passava-se o mesmo noutras indústrias.

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Durante a maior parte da história humana, um trabalhador habilidoso tinha aprendido tudo o que era necessário assim que terminasse a sua aprendizagem, com 18 ou 19 anos. Isto não acontece com o trabalhador do conhecimento moderno. Os médicos, os informáticos, os advogados e os gestores de recursos humanos mal conseguem acompanhar os desenvolvimentos que ocorrem na sua área. Esta a razão pela qual tantas associações profissionais colocam a educação no topo das prioridades.

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Acompanhar o conhecimento e ver o mundo como um todo significava menos nos dias do trabalho para toda a vida. Quando os jovens iam trabalhar para a General Motors, a Royal Dutch/Shell ou a Mitsubishi, esperavam ficar lá até à aposentadoria. Isso assumia que a empresa se manteria viva durante toda uma carreira. Mas poucas empresas conhecem o sucesso durante mais de duas ou três décadas e a esperança de vida está a diminuir. 

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Em 1990, a Digital Equipment Corp. era a 2ª maior empresa de computadores, uma década depois não existia como organização independente. No início dos anos 80 nada detinha a IBM na década de 90, a empresa acabou com mais de 100 mil postos de trabalho. 

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À medida que as grandes empresas procedem ao spin-off das suas operações de fabrica a favor do outsourcing, a rotatividade aumenta. Um jovem que integra a força de trabalho em 2000, com uma esperança de vida profissional de 50 anos, tem poucas probabilidades de ficar na mesma empresa durante 10 anos. Neste novo mundo, as pessoas devem assumir a responsabilidade pelo seu próprio futuro.

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Peter Ferdinand Drucker, nascido em 1909, na Áustria, é o principal pensador empresarial e da Administração. Escreveu praticamente sobre tudo que os executivos fazem, pensam e enfrentam. Drucker analisava, 30 anos atrás, as implicações de o conhecimento passar a ser sinônimo de poder e propriedade. Ele tem mostrado repetidas vezes um admirável poder de anunciar situações futuras..

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