MICRO-MARKETING para ações locais...
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Ainda que o tema se considere a maior tendência seguida pelas companhias de alta performance do mercado, para muitos é terra desconhecida. Nos EUA as empresas comerciais, como Wal-Mart
(LEIA A HISTÓRIA DA EMPRESA), faz tempo que refletem sobre como gerir os preços e sortimento a nível regional.
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O micro-marketing pode responder de forma muito eficiente a estas necessidades, combinando os dados da própria empresa com informação externa como tipologias de consumidores e meios, dados sócio-demográficos ou cifras de negócio e geo-mercados.
O micro-marketing responde à seguinte pergunta: Onde e com que meios posso atingir in situ a meus grupos objetivo?
Provedores de serviços como Mediaedge:cia ou Universal McCann, junto a empresas de investigação de mercado, marketing de relacionamento ou provedoras de listas e bases de dados, têm estado preparando-se para competir nesta área. O planejamento detalhado tem seu custo:
quanto mais locais são os dados, mais caros são. Depois do interesse inicial, muitos começam a recusar esta técnica alegando que, em vista dos custos, preferem compensar com as vendas as perdas por dispersão.
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E é que os especialistas calculam que, para a elaboração de uma boa base de dados que resulte útil para o micro-marketing, precisa-se um investimento de cinco cifras. Mas por outra parte esta prática permite minimizar estas perdas até uns 40%.
Graças ao micro-marketing o potencial dos diferentes artigos pode acentuar-se numa filial concreta de uma rede, ou apresentar-se mais destacadamente nos folhetos ou catálogos dirigidos a uma zona determinada. Os sortimentos dos comércios e as ações de promoção podem dirigir-se para áreas muito concretas, e a localização de segmentos de clientes permite explorar melhor seu potencial de consumo.