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vendas e representações

JORNAL DICAS DA SEMANA DO WWW.SDR.COM.BR Nº233

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TRANSPORTES .... .... LOGÍSTICA

Nº12.

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Fretes

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O frete é normalmente composto da seguinte maneira:

  • Frete básico : calculado sobre o peso ou volume da mercadoria e a distância percorrida.

  • Taxa Ad Valorem : calculada sobre o valor FOB da mercadoria.

  • Taxa de expediente : pode ser cobrada para cobrir despesas com a emissão do Conhecimento de Embarque.

É também bastante comum que o frete seja cobrado por unidade de transporte (carreta, caminhão, etc.), ou seja, um frete global, fechado por viagem. Neste caso, pode-se ou não cobrar a taxa ad valorem. Neste modal não existem acordos de frete, devido ao grande número de transportadores, de maneira que a concorrência é bastante acirrada.

O frete pode ser de duas modalidades quanto ao seu pagamento:

  • Pré-pago (prepaid - CIF) : pago na origem, ou seja, na ocasião do embarque, pelo remetente.

  • A pagar (collect - FOB) : pago no destino, pelo destinatário

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Você tem uma Lista de Coisas a Fazer?

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Muitas pessoas começam e terminam o seu dia da mesma maneira: na caixa de entrada do correio eletrônico, checando, lendo, respondendo e apagando mensagens. 
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Você certamente usa um programa de e-mail, mas você usa os recursos de “
To-do List” (Coisas que você tem a fazer) que esse programa oferece? 
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No topo da lista das coisas que você tem a fazer todos os dias, deve estar criar e administrar a Lista das Coisas que você tem a fazer. 
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Mas quantos de nós copiam a informação necessária do e-mail que nós recebemos para a Lista de Coisas a Fazer, criando assim uma lista de prioridades das coisas que realmente precisam ser feitas? 
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Quantos de nós criamos pastas para guardar mensagens que na verdade nunca são lidas porque nunca encontramos temos tempo para isso? 
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Não deixe de usar o recurso que você tem a sua frente 

para Criar uma Lista de Coisas a Fazer.

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PROF. RICARDO JORDÃO
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING.

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.http://www.bizrevolution.com.br         ricardom@bizrevolution.com.br

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LOGÍSTICA NA HORA CERTA GRAÇAS A WEB 
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Se para o comércio tradicional já era um eufemismo afirmar que "o cliente tem sempre razão", com a chegada do e-commerce esta frase se volta a uma necessidade de urgente realização:  - "não só o cliente está a um click de distância" de trocar um fornecedor por outro, se não se vê satisfeito, também que sua posição de privilégio obriga toda a rede de abastecimento a revisar sua estrutura logística, para poder satisfazer suas necessidades "just in time" (justo a tempo).
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Por isto, um dos principais problemas dos que se enfrentam as
pontocom é implementar os processos de logística e distribuição necessários para poder levar os produtos que oferecem até as mãos dos consumidores que tem realizado uma compra. Para chegar a bom porto, não só devem resolver o assunto da distribuição destes produtos, também o armazenamento, manejo de inventários, controle de estoque, empacotamento, e, em alguns casos, cobrança contra reembolso dos produtos.
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Muitos administradores de
pontocom coincidem em que o negócio de e-commerce tem seu foco posto na logística, com o qual este aspecto se volta a um assunto central. O tempo e forma em que cada produto chegará a seu comprador, construirá a experiência de compra desse consumidor. Esta vivência sentará a base de futuras compras nesse mesmo site e no resto de Internet.
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A oferta e a compra na Internet, a diferença da maior parte dos comércios de retail no mundo real, tende a ser fragmentada e distribuída. Um e-tailer pode ver-se na obrigação de receber pedidos de dezenas de produtos diferentes em um mesmo dia, e  ter que envia-los a pontos distantes do país ou região, sem conseguir o volume para questionar descontos, tal como se estima na economia tradicional.
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As
pontocom deverão gerar iniciativas para melhorar sua capacidade de armazenamento, manutenção de inventários e distribuição a curto prazo. Tudo isto acompanhado por um preço que justifique a compra e não somente no  âmbito local senão também no regional, o qual envolve questões de aduana, tanto legais como operativas.
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Como a logística do e-commerce não segue os padrões da logística tradicional, a solução pode estar no desenvolvimento de soluções "
base zero", como sugere um trabalho preparado por Miebach Logística. Para ele, é necessário analisar quais áreas se vem afetadas pelo e-commerce, neste caso o B2C, que apresenta uma maior fragmentação. Neste caso, os desafios maiores são a distribuição e a preparação dos pedidos.
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A distribuição se vê afetada por:

  • A troca de relação com os canais de distribuição tradicionais.

  • A necessidade de diferenciar estratégias de distribuição para zonas de alto e baixo consumo, como forma de neutralizar a dispersão.

  • Como está afetado o nível de consolidação alcançável nas zonas de entrega.

  • A necessidade de multiplicar infra-estrutura como resultado de um lead-time muito estreito.

  • A necessidade de encontrar transportadores expertos em cobranças, montagem in-situ, devolução.

 

continua no caderno 013

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Pneus

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Se gasta meio barril de petróleo, ou seja 84,5 litros, para fazer um pneu de transporte. Esta é uma medida universal. No caso da re-capagem, gasta-se menos petróleo, pois consegue-se recauchutar 10 pneus com um barril. 

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O reformado custa 30% do valor de um novo e roda, no mínimo, a mesma quilometragem.

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Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, desde 1990, entraram no país 38,1 milhões de pneus usados ou recauchutados, aumentando um passivo de cerca de 100 milhões de unidades depositadas em locais inapropriados. Em 2002 entraram no mercado brasileiro 49 milhões de pneus, fabricados no país ou importados. Outros 18 milhões foram vendidos depois de recauchutados.
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A proibição de importação de pneus usados, estabelecida pela resolução 23 do Conama, vigora desde 1996, mas as empresas continuaram a importar com base em liminares. A única exceção favorece os pneus recauchutados oriundos do Mercosul. A pedido do Uruguai, o Tribunal Arbitral do Mercosul obrigou o Brasil a autorizar a importação de pneus remoldados. Isto representou, de janeiro a dezembro de 2002, a entrada no país de 15,4 mil pneus recauchutados vindos do Uruguai. No mesmo período, de acordo com a Secex, liminares permitiram a entrada de 53,1 mil unidades vindas da Espanha, 35,2 mil da França, 51,2 mil do Reino Unido e 22,3 mil da Itália.
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A resolução 301 mantém o cronograma que em 2002, obrigou fabricantes ou importadores a darem destinação final adequada a 25% do volume de pneus que colocaram no mercado. Em 2003, o percentual subiu para 50%, ou seja para cada dois pneus vendidos, as empresas são obrigadas a recolher um. 
A partir de janeiro de 2004, para cada pneu novo no mercado, seja importado ou de fabricação nacional, deverá ser dada destinação final a um inservível. No caso dos reformados importados, para cada quatro pneus as empresas deverão dar destinação final a cinco pneus inservíveis.
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Em janeiro de 2005 as regras se tornam ainda mais rigorosas, para cada quatro pneus novos fabricados no país ou pneus novos importados, as empresas deverão dar destinação final a cinco pneus inservíveis. Para os reformados importados, a cada três que entrarem no país, as empresas importadoras deverão dar destinação final a quatro pneus inservíveis.
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Pneus usados são considerados não biodegradáveis, com tempo de decomposição indeterminado, por isso, o abandono ou disposição final incorreta, formam um passivo ambiental, com sério risco ao meio ambiente (DENGUE HEMORRÁGICA QUE JÁ MATOU MUITAS PESSOAS) e à saúde pública. O grande volume ocupado em aterros pela dificuldade de compactação e a possibilidade de incêndios de difícil controle são fatores que agravam a situação.

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