COMO
MELHORAR O SUCESSO NO PONTO DE VENDA
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sala
de marketing
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Os agentes do comércio estão vivendo importantes momentos de mudança fruto da forte concorrência. Maximizar a rentabilidade de cada negócio exige um conhecimento atualizado da indústria do
"RETAIL" (varejo) que permita antecipar-se a futuras situações e garanta a contínua adaptação às necessidades do cliente de forma eficaz.
O desenho e a personalidade da loja, junto com a apresentação do
produto / merchandising, influirão em grande parte no comportamento do consumidor e, em conseqüência, em sua motivação à
compra (MATÉRIA
IMPERDÍVEL).
Os consumidores formam suas opiniões sobre os lugares de compra através de toda uma variedade de sinais e símbolos que estes emitem. Antes de que os consumidores iniciem seu ato de compra, já têm em mente umas expectativas aproximadas sobre o que se vai oferecer-lhes.
Daí a importância de desenvolver um bom plano de comunicação fora do ponto de venda, através da gestão de destas expectativas e do fortalecimento da imagem de marca, que se forma desde as primeiras impressões do consumidor.
Para conseguir uma perfeita comunicação com o cliente é necessário uma ótima gestão do ponto de venda tanto do fabricante como do distribuidor.
Mas, como se comunica a personalidade da loja, fora da loja?:
Os retailers (VAREJISTAS)
o fazem através de imagens visuais; e os fabricantes criando um packaging
(ÓTIMA
MATÉRIA) atraente de seus produtos. A intenção do desenhista e merchandiser
(MATÉRIA)
tem que estar em consonância com a reação do consumidor.
Este objetivo se consegue através da gestão do nível de expectação do mesmo para o ponto de venda e o cúmulo de imagens que este recebe, as que estimulam sua percepção da loja e fazem que entre ou não.
Por tanto, é indispensável uma ótima gestão do ponto de venda por parte, tanto do fabricante, como do distribuidor. O fabricante o desenvolve através de sua política comercial e merchandising próprio. O distribuidor o faz através da gestão do
trade marketing de sua loja.
Uma boa gestão das expectativas do cliente permitirá aos agentes do comércio sobreviver à concorrência.
O Fabricante se preocupa cada vez mais do Ponto de venda, desenvolvendo um merchandising ativo
(de acordo com sua Imagem de
Marca –
Segmentação –
Posicionamento) que consiste em:
gerar movimento primeiramente no ponto de venda; aumentar a afluência de público interessado; criar o ambiente adequado para um bom atendimento ao cliente; pôr o produto em mãos do consumidor, no tempo e quantidade adequada: impulsionar a relação entre a necessidade do produto e o distribuidor; multiplicar os efeitos de uma campanha dentro e fora do ponto de venda; espremer as ações que desenvolvem
"Imagem de Marca"; gerir adequadamente a superfície de venda e a rentabilidade do produto; dotar de vida ao produto através do packaging para atrair a atenção do comprador-consumidor e aumentar a rotação dos produtos.
Tudo isso deve conseguir-se minimizando os custos derivados de pôr o produto nas lojas.
Por sua vez, o Distribuidor se preocupa por sua Superfície de Venda, implementando também um merchandising ativo consistente na otimização de sua localização:
sua localização; a circulação e o tráfego na loja; o número e a qualidade de seus clientes; a otimização da cesta da compra; a rentabilidade por cliente; a otimização na gestão do Sortimento e dos Estoques; desenvolver a criatividade no ponto de venda; atrair e fidelizar aos clientes; maximizar o potencial de mercado de cada loja e maximizar a relação com o consumidor a longo prazo.
Em definitivo, pode-se afirmar que o
RETAIL
(VAREJO) começa com a captação das expectativas do
consumidor / cliente e acaba com a ótima gestão de suas sensações e experiências de compra, com a finalidade de que estas sejam gratificantes e induzam a uma nova experiência.
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Professora
Belén Sandoval
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IESE
Instituto de Empresa
BUSINESS SCHOLL
UNIVERSIDADE
EUROPÉIA DE NEGÓCIOS