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vendas e representações

JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº230

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TRANSPORTES .... .... LOGÍSTICA

Nº09.

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E POR CASA, COMO ESTAMOS ?

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Os prazos médios de estoques, tanto de matérias-primas quanto de produtos acabados, apresentados pelas empresas brasileiras, ainda tem sido elevados. As pesquisas realizadas pela CNI mostram que os prazos praticados pelas pequenas e médias indústrias são:

  • matérias-primas: 32 a 35 dias

  • produtos acabados: 15 a 21 dias. 

No caso dos estoques com matérias-primas recomenda-se sua redução através de uma melhora significativa das previsões e programações de produção e de vendas. Outro fator importante é aumentar o relacionamento da empresa com seus fornecedores de forma a receber os suprimentos de matéria-prima em intervalos e lotes menores, buscando-se aplicar o conceito de "just in time" (JUSTO A TEMPO"), ou seja, que os suprimentos cheguem à empresa o mais próximo possível do momento que serão utilizados na produção. A empresa precisa ter uma preocupação maior com os itens considerados estratégicos, ou sejam, aqueles de difícil aquisição ou que dependam de entrega demorada. 

Quanto aos estoques de produtos acabados sua redução depende de dois fatores principais: - Melhorar a previsibilidade quanto à colocação de produtos no mercado? neste momento de dificuldades é preferível ser conservador e errar para menos do que carregar estoques com elevado custo financeiro;
Oferecer descontos para tornar a venda mais atrativa pois tais descontos poderão ser mais compensadores que o custo de manter os estoques de produtos acabados.

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QUAL É O SEU NEGÓCIO?

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Se os produtos que você vende são serviços, aqui vão algumas idéias sobre como promover o seu negócio. Você está fazendo bastante networking? Para muitos tipos de serviços, networking (conhecer e ser conhecido por pessoas) é uma ferramenta-chave.
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Junte-se a organizações, associações, visite eventos, feiras, congressos, seminários, conheça novas pessoas, envolva-se em causas sociais, mantenha contato com muitas pessoas e tenha visibilidade na sua comunidade. 

Você possui uma excelente e sólida carta de apresentação da sua empresa que demonstra claramente quais são as três razões porque eu devo fazer negócios com você? Essa ferramenta quando escrita com criatividade e fundamento é uma das mais poderosas ferramentas de marketing que a sua empresa possui. 
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Você escreve ou participa de seminários como palestrante? De novo, essas atividades não custam muito caro e trazem um grande retorno para a sua empresa. 
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Faça seminários nas associações que participa, em grupos estudantis, para os seus clientes etc. Escreva para um jornal local, para o jornal da sua indústria, ou mesmo para publicar em seu próprio newsletter, ou no newsletter de alguém, ou em seu próprio web site. Depois de publicado, você pode utilizar uma cópia dessas publicações como maneira de gerar credibilidade para você. 
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Com qual freqüência você se comunica com os seus clientes? Isso é absolutamente necessário. Não deixe as pessoas esquecerem quem você é e como você pode ajudá-las. De duas a seis vezes por ano, envie um newsletter, uma carta, ou qualquer outra forma de comunicação para os seus clientes e potenciais clientes. 

Você tem um web site? Você deveria. Não requer um alto investimento e se torna uma poderosa ferramenta de marketing que irá servir como uma combinação de portfólio, catálogo e newsletter da sua empresa. Se você ainda não tem um web site, pense seriamente a respeito. Não ter um web site, é como não ter telefone ou fax, mas muito pior.

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PROF. RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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.http://www.bizrevolution.com.br         ricardom@bizrevolution.com.br

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TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS
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Transporte multi-modal é aquele em que uma mercadoria utiliza mais de um modal de transporte para chegar a seu destino, sob a responsabilidade de um único transportador ou operador de transporte multimodal.
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Sua grande vantagem é permitir que um único responsável tenha a obrigação do transporte da carga desde a origem até a entrega no destino final, ou partes do trajeto que de qualquer modo necessitam de transporte conjugado. Adicionalmente, o transporte multimodal proporciona segurança à carga, possibilidade de entrega mais rápida e redução de custos.
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Operador de Transporte Multimodal (OTM)
O Operador de Transporte Multimodal (OTM) é a empresa responsável pela prestação de serviços de operação de transporte multimodal, podendo assumir como principal, e não apenas como agente, a responsabilidade do transporte multimodal, desde o momento em que recebe a carga até a sua entrega ao destinatário, envolvendo estes serviços a coleta, unitização, armazenagem, manipulação, transporte e desunitização, ou seja, todas as etapas necessárias ao cumprimento desta finalidade desde a coleta até a entrega da carga.
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Transporte Intermodal e Transbordo de Carga
O transporte intermodal distingue-se do multimodal na medida em que aquele depende de documentos separados para cada modal de transporte utilizado e este concentra todos em um único documento. No transporte intermodal, a responsabilidade pelo transporte é dividida entre as empresas contratadas separadamente para cada modal de transporte, e no transporte multi-modal o transportador ou operador de transporte multi-modal assume integral responsabilidade.
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Transbordo de carga, por sua vez, significa a transferência da mercadoria de um veículo transportador para outro do mesmo tipo para a continuação da viagem, por exemplo, a troca de um navio por outro. Serve em especial para transporte de mercadorias a destinos que não são servidos diretamente por uma linha regular de transporte, podendo envolver a troca de transportadores e de responsabilidades pelo transporte da carga, ou, simplesmente a troca de transportadores com manutenção da responsabilidade sobre o primeiro transportador.

Transporte Multi-modal no Brasil
A Lei 9.611, de 19 de fevereiro de 1998, regula o transporte multi-modal de cargas e define-o como sendo aquele que, regido por um único contrato, utiliza duas ou mais modalidades de transporte, desde a origem até o destino, e é executado sob a responsabilidade única de um Operador multi-modal, compreendendo além do transporte em si, a unitização, desunificação, movimentação, armazenagem, e entrega de carga ao destinatário e a realização de serviços correlatos que forem contratados entre a origem e o destino, inclusive os de consolidação de documentos. A lei considera nacional este transporte quando os pontos de embarque e de destino estiverem situados no território nacional e; internacional, quando o ponto de embarque ou de destino estiver situado fora do território nacional. Tanto nos segmentos nacionais como nos internacionais o órgão responsável pelo Transporte multi-modal no Brasil é o Ministério dos Transportes, ressalvada a legislação vigente e os acordos, tratados e convenções internacionais.
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Operador Multimodal/Contrato
A Lei nº 9.611/98 traz também os conceitos de Operador multi-modal, como a pessoa jurídica contratada para fazer o transporte da carga desde sua origem até seu destino, por meios próprios ou de terceiros, podendo ou não ser o próprio transportador. O contrato de transporte multi-modal de cargas é evidenciado pelo Conhecimento do Transporte multi-modal, emitido pelo Operador e que rege toda a operação e além de dar eficácia ao contrato.
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Responsabilidades no Transporte Multi-modal
Por ocasião da emissão do Conhecimento, o Operador de Transporte multi-modal assume, perante o contratante, a responsabilidade (I) pela execução dos serviços de transporte da origem ao destino; (II) pelos prejuízo resultantes de perdas e danos ou avarias de cargas sob sua custódia, bem como pelos atrasos, quando tiver prazo acordado; (III) pelas ações e omissões de seus empregados, prepostos, ou terceiros contratados ou subcontratados, ressalvado, nesse caso, o direito de regresso. Referida responsabilidade cessa quando do recebimento da carga pelo destinatário.

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País investe mais em trens que em estradas

Leila Coimbra e Vinicius Dória, De Brasília www.valoronline.com.br 

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(Leia a entrevista, no endereço da www.valoronline.com.br)

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Foto: Pio Figueiroa/Valor

José Alexandre Resende: investimentos terão garantias de retorno previstas em contratos arbitrados pela agência

Sob o comando da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o setor ferroviário brasileiro passa por sua maior transformação nos últimos 50 anos, recebendo, pela primeira vez, mais investimentos que o setor rodoviário. Segundo o presidente da agência, José Alexandre Resende, as concessionárias já se comprometeram a aportar pelo menos R$ 3,275 bilhões na recuperação das malhas e no saneamento de suas dívidas - enquanto os recursos para as rodovias estão estimados em apenas R$ 800 milhões.

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Isso sem contar os investimentos planejados pelos grandes usuários, que prometem comprar vagões e locomotivas para o transporte da sua carga. Esses investimentos terão garantias de retorno previstas em contratos arbitrados pela agência, o que promete ser uma inovação. Segundo Resende, esse processo de reformulação já traz os primeiros resultados. Pela primeira vez desde a privatização, um novo sócio entrou em uma concessionária: o Banco Pactual e o Elektra, da Inglaterra, fizeram aporte de US$ 20 milhões na ALL, entrando como novos acionistas. A operação foi aprovada pela agência há 15 dias.

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Para viabilizar os investimentos, a ANTT está afrouxando as regras, permitindo concentração de empresas acima do limite anterior - a Vale do Rio Doce , por exemplo, passará de uma fatia de 20% (antigo teto) para 99% da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). A agência também está cobrando dos controladores o saneamento das empresas, já que muitas concessionárias estão endividadas e com o patrimônio líquido negativo. No caso da Brasil Ferrovias (formada pela Novoeste, Ferroban e Ferronorte), considerado o mais crítico por Resende, a agência deu prazo até o próximo dia 30 para que os dois principais acionistas, Funcef e Previ, apresentem um programa de estruturação de dívidas e um plano de investimento. A agência está exigindo ainda que os atuais controladores arrumem um novo sócio que seja operador. Várias empresas já demonstraram interesse, principalmente dos setores de siderurgia e de agronegócios (exportadoras de soja).

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 Leia a entrevista, no endereço da www.valoronline.com.br

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