Sistema de Representação para Representantes Comerciais

BIBLIOTECA EXCLUSIVA DO PROFESSOR

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Pergunte primeiro; depois faça!

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SR. PROF. Oscar Marques Schild

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.ESCRITOR - CONSULTOR

. REPRESENTANTE COMERCIAL

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DIRETOR DO SITE

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Grandes Vendedores

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Quantas vezes, ao sentarmos numa mesa num restaurante ou mesmo numa pizzaria, apesar de ser o óbvio que lá estamos para comer, entulham a mesa, com todos os tipos de pratos e comida, sem ao menos perguntarem o que desejamos?

Quem passou por atendimentos deste tipo procura evitar estes ambientes ou foca sua atenção em determinado garçom, o qual já conhece os nossos gostos e hábitos, evitando estes transtornos desagradáveis, porque, mesmo sendo um local em que servem comida, muitas vezes gostamos de conversar, aperitivar e ai pedir algo, mas não, a maioria dos donos de negócios está preocupada em volume e volume significa rapidez no servir porque tem outras pessoas esperando o lugar.

Tanto é que em minha cidade, uma pizzaria que não mais freqüento, além de não perguntarem o que desejo, colocou um toldo na rua de forma estratégica e tática.

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Estratégica porque dá alento àqueles que estão à espera de um lugar. Tática, porque ficar esperando ao relento, desanima e coíbe a espera, havendo a fuga do público-alvo.

Então, ele está focado apenas no volume, mas onde fica a qualidade do bem servir? Atendimento é tudo, tal qual o designer está para uma cadeira, porque qualidade já deve estar implícita num produto e serviço. Explico melhor:

Em se tratando de uma cadeira, ela deve ser confortável e ter qualidade e isto já virou comodities (comum a todos), mas o designer é o diferencial e este, sendo percebido, a coloca em posição de destaque, que se transforma em desejo aos meus olhos;
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Em se tratando de serviço e no caso desta pizzaria (omito o nome), a qualidade da comida é incontestável, mas o atendimento deveria também ser uma comodities. E onde está o diferencial?

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Aqui, especificamente, ao perguntarem sobre o que eu desejo, que sabores, que espessura da massa e jamais, entulhar minha mesa, permitindo que eu possa conversar e saborear, com calma e tranqüilidade, aquilo que ali vim fazer.

Percebam que é pouco o que estou pedindo: espaço e tempo para melhor saborear um pedaço de pizza sem que muitos tentem determinar o que devo comer e em que espaço de tempo. Infelizmente este espaço está determinando que muitos devam comer no menor tempo do possível, apesar de ter aumentado o seu espaço físico, o que possibilitou mais pessoas ao mesmo tempo, recebendo este atendimento, que de passagem, reitero ser péssimo.

Se o preço é barato, é porque os custos permitem, mas o que encareceriam dar mais tempo aos comensais? Será que não beberíamos mais ou levaríamos uma melhor imagem do atendimento, criando um marketing de boca que promovesse - melhor - este local?

Na 6ª feira que passou entrei numa loja de departamentos de minha cidade, na qual é possível entrar e sair sem ser visto ou percebido pelos vendedores internos. Fiquei pouco tempo e quando estava saindo, um deles me percebeu e ai aquela pergunta tradicional: em que posso ajudá-lo? Na hora pensei em perguntar qual era a saída mais rápida, mas agradeci e disse que não encontrei o que desejava. Ele, ao invés de perguntar o que era, virou e seguiu o seu caminho. Eis o diferencial, a fuga do trivial e mais uma oportunidade foi perdida.

Em marketing, no estudo dos 4 Os (preço, produto, promoção e praça), muitos quebram a cabeça, quando não o negócio, porque confundem a ordem e esquecem do 5 P: eu!

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