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JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº226

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TRANSPORTES .... .... LOGÍSTICA

Nº06.

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Responsabilize-os. 

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"Os nossos clientes não exigem mais do que funcionários atenciosos e comboios seguros e pontuais", é assim que Linn Moedinger resume tudo. 

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A solução? Para evitar o mau humor e as faltas, são os funcionários que fazem as escalas para os turnos, consoante seja mais conveniente para todos. Só têm de avisar até ao dia 15 de cada mês quais são os turnos mais convenientes. Depois do horário elaborado, as trocas são da sua inteira responsabilidade.

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Linn Moedinger, é vice-presidente e oficial mecânico principal para a estrada do ferro de Strasburg, um serviço de trens a vapor que carrega 375.000 turistas e passageiros ao ano, em Pensilvânia. Naturalmente, os clientes querem também que os trens funcionem pontualmente o que requer uma política da manutenção excelente. 
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Incoterms

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Os chamados
Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) servem para definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda internacional, os direitos e obrigações recíprocos do exportador e do importador, estabelecendo um conjunto-padrão de definições e determinando regras e práticas neutras, como por exemplo: onde o exportador deve entregar a mercadoria, quem paga o frete, quem é o responsável pela contratação do seguro. 
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Enfim, os Incoterms têm esse objetivo, uma vez que se trata de regras internacionais, imparciais, de caráter uniformizador, que constituem toda a base dos negócios internacionais e objetivam promover sua harmonia. 
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Na realidade, não impõem e sim propõem o entendimento entre vendedor e comprador, quanto às tarefas necessárias para deslocamento da mercadoria do local onde é elaborada até o local de destino final (zona de consumo): embalagem, transportes internos, licenças de exportação e de importação, movimentação em terminais, transporte e seguro internacionais etc. 

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ORIGEM 
Os Incoterms surgiram em 1936 quando a Câmara Internacional do Comércio - CCI, com sede em Paris, interpretou e consolidou as diversas formas contratuais que vinham sendo utilizadas no comércio internacional. 

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O constante aperfeiçoamento dos processos negociais e logístico, com este último absorvendo tecnologias mais sofisticadas, fez com que os Incoterms passassem por diversas modificações ao longo dos anos, culminando com um novo conjunto de regras, conhecido atualmente como Incoterms 2000. 
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SIGLAS 
Representados por siglas de
3 letras, os termos internacionais de comércio simplificam os contratos de compra e venda internacional ao contemplarem os direitos e obrigações mínimas do vendedor e do comprador quanto às tarefas adicionais ao processo de elaboração do produto. Por isso, são também denominados "Cláusulas de Preço", pelo fato de cada termo determinar os elementos que compõem o preço da mercadoria, adicionais aos custos de produção.

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SIGNIFICADO JURÍDICO 
Após agregados aos contratos de compra e venda, os Incoterms passam a ter força legal, com seu significado jurídico preciso e efetivamente determinado. Assim, simplificam e agilizam a elaboração das cláusulas dos contratos de compra e venda. 

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Outdors ambulantes

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Na Europa e América do norte, caminhões particulares que transportam produtos pelas rodovias comercializam espaço de propaganda nos veículos e carrocerias. Táxis e ônibus metropolitanos aqui no Brasil já o fazem e temos na formula "
TRUCK" um belo exemplo de exploração de marca e visual, dirigido especificamente ao público alvo dos anunciantes.  

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Outdoors ambulantes são sem dúvida, investimentos estratégicos, para empresas que queiram conquistar novos mercados regionais com o apoio de autônomos, para determinados estados, cidades, comunidades, etc, com seus produtos e alcançar os olhares dos prospects desejados.

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Verifique antes do contrato, a experiência do motorista autônomo (particular), verifique sobre tudo as referências de trabalho nas outras empresas ou transportadoras que ele realizou, analise a conduta do mesmo e qual a filosofia de vida do motorista, para você poder analisar se será rentável e se lhe trará bons resultados. Uma boa conversa, uma boa olhada na casinha dele (cabine do caminhão), evite fumantes e bebedores, analise a vestimenta e os calçados que usa, já que representará sua empresa. Muito importante é verificar onde ele mora (tem que ser da mesma cidade ou cidades vizinhas da empresa).

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E por sobre tudo tem duas normas que SEMPRE devem ser aplicadas: - O comprometimento por contrato de ter sempre o tacografo funcionando (controlador de velocidade, horas trabalhadas, curvas, freadas, etc) e estar com todas as sinalizações previstas em lei e mais aquelas aprovadas na legislação européia e da América do Norte, além daqueles famosos avisos nas laterais, frente e traseira do caminhão que oferece um número de telefone para queixas de condução, um e-mail e o site da empresa.

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Os autônomos são prestadores de serviço de altíssima fidelidade e qualidade e prestam um excelente serviço não tão somente no marketing e atendimento das entregas, mas na assessoria dos serviços de transporte da sua empresa como conselheiros. Mantenha aberta sempre as portas da negociação e peça para eles abrirem também e terá muitas surpresas agradáveis. Lembre que oferecer carga para destino fixo regular, não significa pagar pelo retorno vazio do caminhão ou se preocupar em lhe conseguir carga de retorno (claro que pode faze-lo), pelo geral estes "papa-léguas", tem todos os meios para achar retorno de carga e voltar rapidinho paar casa, com o dever cumprido.

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Os INCOTERMS: 
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EXW - Ex Works (... named place)
A Partir do Local de Produção (...local designado) 
Nesse termo, o exportador encerra sua participação no negócio quando acondiciona a mercadoria na embalagem de transporte (caixa, saco, etc.) e a disponibiliza, no prazo estabelecido, no seu próprio estabelecimento.
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Assim, cabe ao importador estrangeiro adotar todos as providências para retirada da mercadoria do estabelecimento do exportador, transporte interno, embarque para o exterior, licenciamentos, contratações de frete e de seguro internacionais, etc.
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O termo "EXW" não deve ser utilizado quando o vendedor não está apto para, direta ou indiretamente, obter os documentos necessários à exportação da mercadoria. Como pode-se observar, o comprador assume todos os custos e riscos envolvidos no transporte da mercadoria do local de origem até o de destino.
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FCA – Free Carrier (... named place)
Transportador Livre (...local designado) 
Nesse termo o vendedor (exportador) completa suas obrigações quando entrega a mercadoria, desembaraçada para exportação, aos cuidados do transportador internacional indicado pelo comprador, no local designado do país de origem. Deve ser notado que o local escolhido de entrega tem um impacto nas obrigações de embarque e desembarque das mercadorias naquele local.
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Se a entrega ocorrer na propriedade do vendedor, o vendedor é responsável pelo embarque. Se a entrega ocorrer em qualquer outro lugar, o vendedor não é responsável pelo desembarque.
Dessa forma, cabe ao comprador (importador) contratar frete e o seguro internacional. 
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FAS – Free Alongside Ship (... named port of shipment)
Livre no Costado do Navio (...porto de embarque designado) 
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor se encerra quando a mercadoria é colocada ao longo do costado do navio transportador, no porto de embarque nomeado. A contratação do frete e do seguro internacionais fica por conta do comprador.
O vendedor é o responsável pelo desembaraço das mercadorias para exportação. 
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FOB – Free on Board (... named por of shipment)
Livre a Bordo (...porto de embarque designado) 
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor, sobre a mercadoria, vai até o momento da transposição da amurada do navio ("ship's rail"), no porto de embarque, muito embora a colocação da mercadoria a bordo do navio seja também, em princípio, tarefa a cargo do vendedor.
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O termo FOB exige que o vendedor desembarace as mercadorias para exportação. Ressalta-se que o transportador internacional é contratado pelo comprador (importador). Logo, na venda "FOB", o exportador precisa conhecer qual o termo marítimo acordado entre o comprador e o armador, a fim de verificar quem deverá cobrir as despesas de embarque da mercadoria. Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou lacustre).
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CFR – Cost and Freight (... named port of destination)
Custo e Frete (...porto de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor assume todos os custos anteriores ao embarque internacional, bem como a contratação do frete internacional, para transportar a mercadoria até o porto de destino indicado.
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Destaque-se que os riscos por perdas e danos na mercadoria são transferidos do vendedor para o comprador ainda no porto de carga (igual ao FOB, na "ship's rail"). Assim, a negociação (venda propriamente dita) está ocorrendo ainda no país do vendedor.
O termo CFR exige que o vendedor desembarace as mercadorias para exportação. 
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CIF – Cost, Insurance and Freight (... named port of destination)
Custo, Seguro e Frete (...porto de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor tem as mesmas obrigações que no "CFR" e, adicionalmente, que contratar o seguro marítimo contra riscos de perdas e danos durante o transporte.
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Como a negociação ainda está ocorrendo no país do exportador (a amurada do navio, no porto de embarque, é o ponto de transferência de responsabilidade sobre a mercadoria), o comprador deve observar que no termo "CIF" o vendedor somente é obrigado a contratar seguro com cobertura mínima. O termo CIF exige que o vendedor desembarace as mercadorias para exportação. 
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CPT – Carriage Paid to (... named place of destination)
Transporte Pago até (...local de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor contrata o frete pelo transporte da mercadoria até o local designado.
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Os riscos de perdas e danos na mercadoria, bem como quaisquer custos adicionais devidos a eventos ocorridos após a entrega da mercadoria ao transportador, são transferidos pelo vendedor ao comprador, quando a mercadoria é entregue à custódia do transportador. O termo CPT exige que o vendedor desembarace as mercadorias para exportação.
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CIP – Carriage and Insurance Paid to (...named place of destination)
Transporte e Seguros Pagos até(...local de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor tem as mesmas obrigações definidas no "CPT" e, adicionalmente, arca com o seguro contra riscos de perdas e danos da mercadoria durante o transporte internacional.
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O comprador deve observar que no termo "CIP" o vendedor é obrigado apenas a contratar seguro com cobertura mínima, posto que a venda (transferência de responsabilidade sobre a mercadoria) se processa no país do vendedor. O termo CIP exige que o vendedor desembarace as mercadorias para exportação.
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DAF - Delivered at Frontier (... named place)
Entregue na Fronteira (...local designado) 
Nesse termo, o vendedor completa suas obrigações quando entrega a mercadoria, desembaraçada para a exportação, em um ponto da fronteira indicado e definido de maneira mais precisa possível. A entrega da mercadoria ao comprador ocorre em um ponto anterior ao posto alfandegário do país limítrofe.
O termo "DAF" pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte. Contudo, ele é usualmente empregado quando a modalidade de transporte é terrestre (rodoviária ou ferroviária).
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DES - Delivered Ex Ship (... named port of destination)
Entregue a Partir do Navio (...porto de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor completa suas obrigações quando a mercadoria é entregue ao comprador a bordo do navio, não desembaraçadas para exportação, no porto de descarga. O vendedor assume todos os custos e riscos durante a viagem internacional.
A retirada da mercadoria do navio e o desembaraço para importação devem ser providenciados pelo comprador (importador).
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DEQ – Delivered Ex Quay (... named port of destination)
Entregue a Partir do Cais (...porto de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor "entrega" as mercadorias quando elas são colocadas à disposição do comprador, desembaraçadas para exportação mas não desembaraçadas para importação, no caís do porto de destino nomeado. O vendedor tem obrigação de levar a mercadoria até o porto de destino e desembarcar as mercadorias no cais.

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Os riscos e os custos são transferidos do vendedor para o comprador a partir da "entrega" no cais do porto de destino. Esse termo pode ser usado apenas quando as mercadorias devem ser entregues por transporte marítimo ou hidroviário interior ou multimodal, no desembarque do navio no cais (atracadouro) no porto de destino.
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DDU - Delivered Duty Unpaid (... named place of destination)
Entregue Direitos Não Pagos (...local de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor somente cumpre sua obrigação de entrega quando a mercadoria tiver sido posta em disponibilidade no local designado do País de destino final, não desembaraçadas para importação.
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Todos os riscos de perdas e danos das mercadorias são assumidos pelo vendedor até a entrega no local designado, à exceção de impostos, taxas e demais encargos oficiais incidentes na importação e dos custos e riscos do desembaraço de formalidades alfandegárias. Esse termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte, inclusive multimodal.
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DDP – Delivered Duty Paid (... named place of destination)
Entregue Direitos Pagos (...local de destino designado) 
Nesse termo, o vendedor somente cumpre sua obrigação de entrega quando a mercadoria tiver sido posta em disponibilidade no local designado do País de destino final, desembaraçadas para importação. O vendedor assume todos os riscos e custos, inclusive impostos, taxas e outros encargos incidentes na importação. Ao contrário do termo "EXW", que representa o mínimo de obrigações para o vendedor, o "DDP" acarreta o máximo de obrigações para o vendedor. O termo "DDP" não deve ser utilizado quando o vendedor não está apto para, direta ou indiretamente, obter os documentos necessários à importação da mercadoria.
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Comentários: 
O ideal é que o exportador possa realizar negócios cuja entrega se processe no país do comprador, posto que, dessa forma, ele está ampliando seu poder de barganha. Em outras palavras, o exportador, ao assumir responsabilidades na negociação, está possibilitando o crescimento de sua margem de lucro.
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Todavia, existem mais INCOTERMS nos quais os riscos decorrentes do transporte internacional são afetos ao comprador, do que com risco para o vendedor. As razões para isso são: as dificuldades de transporte enfrentadas até hoje, que assustam o vendedor, fazendo com que tente se eximir das responsabilidades de escoamento das mercadorias e o fato de o vendedor ficar numa posição menos confortável para cobrar o pagamento do comprador após a chegada das mercadorias no destino.
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Quando o termo internacional de comércio exige que o negociador brasileiro efetue remessas ao exterior para custear despesas de sua responsabilidade perante o INCOTERM negociado, em geral há que ser obtida manifestação favorável da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX para a remessa financeira.
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Fonte: MDIC

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