1999

Sistema de Representação Comercial para Representantes Comerciais

2018

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SDR - Sistema de representação, Vendas e Serviços

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Motivar é a arte de conseguir que os vendedores façam

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sala de artigos da força de vendas  -  SALA DOS ARTIGOS DE GERENCIAMENTO

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O que a empresa quer que realizem, porque eles mesmos querem fazê-lo (Dwight D Eisenhower, 34º Presidente de EUA). Numa empresa, grande ou pequena, todo profissional é importante, mas no mundo globalizado dominado pela imagem, o profissional em vendas adquire uma relevância fundamental por ser quem a representa ante os clientes potenciais. De seu rendimento dependerá boa parte do sucesso da mesma, pois, ao final, o objetivo de qualquer negócio não é outro que vender. A seguir identificamos as seis concorrências que todo vendedor deveria ter para ser o melhor em seu trabalho:

Orientado ao cliente para antecipar-se a suas necessidades;
Autonomia e iniciativa, isto é, sair a procurar ao cliente e não esperar a que o cliente ligue;
Resistente ao fracasso;
Trabalhar em equipe;
Espírito de cooperação
Disposição de capacidade analítica.

Para conseguir essa meta é absolutamente imprescindível que a equipe comercial esteja motivada e seja otimista, sobretudo seus componentes mais marcantes. À margem da questão evidente do possível queda nas vendas e com isso dos benefícios, a desmotivação dos melhores vendedores pode arcar conseqüências bem mais graves (Artigo: Força de vendas - motivar para ganhar).

Em primeiro lugar, que seu desânimo se contagie ao resto dos vendedores, o que dada sua condição de líder levaria à queda de todo o rendimento da equipe..

Em segundo lugar, poderiam propor-se abandonar a empresa em procura de melhores condições. Este último efeito é potencialmente mais destrutivo do que o anterior, porque pode arcar a perda de sua carteira de clientes.

Há que ter em conta que os bons vendedores, ainda que obtêm a qualificação por seus grandes resultados, conseguem-nos em grande parte porque desenvolvem uma boa relação com aqueles, algo que resulta chave em sua fidelização. Conseguir essa lealdade terá custado tempo e esforço, e tendo-se demonstrado que resulta bem mais econômico para qualquer companhia reter clientes do que conseguir novos, perder os que se tinham pode resultar fatal para o balanço de contas (artigo: TODOS POR UM E UM POR TODOS (MAS NÃO EM VENDAS)).

Vendedores fidelizados equivalem a clientes fidelizados: a conclusão é que se quer conservar a lealdade dos clientes, da qual dependerá o bom andamento do negócio, é imperativo, por uma parte, fazer que todo o pessoal esteja preparado em prestar o melhor serviço possível, e, por outro, conservar a lealdade dos próprios comerciais. Esta lealdade dependerá de seu grau de satisfação, que dependerá a sua vez de vários fatores, sendo o mais importante deles o salário. Ou seja, a remuneração da força de vendas deveria ser justa, integradora, motivadora, ponderada e conforme aos ciclos de venda anuais, funcional e social. As condições assinaladas seriam as ideais, e estão pensadas, ademais, para um sistema de remuneração variável, considerado, em geral, como o mais adequado para este tipo de atividade (Artigo: Quanto pagar de comissão?).

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Agora bem, basta o dinheiro para ter fidelizado a um trabalhador e, mais concretamente, a um vendedor?: contrariamente ao que muitos pensam (quiçá pela clara orientação a objetivos destes profissionais), a resposta é não! Numerosos estudos a respeito, refletem que só um terço destes profissionais percebe a retribuição econômica como única motivação para fazer seu trabalho, o que não significa que a maioria considere que o dinheiro não é importante senão, simplesmente, que para eles o dinheiro não é tudo. Podem ler o estudo do Psicólogo e Prof. Clotaire Rapaille (Artigo: Decifrando a psicologia dos comerciais).
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Outros elementos motivadores: o primeiro passo no processo de motivação deveria ser, deixar muito claro qual é sua meta na companhia. É praticamente impossível motivar alguém se não lhe explica qual é o propósito dessa motivação:

Se trata simplesmente de vender mais, ou há outros objetivos?
Quiçá fidelizar aos clientes?
Dar a conhecer uma nova linha de produto?

Diferentes metas implicarão diferentes métodos e enfoques: um vendedor que pense que o único que deve conseguir é "colocar" mais produtos visitará a muitíssimos clientes potenciais, mas quiçá não lhes dedique suficiente tempo, o que poderia causar neles a sensação de que não há um interesse sincero por suas próprias necessidades, ou que acabem comprando algo que em realidade não lhes interessava. Como conseqüência, o volume de devoluções ou compradores descontentes poderia disparar-se, ou não se renovarão contratos quando corresponda. Uma vez comunicado o propósito, a empresa deve assegurar-se de que a equipe de vendas sabe perfeitamente que método vai empregar-se para medir seu rendimento, e deve escutar as perguntas ou considerações que façam a respeito (Artigo: Fora os planos de vendas a curto prazo).

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Se os vendedores sabem que seus esforços vão medir-se de forma justa, trabalharão calmos e com confiança. Um mal existente neste coletivo é a percepção (equivocada ou não) de que não se mede a todos pelo mesmo rastro. Não basta apenas que o seja: todos devem estar convictos de que é assim desde o princípio. Como pode ver, a comunicação joga um papel fundamental nestes aspectos, pelo que deverá ter-se muito em conta, elaborando um plano que não deixe nada a esmo e que, ademais, manifeste algo que é essencial para motivar à força de vendas: que seu labor é crucial para a empresa. Conquanto isto é aplicável a toda a planilha de uma companhia, nos melhores comerciais cobra uma maior notoriedade pela necessidade de vinculá-los e assim vincular a sua carteira de clientes. A outra chave do plano de comunicação é tratá-los como se espera que eles tratem aos clientes (Artigo: o que motiva um profissional em vendas).

Outra tarefa no âmbito da comunicação é proporcionar toda a informação necessária para que a equipe comercial desenvolva seu trabalho de forma adequada e profissional, o que inclui transmitir-lhe que outros métodos estão empregando-se para captar clientes (como promoções especiais ou campanhas publicitárias). Igualmente, há que os ter ao tanto dos progressos na consecução de objetivos (que devem ser realistas, ainda que desafiantes), para que assim saibam se vão pelo bom caminho ou se há que mudar de estratégia. Como é lógico, se informar-lhes é um fator chave na motivação, também o é formar-lhes..

Há poucas coisas mais desalentadoras que querer algo, mas carecer dos conhecimentos ou das ferramentas para conseguí-lo, assim que deverão proporcionar-se planos de formação que melhorem as capacidades e conhecimentos dos comerciais e sirvam para fortalecer o vínculo entre eles e a companhia. Estes cursos são idôneos, ademais, para escutar a estes profissionais. Prestar atenção a este feedback é outro elemento na equação destinado a conseguir sua motivação, já que demonstra o apreço da empresa para seus empregados. Uma força de vendas que se sente escutada e apreciada se sentirá importante na maquinaria do negócio e assumirá plenamente que seus esforços pelo bem dessa maquinaria o são também pelo seu próprio.

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Uma merecida recompensa: finalmente, motivar a um bom comercial, e a qualquer funcionário em general, requer reconhecer seu trabalho e seu esforço. Este reconhecimento pode adotar inúmeras formas, mas sempre deveria adotar aquela que mais aprecia cada comercial para conseguir seu máximo efeito; isto é, cada felicitação teria que incluir certo toque pessoal. Não importa se se trata de um comentário, uma carta ou um prêmio. O comercial o agradecerá bem mais se percebe do que esse reconhecimento está pensado e realizado exclusivamente para ele. Antes de analisar esta questão mais a fundo convém assinalar do que, ainda que os reconhecimentos individuais são adequados e necessários, não deve esquecer-se à equipe nem devem ressaltar-se do mesmo modo os fracassos ou os erros (Artigo: por que não cumpri a quota este mês...).

Se unicamente se reconhece o trabalho do melhor profissional se estará minando o espírito de equipe e se desaproveitará a oportunidade de aumentar a auto-estima de todos os demais, que também estão tentando conseguir os objetivos globais da empresa.

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As críticas destrutivas só conseguirão o efeito contrário ao que se pretende. É muito melhor descobrir por que se produziram esses erros e o modo de não os repetir; trata-se de reforçar a moral e animar para obter o sucesso. Não esqueçamos que a motivação não garante a consecução de objetivos, senão que inspira a consegui-los.

Voltando à questão do reconhecimento, é frequente a sistematização dos mesmos através de programas de incentivos ou sistemas de bônus por objetivos. Isto se faz porque é necessário que o reconhecimento, quando vai além da palmada nas costas (e deve ir se querem conseguir-se resultados importantes), deve ser justo, equilibrado e merecido, e é muito difícil conseguir tudo isso sem uma sistematização que inclua critérios objetivos. É aqui onde começa a importância de desenvolver um programa de incentivos non-cash conforme às necessidades da companhia. Para começar, não só devem recompensar ao comercial, senão que deveriam também mostrar a toda a força de vendas que a companhia reconhece e aprecia o esforço de todos e cada um deles (Artigo: Que percentual de comissão pagar?).

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Por isso, o prêmio deve perdurar na memória do ganhador e na de seus colegas, e precisamente por isso tem que estar pensado para eles, pelo que a empresa deve saber o que lhes agradaria receber, o que lhes motivaria. Em segundo lugar, a empresa deveria conceder esse reconhecimento publicamente, de maneira que o meio do premiado saiba por que o mereceu e para que este possa exibi-lo com orgulho, reforçando-se a recordação e o efeito motivador. Se não ser assim, todo o esforço em dar com o incentivo correto terá sido em vão. Todas estas recomendações para motivar e recompensar aos melhores comerciais contribuirão, ademais, a vinculá-los pessoalmente à companhia, indo um passo além da simples relação trabalhista (Artigo: não permita que as equipes comerciais se desgastem).

A apreciação, o reconhecimento e a compensação por parte da empresa são fatores que redundarão no envolvimento da força de vendas no negócio, que não só saberá sempre que é o que deve fazer em seu trabalho, senão que quererá fazê-lo gostosamente.

Prof. Joan Guitart - ThinkSmart Consulting

Artigo traduzido e publicado pelo Jornal SDR.

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