Os e-mails publicitários B2B que incluem o nome da empresa no assunto obtêm uma taxa de abertura de 32%, frente a 20% no caso de e-mails sem identificação da empresa no assunto. No entanto, no caso de e-mails a particulares a diferença na taxa de abertura é de 7 pontos, 29% quando se nomeia à empresa, 22% quando não se menciona no assunto.
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No caso de e-mails dirigidos a empresas, abrem-se mais os e-mails de texto simples (5,4%) do que os e-mails de imagem e texto (3,5%). Ao contrário quando se trata de e-mails dirigidos a clientes particulares: a taxa de abertura das mensagens com imagem (7,1%) é melhor do que a das mensagens de texto simples (4,7%).
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Os links colocados em imagens funcionam uns 3% pior que os links colocados no texto.
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Nos e-mails B2B, se a proposta de negócio aparece a primeira vista, a taxa de abertura é 58% maior que nos e-mails nos que há que baixar na página para encontrar a informação interessante. No caso de clientes finais a diferença não é significativa.
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Ainda que só 16% dos e-mails de negócio se apresenta com um desenho estilo "postal", são estes e-mails os que melhor taxa de abertura obtêm (7,9%).
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O desenho mais comum em B2B (26%), o de uma coluna, só obtém um 3,4% de aberturas. No caso de e-mails B2C, os e-mails com desenho estilo postal (36% dos e-mails enviados a clientes) conta com uma taxa de abertura a mais do 100% superior à dos e-mails dominantes, estilo carta.
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Os e-mails que mostram o preço absoluto de uma rebaixa, em lugar do tanto por cento rebaixado, obtêm melhor taxa de resposta (5,5% frente a 3,8% em caso contrário), sempre que a oferta seja significativa. 28% das mensagens enviadas a clientes mostra ofertas em percentagens de rebaixa, enquanto 21% mostra o preço absoluto. No caso B2B, 23% das mensagens mostra o preço absoluto.