Sistema de Representação para Representantes Comerciais

JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº213...

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FUTURO             - TENDÊNCIAS   IDÉIAS             - PENSAMENTOS

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Homens do meio, o renascimento dos vendedores

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SR. PROF. SÉRGIO DUARTE VELASCO
.VICE - PRESIDENTE 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Esta nova fase de reformulação dos negócios com crescente aumento de produtividade provocará o fim de inúmeras atividades e ocupações. Nos próximos anos, milhares de empregados poderão perder seus empregos, à medida que suas atividades sejam substituídas por software e pela Internet.

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Na realidade, as novas empresas com atividade na rede criam sites que lhes permitem atuar como os novos intermediários do mundo virtual "
cibermediários" e agregar valor aos seus clientes, gerando-lhes riqueza efetiva.

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A atividade de colocar compradores e vendedores de frente um para o outro - atividade do homem do meio - não vai morrer. Quem vai desaparecer é aquele intermediário antigo, tirador de pedido. Os novos cibermediários estão criando demanda e sendo procurados cada vez mais.

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Ninguém sabe exatamente quantas ocupações foram eliminadas ou criadas pelo mercado eletrônico, nem quantas mais serão afetadas. Mas o certo é que surgirão cada vez mais intermediários empenhados em ajudar as pessoas a coletar e decifrar a enorme quantidade de informação que empilha diariamente em centenas de milhares de websites.

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Estudiosos dizem que as oportunidades para o novo homem do meio

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estarão em todos os lugares onde a informação é o produto.
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SR. PROF. SÉRGIO DUARTE VELASCO
.VICE - PRESIDENTE 
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Instituto MVC  M. Vianna Costacurta Estratégia e Humanismo

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Contatos: 11 3171-1645 / 3285-2438 - costacurta@institutomvc.com.br  (Luiz Augusto Costacurta) (SP) ou 21-2518-2321 - mvcmt@uninet.com.br  (Maria Teresa) (RJ) - www.institutomvc.com.br

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"aquele que obtém uma vitória sobre outro homem é forte. 

mas aquele que obtém uma vitória sobre si mesmo é poderoso."

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Lao-tse

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Como se relacionar com o seu chefe...

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Existem muitas literaturas sobre como gerenciar pessoas, mas pouquíssimas sobre como se relacionar com o seu chefe. Aqui vai algumas dicas de Gary Edwards (ex-CEO). 

  • Não abuse do livre acesso que você tem ao seu chefe. Seja organizado; por exemplo: prepare uma pequena agenda com os tópicos que você deseja discutir antes de se encontrar com ele. Procure ver os negócios através dos olhos e mente do seu chefe. 

  • Use o tempo com o seu chefe para oferecer soluções; ou pedir uma segunda opinião a respeito do projeto em que você está trabalhando. 

  • Mostre responsabilidade pela sua área, nos bons e maus momentos. 

  • Seja Proativo e não Reativo. 

  • Tenha senso de humor, e encare qualquer dificuldade como uma nova oportunidade de negócios. 

  • Seja autêntico, franco e honesto.

PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
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PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING
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www.bizrevolution.com.br    -     ricardom@bizrevolution.com.br

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"é a vez dos pequenos"

Assim de explícito se manifestou o diretor executivo de publicidade e marketing da GE, o maior anunciante de Estados Unidos, C. J. Fraleigh, durante uma conferência organizada pela revista Advertising Age.

Segundo informa The Wall Street Journal, as grandes marcas de EUA estão insatisfeitas com o trabalho das agências globais e estão buscando nas pequenas a alternativa perfeita: - Frescura criativa a baixo custo. (tentaram contratar ate o SDR, mas não aceitamos).

Assim, por exemplo, o fabricante de computadores Sun Microsystems está pedindo propostas para a britânica St. Luke’s, a Wolfe/Doyle de São Francisco, a DiMassimo Brand Advertising em NY e a Butler Shine & Stern na Califórnia, já que , segundo o vice-presidente de marketing e publicidade da companhia, Scott Kraft, as grandes agências não estão dando as idéias que ajudariam a Sun a competir com IBM y HP.

O resultado é que J. Walter Thompson seguirá tendo a conta de Sun, mas já não será o seu titular. Bob Jeffrey, diretor geral da agência na  América do Norte, ataca a decisão da marca, a difícil situação econômica, que empurra "
os clientes a ser menos leais as agências, sejam grandes ou pequenas".

Coca-Cola também está buscando propostas entre agências boutique (agências especializadas em determinados trabalhos) para levantar sua marca Sprite, a que está perdendo terreno para Sierra Mist, da PepsiCo. Modernista em Boston, Wong Doody de Seattle, Wieden + Kennedy em Portland, são as agências testadas pela grande dos refrigerantes. De feito, Coca-Cola prescindiu de sua agência titular, McCann-Erikson, para levar a criatividade de Coca-Cola Clássica e a outorgou a agência boutique Berlin Cameron/Red Cell.

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Web pode melhorar desempenho escolar de crianças

Pesquisadores da National Science Foundation afirmam que a Internet pode ser boa ferramenta de ensino para crianças. O estudo patrocinado pela Michigan State University (MSU) aponta que, diferentemente do que se pensa, a Web não provoca nenhum efeito negativo na participação social de seus usuários ou no lado psicológico das crianças. O estudo, denominado HomeNetToo, conclui que as crianças que utilizam a Internet conseguem melhorar as notas escolares. Outra consideração feita é que nenhuma evidência foi encontrada de que se conectar à Web reduz os contatos sociais ou a conversa entre familiares e amigos e as crianças. 

A conclusão do estudo foi diferente para adultos. Por usar muito a Internet, os adultos diminuem seus contatos presenciais com amigos e familiares. O resultado seria uma depressão psicológica, de acordo com os pesquisadores. Para crianças, a interações na Web melhora o seu rendimento. Em um dos testes realizados, descobriu-se que aquelas que ficam mais tempo on-line obtém melhores resultados na escola do que as que usam menos a Internet. Os pesquisadores acreditam que pelo fato de que os sites possuírem muitos textos, as crianças lêem mais. Isso reflete nas notas e no desempenho nos testes de leitura.

O
HomeNetToo também pesquisou como o design do site pode facilitar ou dificultar o entendimento do conteúdo da informação. Trabalhando com o Media Interface and Networking Design (MIND) do laboratório da MSU, os pesquisadores possibilitaram aos participantes do estudo (negros, na maioria) criar uma interface que considerassem mais eficaz para o aprendizado. O tema escolhido para experimento foi saúde, principalmente sobre pressão alta, já que o problema é comum na comunidade negra. A conclusão dos pesquisadores é que a interface customizada promove um maior aprendizado do que a interface das páginas da web. Isso ocorre porque o que foi criado se adapta mais facilmente ao estilo cognitivo dos participantes. 

A pesquisa foi realizada com 90 famílias negras de baixa renda. A média de idade dos adultos é 38 anos e das crianças, 14 anos. Mais 160 pessoas da mesma comunidade também participaram do estudo. Durante 16 meses, tiveram a disposição computadores, acesso à Internet e instrução para a utilização dos equipamentos. Como grande parte dos participantes raramente tinham contato com computadores, os pesquisadores apontam que foi possível mostrar e comprovar os benefícios da Internet.

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A GUERRA DO IRAQUE NÃO AFETOU O RANKING "INTERBRAND"

Oito das dez primeiras posições do ranking da consultora Interbrand, que classifica as 100 marcas mais valiosas do mundo, estão ocupadas por empresas dos . E tudo, apesar do desgaste do "Made in USA" depois da guerra do Iraque. - Coca-Cola volta a ser a marca mais valiosa, com 70.450 milhões de dólares. Lhe seguem Microsoft, com 65.170 milhões, e IBM, com 51.770.

As marcas que mais avançam com respeito a 2002 são a coreana Samsung (31%), a estadunidense Hewlett-Packard (18%) e a alemã SAP (14%). Pelo contrário, a agencia de imprensa inglesa Reuters tem protagonizado o maior descenso na história desta entrevista, com 28% menos valor que no ano anterior. Kodak e Ford (EUA), por sua parte, perdem uns 19 e uns 16 por cento, respectivamente. Por países, o ranking está distribuído da seguinte forma: 62 marcas estadunidenses, 7 francesas e 7 japonesas, 6 alemãs, 5 inglesas; Suíça, Holanda, Itália e Suécia, 2 cada um, e Bermudas, Coréia do Sul, Inglaterra-Holanda e Finlândia, 1 cada. 

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"IDOSOS" O PÚBLICO ALVO DOS ANUNCIANTES.
O retraso na idade de emancipação, a menor capacidade aquisitiva dos jovens ou as mudanças nos hábitos de consumo estão fazendo com que os anunciantes escolham a idade do seu público alvo. Segundo um estudo da empresa de investigação do mercado on-line InsightExpress (http://www.insightexpress.com/), pedido pela cadeia estadunidense CBS, os 63% dos responsáveis do planejamento e compra de meios consideram "altamente valioso" o público que supera os cinqüenta anos. Os 52% dos entrevistados prefere a busca de determinadas atitudes e estilos de vida antes do parâmetro idade. 

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O MARKETING DESCUIDA O CONSUMIDOR DE 50 ANOS
O Marketing está cometendo um grave erro: - Descuidar uma crescente cota de mercado, a que compõe os consumidores por volta dos 50 anos. Segundo destaca em seu último trabalho a consultora Datamonitor, o target dos WOOFs (consumidores de uma média de idade de 50 anos) alcançarão um volume de 147 milhões de pessoas em 2007, frente aos 127,4 milhões cadastrados em 1997. Para Daniel Bone, analista da Datamonitor, este espetacular aumento deveria representar uma revolução para o setor, aposta em novas estratégias, motivados pelo aumento deste importante nicho de mercado. No entanto, "é uma lástima que o setor está deixando passar esta oportunidade". A margem de idade entre 50 e 64 anos é um dos segmentos da população que goza de uma melhor situação  econômica. No Reino Unido, sua media de ingressos foi de 25.000 euros no exercício passado.

Esta foi a primeira geração da era do consumismo, a primeira que marcou diferenças frente a de seus pais na hora de relacionar-se com o produto. Por esta razão, os analistas esperam que sejam mais receptivos a marcas orientadas a cotas de população mais jovens. Na opinião de Daniel Bone, esta tendência tem sua explicação em uma mudança nos hábitos de vida da população. Segundo o analista de Datamonitor, o fato de que as pessoas tenham descendência cada vez mais tarde tem repercutido na idade a que os casais voltam a enfrentar-se em uma casa sem filhos, quando estes ficam independentes.


"É então quando voltam a assumir hábitos de consumo jovens", afirma Bone, ainda que, segundo precisa, "se sentem desencantados com a publicidade, ao observar como se orienta majoritariamente a consumidores de muito menos idade".

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Conselho pode multar laboratórios por boicote
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica - Cade - poderá multar 22 dos maiores laboratórios farmacêuticos do País que infringiram a Lei de Concorrência em 1999. Conforme a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, as empresas orquestraram um boicote à distribuição e à venda de genéricos no País. O secretário de Direito Econômico, Daniel Goldberg, classificou a ação de "malfadada tentativa" de manipular o mercado, segundo a Agência Estado. 

A Febrafarma, entidade que representa o setor, afirmou que a ata da reunião citada é um documento apócrifo e que o teor dela não foi aprovado pelos representantes das empresas. Além disso, as pessoas presentes não seriam representantes legais das empresas. A SDE deverá punir os laboratórios por ter havido "potencialidade" infratora, ou seja, as empresas não chegaram a boicotar os genéricos, mas confabularam para isso. 

O
Cade deverá exigir de 1% a 30% do faturamento das empresas: -  Abbott, Roche, Schering Plough, Glaxo Wellcome, Bayer, Ely Lilly, Searle, Monsanto, Pharmacia Brasil, Biosintética, Bristol-Myers Squibb, Hoescht Marion Roussel, Eurofarma, Akzo Nobel, Merck Sharp & Dhome, Astra Zeneca, Boeringher Ingelheim, Centeon, Sanofi Winthrop, Wyeth-Whitehall, Janssen-Cilag e Byk Química.

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OS ANUNCIANTES COMEÇAM A DIRIGIR-SE À COMUNIDADE GAY

O programa "Queer eye" ("Olho gay") do canal de televisão estadunidense Bravo tem servido de cenário para o primeiro spot dirigido especificamente aos consumidores homossexuais. No programa, cinco expertos em estilismo homossexuais mudam a imagem a um heterossexual. O anunciante que se atreveu a dar o passo tem sido o portal de reservas de viajes on-line, Orbitz, que tem uma seção especializada em destinos para a comunidade gay. Young & Rubicam tem sido a agência encarregada da campanha.
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No entanto, a indústria tem tardado demasiado em investir neste público e tem deixado de aproveitar um poder aquisitivo mais que interessante: 500 bilhões de dólares (434.000 bilhões de euros). Ao máximo a que se tem atrevido alguns anunciantes (fabricantes de carros, serviços financeiros, viagens e produtos de beleza) é a fazer inserções, mas sem diferencia-las, em publicações como "
Out" e "The Advocate" ou em sites especializados na Internet. Outros tem brincado, de forma subliminal, com a ambigüidade sexual dos personagens em campanhas televisivas.

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