o
que é marketing relacional?
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sala
de sistemas e crm
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Adrian
Payne, uma autoridade global em marketing relacional, esteve na Argentina no
Relationship Marketing Summit celebrado na
Univ. Torcuato Dei Tella. A seguir, o
CRM (MATÉRIA), explicado por um de seus
precursores.... Você é um cliente do inglês
First Direct
Bank
(parte do grupo
HSBC):
Um bom dia, vai ao banco e pede mil
reais em cheques de viagens. Um amável caixa lhe pergunta: "Lazer ou negócios?". "Lazer", você responde, "Vou ao centro de esqui de
Vail, nos eua".
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O funcionário digita em seu computador e, segundos depois, repõe: "Me permite uma sugestão? Vail é um povoado pequeno e poderia ter dificuldades em
trocar seus cheques por
dinheiro
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Se você
preferir, posso indicar-lhe a localização de dois caixas automáticos onde poderá retirar efetivo as 24 horas, poupando-se ademais as comissões dos cheques".
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Três semanas depois, já de regresso de suas férias, você volta ao First Direct a pagar umas contas. Um sorridente caixa lhe diz: "Como estiveram suas férias em Vail? Teve algum problema em encontrar os caixas automáticos que lhe aconselhou meu colega?"
Este breve episódio narrada por Adrian Payne, um dos criadores do conceito do
CMR - customer relationship
marketing, poderia parecer utópica para clientes de mercados emergentes mais acostumados a que as empresas os atendam como se estivessem fazendo-lhes um favor.
Não obstante, em ambientes de negócios desenvolvidos e
hiper competitivos, uma gestão científica das relações com os clientes é fundamental para construir rentáveis relações de longo prazo.
Numa entrevista exclusiva a
comunidade
materiabiz, Payne traçou uma distinção entre o
"velho marketing" e o moderno enfoque do marketing
relacional. Para a visão tradicional, o departamento de marketing se limita a vender os produtos e serviços da companhia, uma atividade específica que o distingue claramente das demais áreas da organização.
Pelo contrário, o novo marketing é um conceito onde todos os membros da organização
colaboram por um objetivo comum: a máxima satisfação do cliente.
Precisamente, como vimos no exemplo do First Bank, para que o
funcionário tivesse todos os dados para ajudar ao viajante, deve existir um eficaz sistema de
ADMINISTRAÇÃO
COMERCIAL que recopilasse e organizasse informação histórica de cada
cliente para pô-la a disposição de todos os funcionários em contato com os clientes.
Segundo Payne, qualquer empresa que pretenda avançar nesta direção deve começar por uma identificação dos clientes
e seus contatos com os que quer manter relações de longo prazo. Uma vez definido este ponto, é necessário
construir a organização ao redor do objetivo.
Vale a pena aprofundar num ponto fundamental que pode definir o sucesso ou fracasso do CRM: as habilidades interpessoais dos
comerciais.
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Você poderá ter os mais avançados sistemas de informação e a melhor segmentação do público. Mas se estas ferramentas não se complementam com talento no contato com os clientes, todo o CRM
virá abaixo.
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Assim, a maioria dos bancos na Grã-Bretanha não contrata a seus caixas por seus conhecimentos técnicos senão por sua atitude de ajudar ao próximo.
Depois de muitas
experiências ruins, os bancos descobriram que, no longo prazo, é mais rentável contratar uma pessoa
pró-ativa e capacitá-la do zero do que incorporar um trabalhador amargurado com 20 anos de experiência.
Em definitivo, assinalou Payne, o marketing relacional é um conceito demasiado complexo como para
resumi-lo numas poucas palavras.
No entanto, ante as insistentes perguntas deste cronista, finalmente disse:
Segmente bem a seu público, contrate pessoas com boas atitudes, ponha-as num ambiente trabalhista positivo e
ofereça-lhes a informação necessária sobre cada consumidor.
O resultado: clientes que se sentem como reis, lealdade de longo prazo, mais vendas e, desde depois, maiores benefícios.
Federico
Ast - publisher
comunidade
materiabiz
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comunidade
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executivos, professores e investigadores, consultores, editores e
estudantes. Seu conteúdo é a produção de pesquisadores e professores
de prestigiosas escolas de negócios; a intervenção de empresários e
executivos a partir de suas próprias experiências; o estudo sistemático
sobre os papers mais marcantes do mundo acadêmico; e finalmente, o aporte
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