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Não encontrou aquele vestido na prateleira?

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sala dos artigos de varejo

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Saiba como o varejo está empurrando o consumidor para a Internet. Consumidores com preferências ou tamanhos fora dos padrões convencionais podem enfrentar problemas na hora de procurar nas lojas o produto desejado, já que a intenção do varejo é empurrar para a Internet os itens menos procurados. De acordo com professores da UNIV. Wharton e analistas da indústria, o varejo está reduzindo nas lojas a diversidade de peças de vestuário de tamanho pouco comum e de cores não convencionais para atenuar o custo de gestão de estoque e ganhar ao mesmo tempo um espaço valioso dentro da loja (ARTIGO: O preço justo, para o cliente certo, no momento adequado).

Além disso, estão tentando convencer o consumidor que deseja adquirir itens de pouca saída a encomendá-los ou comprá-los por meio do site do varejista. A mercadoria é então enviada diretamente à casa do consumidor.

O varejo sempre teve receio de problemas operacionais que resultassem em produtos fora de estoque e em vendas não realizadas. Agora, as lojas estão provocando intencionalmente essa situação porque contam com a Internet para recuperar as vendas não realizadas. Itens que demoram mais a sair podem ser comercializados com grande eficiência pela Internet, mas não na loja. Assim, quando o consumidor entra na loja em busca desse tipo de produto, recebe informações que o redirecionam para o site da loja, observa Gérard Cachon, professor de Gestão de Operações e de Informações da UNIV. Wharton. Produtos que atraem poucos clientes entopem a cadeia de suprimentos do varejista, agregam custos ao sistema de distribuição, desperdiçam o metro quadrado caro e, por fim, acarretam em promoções que implicam custos para a loja (ARTIGO: DISPARADORES de compra).

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Como as operações de varejo expandiram-se, transformando-se em megastores espalhadas por todo o país, a existência de um grupo numeroso de pessoas cujas preferências não são atendidas pelo mix de mercadorias das lojas pode se converter em um grande problema, diz Cachon. Se em meio a tanta variedade deparamos com um produto cujas vendas ocorrem com uma freqüência de quatro ou cinco vezes ao ano, milhões desses itens somados podem resultar em um montante significativo de vendas. Podem-se vender esses produtos com relativo sucesso em estabelecimentos bem consolidados, mas é impossível tentar vendê-los em centenas de Best Buys (ARTIGO: Preços baixos = mais clientes ? nem sempre...).

Novas tendências em VAREJO: Se não o temos na loja, procure-o em nossa web. Faz sentido acumular estoques de artigos de escassa saída? Os retailers (varejistas) norte-americanos estão adotando um novo enfoque: Se tem pouca saída, não o temos. Mas igual o vendemos. Boa tarde, disse a senhorita à vendedora, Quero esta calça em tamanho 48. A resposta: Desculpe. Só trabalhamos até o 44. Qualquer retailer lojista sabe que cada metro quadrado é valioso. Acumular peças com poucos compradores é um desperdício de precioso espaço. Ademais, os artigos de pouca saída saturam a supply chain (Cadeia de fornecimento) e adicionam custos ao sistema de distribuição. Isto é o que há por trás do: só trabalhamos até o tamanho 44.

O artigo: Retailers are pushing more shoppers to the web, brinda um enfoque diferente. A nova tendência do varejo estadunidense consiste em redirecionar aos compradores de artigos menos populares para a compra on-line. Assim, quando uma pessoa chega perguntando por um tamanho 48, a resposta do vendedor é: Não o temos no local. Visite nosso web site e compre-o ali. O receberá em sua casa aos poucos dias.

Desta forma, muitas lojas tradicionais se estão convertendo em centros de redirecionamento dos consumidores para seus próprios pontos eletrônicos de venda. A lógica que guia à tendência é clara: numa rede de varejo com centenas de locais, não é eficiente que cada um tenha uma pequena quantidade de artigos de escassa saída. No entanto, somando a demanda destes artigos em todos os pontos de venda, trata-se de um nicho que ninguém quer desperdiçar. Portanto, assinala o artigo, o racional (logisticamente falando) é armazenar estes artigos num depósito único e vendê-los a pedido (ARTIGO: um segredo para captar clientes entre as gôndolas).

Desta forma, assinalam alguns especialistas, pode obter-se um maior rendimento do portfolio de clientes. Redirecionando aos compradores de produtos exóticos à web, a rede pode concentrar seus esforços em oferecer um melhor serviço para seus clientes que optam pelos artigos tradicionais.

No entanto, não todas as vozes são otimistas. Alguns especialistas advertem a existência de um abismo entre compra tradicional e on-line para algumas gamas de produtos. É verdade, não há nenhum problema à hora de adquirir on-line artigos eletrônicos, quando o que importa são características técnicas como o espaço de disco rígido ou o tamanho do monitor. No entanto, muito diferente é a situação no que se refere a indumentária.
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Você compraria roupa sem provar?: Portanto, assinala a pesquisa de Wharton, ainda subsistem amplos interrogantes sobre este novo método de retail management. Alguns estudos revelam que, quando não encontram o artigo procurado, na realidade os consumidores não vão à web senão à concorrência. E, por último, também não falta o protesto romântico. Redirigir aos compradores desde as lojas para Internet é, para alguns experientes, aniquilar a magia da experiência de compra.

prof. gérard Cachon

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biblioteca exclusiva da univ. wharton

Wharton: Univ. de Pennsylvania

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