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JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº225

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TRANSPORTES .... .... LOGÍSTICA

Nº04.

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Qual é o túnel mais longo do mundo?
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É o de Seikan, no Japão. Mede 53.850 metros e une as ilhas de Honshu e Hokkaido. 

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Alguns trechos se encontram embaixo do mar, a mais de cem metros da superfície. 

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Em seguida vem o Eurotúnel com 49.940 metros, que conecta a França com a Grã Bretanha através do canal da Mancha. Foi inaugurado em 1994 e por ele podem circular trens, que fazem o trajeto em 35 minutos.

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LEAD DE EXPEDIÇÃO:

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Era o ano de 1993. Pirelli Cabos de Sapucaia do Sul (RS) se destacava entres as filiais pela qualidade total em seus serviços e por gerar enormes resultados de satisfação nas entregas. O diretor da empresa era o Engº. Miguel  e o gerente era o Adm. Edson. A inflação era alta e o prazo médio das entregas com destino à SP era de 26 horas. Precisava-se urgente tomar medidas para diminuir os tempos da entrega que incidiam nos custos financeiros.

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Em uma reunião foi lançada a estratégia de montar um "LEAD DE EXPEDIÇÃO" que controla a média de horas e minutos para cada embarque e que pode ser pesquisado pela Pirelli e pelo transportador diariamente, para na união dos esforços, conseguir baixar o tempo das entregas (sem aumento do frete)  e por conseqüência o custo do material em trânsito para liberar o faturamento, já que só era faturada a mercadoria após a entrega.

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Seis meses depois o "LEAD DE EXPEDIÇÃO" indicava que a média de entregas tinha caído para 21,30 minutos sem para isso aumentar os custos do frete e tinha aumentado a qualidade do transportador com a indústria e o cliente.

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Mas para quem imagina que a redução do custo da mercadoria em trânsito aliviou em 18,18% seu lead de entregas e foi somente isso, está tão enganado como no início aquele transportador estava. A grande estratégia estava escondida atrás do "LEAD DE EXPEDIÇÃO". Cada entrega era confirmada e carregada uma hora depois e mantinha um zelo impressionante por parte da expedição da Pirelli e da transportadora, até que a entrega fosse confirmada por telefone pelo transportador. 

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Isso possibilitava estar ciente de que os prazos eram cumpridos e que caso houvesse quaisquer atraso ou impedimento no cumprimento, saberia-se a tempo de realizar uma logística de apoio para o cumprimento da meta.

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Pirelli Sul passou a ser reconhecida como a filial com maior fidelidade em expedição e o índice de satisfação pelas entregas no prazo certo e justo, resolvia um dos maiores custos logísticos da empresa. Foi uma lição e tanto verificar que a Pirelli estava muito satisfeita com seu transportador, o cliente com a Pirelli, os motoristas com a transportadora e a transportadora estava satisfeita que tinha conseguido a fidelidade com a Pirelli.

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O controle de cargas baseado num lead de expedição permite controlar horas e minutos diariamente da média de entregas e também por força do zelo das expedições permite saber com antecipação qualquer problema que sucedia no ato o que permite solucionar "em tempo" a entrega. Produzir "just in time" requer um lead para ajustar a etapa da entrega ao quadro de excelência geral para cumprir com as metas da qualidade total e a otimização de resultados.

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LOGÍSTICA: Uma visão do todo

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O termo logística vem insurgindo-se no dia-a-dia, e pegou muitos de surpresa. É a famosa "logística" das coisas, muito citada e pouco conhecida. São os aspectos logísticos de um evento, é o livro na estante da livraria, a disciplina que invade o curso de administração, o departamento que surge na empresa. 

Mas, afinal, a que se refere esta expressão? 
Por ter sido empregada inicialmente na distribuição física, a primeira associação que se faz à logística é a da administração de veículos e rotas, embora esta seja apenas uma suas facetas. Sua meta é levar o produto certo, ao local correto, na quantidade adequada, à hora exata, pelo preço justo. 

E o sentido dado à palavra "
produto" é tanto de um bem tangível quanto intangível, ou seja, tanto objetos de consumo quanto serviços prestados estão contemplados neste contexto. Mas, como saber qual é o produto certo, o local correto, a quantidade adequada, a hora exata e o preço justo com relação à realidade de cada negócio? 

Estas não seriam perguntas a serem respondidas pelas áreas de marketing, vendas, distribuição e custos? As respostas podem e devem vir destas áreas, mas a visão integrada que reúne estas informações enquanto partes de um todo é fornecida pela logística. E aí entra o conceito de sistema, afirmando que os componentes de um conjunto interagem entre si, e que estas interações têm um reflexo no sistema total, de forma que o todo é maior que a soma das partes. 

Um exemplo facilmente compreendido de sistema é o corpo humano, no qual cada órgão possui uma função e comportamento próprio, relacionando-se com outros órgãos e tendo suas atividades refletidas no rendimento do organismo como um todo. E este organismo é bem mais que um simples agrupamento de órgãos que interagem entre si. Ainda no conceito de sistema, se uma parte é otimizada ou depreciada, o todo também o é. 

Não podemos dizer que estamos saudáveis se temos um problema cardíaco ou renal, mesmo que as demais funções orgânicas estejam resguardadas. Cedo ou tarde os reflexos desta disfunção refletirão em outras áreas. O mesmo se dá nas organizações, ao focalizarem sua atenção em algumas áreas em detrimento de outras. 

Logística é a aplicação da visão sistêmica aos fluxos de materiais, de informações e de recursos de uma organização, cadeia ou setor. Seus principais objetivos são aumentar o nível de serviços prestados ao cliente e reduzir os custos relativos às atividades de aprovisionamento, processamento e distribuição em uma organização ou cadeia produtiva. 

Estas metas são buscadas por meio da diminuição do tempo de movimentação entre matéria-prima e consumidor final, o que resulta na redução de até 30% dos valores aplicados a este propósito. Segundo informes recentes da Gazeta Mercantil, atualmente cerca de 20% do PIB brasileiro é destinados ao custeio de despesas logísticas pelas organizações. 

A representatividade destes valores justifica a crescente demanda por profissionais da área logística. Neste tempo de competição e de escassez de recursos financeiros, a logística mostra-se uma área a ser melhor explorada por empresários e um mercado de trabalho em ascensão que desponta como grande oportunidade para profissionais recém formados e consultores organizacionais.
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Prof. Masayuki Nakagawa

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Diretor do Centro de Ciências Econômicas da UNISINOS; Coordenador do Comitê de Custos, Logística e Tributos do Instituto Gaúcho de Estudos Automotivos- IGEA da FIERGS; Criador e Pesquisador de Controladoria Aplicada à Logística da FIPECAFI na FEA/USP Membro do Council of Logistics Management 
E-mail: nakagawa@mercado.unisinos.br

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LOGÍSTICA  INVERSA

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Processo de projetar, implementar e controlar um fluxo de matéria-prima, inventário em processo, produtos terminados e informação relacionada desde o ponto de origem até o ponto de consumo de uma forma eficiente e o mais econômica possível com o propósito de cumprir com os requerimentos do cliente final. 
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Daqui, que logística inversa é: - Processo de projetar, implementar e controlar um fluxo de matéria prima, inventário em processo, produtos terminados e informação relacionada desde o ponto de consumo até o ponto de origem de uma forma eficiente e o mais econômica possível com o propósito de recuperar seu valor ou o da própria devolução. 

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Nos EUA a logística inversa tem se convertido em uma importante ferramenta competitiva, estabelecendo-se uma política de devoluções totalmente liberal, chegando em alguns casos a níveis extremos. 

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Ali o crescimento de devoluções tem passado de 40 bilhões de dólares no ano 1.992 até alcançar o valor vertiginoso de 65 bilhões hoje em dia. 

  • Publicações (revistas...) 50% 

  • Publicações (livros...) 20 – 30% 

  • Distribuidoras de livros 10 – 20% 

  • Venda por catálogo 18 – 35% 

  • Distribuidoras de eletrônicos 10 – 12% 

  • Fabricantes de ordenadores 10 – 20% 

  • CD Roms 18 – 25% 

  • Grandes superfícies 4 – 15% 

  • Indústria de automóvel 4 – 6% 

  • Eletrodomésticos 4 – 5% 

Tenhamos em conta que em nosso mundo on-line estas porcentagens poderiam ser inclusive mais altas. 
Curiosamente, o “
Reverse Logistics Executive Council” nos EUA, baseando-se em uma pesquisa com 311 diretores de logística, percebeu que as duas principais barreiras para a consecução de uma apropriada logística inversa são: 

  • Falta de importância ou com importância relativa para os diretores de logística entrevistados com uns 40% 

  • Falta de uma política e sistemas adequados aproximadamente 35%. 

Nenhuma das duas são barreiras tecnológicas, sim uma absoluta negação em quanto a estabelecer a suficiente prioridade nestas necessidades por parte da direção das empresas. 
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Deste nosso mundo “
On-line” as devoluções no mercado eletrônico estão aumentando incrivelmente. Então, porque tantos detalhistas “.com” obviam este problema? As quatro principais razões, segundo Deborah L. Bayles em seu livro “E-Comerce logistics & fulfillment”, são: 
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1. Falta de importância. A maioria dos mercados On-line estão demasiado ocupados estabelecendo Web’s fantásticas para atrair seus clientes potenciais. 
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2. Desconhecimento. Há demasiados fatores que os detalhistas On-line não conhecem quando começam navegar na rede. Não sabem quanto volume empregam ou como o vão manejar, pelo que começam levando tudo “manualmente”. Então, em caso de que a web tenha êxito, se verão transbordados por pedidos e devoluções em uma difícil situação. 
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3. Falta de experiência. A maioria das empresas na Internet não vem do mundo off-line, quer dizer que, nunca venderam nada antes, ou tem muito pouca experiência a respeito com volumes pequenos (não é o mesmo que uma loja de roupas de claro âmbito local que uma página web de roupa de âmbito, como mínimo, nacional) 
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4. Múltiplas fontes de abastecimento. O varejista on-line sabe vender itens de e desde múltiplos fabricantes e fornecedores, que em muitos casos enviarão diretamente seus produtos aos clientes finais. Como é lógico, cada fabricante ou distribuidor possui sua própria política de devoluções, acrescentando ainda mais complexidade a este respeito. 
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Em claro contraste com a falta de interesse por parte dos varegistas, o cliente final se encontra muito interessado em como devolver um determinado pedido, e se poderá de fato faze-lo. Em uma pesquisa realizada por
BIZRATE de 9.800 compradores habituais na Internet, vemos claramente como a simples ausência de uma clara política de devoluções já é razão mais que suficiente para a perda de clientes potenciais. 
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Na mesma pesquisa também se falou que
59% preferiam a devolução de seu dinheiro, e 27% a troca por outro produto igual ou de similares características, e 11% um crédito pelo valor da devolução em futuras compras e os 3% restante diversas preferências.

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