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"JORNAL DO SDR" Nº251 DO WWW.SDR.COM.BR

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TRANSPORTES   LOGÍSTICA

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"PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA SEMANA EM TRANSPORTES E LOGÍSTICA" 

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Moradores da Serra pedem CPI para investigar pedágios - www.ntc.com.br  
Moradores da Serra solicitaram ontem a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembléia para investigar a concessão de pedágios no pólo de Caxias do Sul. O pedido foi feito durante audiência pública da Comissão de Serviços Públicos da Assembléia, na Capital. As centenas de pessoas que compareceram à reunião exigiram a manutenção de rotas alternativas à praça de pedágio da RS-122, entre Caxias e Farroupilha. O alto quórum da reunião  pelo menos seis ônibus se deslocaram de Farroupilha obrigou o vice-presidente da comissão, Adão Villaverde (PT), a transferir o encontro para o Auditório Dante Barone. Para embasar o pedido de CPI, os representantes dos usuários das rodovias apresentaram um abaixo-assinado com 10 mil assinaturas. Eles solicitaram aos membros da comissão que participem da audiência com o governador Germano Rigotto, marcada para o dia 26. A manutenção de uma rota alternativa ao pedágio da RS-122 na localidade de Linha Julieta é um dos pontos que mais preocupam. Há duas semanas, após uma disputa de liminares, a Univias interrompeu a rota. Os moradores exigem a manutenção do trecho. Estamos no nosso direito de ir e vir sem pagar por isso. E não aceitamos que chamem a via alternativa de rota de fuga, pois isso é coisa de bandido - afirmou o representante do Movimento Regional pela Pavimentação da Linha Julieta, Juarez Colombo. Os moradores contestam o número de praças de pedágio no pólo de Caxias. Atualmente, segundo eles, funcionaria uma praça de cobrança a mais do que o previsto por lei. 

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Troca de acusações e bloqueio de estrada causam transtornos em Paranaguá - www.netcomex.com.br 
Filas de caminhões carregados com soja e milho na BR-277 - que aguardam para descarregar no Porto de Paranaguá -, fechamento da estrada e bloqueio das atividades no pátio do porto, troca de acusações e cobrança de responsabilidade pelas filas entre o governo do Paraná, cooperativas e agentes portuários. Essa é a situação que está se tornando contínua nos últimos dias no estado do Paraná. Desde ontem (15) motoristas fazem ações intercaladas de bloqueio e liberação da BR-277. Hoje pela manhã (16), segundo a Polícia Rodoviária Federal, uma carreta atravessou a pista no quilômetro 68, impedindo totalmente a passagem de veículos. Outros 80 motoristas fizeram piquetes ao longo da estrada, causando transtornos. A estrada só foi liberada no final da manhã. O superintendente do porto, Eduardo Requião, acusa as cooperativas do Paraná de não possuírem armazéns para estocar os grãos e de estarem mandando os caminhoneiros para a estrada sem a carga ter sido comercializada, o que faz com que os veículos sejam usados como silos. 

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Transportadores aprovam diversificação da matriz - www.netcomex.com.br 
O plano do governo de diversificar a matriz de transportes do País nos próximos anos é "mais que necessário", na opinião do presidente da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, Geraldo Vianna, que participou esta semana do IV seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, na Câmara dos Deputados. “Ninguém usa transporte rodoviário porque quer, mas porque não tem outro”, afirmou. Nos próximos três anos, o governo pretende investir US$ 26,96 bilhões na malha de transportes nacional. Além de equilibrar a matriz, aumentando o transporte de cargas pelas ferrovias e hidrovias, outra idéia é levar a malha para as áreas de produção agrícola, com o objetivo de reduzir os custos de escoamento da safra. “O Ministério dos Transportes tem de ser um instrumento de desenvolvimento do País, a serviço da agricultura, pecuária, comércio exterior. Tem de ser um gerador de emprego”, disse o secretário-executivo do ministério, Keiji Kanashiro, durante o seminário.

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Expresso Jundiaí é premiada pelo Boticário  - www.ntc.com.br 
O Expresso Jundiaí recebeu pela primeira vez o prêmio Fornecedor Ouro entregue pelo Boticário, durante o 7º Encontro Nacional de Fornecedores, em março, em Curitiba (PR). A premiação é fruto de uma parceria entre a transportadora e o Boticário, iniciada há cerca de três anos. Em 2001 e 2002 consecutivamente, a empresa chegou a receber o troféu Fornecedor Prata. O Expresso Jundiaí faz o transporte de todo produto acabado do Boticário para o Estado de São Paulo e a região metropolitana de Curitiba, das matérias-primas e insumos que abastecem a fábrica da empresa em São José dos Pinhais (PR). Com 45 anos no mercado, o Expresso Jundiaí opera no segmento de carga fracionada, com atendimento a 3.815 localidades, espalhadas por seis estados das regiões Sul e Sudeste. Para isso, a empresa conta com 17 unidades, além matriz em Jundiaí, no interior paulista, e uma frota de cerca de 500 caminhões, com média de três anos de idade, além de 1.200 colaboradores.

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Indústria naval ganha impulso com megalicitação  - www.ntc.com.br 
A Transpetro lança em duas semanas o edital para a construção no País de 22 navios, no valor de US$ 1,1 bilhão, que vão substituir parte de sua frota até 2010. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da empresa, Sérgio Machado. Segundo ele, a licitação deve acelerar as negociações entre investidores nacionais e estrangeiros para recuperação ou mesmo construção de novos estaleiros. Mais do que reativar a indústria naval de grande porte que há 16 anos não recebe encomendas de petroleiros a Transpetro pretende criar com esta megalicitação uma economia de escala que permita ao Brasil competir com grandes estaleiros instalados principalmente no Japão, Coréia e Cingapura. "Os estaleiros nacionais precisam se modernizar para atender às produções em larga escala, e ganharem competitividade com os grupos estrangeiros. Não queremos construir navios a qualquer preço apenas para gerar empregos. Nossa política é de desenvolver a indústria nacional para pagar aqui o mesmo que pagaríamos lá fora", disse Machado. 

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Palestra sobre os direitos do transportador - www.ocarreteiro.com.br 
Estão abertas as inscrições para a palestra sobre a circulação dos caminhões em São Paulo e as leis de trânsito. O objetivo é orientar o transportador sobre seus direitos e obrigações devido a atual legislação de trânsito. A palestra é direcionada aos executivos, advogados, gerentes de vendas de tráfego e administração de recursos administrativos, gerente de operação, logística e demais interessados. O valor das inscrições, que vão até o dia 27/04, é de R$ 150,00, incluindo apostila, material de apoio, certificado e estacionamento no local da palestra. Para ter informações ou fazer a inscrição basta ligar para (11) 6632-1088, ou envie um e-mail para treinamento@setcesp.org.br

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Descaso da ALL pode levar ao rompimento do contrato - www.ntc.com.br 
O sucateamento e falta de manutenção nas ferrovias atendidas pela empresa América Latina Logística (ALL) no Paraná virou matéria a ser examinada pelo ministro dos Transportes Alfredo Nascimento. O deputado Hermes Fonseca (PT) encaminhou um documento ao Executivo federal relatando o abandono de alguns trechos ferroviários e cobra providências para que as cláusulas contratuais que tratam da manutenção sejam respeitadas. A ALL é a sucessora da antiga Rede Ferroviária Federal S/A no Paraná, Santa Catarina e rio Grande do Sul. 

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Plataforma marítima é o objetivo da Wilson, Sons - www.valoronline.com.br 
Depois de receber US$ 19 milhões de financiamento do BNDES, para construção de cinco rebocadores, o estaleiro da Wilson, Sons está investindo na ampliação da sua unidade no Guarujá (SP). A empresa está negociando um empréstimo de US$ 2 milhões com o banco para ampliar o local onde são construídos os navios, chamado de carreira. A área passará dos atuais 17 metros de comprimento para 20 metros. Os recursos são do Fundo de Marinha Mercante. A Wilson, Sons quer entrar com mais força em um mercado em franca expansão, o de suprimento de plataformas marítimas do litoral brasileiro. Esse mercado, hoje, é disputado por 148 embarcações, das quais apenas 48 são de empresas nacionais. "Deixamos de entrar em vários negócios no mercado offshore devido à nossa atual capacitação", diz Adalberto Luiz Renaux Souza, diretor do estaleiro da Wilson, Sons. O grupo, que atua nas operações de apoio à atracação de navios, em 23 portos brasileiros e detém uma frota de 60 rebocadores, além do estaleiro, opera em logística, agenciamento de navios e tem arrendados dois terminais portuários.

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duas cabeças pensam mais que uma!
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O evento "reunião" pode ser o estado da arte em burocracia e lentidão para uma empresa, como pode ser também o estado da arte em comunicação.

Mais importante do que colocar pessoas em uma sala para resolver um assunto, uma
"reunião" tem o papel de fazer seus participantes se sentirem parte de um grupo. Reuniões interativas, que incentivam a participação das pessoas é ainda mais importante porque demonstra o interesse da empresa em ouvir a opinião dos seus funcionários. 
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Hoje em dia, todo funcionário espera ser informado sobre o que está acontecendo na empresa em que trabalha. Todo funcionário quer saber quais são os planos da empresa para o futuro, seus objetivos e metas. Permita a participação e contribuição dos seus funcionários, essa atitude pode mudar o destino da sua empresa. 

Urge desenvolver um estilo de liderança de elevada qualidade, não só entre os líderes existentes, mas entre todos os cidadãos. Não se trata aqui de líderes pertencentes a uma elite restrita que dita as regras da comunidade, mas de líderes em cada canto, em cada igreja, em cada escola, em cada empresa. de líderes capazes de incentivar o comprometimento de todos, de estimular a vontade de assumir riscos e de inovar. Os líderes não nascem líderes; são formados. A liderança é um processo de aperfeiçoamento.

 

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Basf tem 70% de frete CIF e planeja chegar a 100%
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Objetivo da empresa é usar a logística como diferencial competitivo. A Basf quer enquadrar sua logística 100% dentro do sistema CIF, onde assume o frete e seus encargos, em detrimento do contrato FOB, modalidade em que o frete corre por conta de seu cliente ou fornecedor.

"Queremos, com isso, agregar valor, ou seja, usar a logística como diferencial competitivo", define Marcelo Tiacci Schmitt, gerente sênior de serviços logísticos da Basf para a América do Sul.

A logística da Basf é especial já que 80% do que a empresa transporta são produtos classificados de perigosos. "Até para nossa inteira segurança é importante que possamos caminhar integralmente para a modalidade CIF", acrescenta Schmitt. 
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Segundo o executivo, o custo logístico anual da Basf na América do Sul, se fosse 100% CIF, alcançaria R$ 429 milhões. "Os 70% que assumimos correspondem a R$300 milhões", diz ele, que disseca a alocação dessa despesa: 33% são para pagar fretes rodoviários no Brasil; 26% são gastos em fretes rodoviários e armazenagem em outros países da América do Sul: 20% são destinados a fretes aéreos e marítimos (no Brasil e na América do Sul). Outros 20% vão para pagar armazenagem no Brasil. O saldo de 1% é para pagar frete ferroviário no Brasil. 
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O frete rodoviário doméstico - R$ 100 milhões por ano - é realizado por 54 transportadoras que fazem 125 mil viagens. Pelo fato de ser carga perigosa, a Basf exige que a transportadora tenha caminhões próprios ou opere com agregados fixos. Motoristas recebem treinamento no programa Movimentação de Produtos Perigosos (Mope) promovido pela Abiquim, associação que reúne as indústrias químicas. E os veículos são enquadrados em rígidas normas de segurança. 
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A segurança, aliás, foi o grande apelo para a empresa investir no ano 2000 um total de US$ 2 milhões num ramal ferroviário em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, ao lado de uma de suas indústrias. O ramal, acoplado a um terminal, dá apoio para dois trens semanais que movimentam na rota do Porto de Santos matéria-prima importada e para exportação. Cada composição tem entre 22 e 28 vagões. 
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Menos caminhão na estrada - O vagão é formado por uma base com dois contêineres em cima. No mínimo, por viagem, são transportadas 1.100 toneladas de produtos. Ainda que tenha exigido investimento em infra-estrutura, fora do core-business e mesmo representando pouco na sua matriz de transporte, o modo ferroviário já opera dentro do break even. Um fato inquestionável é que, com o trem a Basf tirou da rodovia o equivalente a seis mil caminhões por ano, uma providência de bom senso para regiões como a Grande São Paulo e a própria via Dutra, saturadas de veículos. 
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Unidade brasileira é padrão 
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A logística desenvolvida pela Basf brasileira na Europa é referência na Basf mundial. Criamos um centro de consolidação de carga em Antuérpia, diz Marcelo Tiacci Schmitt, gerente sênior da área na América do Sul. Com a nomeação da Eculine, uma empresa belga, a carga fracionada destinada à Basf brasileira é consolidada. "Com isso passamos a ter lotes econômicos. Reduzimos em três vezes o custo do frete marítimo, o que, em reais, representa uma economia de seis dígitos", dá uma pista sem revelar valores. 
O centro de consolidação na Bélgica, ainda segundo Schmitt, é benchmarking na companhia. "O presidente mundial de logística da corporação, Gabriel Tanbourgi, quer levar a experiência para nossas operações na Ásia e África". 
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A cadeia logística é tida como um dos últimos redutos para redução de despesas. Sua participação no custo é expressivo - 7% sobre a receita líquida de uma empresa. Por isso mesmo que em companhias como a Basf - com faturamento de equivalente a US$ 40 bilhões em 2003 (US$ 2,2 bilhões na América do Sul) - a logística tem status destacado no organograma. E não há dúvida que em paralelo à formação acadêmica é importante que o cargo seja ocupado por quem conhece também o lado do operador. 
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É o caso de Marcelo Schmitt, 36 anos, engenheiro naval formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo cuja carreira em logística envolve passagens pelo braço de transportes da Petróleo Ipiranga; Columbia, operador logístico, Grupo Martins e nos operadores internacionais
Shenker Eurocargo Group, Log Sped e Schnellecke
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Fonte 13/04/2004: Gazeta Mercantilwww.ntc.com.br  - http://www.basf.com.br

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"O QUE É A SUA EMPRESA"

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Você sabe o que a sua empresa faz, o que ela oferece, quem são os seus clientes, e o que você deseja conquistar, mas será que somente a soma dessas coisas é a sua empresa? 

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Na realidade, a empresa que o seu cliente vê é o que a sua empresa é. Desde os grandes detalhes como o seu web site, até os pequenos detalhes como o seu cartão de visita e a maneira que as pessoas falam ao telefone. 
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No final do dia, a sua empresa é igual a maneira que você escuta os seus clientes e a sua habilidade de entregar um excelente serviço. 

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A sua empresa é cada e-mail que você envia, cada ligação que você atende e cada pessoa que você emprega. 
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Existe uma grande diferença entre a realidade e a percepção. Você sabe qual é a realidade da sua empresa e tudo que você pode fazer pelos seus clientes, mas infelizmente, os clientes não percebem isso. O que eles realmente percebem, é a atitude e o profissionalismo do seu marketing
(os e-mails, as ligações, as pessoas etc). 
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A sua empresa é o seu envolvimento com a comunidade, a sua vontade de fornecer um serviço rápido e conveniente em todas as transações, a sua consistência em manter contatos com as pessoas, a experiência que os seus clientes tiveram com a empresa, e até mesmo a maneira que todos cumprimentam todos. 
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Uma das principais funções de um líder ou gerente de uma empresa é assegurar que a percepção das pessoas é igual a realidade da empresa. Ou seja, a imagem que os clientes têm da empresa deve ser igual à imagem que a empresa deseja ser percebida pelos clientes. 
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A habilidade de customizar a sua oferta de serviços às necessidades dos seus clientes é a sua empresa; mas a qualidade da informação que você entrega e a generosidade com a qual você faz isso, também são a sua empresa. 
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A sua empresa é tudo que o seu cliente vê, 

interaja e recebe da sua empresa! 

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.PROF. RICARDO JORDÃO MAGALHÃES
.PRESIDENTE, FUNDADOR E SEU AMIGO

BIZREVOLUTION CONSULTORIA DE MARKETING

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..BIBLIOTECA EXCLUSIVA DO PROFESSOR

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