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dicas e curiosidades 

"JORNAL DICAS DA SEMANA" Nº242 DO WWW.SDR.COM.BR

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TRANSPORTES   LOGÍSTICA

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A Liderança que mantêm Funcionários Satisfeitos

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A CONFIANÇA no Chefe Direto é o principal fator de motivação e satisfação de funcionários em qualquer organização. Portanto, se você deseja conquistar a CONFIANÇA dos seus funcionários, uma comunicação efetiva em três áreas críticas é fator chave para atingir esse objetivo. 

1º. Ajudar os funcionários a entender a estratégia geral da empresa. 

2º. Ajudar os funcionários a entender como cada um contribui para o atingimento dos objetivos de negócios da empresa. 

3º. Compartilhar informação com os funcionários sobre como a empresa está se saindo e como o funcionário e seu departamento estão se saindo em relação aos objetivos estratégicos da empresa. 

Quer dizer, para ser digno de confiança, você precisa ter a habilidade de comunicar a visão da empresa e para onde ela caminha.

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PROF. RICARDO JORDÃO
PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

.http://www.bizrevolution.com.br         ricardom@bizrevolution.com.br

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Porto de Santos vai operar só com informações eletrônicas - IDG Now!

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A partir do próximo dia 16 de fevereiro, todas as informações e documentos sobre chegada e partida de cargas dos navios no porto de Santos, em São Paulo, serão cadastrados e consultados apenas pela internet.  A mudança faz parte do projeto Supervia Eletrônica de Dados, desenvolvido em parceria pela Universidade de São Paulo (USP) e pelas companhias de docas, do governo federal. Segundo um dos coordenadores do projeto, professor Eduardo Mario Dias, da Escola Politécnica da USP, só com a economia de papel, as empresas que utilizam o porto devem gastar 7% a menos para embarcar e desembarcar mercadorias. "Sem contar a diminuição da burocracia", afirmou.

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Antes do projeto, toda a movimentação era registrada em papéis. Segundo Dias, além dos custos e da burocracia, isso fazia com que as informações fossem pouco precisas. Para o governo, o maior benefício é o aumento da fiscalização. "O projeto ajudar a inibir as fraudes, porque toda a documentação será conferida eletronicamente e de forma simultânea pelos diversos departamentos do porto", explicou Dias. O projeto também já funciona no porto de Vitória (ES) e está sendo implementado no Rio de Janeiro. Segundo o professor, a idéia do governo federal, agora, é levar a informatização a todos os portos do país. "A Supervia será adotada como modelo nacional", informou. 

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O custo para os portos, de acordo com Dias, será apenas o de manutenção. "A USP não vende o software. Isso porque o programa foi desenvolvido com investimentos do governo e, agora, basta só implementar em todo o país", disse. Esse investimento do governo, aliás, foi de apenas R$ 2,3 milhões. "Se fôssemos comprar um produto já pronto, de fora, gastaríamos no mínimo US$ 8 milhões", estima o professor. O projeto levou quatro anos para ser desenvolvido e implementado.

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Escutar o que não é dito

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O perfil do
vendedor de serviços, há um bom tempo, deixou de ser o de um anotador de pedidos. O PROFISSIONAL DE VENDAS de hoje deve atuar como um verdadeiro consultor, assessorando seu cliente na escolha correta dos produtos e serviços capazes de satisfazer plenamente suas necessidades, e deve continuar acompanhando o cliente depois que o negócio é efetivado. 
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Esse é o conceito da
"venda consultiva", que acarreta uma nova visão do profissional de vendas, novas exigências, novos papéis, novas atitudes e novas habilidades. Mais do que nunca, o aprendizado deve ser constante. 
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O profissional de hoje, para não ficar a reboque das mudanças, precisa ser capaz de analisar a realidade, definir rumos, estabelecer prioridades, gerenciar informações, estreitar relacionamentos, desenvolver parcerias, multiplicar contatos e relacionamentos. 
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Os canais constantes de comunicação com a clientela são fundamentais para manter os clientes satisfeitos. Só assim é possível a fidelização, de que tanto se fala hoje. Sempre gosto de dizer em minhas palestras que manter um cliente antigo custa cinco vezes menos do que conquistar um novo cliente. 
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O conhecimento é importante, mas há três aspectos fundamentais para o profissional de vendas:

  • Conhecer o seu produto (entendimento do negócio) 

  • Conhecer a si mesmo (autoconhecimento) 

  • Conhecer a fundo as necessidades do Cliente

Isso significa não só saber perguntar e saber ouvir, mas até mesmo escutar o que não é dito. Mais do que convencer o cliente, essa nova atitude significa desenvolver soluções para ele. Olhar a realidade por outros pontos de vista. Seguir os rumos do sol pelos seus raios. Em vez de esperar o futuro raiar no horizonte, ousar inventá-lo. 
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TNT E A TECNOLOGIA WINDOWS MOBILE DA MICROSOFT

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A partir de janeiro 2004 TNT Express começará a implementar a tecnologia Windows Móbile da Microsoft em mais de 24.000 dispositivos móveis para a força de trabalho em todo o mundo durante os próximos 3 anos. A iniciativa, denominada Trabalhador Móvel foi desenvolvida em conjunto com a Microsoft e constitui a implementação de soluções de conexão móvel maior até agora o momento em um cliente. Como parte da iniciativa Trabalhador Móvel, os dispositivos de Windows Móbile permitem aos condutores dos veículos TNT receber novas rotas de pedidos de trabalho assim como também enviar e receber registros de pedidos e entregas de envios tudo através de um só dispositivo. 
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Anteriormente, em todo o mundo utilizavam-se 1 dos 7 diferentes sistemas móveis para comunicar-se com escritórios e depósitos locais. Graças a implementação desta nova tecnologia, serão condensados estes 7 diferentes sistemas em uma solução unificada e multi-funcional, que ademais pode ser utilizada em toda a rede global. O novo sistema, desenvolvido especificamente pela equipe interna de tecnologia da TNT, utilizou a ferramenta NET Compact Framework, que correrá sobre os dispositivos móveis de Windows Móbile permitindo reduzir significativamente os custos e incrementar a flexibilidade. 

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Esta proposta também permitirá converter a TNT em um vendedor independente de hardware permitindo-lhe trabalhar seja com provedores locais em cada país, provedores de nicho para requerimentos específicos ou com um provedor central. Este modelo independente resultará em custos mais baixos cada vez que seja necessária uma atualização tecnológica. 
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A nova solução continuará permitindo aos empregados com tarefas externas, comunicar-se em tempo real com os escritórios locais para enviar e receber informações de pedidos de envios mas de uma maneira muito mais rentável e efetiva. TNT também oferece agora dispositivos móveis a países com uma força de trabalho reduzida graças a um custo inicial de serviços muito menor. Ao consolidar os sistemas, o dispositivo pode ser atualizado com tecnologias de última geração quando estão disponíveis antes de ter que atualizar sistemas diferentes por separado. 
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Em principio, se implementarão os primeiros 1000 dispositivos móveis em 13 países diferentes, o que permitirá entregar um serviço global mais rápido e confiável à rede global de clientes enquanto que mantém os custos gerais al mínimo.

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Safra pára no gargalo da infra-estrutura - www.folha.com.br 
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A capacidade de expansão da agricultura brasileira praticamente chegou ao seu limite pela falta de infra-estrutura para escoar a produção, segundo o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e seis especialistas entrevistados pela Folha. Estradas esburacadas, quando há estradas, portos sobrecarregados, falta de investimentos em hidrovias e ferrovias e escassez de armazéns tornam a comercialização da safra um caos e pouco competitiva.

Eu tenho medo que a enchente da agricultura [aumento da produção] seja tão vigorosa, pela competência dos produtores rurais, que a ausência de uma logística adequada resulte em perda de renda para o agricultor, afirma o ministro.

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Neste ano ainda não haverá uma crise de abundância, que poderá ser muito grave, se nos próximos dois anos não houver um volume de investimento mais substancial em projetos de logística e infra-estrutura, afirma Rodrigues. 

A crise de abundância poderá ser evitada nesta safra, mas não faltarão sobressaltos para o agricultor vender seu produto. "Filas de caminhões de até 70 quilômetros, com esperas de até três dias para desembarcar o carregamento no porto, certamente vão acontecer, como no ano passado", afirma Paulo Fleury, presidente do Centro de Estudos de Logística do Instituto Coppead de Administração da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). 
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Primeiros problemas - O auge da colheita entre março e abril nem começou e os problemas já começaram a acontecer devido às recentes chuvas. Na semana passada, entre 150 e 200 caminhões estavam atolados na região de Sapezal (MS) numa estrada de terra do Estado, segundo informações colhidas pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Não há como evitar as dificuldades. Neste ano, segundo Rodrigues, a safra brasileira pode crescer em até 8 milhões de toneladas e a infra-estrutura é praticamente a mesma do ano passado. As maiores obras são apenas para tornar trafegáveis algumas estradas já existentes e que apresentam problemas estruturais. 
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Falta de investimento - Há 80 anos, o Brasil tinha cerca de 30 mil quilômetros de ferrovias. O país cresceu, mas hoje conta com uma malha ferroviária quase idêntica, apenas 29.283 quilômetros de estradas de ferro, segundo a vice-presidente do Corredor Atlântico (entidade que busca a integração do continente), Sandra Stehling. Na década de 70, o governo investia cerca de 1,8% do PIB (total de riquezas produzidas no país) em estradas. Em 2003, o investimento foi de apenas 0,1% do PIB, diz Fleury, da UFRJ. A deficiência de infra-estrutura, fruto da falta de planejamento e recursos, significa custos adicionais para o agricultor. 
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Na Argentina, o produtor rural gasta em média US$ 16 para colocar uma tonelada de soja no porto. Nos Estados Unidos esse gasto é de US$ 15,50. No Brasil são US$ 23,50 para realizar a mesma operação, diz Joelsio Lazzarotto da Embrapa Soja, empresa estatal de pesquisa agrícola. A situação dos portos também não ajuda. As taxas portuárias nos Estados Unidos e na Argentina variam de 1% a 1,5% do valor da carga. No Brasil, chega a 5%, estima Lazzarotto. 
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Armazéns - Outro problema grave é a falta de armazéns para estocar os produtos. A produção brasileira de grãos cresceu quase 50% entre a safra de 1998/1999 e a passada. A capacidade de armazenagem, no entanto, cresceu apenas 5,7%, quase um décimo da taxa de crescimento da safra, no mesmo período. "Hoje existe um déficit de capacidade de armazenagem de 35 milhões de toneladas", diz Luiz Baggio, vice-presidente da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). Seria preciso aumentar em mais de 35% a capacidade atual, de 93,815 milhões de toneladas, para atender a demanda. "O gargalo da agricultura brasileira hoje é a infra-estrutura", diz o presidente da Corredor Atlântico, Paulo Vivacqua. 
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Investimentos na modernização das fazendas e boas chuvas não vão mais assegurar crescimento da agricultura brasileira, concordam o ministro da Agricultura e os demais entrevistados pela Folha. É preciso ferrovias, hidrovias, estradas, portos e armazéns para aumentar a produção. 

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Corredor ferroviário encurta distância entre Brasil e Ásia
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Uma extensa ferrovia com 4.269 quilômetros parte de Santos, no litoral paulista, atravessa quatro países passando por regiões altamente produtoras como o interior de São Paulo e Oeste do Mato Grosso do Sul, aventura-se pelo Pantanal, escala a Cordilheira dos Andes e desliza pelo deserto mais seco do mundo, no Atacama, até chegar a Antofagasta, na costa chilena. 
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Esse é o primeiro corredor ferroviário bioceânico da América do Sul, cujo potencial foi analisado por uma equipe do Ministério dos Transportes que fez o percurso de trem em mais de uma semana em dezembro do ano passado, visando avaliar a situação da malha e os investimentos necessários para que o corredor comece a operar. 
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Os dados técnicos levantados pela equipe do Ministério foram discutidos nesta quarta-feira (4) no 1º Encontro Internacional reunindo autoridades e empresários do Brasil, Argentina, Chile e Bolívia, realizado no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande/MS. O objetivo do evento é selar o compromisso das autoridades desses quatro países na recuperação e operacionalização desse corredor ferroviário que, além da importância estratégica de integração física do continente e de sua utilização para o turismo, passará a ser rota de escoamento da produção do Mercosul com destino ao mercado asiático via portos do Chile. 

"A distância que separa o Brasil da Índia e da China, por exemplo, será encurtada em mais de 7 mil quilômetros com a rota bioceânica. Isso significa custo menor de transporte e produtos mais competitivos", destaca o secretário de Infra-Estrutura e Habitação do Mato Grosso do Sul, Carlos Augusto Longo Pereira.

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Quase metade (41,51%) da extensa ferrovia é brasileira. De Santos (SP) a Corumbá são 1.772 quilômetros; de Corumbá a Pocitos, divisa da Bolívia com Argentina, mais 1.170 quilômetros; de Pocitos a Socompa, na fronteira da Argentina e o Chile, outros 987 quilômetros; e de Socompa a Antofagasta, na costa do Pacífico, mais 340 quilômetros. 
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A distância parece ser grande, mas nem se compara ao longo caminho que os produtos brasileiros precisam fazer para circundar o litoral nordestino, atravessar o Canal do Panamá e daí navegar pelo Pacífico rumo à Ásia. Só na costa brasileira o navio percorre mais de seis mil quilômetros, partindo de Santos (SP) até o extremo do Amapá. De lá a embarcação continua costeando as Guianas, Suriname, Venezuela, Colômbia, cruza o Canal do Panamá e desemboca no Pacífico, jornada de outros cinco mil quilômetros. 

"Só essa vantagem já justificaria todo o investimento necessário para recuperar a malha ferroviária e deixá-la em perfeito estado de operacionalização. Mas temos ainda outro fator talvez mais importante, que é a integração dos países sul-americanos, um sonho tão antigo quanto a descoberta do continente e que encontra o melhor momento para ser realizado", observou o procurador Heitor Miranda dos Santos, um dos organizadores do Encontro. 

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O governo do Mato Grosso do Sul é o maior pivô na retomada das discussões em torno do corredor bioceânico. A revitalização do transporte ferroviário de cargas será estratégica para estado promover integração com outros modais, principalmente rodoviário e hidroviário, assegurando com isso maior competitividade no escoamento da produção para o mercado externo.
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A análise foi feita pelo próprio governador Zeca do PT durante reunião, em São Paulo, na primeira quinzena de dezembro de 2003, que definiu o cronograma de obras para reativação do trem de cargas entre Bauru (SP) e Corumbá (MS). Conseqüentemente, será reativado o Trem do Pantanal, também estratégico, segundo o governador, porque vai desenvolver o eco-turismo.
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As condições da malha ferroviária da Novoeste limitam o trânsito de cargas e não garantem a segurança para operar o transporte de passageiros. O eixo entre Campo Grande e Corumbá, de 459 quilômetros, é o que requer maiores investimentos, e coincide com o trajeto do Trem do Pantanal. A reforma e adequação dessa parte da via devem consumir cerca de R$ 180 milhões, segundo dados do estudo de viabilidade do projeto de trem turístico e regional, concluído em 2002 pelo governo de Mato Grosso do Sul. 
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Durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Corumbá, no dia 11 de novembro de 2003, foi assinado protocolo de intenções por representantes de grupos econômicos interessados na reativação do transporte ferroviário. Eles se comprometeram a investir na ferrovia entre o porto de Santos (SP) e Corumbá, contribuindo com a concretização da ligação bioceânica. Segundo o governador Zeca, o consórcio para investimento na ferrovia é estratégico para viabilizar uma rota bioceânica rodo-ferroviária. 
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As empresas interessadas em investir na recuperação dos trilhos entre Santos, na costa do Oceano Atlântico, e portos do Pacífico, de acordo com o protocolo, são a Brasil Ferrovias, a Vale do Rio Doce, Rio Tinto Brasil, Cargill, Odebrecht e Empresa Ferroviária Oriental (boliviana). No protocolo de intenções elas se comprometeram a apresentar em até 120 dias – prazo que se encerra em março - uma proposta de investimentos para recuperar a malha ferroviária entre Santos (SP) e Corumbá.
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O primeiro passo para apresentação da proposta foi dado em São Paulo, no início de dezembro. “Todos, incluindo o governador paulista, Geraldo Alckmin, têm interesse no transporte de cargas e passageiros no trecho, aproveitando a ligação ferroviária com o porto de Santos e explorando o transporte internacional até os portos chilenos de Antofagasta e Arica, ou Iquique”.
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A melhoria da estrada de ferro consolida o corredor bioceânico, ligando o Atlântico ao Pacífico, garantindo redução de custos logísticos e a integração física com os países sul-americanos. O governador Zeca destaca que a diminuição da distância para o mercado asiático representa economia de 7,4 mil quilômetros. “Isso nos tornará competitivos”, observou.
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O estudo definirá necessidades físicas, tecnológicas e operacionais para adequação das ferrovias em relação às necessidades atuais e futuras de serviço, o montante de recursos financeiros necessários, o modelo de participação dos agentes privados nos investimentos e um programa de trabalho. 
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A proposta abrangerá a área de operação das concessionárias Novoeste, Ferroban e da Portofer, responsáveis pelo transporte de carga no corredor sudoeste (Corumbá/Santos) por bitola estreita. As empresas são controladas pela holding Brasil Ferrovias. A malha da Novoeste totaliza 1.621 quilômetros entre a fronteira de Mato Grosso do Sul e Bauru (SP). A da Ferroban e a da Portofer (ligando Bauru até Santos) tem extensão aproximada de 500 quilômetros.
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O Trem do Pantanal é um projeto estratégico que consta do PPA 2004-2007 da União, tendo foco no turismo e no desenvolvimento sustentável das comunidades pantaneiras, muitas delas isoladas por falta de transporte. (Apn)

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Chineses estão interessados em investir em infra-estrutura 
O governo chinês quer investir em infra-estrutura no Brasil, principalmente na construção de ferrovias. Em troca, o Brasil forneceria produtos agropecuários. Uma comitiva formada por empresários estatais esteve ontem no ministério da Agricultura para negociar com o Brasil. 
Para o secretário-executivo do ministério, Amauri Dimarzio, essa é uma boa oportunidade de negócios tanto para o Brasil, como para a China. “O Brasil, para se tornar o maior fornecedor de alimentos do mundo, precisa resolver algumas questões de infra-estrutura, como reduzir custos do transporte. E o governo chinês precisa de produtos para abastecer aquele mercado”, argumenta Dimarzio. 
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Segundo os empresários, a demanda do mercado chinês por soja é de 30 milhões de toneladas por ano, e o Brasil pode fornecer parte desse volume. O governo chinês quer investir também, por meio de financiamentos, na produção de soja e algodão brasileiro e importar álcool.
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O governo chinês negocia com 14 cooperativas dos estados do Paraná, Goiás e São Paulo para compra de soja. Um acordo com cooperativas do Paraná já foi fechado para compra imediata de 55 mil toneladas do produto. 
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Empresários chineses já estão em contato com concessionárias de ferrovias no Brasil visando o estabelecimento de parcerias na construção de vagões, locomotivas e, inclusive, novas ferrovias, no País. A informação é do presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil/China, Charles A.Tang.
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O executivo revelou que há negociações em curso envolvendo pessoas e empresas que estão desenvolvendo o projeto de saída para o Pacífico. Assim, em função do elevado nível de reservas internacionais, que chegam hoje perto dos U$500 bilhões, a China teria todo o interesse de estudar os projetos das concessionárias brasileiras para participar junto com elas dos investimentos em infra-estrutura de ferrovias, disse. Complementou que o governo chinês, inclusive, encoraja as empresas chinesas de maior experiência internacional a investir fora da China.
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Charles Tang destacou, entretanto, que caberá não à China, mas às empresas e ao governo brasileiro desenvolver e apresentar os projetos a serem implementados, com vistas a uma futura parceria. Desde que haja algum projeto definitivo do lado brasileiro, Tang acredita que em maio próximo já poderá ser assinado algum protocolo de intenção para investimentos em ferrovias no Brasil, durante a visita oficial que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará à China. O financiamento chinês seria pago por meio de produtos agrícolas, como soja e álcool, afirmou Tang.

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