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JORNAL De REPRESENTAÇÃO comercial sdr - EDIÇÃO Nº 226 - 03.10.2003

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SDR - SISTEMA DE REPRESENTAÇÃO E VENDAS

MIGUEL PEDRO TERRA VELAZCO

EDITOR DO JORNAL SDR

fone: 51 3019 2817.

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. ÍNDICE DAS MATÉRIAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" .

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..CARTAS RECEBIDAS E DICA DA SEMANA - "OS GÊNIOS PRODUZEM"

..HISTÓRIA DA MARCA - "TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO"

..ARTIGO DO PROF. EDUARDO BOTELHO - "A ÉTICA O A VENDA"

..CURIOSIDADE, FRASES E IDÉIAS

..ARTIGO DO PROF. JOSÉ TEÓFILO NETO - "DICAS DE PROJETO DE INCENTIVO"

..TRANSPORTES E LOGÍSTICA

..ARTIGO DO PROF. MAURÍCIO GOIS - "AS ARMADILHAS DA AUTO-AJUDA"

..PIADAS DA EQUIPE DO SDR

..REFLEXÃO DO PROF. GILCLÉR REGINA - "CORAGEM, O SEGREDO DOS GRANDES"

..INTERNET, FUTURO E NOTICIAS.

..ARTIGO DO PROF. LUIS MARINS - "DO VIRTUAL AO PORTA ABERTA"

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"CARTAS RECEBIDAS DAS AMIGAS E AMIGOS dO JORNAL N°225"

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SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS. 

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Só quem sabe o seu norte consegue avançar na vida

Prof. Gretz

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Se você levar um pombo-correio a uma distância de até 800 quilômetros, ele dá uma volta e alinha o seu vôo na direção da sua casa. Voa sem parar, enfrentando chuvas, vento, frio, calor, fome e sede de chegar.

Esse fantástico sentido de orientação, uma espécie de bússola interna, é um talento especial dos pombos-correios. Voltar para casa rapidamente, mesmo enfrentado grandes dificuldades, faz parte do seu instinto de persuasão. 
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Os seres humanos têm talentos semelhantes a esse, só que muito mais sofisticados. Podem desenvolver-se bastante. Não se trata de um sentido de orientação para voltar as sua base, mas também de nortear um sentido para sua vida, um objetivo a ser perseguido e segui-lo rumo ao futuro.
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O pombo não desvia da sua orientação mesma nas condições mais adversas, para chegar ao seu destino. Viabilizar talentos é ser como esses pombos. Nunca perder o rumo das coisas.
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É importantíssimo que as empresas administrem seus talentos humanos com especial atenção para esses aspectos. Para que a empresa de hoje seja competitiva, precisa ter gente da melhor qualidade, assim como precisa de tecnologia e de espaço no mercado. Esses fatores de competitividade são tão importantes que não podem ser gerenciados com a mentalidade de se gastar o mínimo para obter o máximo.
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Departamento Pessoal, Relações Industriais e Recursos Humanos. Essas expressões, tão comuns nas últimas décadas, estão sendo substituídas por Talentos Humanos e pela Engenharia Humana. Além das funções que veio agregando desde os antigos Departamentos de pessoas, a Engenharia Humana incorpora como principal função o crescimento competitivo – que envolve o indivíduo, o grupo e toda a organização. "Engenharia humana é a ciência ou arte pela qual as propriedades da mente humana e seu processo mental tornam-se úteis para a organização" (Dirceu Maramaldo).
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SILZA ESTEVES
CREIO QUE VOCÊS SÃO A 9ª MARAVILHA DO MUNDO!!!

DOUGLAS NERY CORNÉLIO E SILVA - IMATECIDOS ltda.
ESTOU A SOLICITAR O RECEBIMENTO DESTE JORNAL POR SER INFORMADO QUE CONTEM INFORMAÇÕES RELACIONADOS AO SETOR EM QUE TRABALHO QUE É O DE VENDAS .  TIVE  CONHECIMENTO ATRAVÉS DO MEU GERENTE DE VENDAS SR. JESUS VIANA, ENTÃO DIZENDO SER UM JORNAL MUITO BOM PARA NOS .

REGINA HARUYO MIASHIRO
GOSTARIA MUITO DE INOVAR MEUS CONCEITOS COM O APOIO DE VOCÊS. 

MUITO OBRIGADA, REGINA.

BASSANI REPRESENTAÇÕES LTDA

É com satisfação que recebemos seu jornal.
Gostamos inclusive da matéria sobre "logística".

CELSO KLAJMAN
ACHO IMPORTANTÍSSIMO UM JORNAL DESSE ÂMBITO, POIS PARA NOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL, CONTA MUITO ESTAR SEMPRE BEM INFORMADO.
PARABÉNS!!!!

SERGIO - IMA TECIDOS ltda.
BELO HORIZONTE, 29 DE SETEMBRO 2003
CARO AMIGO,
GOSTARIA DE RECEBER GRATUITAMENTE INFORMAÇÕES DESTE CONCEITUADO JORNAL, POIS TRABALHO NA ÁREA COMERCIAL E SERÁ MUITO ÚTIL PARA MIM.
GRATO,SERGIO
ADM DE VENDAS - IMA TECIDOS

NEORIDES MAZUTTI
QUERO PARABENIZÁ-LOS PELO BOM TRABALHO QUE A EQUIPE VEM DESENVOLVENDO.
ABRAÇOS!

ELIANA CORSE FERREIRA
QUERO RECEBER ESTE INFORMATIVO DE EXTREMA AJUDA AOS PROFISSIONAIS DE VENDA. MUITO OBRIGADA.

NELCI ALMEIDA DA SILVA
GOSTEI DO SITE. MUITO IMPORTANTE TODAS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS.

JOSE ROBERTO BATISTA DA SILVA
ADOREI ESTAS MATÉRIAS!

CARMEN ADRIANA PAES
SOU MUITO ADMIRADA PELO TRABALHO DO PROF. MARINS ADORARIA RECEBER MATÉRIAS A RESPEITO DO MESMO,
ABRAÇO...

IRINEO ANTONIO DAMBROS
CONSIDERO INTERESSANTE RECEBER NOTICIAS E ARTIGOS SOBRE O NOSSO TRABALHO. Gostaria de receber este ótimo jornal no formato compactado.

Fabiano G. Peixoto

Olá, fique sabendo do jornal SDr através de um colega que também aprecia muito o conteúdo e a informação.
Gostaria de receber o jornal no formato aberto.
Obrigado.

REGINA APARECIDA KATINSKAS WILLEMANN
VISITO A PAGINA DE SEU JORNAL REGULARMENTE, ACHEI MUITO INTERESSANTE E GOSTARIA DE RECEBE-LO POR E-MAIL.

DAURO ANDRADE
EXCELENTE!!!

TATIANE ESPÍNDOLA
ESTOU FAZENDO MEU RELATÓRIO DE ESTÁGIO SOBRE LOGÍSTICA.

WAYNE JOSÉ RIBEIRO
QUERO QUE MEU AMIGO ARI RIBEIRO RECEBA ESTE INFORMATIVO!

MARIA BERNADETE SILVA
GOSTEI MUITO DOS TEMAS DESENVOLVIDOS E GOSTARIA DE RECEBE-LOS CONTINUAMENTE, POR FAVOR.
DESDE JÁ, OBRIGADA.

VANEYA NEVES CARVALHO
GOSTARIA DE RECEBER GRATUITAMENTE DICAS DA SEMANA DO SEU JORNAL POIS ACHEI SUPER INTERESSANTE.

PAULO ROBERTO PEREIRA DA SILVA
EM MINHA PRIMEIRA VISITA GOSTEI MUITO DO QUE VI  E LI. UM ABRAÇO.

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DICA DA SEMANA

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... " OS GÊNIOS PRODUZEM "

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.PROF. RICARDO JORDÃO

.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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http://www.bizrevolution.com.br         ricardom@bizrevolution.com.br.

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“Para viver uma vida criativa, você precisa perder o medo de estar errado”

Autor Desconhecido 
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Prezado Amigo (a), 
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Quando eu era criança, dificilmente se ouvia elogios sobre o cinema nacional. “
Filme brasileiro? Você tá louco?”, “O Brasil não sabe fazer cinema”, “Não perca o seu tempo”, “Um filme ruim de Kung Fu é melhor do que um filme brasileiro”, “Filme brasileiro não passa nas melhores salas de cinema”, “O mais perto que conseguimos chegar de um Oscar foi em 1962, 1996, 1998, 1999” e bla bla bla. 
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Como chegamos a isso? 
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Você sabe qual é o número de filmes produzidos pelos grandes estúdios americanos por ano? Mais de 600 filmes! 600 filmes é o número de longas-metragens produzidos no Brasil até hoje. 
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Por que será que o cinema brasileiro "
ainda" não é tão bom quanto o cinema americano? PRODUÇÃO!!! A imensa produção do cinema americano. 
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Você assistiu a 600 filmes americanos no ano passado? Eu não, e eu acredito que você também não. Por que será? Porque entre tantos Titanics, Senhor dos Anéis, Wood Allens e Spielbergs, existe muita coisa ruim que nem os americanos tem coragem de exportar para cá. 
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Mozart produziu mais de oitocentas peças de música (muitas delas sofríveis), Einstein conhecido pela Teoria da Relatividade, produziu mais de 250 outras teorias (
muitas delas não revolucionaram coisa alguma). 
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Somente a partir de uma grande quantidade de TRABALHO aparece a QUALIDADE". - Os melhores produtores de qualquer coisa no mundo também são os piores produtores das mesmas coisas. Nunca se esqueça disso. 
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Heitor Villa-Lobos considerado o Maior Compositor das Américas, garantia a produção do seu trabalho (
mais de 1.000 composições em vida) ao determinar prazos de composição para si mesmo, uma peça a cada dez dias e uma excelente peça a cada seis meses. 
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A característica que distingue os Gênios das pessoas meramente Inteligentes chama-se:
PRODUÇÃO! Enquanto os Gênios produzem. Os Inteligentes reproduzem. 
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Pessoas Inteligentes com alto QI, falam dez idiomas aos 10 anos de idade, e conseguem facilmente vencer jogos do tipo Show do Milhão, mas isso não significa criatividade. 
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A pessoa inteligente quando exposta a um problema, chega a resposta certa o mais rápido possível. 
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O gênio quando exposto a um problema, pergunta a si mesmo: -
quais são as diferentes maneiras que eu tenho para resolver esse problema, ao invés de resolver o problema como lhe foi ensinado
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Nos dias de hoje, muito mais do que ser inteligente, você precisa ser Criativo. 
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Quando o telefone da sua mesa tocar, e aquele cliente que você tanto almeja pedir descontos de preço para fechar um negócio, seja BURRO!  -Não dê a ele aquela resposta inteligente que você aprendeu na escola: - baixar o preço e satisfazer o cliente.... Seja CRIATIVO!

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Pergunte a você mesmo

  • Será que esse é o produto certo para ele?”, 

  • “Será que ele conhece os nossos serviços de financiamento?”,

  • “O que ele conhece sobre a qualidade dos serviços da nossa empresa?”. 

Einstein não inventou os conceitos de energia, massa e velocidade da luz, mas foi ele que colocou tudo junto e criou a equação E=mc2. 
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A promessa do governo Lula é ter ao final do seu mandato, um Brasil que produz, distribui e exibe 150 filmes por ano. Eu acredito que essa meta é totalmente viável e será cumprida. 
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A partir daí, será uma questão de
PRODUÇÃO para o Brasil ganhar o Oscar, ou melhor, para eles ganharem um Oscar no NOSSO Festival de Gramado. 
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Todo Ser Humano e você é um deles nasce
GÊNIO, mas começar a PRODUZIR essa genialidade depende exclusivamente de você. 
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Eu tenho 33 anos e já escrevi mais de 1.500 páginas de BIZREVOLUTION, cinco horas por dia, TODOS os dias da semana. Como você imagina que será a qualidade do meu trabalho quando eu tiver 43 anos de idade? 
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Os Gênios Produzem. Nada menos que isso interessa. 
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PROF. RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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Ricardo Jordão Magalhães, 33 anos, executivo, palestrante e escritor formado em administração de marketing pela ESPM com extensão em marketing pela Kellogg University nos EUA, possui mais de 12 anos de experiência na indústria de tecnologia em empresas líderes de mercado como Brasoftware e Tech Data Brasil sempre a frente de projetos de marketing inovadores como o Catálogo Brasoftware e as Lojas Brasoftware, além de ser o autor do primeiro web site de comércio eletrônico do Brasil (web site da Brasoftware) em 1996. 

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A frente do marketing da Tech Data é responsável por iniciativas pioneiras como o web site B2B da Tech Data lançado em 1997 - web site vencedor de mais de 15 prêmios nacionais e internacionais, além de programas de relacionamento, motivação e CRM. Fundador do web site BizRevolution desde 2001 onde procura "Promover idéias que possam ajudar a transformar o país em que vivemos, e de todos aqueles que de alguma forma influenciam a vida de outras pessoas.".

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tecnologia da informação

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A necessidade de comunicar-se, de conhecer a respeito do outro, é tão antiga quanto o próprio ser humano. Em épocas tribais, a comunicação era falada. Conforme a sociedade foi evoluindo, as formas de comunicação foram se sofisticando. 

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Na Grécia clássica os oradores davam notícias faladas. Na época romana, a estrutura do império necessitava um meio para difundir as notícias que freqüentemente se misturavam com os rumores. Para evitar informações erradas idearam colocar nos muros das cidades mais importantes uma tábua em branco onde as notícias mais importantes eram escritas.
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Nos séculos XIV, XV e XVI existiram na Europa numerosas folhas manuscritas com notícias diversas, enviadas de forma mais ou menos regular a distintos clientes que pagavam por este serviço. Eram os "avisos", segundo o nome dado em Veneza, e são considerados como os antecedentes diretos das revistas e os jornais que começaram a aparecer na Europa a partir do século XVII. Podemos assim dizer que as origens das agências e da imprensa são os mesmos e nascem da mesma necessidade social.
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Em 1832 um negociante quase arruinado, Charles-Louis Havas, (considerado o primeiro fundador de uma agência de imprensa) francês de origem húngara, instalou em Paris um escritório de traduções de jornais estrangeiros, ao qual deu o nome de "Correspondente Havas". Estas traduções eram enviadas como serviço fixo por "ASSINATURA" para os poderes e particulares, igualmente ao que acontece hoje em dia pelos meios de comunicação. Havas teve êxito e em 1835, três anos depois mudava o nome de correspondente, pelo de agência, e foi a primeira agência a vender a publicidade junto ao jornal. Havas percebeu que a rapidez era fundamental e por isso instalou a sua agência próxima de uma agência de correios, o que lhe dava uma vantagem inicial sobre sus competidores. Graças a essa estratégica posição perto dos correios, utilizou os mais modernos meios técnicos de comunicação, como telégrafo óptico e elétrico posteriormente, para a reprodução de seus espaços e recebimento e envio das notícias. Embora pequena, era muito ativa. Sua especialidade: - Coletar e distribuir notícias da Alemanha, principalmente políticas e financeiras, e distribuí-las a jornais, empresas, associações comerciais e órgãos do governo da França.
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Carlos González Reigosa cita em seu livro "
El periodista en su circunstancia " que o diretor de Havas, Chales Houssave, na época das entre guerras mundiais, gostava de contar uma anedota que ressalta a importância das agências de imprensa. Em 5 de maio de 1821 morria na ilha de Santa Helena, "Napoleão Bonaparte", o homem mais conhecido de seu tempo. A notícia de seu falecimento levou dois meses para chegar ao continente. "Dois meses!!!".
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Pouco mais de um século depois acrescenta González Reigosa, em 25 de novembro de 1934 inaugurava-se na mesma ilha de Santa Helena o Museu Napoleão, um fato apenas relevante. No entanto este sucesso foi notícia em todo mundo no mesmo dia em que aconteceu. - O que terá acontecido em tão pouco espaço de tempo? ... O nascimento das agências de imprensa com o amparo dos progressos tecnológicos e os meios de comunicação.
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Já a morte do presidente Abraham Lincoln, na madrugada de 15 de abril de 1865, em conseqüência do tiro fatal que recebera na noite anterior no Teatro Ford em Washington, seria conhecida pela Europa apenas uma semana depois. E muito, muito tempo depois chegaria aos demais continentes. O telégrafo intercontinental só viria no ano seguinte, 1866, ao entrar em funcionamento o primeiro cabo submarino ligando a Europa aos EUA. O telefone seria inventado dez anos depois, em 1876. Quanto ao rádio e à televisão, nem pensar.
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E o título de hoje "
tecnologia da informação", vem da história que relatamos a seguir: - Israel Beer Josaphat nasceu em Kassel, Alemanha, em 1816 e seu primeiro trabalho foi no banco de um parente, na cidade de Göttingen. Foi em Göttingen que Israel conheceu seu compatriota Carl Friedrich Gauss, cientista e matemático. 

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Em 1833, Gauss e outro alemão, Wilhelm Weber, idealizaram o telégrafo, sem saber que, no outro lado do mundo, o norte-americano Samuel Morse (pintor e inventor do código Morse), estava fazendo a mesma coisa. Em 1848 e em conseqüência dos movimentos revolucionários na Alemanha, Israel Beer Josaphat e Bernhard Wolf, chegam a Paris. Graças a seus conhecimentos de idiomas, começaram a trabalhar com Havas na agência de imprensa.
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A experiência despertou em Israel Beer Josaphat o velho desejo de ter o seu próprio negócio. Assim, ele reuniu as economias e abriu a sua própria agência adotando o pseudônimo de "Paul Julius Reuter". Porém, como ele ainda não era conhecido na França, seu boletim de notícias não conquistou a confiança de ninguém. Embora derrotado nesta primeira tentativa de vôo
"solo", e apesar da pouca idade, "Paul Julius Reuter" era muito prático: - Em vez de lamentar-se, levantou acampamento e voltou à Alemanha. Disposto a não desistir dos velhos sonhos, decidiu ancorar, em 1849, na cidade de Aachen, encostada na fronteira com a Bélgica, e onde achou uma esposa, Ida, e um velho conhecido, o telégrafo. Seu faro para negócios de comunicações imediatamente detectou uma oportunidade de ouro.
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Aachen fazia parte do projeto de um importante circuito de telegrafia interligando Paris e Berlim. Além de Aachen, outro ponto intermediário do circuito era Bruxelas, capital da Bélgica. Assim, a linha saía de Paris, chegava a Bruxelas, deveria seguir para Aachen e atingir Berlim. Os trechos Paris-Bruxelas e Aachen-Berlim já estavam prontos e operando. Mas, por diversas razões, a construção do trecho Bruxelas-Aachen continuava paralisada. Isso gerou uma situação constrangedora para os idealizadores do projeto. Os telegramas de Paris destinados a Berlim eram transmitidos instantaneamente para Bruxelas e de Aachen para Berlim. Porém, de Bruxelas para Aachen o trecho mais curto do circuito, eram transportados de trem e demoravam nove horas para chegar ao destino.
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Os relatos frescos e vibrantes e o manejo da informação como arma de guerra estaria nascendo quando "Paul Julius Reuter" fundou a agência de noticias "REUTERS". Na Europa outras agências copiaram a fórmula que Havas havia ideado na França e que seus discípulos estenderam a outros territórios, mas nenhuma teve a força das três primeiras, que ademais tiveram o acerto de não competir entre elas e que em 1859, dividiram o território, quer dizer o mercado. Havas dominou a Europa ocidental e meridional, os territórios franceses de ultramar e Ibero-americana, Wolf tinha o norte, o centro e o leste da Europa e Reuter todos os territórios até então dominados pela Grã Bretanha. 
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Julius Reuter uniu os terminais telegráficos de Aquisgram (Alemanha) com os de Veviers (Bélgica) separados por duzentos quilômetros sem fios por um meio de comunicação muito inovador e criativo. Julius Reutter e um taberneiro amigo, que era um conceituado "Columbófilo" (tratador de pombos correios) da região, negociaram o aluguel de uma "
FROTA" de 45 pombos correio que transmitiriam notícias e preços de ações entre Bruxelas e a Alemanha em duas horas, superando o sistema ferroviário em seis horas. Utilizando uma rede "mista" de comunicação formada por telégrafos e pombos.
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Reuter já sabia que entre os maiores usuários do telégrafo Paris-Berlim estavam os bancos e os corretores das bolsas das duas capitais, interessadíssimos em conhecer a lista das cotações das ações negociadas em cada pregão. Em pouco tempo Reuter montou o seu esquema: - Contratou um agente em Paris que telegrafava a lista da bolsa local para Bruxelas. Em Bruxelas outro agente seu recebia a lista, amarrava-a aos pés de um pombo-correio e o soltava em direção a Aachen, onde era recebido pelo próprio Reuter. Este, então, telegrafava a lista para Berlim, onde era recebida por outro agente de Reuter, que a distribuía aos bancos e aos corretores com sete horas de antecedência sobre o prazo normal. De Berlim o mesmo esquema era seguido rumo a Paris.
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Os bancos e os corretores das bolsas das duas capitais imediatamente reagiram com surpresa e também com desconfiança, mas assim que cotejaram a lista de Reuter com a lista costumeira aquela que ia de trem de Bruxelas a Aachen e vice-versa imediatamente tornaram-se clientes de Reuter. A alegria deste e de Ida foi enorme, mas não durou muito. Meses depois as obras do telégrafo entre Aachen e Bruxelas foram retomadas e concluídas. Reuter, que já esperava por isso, não se abalou. Ele sabia que em breve teria novas e brilhantes idéias que o levariam a novos e rentáveis empreendimentos. Agora, mais do que nunca, tinha certeza de que nascera para ganhar dinheiro com notícias e informações.
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Em 1851 um novo cabo submarino ligou a França, em Calais, à Inglaterra, em Dover. Foi a primeira ligação telegráfica estabelecida entre o continente europeu e as ilhas britânicas. Reuter sabia que chegara a hora de ampliar seu horizonte e decidiu instalar um escritório de notícias em Paris, para dali cobrir Londres e outras capitais européias. Fixar-se em Paris era um velho plano dele e de Ida. E já se dispunha inclusive a naturalizar-se francês quando percebeu que a milenar burocracia do governo jamais concordaria em dar-lhe licença para a abertura de sua agência. Reuter não teve dúvidas:  - Mudou-se para Londres, naturalizou-se inglês e recebeu dos funcionários de Sua Majestade, a rainha Vitória, todas as facilidades para instalar-se nos domínios britânicos. E aí começou oficialmente a Reuters.
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Mas a vida na capital inglesa a princípio não foi tão fácil. Enquanto a cobertura das bolsas era relativamente bem aceita pelos bancos e corretores locais, os jornais recusavam-se a aceitar o noticiário de Reuter, alegando não só que já possuíam seus próprios repórteres, como também insistindo que o famoso cabo submarino não poderia ser assim tão confiável, e sempre correria o risco de partir-se no fundo do mar. Delicadamente, e algo espantado com os frágeis argumentos dos arrogantes editores ingleses, Reuter lembrou que, para cada jornal, o custo da manutenção de equipes próprias de correspondentes em toda parte seria elevadíssimo, na medida em que a Europa se tornava a cada dia mais cosmopolita e fonte permanente e diária de milhares e milhares de eventos e acontecimentos de toda a natureza. Ao passo que o custo-Reuter’s, por ser diluído em mais de um jornal, seria sempre menor, e portanto mais econômico.
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Vendo, porém, que os donos de jornais se mantinham irredutíveis e certos de que seus repórteres eram os melhores do mercado, Reuter teve mais uma de suas idéias geniais:  - Ofereceu-lhes duas semanas de fornecimento dos seus serviços noticiosos absolutamente grátis. Os editores, que achavam que jamais Reuter poderia informar melhor que eles próprios, aceitaram o desafio, já que não tinham nada a perder, não deixaram de aproveitar a ocasião para menosprezar aquele atrevido ‘neo-inglês’, dedicando-lhe, na despedida da reunião, um leve sorriso de desdém.
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Mal sabiam eles com quem se estavam metendo. Reuter já havia traçado sua estratégia tipo "pombo-correio" e chegaria antes com as notícias e "
FURARIA" todo aquele bando de garotos-aprendizes que os editores chamavam de ‘brilhantes repórteres". E deu certo. Com a agilidade de seus "agentes" capazes de improvisar soluções geniais e rápidas para seus problemas, e mais o uso do telégrafo via cabo submarino, Reuter deu verdadeiro shows de notícias exclusivas. "Furou" tanto o pessoal dos editores que estes, finalmente, dobraram-se à evidente eficiência do neo-inglês. Que, aos poucos deixou de ser "NEO" para se transformar num autêntico e respeitado empresário jornalístico inglês.
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De todas as grandes façanhas jornalísticas de Paul Julius Reuter destacam-se as realizadas entre 1859 e 1870, na Europa e nos EUA. Em 1859, Reuter foi o primeiro a informar que o imperador Napoleão III da França ia declarar guerra à Áustria. Um repórter de Reuter conseguiu uma cópia antecipada e exclusiva do discurso do imperador no qual faria o anúncio do acontecimento. A cópia foi conseguida com a promessa de que seu conteúdo só seria divulgado após o imperador iniciar sua fala. Ao mesmo tempo, o repórter comprou todo o tempo de utilização, naquele dia, da linha telegráfica Paris-Londres, via cabo submarino. Quando o imperador começou a ler a declaração o repórter já estava a postos no telégrafo transmitindo o "
FURO" para Londres. Enquanto isso, os seus colegas da imprensa, no palácio imperial, começavam suas anotações sem sequer desconfiar do que ainda estavam para ouvir. 
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Em 1861 estourou a Guerra da Secessão entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos. Naquela época ainda não havia cabo submarino entre a Europa e a América do Norte, e as notícias literalmente tinham de navegar entre os dois continentes. Em Cork já existia uma estação de telégrafo conectada a Londres por um cabo submarino. Reuter, como sempre secretamente, conseguiu permissão para instalar uma linha telegráfica particular em Crookhaven, ligando esta a Cork. O agente de Reuter em Nova York recebia os despachos dos correspondentes da agência das frentes de batalha e os colocava em cilindros de metal. A seguir entregava os cilindros a oficiais dos navios-postais previamente "
contratados".  
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Os navios zarpavam do porto de Nova York rumo a Liverpool, via Crookhaven e Cork. Ao passar diante de Crookhaven, os oficiais lançavam ao mar os cilindros de metal no ponto em que outro agente de Reuter aguardava num bote a remo. O agente recolhia os cilindros rapidamente e remava para terra firme em Crookhaven. Corria então para a pequena estação telegráfica da Reuter’s e transmitia os despachos para Cork. Dali os despachos eram transmitidos diretamente para Londres, de onde saíam para toda parte. Enquanto tudo isso já estava acontecendo os despachos dos outros jornalistas nem sequer haviam chegado a Cork. Resultado: - "
FUROS"‘ e mais "FUROS" de Reuter e sua equipe imbatível. O noticiário que ele distribuía sobre as lutas em que os americanos se matavam eficientemente uns aos outros chegavam sempre primeiro ao público britânico e europeu.
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A história de pessoas cobrindo sucessos e se reportando a base do jornal, ficou conhecido como Correspondente. Os mais importantes eram os Correspondentes de Guerra. Houve muitos correspondentes, mas um dos mais destacados foi o inglês William Howard Russell. Trabalhava para “The London Times” e cobriu a Guerra de Criméia (1.853-1.856) entre Rússia e Inglaterra. Os despachos cabográficos de Russell acumularam títulos memoráveis como "A carga da Brigada ligeira". Esta foi a primeira vez que saiu uma fotografia de uma batalha. Posterior a Guerra de Criméia, quando começa a Guerra Civil nos Estados Unidos (1.861-1865) mais de 150 correspondentes já estavam na cena da guerra reportando a suas casas matrizes. 
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Nos Estados Unidos, em 1.846 e 1.848, aconteceu a união de seis diários importantes para reduzir custos e cobrir a guerra com o México. Assim se estabeleceu o que hoje é a Associated Press. Se chamava The New York Associated Press. E com seu advento, quase se produziu um monopólio da informação porque desde 1.870 e até 1.934, as Agências de Notícias dividiram o mundo da informação, demarcando territórios, inclusive mediante trato oficial entre elas; até que a liberdade de operação internacional do jornalismo rompeu aquele monopólio... Esta é a história o resto veio depois com o desenvolvimento do Rádio, da Televisão e agora a Internet. 
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Ernest Hemingway, quem fez seus tentativas de correspondente na primeira grande guerra antes de completar 19 anos, alistado como motorista de ambulâncias na Itália, participou mais tarde, desde o lado republicano, na guerra civil espanhola e chegou a cobrir o segundo conflito mundial trabalhando diretamente como repórter e agente da inteligência do Exército americano. 

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Foi sempre com aquele mesmo esquema que a Reuter’s conseguiu o seu maior "
FURO". Na noite de 14 de abril de 1865, quando Lincoln foi alvejado no Teatro Ford, lá estava o correspondente de Reuter em Washington. Ele correu para o telégrafo e passou a notícia para seu colega de Nova York. Este saiu voando para o porto, mas não conseguiu alcançar o navio-postal semanal, que acabara de zarpar. E enquanto seus colegas voltavam para casa desolados e ficaram à espera do navio-postal da semana seguinte, o agente da Reuter’s, no melhor estilo do chefe, alugou um vapor de grande potência e fez-se ao mar, no rastro do navio-postal. Atingiu-o depois de várias milhas, gritou pelo "oficial da casa" e lançou-lhe o cilindro de metal contendo o mais importante despacho jornalístico da história da agência. Foi assim que a Reuter’s deu a notícia do assassinato de Lincoln uma semana antes de todas as outras fontes de informação. ‘"FUROU" todo mundo, inclusive a própria embaixada do governo norte-americano em Londres...
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Em 1870 estourou a guerra franco-prussiana. Paris foi cercada pelos prussianos e todas as comunicações da cidade com o mundo exterior foram cortadas. Parecia impossível mandar notícias sobre a guerra para fora do país e todos os correspondentes ficaram sem ação. Todos menos um:  - O agente da Reuter’s. Usando o método secreto de praxe, ele conseguiu apossar-se de um balão e soltou-o em direção a Londres. O balão tranqüilamente passou sobre os prussianos, foi carregando todo o noticiário exclusivo da guerra:  - Um envelopão, reforçado para resistir à viagem, com uma anotação bem visível no sobrescrito: "
A quem encontrar este envelope pede-se que o entregue à agência Reuter’s o mais depressa possível, que será recompensado.

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Seguia-se o endereço detalhado da Reuter’s em Londres. O balão foi arrastado pelo vento, porém miraculosamente caiu próximo da capital inglesa. Um homem o viu, recolheu o envelope e, depois de ler a mensagem no sobrescrito, entregou-o a salvo no escritório da Reuter’s. Dali para as redações dos jornais a guerra franco-prussiana levou apenas alguns momentos para chegar, como sempre ocorria.
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Uma das características dos meios de comunicação de prestígio é diferenciar as opiniões dos fatos. Diziam os anglo-saxões, já que os fatos são sagrados, enquanto que as opiniões podem ser levadas em conta ou contraditas. O jornalismo anglo-saxão, desde suas origens, diferencia os fatos e as opiniões mediante a utilização das convenções ou gêneros jornalísticos, que ajudam o leitor a diferenciar as opiniões dos fatos.
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A cada ano que passava as notícias eram cotizadas por dias, depois por horas, passaram a ser por minutos e hoje são por segundos. - Em 1975 a EFE e Europa Press estavam pendentes da morte de Franco, que agonizava. Cada dia podia ser definitivo e a luta para ser os primeiros a informar a notícia, estava latente nas redações. Europa Press foi quem primeiro deu a notícia. EFE, que a tinha igualmente teve que esperar a confirmação por fontes oficias. - "
Pompidou est mort" dizia a agência France Press, em dois de abril de 1974, uma hora apenas depois do falecimento. "President Kennedy dead" assegurou Reuter em 22 de novembro de 1963 às 8,43 da tarde, hora Européia, adiantando-se assim em dois minutos a France Press e em um a UPI que havia sido a primeira agencia em dar a notícia do atentado de Dallas.
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Chegar antes é um orgulho jornalístico, reporta a satisfação de haver ganho a batalha, compensa amplamente o esforço realizado, além de ser um êxito econômico. Hoje em dia é raro que os jornais façam edições especiais, mas quanto antes chegue a informação, melhor poderão preparar as suas páginas. Assim também a televisão e o rádio, ao tratar-se de uma notícia de destaque, podem interromper as suas transmissões para dar a informação. De fato quando acontece um atentado, as cadeias de rádio e televisão interrompem as transmissões e dão a notícia com os poucos dados que tem sobre o assunto e que posteriormente serão complementados nos telejornais. Seguindo este critério, a agência France Press obteve vários clientes importantes entre os jornais norte-americanos no dia seguinte sobre o seqüestro dos atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique (Alemanha) em 1974. A agencia conseguiu uma vantagem de 65 minutos sobre seus concorrentes.
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Hoje em dia e através da Internet esta batalha tem se transferido aos jornais digitais, que renovam constantemente o conteúdo de suas páginas. Dar as informações mais importantes antes que os competidores significa que os jornais digitais colheram a noticia da primeira agência que chegue e como tal figurará nos ordenadores. No afã desta luta pela rapidez, não se podem perder outros critérios jornalísticos como a veracidade, a exatidão, a imparcialidade e a redação clara e concisa.

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"LEMBRANDO DE ALGUNS IMPORTANTES MARCOS DESTA HISTÓRIA"

  • 1816 - 21 de julho, nasceu Israel Beer Josaphat, nome real de Reuter, em Kassel, Alemanha.

  • 1844 - Mudou o seu nome para Reuter ao converter-se para o cristianismo.

  • 1848 - Mudou-se para Paris, onde trabalhou traduzindo trechos de artigos e notícias para Charles-Louis Havas. Isto vinha sendo um protótipo de serviço de notícias.

  • 1858 - INSCREVEU seu primeiro cliente, o jornal London Morning Advertiser.

  • 1965 - Reuters Telegram Company se fez pública e a registraram.

  • 1866 - Fundou o primeiro escritório em Bombay, Ásia.

  • 1870 - Expandiu sua agência ao leste da Europa e América. Afirmou um acordo com Havas e Wolff para estabelecer um “anillo de noticias sem fronteiras”.

  • 1871 - Foi nomeado barão pelo Duque Saxe-Coburg-Gotha, depois lhe deram os privilégios que esta categoria merecia.

  • 1874 - Estabeleceu a primeira agência na América do Sul em Valparaiso, Chile.

  • 1876 - Abriu a primeira agencia no Sul da África, Cape Town.

  • 1878 - Deixou a direção da agencia por problemas de saúde. Seu filho Herbert Reuter assumiu op comando da agencia.

  • 1899 - Morreu aos 83 anos de idade em Nice, França.

  • 1915 - Roderick Jones assumiu o cargo de diretor da Reuters, depois de que Herbert Reuter se suicidou.

  • 1920 - Começaram os “servicios comerciais” com noticias financeiras.

  • 1941 - Apareceu o filme This Man Reuter baseado na vida de Paul Julius Reuter. 

  • 2001 - Com mais de 204 escritórios ao redor do mundo e mais de 18 mil funcionários, Reuters celebra o 150º aniversário de sua fundação, sendo uma das mais importantes agencias de noticias a nível mundial. Atualmente dirigida por Tom Glocer.

  • 2003 - 24 de setembro - Reuters vai vender sede histórica em Londres 09:44  - A Reuters está vendendo sua sede em Londres como parte de um plano para reduzir custos e consolidar suas operações. A decisão significa que a agência de notícias vai deixar a Fleet Street, rua que é sinônimo da imprensa britânica. O prédio abriga a empresa desde 1939 e é protegido como patrimônio histórico por conta de seu valor arquitetônico. De acordo com a companhia, a venda vai levantar US$ 52 milhões. A intenção é concentrar as operações, atualmente divididas em 10 endereços, em um único complexo. 

"ALGUNS FATOS HISTÓRICOS DO INÍCIO DA TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO".

  • Alguns achados arqueológicos indicam a existência do pombo 6.500 anos A. C.

  • O faraó Ramsés III deu a conhecer ao povo a sua subida ao trono através dos pombos-correio.

  • No Egito anunciava-se a subida das águas do Nilo através dos pombos-correio.

  • No Império Persa, o correio aéreo baseado no serviço de mensagens através de pombos correio deu origem a um ramo da Administração Pública.

  • O Rei Salomão utilizava exclusivamente pombos correio na transmissão das suas ordens aos governadores das províncias do seu vasto Império.

  • As vitórias nos Jogos Olímpicos eram dadas a conhecer através dos pombos-correio.

  • Os romanos, no período da ocupação da Gália, faziam chegar as noticias a Roma, por meio de uma série de pombais escalonados até àquela capital.

  • Em 1288, no Cairo, eram empregados 1900 pombos-correio no serviço postal regular.

  • O Sultão Nur-Eddin (séc. XII) criou um serviço postal por pombos-correio entre Bagdad e todas as cidades do seu Império.

  • Joinville, nas "Crônicas" relata o relevante papel protagonizado pelos pombos-correio durante as Cruzadas à Terra Santa.

  • Na Idade Média só aos senhores feudais e ao clero era autorizado a criação e detenção de pombos correio. Este "droit de colombier" apenas foi abolido com a Revolução Francesa, em 4 de Agosto de 1789.

  • Em 1815, a primeira notícia recebida em Londres, a anunciar a derrota de Napoleão em Waterloo, foi transmitida por um pombo correio. Antes, porém, da chegada deste pombo mensageiro, já o Ministério da Guerra londrino recebera pelo telégrafo de Chappe, um telegrama incompleto que dizia "Wellington defeated ...", esta notícia causou o pânico na opinião pública e a bolsa entrou em queda livre. Rothschild, que utilizava regularmente os pombos correio nos seus negócios, tinha alguns deles na zona de combate: enquanto o Ministério carpia a "derrota", o banqueiro adquiriu na Bolsa, por valores irrisórios, todos os títulos e ações ali transacionados.

  • Cerca do ano de 1900, a empresa francesa Compagnie Général Transatlanti que recebia noticias dos seus navios através de uma rede organizada de pombos correio (os pombos voavam distâncias superiores a 300 Km sobre o mar).

  • Na 1ª Guerra Mundial, mais de 30.000 pombos foram utilizados nas frentes de combate, sobressaindo o episódio do forte de Vaux e a história da heróica batalha de Verdun; A Alemanha reconhecendo o perigo, ordenou o extermínio dos pombos-correio nas regiões ocupadas.

  • Na 2ª Guerra Mundial assistiu-se ao êxito das mensagens aladas sempre que as comunicações via rádio eram interceptadas ou perturbadas pelos adversários.

  • Em 1948, o governo português concedeu o Estatuto de Utilidade Pública ao pombo correio.

  • Na década de 50, na Argentina, cerca de 60.000 pombos ainda serviam como meio de comunicação postal.

  • A Suíça desmobilizou os pombos correio já na década de 90.

  • A columbofilia continua, em diversos países, como em Espanha ou Cuba, a depender do Ministério da Defesa.

  • A Federação Columbófila Internacional, sediada em Bruxelas, aglutina cerca de 60 países de todos os Continentes.

  • A columbofilia é, em Portugal, o segundo ESPORTE mais praticado (logo a seguir ao futebol).

PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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" A ÉTICA OU AS VENDAS "

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SR. PROF. EDUARDO BOTELHO

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Autor, Consultor e Diretor do

.INSTITUTO PROFISSIONALIZANTE EDUARDO BOTELHO

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.botelho@eduardobotelho.com.br - www.eduardobotelho.com.br - www.ipeb.com.br 

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Na sua opinião, na maioria das vezes, o vendedor é uma pessoa agradável, confiável, ética, transparente e amiga?

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Ou você diria que, na maioria das vezes, o vendedor é uma pessoa chata, desagradável, inconfiável, aética e que você precisa ficar o tempo todo muito atento porque se houver uma oportunidade, por menor que seja, ele enganará você? 

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Qual dos dois perfis está na sua cabeça?.

  • Por que a maioria das pessoas não confia nos vendedores que as procuram? 

  • Por que as pessoas torcem o nariz quando dizemos que somos vendedores? 

  • Quem gerou esta imagem horrível que muitas pessoas têm de nós? 

  • Quem é o culpado por esta situação? 

  • Por que, muitas vezes, nem nós vendedores, gostamos de atender nossos próprios colegas de profissão? 

  • Por que os clientes se pudessem, fugiriam e fogem de alguns de nós para todo o sempre? 

  • Por que eles sonegam informações e, muitas vezes, mentem para nós, quando lhes fazemos algumas perguntas? 

  • Por que eles vivem mentindo ao mandar dizer que não estão, quando sabem que somos nós que queremos falar com eles? 

  • Por que vender, por exemplo, consórcios ou planos de saúde, ou livros, ou investimentos, é uma "pauleira desgraçada?".

No que diz respeito às empresas, tenho observado o seguinte: Vejo em centenas delas as tais declarações de princípios, ou carta de valores, ou carta de princípios, ou "a nossa missão", enfim, vejo que há empresas que querem parecer que estão realmente preocupadas com as relações com os seus clientes, mas, até hoje não vi, em nenhuma dessas declarações, a palavra ÉTICA. Talvez eu não tenha tido esta sorte, ou oportunidade, mas, o que nos fica disto é a imagem de que essas empresas não estão, na realidade, voltadas para os clientes, mas sim, que estão apenas dizendo isto, mas... Sem ética como ter e/ou praticar quaisquer outros princípios?
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Outro dia dialoguei com uma funcionária de uma companhia aérea no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte:

Eu - Por favor, a que horas sai o seu próximo vôo para SP
Ela - Às 18:00 horas.
Eu - Há alguma outra empresa que tenha vôo mais cedo para SP?
(veja a resposta dela)
Ela - Eu não deveria lhe dizer, mas a companhia tal tem um vôo mais cedo.

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Pergunto... Por que ela me diz: - "Eu não deveria lhe dizer?"

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Porque ela não está treinada para ser ética, mas sim para fazer resultados... 

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Custe o que custar. E é isso que você encontra em praticamente todos os lugares onde precisa negociar. Quem é o culpado maior por esta situação? A funcionária ou a empresa?

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É claro que em nossa profissão, como, aliás, em todas, há mau-caráter; mas, sem dúvida alguma, há também empresas que não estão se importando nada com a imagem que estão deixando nos clientes e pressionam seus vendedores de tal maneira que, para eles, não resta outra alternativa a não ser, vender... Custe o que custar. Porque, ou vende, ou... Rua. 
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Só que isto custa caro demais, porque custa "clientes insatisfeitos", falando mal de você o maior número de vezes que lhes for possível. Não é absolutamente possível planejar futuro, se estamos, no presente, solapando as nossas próprias bases ao não praticar ética nos negócios.
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Há algum tempo atrás tive com um diretor industrial de uma cerâmica o seguinte diálogo:

 

Eu - Por que aqueles produtos estão de lado, jogados ali?
Ele - Porque não queimaram direito. Estão com defeitos.
Eu - E o que vocês fazem com eles?
(veja a resposta dele que é DIRETOR da empresa)
Ele - Nós mandamos para alguns dos nossos clientes que não reclamam de nada. São os nossos clientes fiéis.

Acredite, pois foi exatamente isto que ouvi. 
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Um outro fato que testemunhei foi o seguinte: Há muitos anos atrás ouvi de um vendedor a seguinte frase: "É preciso atingir a estimativa... Nem que seja honestamente"; e esta frase era dita por todos de maneira jocosa. Sabe o que acontecia? Esta empresa tinha, todos os anos, um índice de cancelamentos de clientes da ordem de 25 a 30% e, por isso, precisava, todos os anos, abrir novos clientes para poder sobreviver. Resultado: "
Não sobreviveu".
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De que adianta atingirmos metas de vendas deixando atrás de nós uma legião de pessoas lesadas? Pessoas que, se pudessem, nos retirariam do mercado? Pessoas que nos "desvenderão" o maior número de vezes que lhes for possível, pelo resto das suas vidas? Como planejar futuro agindo assim?
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Para sua reflexão:

  • Qual é a "malandragem" em ser aético? 

  • Quais são os lucros que temos ao enganarmos as pessoas que confiam em nós quando nos compram? 

  • Não é possível não ver os malefícios destes procedimentos. É o desespero por fazer resultado a qualquer custo? 

Mas será que não vemos que esses resultados são falsos e enganosos e que amanhã estaremos num desespero ainda maior do que aquele que estamos hoje, pois teremos cada vez menos pessoas para enganar? O que importa é o fim, e não os meios? Se for isso, devo lhe dizer que você, aético, está realmente muito próximo do fim... De seu fim.
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Será que os Procons da vida teriam tanto trabalho quanto têm se as empresas tivessem na ética um dos seus princípios básicos? 

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Esta situação é tão grave que, hoje, o primeiro trabalho que temos que fazer muitas vezes em uma entrevista de vendas é provar o nosso bom caráter para, só depois, poder tratar da comercialização dos nossos produtos ou serviços. O meu ramo de atividade é consultoria e eu sei muito bem o que estou lhe dizendo, porque aqui também o que tem de empresas e pessoas físicas que só estão interessadas em "extrair" é uma grandeza. 
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Entre o pedido e a ética? Com qual você fica? 
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Lembre-se que não adianta absolutamente nada ficar com o pedido sem ficar também com o cliente. Se isto estiver acontecendo é sinal de que você está fazendo furos na água e terá que continuar furando pelo resto dos dias que ainda tiver de sobrevida..

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SR. PROF. EDUARDO BOTELHO
Autor, Consultor e Diretor do

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botelho@eduardobotelho.com.br - www.eduardobotelho.com.br - www.ipeb.com.br 

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Consultor e diretor do IPEB - Instituto Profissionalizante Eduardo Botelho. - Professor e profissional de vendas há 44 anos; tendo já trabalhado como vendedor, supervisor, gerente de vendas, instrutor, gerente de treinamento e diretor comercial de empresas. - Há 13 anos é consultor comercial com absoluto sucesso no Brasil e no exterior para empresas pequenas, médias e grandes. - Palestrante e conferencista (Brasil,EUA,Portugal) com mais de 2000 atuações, sempre com grande sucesso. Já participou de mais de 1200 convenções de vendas, sendo sempre avaliado como ótimo/bom (100%). - Criador de vários cursos e palestras e autor de mais de 2000 artigos publicados em jornais e revistas no Brasil e no exterior. - Colunista do Jornal O Estado de S. Paulo durante 6 anos. - Articulista PERMANENTE das revistas Venda Mais , Business , Vencer , IOB, dentre outras e bolsista da Universidade de Nova York (EUA).

 

Eduardo Botelho é um profissional de vendas há mais de 44 anos, tendo sido vendedor, supervisor, gerente de vendas e de treinamento em 3 empresas e há 13 anos é consultor de empresas, sempre na área comercial.

Durante todo esse tempo Botelho tem estudado todos os cursos de vendas existentes no País e tem absoluta consciência de que existe um terrível vazio no que diz respeito à formação e profissionalização de pessoas para o exercício desta profissão.

Autor de 18 livros e 44 tapes; já realizou mais de 1200 palestras em convenções de vendas e eventos empresariais no Brasil, nos Estados Unidos e em Portugal. Profissional renomado e respeitado principalmente pela sua competência em aprender, praticar e ensinar o que toda a sua vivência produziu. 

Tem, hoje, o seu nome ligado a vários sucessos em trabalhos feitos em centenas de empresas que sempre passam a vender muito mais após a sua intervenção.

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Para mais informações sobre palestras e cursos ligue para: (11) 3672-2124, 3672-7581 ou 3865-8003. Atendemos a todo o Brasil no horário comercial.

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"DICAS E CURIOSIDADES" Nº226 DO WWW.SDR.COM.BR

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Foco no seu cliente interno

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Nunca se esqueça: “
É preciso promover constantemente a estratégia da empresa para o seu público interno”. 

Mesmo as melhores estratégias de mercado não serão bem-sucedidas, caso a empresa não consiga obter o comprometimento de TODOS os seus funcionários com a sua execução. 

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Nesse caso, investir tempo para educar funcionários, e comunicar a estratégia da empresa internamente são ações prioritárias para toda e qualquer empresa que deseja maximizar o retorno sobre os seus investimentos. 

Quando todos os funcionários da empresa conhecem as suas metas e objetivos, você tem TODA a empresa ajudando você a promover os seus esforços de marketing. 

Por exemplo, compartilhe os valores da empresa com os seus funcionários. Peça feedbacks, e juntos, definam a Missão e a Filosofia de Atendimento a Clientes da sua empresa. 

Por fim, determine um modelo de trabalho onde você consiga se reunir regularmente com a sua equipe para entender como as coisas estão caminhando, e compartilhar estórias de sucesso.

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Pense globalmente, atue localmente, pense tribalmente, atue universalmente

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John Naisbitt, futurologista

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GANHANDO CLIENTES FIÉIS
ENVIADO POR GUSTAVO DA INTELLI
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Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco da cor pedida, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, percebeu um furo e uma pequena rachadura no fundo do barco e decidiu consertá-lo. Quando terminou, recebeu seu dinheiro e se foi.
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Passados alguns dias, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso: - O senhor já me pagou pela pintura do barco - disse ele. - Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco. 

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Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
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Meu caro amigo, você está certo, mas apenas em parte!. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu: - Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Após o barco secar, meu pessoal o pegou e saíram para uma pescaria. Eu estava viajando naquele momento e ao chegar notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. 
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Imagine minha alegria quando soube que retornaram sãos e sem problemas. Então, fui examinar o barco e constatei que você o havia consertado! - Percebe, agora, o que fez? Você cuidou da minha gente com seu gesto! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pelo seu serviço... - Mas saiba que ganhou minha fidelidade e da minha colônia também, porque mesmo sem saber o que precisava, você teve a sensibilidade de fazer.
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Não existe fidelidade para produtos e nem para serviços, mas existe sim para pessoas que se esmeram e dão tudo de bom para o cliente, sem esperar agradecimento por isso. Apenas como conduta e educação. Isso que traz a fidelidade. Um bom prestador de serviço.

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Não creias que, rompida uma amizade, não tenhas mais deveres a cumprir. 

São os deveres mais difíceis, nos quais só a honradez te sustenta.

Deves respeito à antiga amizade. Deves abster-te de tornar as brigas públicas 

e de falar delas, a não ser para te justificares. 
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(Anne-Therese Lambert)

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 45 minutos antes e 15 minutos depois

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Jeffrey Fox dá algumas dicas para aqueles que desejam progredir em suas carreiras. "Se você deseja crescer em seu trabalho, comece a praticar agora a filosofia do 45 minutos antes e 15 minutos depois. Pessoas que chegam tarde ao trabalho, não gostam do que fazem... pelo menos, é assim que pensa o seu chefe." As pessoas não chegam 20 minutos atrasadas para uma sessão de cinema, certo? 
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"Não permaneça no escritório até as 22:00 hs todas as noites. Dessa forma você está dando um sinal de que você não consegue fazer o seu trabalho ou a sua vida pessoal é terrível. Deixe o escritório 15 minutos depois do seu horário. Use esse tempo para limpar a sua mesa e organizar as tarefas do dia seguinte. Mesmo dessa forma, você estará deixando o escritório depois que 95% dos outros funcionários, a sua reputação de trabalhador continuará intacta. 
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Chegar 45 minutos antes do horário e sair 15 minutos depois do horário dá um total de 1 hora por dia, que equivale a 250 horas por ano, ou 31 dias. O que você poderia fazer com 31 dias a mais em um ano? Eu garanto a você que é tempo o suficiente para você estar a frente da maioria dos outros profissionais. 

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"Aquele que sabe falar também sabe quando"

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Arquimedes - 287 A 212 a.C. 


Matemático
grego

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A HISTÓRIA DO ARRANQUE ELÉTRICO DE CARROS

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Charles Kettering perdeu um amigo ao dar partida no seu carro com o auxílio da manivela, que por força da compressão do motor voltou e esmagou ele. Esse acidente motivou-o a desenvolver a partida elétrica para automóveis e caminhões, evitando futuros acidentes com outras pessoas. 

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Esta inovação do americano, Charles Kettering, que em 1911 adaptou um dispositivo elétrico projetado por ele mesmo em seu Cadillac o tornou famoso.
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Semelhante desenvolvimento lhe proporcionou o prestigioso Premio Dewar de 1909 e sem dúvida favoreceu para que nesse mesmo ano começasse a formar a parte da General Motors como a marca mais simbólica da corporação.
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Em 1911, Charles Kettering, o técnico que mais contribuiu em definitivo abriu mão da marca, pôs a ponto, em colaboração com Delco Remy, um pequeno motor elétrico que permitia ser posto em marcha sem o uso da manivela. Esta nova conquista adaptada em 1912 não só proporcionou a Cadillac outro Prêmio Dewar ao ser a primeira marca em adotar acumulador e arranque elétrico de série, assim também possibilitou a condução para as mulheres, já que não se requeria mais froça para o carro começar a funcioanar. 

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Em 1913, depois de utiliza-lo um ano exclusivamente, Cadillac vende a patente a todas as automotoras do mundo, que o incorporam a seus respectivos produtos.

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Animado pelo êxito, Kettering desenvolve um V8. Em 1915 Cadillac apresenta nas Serie 51 seu novo motor V8 (primeira marca em utiliza-lo em série) cuja superioridade foi absoluta.
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Tão decisivo resultou, que aparte de forçar a concorrência a inspirar-se nele, assinou as bases do que ainda hoje se entende por um típico motor americano e permitiu que durante dez anos apenas necessitaram retoca-lo.

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"A verdadeira nacionalidade de um escritor é a sua língua
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Octavio Paz. 
Escritor mexicano; Prêmio Nobel de Literatura em 1990; 1914-1998

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Recompensando aqueles que trabalham para você

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Aqui vai algumas dicas que você precisa saber sobre as pessoas 

que trabalham para você: 

Os profissionais de hoje, de qualquer nível querem saber porque eles estão fazendo alguma coisa. Não diga algo como,"Pare tudo que você está fazendo, e conclua essa venda". Ao invés disso, invista 2 minutos do seu tempo para explicar a esse funcionário o porquê daquela tarefa.

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Os profissionais de qualquer nível querem projetos desafiadores, e tem orgulho de si mesmo quando cumprem com suas funções. Seja generoso quando um funcionário termina um trabalho. Demonstre a sua apreciação e reconhecimento.

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Os profissionais de hoje desejam ter acesso livre a seus supervisores, alguns às vezes são um pouco envergonhados até que você realmente aprenda a abrir as portas para eles. Reuniões onde você reúne grupos reduzidos de pessoas, e pede por sugestões são uma boa maneira de conseguir o envolvimento das pessoas.

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Os profissionais de hoje querem sentir que o seu trabalho está fazendo diferença para a empresa. Invista alguns minutos do seu tempo para explicar a eles que o seu trabalho importa MUITO para o sucesso da empresa.

"Tempo investido com o seu funcionário, 

é tempo investido no futuro da sua empresa." 

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"A falta de caridade e amor precedem uma falta de imaginação. 

Um rápido mal estar próprio dói mais que o visão de uma terrível dor alheia, 

e o próprio apetite nos incita mais que pensar em toda a fome do próximo."

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Miguel de Unamuno. 
Filósofo e escritor espanhol, autor de "Niebla", "La Tía Tula"..; 1864-1936. 

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GRÉCIA CLÁSSICA

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"O que distingue o convívio dos homens na "Polis" de todas as outras formas de convívio humano que eram bem conhecidas, era a liberdade".
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A cidade grega de Atenas foi o berço da democracia. Inicialmente a palavra "
demos" significava gente comum, porém, com o decorrer do tempo passou a representar "o povo em seu conjunto; uma democracia, um corpo de cidadão que atuava através de assembléia".
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Contudo, ser cidadão em Atenas tinha seus limites, pois, escravos e estrangeiros (chamados de metecos) não eram considerados cidadãos da Polis.
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No sentido clássico, Polis, significava um "
estado que se governava a si mesmo". Atenas e Esparta foram as principais "cidades-estados" da Grécia antiga. 
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A chave da democracia ateniense foi a representação direta, cuja a assembléia soberana atuava como autoridade máxima e qualquer cidadão tinha direito de intervir, debater, propor emendas, votar todo tipo de proposta, inclusive sobre guerra e paz, impostos, cultos, obras públicas e outras questões de maior ou menor importância.
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Em Atenas, saber ler, escrever e aritmética eram atributos comum a toda população livre. As eleições para cargos públicos eram por sorteio, possibilitando igualdade de oportunidade, pois tantos ricos como pobres tinham lugares nos conselhos e tribunais. Assim, os cidadãos adquiriam experiência política e administrativa, interferindo, de certa forma, na estrutura de poder e classes.
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Para os gregos, a cidade exerce um duplo e importante papel: ela liberta o cidadão, mas por outro lado, exige uma obediência em relação às obrigações desse cidadão. 
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A ÁGORA DE ATENAS (Ágora: O Lugar da Palavra)
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Para grego antigo, a palavra demokratia significava que o povo (demos) é o poder (kratos) no estado. Para eles, a Polis era tolerante e cosmopolita, aberta ao mundo. Um espaço onde as pessoas alcançavam a unidade e não um simples ponto no mapa.
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O lugar da palavra era a
ÁGORA, local de múltiplas atividades, onde as pessoas conversavam sem que houvesse uma voz dominante. A vida em Atenas circulava na ÁGORA com seus espaços de danças religiosas (orkhestra); nos pórticos, palco para comer, negociar, ouvir fofocas e cumprir obrigações religiosas; no poikile, local onde a grande massa da população se encontrava; no principal tribunal popular da cidade (heliaia); espaço onde os cidadãos se encontravam para votar o ostracismo, o banimento da cidade; abrigava o bouleuterion, Casa do Conselho, onde quinhentas pessoas decidiam a pauta de discussões debatidas diariamente.
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A ÁGORA era o coração da cidade, espaço da fala, da política e da liberdade da Polis ateniense.

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Hannah Arendt

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Não tenhas pressa de fazer novos amigos, nem de abandonar aqueles que tens. 
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(Sólon - Político e poeta grego - 640/ 559 a.C.)

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PROF. RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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Antes que você vá para uma entrevista...

 

 

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Como você pode ter certeza que entre tantos candidatos você será o escolhido? PREPARE-SE!!!! 
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Existe sempre três perguntas que todo empregador precisa ter respondidas durante uma entrevista, portanto, prepare as suas respostas antes de sair de casa. 
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1. Você pode fazer o trabalho? Em outras palavras, você tem os valores, habilidades e experiências corretas para fazê-lo? 
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2. Você fará o trabalho? Qual é a sua disponibilidade e motivação? 
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3. Você vai se encaixar ao trabalho em termos de personalidade, química e estilo de trabalho? 
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Além disso, antes de tomar qualquer decisão final, tenha certeza que você irá assumir uma responsabilidade que você realmente quer. 
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1 - Faça a você mesmo as seguintes perguntas: 

  • O que você quer e porque você quer? 

  • Quais são os seus planos de carreira de curto e longo prazo? 

  • Porque você quer essa empresa ou essa indústria?

Antecipe-se e faça pesquisas sobre a empresa na internet e órgãos de imprensa.Tenha certeza que você realmente vai se encaixar na empresa. 
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2. Faça uma lista das cinco habilidades que você tem que o qualifica para o trabalho. Coisas como “Eu sou bom com pessoas” ou “Eu sei organizar o meu tempo” não funcionam até que você tenha evidências concretas a respeito. 
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3. Qual tipo de experiência você tem? Escreva a lista dos requisitos da empresa e cruze com a sua experiência. 
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4. As empresas não querem ouvir apenas quais empregos você teve. Eles querem ouvir sobre o que você acredita que conquistou. 

  • Como você ajudou a última empresa em que você trabalhou a aumentar suas vendas, reduzir custos, reter clientes ou conquistar novos mercados? 

  • Quais novas práticas foram implementadas na empresa graças a você? 

  • Como você fez a diferença? 

5. Faça anotações sobre o que você não sabe sobre a empresa e o trabalho em específico, e faça uma lista das perguntas que você deve fazer durante a entrevista. 
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6. Descubra tudo que você puder sobre o dia da entrevista. Quantos entrevistadores estarão presentes? Quais são os seus nomes e funções? Onde a entrevista acontecerá? Quanto tempo leva para chegar lá? Quem você deve procurar quando chegar lá? Você precisa levar algum exemplo do seu trabalho para a entrevista? 
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PREPARE-SE!!!

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É o segredo para vencer qualquer medo. 

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Vá, QUEBRA TUDO!

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SR. PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
FUNDADOR, PRESIDENTE, SEU AMIGO

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http://www.bizrevolution.com.br  ricardom@bizrevolution.com.br

 

 

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FRASE DO DIA!

"Sexo não tem nada a ver com amor. Tanto isso é verdade que os governo me fodem há mais 20 anos e eu não sou apaixonado por eles... "

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" DICAS PARA UM PLANO DE INCENTIVO... "

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SR. PROF. JOSÉ TEOFILO NETO
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DIRETOR
COMUNICAÇÃO DIRETA CONSULTORIA.

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Em tempos de vendas oscilantes e períodos de instabilidade, novamente os imediatistas recorrem a fórmulas mágicas que geralmente reduzem-se ao binômio aparentemente simplista: motivação e incentivo.
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Muitos pensam que bastam tirar da prateleira e divulgar um plano de premiação e alguma palestra onde todos, vestindo literalmente uma camiseta com o logotipo da empresa, cantam, dançam, se emocionam, choram, se abraçam e dão vivas e urras à empresa e pronto:
estão motivados!
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Quando, ao invés de aplicar a fórmula "
levanta a poeira" acima, se procura investigar o momento por que passa a empresa, descobre-se: 

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  • Houve uma alteração nos planos de metas, tornando impossível alcançar no curto prazo o novo patamar. Pior ainda, devido às mudanças, os vendedores tiveram reduzidos drasticamente seus ganhos. Muitos passaram a receber só o fixo, enquanto que antes ganhavam 3 ou 4 vezes mais. - Você ficaria desestruturado ou somente desmotivado?

  • Como achar que vendedores que praticamente só ganham comissão sobre seu desempenho, ganham muito? Pense nisso: ele ganha uma porcentagem sobre um valor previamente estipulado, onde os ganhos da empresa estarão salvaguardados. Resumindo: - se 3% é muito, o que dizer de 97%?

  • As metas são fixadas utilizando-se o método russo: "nascoxovisky". Responda: - é real um incremento de 20%? . Baseado no que?

  • Toda hora estão revendo as carteiras de clientes, tirando daqueles que carregam a equipe nas costas seus bons clientes, repassando-os para outros da equipe, quando não para a "outra", aquela moça esforçada, entende?

Muitos são os "causos" que podem ser citados. Tirando estas terríveis causas, qual a minha contribuição para se fazer um projeto que funciona?

1. Atividades Pré Programa:

  • a) Responda: e se tudo der certo, o resto da empresa estará preparado? A produção dará conta? Teremos problemas de entrega?.  - Parece que deveremos envolver também esse pessoal...

  • b) Defina claramente os critérios de pontuação, de avaliação mas lembre-se, seja impiedoso com os critérios de punição. Sim, são comuns as tentações de burlar as vendas, com pedidos cancelados, depois de computados os pontos. 

  • c) Seja criterioso na fixação das metas. Quer uma dica: - possibilite que todos vençam! Como?

  • c.1) Premie o campeão, aquele que vender mais.

  • c.2) Premie todo aquele que alcançar uma marca acima daquela que historicamente vem obtendo. Explico:  - Invariavelmente ao lançarmos um plano de incentivo às vendas, todos já apontam o campeão e desistem antes da largada. Sugiro: todo aquele que aumentar suas vendas em X%, acima de seu desempenho histórico nos últimos 12 meses, ou comparado com o mesmo mês do ano passado, ou melhor que a média dos últimos 3 meses, etc, etc. Fazendo assim, todos concorrem contra sí mesmos, procurando superarem-se. Depois do período de premiação você poderá conversar com aqueles que não conseguiram alcançar sequer suas metas, aconselhando-os, treinando-os ou demitindo- os.

  • c.3) Premie o Destaque. Tirando o campeão, existirá aquele que superará a si mesmo, alcançando uma porcentagem acima de qualquer outro vendedor. Exemplificando:  - mesmo vendendo menos em quantidades ou Reais (pode acontecer) ele aumentou suas vendas em X%, sendo este valor maior que todos os outros obtiveram. Ele deu tudo de si. - Merece. 

  • c.4) Lance o programa.

2. Atividades Durante o Período de Premiação
Faça intervenções relâmpago. Você manterá acesa a equipe. É a premiação dentro da premiação. Coisas como: 

  • o pedido com maior número de itens, naquele dia; 

  • o maior número de pedidos num único dia; 

  • Sexta feira alegre, 

  • o campeão do dia; 

  • da semana; 

Quando for para a equipe de televendas pode-se ser mais rápido ainda: 

  • o campeão da hora, 

  • o último pedido do dia, etc. 

3. Atividades Pós Período de Premiação
Vocês se lembram do nosso capitão Cafu, na hora de receber a taça? Como seria a entrega? No chão do campo entre os vencedores. O que ele fez? Subiu no lugar mais alto e celebrou a conquista, mostrando para os cerca de 2 bilhões de espectadores, sua façanha e de seus colegas.
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A palavra chave é : Celebração.
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O gosto e gozo da conquista tem que ser assistido por todos, inclusive pelos perdedores. Nunca entregue os prêmios numa cerimônia reservada, íntima, onde até os ganhadores têm sentimentos de culpa. Não improvise "qualquer coisa de última hora", Faça com que todos vejam a alegria dos campeões. 

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Envolva a direção da empresa. Divulgue no jornal interno. Tire fotos e coloque no mural. Avise os clientes deles, pois todos admiram os campeões. Se for o caso, convide seus familiares, filhos principalmente. Tenha em mente a diferença entre uma festa e uma celebração. O momento é único, solitário e ao mesmo tempo permanente na memória de todos. 
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Finalmente, faça um balanço. Entreviste um a um os vendedores e estabeleça novos patamares de produtividade, regras e compromissos. Treine e acompanhe os mais fracos e ponha em prática os ensinamentos aprendidos.
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Não acostume a equipe a dar mais de si, trabalhar mais, só por uma premiação. Seja justo e eles sentirão orgulho da empresa onde trabalham, e, naturalmente, serão os melhores.
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SR. PROF. JOSÉ TEOFILO NETO
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DIRETOR
COMUNICAÇÃO DIRETA CONSULTORIA

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JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº226

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TRANSPORTES .... .... LOGÍSTICA

Nº05.

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Obtendo feedback de clientes

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Mesmo que o processo possa parecer doloroso, você precisa saber o que os seus clientes não gostam a respeito dos seus produtos e serviços.

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Como você imagina que irá conseguir melhorar os seus produtos e serviços se você não sabe o que os seus clientes não gostam? Será que o seu produto ou serviço é difícil de usar ou acessar? Será que os seus vendedores demoram muito tempo para atender os seus clientes? Será que a transportadora está entregando no prazo certo e com a qualidade que você contratou?
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O objetivo aqui é chegar a um nível de relacionamento onde você pergunta diretamente aos seus clientes o que você poderia estar fazendo de melhor. Ao fazê-lo, você ficará surpreso em saber o quanto os seus clientes ficarão contentes ao saber que a opinião deles é importante para você. 
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Mas não pare aqui. Uma vez que você saiba o que eles querem, faça algo a respeito. Dessa forma você estará construindo um relacionamento que poucos competidores conseguirão derrubar.

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NAVEGANDO PELO BRASIL

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 O modal aquaviário, composto pela navegação de interior e a cabotagem teriam, em princípio, enorme potencial para se desenvolver no país, quando se consideram nossas características geográficas e o perfil de produção. Com uma costa de 7.500 quilômetros, onde estão concentrados
80% do PIB brasileiro, numa faixa de 400 quilômetros em direção oeste, o Brasil seria em princípio um país vocacionado para o desenvolvimento da cabotagem. Por outro lado, os 45.000 quilômetros de rios navegáveis, poderiam ser uma excelente alternativa para o movimento da enorme quantidade de bens primários produzidos por nossa economia. Infelizmente esta não é a realidade.
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A cabotagem, hoje fortemente concentrada na movimentação de granéis sólidos e líquidos, começa a dar sinais positivos em relação ao transporte de contêineres, embora de forma ainda modesta. O número de navios em serviço, que atualmente é de 10, já foi de apenas 2 a seis anos atrás. Mesmo com este avanço, a freqüência continua baixa (em média 1,3 saídas por semana) e as empresas de navegação ainda não alcançaram o ponto de equilíbrio, na operação. Uma série de barreiras vem dificultando o desenvolvimento mais rápido desta alternativa de transporte.
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A ação dos sindicatos portuários, tem impedido a implementação plena da lei dos portos, e o funcionamento adequado dos OGMOs. Como conseqüência, a quantidade de mão de obra utilizada nas operações portuárias no Brasil chega a ser de 3 a 9 vezes superior ao observado em portos europeus e sul americanos. Este fato contribui também para atrasar o processo de mecanização dos portos, afetando diretamente sua eficiência produtiva. Enquanto a boa prática internacional de movimentação de contêineres é de 40 por hora, no Brasil, ela chega no máximo a 27.
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O potencial da navegação de interior no Brasil continua sendo altamente sub-utilizado. Dos
45.000 quilômetros de rios potencialmente navegáveis, somente 28.000 são utilizados, assim mesmo de forma bastante improvisada. Na realidade, existem hoje no Brasil, apenas três projetos modernos de transporte por hidrovias: Tietê - Paraná; Paraná - Paraguai; Madeira - Amazonas. Mesmo assim, estas hidrovias convivem com uma série de problemas que afetam a sua eficiência operacional. Restrições de calado, limitações das eclusas, espaços limitados entre vãos de pontes, criam sérios constrangimentos para o dimensionamento dos comboios hidroviários.
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Comparados com o Rio Mississipi (EUA), cujos comboios operam com capacidade de
22.500 toneladas, no Brasil, o rio Tietê opera com comboios de 2.200 toneladas, o rio Paraná com 4.400 toneladas, e o rio Madeira, o mais desenvolvido, com comboios de 18.000 toneladas.
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De uma forma geral, o maior problema da navegação de interior parece ser a falta de infra-estrutura básica, envolvendo dragagem, sinalização e terminais. Os investimentos nestas infra-estruturas tem sido mínimos por parte do governo federal. Os investimentos em navegação do interior entre 1995 e 2000, corresponderam a menos de 2% do total investido em transporte no mesmo período, pelo governo. Mesmo quando se alocam recursos para o setor, os mesmos não são aplicados na sua plenitude. Dos R$
374 milhões previstos em 1996, para investimentos nos rios Madeira, São Francisco, Tocantins - Araguaia e Tietê - Paraná, pelo plano Brasil em Ação, somente R$ 69 milhões foram aplicados até 2002.
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Como conseqüência, observa-se uma deficiência muito grande de infra-estrutura hidroviária. Apenas como exemplo, basta citar o número de terminais. Enquanto nos EUA este número chega a 1.200, no Brasil ele se limita a cerca de 64.
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O transporte aquaviário de interior convive ainda com duas outras barreiras institucionais. A primeira está relacionada às dificuldades para obtenção de licenças ambientais. Um exemplo emblemático é o da hidrovia
Tocantins - Araguaia. Definida como projeto prioritário do programa federal Brasil em Ação, o projeto que deveria ter sido concluído em 1999, sequer passou do estágio de estudos ambientais. A segunda dificuldade tem a ver com o uso múltiplo das águas. A utilização dos rios para fins energéticos, sempre teve, e continua tendo, prioridade sobre o transporte, dificultando ainda seu desenvolvimento no país.
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Amplos e profundos, os problemas do transporte de cargas no Brasil, não se limitam aos aspectos até aqui discutidos. Questões relacionadas com a legislação tributária, deficiências de fiscalização, escassez de informações, insuficiência de investimentos em manutenção, burocracia estatal e práticas de corrupção, são problemas gerais que afetam não apenas o setor, mas o conjunto da nação.
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O quadro é grave, e exige mudanças urgentes e profundas. Há muito o que ser feito, mas nada que seja inviável ou impossível. Na verdade alguns movimentos já estão acontecendo, e demonstram a viabilidade das mudanças.
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Um conjunto de leis disciplinadoras do transporte rodoviário de carga já se encontram em tramitação no Congresso Nacional. O cadastro nacional de transportadoras, a definição de regras para tempo de direção, e a exigência de frota mínima fazem parte deste conjunto. A lei 10.446, enquadrou o roubo de cargas como crime federal, o que poderá contribuir para redução da criminalidade. As agências reguladoras de transporte já foram criadas e estão sendo estruturadas.
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Uma série de movimentos empresariais sinalizam para a possibilidade de significativas melhorias operacionais. Nas ferrovias, o processo de privatização permitiu um aumento substancial da produtividade, e uma aparente reversão da tendência de queda nos volumes transportados. Na cabotagem, o aumento da oferta de navios é um indicador claramente positivo, apesar dos resultados financeiros ainda negativos. Na navegação do interior, a hidrovia do rio Madeira é uma prova marcante de que podemos ter hidrovias modernas e competitivas. Estes são pequenos exemplos do potencial de melhorias.
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O grande desafio com que nos confrontamos é transformar os problemas em oportunidades. Um exemplo marcante do potencial de ganhos, advindos de um sistema de transporte mais eficiente, pode ser visto no estoque. Comparado com a indústria norte americana, a indústria brasileira carrega, em média, 22 dias adicionais de estoque. Isto deve ser entendido como um seguro adicional para se proteger de um sistema pouco confiável, onde ocorrem atrasos constantes, e perdas devido a roubos, acidentes e avarias. Em termos financeiros, estes 22 dias correspondem a um investimento adicional de R$ 118 bilhões.
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Um desperdício, que poderia ser eliminado ou minimizado, a partir de uma melhoria na eficiência do transporte brasileiro, liberando desta forma recursos para aplicações produtivas.
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A reversão do quadro é possível. Depende apenas de vontade política e de ações contínuas e coordenadas, que tenham como foco comum, o ataque às causas básicas dos problemas aqui identificados. Acreditamos, fortemente, que a implementação das ações propostas resultará em ganhos substanciais para a economia e a sociedade brasileira.
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Não custa lembrar o papel fundamental do transporte para o desenvolvimento de qualquer sociedade organizada. Mais do que um setor econômico, que gera emprego e renda de forma expressiva, o transporte é um serviço básico que viabiliza os demais setores, e gera externalidades para a economia e a sociedade como um todo.
Apostar na modernização do transporte é apostar num país próspero, saudável, e justo.
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Fontes: CENTRO DE ESTUDOS DE LOGÍSTICA -COPPEAD - UFRJ - Ministério dos Transportes / Sec.Executiva / Subsecretaria de Plan. e Orçamento.

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Marketing no Pedágio

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Em São Paulo, um corretor de seguros construiu o seu negócio ao pagar o bilhete para o próximo carro atrás do seu na fila do pedágio. 

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Ao passar pelo pedágio, o corretor pagava por seu bilhete e o do próximo carro, e pedia para o atendente entregar o seu cartão de visitas para o motorista felizardo. 

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Alguns dias depois, o corretor recebia um telefonema de agradecimento, e uma esperança concreta para realização de futuros negócios.

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Procurando por um Provedor de Serviços

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Uma bem definida "
Solicitação de Proposta de Serviços" é fundamental para você economizar tempo, e reduzir os riscos de trabalhar com o prestador de serviços errado. Veja aqui algumas dicas que podem ajudá-lo a montar uma "Solicitação de Proposta" que pode minimizar esses riscos. 

1. O Básico. Entenda as suas necessidades. Quanto mais informações você fornecer, mais fácil será para o provedor de serviços entregar uma proposta para você. Não esconda informações. Seja o mais detalhista possível. 

2. Checklist. (Para lembrá-lo de alguns pontos importantes que a sua solicitação de proposta deve trazer). 

  • Gerente do Serviço: - Quem será o responsável pelos serviços que serão realizados ? 

  • Orçamento: - Quanto você espera investir nesse serviço ? 

  • Descrição da Empresa:Histórico da sua empresa, indústria que está inserida, mercado que atua, produtos e serviços oferecidos e tudo que possa ajudar o provedor de serviços a entender o negócio da sua empresa. 

  • Custo do Serviço: - Exija uma planilha de custos separada por itens, tais como mão-de-obra, equipamentos etc. 

  • Formas de Pagamento: - Como você deve pagar pelo serviço ? A vista ? Em parcelas mensais ? 

  • Requisitos de Instalação: - O que é necessário para receber esse serviço ? 

  • Tempo de Implementação: - Quanto tempo leva para o serviço ser completado ? 

  • Tempo de Contrato: - O serviço deve ter um contrato. A sua duração deve ser estabelecida. A possibilidade de renovação deve ser citada. 

  • Serviços de Manutenção: - É necessário ? Quem fornece o serviço ? Qual o preço ? 

  • Referências: - Peça por referências de clientes que já foram atendidos por esse provedor de serviço. Converse com os clientes já atendidos. 

  • Suporte e Serviços: - Em caso de necessidade, quem é responsável por serviços e suporte ? Quanto tempo leva para obter uma resposta do suporte ? 

  • Treinamento: - É necessário para utilizar o serviço ? Quem fornece o treinamento ? E quando for necessário realizar treinamento para novos funcionários ? 

  • Garantias: - Qual é a garantia do serviço ? 

Agora é com você. Seja Profissional. Os fornecedores que você escolher serão uma extensão da sua empresa, e responsáveis direto pela qualidade dos serviços que você irá prover para os seus clientes. 

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PROF. RICARDO JORDÃO
FUNDADOR, PRESIDENTE, SEU AMIGO

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http://www.bizrevolution.com.br   -  ricardom@bizrevolution.com.br

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.. " AS ARMADILHAS DA AUTO-AJUDA "

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SR. PROF. MAURÍCIO GOIS

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Consultor, colunista  E PALESTRANTE

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(19) 3865 1597 - www.mauriciogois.com.br - contato@mauriciogois.com.br

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Para atingir o sucesso no mundo dos negócios é preciso separar o joio do trigo.
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Auto-ajuda realmente funciona no mundo dos negócios? Claro! E, por favor, não ironize dizendo que se o otimismo não ajuda e o pessimismo prejudica, então, é preciso ser otimista até por falta de opção. Na verdade, ninguém pode negar que o lado bom da auto-ajuda dispara o ânimo vencedor em vendedores e gerentes que são capazes de superar todos os obstáculos. 
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No entanto, muitos profissionais quando entram em contato com o lado negativo da auto-ajuda irresponsável, passam da euforia para a depressão e acabam com um sentimento de vazio, frustração e incapacidade profissional, do tipo: "funciona com os outros mas não comigo". 

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A auto-ajuda se torna perversa quando diz que basta acreditar em seu poder sem limites e saber o que se quer e querer o que se sabe que você despertará seu gigante interior e todas as portas se abrirão. 
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Ora, hoje em dia, não ganha mais quem só acredita. Ganha quem é acreditado, quem tem networking e poder de lobby, até porque o mais importante na Era da Revolução do Conhecimento não é o que você sabe e, sim, quem você conhece. 

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Mas, quando os conselhos dos gurus do lado mentiroso da auto-ajuda falham, eles estão prontos para dar explicações muito inteligentes:
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Ora, se você leu o meu livro e cometeu algum erro na sua reprogramação de vida, não me culpe, é porque você apertou o botão errado. Ou errou na receita. Ou na dose. Ou não acreditou em seu potencial. Ou acreditou na direção errada. Ou acreditou, mas não agiu. Ou agiu, mas não perseverou.
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Dizer, por exemplo, que o sucesso na vida está ao alcance de todos, é uma declaração politicamente incorreta, biologicamente contestada e de inteligência emocional analfabeta. Esses conselhos geram estresse em alguns vendedores destreinados, principalmente quando escutam coisas do tipo: "
hoje, para ficar onde você já está, é preciso correr muito"

  • Ora, será que é racional afirmar que alguns profissionais são o que são porque optaram em ser inertes ou porque decidiram não ter a energia inquieta para a superação? 

  • Ou porque escolheram não atualizar paradigmas antigos? 

  • Ou porque não querem ser ponto.com e, sim, ponto.sem? 

  • Ou será por que não receberam treinamento dirigido e continuado? 

Resumo muitos conselhos do lado ruim da auto-ajuda assim: - Jogue uma galinha e uma raposa dentro de uma jaula fechada e grite bem alto: Viva a liberdade da galinha, viva a liberdade da raposa! E aí você já pode prever o que vai dar: sem treinamento dirigido o mais forte vai massacrar o mais fraco, só que de maneira diferente: dizendo que o mais rápido destrói o mais lento, o mais culto o mais ignorante, sem diagnosticar as verdadeiras causas que fazem um profissional ser lento ou inculto. 
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Se a informação no mundo dobrava a cada 14 meses, e hoje, tende a dobrar a cada 80 dias será que alguns executivos de vendas, apenas lendo livros de auto-ajuda irresponsável, terão competência pessoal dobrada para enfrentar o conhecimento dobrado da Era do Caos, onde até se diz que as coisas são criadas para rolar, não para durar e onde alguns até pregam que ser excelente é ser efêmero? 
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Será que funciona reunir o pessoal de vendas e dar conselhos do tipo: mentalize-se como pessoa vencedora, pense grande, seja veloz e flexível, transforme seus sonhos em objetivos, reinvente suas oportunidades, busque a inovação contínua, tenha gosto pelo risco e ousadia com atrevimento criador?
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Não será mais inteligente dar treinamento centrado nos incidentes críticos das necessidades levantadas e no fortalecimento ainda mais dos pontos fortes deles?
Será sábio perturbar um vendedor dizendo que ou ele se transforma num superprofissional ou o próprio mercado vai despedi-lo? 
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Muitos vendedores potenciais ouvirão essas coisas e começarão a rezar. Mas aí não é auto-ajuda. É ajuda do Alto. Treinamento personalizado focado nos pontos fracos - essa é a chave dos que vencerão. Minha tese é que sempre valerá a pena ler livros de auto-ajuda, mas, se não separar o joio do trigo, você será mais um órfão do lado mentiroso do auto-conhecimento. 

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SR. PROF. MAURICIO GOIS
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Consultor filiado ao IBCO - Instituto Brasileiro de Consultores de Organização desde 1985.Para contatá-lo ligue para ( 19 ) 3865 1597 - Site: www.mauriciogois.com.br - mailto:contato@mauriciogois.com.br  
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Ficou conhecido nacionalmente como autor da obra "
Chefia e Liderança" da IOB-INFORMAÇÕES OBJETIVAS, um best seller na área por quase uma década. É também consagrado colunista e articulista em importantes revistas formadoras de opinião nacional. - Góis vem trabalhando com sucesso nos últimos anos em programas e projetos de desenvolvimento de Vendas, Motivação, Marketing, Atendimento, Negociação, Criatividade, Telemarketing, Teamwork, Competência Emocional e Fidelização de Clientes.
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Graduado pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro. Pós-graduado em Marketing, fez cursos de especialização na American Management Association de New York, EUA e no Canadian Management Center de Toronto, Canadá. - Lecionou na PUCC - Pontifícia Universidade Católica de Campinas, na FBM - Fundação Brasileira de Marketing e na ADVB - Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil.
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É um profissional de vivência internacional tendo feito trabalhos para o Consulado Brasileiro de Nova York e para o Brazilian Government Trade Bureau, entre outros. Foi professor convidado pela Brown University de Rhode Island, EUA.
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Em Portugal atuou na APPCE -Associação Portuguesa dos Profissionais de Comércio Externo. Em Lisboa foi titular do PROGRAMA EUROPEU DE FORMAÇÃO DE FORMADORES DE MARKETING pela CNS e foi conferencista no curso de Pós-Graduação de Gestão Empresarial no ISE - Instituto Superior Empresarial, na cidade do Porto, Portugal. - Góis tem participado de entrevistas para órgãos de imprensa em todo o Brasil em jornais e televisões, sendo entrevistado em jornais eletrônicos como Bom Dia Manaus, Bom Dia Pará, Bom Dia Maranhão da Globo e em outras televisões como SBT, Bandeirantes, CNT etc.
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Como empresário ocupou cargos de direção em várias empresas, entre elas, o de presidente da Qualimax - produtos químicos em Portugal. - Entre as diversas conferências que já realizou com MENÇÃO DE DESTAQUE figuram o II Congresso Brasileiro de Organização, Sistemas e Métodos, realizado pelo Cenadem no Palácio das Convenções do Anhembi e no XXXII Congresso Nacional de Hotelaria, no Centro de Convenções de Salvador, junto com Joelmir Beting.

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PIADAS DO JORNAL "DICAS DA SEMANA" Nº225

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PIADA DE COR AZUL = LINDINHAS
PIADA DE COR ROXA = PICANTES
PIADA DE COR MARROM = POLÍTICA
PIADA DE COR VERMELHO = PAHH
PIADA DE COR VERDE = ENJÔO!
PIADA DE COR PRETO = FEIA

Um fanho pede: me dá um yogurt. E o atendente lhe respondeu: - danone?

E o fanhoso: - do refrigerador. 

Ironia do destino é um jardineiro ter um filho florzinha e uma filha trepadeira. 

Um Argentino pergunta a um Brasileiro: - E verdade que vocês só fazem amor às  escuras?
Nãããooo, nós fazemos amor às escuras, a ex-bispus, as es-freiras, a todas.

E aí gauderiada. - Ditados Gaúchos:

-Firme que nem prego em polenta
-Mais nojento que mocotó de ontem
-Solto que nem peido em bombacha
-Mais curto que estribo de anão
-Mais pesado que sono de surdo
-Mais por fora que quarto de empregada
-Mais por fora que surdo em bingo
-Mais sofrido que joelho de freira em semana Santa
-Mais ansioso que anão em comício
-Mais apertado que bombacha de fresco
-Mais apressado que cavalo de carteiro
-Mais bonita que laranja de amostra
-De boca aberta que nem burro que comeu urtiga
-Mais caro que Argentina nova na zona
-Mais constrangido que padre em puteiro
-Mais conhecido que parteira de campanha
-Mais comprido que puteada de gago
-Mais comprido que cuspe de bêbado
-Mais difícil que nadar de poncho
-Mais duro que salame de colônia
-Mais encolhido que tripa na brasa
-Extraviado que nem chinelo de bêbado
-Mais faceiro que mosca em tampa de xarope
-Mais feliz que puta em dia de pagamento de quartel
-Mais feio que briga de foice no escuro
-Mais feio que sapato de padre
-Mais feio que indigestão de torresmo
-Mais por fora que cotovelo de caminhoneiro
-Mais gostoso que beijo de prima
-Mais grosso que dedo destroncado
-Mais grosso que parafuso de patrola
-Mais informado que gerente de funerária
-Mais medroso que cascudo atravessando galinheiro
-Mais nervoso que potro com mosca no ouvido
-Quente que nem frigideira sem cabo
-Mais sério que defunto
-Tranqüilo que nem cozinheiro de hospício
-Bobagem é espirrar na farofa
-Mais perdido que cebola em salada de frutas
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Obs.:Não perguntem de onde tirei isso, porque: - Quem revela a fonte é água mineral!!!

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Enviadas pela coelga Fernanda (turca) - da Ellu Representações de Porto Alegre (RS)

Dois baianos conversam na rede estendida na sala.
Um deles pergunta: - Será que tá chovendo, óxente?
- Sei não, meu rei...
- Vai lá fora e dá uma olhada...
- Vai você...
- Eu não, tô muito cansado...
- Então, chama o cão...
- Chama você, óxente...
- Ô TOTÓÓÓ!!!
O cachorro entra na sala e fica entre os dois preguiçosos.
- E então?
- Tá chovendo não, meu rei... O cão tá sequinho.

Dois baianos estão encostados numa árvore na beira da estrada,quando passa 
um carro a grande velocidade e deixa voar uma nota de cem reais.
O dinheiro vai cair do outro lado da estrada.
Passados cinco minutos, um baiano fala pro outro: - Aí, meu rei... se o vento mudá... ganhamos o dia, óxente!

Alguns brasileiros ricos estavam dado uma volta pela Europa e chegaram na fronteira da Bélgica, o fiscal deu uma volta ao redor do carro e disse aos brasileiros: - Vocês não podem passar. 
- Mas por quê?
- É porque vocês são cinco num Audi A Quatro. 
- E daí?. Isso não tem nada a ver. Quatro é o tipo do carro, mas se o senhor olhar os documentos vai ver que é um carro de cinco lugares. 
- Isso não me interessa disse o fiscal. O meu chefe disse que num Audi Quatro só pode ter quatro passageiros. 
- Mas isso é um absurdo!!. Vai chamar o seu chefe, eu quero falar com ele. 
- Agora não é possível, ele está muito ocupado. 
- Ocupado com o quê? 
- Com os dois caras do Fiat Uno.

Na aula de Biologia, o professor pergunta: - Joãozinho! Quantos testículos nós temos?
- Quatro, professor.
- Quatro? Você ficou doido?
- Bem... pelo menos os meus dois eu garanto!

A professora na sala de aula diz para os seus alunos: - Crianças, digam-me de que parte do meu corpo vocês gostam mais e eu vou dizer o vão ser quando crescerem. Joãozinho de que parte do meu corpo você gosta mais?

- Do seu cabelo, professora.

- Então você vai ser um cabeleireiro quando for adulto. Luis e você do que gosta em meu corpo?

- Seus olhos professora.

- Ah! então você vai ser oculista.

- E você Diego?

- Eu gosto do seus dentes, professora.

- Muito bem então serás dentista quando for grande.

- Agora Pedrinho me digas o que você mais gosta em mim.

- Eu acabo de descobrir que quero ser leiteiro.

Vasculhando a bolsa de sua filha, uma mãe americana encontra um maço de cigarros. Preocupada, pergunta à menina:  Minha filha! Você anda fumando??!!
O mesmo fazia uma mãe inglesa que encontra uma garrafa de bebida alcoólica no armário de sua filha: 
- Meu bem!! Você está bebendo??!!
Enquanto isso uma mãe portuguesa achou um pacote de camisinha em uma das gavetas no quarto de sua menina. Assustada, disse à filha: - Ai minha nossa senhora!! Minha filha, você tem pinto!!!

O papa está em visita a St Louis, no Missouri. Foi preparada uma sessão de confissão pública a ser transmitida por todos os canais de televisão. A primeira pessoa se ajoelha e se apresenta:
Eu sou Richard Nixon, e eu pequei.
E qual é seu pecado, meu filho? 
Mandei colocar microfones no hotel onde estavam hospedados meus adversários. 
O papa coloca a mão na cabeça do ex-presidente e diz:Eu te abençôo e te absolvo. 
O segundo se ajoelha e se apresenta: Sou Bill Clinton. Confesso que traí minha mulher. 
Eu te abençôo e te absolvo. 
Mais uma pessoa se ajoelha e se apresenta: Eu sou Mônica Lewinsky... 
O papa a interrompe: - Eu prefiro que você fique de pé...

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." CORAGEM "

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" O SEGREDO DOS GRANDES "

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.SR. PROF. GILCLÉR REGINA
Palestrante e Escritor com meio milhão de livros vendidos.
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 Palestrante e Escritor com mais de 1,5 milhão de livros vendidos (44) 227-0697 - ceag@ceag.com.br  - www.ceag.com.br 

 

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Você já viu como há pessoas que conseguem o que querem? Têm um bom emprego, uma empresa de sucesso, a casa dos sonhos, uma família feliz, sucesso pessoal, material e profissional. Falam de viagens como algo comum em suas vidas. Estão sempre bem arrumadas, participam dos agitos mais importantes da comunidade onde vivem, entre outras coisas. Além de profissionais bem sucedidos, conseguem a aprovação dos que trabalham com eles.
Por que será?
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O que essas pessoas têm que as tornam diferentes? Se fizermos uma análise profunda da vida de cada uma delas, perceberemos que existem diversos fatores influenciando sua história. Alguns podem ter herdado fama e fortuna, mas sabemos de muitos outros que não tiveram uma infância tão abastada e mesmo assim superaram esses desafios. Num estudo americano, 82% das grandes fortunas vieram do nada, isso mesmo, do nada. Somente 18% conseguiram passar a sua fortuna para as gerações vindouras.
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Existem diversas linhas filosóficas e científicas que estudam o comportamento humano justamente para compreender o porquê dessas diferenças.
Por que alguns são líderes e outros serão eternamente liderados? Muitos psicólogos compreendem que há pessoas com forte motivação e carisma e que isto é o suficiente para torná-las sinônimo de sucesso. Acredito que, além disso, um dos fatores primordiais para se atingir o ápice na vida pessoal e profissional é ter coragem! E ter coragem, para mim, não é não ter medo, é ir em frente, apesar do medo. É respeitar a sua limitação, mas também transformar o que os outros acham "impossível" em possível.
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A história da humanidade e das grandes conquistas, a ciência e muitas outras áreas do conhecimento demonstram que ter coragem é o primeiro passo para se atingir um objetivo. 

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Um exemplo marcante é Lee Iacocca. Lee, ficou famoso pela determinação e coragem para reerguer a Chrysler, após um acordo depois de anos na Ford, onde ele entrou com o "traseiro" e a Ford com os "sapatos lustrados". E transformou-se no executivo mais bem pago do planeta em sua época. 

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Podemos concluir que liderar é um ato de coragem! A pessoa covarde, pessimista, que desacredita da própria sorte é esquecida, largada, deixada de lado por todos e até mesmo por si própria. Ninguém acredita naquele que teme o futuro, muito menos naqueles que não acreditam nos desafios da vida. O otimista enxerga oportunidades na adversidade e o pessimista só enxerga problemas, mesmo nas oportunidades.
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A coragem se desenvolve através das diversas oportunidades que a vida nos dá. As pessoas nascem com impulsos, vontades, desejos, mas, se não houver persistência, força e coragem para alcançar seus objetivos, ninguém chega a lugar nenhum. Quando ensinamos a uma criança a importância de não desistir de seus sonhos estamos plantando nela a semente da coragem. Quando delegamos aos funcionários atividades que acreditamos serem capazes de cumprir, também estamos conferindo a chance de agirem com coragem e superarem os próprios limites. 

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Coragem implica sair do lugar, arriscar, tentar, mexer-se e não se acomodar. O líder é exatamente aquele que desacomoda, que mobiliza as pessoas a seu favor, que define as metas, mostra os caminhos e faz com que todos tenham vontade e orgulho de caminhar a seu lado.
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Alexandre, o Grande, certa vez conduzia seu exército de volta para casa depois da grande vitória contra Porus, na Índia, a região que cruzavam era árida e deserta. Os soldados sofriam terrivelmente de calor, fome e, mais que tudo, de sede. Os lábios rachavam e as gargantas ardiam por falta de água. Muitos estavam prestes a se deixar cair no chão e desistir. Nesse ambiente, por volta de meio-dia, o exército encontrou um destacamento de viajantes gregos. Vinham montados em mulas e carregavam alguns recipientes com água. Um deles, vendo o rei quase sufocar de sede, encheu um capacete com água e ofereceu-lhe. 
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Alexandre pegou o capacete nas mãos e olhou em torno de si. Viu os rostos sofridos dos soldados, que ansiavam, tanto quanto ele, por algo refrescante: - Pode levar disse ele, pois se eu beber sozinho o resto ficará desolado, e você não tem o suficiente para todos. E devolveu a água sem tomar uma gota. Os soldados, aclamando seu rei, puseram-se de pé e pediram que o líder continuasse a conduzi-los adiante. 
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Liderar é um ato de coragem! Nem sempre o líder será aceito por todos e não será sempre que suas idéias serão assimiladas. Nessa hora é fundamental ter coragem para aceitar críticas e se necessário, mudar. O grupo percebe aquele que titubeia diante de uma decisão. A pior coisa que pode acontecer a um "líder" é não ter o respeito de sua equipe. Sabemos que a verdadeira liderança não se conquista pela força opressiva, mas pelas atitudes de coragem reconhecidas por todos. 

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ter coragem, para mim, não é não ter medo, é ir em frente, apesar do medo
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Liderar é um ato de coragem! - PENSE NISSO! SUCESSO E UM FORTE ABRAÇO.

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SR. PROF. GILCLÉR REGINA

 

 Palestrante e Escritor com mais de 1,5 milhão de livros vendidos.

(44) 227-0697 - ceag@ceag.com.br  - www.ceag.com.br 

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JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº226...

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FUTURO - TENDÊNCIAS   IDÉIAS - PENSAMENTOS

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Há 20 anos um estudo da companhia Royal Dutch Shell, 

revelou que a idade média de vida de uma empresa era de 40 anos.

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Peter Drucker respondeu: 

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“Se tem problemas demais, é melhor que se retirem dos negócios; 

não existe lei nenhuma que determine o ciclo de vida de uma empresa”.

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Era para ser um tranqüilo jantar de negócios...

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Tudo começou no ano de 1949. Tínhamos convidado com minha esposa uns clientes para jantar no restaurante "Major's Cabin Grill", recomendação de um amigo para minha estadia em Nova York. Marcamos o horário e passamos no hotel para tomar banho, trocar de terno e roupa. Não consigo me lembrar do sabor da comida dessa noite, apenas consigo lembrar o sabor do pânico. Tomei um dos maiores sustos, quase enfartei de pânico. Depois de pedir discretamente ao garçom para preparar a conta, fiz questão de me antecipar aos meus clientes e me levantei para pagar, colocando mão no paletó para pegar a carteira. Quem pensa que tinha esquecido a carteira no outro paletó que tirei no hotel antes de tomar banho, está com toda a razão. Olhei para minha mulher com mais vergonha da que cabia na minha cara, para que me desse o conforto de que tinha dinheiro e graças a deus tinha e passamos sem maiores constrangimentos diante dos nossos clientes.

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Foi uma lição e tanto e por muitos dias não consegui esquecer do fato, pelo medo de ter acontecido sem que minha mulher estivesse por perto e com dinheiro na bolsa. Senti muita raiva que uma pessoa não pudesse demonstrar que era financeiramente idônea mesmo que estivesse sem dinheiro. 

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Na volta da viagem, Frank Mcnamara comentou o episódio com seu advogado Ralph Schneider e trocaram experiências sobre o acontecido, e propuseram-se a fundar um clube de comensais que lhes permitisse jantar sem precisar de dinheiro no ato, mediante alguma fórmula que pudessem demonstrar sua idoneidade financeira, mediante a apresentação do nome apenas. A idéia foi colocada em prática e fundaram o clube dos comensais em fevereiro de 1950 e convidaram 200 pessoas entre amigos e conhecidos, para fazerem parte desse seleto clube, onde apenas os mais prudentes financeiramente se integravam. Vinte e sete  restaurantes foram convidados para a confraria do "clube dos comensais".

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Assim que Frank e Ralph souberam que na cidade de "los Angeles", Alfred Bloomingdale mantinha também uma organização similar com o nome de "Dine and sign" (jante e assine), o convidaram para umas reuniões onde ficou estabelecido que iriam juntar os esforços e montariam um projeto muito mais extenso e não tão somente para jantares, mas incluiriam compras em lojas, viagens, hotéis, etc., e foi assim que fundaram o: -  "The Diners Club Inc." (O Clube dos comensais). Em 1952, o cartão já era aceito em milhares de comércios que apreciavam o poder de compra dos portadores adinheirados do "Diners Club ou Clube dos Comensais". O cartão se transformou num ícone cultural e o marketing bem gerido tomou conta do projeto, quando Danny Kaye, famoso ator de Hollywood, começou a estrelar a propaganda. 

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A idéia não era totalmente nova, já que alguns postos de gasolina utilizavam este formato de pagamento, mas não tinham apontado para o verdadeiro potencial do dinheiro de plástico. Rapidamente ganhou as fronteiras e no ano de 1952 era o primeiro cartão de crédito internacional a ser lançado, com as aberturas das franquias em Canadá, França e Cuba. O cartão Diners no ano de 1955 já tinha aceitação em todas as linhas áreas domésticas dos EUA. Antes de que outras empresas se dessem conta do nascimento do dinheiro plástico, Diners Club já estava em 6.500.000 milhões de estabelecimentos e em mais de 20 países. - Com base neste conceito, no ano de 1958, o Bank of America lançava o primeiro cartão de crédito bancário: - BankAmericard. 

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Seguiram-se outros Bancos que lançariam, pela mesma altura, os cartões American Express e Carte Blanche, sendo já possível usufruir de uma linha de crédito permanente e renovável. Em 1965, o mundo dos cartões bancários começava a tomar forma e, enquanto o Bank of America assinava acordos de licenciamento com um grupo de bancos fora da Califórnia, outro grupo de bancos de Illinois unia-se para formar a Mastercard que emitiria outro cartão: o MasterCharge.
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Nos anos 70, o Bank of America renunciaria ao controle do sistema de cartões, sendo esta posição assumida pelos bancos americanos que emitiam, então, o BankAmericard, formando a National BankAmericard Inc. (NBI). Mais tarde, com a necessidade de um controle a nível internacional, seria fundada a IBANCO. Igualmente, o nome do cartão seria alterado para VISA, pelo que a NBI converter-se-ia em VISA U.S.A. e a IBANCO em VISA INTERNACIONAL. - Estas seriam as duas grandes potências, enquanto emissores de cartões bancários, às quais os bancos regionais adeririam, abandonando os seus programas autônomos, tornando o mercado altamente competitivo. Nos anos seguintes foram se desenhando as franquias e mudando as regras das franquias para que cada banco local, administrasse os cartões.

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PESQUISA, DESIGNE E ADAPTAÇÃO DA EQUIPE DO SDR

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A promessa da marca

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A promessa da marca de uma empresa é o que o cliente percebe que a empresa pode fazer por ele. Quanto mais transparente for a promessa da marca que uma empresa transmite ao mercado, mais chances ela tem de atrair os clientes e funcionários que ela quer atrair. 
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Para desenvolver a promessa de uma marca, uma empresa deve começar completando a seguinte frase “Nós somos a empresa que oferece
X...”. 
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Lembre-se sempre que a promessa de uma marca deve considerar: 
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Simplicidade. Assegure-se que a promessa da marca é auto-explicativa e fácil de se lembrar. 

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Inspiradora. Defina claramente qual é o ponto no horizonte que a empresa deseja atingir. Se a promessa da marca da empresa inspirar os seus funcionários a superar metas, os seus clientes também podem se beneficiar. 
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Emocional. A promessa da marca deve transmitir “desejo de fazer a coisa certa”, “desejo de pertencer a algo maior”, “desejo de ajudar os outros”. 
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Credibilidade. Não prometa nada além do que a empresa pode cumprir. Assegure-se que a empresa pode entregar o que ela prometeu. 
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Mas lembre-se: - Antes de comunicar a promessa da marca para o público externo (clientes, fornecedores, mídia), você precisa primeiro conquistar o seu público interno. 

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Alvin Toffler

consultor e futurólogo

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Estamos vivenciando a terceira onda, onde o maior ativo é o conhecimento. Um bom exemplo dessa revolução é o de empresas que investem grandes orçamentos na educação, treinamento e atualização de seus funcionários para melhorar sua performance. 
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Mas o ganho de conhecimento não deve ser uma preocupação única da empresa: -
o profissional precisa investir na reciclagem de informações para manter sua "empregabilidade"

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Um investimento massivo em novas formas de ensinar com vista a uma população mais educada e numa infraestrutura eletrônica e comunicacional são as duas condições básicas para uma estratégia baseada no conhecimento. É este o desafio que as Nações e os grandes blocos terão no próximo século.

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você precisa de alguém que dirija sua estratégia de comunicação!!!

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Aposte firme nas opiniões de sua equipe de vendas interna e externa. O velho paradigma segundo o qual o departamento de TI é um executor inflexível de pedidos de clientes internos terá de dar lugar a uma nova atitude de envolvimento, de serviço e de trabalho em equipe. 

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Os técnicos deste departamento não poderão continuar a desenvolver sistemas e soluções desenhados por analistas que não têm qualquer experiência prática na sua aplicação para o campo real da venda. Lembremos que esses técnicos sabem como fazer funcionar mas não sabem aplicar e nem sabem para que serve na prática! - Eis aí que reside a grande diferença entre desenvolver e utilizar.

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Em alternativa, o departamento de TI deverá envolver-se, tão cedo quanto possível, nos sistemas que vai desenvolver:  - Escutando as necessidades dos profissionais da venda interna e externa, e desenvolvendo para estes poderem utilizar às potencialidades da tecnologia. Deste modo, o "sistema dos técnicos" passará rapidamente a ser o "sistema da empresa".

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Nenhuma empresa poderá funcionar sem um responsável pelos sistemas de informação e comunicação. O título e o lugar na hierarquia são irrelevantes. O importante é que a função exista e seja liderada por alguém que coordene os recursos de informação dispersos pela empresa. Coordenar a home page, os recursos do comércio eletrônico, das malas diretas por e-mail, da comunicação interna e externa e que desenvolva os recursos de comunicação em todos os setores. Esqueça de contratar Bill Gates, você precisa de um estudante de faculdade de informática, de 4 a 6 horas por dia máximo. (Valor no mercado de R$:1.000 a 1.500 reais).

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Mas criar o cargo não é suficiente. É necessário assegurar a participação do profissional nas reuniões de planejamento estratégico, de modo que a gestão da TI possa estar alinhada com a estratégia da empresa e sempre dentro das tecnologias que mercado oferece. Por último, não sobrecarregue este profissional com trabalhos desnecessários. Atribua-lhe um conjunto reduzido de tarefas prioritárias e indique para ele/a uma ou um assessor que realize as funções básicas de publicação e envio de informações e por sua vez que aprenda e se desenvolva para assumir num futuro esta função.
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técnicas para não errar

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Não existem pessoas à prova de erros. Haverá sempre situações novas com potencial para gerarem novos erros. O que pode fazer é aprender a aprender. Pense nestas três técnicas para conseguir:

  • Quando tiver de tomar uma decisão acerca da qual não esteja muito seguro, avalie as conseqüências depois de agir. Desta forma, não voltará a cometer os mesmos erros;

  • Peça feedback, em especial à sua equipa de trabalho. É na sua gente que terá as pessoas ideais para dizerem como as suas palavras e ações são entendidas. Depois, utilize aquilo que aprendeu para melhorar as suas próximas ações;

  • Partilhe as suas experiências com outros colegas e peça-lhes ajuda quando tiver dificuldades. Utilize os seus colegas para testar novas idéias e descubra quais as medidas que tomaram em situações semelhantes. - Inove e sruprenda.

Quando tentar novos métodos, informe os seus colegas sobre quais foram bem sucedidos e os que falharam. Assim todo o management pode aprender com os erros uns dos outros.
Mary Albright e Clay Carr

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NOTÍCIAS

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Pare de comprar produtos de spammers, alerta a indústra - IDG Now!
Com um arsenal de novas leis, campanhas e inovações tecnológicas investidas na tentativa de barrar os spammers de enviar uma avalanche de e-mails comerciais não solicitados, a indústria da internet está finalmente mudando a tática: focar os consumidores. "
Pare de responder ao spam", é a mensagem da uma campanha de conscientização lançada nesta sexta-feira (26/09) pela Associação da Indústria de Internet da Austrália (IAA), apoiada por players do setor, como a Microsoft, Yahoo, América Online e outras organizações internacionais. 
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A intenção é conscientizar os consumidores de que comprar produtos de spammers só ajuda a alimentar o problema. "Basta um pequeno número de pessoas respondendo o spam, para fazer com que os spammers se satisfaçam", afirma Kaye Stearman, porta-voz da organização Consumidores Internacionais na Inglaterra, que apoia a campanha. 
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Esta é a primeira de uma série de movimentos que serão feitos para focar o consumidor sobre o problema dos e-mails comerciais não solicitados. Com ela, provedores de e-mails e grupos de consumidores esperam que usuários saibam quais as melhores maneiras para se barrar o spam. A IAA promove também uma abordagem com o slogan "não compre e não responda", alertando para dados da Comissão Federal de Negócios dos Estados Unidos (FTC), que apontam que mais de 70% dos spams são fraudulentos ou desleais. Para fornecer mais informações, o grupo está lançando um site na web, o www.spamcampaign.net que estará acessível a partir da próxima segunda-feira (29/09). 
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Celular japonês vira chave de cadeado
Em Osaka, uma das maiores cidades do Japão, o celular já substitui os cadeados dos armários da estação de trem central. No lugar dos tradicionais cadeados com chave, foi implantado um sistema de segurança automático ligado à rede celular. O cliente que aderir ao programa recebe um número secreto. Todas as vezes que quiser abrir a porta do armário da estação, basta discar para ele. Para trancar o compartimento, existe um outro número que libera as travas da porta. O sistema foi desenvolvido pela West Japan Railway, está em funcionamento na Osaka Station e, se for mais seguro que o cadeado tradicional, pode ser estendido para outras estações no Japão. 
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Aiwa vira marca de combate da Sony - Claudia Facchini e Taís Fuoco*, www.valoronline.com.br 
A Sony percebeu que já não era mais possível continuar ausente do mercado "popular". Ainda nos anos 90, a multinacional japonesa desistiu de vender produtos de baixo valor agregado, concentrando-se em aparelhos "top" de linha, como televisores de tela grande e plana. Para brigar por preços, porém, o grupo preservou a marca Sony. Os produtos - inicialmente apenas minisystems - chegarão às prateleiras neste mês no Brasil com um outro nome japonês: Aiwa. A fabricante foi comprada pela Sony em outubro do ano passado, no Japão, e transformou-se mundialmente em marca de combate da multinacional. 
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Até o fim de 2002, a marca Aiwa era produzida no Brasil pela CCE. Até que as suas linhas de produção, em Manaus, fossem adaptadas para fabricar os aparelhos de som, a Sony tirou os produtos de circulação do varejo. 

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Agora, a marca está sendo relançada no país, passando a disputar o mercado com a Philips, CCE, Gradiente e Semp Toshiba. Popular na visão da Sony significa um minisystem de R$ 700 no ponto-de-venda, para o modelo mais barato. O modelo mais caro custará R$ 1,4 mil. O mercado de aparelhos de som vem se mantendo imune à recessão econômica. A previsão é de que o consumo permaneça no mesmo patamar de 2002, de 2,3 milhões de unidades, o que tem atraído a cobiça dos fabricantes. 
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"Nós não tínhamos nenhum produto nessa faixa de preço, de R$ 700", afirma Minoru Itaya, presidente da subsidiária brasileira. Segundo ele, 60% do mercado brasileiro de minisystem são de produtos que custam até R$ 700. Itaya acredita que os produtos Aiwa engordarão entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões o faturamento do grupo no Brasil até março de 2004, quando encerra-se o ano fiscal da companhia, representando 10% dos seus negócios no país. A meta da Sony é atingir uma receita de US$ 250 milhões no ano fiscal 03/04, depois de faturar US$ 215 milhões no último exercício. Mas a Aiwa poderá, no ano que vem, dobrar sua participação e responder por 20% das vendas da Sony no país. Por enquanto, a empresa só está produzindo aparelhos de som. "Temos planos de lançar a marca em outras categorias", admite Itaya. 
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O mercado de televisores certamente está na mira. Para fabricar os televisores com a marca Sony, a empresa precisa importar o tubo Triniton. "É impossível substituí-lo. Mas, com a marca Aiwa, podemos acomodar novas tecnologias", explica. Isso significa a possibilidade de comprar tubos fabricados no Brasil, o que diminuiria o custo final do aparelho. (* do Valor Online)
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Novos celulares podem causar dor-de-cabeça
Os sinais de rádio usados pelos celulares de terceira geração (3G) podem causar dores de cabeça e náuseas, segundo pesquisa conduzida por três ministérios holandeses sobre o impacto das futuras redes de comunicação na saúde humana. O estudo inédito comparou o impacto da radiação emitida pelas atuais torres de telefonia celular com a que será gerada pelas redes 3G, capazes de dar acesso em alta velocidade à Internet e de permitirem serviços como teleconferências. 
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Uma estação rádio-base, que normalmente cobre uma área de vários quilômetros quadrados, transmite sinais de telefonia por meio de um campo eletromagnético. "Se o grupo de teste era exposto a estações rádio-base de terceira geração havia um impacto significativo. Eles sentiram irritações na pele, dores de cabeça e náuseas", disse uma porta-voz do Ministério da Economia. O estudo não encontrou impacto negativo provocado pelos atuais sinais de telefonia celular. Por outro lado, as funções cognitivas, como memória e reflexos, foram melhoradas pela exposição a ambos os tipos de sinais. 
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Golpes virtuais usam nomes de empresas como isca
Não pára de aumentar a lista de fraudes online que chegam por e-mail na tentativa de enganar os internautas. A prática é sempre a mesma: uma mensagem chega oferecendo promoções e vantagens, ou solicitando algum tipo de recadastramento. A isca para "pescar" os usuários são empresas conhecidas, como bancos, editoras de jornais e revistas, e lojas de comércio eletrônico. O Terra está sendo usado para um novo golpe que começou a circular hoje.

  • Kit executivo Terra

  • Big Brother Brasil (novo)

  • Banco do Brasil e Symantec

  • Criança Esperança

  • Banco do Brasil

  • Banco Itaú

  • Bradesco

  • Unibanco

  • Big Brother Brasil 4

  • Cartão virtual BOL

  • Editora Abril

  • Raspadinha virtual

  • Panda Software

  • Show do Milhão

Como reconhecer um golpe virtual 
Os golpes são elaborados, mas basta um pouco de atenção para verificar uma série de incoerências. Em geral, as mensagens são similares às originais enviadas pelas empresas, e muitas delas têm links para sites que também são cópias dos verdadeiros. Mas, nos dois casos, é possível ver imagens quebradas, textos fora de formatação e erros de português - algo difícil de acontecer com empresas que investem tanto em marketing para atrair clientes. 
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E o que esses fraudadores querem, afinal? Em alguns casos, o propósito é fazer o internauta preencher um formulário no site falso, enviando informações pessoais e, sobretudo, financeiras, como números de conta-corrente e cartão de crédito, e até senhas. Outras mensagens pedem apenas que o usuário baixe um arquivo - por exemplo, um suposto questionário - que, na verdade, é um programa que envia os dados pessoais e financeiros por meio da Internet. 
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Fraudes no estilo dessa já usaram como isca empresas como Banco do Brasil, Banco Itaú, Editora Abril, Big Brother Brasil e Show do Milhão. Para saber mais sobre os golpes em circulação na Web, basta conferir na coluna ao lado uma lista que preparamos para você. Ao receber uma delas, basta ignorá-la e apagá-la. O usuário não será prejudicado se não fizer download nem executar o arquivo, ou se não preencher dados nos sites indicados por esses e-mails falsos. 
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EUA são campeões de morte infantil por maus-tratos
Cerca de 3,5 mil crianças de menos de 15 anos de idade morrem a cada ano por causa de maus-tratos ou negligência nos países desenvolvidos. De acordo com um relatório do Fundo Especial das Nações Unidas para a Infância (Unicef) publicado hoje em Genebra, 2 crianças morrem por semana na Grã-Bretanha e Alemanha, 3 na França e 27 nos Estados Unidos. De acordo com o documento, que analisa 30 países industrializados, o problema é gravemente subestimado nos países ricos. "É a ponta de um enorme iceberg de violência exercida contra as crianças nas famílias", disse à imprensa Peter Newell, um dos autores do relatório. 
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De acordo com os dados do Unicef, nos países estudados, entre os quais Estados Unidos, México e a maioria dos países europeus, o risco de morte por maus-tratos físicos é três vezes maior em crianças que ainda não completaram doze meses que nos que têm entre 1 e 4 anos. Estes últimos, no entanto, são duas vezes mais propensos a sofrer lesões mortais que as crianças com idades entre 5 e 14 anos. Em 80% dos casos, as pessoas que abusam de crianças são seus pais biológicos, com responsabilidade dividida, sendo 39% para as mães e 41% para os pais. A Unicef destaca que estas estatísticas são o primeiro esforço internacional para apresentar a amplitude do problema e que certos dados são parciais ou pouco confiáveis, já que é difícil fazer paralelos entre países. Segundo o levantamento, Espanha, Grécia e Itália têm as mais baixas taxas de mortalidade infantil por maus-tratos, enquanto a Nova Zelândia, Estados Unidos e México estão no topo da lista. Sobre a Nova Zelândia, Newell frisou que o alto índice de casos de violência contra menores no país pode ser explicado por seu sistema de controle mais eficaz e não por uma maior incidência do problema.
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PROF. RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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30 Maneiras de escrever uma carta de vendas

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Começar a escrever qualquer coisa já é difícil. Imagine começar a escrever uma carta de vendas. 
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Por mais difícil que pareça para você hoje, não desista. Se você não conseguir colocar um ótimo argumento de vendas no papel, como você pensa que irá conseguir me convencer a comprar? 

Em uma carta de vendas (e-mail ou discurso), a abertura é crítica. O que você escrever no primeiro parágrafo irá definir se o seu cliente continuará a ler ou não. Mantenha a coisa toda simples, não escreva demais. 20 palavras é o suficiente. 
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O Segundo parágrafo também é importante, não vá além de 50 palavras. Faça o seu cliente chegar até a mensagem do seu produto ou serviço através de curtos parágrafos de abertura. 
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Algumas idéias sobre como começar… 

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01. Quanto tempo e esforço você gasta ao… 
02. Pergunte a 10 pessoas o quê.... significa para elas, e.... 
03. Eu escrevo a você para... 
04. Eu acredito que ….. irá ajudá-lo a aumentar as suas vendas 
05. A próxima semana é a última semana para você receber.... 
06. O principal motivo porque você deve considerar a minha empresa... 
07. Será que a resposta para uma dessas perguntas... 
08. Como lidar com o custo atual.... 
09. Essa carta será objetiva e direta... 
10. Essa carta irá atualizá-lo sobre... 
11. Existe poucos lugares mais bonitos que... 
12. Se você gosta de…., ... irá surpreendê-lo. 
13. O que você faz quando você precisa de... 
14. Muito obrigado por escolher a minha empresa... 
15. Essa situação é familiar a você... 
16. PARABÉNS!.... 
17. Bem-vindo!.... 
18. Eu escrevo a você hoje como um amigo... 
19. Existe dez razões porque você deve.... 
20. Eu tentei falar com você dois dias atrás sobre.... 
21. Eu escrevo para você hoje porque as notícias que seguem podem fazer a diferença... 
22. …. está agora disponível para atender as suas necessidades. 
23. Alguns dias atrás eu enviei a você... 
24. Eu sei que você recebe dezenas de cartas que prometem a você coisas maravilhosas... Essa carta é diferente. 
25. Você gostaria de economizar… 
26. Mais de um milhão de pessoas não podem estar erradas! 
27. Primeiro você tem que ter um sonho… 
28. Ótimas notícias!.... 
29. Quando você comprou da nossa empresa.... sete anos atrás, você se juntou a uma família. 
30. Você é uma pessoa ocupada, eu serei breve. 

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Agora você não tem mais desculpas para não começar a escrever as suas cartas, 

e-mails ou discursos de vendas. 
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Vá, QUEBRA TUDO!

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SR. PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
FUNDADOR, PRESIDENTE, SEU AMIGO

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http://www.bizrevolution.com.br  ricardom@bizrevolution.com.br

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" DO VIRTUAL AO DE PORTA ABERTA "

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SR. PROF. DR. LUIS MARINS - Ph.D

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DIRETOR DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING
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anthropos@anthropos.com.br  -  http://www.anthropos.com.br

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  • A AVON, tem 800.000 representantes. 

  • A NATURA tem 300.000 representantes. 

  • A TUPPERWARE tem 180.000 representantes. 

  • A Pierre Alexander tem 80.000 representantes. 

  • A Jafra Cosméticos do Brasil tem mais de 30.000 representantes. 

Só aqui são um milhão e meio de pessoas vendendo de porta em porta no Brasil. 
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E você, que está lendo esta mensagem, sabe que estas empresas não são sequer metade de todas as que fazem essas vendas. Há muitas outras, desde cosméticos, produtos de higiene de limpeza até SEGUROS DE VIDA.
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Aparentemente é uma contradição. Num mundo informatizado, com o tal do "
e-commerce" e vendas "on-line" esse tipo de venda deveria estar diminuindo ao invés de aumentando. Mas aqui é preciso conhecer e entender o "ser humano", e principalmente o brasileiro.
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As lojas virtuais do Magazine Luiza, por exemplo, são o maior sucesso no gênero justamente por serem lojas ao mesmo tempo virtuais e reais concretas com endereço, telefone e localização certa e sabida. Nessas lojas, o cliente é atendido por pessoas de carne e osso que orientam os clientes na compra de seus produtos através dos computadores.

Esse contato pessoal porta a porta ou ainda olho no olho é fundamental para o ser humano. As pessoas precisam sentir o comprometimento de "ALGUÉM" quando fazem uma compra ou fecham um contrato. A ilusão do 100% virtual precisa ser trazida para a realidade do ser humano concreto, tátil, real e ainda, desconfiado daquilo que não vê, sente e pega em suas próprias mãos. 

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Falar com máquinas e secretárias eletrônicas pode ser totalmente adequado a algumas tarefas como saber meu saldo bancário, por exemplo mas não para eu comprar coisas que ainda não conheço ou experimentei.

O sucesso do porta a porta e das lojas virtuais mistas está justamente aí. Da mesma forma está aí o sucesso alcançado pelas vendas "
VIRTUAIS" do Celta da GM, que é na maior parte feita dentro da própria revenda, onde o cliente vê, sente, pega e senta dentro do carro, liga o motor e só daí, vai para o computador fazer a sua compra "virtual".
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Nesta semana, pense nisso. Volte para a realidade do ser humano seu cliente que quer ver, sentir, degustar, pegar em suas mãos o produto, enfim, '"
SENTIR" que você e sua empresa estão ali e existem, concreta e totalmente comprometidos para serví-lo.
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Pense nisso.  Boa Semana. Sucesso!


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SR. PROF. LUIZ MARINS Ph.D..

DIRETOR DO INSTITUTO ANTHROPOS CONSULTING

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Anthropos Consulting é dirigida pelo antropólogo Prof. Luiz Almeida Marins Filho, que estudou os aborígines australianos na Ilha de Bathurst (Austrália) e com larga experiência em projetos no setor privado e público inclusive internacional. - A Anthropos Consulting trabalha com um corpo de consultores do mais alto nível, vários com doutoramento e mestrado no exterior em várias áreas, e com ampla experiência em projetos empresariais de sucesso, contratados para projetos específicos. - A Anthropos Consulting é certificada ISO 9002 pelo BVQI (Bureau Veritas de Qualidade Internacional).

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