Saia de seu cérebro animal
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sala
de liderança
Notou alguma vez
quão fácil é dar um conselho? Quando os comerciais lhe falam dos problemas que experimentam ou dos desafios que enfrentam, por que a solução resulta geralmente clara para você...?
Não é simplesmente que, como
liderança comercial você tem mais experiência; é que você observa a situação, não
absorve. É uma distinção importante se quer manejar pessoas e situações difíceis com profissionalismo e sempre com a cabeça clara, dizem Jeff Gee e Val Gee, Presidente e Vice-presidente, respectivamente, de
McNeil &
Johnson, uma companhia de treinamento corporativo, e autores de: A Atitude do Ganhador: Como Tratar com Pessoas Difíceis e Extrair o Melhor de Qualquer Situação.
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Quando você observa uma situação, você é consciente disso através da
atenção cuidadosa e dirigida. Você se dá conta e entende o que está passando, mas não está emocionalmente envolvido. Por contraste, quando você absorve uma situação, você permite que o estado emocional do cliente ou do
comercial aturdido afete seu próprio estado emocional.
Você, desta maneira, volta-se emocional, toma-o de maneira pessoal e termina reagindo com medo ou ira.
Obviamente, a meta sempre é ser um observador de situações incômodas, não um absorvedor destas. Mas, como
consegui-lo?
Os autores dizem que você começa entendendo que cada um de nós tem um cérebro animal primitivo e um cérebro humano
evoluído (MATÉRIA
ANIMAL).
O cérebro animal funciona para a sobrevivência. Vive com temor porque seu trabalho é manter-nos vivos e fora de perigo. Desta forma, operamos desde nosso cérebro animal, classificamos tudo como uma ameaça potencial.
Inclusive se alguém nos faz um elogio, o cérebro animal pensa: Por que razão essa pessoa me disse algo agradável? Seguramente quer obter algo. O cérebro animal sempre está alerta para assegurar-se que ninguém se aproveite, e vai documentar o que nos dizem as pessoas simplesmente para
dar-lhes a captura depois, dizem Gee e Gee.
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Nosso cérebro humano, por outro lado, funciona a partir do amor, a aprovação, a paz e o entendimento. É o cérebro que nos permite compartilhar, ajudar a um colega, fazer um labor voluntária e respeitar aos demais. E a clave de ser um observador (cérebro humano) em lugar de um
absorvedor (cérebro animal) é utilizar uma técnica que os Gee chamam: Interruptor.
É um processo de duas etapas:
1: Reconhecer que você está operando a partir do cérebro animal.
2: Mover o Interruptor e passar a seu cérebro humano.
parece
simples: É
simples sim, uma vez que aprenda a reconhecer as emoções associadas com o cérebro animal. Gee e Gee dizem que há uns 30 pensamentos, sentimentos e ações que indicam que estamos operando a partir do cérebro animal. Alguns deles são:
criticar, julgar, enojar-se, suspeitar,
atuar orgulhosamente, ser zeloso, frustrar-se, sentir-se superior, sentir-se culpado e ser presunçoso.
Se você está sentindo algum
destes sintomas, pare o que seja que esteja fazendo, tome a decisão de utilizar o Interruptor, depois vá para seu cérebro humano e substitua os pensamentos e emoções negativas com sentimentos de:
aceitação, honestidade, preocupação, otimismo, solidariedade, humor, alegria, energia, generosidade, modéstia, paciência ou qualquer outro sentimento positivo.
Quando você opera a partir de seu cérebro humano, responde a todos os tipos de clientes da mesma
forma. Se estão enojados ou não, você não está absorvendo seu agastamento, sua frustração, ou seu medo. Você não está permitindo que afetem seu dia. E você faz isto observando em lugar de absorvendo.
O mais importante é do que você se torna
uma liderança bem mais efetiva quando opera constantemente a partir de seu cérebro humano. É a única forma de criar um ambiente
de trabalho positivo, entusiástico e gentil, que a sua vez elevará o desempenho e a retenção de clientes.
Gerhard
Gschwandtner
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- Selling Power magazine
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