o
corpo fala em 65% do tempo
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Konstantin
Stanislavsky,
teórico da interpretação, afirmava que para ser ator não bastava
interpretar um personagem:
Teria
que transformar-se nele. Para isso, o ator deveria resgatar suas próprias
experiências e emoções, e assimila-las aos do personagem. assim
teria que submergir-se de tal forma nele, que o público não veria
somente um intérprete, senão uma PESSOA de carne e osso, sentindo e
vivendo.
Tudo
isso na teoria parece ser fácil. Pode-se, talvez declamar ou recitar um
texto à perfeição. Mas:
é
possível controlar totalmente a linguagem não verbal?
na
realidade, afirma o pesquisador Mark
L. Knapp em sua obra a comunicação não
verbal:
somos
conscientes de algumas condutas não verbais, e exercemos sobre elas
um considerável controle.
Algumas:
- mas, todas?
Antes
de responder, convém ter em conta que os especialistas estimam
em cerca de um milhão as chaves e sinais que emitimos.
Desde
crianças, temos aprendido a controlar o que queremos transmitir, mas é
preciso ser um grande ator para controlar o olhar, os gestos, as
posturas… o não verbal pode ser bastante dominado, mas 100%, creio
que não”, afirma Maribel
Reyes,
professora de Comunicação e Publicidade da UniversidadE
Rey Juan Carlos.
Eis aí a chave:
o
queiramos ou não, é o corpo que fala por nós. muito mais que nossas
palavras.
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o
anterior parece ser corroborado também pelo antropólogo Ray
Birdwhistell, que assegura que uma pessoa fala uns dez ou onze minutos
diários (uma oração só ocupa 2,5 segundos).
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mas
isso em uma conversação normal, somente supõe um 35% do significado
social, frente aos 65% que transmite a comunicação não verbal.
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CONSULTE
no sdr DOIS ARTIGOS QUE FAZEM REFERENCIA A ESTE TEMA: